Desvirgue a la niñera de mi hnito 100% real

Beleza, porra! Aqui vai mais um relato de algo que vivi uns anos atrás, a história é 100% real igual as anteriores. Espero que vocês curtam e deixem seus comentários!!

A história começa quando minha mãe contrata uma babá pra cuidar do meu irmãozinho enquanto ela tava no trampo. Era uma mina de uns 24 anos, no último ano de faculdade pra se formar professora, peitos bonitos, rabo redondo, um pouco cheinha mas muito gostosa.
A parada é mais ou menos assim: minha mãe trabalhava de manhã e a gente mandava meu irmão pro jardim de infância também de manhã, mas como minha mãe saía do trampo depois do horário que o jardim fechava, teve que contratar essa mina pra levar ele, buscar e preparar a comida. Eu entrava no trampo ao meio-dia.

Os meses passaram e com a babá a gente começou a conversar cada vez mais. Eu comecei a olhar pra ela com outros olhos e quase sempre fazia umas piadas de duplo sentido. Uma manhã eu acordo e encontro ela na cozinha, aí fui na cara dura (meu irmão tava no jardim e minha mãe no trampo). Abracei ela por trás e quando virei ela, falei que tava com vontade de beijar ela e, sem deixar ela responder nada, meti a boca. Foi um beijo meio curto. Quando parei de beijar, ela me empurrou e disse pra eu nunca mais fazer aquilo.

— Que seja a última vez que você me beija.
— Eh!! Por quê? Eu adorei!!
— Porque não tá certo.
— Mas você gostou ou não?
— Eeeeeh, não, não, isso não tá certo.

Sem deixar ela falar mais nada, beijei ela de novo, mas dessa vez com mais tesão. Ela resistiu um pouco, mas não muito (não sei por quê, mas a gente percebe ou acha que percebe quando uma mulher diz não com a voz e sim com o corpo). Imaginem como tava meu pau, duro pra caralho. Comecei a apalpar ela e aí ela me parou de novo.

— Não, chega, chega.
— Ué, olha como eu tô, você não pode me parar agora.
— Posso sim, e vou fazer isso.
— Você não tem vontade de ter algo mais? Eu te desejo pra caralho.
— Nunca tive nada com ninguém, sou virgem.
— E você não gostaria que eu te ensinasse?!
— Nem fodendo que vou perder a virgindade com você, você só quer é zoar.

Naquele momento, meio que me deu uma... sei lá. falar isso, mas não é pena nem dó, foi mais um sentimento de culpa, porque se o que eu queria era só comer ela, então me fiz de besta, dei mais um beijo e fui embora, dizendo que ela era muito gostosa e que tava morrendo de vontade dela.

Obviamente no dia seguinte esperei minha mãe sair e ela voltar de deixar meu irmãozinho na escola, quando levantei de cueca e encarei ela de frente pra cumprimentar como sempre, mas dessa vez com o detalhe de que eu tava só de cueca, com a pica dura, e cumprimentei ela com um beijo na boca.

- Hoje também vai me rejeitar?
- É que eu tenho medo.
- Medo de quê?
- De engravidar, e se eu engravidar, não tiro de jeito nenhum.
- E por que você vai engravidar? Se eu vou usar camisinha.

Nessa hora, parti pra cima de novo com um beijo bem quente, daqueles beijos que a gente, homem, usa ingenuamente quando quer levar uma mulher pra cama, sem saber que elas já decidiram isso muito antes da gente. O beijo foi intenso, com muita mão passando pelo corpo todo dela. Quando chegamos na minha cama, comecei a tirar a camiseta dela (sinceramente foi uma luta porque ela colocava um monte de obstáculos com os braços, parecia profissional de alguma arte marcial). Quando finalmente tirei a camiseta, vi na minha frente um par de peitos do caralho, eram enormes, tanto que estavam um pouco caídos. Comecei a chupar eles igual um louco. Depois de chupar um tempo os peitos, tentei tirar a calça que ela tava usando.

- Até aqui chegamos!!
- Não seja filha da puta!! Olha como eu tô.
Peguei a mão dela e coloquei na minha pica.
- Viu?
- Hahaha, tô vendo sim.
- E ainda ri! Isso não se faz.
- Bom, é até onde eu quero ir, na próxima pode ser que eu dê mais um passo.

Confesso que fiquei meio excitado, mas não falei nada porque naquela altura já tinha a ideia fixa de comer ela.

Logo chegou o fim de semana, então nos dias seguintes não fiz nada. Não via a hora de chegar segunda-feira pra tentar de novo. Chegou segunda, naquela manhã abri o Olho e me levantei na hora pra procurar ela na cozinha. Encaro ela, beijo e quando pego na mão pra levar pro quarto, ela me para e fala:
- Tô menstruada.
Puta que pariu!!! Que sortudo que sou!!! Queria cortar meus ovos. Me fiz de otário, dei uns beijinhos, apalpei os peitos, fiz ela pegar no meu pau um pouco e pronto. Passou aquela semana e na seguinte encarei ela de novo.
- Beleza, gata! Hoje você não pode me dizer não.
- Sei lá, não tô muito certa.
- Tô com vontade, mas tenho medo.
- Não tem medo não, vou cuidar de você e te ensinar.
Levei ela pro quarto e comecei a beijar, tirei a camiseta dela e me surpreendi de novo com o tamanho e a beleza dos peitos dela. Desabotoei a calça dela e ela me parou de novo.
- Tô com vergonha!!
- Relaxa, fica tranquila e se deixa levar.
Continuei descendo a calça e vi que a calcinha dela tava encharcada, de passagem dei um beijinho na buceta dela, terminei de tirar a calça e sem perder tempo fui na calcinha. Quando desci, vi uma buceta rosada, bem depilada e com uns lábios inchadinhos, me empolguei e comecei a chupar ela com muita vontade, notei que ela ficou dura na primeira lambida, mas enquanto eu chupava ela foi relaxando. Depois de um tempo assim, sentei ela na cama e aproximei o pau da cara dela, ela ficou vermelha e me olhou, falando:
- Nunca fiz isso.
- Faz como se fosse um sorvete (quem nunca falou essa besteira? É tão comum quanto mentira… Não vamos fazer nada que você não queira. Ou a outra grande mentira do homem… deixa eu colocar só a pontinha e tiro, hahaha).
E ela começou a chupar meu pau de um jeito meio atrapalhado, deixei ela fazer por um tempo e deitei ela, subindo em cima.
- Vai devagar, por favor.
- Se doer, me avisa que eu tiro.
Comecei a meter e, enquanto entrava, ela ficava mais tensa e me abraçava forte. Conforme relaxava, os gemidos de dor foram virando gemidos de prazer. caguei um tempo regulando o ritmo pra ela relaxar e pra buceta dela se acostumar com meu pau. Depois de um tempo, levantei ela, coloquei de quatro e acelerei os movimentos pélvicos (que frase me mandei, kkkk). Não aguentei mais e gozei enchendo a camisinha de um jeito que nunca tinha enchido, a filha da puta me fez trabalhar três semanas inteiras pra essa foda.
Nos vestimos, ela seguiu com as coisas dela e eu me arrumei pro trampo e fui embora.
Passaram os meses, as fodas eram todo dia e ela aprendia cada vez mais, se mexia melhor e chupava o pau de um jeito mais gostoso (já não arranhava com os dentes, kkkk).
Ela se formou naquele ano e no ano seguinte continuou trabalhando em casa até conseguir umas horas como professora e pediu demissão.
A história é 100% real, igual às anteriores.

23 comentários - Desvirgue a la niñera de mi hnito 100% real

me gusto tu historia...beso y te doy unos puntitos...bye!
Cris14
😀 A mi me paso algo parecido pero no llegue a la encamada total
Buena narrativa!
Gracias por compartir.

Te invito q pases por los mios. Besis


+5
Desvirgue a la niñera de mi hnito, era una chica de unos 24 años, en el ultimo año de estudio para recibirse de maestra de grado, lindas tetas, culo redondo, un poco rellenita pero muy rica.
Si está bien y nosotros te creemos...!!!
mago_de_0z dijo:ni en pedo es real
jaja

TheLibaneytor dijo:esto es menos real
bicar
yo me crei la historia y me re calente!
te felicito
Que lindo relato ,me rei con las frases que le dijiste (hacelo como si fuera un helado) jajaja
Te creo, que sea real, lo que me cuesta, es con las risitas y los comentarios dentro de la narrativa, es como si la contara un pibe a su grupo de amigos, en una noche de cervezas. Pero estuvo bien.