Confissões Eróticas

Olá, pessoal! Meu nome é Iris, bom, esse é o nome que escolhi pra deixar minhas confissões aqui, óbvio que não vou dar meu nome real. Sou uma mina de 28 anos, cabelo liso e comprido, castanho, morena clara, uns 1,54m de altura. Do meu corpo, vou falar que sou cheinha, alguns me chamam de "gordinha", mas tenho um corpo bonito, não sou aquela gorda sem graça, tenho minhas curvas bem definidas, uns peitos bem firmes e uma bunda empinada. Quando me visto pra sair de minissaia, mais de um vira o pescoço pra apreciar meus encantos. Mesmo assim, desde o colégio, os caras sempre me fizeram sentir inferior às outras minas, porque geralmente eles preferem as magrinhas. Só me procuravam pra ser cupido das minhas amigas ou pra servir de álibi quando algum deles pisava na bola e precisava de desculpas pras namoradas — aí eu tinha que dar a cara a tapa por eles.

Naquela idade da adolescência, quando a gente desperta pro sexo, via com tristeza minhas amigas e colegas tendo seus namorados, enquanto eu não era considerada pelos caras como opção. Ouvia as conversas delas contando as experiências, desde beijos, amassos, e muitas falando como transavam com os namorados, os lugares, as posições e o que sentiam. Ouvindo aqueles relatos, eu ficava excitada, claro que nunca contei isso a elas. Quando chegava em casa com essas lembranças, me tocava o corpo todo até aprender a me masturbar na solidão.

Mas com o tempo, ouvindo aquelas histórias, percebi que precisava experimentar o sexo de verdade, não só me contentar em me masturbar. Ansiava sentir umas mãos de homem acariciando meus peitos, apertando, chupando eles, me sentir penetrada na buceta e no cu, igual minhas amigas contavam. Mas meu maior desejo imediato era ter uma pica — sim, essa palavra me excitava, só de falar minha buceta já fica molhada. Eu adoro pica! Queria conhecer ela não só em fotos. que eu via, queria ter nas minhas mãos e na minha boca, chupar ele como minhas amigas contavam, uma rola é o que eu mais gosto!!!!

O tempo foi passando, comecei a me vestir mais ousada, sempre de minissaia e fio dental, além de usar blusas sem sutiã, talvez algum garoto descobrisse meus encantos e se atrevesse a ter uma namorada gordinha mas bem suculenta e me fizesse viver aquelas experiências que tanto desejava, no entanto, aos poucos fui descobrindo que, mesmo que eu me insinuasse para algum deles, jamais me levariam a sério como namorada, jamais se aproximariam de mim de verdade para formalizar um relacionamento, foi então que entendi que para ter sexo e carícias não precisava de um namorado, então mudei minha estratégia e decidi me tornar uma puta, não daquelas que cobram, só daquelas que o pessoal comenta, que anda com um e com outro.

Confissões:

ESCOLA: Assim que defini minha estratégia, tive minha primeira experiência. Num dia chuvoso daqueles em que não vai todo mundo pra escola, porque já sabíamos que iam suspender as aulas, me apresentei como de costume. Na minha sala só fomos quatro: José Antonio, um menino lindo que sempre gostei, Luis Manuel, Armando e eu. Como não teve aula, ficamos dentro da sala por causa da chuva, conversando sobre coisas sem importância. De vez em quando, eu levantava da carteira e me aproximava da janela pra ver a chuva. Notei que o Armando tinha reparado na minha minissaia e tava mostrando pros outros dois. Eu empinava mais a minha bunda pra deixar uma imagem melhor. Ouvi o Luis dizer que a "gordinha" tem uma rabuda boa e eles começaram a rir. Virei pra eles e, quando questionei, só conseguiram dizer que estavam falando de coisas de homem. — Como assim? — perguntei. — Bom, a gente tá discutindo quem aqui tem o pau maior — disse José Antonio. Todos rimos e eu falei que com certeza todos tinham um pau pequeno, mas que os homens adoram se gabar. Eles me olharam e me pediram se eu podia ajudar a decidir qual dos três tinha o maior. Grande, lá estava, tinha conseguido, tinha na mão a oportunidade que esperava. Não pensei duas vezes e disse que topava, mas que isso tinha que ficar em segredo, ninguém podia saber. Eles concordaram. Então foram baixando as calças e começaram a tirar cada um o seu pau. Dos três, o Luis Manuel era o que tinha o maior, mesmo com a circuncisão. — Luis Manuel — falei — o dele é maior. Já guardem essas coisas que alguém pode ver — disse, torcendo pra que ninguém me obedecesse. — Peraí — falou o Luis Antonio — assim não dá pra decidir. Eles não estão duros. Se você ver eles duros, sua opinião pode mudar. — É verdade — concordou o Armando. — Então o que a gente faz? — Bom — eu disse — vocês têm razão, o mais justo é isso. Eles começaram a se masturbar pra ficar duros. Eu olhava fascinada como eles puxavam aqueles paus, parecia que iam arrancar fora. Aí o Armando teve uma ideia genial: — Nos ajuda — ele pediu — com esse frio é mais difícil. — Tá louco!!! — falei — como assim, e os três? Menos ainda, sou amiga de vocês, como é que pode. — Faz por mim — disse o José Antonio, me olhando com aqueles olhos pretos, profundos. Pra ele não posso negar nada — pensei. Ele se aproximou segurando o pau na mão. Eu continuava sentada numa poltrona. — Vai, pega nele — ele disse. Hipnotizada, levantei a mão, estendi o braço e segurei. Finalmente tinha um pau na minha mão. Apertei de leve e senti como ele engrossava na minha mão e como crescia enquanto eu acariciava. — Pra cima e pra baixo — ele disse — o quê? Acordei daquele momento. — Mexe sua mão pra cima e pra baixo — ele repetiu — vai ver como cresce ainda mais. Comecei aquele sobe e desce, encantada. A sensação de ter um pau na mão era inimaginável, fantástica. Ele gemia baixinho. Quando me dei conta, o Armando e o Luis Manuel estavam cada um de um lado do José Antonio, apontando os paus na minha direção, querendo que eu fizesse o mesmo. Olhei pro José Antonio e ele, sem dizer uma palavra... Ela acenou com a cabeça que tudo bem eu fazer aquilo. "Só faço isso por você", falei. Claro que menti, ter uma rola na minha mão era uma delícia, imagina ter três rolas. Hesitei. Ela tirou minha mão da rola dela e colocou na rola do Armando, pegou minha outra mão e fez eu agarrar a rola do Luis Manuel, e disse: "Agora você vai aprender a chupar, gordita". Colocou a rola dela na frente da minha boca. Quando olhei pra cabeça da rola dela, vi uma gotinha saindo da ponta. "Bebe o mel", ela disse. Passei a língua e recolhi aquela gota de lubrificante, deliciosa. Fechei meus olhos e com minha língua comecei a percorrer aquele pau que tinha na minha frente, até que terminei enfiando ele na minha boca. Senti minha buceta molhada, abria e fechava minhas pernas sem perceber, enquanto com as mãos puxava aqueles dois paus do Armando e do Luis Manuel. Todos estávamos muito tesudos, eu queria que um deles tomasse a iniciativa de tirar minha roupa e finalmente me penetrar, queria perder minha virgindade. Mas eles estavam tão prazerosamente absortos. "Agora é minha vez", disse Armando. Ele trocou de lugar com José Antonio pra me dar a rola dele na boca. Depois foi a vez do Luis Manuel. Chupei aquelas três rolas uma e outra vez. "Você gosta de rola?", perguntou José Antonio. "Hummm, adoro", respondi. "Você gosta muito, né?" "Sim, adoro." "Qual das três você gosta mais?" "Gosto muito de todas as três, quero todas." "Muito bem, agora você vai provar meu gozo e o deles. Queremos que você fique com ele na boca." "Como?", perguntei. "Agora você vai ver." Parei de chupar e de agarrar. Então eles ficaram na minha frente e se masturbaram até gozar, direcionando o esperma pra minha boca. Eu abri o máximo que pude pra receber. Jatos de sêmen caíram no meu rosto, na minha boca, no meu pescoço e na minha roupa. "Que gostoso", falei. Eles riram depois de terem conseguido o que queriam. Eu queria sentir uma rola na minha coisinha, mas eles guardaram os paus. "O que vocês estão fazendo?", perguntei. Claro que eu queria mais. "Aí vem um professor", disse Armando. Eles saíram da sala. correndo e rindo, depois a gente descobre quem tem o maior e foram embora. Só me usaram, não ligaram que eu ainda queria mais, reafirmo em mim o fato de saber que ninguém ia me levar a sério como namorada.
O CINEMA: Já tinha provado uma rola, não só uma, mas três, apalpei elas, saboreei, provei também o esperma, a palavra esperma também me excita, rola e esperma, rola e esperma, hmm quero elas na minha boca. Depois de confirmar que só assim eu conseguiria transar, sem ser a namoradinha de ninguém, decidi não me sentir usada, ninguém nunca vai me usar, no fundo vou fazer eles acreditarem que estão se aproveitando de uma situação, mas nunca vão saber que na verdade quem está usando eles sou eu pra conseguir o que mais quero: ROLA E ESPERMA! Um dia combinamos em grupo de ir ao cinema ver um filme lançamento, íamos alguns amigos do bairro onde moro, um total de nove, quatro caras e cada um com suas respectivas namoradas e claro eu, como sempre sozinha. Antes de entrar no cinema, demos uma volta no shopping, olhando as vitrines, cada um deles abraçando a namorada e eu andando perto. Pepe e Lupita, pra chamar eles de algum jeito, eram os mais grudados. Enquanto andavam, Pepe pegava na bunda da Lupita, não perdia a chance de acariciar a rabeta dela, ela fazia o mesmo, colocando a mão no bolso de trás da calça jeans do Pepe, disfarçadamente apertava os glúteos dele. Finalmente chegou a hora da sessão, ao entrar na sala, cada um sentou junto com a namorada. Pepe, Laura e eu fomos os últimos a sentar, no final da fileira, de um jeito que Pepe ficou sentado entre Laura e eu. Apagaram as luzes e começou o filme. Se nesse momento alguém perguntasse sobre o tema do filme, com certeza ninguém ia saber recomendar, porque mal apagaram as luzes, meus amiguinhos começaram a se abraçar e se beijar com as namoradas. Eu ficava inquieta no meu assento, não conseguia me concentrar no filme. No filme, de vez em quando eu olhava pros meus amigos e todo mundo se pegando feio com as namoradas. Quem tava mais perto de mim, o Pepe e a Lupita, se beijavam igual loucos, a mão esquerda do Pepe se mexia sem parar, claramente apalpando os peitos da Lupita. Comecei a passar a mão na minha bucetinha com a mão esquerda, puxei minha calcinha fio dental pra poder tocar meu clitóris com o dedo. Ter tanta gente se pegando perto de mim me deixou muito excitada. Dava pra ver a cara da Lupita, de olhos fechados, se beijando com o Pepe. De repente, olhei pra baixo e vi, com a pouca luz da sala, um volume crescendo na virilha do Pepe. O pau dele tava duro, não dava pra disfarçar. Pau, de novo pau. Senti uma vontade imensa de ter um nas mãos, na boca, tirar a porra dele e beber. Eles continuavam na mesma, Pepe apalpando os peitos da Lupita e ela só abraçando ele. Pensei: esse homem precisa de algo mais. Criei coragem e resolvi arriscar. Me aproximei um pouco do Pepe e, com a mão direita, comecei a acariciar aquele pau duro. Senti um leve tremor nas pernas dele, talvez surpresa por sentir uma mão que não era da Lupita passando a mão no pinto dele. Mas foi só um susto, ele ficou parado e deixou eu continuar tocando, apertando cada vez mais forte. Ele continuava beijando a Lupita, talvez pra que, quando se separassem, ela não percebesse o que tava rolando. Me levantei um pouco pra ver por cima deles e vi os outros três casais na deles, todo mundo se pegando sem olhar pros lados. A ideia veio na hora: de cócoras entre as fileiras de cadeiras, me ajeitei pra baixar o zíper da calça do Pepe. Abri e tirei a pica enorme dele. Peguei com as duas mãos pra masturbar ele, mas pra mim aquilo não bastava. Olhei pra ele, continuava beijando a Lupita, com certeza não ia parar, pelo menos até eu terminar de masturbar ele. Então me aproximei mais e comecei a chupar o pau dele. chupei e fiquei chupando, enchendo de saliva o pau dele, enfiando na minha boca até a garganta. Nessa posição, consegui ver ele baixar a mão e começar a acariciar a buceta da Lupita. Continuei mamando, ainda mais excitada ao ver ele enfiar os dedos na rachinha da Lupita. Com alguns reflexos de luz, os dedos dele brilhavam, molhados pela lubrificação da Lupita, que de vez em quando soltava um gemido baixinho. Segui na minha, já tinha a rola na boca, agora só faltava o esperma dele. Aumentei a velocidade das minhas mamadas pra fazer ele gozar na minha boca, quando de repente senti a mão esquerda dele segurando a minha. Levei um susto, bem rápido, porque ele não me deu tempo de ficar mais assustada, mas sim de me surpreender. Ele puxou minha mão até a perna da Lupita e fez eu subir ela. Olhei um pouco pra cima e vi que eles continuavam se beijando. Lupita não sabia de quem era aquela mão. Ele puxou mais e fez eu chegar até a rachinha dela. Acariciei e enfiei meus dedos na buceta molhada dela. Empurrei com mais força pra penetrar mais fundo, senti um jato dos sucos dela molhando minha mão. Ao sentir aquilo, imediatamente senti um orgasmo chegando. Apertei mais com a boca a rola do Pepe e fiz ele gozar dentro de mim. Ele jorrou o esperma na minha boca em tanta quantidade que até um pouco vazou, manchando a calça dele. Aí senti a mão dele apertando a minha, indicando pra eu parar de tocar a Lupita. Assim fiz. Antes de me soltar, ele deu um apertão, como se agradecesse pelo que eu tinha feito. Cuidadosamente, guardei a rola já murcha dele, subi o zíper e me acomodei no meu banco. Só naquele instante ele parou de beijar a Lupita, que se recostou no peito dele, satisfeita. Ela talvez nunca saiba que aquele orgasmo que ela teve foi provocado pelos meus dedos, enquanto o homem dela gozava na minha boca e eu tinha um orgasmo.

A FESTA: Os anos se passaram, as coisas não mudaram muito. Durante a época do colégio, chupei muitos paus e provei o esperma de vários caras em diversas situações. No entanto, na faculdade, eu ainda continuava sendo Virgem, embora tivesse tido a chance de perder minha virgindade, isso nunca aconteceu. Talvez por causa do jeito que eu buscava meus encontros, sempre tinha alguém prestes a nos descobrir, ou o cara não queria ser visto comigo. Enfim, por um motivo ou outro, só faltava isso. Chegou a época da queima de livros na universidade e, como todo ano nesse dia, fomos pra faculdade à noite pra fazer a fogueira tradicional com os livros. Claro que não podia faltar a festa. Um grupo musical formado por colegas da própria universidade animava a noite. O álcool também não podia faltar. Lá estávamos nós, bebendo com meus colegas e colegas. Já era noite, umas doze horas, e eu tava meio bêbada, exagerei. Roberto, o baterista do grupo, que tava no intervalo, chegou perto de mim e falou que eu tava com cara de ruim, que devia descansar um pouco pra chegar mais lúcida em casa. "Tô bem", falei. "Vem dançar." Tentei, mas só consegui tropeçar, quase caindo. Se não fosse pelo Roberto, eu teria feito papel de ridícula na noite. "Vem", ele disse. "Você precisa descansar um pouco." E me levou até o estacionamento, enquanto explicava que lá tinha uma caminhonete onde eles costumavam transportar os instrumentos. "Agora tá vazia, você pode deitar e dormir um pouco." Me deixei levar. Tava realmente tonta, tanto que, quando cheguei na caminhonete, não conseguia subir. Quando tentou me ajudar, me carregou e minha minissaia subiu, deixando minhas pernas à mostra. Deve ter despertado algo nele, porque, ao me colocar na parte de trás da caminhonete, ele disfarçadamente acariciava minhas pernas, com a desculpa de me acomodar melhor. Ele não imaginava que tava lidando com uma viciada em pica e porra. Deixei ele passar a mão nas minhas pernas à vontade por um momento, até que, de surpresa e sem mais, peguei ele nas bolas e na pica e falei: "Quero que você tire ela pra fora. Quero chupar ela toda." Surpreso e excitado, ele abaixou o zíper da calça e tirou o pau pra fora. Tentei me levantar. Mas o álcool me impediu, então ele sorriu e me disse: "Não se preocupa, mocinha, eu vou." "Tira a calça", eu falei. "Quero chupar ela toda até os ovos." Tirei a calça dele, e ele sentou no meu peito, deixando na minha frente aquela pica enorme que eu coloquei na minha boca inteira. Ele começou a se mexer como se estivesse fodendo na minha cara. Sentia os ovos dele batendo no meu queixo, ele metia tudo até me fazer chorar de tanta profundidade. Com minhas mãos, acariciei as nádegas dele, ele se movia com mais força. Então abri o cu dele e comecei a esfregar o ânus dele. Ele soltou um gemido de prazer. Desci então pra chupar aquele par de ovos, coloquei eles na minha boca, chupando. Indiquei com as mãos pra ele levantar um pouco pra me dar mais espaço. Ele fez, e eu consegui chegar com a língua até o ânus dele. Chupei, percorrendo dos ovos até o cu e voltando, terminando na pica dele. Ele se mexia desesperado. Entendi que ele não ia demorar pra me dar o leite dele, então me concentrei na pica dele, enquanto com as mãos procurei o cu molhado dele. Com minha saliva já tava mais que lubrificado, então enfiei um dedo. Meti ele todo e senti o corpo dele se contrair. Senti na minha boca todo o esperma dele. "Que barbaridade", ele me disse. "É a melhor chupada que já recebi." "Você é gostoso", eu falei, "mas sabe de uma coisa? Quero sentir sua pica dentro de mim. Sou virgem e quero que você seja o primeiro." "Sério, você é virgem?" "Sim", respondi. "Por mais que não acredite, sou virgem." "Tá bom, espera um momento. Preciso ver se tá tudo certo com o grupo. Só aguarda um pouco", ele disse, e foi embora. Esperei uns 10 minutos. Eu tava ansiosa pra fazer, pra perder minha virgindade, e agora sim aproveitar de uma vez por todas. Queria adicionar mais uma palavra ao meu dicionário: pica, esperma, chupar, foder. Essas seriam de agora em diante minhas palavras favoritas. Tirei a roupa pra esperar ele nu e não perder tempo. De repente, ouvi barulhos. Alguém abria a porta da caminhonete. "Finalmente", pensei, mas... Surpresa, não era o Roberto. "Quem temos por aqui?" — ele disse — "Hummm, o jantar está servido. Quem é você? E o Roberto, cadê?" — perguntei, tentando cobrir minha nudez. "Ah, você é a namorada do Roberto. Sou Jaime. Ele já vem, tá arrumando uns cabos. Daqui a 20 minutos a gente toca de novo." "Não sou namorada dele" — falei, já recuperada do susto — "Só somos amigos." "Mas muito bons, pelo que vejo" — ele disse, rindo — "Eu também adoraria que alguém como você me esperasse assim." "Sério?" — perguntei — "Você me acha atraente?" "Você me acha atraente e, além disso, está pelada" — ele disse — "Tira isso aí, deixa eu te ver. Que tetas gostosas. Agora deixa eu ver sua bunda." Me virei e ele pôde apreciar meu rabo. "Que cuzão gostoso. Posso tocar?" — perguntou. "Pode, sim" — falei — "O Roberto me deixou muito excitada e eu preciso do que você tem entre as pernas" — disse, e estendi a mão para pegar no pau dele, que já começava a endurecer. "Quero seu pau, quero ele inteiro." Ele tirou o pau da calça e mostrou pra mim. Ele ainda estava do lado de fora da caminhonete, então me aproximei pra chupar. Coloquei na boca e comecei a sugar. Ele tinha um pau bom, maior e mais grosso que o do Roberto. Ele se inclinou um pouco pra que as mãos dele alcançassem minha bunda e começou a acariciar. Apertava com força, os dedos passeavam entre minhas nádegas, acariciando meu cu e chegando até minha buceta, que já estava molhada por causa da experiência com o Roberto. "Molhadinha, hein?" — ele disse. Foi nisso que estávamos quando o Roberto voltou. Ele nos olhou surpreso. "Ei, o que tá rolando?" — disse. "Nada, mano" — respondeu Jaime — "Você deixou ela sozinha e toda excitada. Só tô cuidando dela. Tem algum problema?" "Nenhum" — disse Roberto, tirando o pau de novo — "Lembra da sua promessa?" — me perguntou — "Vou ser o primeiro." "Sim" — respondi. "Beleza." Ele me pegou pelos ombros e me tirou da caminhonete, nua. Por um momento, quis evitar. Alguém podia nos ver. "Não tem ninguém" — ele disse, como se lesse meus pensamentos — "Senta aí na caçamba da caminhonete" — disse pro Jaime — "Pra ela continuar chupando você, enquanto... Eu enfio nela. Jaime sentou e me virou pra ficar de frente pra ele, aí ele me dobrou de um jeito que, enquanto eu chupava o pau dele, minha bunda ficava toda exposta pra ele, com minhas pernas esticadas e eu dobrada sem conseguir ver o que ele tava fazendo. Coloquei o pau do Jaime na minha boca e comecei a chupar, Jaime fechava os olhos e relaxava o corpo pra trás, se segurando nos braços. Senti o Roberto se agachar e a língua dele começou a lamber meu cu e minha buceta, passando várias vezes por ali até que minhas pernas começaram a tremer e meu corpo a ficar mole por causa do orgasmo que ele tava me dando. Não consegui evitar dar uns gritinhos, raramente eu tinha um orgasmo, e naquele momento tava aproveitando tanto. Depois que ele lambeu tudo que saiu da minha buceta, ele se levantou. Eu continuei chupando o pau do Jaime, senti o Roberto colocar o pau dele na altura da minha rachinha, empurrando de leve, apontando. Ele foi empurrando devagar pra não me machucar, o que pra mim não importava, a única coisa que eu queria naquele momento era ser penetrada. De repente, senti algo ceder, o pau dele entrou fundo sem dificuldade e começou a se mover ritmado, num vai e vem entrando e saindo da minha bucetinha lubrificada. Ele me segurou pelos ombros pra fazer tipo uma alavanca e conseguir enfiar tudo. Continua, continua, continua, assim, buceta, enfia tudo em mim. Jaime tava louco com a chupada que eu tava dando. "Eu também quero enfiar nela" – ele falou pro Roberto. "Ok, vamos trocar de posição". Quando Jaime enfiou o pau em mim, senti um pouco de dor, sem dúvida o pau dele era mais grosso que o do Roberto e maior. A dor da minha buceta recém-desvirginada sumiu quase na hora por causa do prazer que aquele pau tava me dando, me levando de novo ao orgasmo. Minhas pernas tremeram de novo, mas Jaime continuou me comendo. "Agora é minha vez de estrear" – disse Jaime. "Como assim?" – falou Roberto. "Eu já fui o primeiro". "Ah é? Então agora é a vez do cuzinho". Ele tirou o pau da minha buceta e com a mão pegou os sucos que Saíam da minha frestinha me levando até minha bunda, entre minhas nádegas, no meu cu. Depois de lubrificado, ele apontou aquele cacete enorme e começou a empurrar pra meter. Eu sentia dor, mas minha excitação dizia que eu tinha que continuar. A rola de Roberto na minha boca disfarçava meus gritos de dor. Finalmente entrou, e um grito forte escapou da minha boca. Jaime se movia dentro do meu cu de um jeito magistral. Logo a dor sumiu pra dar lugar ao prazer. Que bela pica esse filho da puta tem – pensei – e como ele mete, até as bolas.

"Ei, galera, já vamos tocar" – ouviu-se. Jorge, outro integrante do grupo, se aproximou. "Seus putos" – ele disse – "a gente trabalhando e vocês aqui transando." "Vem" – disse Roberto – "tira a rola." Eu, claro, queria mais. Quanto mais pica, mais esperma, mais chupada e mais trepada pra mim, melhor. "Senta aqui, Jorge, deixa ela te chupar um pouco" – disse Roberto. "Mas já vamos tocar" – retrucou Jorge. "Espera, me dá seu esperma" – eu pedi. Essas palavras o deixaram de pau duro na hora. Ele tirou a rola na mesma hora e se ajeitou pra eu chupar. Jaime continuava metendo no meu cu, e Roberto puxou minha mão pra eu bater uma pra ele. "Só falta o baixista" – eles diziam entre si, rindo – "deixa ele de fora, o que ele perde." Jorge tava mesmo com pressa de voltar a tocar, porque a pica dele começou a inchar e encheu minha boca com esperma quente. Jaime acelerou e, metendo forte e fundo, esvaziou todo o esperma dele dentro da minha bunda, me fazendo gozar junto com ele. Roberto então disse: "Quero gozar nos seus peitos." Ele se ajeitou e colocou a rola entre meus peitos. Apertei eles com as mãos, juntando pra rola dele esfregar no meio. Ele se moveu rápido, conseguindo jorrar meus peitos e meu rosto com esperma. Ficamos uns segundos sem nos mexer, até que Jorge disse: "Vamos, galera, temos que ir tocar." Rapidamente eles se vestiram. "Você vem?" – me perguntou Roberto – "já se sente melhor?" "Posso esperar vocês aqui?" "O quê?" – ele se surpreendeu – "quer mais pica?" "Sim" – respondi – "ainda quero. Falta tocar o baixo.
Eles foram embora e eu fiquei esperando o retorno deles, com certeza entre os quatro a gente podia tocar o melhor show de sexo, isso e outras confissões mais eu conto em breve…. Continua.

4 comentários - Confissões Eróticas

Edu no te puedo decir lo mucho que me gusto tu relato...fascinante quede roja mal.ahora vos sos hombre te inventaste esto?.me encanto soy novata por eso no te puedo dar puntos pero que buen relato carajo!!! 😳 😳 😀 😀 si haces tiempo pasate por alguno de mis relatos y contame que te parecio ahhhh!!!! quiero la continuacion!!!! 😃 😃 🤤 🤤 😀 😀 😀