AQUI ESTÃO AS PARTES ANTERIOREShttp://www.poringa.net/posts/relatos/1246316/Bebota-1.html
http://www.poringa.net/posts/relatos/1246318/Bebota-2.html
http://www.poringa.net/posts/relatos/1247952/Bebota-3-(primera-vez-por-la-cola).html
http://www.poringa.net/posts/relatos/1248739/Bebota-4-(le-romp%C3%AD-la-cola).htmlE AÍ VEM NOVIDADE
Depois daquela fodida anterior, passaram pelo menos três semanas até a Romi dar a bunda de novo. A mina sabia que eu queria comer o cu dela, mas se recusava totalmente.
Como compensação, e pra me deixar contente, ela inventava outras coisas. Um dia apareceu na minha casa com uma jaqueta comprida. Estranhei porque era primavera. Quando entramos no apê, vi que por baixo ela só tinha uma fantasia de enfermeirinha. "Gostou? A Rochi foi comigo comprar porque eu tava com vergonha...".
O look era composto por um sutiã branco com uma cruz vermelha, uma calcinha fio dental combinando, uma saia que amarava, uma touca de enfermeira, estetoscópio de plástico e uma seringa gigante de cavalo (que acabei usando depois pra brincar um pouco com a buceta dela e jogar champanhe no cuzinho e na bunda enquanto fazia sexo oral).
A foda foi tão boa que a mina resolveu repetir a fantasia na semana seguinte e se vestiu de menininha, adicionando umas meias ¾ no uniforme, fazendo duas marias-chiquinhas e trazendo umas pirulitas e chupetinhas.
Dessa vez, deixando a saia nela, mandei ela ficar de quatro no sofá da sala e chupei a buceta dela enquanto enfiava uma chupetinha. Ela brincava de menininha e chupava o pirulito. Depois trabalhei a bunda dela com a língua e um dedo, e devagar enfiei a chupetinha no cu dela, que agarrou, deixando o cabinho branco pra fora.
Louco com aquela imagem, fiquei de pé, deixei as calças caírem e comecei a meter nela enquanto brincava com aquela chupetinha branca como se fosse um joystick. Quando ela já tinha gozado e tava molinha, tirei a bolinha de doce do cu dela e dei pra ela chupar. A putinha passou a língua nela como se tivesse chupando um pau.
Não aguentei mais e troquei a chupetinha pelo meu pau. E depois de um tempo, enchi a carinha dela de porra. Pra completar, usei o pirulito doce como colher, peguei o sêmen e dei pra ela chupar.
Essa foda me tirou do sério. Tudo bem, e me prometi que no fim de semana ia arrebentar ela de porrada, bunda inclusive. Então na sexta fui buscá-la na hora que ela saía do estudo, decidido a levar ela pra casa. Mas assim que ela entrou no carro, disse que tinha más notícias. "Mamãe precisa sair e me pediu pra ficar em casa com o Damián (o irmão)". "Teu irmão não é criança, tem 14 anos...". Mas não teve jeito. Fomos pra casa dela.
Por sorte, o cara tava estudando pra uma prova na mesa da sala, então a Romi sugeriu a gente ir ver TV no quarto da velha. Depois de um tempo deitados com a cabecinha dela apoiada no meu peito, eu tava com o pau duro. Tava fervendo e queria comer ela ali mesmo, na cama da velha com o irmão na sala.
Comecei pelos beijos. E a mina se empolgou. Daí apontei meu pau duro que marcava por baixo da calça. Ela fez uns carinhos, tipo. Eu tava com o pau estourando, e a calça tava me matando.
Desabotoei o jeans, mas ela não deixou eu tirar. "Não, meu irmão tá do lado". Eu fiquei puto, e ela subiu em cima de mim e segurou meu rosto. "Olha pra mim, meu amor, não fica bravo...". Ela falou tão doce que eu amoleci. Nos beijamos de novo, e comecei a passar a mão nela.
Ela tava sentada bem em cima do meu pau. E a calcinha dela tava quentinha. Parece que o atrito com meu pau excitava ela, porque ela se mexia e gemia baixinho. A putinha tava se masturbando.
"Aaai, como você me excita...", dizia a Romi enquanto eu apertava a bunda dela com as duas mãos. Assim, por trás, afastei um pouco a calcinha e comecei a acariciar a bocetinha dela e os lábios todos molhados com os sucos dela.
"É, enfia o dedinho", ela autorizou bem baixinho. Eu via ela se afogando na minha boca e abafando os gemidos, e meu pau ficava maior e duro como pedra. Comecei a passar o indicador na fenda dela enquanto ela gemia sem controle. E até brinquei um pouco no cuzinho dela.
"Quero meter em você, gostosa", falei quando vi que ela já tava pronta. entreguei. Abrindo os botões da calça jeans, tirei ela pra fora e, puxando a calcinha dela pro lado, encostei na porta da buceta sem mudar de posição.
Deixei ali, com a cabeça entre os lábios, e ela mesma enfiou pra dentro. "Viu que você também queria pica?", falei baixinho quando ela encaixou tudo. "Sim! Cê achou o quê, que eu não tava afim?". Depois ela sussurrou no meu ouvido: "Pode me foder, Max, te amo!"
A gente se beijou de novo e começou a transar. Eu pedia pra ela se mexer. "Monta na minha pica, bebê, assimmm, roda essa bunda em círculo pra sentir como a argola massageia por dentro, isso, assim, que puta gostosa você é..."
Vocês não têm ideia de como era bom sentir aquela buceta, parecia um estojo feito sob medida pro meu pau, era super apertada, e as paredes da buceta dela tinham meu pau preso.
Ficamos assim por um tempo, e quando cansei de foder devagar, tirei ela de cima, joguei na cama e arranquei a fio dental. Depois me abaixei e comecei a beijar toda a buceta dela, o clitóris, e fazer massagens em círculo com a língua. A safada não parava de gemer e pedia pra eu comer ela.
Continuei chupando a buceta dela (é uma coisa que eu amo), enquanto aproveitava pra molhar um dedinho na xereca dela e passar no cuzinho. Do tesão que tava, ela não falou nada. Até que de repente me puxou pelos cabelos pra cima e falou: "Me fode agora!"
Me encaixei entre as pernas dela e enfiei de novo naquela buceta maravilhosa. Meti fundo e remexi lá dentro enquanto meu púbis esfregava no clitóris dela. A mina soltou um "aaaaaahhhhhhh" que deu pra ouvir. Imaginei que o irmão ia ter material pra uma punheta naquela noite.
Mas naquele momento eu não tava nem aí, então tapei a boca dela e comecei a serrar forte a argola, entrando e saindo rápido. Isso deixou ela ainda mais louca.
Depois me levantei um pouco, sem tirar de dentro, e passei a perna esquerda dela pra direita. Assim fiquei com a bundinha redonda minha vista. E enquanto eu continuava dando na buceta, meu dedinho espalhava os sucos da argolinha dela na bunda.
Sentir as nadeguinhas contra minha virilha é algo que me excita muito, então depois de um tempo, comecei a trabalhar a bunda dela, enfiando metade do polegar. Eu tava excitado e não ia ficar sem vontade de arrebentar teu cu. Ela, enquanto isso, tava no maior tesão. "Você tá me fazendo gozar, meu amor!", ela disse bem alto.
Assim que ela terminou, eu tirei. "Não! Continua me comendo", ela pediu. Me ajeitei atrás dela e coloquei de ladinho. Quando vi que ela começava a gozar de novo, falei: "Quero colocar no seu cu, bebê". "Nããão, dói". "Vamos tentar, se não aguentar, a gente deixa pra outra vez", respondi, deixando claro que mais cedo ou mais tarde eu ia comer aquele cu.
Juntei saliva com um dedo e lubrifiquei o cuzinho dela. Depois enfiei o dedo no cu. Com tudo tão molhadinho, foi suficiente pro cuzinho dela deixar meu dedão entrar. "Nããão, filho da puta, não", ela reclamava. Mas não dei bola. E repeti a operação, levando um pouco mais de saliva pro cu. E mandei o dedinho de novo. Já era.
Tirei da buceta enquanto mantinha o cu ocupado com o dedo. Numa troca rápida, tirei e apoiei a cabeça da pica no cuzinho. Comecei a empurrar e ela gritava pra não enfiar. Fui enfiando aos poucos entre gritinhos agudos ("aiiiiiii") e xingamentos dela.
— Tá sentindo a pica no cu?
— Aii, não dá, você é um cuzão! — respondeu ela, brava.
— Se você relaxar, puta, vai ver como vai aproveitar...
— Pelo menos vai devagar... — ela ordenou.
— Calma, vai mais um pouquinho — falei, enfiando mais uns centímetros de pica naquele cu.
— Por favor, tira, tá doendo muito.
— Aguenta que ainda falta.
— Mas dói, filho da puta!
— Não grita que seu irmãozinho vai descobrir que tão arrombando teu cu — falei baixinho no ouvido dela.
Isso acalmou ela. Fiquei parado um pouco com a Mano, comecei a acariciar as pernas dela até chegar na virilha. Devagarinho, fui trabalhando a buceta e o clitóris. Depois de um tempo, ela começou a gostar e relaxou.
Aproveitei pra ir empurrando de leve até colocar tudo. "Muito bem, já tá tudo dentro... que nenenzinha gostosa que você é, hein...", falei. Ela começou a gemer. "Não era isso que você queria?". "Me excitei com o jeito que você tá me tocando", respondeu ela, seca, e se concentrou de novo na masturbação que eu tava fazendo.
Romi mordia os lábios e o rosto ficava cada vez mais vermelho de tesão e dor, isso me dava tanto tesão que eu empurrava mais fundo e via meu pau sumir naquele buraquinho delicioso. Ela apertava a bunda e eu sentia as contrações do cuzinho apertando meu pau. Quase não me mexia, tava aproveitando aquela bundinha e aquele cu cheio do meu pau.
Nisso, o telefone tocou. O irmão atendeu. "Tá falando com a minha mãe", disse Romi, saindo do transe. "Romina, é a mãe!", gritou o irmão da sala. Ela saiu, ajeitando a saia do uniforme que ainda tava vestindo, e foi pra sala enquanto eu guardava o pau (que por sorte tava limpo... mas com cheiro de cu, com certeza) na cueca.
Esperei ela voltar rápido, mas demorou um pouco. "Ela disse que não vai chegar pra jantar e pra pedir pizza. Qual sabor você gosta?", perguntou quando voltou. "A única coisa que quero é continuar o que a gente tava fazendo". "Não dá, meu irmão já terminou de estudar... vamos ver TV na sala". Como prêmio de consolação, foi uma merda.
Fiquei vendo TV largado na cama da velha e ela foi pedir a pizza. Como demorava, e sendo curioso como sou, aproveitei pra revirar as gavetas dos criados-mudos ao lado da cama. E encontrei um vibrador pequeno! Meu pau ficou duro na hora.
Quando Romi voltou pra me buscar, já tinha colocado no lugar, mas meu pau continuava no mesmo estado. "Daqui a pouco a comida chega", respondeu ela, me puxando pra ir pra sala. Viva. Mas eu a girei e comecei a beijá-la ali mesmo, parados aos pés da cama.
De repente, ela mesma se soltou e se ajoelhou aos meus pés. Puxou a piroca e começou a chupar. Uma campeã. Passava a língua na cabeça, mordia de leve, chupava a cabecinha, cuspia, esfregava e enfiava tudo na boca.
Apertava a glande com os lábios enquanto roçava com a língua, sugava, enfiava inteiro na boca pra depois tirar e passar a língua toda no tronco. Metia a piroca inteira até a garganta.
De cima, eu olhava a carinha dela, que era uma mistura de safadeza e inocência. De vez em quando, ela levantava o olhar e me encarava com os olhinhos meio lacrimejando. A piroca ficou dura pra caralho, e ela começou a me punhetar com a mãozinha pequena (fazia minha piroca parecer ainda maior) mais forte enquanto respirava fundo.
— Vai me dar a porra? — perguntou, putinha.
— Pra garota que eu gozo tudo, pra filha da puta, buceta da sua mãe, aaaaaaaaaaaaaaa.
Não aguentei nem um segundo. Enchi a boca dela com uma descarga de porra que escorreu pelo canto dos lábios. Ela engoliu tudo e se lambeu. "Gostou da minha porra, bebê?" "Sim, papai! Adorei!", respondeu brincando.
No dia seguinte, ela veio em casa e, depois de dar uma baita chupada de buceta e cu, e uma boa foda de quatro, consegui comer o cu dela, deitado por cima, bem devagar, e estimulando o clitóris.
Foi a primeira vez que não doeu tanto e ela até gostou da punheta que eu dei. E na minha cabeça, comecei a imaginar o que viria. A garota que até pouco tempo era virgem dos dois buracos tava a caminho de uma arrombada de cu fenomenal.
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Depois daquela fodida anterior, passaram pelo menos três semanas até a Romi dar a bunda de novo. A mina sabia que eu queria comer o cu dela, mas se recusava totalmente.
Como compensação, e pra me deixar contente, ela inventava outras coisas. Um dia apareceu na minha casa com uma jaqueta comprida. Estranhei porque era primavera. Quando entramos no apê, vi que por baixo ela só tinha uma fantasia de enfermeirinha. "Gostou? A Rochi foi comigo comprar porque eu tava com vergonha...".
O look era composto por um sutiã branco com uma cruz vermelha, uma calcinha fio dental combinando, uma saia que amarava, uma touca de enfermeira, estetoscópio de plástico e uma seringa gigante de cavalo (que acabei usando depois pra brincar um pouco com a buceta dela e jogar champanhe no cuzinho e na bunda enquanto fazia sexo oral).
A foda foi tão boa que a mina resolveu repetir a fantasia na semana seguinte e se vestiu de menininha, adicionando umas meias ¾ no uniforme, fazendo duas marias-chiquinhas e trazendo umas pirulitas e chupetinhas.
Dessa vez, deixando a saia nela, mandei ela ficar de quatro no sofá da sala e chupei a buceta dela enquanto enfiava uma chupetinha. Ela brincava de menininha e chupava o pirulito. Depois trabalhei a bunda dela com a língua e um dedo, e devagar enfiei a chupetinha no cu dela, que agarrou, deixando o cabinho branco pra fora.
Louco com aquela imagem, fiquei de pé, deixei as calças caírem e comecei a meter nela enquanto brincava com aquela chupetinha branca como se fosse um joystick. Quando ela já tinha gozado e tava molinha, tirei a bolinha de doce do cu dela e dei pra ela chupar. A putinha passou a língua nela como se tivesse chupando um pau.
Não aguentei mais e troquei a chupetinha pelo meu pau. E depois de um tempo, enchi a carinha dela de porra. Pra completar, usei o pirulito doce como colher, peguei o sêmen e dei pra ela chupar.
Essa foda me tirou do sério. Tudo bem, e me prometi que no fim de semana ia arrebentar ela de porrada, bunda inclusive. Então na sexta fui buscá-la na hora que ela saía do estudo, decidido a levar ela pra casa. Mas assim que ela entrou no carro, disse que tinha más notícias. "Mamãe precisa sair e me pediu pra ficar em casa com o Damián (o irmão)". "Teu irmão não é criança, tem 14 anos...". Mas não teve jeito. Fomos pra casa dela.
Por sorte, o cara tava estudando pra uma prova na mesa da sala, então a Romi sugeriu a gente ir ver TV no quarto da velha. Depois de um tempo deitados com a cabecinha dela apoiada no meu peito, eu tava com o pau duro. Tava fervendo e queria comer ela ali mesmo, na cama da velha com o irmão na sala.
Comecei pelos beijos. E a mina se empolgou. Daí apontei meu pau duro que marcava por baixo da calça. Ela fez uns carinhos, tipo. Eu tava com o pau estourando, e a calça tava me matando.
Desabotoei o jeans, mas ela não deixou eu tirar. "Não, meu irmão tá do lado". Eu fiquei puto, e ela subiu em cima de mim e segurou meu rosto. "Olha pra mim, meu amor, não fica bravo...". Ela falou tão doce que eu amoleci. Nos beijamos de novo, e comecei a passar a mão nela.
Ela tava sentada bem em cima do meu pau. E a calcinha dela tava quentinha. Parece que o atrito com meu pau excitava ela, porque ela se mexia e gemia baixinho. A putinha tava se masturbando.
"Aaai, como você me excita...", dizia a Romi enquanto eu apertava a bunda dela com as duas mãos. Assim, por trás, afastei um pouco a calcinha e comecei a acariciar a bocetinha dela e os lábios todos molhados com os sucos dela.
"É, enfia o dedinho", ela autorizou bem baixinho. Eu via ela se afogando na minha boca e abafando os gemidos, e meu pau ficava maior e duro como pedra. Comecei a passar o indicador na fenda dela enquanto ela gemia sem controle. E até brinquei um pouco no cuzinho dela.
"Quero meter em você, gostosa", falei quando vi que ela já tava pronta. entreguei. Abrindo os botões da calça jeans, tirei ela pra fora e, puxando a calcinha dela pro lado, encostei na porta da buceta sem mudar de posição.
Deixei ali, com a cabeça entre os lábios, e ela mesma enfiou pra dentro. "Viu que você também queria pica?", falei baixinho quando ela encaixou tudo. "Sim! Cê achou o quê, que eu não tava afim?". Depois ela sussurrou no meu ouvido: "Pode me foder, Max, te amo!"
A gente se beijou de novo e começou a transar. Eu pedia pra ela se mexer. "Monta na minha pica, bebê, assimmm, roda essa bunda em círculo pra sentir como a argola massageia por dentro, isso, assim, que puta gostosa você é..."
Vocês não têm ideia de como era bom sentir aquela buceta, parecia um estojo feito sob medida pro meu pau, era super apertada, e as paredes da buceta dela tinham meu pau preso.
Ficamos assim por um tempo, e quando cansei de foder devagar, tirei ela de cima, joguei na cama e arranquei a fio dental. Depois me abaixei e comecei a beijar toda a buceta dela, o clitóris, e fazer massagens em círculo com a língua. A safada não parava de gemer e pedia pra eu comer ela.
Continuei chupando a buceta dela (é uma coisa que eu amo), enquanto aproveitava pra molhar um dedinho na xereca dela e passar no cuzinho. Do tesão que tava, ela não falou nada. Até que de repente me puxou pelos cabelos pra cima e falou: "Me fode agora!"
Me encaixei entre as pernas dela e enfiei de novo naquela buceta maravilhosa. Meti fundo e remexi lá dentro enquanto meu púbis esfregava no clitóris dela. A mina soltou um "aaaaaahhhhhhh" que deu pra ouvir. Imaginei que o irmão ia ter material pra uma punheta naquela noite.
Mas naquele momento eu não tava nem aí, então tapei a boca dela e comecei a serrar forte a argola, entrando e saindo rápido. Isso deixou ela ainda mais louca.
Depois me levantei um pouco, sem tirar de dentro, e passei a perna esquerda dela pra direita. Assim fiquei com a bundinha redonda minha vista. E enquanto eu continuava dando na buceta, meu dedinho espalhava os sucos da argolinha dela na bunda.
Sentir as nadeguinhas contra minha virilha é algo que me excita muito, então depois de um tempo, comecei a trabalhar a bunda dela, enfiando metade do polegar. Eu tava excitado e não ia ficar sem vontade de arrebentar teu cu. Ela, enquanto isso, tava no maior tesão. "Você tá me fazendo gozar, meu amor!", ela disse bem alto.
Assim que ela terminou, eu tirei. "Não! Continua me comendo", ela pediu. Me ajeitei atrás dela e coloquei de ladinho. Quando vi que ela começava a gozar de novo, falei: "Quero colocar no seu cu, bebê". "Nããão, dói". "Vamos tentar, se não aguentar, a gente deixa pra outra vez", respondi, deixando claro que mais cedo ou mais tarde eu ia comer aquele cu.
Juntei saliva com um dedo e lubrifiquei o cuzinho dela. Depois enfiei o dedo no cu. Com tudo tão molhadinho, foi suficiente pro cuzinho dela deixar meu dedão entrar. "Nããão, filho da puta, não", ela reclamava. Mas não dei bola. E repeti a operação, levando um pouco mais de saliva pro cu. E mandei o dedinho de novo. Já era.
Tirei da buceta enquanto mantinha o cu ocupado com o dedo. Numa troca rápida, tirei e apoiei a cabeça da pica no cuzinho. Comecei a empurrar e ela gritava pra não enfiar. Fui enfiando aos poucos entre gritinhos agudos ("aiiiiiii") e xingamentos dela.
— Tá sentindo a pica no cu?
— Aii, não dá, você é um cuzão! — respondeu ela, brava.
— Se você relaxar, puta, vai ver como vai aproveitar...
— Pelo menos vai devagar... — ela ordenou.
— Calma, vai mais um pouquinho — falei, enfiando mais uns centímetros de pica naquele cu.
— Por favor, tira, tá doendo muito.
— Aguenta que ainda falta.
— Mas dói, filho da puta!
— Não grita que seu irmãozinho vai descobrir que tão arrombando teu cu — falei baixinho no ouvido dela.
Isso acalmou ela. Fiquei parado um pouco com a Mano, comecei a acariciar as pernas dela até chegar na virilha. Devagarinho, fui trabalhando a buceta e o clitóris. Depois de um tempo, ela começou a gostar e relaxou.
Aproveitei pra ir empurrando de leve até colocar tudo. "Muito bem, já tá tudo dentro... que nenenzinha gostosa que você é, hein...", falei. Ela começou a gemer. "Não era isso que você queria?". "Me excitei com o jeito que você tá me tocando", respondeu ela, seca, e se concentrou de novo na masturbação que eu tava fazendo.
Romi mordia os lábios e o rosto ficava cada vez mais vermelho de tesão e dor, isso me dava tanto tesão que eu empurrava mais fundo e via meu pau sumir naquele buraquinho delicioso. Ela apertava a bunda e eu sentia as contrações do cuzinho apertando meu pau. Quase não me mexia, tava aproveitando aquela bundinha e aquele cu cheio do meu pau.
Nisso, o telefone tocou. O irmão atendeu. "Tá falando com a minha mãe", disse Romi, saindo do transe. "Romina, é a mãe!", gritou o irmão da sala. Ela saiu, ajeitando a saia do uniforme que ainda tava vestindo, e foi pra sala enquanto eu guardava o pau (que por sorte tava limpo... mas com cheiro de cu, com certeza) na cueca.
Esperei ela voltar rápido, mas demorou um pouco. "Ela disse que não vai chegar pra jantar e pra pedir pizza. Qual sabor você gosta?", perguntou quando voltou. "A única coisa que quero é continuar o que a gente tava fazendo". "Não dá, meu irmão já terminou de estudar... vamos ver TV na sala". Como prêmio de consolação, foi uma merda.
Fiquei vendo TV largado na cama da velha e ela foi pedir a pizza. Como demorava, e sendo curioso como sou, aproveitei pra revirar as gavetas dos criados-mudos ao lado da cama. E encontrei um vibrador pequeno! Meu pau ficou duro na hora.
Quando Romi voltou pra me buscar, já tinha colocado no lugar, mas meu pau continuava no mesmo estado. "Daqui a pouco a comida chega", respondeu ela, me puxando pra ir pra sala. Viva. Mas eu a girei e comecei a beijá-la ali mesmo, parados aos pés da cama.
De repente, ela mesma se soltou e se ajoelhou aos meus pés. Puxou a piroca e começou a chupar. Uma campeã. Passava a língua na cabeça, mordia de leve, chupava a cabecinha, cuspia, esfregava e enfiava tudo na boca.
Apertava a glande com os lábios enquanto roçava com a língua, sugava, enfiava inteiro na boca pra depois tirar e passar a língua toda no tronco. Metia a piroca inteira até a garganta.
De cima, eu olhava a carinha dela, que era uma mistura de safadeza e inocência. De vez em quando, ela levantava o olhar e me encarava com os olhinhos meio lacrimejando. A piroca ficou dura pra caralho, e ela começou a me punhetar com a mãozinha pequena (fazia minha piroca parecer ainda maior) mais forte enquanto respirava fundo.
— Vai me dar a porra? — perguntou, putinha.
— Pra garota que eu gozo tudo, pra filha da puta, buceta da sua mãe, aaaaaaaaaaaaaaa.
Não aguentei nem um segundo. Enchi a boca dela com uma descarga de porra que escorreu pelo canto dos lábios. Ela engoliu tudo e se lambeu. "Gostou da minha porra, bebê?" "Sim, papai! Adorei!", respondeu brincando.
No dia seguinte, ela veio em casa e, depois de dar uma baita chupada de buceta e cu, e uma boa foda de quatro, consegui comer o cu dela, deitado por cima, bem devagar, e estimulando o clitóris.
Foi a primeira vez que não doeu tanto e ela até gostou da punheta que eu dei. E na minha cabeça, comecei a imaginar o que viria. A garota que até pouco tempo era virgem dos dois buracos tava a caminho de uma arrombada de cu fenomenal.
20 comentários - Bebota 5 (com fotos)
+5
Para la proxima certifica las fotos con la P..!
Un saludo ;):):D
+10
Mañana te dejo puntos groso