Meu nome é Adrián, tenho 39 anos, e essa é a história de como minha esposa me tornou corno. Ela se chama Ana, tem 37 anos, é baixinha mas muito gostosa, tem umas pernas, uns quadris e uma bunda incríveis. Graças a ela se cuidar pra caralho, além de fazer yoga e essas paradas. Eu, por minha vez, malho em casa de vez em quando, só pra perder a barriga, tenho uma bicicleta ergométrica e uns halteres. Mas a beleza da Ana deve muito à genética que herdou da mãe, minha sogra que, mesmo tendo 58 anos, a velha bruxa ainda tem umas pernas firmes e uma bunda que ninguém recusaria. Felizmente ela herdou só a beleza física, porque o jeito dela é completamente diferente; apesar do temperamento forte, ela é sempre alegre e brincalhona.

Além de ser uma ótima mãe das nossas duas filhas de 10 e 6 anos, nossa vida sexual sempre foi muito ativa e satisfatória. A gente experimentou todo tipo de posição, brinquedos e até sexo anal, porque a Ana sempre foi muito fogosa e safada. Meu trabalho como contador nos permite morar numa casa grande, com um quintal bem amplo num condomínio privado, e ainda por cima nossa casa fica de frente pra um parquinho infantil. Dá pra dizer que nossa vida é perfeita, apesar dos problemas típicos de vez em quando. Mas tudo mudou quando conheci um mecânico por causa de um amigo do escritório. Eu tava tendo problemas com meu carro, sempre levava no mesmo mecânico, mas ele nunca fazia o serviço direito.
Rubén: "E aí, Adrián, problema de novo?"
Adrián: "É, o cara do César nunca faz o serviço direito."
Rubén: "Hahaha, por isso parei de levar meu carro naquele velho filho da puta… mas relaxa, conheci um cara que faz um trabalho excelente."
Adrián: "Então me passa o número dele."
Rubén: "Claro, ele pode vir até o escritório porque ainda não tem oficina."
Adrián: "Um mecânico sem oficina… queria saber onde você conhece gente tão estranha."
Rubén: "Hahaha, não se preocupa, já te falei que ele faz um trabalho foda e não cobra caro."
Adrián: "Foda-se quanto ele cobra, desde que faça o serviço direito e eu não tenha que voltar pro cara do César."
Depois de pegar o número, liguei pro cara pra marcar um encontro e achei estranho o sotaque caribenho dele. Quando ele chegou no estacionamento do meu trabalho, o cara me impressionou. Era um negão meio feio, um pouco mais alto que eu, talvez 1,90m, e o físico dele era bem musculoso, mas não daqueles de academia cheio de anabolizante, e sim mais compacto, tipo um jogador de futebol. O cara veio numa motinha com uma caixa de ferramentas. Aí comecei a conversar com ele, se chamava José, era um imigrante cubano, daí o sotaque caribenho, e tinha 26 anos. A gente continuou batendo papo enquanto ele consertava meu carro, ele dizia que o plano dele… No começo, a ideia era chegar nos EUA, mas ele gostou bastante do nosso país, então decidiu ficar e montar a oficina mecânica dele. A gente continuou conversando até ele terminar o serviço, e fiquei surpreso que meu carro pegou de primeira, sem problema nenhum. Fiquei satisfeito com o trabalho, então dei uma boa gorjeta e também salvei o número dele, caso precisasse de outros reparos. Aí, umas semanas depois, minha esposa teve problema com a caminhonete dela e me ligou no escritório.
Ana: Amor, a caminhonete não liga. Vim buscar as meninas na escola, mas já não quer pegar mais.
Adrián: Mas não tava dando defeito, ou tava?
Ana: Não… não tava dando problema nenhum… de manhã cedo trouxe as meninas pra escola, depois fui pro yoga e pro supermercado.
Adrián: Tá bom, não se preocupa. Pega um taxi pra ir pra casa que eu mando um guincho buscar a caminhonete.
Ana: Tá bom… vai mandar pra oficina?
Adrián: Não, vão levar pra casa… já te falei, tenho um mecânico novo, ele pode ir até lá pra arrumar.
Ana: Tá bom… te vejo mais tarde… tchau.
Mais tarde, depois do jantar, falei que já tinha combinado com o José que ele iria no dia seguinte arrumar a caminhonete dela.
Adrián: Amanhã o mecânico vem. Dá pra você ficar em casa de manhã? Eu levo as meninas pra escola.
Ana: … Cê acha que demora muito?
Adrián: Acho que não. Já falei com ele e expliquei o defeito… além disso, ele é um excelente profissional.
Ana: Bom, tá certo. Se ele fizer o serviço direito, eu busco as meninas à tarde.
Adrián: Claro que sim… escuta, não te falei… o José, o mecânico, é imigrante.
Aí ela me olhou com uma cara de surpresa e meio irritada.
Ana: Um imigrante???
Adrián: Não se preocupa, o José é um cara legal.
Ana: Tá bom… já que você tá dizendo…
Adrián: Hahaha, não fica brava…
Depois disso, comecei a beijar ela pra relaxar, aí a gente se esquentou e transou por um bom tempo.
No dia seguinte, todo mundo já estava pronto pra encarar o dia. Só a Ana que ia ficar em casa, e ela só vestia uma legging. e uma camiseta pequenininha. Aí eu ouvi a motinha do José. Adrián: acho que o José já chegou. Então a Ana espiou pela janela e me olhou com uma cara meio irritada.
Ana: Esse é o mecânico??
Adrián: Sim, é ele. Vamos lá pra você conhecê-lo.
Ana: Mmm… tá bom. Vamos sair pra falar com ele e levar as meninas pra escola.
Adrián: Bom dia, José.
José: Bom dia, seu Adrián.
Adrián: Me chama só de Adrián… você me faz sentir velho. Olha, te apresento minha esposa, Ana.
José: Muito prazer, dona.
Ana: …Bom dia… muito prazer…
Depois de cumprimentar, Ana foi colocar as meninas no meu carro e voltou pra perto de mim.
Adrián: E como vai o projeto da oficina?
José: Muito bem, já juntei uma boa grana, fazendo muito serviço, até de pedreiro.
Adrián: Sério? Também faz trabalho de pedreiro?
José: Bom, não tenho muito conhecimento… Só faço os serviços mais pesados… carregar material, cavar buracos pra fundação, esse tipo de coisa…
Adrián: Beleza, vou te adiantar o pagamento. Confio que vai fazer um bom trabalho. Se precisar de algo, pode falar com a Ana.
José: Claro.
Então Ana entrou em casa e eu fui levar as meninas. Duas horas depois, liguei pra casa.
Adrián: Alô, amor… aconteceu alguma coisa? Você tá ofegante.
Ana: Ah… tava… usando sua bicicleta… Como hoje não pude ir pra aula de yoga…
Adrián: É verdade, esqueci… E o José já terminou?
Ana: Ah… sim, amor, já faz um tempinho que ele foi embora.
Adrián: E a caminhonete? Você testou?
Ana: Sim, dei umas voltas. Funcionou perfeitamente de primeira.
Adrián: Te falei, ele é um excelente mecânico. Então pode ir buscar as meninas?
Ana: Sim, amor… ah…
Adrián: Tá bom, vou deixar você continuar o que tava fazendo… te amo.
Ana: Também te amo… ah… tchau…
De tarde, quando voltei, ela estava muito animada. No jantar, fez minha lasanha favorita. Nossa vida seguiu normal até um mês depois.
Eu tava pensando em construir uma churrasqueira grande no jardim, já tinha as medidas e tinha achado uns planos na internet. Parecia bem simples, então decidi fazer eu mesmo. Além disso, lembrei que o José também fazia uns trabalhos de pedreiro, então liguei pra ele. pra ver se ele queria o trampo e ele aceitou de boa. Pedi todos os materiais que precisava pra entregar em casa e contei pra Ana. Adrián: love, amanhã o José vem me ajudar com a churrasqueira nova. Ana: jo... José. Achei estranho ela responder meio surpresa e nervosa. Adrián: é, não vai demorar muito, só quero que ele mova os materiais que tão no jardim pro quintal dos fundos e também compacte a terra onde tirei a grama. Ana: sim... tá... tá bom... Adrián: te incomoda alguma coisa? Cê tá com cara estranha. Ana: não... não, love, não é nada. Adrián: relaxa, falei com ele, ele vai usar só o portão do jardim pra entrar, o resto da casa pode ficar trancado e você pode ir pro yoga ou tomar um café. Ana: sim, love, não se preocupa. Depois disso ela chegou perto de mim me acariciando, mas ainda sentia ela meio nervosa, aí começou a me fazer um boquete, então não liguei mais. De manhã notei que ela ainda tava agindo muito estranha, isso me deixou intrigado. Não sabia o que tava rolando, será que teve algum problema com o José no dia que ele consertou a caminhonete dela ou talvez ele faltou com respeito? Ela tava preparando o café e o almoço pras meninas, aí tive uma ideia. Resolvi dar uma olhada no arquivo das câmeras de segurança, só tem duas: a da porta da frente e a do quintal dos fundos. Como nosso condomínio é fechado e tem segurança 24 horas, nunca pensei em instalar mais câmeras. Comecei a procurar a data do dia que o José veio em casa, até achar. Avancei a gravação até depois que fui levar as meninas pra escola, tudo parecia normal, só o José trabalhando até que terminou e chegou perto da porta pra chamar a Ana. Ela saiu pra testar a caminhonete, subiu, ligou e deu partida. Dava pra ver que ela deu várias voltas no parque em frente de casa, enquanto o José tava de costas guardando as ferramentas na caixa que ele carregava na moto. Até que a Ana estacionou a caminhonete na frente da garagem, de repente desceu e parou na frente do José. Parece que começou a conversar com ele, então vi como, com um sorriso bem nervoso, ela começou a mexer as mãos como se estivesse perguntando algo. José continuava de costas, então eu só conseguia ver que ele balançava a cabeça dizendo que sim. Aí ela reagiu segurando ele pelo braço com um sorrisão e uns olhos enormes de surpresa. Quase na mesma hora, ela falou algo e os dois entraram rapidamente em casa. Fiquei desconcertado — talvez ela tivesse chamado ele pra se lavar depois do conserto, ou talvez pra almoçar alguma coisa. Não sabia o que tava rolando. Comecei a adiantar o vídeo pra ver que horas o José saía. Fui adiantando até que ele finalmente saiu e subiu na moto pra ir embora. Tinham se passado umas quatro horas lá dentro. Quase uma hora depois, a Ana saiu, subiu na caminhonete e foi embora — já era hora de buscar as meninas. Fiquei em choque. Não acreditei no que tinha acabado de ver. Na hora que liguei naquele dia, ela me disse que ele já tinha ido embora, mas ele ainda tava lá em casa com ela. Depois disso, desci pra tomar café, mas ainda tava impactado. Um tempo depois, o José chegou.
Então saí pra explicar o que ele tinha que fazer. Uns minutos depois, a Ana saiu com as meninas pra levar elas na escola, e ela ficou toda nervosa quando viu ele. José: Bom dia, dona Ana. Ana: ...bom... bom dia, José. Depois disso, ela subiu na caminhonete rapidinho e foi embora. Eu tava completamente fora de mim, não sabia o que tava rolando. Depois de explicar tudo pro José, tranquei a casa e fui pro trabalho. Não conseguia pensar em outra coisa, então, quando tava quase chegando no escritório, decidi voltar. Precisava falar com o José e queria uma explicação. Quando cheguei em casa, fiquei gelado. Vi a caminhonete da Ana parada na frente da garagem, sendo que ela não devia ter voltado até o José terminar o serviço e ir embora. Rapidão, estacionei meu carro na frente do parque e corri pra casa. Vi que os tijolos e os sacos de cimento já não estavam mais na frente. Entrei pelo portão do jardim. Ainda tinha esperança de entrar e encontrar o José trabalhando sozinho. Mas ele não tava. Aí ouvi um gemido. Eu sabia de quem era... era da Ana. Cheguei perto de uma das janelas. Meu corpo congelou completamente enquanto minha mente se despedaçava. A transparência das cortinas deixou eu ver aquela cena. A Ana tava em cima do sofá, de quatro, enquanto o José metia nela e ela gritava que nem uma louca.
Ana: ahh!..ah..ah..ah…sim!!..ahh...ahhh!!! José: isso, gostosa!… Ana: sim!!!...ahh..sim!!...ahh!…ahh!..ahh…ahhhhh!… José: você gosta, delícia!!!! Ana: ahhh!!! siii!!!.. buceta!!…ah!...sim!..ah…ahhh!!!.. José: isso!... grita, gostosa!!… Ana: ahhh!…sim!!!…ahh!!...tô gozando!!!...aaahhh!!!
Ela teve um orgasmo tão forte que se contorceu toda, mas fiquei mais aterrorizado ainda quando José se afastou, tirando a pica enorme dele da buceta dela. Não acreditava que Ana conseguia enfiar uma parada daquelas pra dentro, o pau dele era um pouco mais grosso que o meu, mas o impressionante era o comprimento, aquilo devia ter uns 27 centímetros fácil, o meu de 17 não chegava nem perto. Não dava pra acreditar naquela cena, minha amada esposa me traindo na minha própria casa, e de repente José começou a falar. José: ahh... cê tá muito gostosa, mami... que que houve, o seu Adriano não dá conta do recado? Ana: ah... ah... claro que dá... o Adriano tem uma ferramenta boa... ah... ah... sempre me satisfez... ah... com todo tipo de brinquedo também... José: então, mami... Ana: ah... já te falei... ah... mesmo tendo experimentado de tudo... sempre tive vontade de uma pica enorme... mas não de plástico... ah... de carne mesmo... mas não imaginava que fosse tão viciante... ah... por isso fui até seu apartamento feio na última vez... pra você me comer de novo José: hahahahaha então... pode vir quando quiser... se quiser todo dia... Ana: ah... claro que não... ia ficar muito suspeito... por isso fiquei toda animada quando o Adriano falou que você vinha... ah... José: bom, então vou te dar pica suficiente pra vários dias, mami... hahahaha Ana: siiiim!... buceta!... ah... me enche de pica!!!... até eu não aguentar mais... Eu estava completamente destruído, ela não só tinha dado pra ele na nossa casa, como já tinha ido até o apartamento dele pra ele comer ela de novo. Mas ainda não tinha acabado, ela rapidamente se ajoelhou pra começar a chupar o pau dele. Segurou a pica com as duas mãos pra começar a lamber a cabeça, eu sabia que ela fazia uns boquetes dos melhores e esse não foi diferente.
Ela tava doida, lambendo a pica dele da base até a ponta, alternava com uma punheta enquanto chupava os ovão enormes dele, de repente soltou e, de uma vez só, engoliu tudo até o fundo da garganta.
Meu corpo continuava congelado, sem conseguir me mexer, enquanto eu seguia vendo minha esposa chupando a pica do José e se acabando como uma cadela no cio. Aí a Ana parou, toda ofegante, o José segurou ela pelo pescoço com uma mão, mandou ela ficar de pé e começou a beijar ela. Daí ele parou, ainda segurando ela pelo pescoço, e levou ela até o sofá. José: "vamo, mamãe! ainda tenho que meter muito fogo nessa sua bucetinha..." Ana: "sim! piranha!...sim!!!". O José sentou no sofá, na hora a Ana subiu em cima da pica dele e começou a se rebolando devagar.
Ela só levou uns segundos pra começar a quicar como uma louca no meu pau e aí eu percebi que tava com uma ereção enorme. Não podia acreditar, tava confuso e puto da vida. Aquilo não era possível, não era possível que eu tivesse excitado, enquanto via minha esposa dando como uma puta.
Ana: ahh…sim…ahh!...aaaggghhh!!!....que pau!!!! José: é toda sua, gostosa!!! Ana: ahh!..ah!..ah!..aaahhh!!!....ah!..ah!... ahhhh!!! José: vai, gostosa!!...mais forte!!... Ana: ahh!!....sim!!...buceta!...sim!!!....ahhh!!!..aaahhh!!!! Ana começou a se contorcer em cima do José, ela tinha tido outro orgasmo enorme, o pau dele saiu da buceta dela quase escorrendo com todos os fluidos, não acreditei que a Ana conseguisse lubrificar tanto. Ficaram na mesma posição recuperando as forças por uns momentos, então José a abraçou para carregá-la e se levantou com ela nos braços. A força dele era impressionante, deitou ela no sofá na posição de papai e mamãe e começou a penetrá-la devagar.
Ana: ah…mmmm…sim…mmm….ah….
José: princesa, tá tão molhada….
Ana: ah…ah…sim!...papai..ahhh…enfia tudo!!!!
José: claro, hahahaha
Ana: ahh…ahh…ahh….Sim!!...ahh…ahhh!!!
José começou a meter com força, enquanto ela gritava e gemia de prazer.
Ana: ahh!.....assim!!!...papai!!...me dá tudo!!…ahhh!!
José: sim!...sim!...
Ana: ahhh!!...ahhh….Sim!!!...ahhh!!!....ahhh!!!!!!
José: sim!...aí vai…. toda a porra, gostosa!!!
Ana: aaahhh!!!....Sim!!!...aaahhh!!!....aaahhhh!!!!!!!
José: ah…ah…aaah….
Não podia acreditar, o José tinha gozado dentro da buceta dela, dava pra ver os ovos enormes dele se contraindo, esvaziando o esperma, enquanto as pernas da Ana tremiam de prazer. Mas ele não tinha terminado sem continuar metendo nela, ele pegou as duas pernas dela e colocou nos ombros, era impressionante ver aquela buceta com aquele pau dentro e o cu dela todo exposto. Aí ele começou a furar a buceta dela de novo, a cada estocada, o sêmen da gozada dele escorria, enquanto ela continuava gemendo igual uma louca.
Ana: aaahhh!!...ahhh!!...Mais!!!....ahh!!!!...Mais!!!!!!
José: ah…sim!...sim!!!
Ana: Sim!!... aaaggghhh!!!!....aaahhh!!!.... aaahhh!!!!
José: ah!... mamita!!!!
Ana: aaaggghhh!!!!..aaahhh!!!!....aaaggghhh!!!!!
José: sim!!!.... caralho!!!!
Ana teve dois orgasmos consecutivos, aquele prazer fez a buceta dela jorrar num squirt, eu continuava de pau duro enquanto eles ofegavam como bichos exaustos. Passou um tempo enquanto ainda recuperavam o fôlego, achei que já tinha acabado tudo, mas de repente José segurou ela pelo quadril pra virar e colocar ela de quatro.
José: vamo…mami quero provar essa raba de novo…
Ana: ah..ah…sim…Papi…faz…ah…mete esse pau!...ah…por favor Papi!!!!!
José: claro mami!!
Ele começou a lamber o cu dela, não podia acreditar que Ana conseguia meter aquele pau no cu, mas as palavras dela diziam o contrário. Na hora José enfiou um dedo no cu dela, pra dilatar, mas também com a palma da mão começou a passar o esperma que escorria pela bunda dela no cu pra lubrificar. Ele se levantou, pra colocar a ponta do pau no cu dela e começou a penetrar devagar.
Ana: aaahhh…sim…papai…ahhh….aaahhh!!!
José: ah…sim!!
Ana: ahhh…mas!…aaahhh!...aaahhh!!!.... Mais!!!!
José: sim!... mamãe!!!....
Ana: aaahhh!... aaaggghhh!!.. aaaggghhh!!!!!
Aquilo já era uma verdadeira cena pornô, José tinha empalado ela por completo e então começou a perfurar sem piedade.
Ana: ahhh!..ahhh!!....Sim!!!..ahhh!...aaahhh!!!...
José: ah…mami que raba!!
Ana: aaaggghhh!..ahhh!..Porra!!.. aaahhh!!!!!
José: sim…sim…sim!!
Ana: aaahhhh!..aaahhh!…aaaggghhh!!..aaahhh!!!
José: engole tudo!!
Ana: aaaggghhh...aaaggghhh!!....Sim!!!.. aaahhh!!!!
Ele gozou de novo, mas dessa vez foi no cu dela. De repente, ele soltou ela pra sentar do lado, aquilo era impressionante — o cu da Ana ficou tão dilatado que ainda não fechava, e todo o esperma do José jorrava pra fora. Ana desabou no sofá, exausta, os dois ofegando sem forças. Passaram vários minutos sem se mexer, até que José se levantou.
José: ah… ah… mamãe, preciso usar seu chuveiro… ainda tenho trabalho pra terminar.
Ana: ah… ah… sim… pussy… ah… me leva com você… ah… ah… meu… cu quer… mais!!!
José: hahaha… mas é claro, mamãe!
Ele pegou ela no colo como se fosse uma boneca de pano e subiu as escadas. Depois de um tempo, ouvi de novo os gemidos da Ana vindo do chuveiro. Não sabia o que fazer, minha mente era um caos e eu ainda tava de pau duro. Decidi voltar pro meu carro e ir embora. Minha cabeça tava uma bagunça, dirigi por horas e dei várias voltas. Até que chegou a hora de voltar pra casa. Quando cheguei, o jantar tava pronto e a Ana tava linda. Ela agia super alegre, como se nada tivesse acontecido, enquanto eu continuava bem pensativo. Ela percebeu.
Ana: love, o que foi? Você tá muito pensativo…
Adrián: não… não é nada, coisa do trabalho…
Ana: sério… ou você não gostou do jantar??
Adrián: não, love, é coisa do trabalho… e o jantar tá uma delícia…
Ana: tudo bem, pode me contar se quiser…
Umas horas depois, eu tava no nosso quarto, ainda pensando, e ela saiu do banho só com uma toalha.
Ana: love, você tá muito estranho, tem certeza que tá bem?
Não aguentei mais. Levantei, peguei ela pelo cabelo e arranquei a toalha. Comecei a masturbar ela enquanto beijava o pescoço dela e segurava firme o cabelo.
Ana: Adrián!.. o que você tá fazendo… mmm… ah…
Adrián: tô com tesão… minha love…
Ana: ah… ah… love… ah… ahhh…
Achei que ela fosse ficar brava ou resistir, mas não. A putinha adorou, a buceta dela molhou na hora. Eu tava com raiva e excitado ao mesmo tempo. Sem soltar o cabelo dela, deitei ela na cama. Meu pau tava durasso, quase escorrendo. Subi sobre ela pra enfiar no cu dela de uma vez, José tinha deixado a bunda dela tão dilatada que nem precisei lubrificar e comecei a meter sem piedade.
Ana: ahh…ahhh….sim, amor!... ahhh…aaahhh!!!
Adrián: ah..ah….ah!
Ana: ahhh…ahhh!... mais…mais!!.. aaahhh!!!...
Adrián: ah…cê gosta, rabuda!!!...ahh..
Ana: aaahhh!..aaahhh!!..sim…Sim!!!...aaaggghhh!!!
Adrián: ah..ah…sim!! Sim!! Cê gosta, putinha!!!
Ana: ahhh!! Siiiim!!!!...aaaahh!!!...Maaaais!!!
Continuei enfiando na bunda dela até gozar, nunca tinha gozado tanto, mas eu continuava com o pau duro como pedra, fui comendo ela por um bom tempo até a gente cair no sono, nunca tinha penetrado ela tão forte. Mas tudo era resultado de vê-la realizando a fantasia dela como uma puta infiel completa. Uns meses depois, José finalmente inaugurou a oficina dele, e desde então eu cuido de mandar ela de vez em quando pra dar uma "manutenção" na caminhonete dele.
E à noite, eu cuido de foder ela como a grande puta que ela é.
Fim.


Além de ser uma ótima mãe das nossas duas filhas de 10 e 6 anos, nossa vida sexual sempre foi muito ativa e satisfatória. A gente experimentou todo tipo de posição, brinquedos e até sexo anal, porque a Ana sempre foi muito fogosa e safada. Meu trabalho como contador nos permite morar numa casa grande, com um quintal bem amplo num condomínio privado, e ainda por cima nossa casa fica de frente pra um parquinho infantil. Dá pra dizer que nossa vida é perfeita, apesar dos problemas típicos de vez em quando. Mas tudo mudou quando conheci um mecânico por causa de um amigo do escritório. Eu tava tendo problemas com meu carro, sempre levava no mesmo mecânico, mas ele nunca fazia o serviço direito. Rubén: "E aí, Adrián, problema de novo?"
Adrián: "É, o cara do César nunca faz o serviço direito."
Rubén: "Hahaha, por isso parei de levar meu carro naquele velho filho da puta… mas relaxa, conheci um cara que faz um trabalho excelente."
Adrián: "Então me passa o número dele."
Rubén: "Claro, ele pode vir até o escritório porque ainda não tem oficina."
Adrián: "Um mecânico sem oficina… queria saber onde você conhece gente tão estranha."
Rubén: "Hahaha, não se preocupa, já te falei que ele faz um trabalho foda e não cobra caro."
Adrián: "Foda-se quanto ele cobra, desde que faça o serviço direito e eu não tenha que voltar pro cara do César."
Depois de pegar o número, liguei pro cara pra marcar um encontro e achei estranho o sotaque caribenho dele. Quando ele chegou no estacionamento do meu trabalho, o cara me impressionou. Era um negão meio feio, um pouco mais alto que eu, talvez 1,90m, e o físico dele era bem musculoso, mas não daqueles de academia cheio de anabolizante, e sim mais compacto, tipo um jogador de futebol. O cara veio numa motinha com uma caixa de ferramentas. Aí comecei a conversar com ele, se chamava José, era um imigrante cubano, daí o sotaque caribenho, e tinha 26 anos. A gente continuou batendo papo enquanto ele consertava meu carro, ele dizia que o plano dele… No começo, a ideia era chegar nos EUA, mas ele gostou bastante do nosso país, então decidiu ficar e montar a oficina mecânica dele. A gente continuou conversando até ele terminar o serviço, e fiquei surpreso que meu carro pegou de primeira, sem problema nenhum. Fiquei satisfeito com o trabalho, então dei uma boa gorjeta e também salvei o número dele, caso precisasse de outros reparos. Aí, umas semanas depois, minha esposa teve problema com a caminhonete dela e me ligou no escritório.
Ana: Amor, a caminhonete não liga. Vim buscar as meninas na escola, mas já não quer pegar mais.
Adrián: Mas não tava dando defeito, ou tava?
Ana: Não… não tava dando problema nenhum… de manhã cedo trouxe as meninas pra escola, depois fui pro yoga e pro supermercado.
Adrián: Tá bom, não se preocupa. Pega um taxi pra ir pra casa que eu mando um guincho buscar a caminhonete.
Ana: Tá bom… vai mandar pra oficina?
Adrián: Não, vão levar pra casa… já te falei, tenho um mecânico novo, ele pode ir até lá pra arrumar.
Ana: Tá bom… te vejo mais tarde… tchau.
Mais tarde, depois do jantar, falei que já tinha combinado com o José que ele iria no dia seguinte arrumar a caminhonete dela.
Adrián: Amanhã o mecânico vem. Dá pra você ficar em casa de manhã? Eu levo as meninas pra escola.
Ana: … Cê acha que demora muito?
Adrián: Acho que não. Já falei com ele e expliquei o defeito… além disso, ele é um excelente profissional.
Ana: Bom, tá certo. Se ele fizer o serviço direito, eu busco as meninas à tarde.
Adrián: Claro que sim… escuta, não te falei… o José, o mecânico, é imigrante.
Aí ela me olhou com uma cara de surpresa e meio irritada.
Ana: Um imigrante???
Adrián: Não se preocupa, o José é um cara legal.
Ana: Tá bom… já que você tá dizendo…
Adrián: Hahaha, não fica brava…
Depois disso, comecei a beijar ela pra relaxar, aí a gente se esquentou e transou por um bom tempo.
No dia seguinte, todo mundo já estava pronto pra encarar o dia. Só a Ana que ia ficar em casa, e ela só vestia uma legging. e uma camiseta pequenininha. Aí eu ouvi a motinha do José. Adrián: acho que o José já chegou. Então a Ana espiou pela janela e me olhou com uma cara meio irritada.
Ana: Esse é o mecânico??Adrián: Sim, é ele. Vamos lá pra você conhecê-lo.
Ana: Mmm… tá bom. Vamos sair pra falar com ele e levar as meninas pra escola.
Adrián: Bom dia, José.
José: Bom dia, seu Adrián.
Adrián: Me chama só de Adrián… você me faz sentir velho. Olha, te apresento minha esposa, Ana.
José: Muito prazer, dona.
Ana: …Bom dia… muito prazer…
Depois de cumprimentar, Ana foi colocar as meninas no meu carro e voltou pra perto de mim.
Adrián: E como vai o projeto da oficina?
José: Muito bem, já juntei uma boa grana, fazendo muito serviço, até de pedreiro.
Adrián: Sério? Também faz trabalho de pedreiro?
José: Bom, não tenho muito conhecimento… Só faço os serviços mais pesados… carregar material, cavar buracos pra fundação, esse tipo de coisa…
Adrián: Beleza, vou te adiantar o pagamento. Confio que vai fazer um bom trabalho. Se precisar de algo, pode falar com a Ana.
José: Claro.
Então Ana entrou em casa e eu fui levar as meninas. Duas horas depois, liguei pra casa.
Adrián: Alô, amor… aconteceu alguma coisa? Você tá ofegante.
Ana: Ah… tava… usando sua bicicleta… Como hoje não pude ir pra aula de yoga…
Adrián: É verdade, esqueci… E o José já terminou?
Ana: Ah… sim, amor, já faz um tempinho que ele foi embora.
Adrián: E a caminhonete? Você testou?
Ana: Sim, dei umas voltas. Funcionou perfeitamente de primeira.
Adrián: Te falei, ele é um excelente mecânico. Então pode ir buscar as meninas?
Ana: Sim, amor… ah…
Adrián: Tá bom, vou deixar você continuar o que tava fazendo… te amo.
Ana: Também te amo… ah… tchau…
De tarde, quando voltei, ela estava muito animada. No jantar, fez minha lasanha favorita. Nossa vida seguiu normal até um mês depois.
Eu tava pensando em construir uma churrasqueira grande no jardim, já tinha as medidas e tinha achado uns planos na internet. Parecia bem simples, então decidi fazer eu mesmo. Além disso, lembrei que o José também fazia uns trabalhos de pedreiro, então liguei pra ele. pra ver se ele queria o trampo e ele aceitou de boa. Pedi todos os materiais que precisava pra entregar em casa e contei pra Ana. Adrián: love, amanhã o José vem me ajudar com a churrasqueira nova. Ana: jo... José. Achei estranho ela responder meio surpresa e nervosa. Adrián: é, não vai demorar muito, só quero que ele mova os materiais que tão no jardim pro quintal dos fundos e também compacte a terra onde tirei a grama. Ana: sim... tá... tá bom... Adrián: te incomoda alguma coisa? Cê tá com cara estranha. Ana: não... não, love, não é nada. Adrián: relaxa, falei com ele, ele vai usar só o portão do jardim pra entrar, o resto da casa pode ficar trancado e você pode ir pro yoga ou tomar um café. Ana: sim, love, não se preocupa. Depois disso ela chegou perto de mim me acariciando, mas ainda sentia ela meio nervosa, aí começou a me fazer um boquete, então não liguei mais. De manhã notei que ela ainda tava agindo muito estranha, isso me deixou intrigado. Não sabia o que tava rolando, será que teve algum problema com o José no dia que ele consertou a caminhonete dela ou talvez ele faltou com respeito? Ela tava preparando o café e o almoço pras meninas, aí tive uma ideia. Resolvi dar uma olhada no arquivo das câmeras de segurança, só tem duas: a da porta da frente e a do quintal dos fundos. Como nosso condomínio é fechado e tem segurança 24 horas, nunca pensei em instalar mais câmeras. Comecei a procurar a data do dia que o José veio em casa, até achar. Avancei a gravação até depois que fui levar as meninas pra escola, tudo parecia normal, só o José trabalhando até que terminou e chegou perto da porta pra chamar a Ana. Ela saiu pra testar a caminhonete, subiu, ligou e deu partida. Dava pra ver que ela deu várias voltas no parque em frente de casa, enquanto o José tava de costas guardando as ferramentas na caixa que ele carregava na moto. Até que a Ana estacionou a caminhonete na frente da garagem, de repente desceu e parou na frente do José. Parece que começou a conversar com ele, então vi como, com um sorriso bem nervoso, ela começou a mexer as mãos como se estivesse perguntando algo. José continuava de costas, então eu só conseguia ver que ele balançava a cabeça dizendo que sim. Aí ela reagiu segurando ele pelo braço com um sorrisão e uns olhos enormes de surpresa. Quase na mesma hora, ela falou algo e os dois entraram rapidamente em casa. Fiquei desconcertado — talvez ela tivesse chamado ele pra se lavar depois do conserto, ou talvez pra almoçar alguma coisa. Não sabia o que tava rolando. Comecei a adiantar o vídeo pra ver que horas o José saía. Fui adiantando até que ele finalmente saiu e subiu na moto pra ir embora. Tinham se passado umas quatro horas lá dentro. Quase uma hora depois, a Ana saiu, subiu na caminhonete e foi embora — já era hora de buscar as meninas. Fiquei em choque. Não acreditei no que tinha acabado de ver. Na hora que liguei naquele dia, ela me disse que ele já tinha ido embora, mas ele ainda tava lá em casa com ela. Depois disso, desci pra tomar café, mas ainda tava impactado. Um tempo depois, o José chegou.
Então saí pra explicar o que ele tinha que fazer. Uns minutos depois, a Ana saiu com as meninas pra levar elas na escola, e ela ficou toda nervosa quando viu ele. José: Bom dia, dona Ana. Ana: ...bom... bom dia, José. Depois disso, ela subiu na caminhonete rapidinho e foi embora. Eu tava completamente fora de mim, não sabia o que tava rolando. Depois de explicar tudo pro José, tranquei a casa e fui pro trabalho. Não conseguia pensar em outra coisa, então, quando tava quase chegando no escritório, decidi voltar. Precisava falar com o José e queria uma explicação. Quando cheguei em casa, fiquei gelado. Vi a caminhonete da Ana parada na frente da garagem, sendo que ela não devia ter voltado até o José terminar o serviço e ir embora. Rapidão, estacionei meu carro na frente do parque e corri pra casa. Vi que os tijolos e os sacos de cimento já não estavam mais na frente. Entrei pelo portão do jardim. Ainda tinha esperança de entrar e encontrar o José trabalhando sozinho. Mas ele não tava. Aí ouvi um gemido. Eu sabia de quem era... era da Ana. Cheguei perto de uma das janelas. Meu corpo congelou completamente enquanto minha mente se despedaçava. A transparência das cortinas deixou eu ver aquela cena. A Ana tava em cima do sofá, de quatro, enquanto o José metia nela e ela gritava que nem uma louca.
Ana: ahh!..ah..ah..ah…sim!!..ahh...ahhh!!! José: isso, gostosa!… Ana: sim!!!...ahh..sim!!...ahh!…ahh!..ahh…ahhhhh!… José: você gosta, delícia!!!! Ana: ahhh!!! siii!!!.. buceta!!…ah!...sim!..ah…ahhh!!!.. José: isso!... grita, gostosa!!… Ana: ahhh!…sim!!!…ahh!!...tô gozando!!!...aaahhh!!!
Ela teve um orgasmo tão forte que se contorceu toda, mas fiquei mais aterrorizado ainda quando José se afastou, tirando a pica enorme dele da buceta dela. Não acreditava que Ana conseguia enfiar uma parada daquelas pra dentro, o pau dele era um pouco mais grosso que o meu, mas o impressionante era o comprimento, aquilo devia ter uns 27 centímetros fácil, o meu de 17 não chegava nem perto. Não dava pra acreditar naquela cena, minha amada esposa me traindo na minha própria casa, e de repente José começou a falar. José: ahh... cê tá muito gostosa, mami... que que houve, o seu Adriano não dá conta do recado? Ana: ah... ah... claro que dá... o Adriano tem uma ferramenta boa... ah... ah... sempre me satisfez... ah... com todo tipo de brinquedo também... José: então, mami... Ana: ah... já te falei... ah... mesmo tendo experimentado de tudo... sempre tive vontade de uma pica enorme... mas não de plástico... ah... de carne mesmo... mas não imaginava que fosse tão viciante... ah... por isso fui até seu apartamento feio na última vez... pra você me comer de novo José: hahahahaha então... pode vir quando quiser... se quiser todo dia... Ana: ah... claro que não... ia ficar muito suspeito... por isso fiquei toda animada quando o Adriano falou que você vinha... ah... José: bom, então vou te dar pica suficiente pra vários dias, mami... hahahaha Ana: siiiim!... buceta!... ah... me enche de pica!!!... até eu não aguentar mais... Eu estava completamente destruído, ela não só tinha dado pra ele na nossa casa, como já tinha ido até o apartamento dele pra ele comer ela de novo. Mas ainda não tinha acabado, ela rapidamente se ajoelhou pra começar a chupar o pau dele. Segurou a pica com as duas mãos pra começar a lamber a cabeça, eu sabia que ela fazia uns boquetes dos melhores e esse não foi diferente.
Ela tava doida, lambendo a pica dele da base até a ponta, alternava com uma punheta enquanto chupava os ovão enormes dele, de repente soltou e, de uma vez só, engoliu tudo até o fundo da garganta.
Meu corpo continuava congelado, sem conseguir me mexer, enquanto eu seguia vendo minha esposa chupando a pica do José e se acabando como uma cadela no cio. Aí a Ana parou, toda ofegante, o José segurou ela pelo pescoço com uma mão, mandou ela ficar de pé e começou a beijar ela. Daí ele parou, ainda segurando ela pelo pescoço, e levou ela até o sofá. José: "vamo, mamãe! ainda tenho que meter muito fogo nessa sua bucetinha..." Ana: "sim! piranha!...sim!!!". O José sentou no sofá, na hora a Ana subiu em cima da pica dele e começou a se rebolando devagar.
Ela só levou uns segundos pra começar a quicar como uma louca no meu pau e aí eu percebi que tava com uma ereção enorme. Não podia acreditar, tava confuso e puto da vida. Aquilo não era possível, não era possível que eu tivesse excitado, enquanto via minha esposa dando como uma puta.
Ana: ahh…sim…ahh!...aaaggghhh!!!....que pau!!!! José: é toda sua, gostosa!!! Ana: ahh!..ah!..ah!..aaahhh!!!....ah!..ah!... ahhhh!!! José: vai, gostosa!!...mais forte!!... Ana: ahh!!....sim!!...buceta!...sim!!!....ahhh!!!..aaahhh!!!! Ana começou a se contorcer em cima do José, ela tinha tido outro orgasmo enorme, o pau dele saiu da buceta dela quase escorrendo com todos os fluidos, não acreditei que a Ana conseguisse lubrificar tanto. Ficaram na mesma posição recuperando as forças por uns momentos, então José a abraçou para carregá-la e se levantou com ela nos braços. A força dele era impressionante, deitou ela no sofá na posição de papai e mamãe e começou a penetrá-la devagar.
Ana: ah…mmmm…sim…mmm….ah…. José: princesa, tá tão molhada….
Ana: ah…ah…sim!...papai..ahhh…enfia tudo!!!!
José: claro, hahahaha
Ana: ahh…ahh…ahh….Sim!!...ahh…ahhh!!!
José começou a meter com força, enquanto ela gritava e gemia de prazer.
Ana: ahh!.....assim!!!...papai!!...me dá tudo!!…ahhh!!
José: sim!...sim!...
Ana: ahhh!!...ahhh….Sim!!!...ahhh!!!....ahhh!!!!!!
José: sim!...aí vai…. toda a porra, gostosa!!!
Ana: aaahhh!!!....Sim!!!...aaahhh!!!....aaahhhh!!!!!!!
José: ah…ah…aaah….
Não podia acreditar, o José tinha gozado dentro da buceta dela, dava pra ver os ovos enormes dele se contraindo, esvaziando o esperma, enquanto as pernas da Ana tremiam de prazer. Mas ele não tinha terminado sem continuar metendo nela, ele pegou as duas pernas dela e colocou nos ombros, era impressionante ver aquela buceta com aquele pau dentro e o cu dela todo exposto. Aí ele começou a furar a buceta dela de novo, a cada estocada, o sêmen da gozada dele escorria, enquanto ela continuava gemendo igual uma louca.
Ana: aaahhh!!...ahhh!!...Mais!!!....ahh!!!!...Mais!!!!!! José: ah…sim!...sim!!!
Ana: Sim!!... aaaggghhh!!!!....aaahhh!!!.... aaahhh!!!!
José: ah!... mamita!!!!
Ana: aaaggghhh!!!!..aaahhh!!!!....aaaggghhh!!!!!
José: sim!!!.... caralho!!!!
Ana teve dois orgasmos consecutivos, aquele prazer fez a buceta dela jorrar num squirt, eu continuava de pau duro enquanto eles ofegavam como bichos exaustos. Passou um tempo enquanto ainda recuperavam o fôlego, achei que já tinha acabado tudo, mas de repente José segurou ela pelo quadril pra virar e colocar ela de quatro.
José: vamo…mami quero provar essa raba de novo…
Ana: ah..ah…sim…Papi…faz…ah…mete esse pau!...ah…por favor Papi!!!!!
José: claro mami!!
Ele começou a lamber o cu dela, não podia acreditar que Ana conseguia meter aquele pau no cu, mas as palavras dela diziam o contrário. Na hora José enfiou um dedo no cu dela, pra dilatar, mas também com a palma da mão começou a passar o esperma que escorria pela bunda dela no cu pra lubrificar. Ele se levantou, pra colocar a ponta do pau no cu dela e começou a penetrar devagar.
Ana: aaahhh…sim…papai…ahhh….aaahhh!!! José: ah…sim!!
Ana: ahhh…mas!…aaahhh!...aaahhh!!!.... Mais!!!!
José: sim!... mamãe!!!....
Ana: aaahhh!... aaaggghhh!!.. aaaggghhh!!!!!
Aquilo já era uma verdadeira cena pornô, José tinha empalado ela por completo e então começou a perfurar sem piedade.
Ana: ahhh!..ahhh!!....Sim!!!..ahhh!...aaahhh!!!... José: ah…mami que raba!!
Ana: aaaggghhh!..ahhh!..Porra!!.. aaahhh!!!!!
José: sim…sim…sim!!
Ana: aaahhhh!..aaahhh!…aaaggghhh!!..aaahhh!!!
José: engole tudo!!
Ana: aaaggghhh...aaaggghhh!!....Sim!!!.. aaahhh!!!!
Ele gozou de novo, mas dessa vez foi no cu dela. De repente, ele soltou ela pra sentar do lado, aquilo era impressionante — o cu da Ana ficou tão dilatado que ainda não fechava, e todo o esperma do José jorrava pra fora. Ana desabou no sofá, exausta, os dois ofegando sem forças. Passaram vários minutos sem se mexer, até que José se levantou. José: ah… ah… mamãe, preciso usar seu chuveiro… ainda tenho trabalho pra terminar.
Ana: ah… ah… sim… pussy… ah… me leva com você… ah… ah… meu… cu quer… mais!!!
José: hahaha… mas é claro, mamãe!
Ele pegou ela no colo como se fosse uma boneca de pano e subiu as escadas. Depois de um tempo, ouvi de novo os gemidos da Ana vindo do chuveiro. Não sabia o que fazer, minha mente era um caos e eu ainda tava de pau duro. Decidi voltar pro meu carro e ir embora. Minha cabeça tava uma bagunça, dirigi por horas e dei várias voltas. Até que chegou a hora de voltar pra casa. Quando cheguei, o jantar tava pronto e a Ana tava linda. Ela agia super alegre, como se nada tivesse acontecido, enquanto eu continuava bem pensativo. Ela percebeu.
Ana: love, o que foi? Você tá muito pensativo…
Adrián: não… não é nada, coisa do trabalho…
Ana: sério… ou você não gostou do jantar??
Adrián: não, love, é coisa do trabalho… e o jantar tá uma delícia…
Ana: tudo bem, pode me contar se quiser…
Umas horas depois, eu tava no nosso quarto, ainda pensando, e ela saiu do banho só com uma toalha.
Ana: love, você tá muito estranho, tem certeza que tá bem?
Não aguentei mais. Levantei, peguei ela pelo cabelo e arranquei a toalha. Comecei a masturbar ela enquanto beijava o pescoço dela e segurava firme o cabelo.
Ana: Adrián!.. o que você tá fazendo… mmm… ah…
Adrián: tô com tesão… minha love…
Ana: ah… ah… love… ah… ahhh…
Achei que ela fosse ficar brava ou resistir, mas não. A putinha adorou, a buceta dela molhou na hora. Eu tava com raiva e excitado ao mesmo tempo. Sem soltar o cabelo dela, deitei ela na cama. Meu pau tava durasso, quase escorrendo. Subi sobre ela pra enfiar no cu dela de uma vez, José tinha deixado a bunda dela tão dilatada que nem precisei lubrificar e comecei a meter sem piedade.
Ana: ahh…ahhh….sim, amor!... ahhh…aaahhh!!! Adrián: ah..ah….ah!
Ana: ahhh…ahhh!... mais…mais!!.. aaahhh!!!...
Adrián: ah…cê gosta, rabuda!!!...ahh..
Ana: aaahhh!..aaahhh!!..sim…Sim!!!...aaaggghhh!!!
Adrián: ah..ah…sim!! Sim!! Cê gosta, putinha!!!
Ana: ahhh!! Siiiim!!!!...aaaahh!!!...Maaaais!!!
Continuei enfiando na bunda dela até gozar, nunca tinha gozado tanto, mas eu continuava com o pau duro como pedra, fui comendo ela por um bom tempo até a gente cair no sono, nunca tinha penetrado ela tão forte. Mas tudo era resultado de vê-la realizando a fantasia dela como uma puta infiel completa. Uns meses depois, José finalmente inaugurou a oficina dele, e desde então eu cuido de mandar ela de vez em quando pra dar uma "manutenção" na caminhonete dele.
E à noite, eu cuido de foder ela como a grande puta que ela é.
Fim.
8 comentários - Minha esposa e o mecânico
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