Me inscrevi por um amigo que já tá aqui, então não tenho nada pra colocar além de uma história que vivemos juntos, espero que gostem.
Umas semanas atrás fomos pro campo, na casa dos pais do meu amigo, uns quilômetros pra fora. Fomos 6, 4 caras e 2 deles com as namoradas. Chegamos numa sexta à noite, umas 9, cumprimentamos, nos apresentamos, batemos um papo e nos preparamos pra ir pro centro, pra balada. Às 11 saímos de micro-ônibus e em meia hora chegamos. Pedimos uns jarras de cerveja e começamos a dançar entre a gente. Eu e meu amigo távamos sozinhos, então depois de uns tragos saímos pra pegar o que aparecesse. Conseguimos um par de minas, dançamos, bebemos e elas beberam. E como beberam! Quando falamos que éramos de Buenos Aires, acho que não precisou falar mais nada pra elas se entregarem (alguns de vocês já devem ter passado por isso). Umas 3 da manhã já távamos bem alegres e saímos com as duas minas sem avisar os outros. Távamos nos pegando na esquina da balada e meu amigo me fala:
— Agora a gente volta!
E eu falei: — Fecha!
Não dei muita bola e fiquei com a minha mina, chupando a boca dela e tomando umas cervejas. Passaram 20 minutos e meu amigo não voltava, fiquei preocupado. Aí a minha mina fala:
— Devem estar transando, essa é uma doida!
Fiquei surpreso e falei: — E a gente, o que faz então?
E ela respondeu: — Vamos umas quadras pra cá, tem uma praça com pouca luz e ninguém!
E eu falei: — Vamos!
Já tava bem bebido e com tanto tesão que não ligava pra mais nada além de transar. Chegamos na praça, continuamos nos pegando, comecei a apalpar os peitos dela por dentro da blusa, ela me tocava o pau por fora da calça até que enfiou a mão e com a outra foi desabotoando minha calça. Eu tava duro, ela se ajoelhou e começou a me chupar, primeiro devagar e depois com mais vontade por um tempo. Depois ela levantou e perguntou:
— Você tem camisinha?
E eu falei: — Ah, não!
— Não importa! — ela disse.
Desabotoei a calça dela, ela baixou e tirou a calcinha fio dental e falou: — Senta!
E subiu em cima. Se mexia igual uma louca e também gemia igual uma louca, mas eu tava tão tarado que nem ligava. Depois de um tempo, falo: "Vira, fica de quatro!" Continuei metendo na buceta dela e, depois de um pouco, ela pergunta: "Cê gostou, quer?" "O quê?" eu falei. "A Booty, cê quer fazer?" "Claro, loquinha!" respondi. Cuspi na mão, fui colocando devagar, tava bem apertado, mas entrou e ela já tava gritando. "Para de gritar que vão te ouvir!" falei. "Ahhh, vai!" ela disse. E eu fui fundo... "Gozo dentro, por quê?" perguntei. "Já vem?" ela fala. "Sim!" eu respondi. "Espera!" ela disse, se virou, se abaixou e me chupou igual uma louca até eu gozar na cara e na boca dela. E a safada engoliu todo o leite, com a mão limpava o rosto e colocava os dedos na boca. Eu falei: "Vem, limpa!" e ela me chupou por um tempo até o pau subir de novo. "Quer mais leite?" "Vai!" ela disse e me fez um boquete do caralho, a louca. Engoliu tudo, foi espetacular. Depois, a gente riu um pouco do que tinha feito e voltamos pra porta do rolê. Meu amigo tava lá, também tinha dado sorte (ele me contou depois). Entramos de novo na balada até as 7 da manhã. Quando saímos, acompanhamos elas só umas quadras e fomos pegar o busão pra cidade. Ela me passou o número dela e eu o meu. Ficamos uma semana de férias e vocês não imaginam o que a gente aprontou. Na próxima, conto o resto mais resumido pra não encher o saco. (É verdade.) Valeu pra quem leu até aqui.
Umas semanas atrás fomos pro campo, na casa dos pais do meu amigo, uns quilômetros pra fora. Fomos 6, 4 caras e 2 deles com as namoradas. Chegamos numa sexta à noite, umas 9, cumprimentamos, nos apresentamos, batemos um papo e nos preparamos pra ir pro centro, pra balada. Às 11 saímos de micro-ônibus e em meia hora chegamos. Pedimos uns jarras de cerveja e começamos a dançar entre a gente. Eu e meu amigo távamos sozinhos, então depois de uns tragos saímos pra pegar o que aparecesse. Conseguimos um par de minas, dançamos, bebemos e elas beberam. E como beberam! Quando falamos que éramos de Buenos Aires, acho que não precisou falar mais nada pra elas se entregarem (alguns de vocês já devem ter passado por isso). Umas 3 da manhã já távamos bem alegres e saímos com as duas minas sem avisar os outros. Távamos nos pegando na esquina da balada e meu amigo me fala:
— Agora a gente volta!
E eu falei: — Fecha!
Não dei muita bola e fiquei com a minha mina, chupando a boca dela e tomando umas cervejas. Passaram 20 minutos e meu amigo não voltava, fiquei preocupado. Aí a minha mina fala:
— Devem estar transando, essa é uma doida!
Fiquei surpreso e falei: — E a gente, o que faz então?
E ela respondeu: — Vamos umas quadras pra cá, tem uma praça com pouca luz e ninguém!
E eu falei: — Vamos!
Já tava bem bebido e com tanto tesão que não ligava pra mais nada além de transar. Chegamos na praça, continuamos nos pegando, comecei a apalpar os peitos dela por dentro da blusa, ela me tocava o pau por fora da calça até que enfiou a mão e com a outra foi desabotoando minha calça. Eu tava duro, ela se ajoelhou e começou a me chupar, primeiro devagar e depois com mais vontade por um tempo. Depois ela levantou e perguntou:
— Você tem camisinha?
E eu falei: — Ah, não!
— Não importa! — ela disse.
Desabotoei a calça dela, ela baixou e tirou a calcinha fio dental e falou: — Senta!
E subiu em cima. Se mexia igual uma louca e também gemia igual uma louca, mas eu tava tão tarado que nem ligava. Depois de um tempo, falo: "Vira, fica de quatro!" Continuei metendo na buceta dela e, depois de um pouco, ela pergunta: "Cê gostou, quer?" "O quê?" eu falei. "A Booty, cê quer fazer?" "Claro, loquinha!" respondi. Cuspi na mão, fui colocando devagar, tava bem apertado, mas entrou e ela já tava gritando. "Para de gritar que vão te ouvir!" falei. "Ahhh, vai!" ela disse. E eu fui fundo... "Gozo dentro, por quê?" perguntei. "Já vem?" ela fala. "Sim!" eu respondi. "Espera!" ela disse, se virou, se abaixou e me chupou igual uma louca até eu gozar na cara e na boca dela. E a safada engoliu todo o leite, com a mão limpava o rosto e colocava os dedos na boca. Eu falei: "Vem, limpa!" e ela me chupou por um tempo até o pau subir de novo. "Quer mais leite?" "Vai!" ela disse e me fez um boquete do caralho, a louca. Engoliu tudo, foi espetacular. Depois, a gente riu um pouco do que tinha feito e voltamos pra porta do rolê. Meu amigo tava lá, também tinha dado sorte (ele me contou depois). Entramos de novo na balada até as 7 da manhã. Quando saímos, acompanhamos elas só umas quadras e fomos pegar o busão pra cidade. Ela me passou o número dela e eu o meu. Ficamos uma semana de férias e vocês não imaginam o que a gente aprontou. Na próxima, conto o resto mais resumido pra não encher o saco. (É verdade.) Valeu pra quem leu até aqui.
3 comentários - Vadia gostosa do caralho