Tenho um amigo que montou uma agência de modelos. Nada de outro mundo. Não é o Pancho Dotto. Começou com cinco minas pra fazer promoções, e como o que não falta na Argentina é gatinha, em três meses já tinha umas 20.
Dois anos atrás, ele resolveu ir trabalhar com metade das minas num parador na praia. Caiu bem nas minhas férias, e com a galera a gente também ia pra Pinamar, então ele me pediu se eu não dava uma mão e eu topei.
Tudo saiu uma delícia. Eu não tava fazendo pela grana, que não era muita, mas sim pra me divertir pra caralho, e de quebra comer umas bucetas. As minas que ele levava eram gostosas e gente boa. E no final todo mundo comeu ali (alguns dos meus amigos também).
Com o Léo (esse é o nome do meu amigo), não tivemos treta, muito pelo contrário, e ele me perguntou se eu queria continuar em Buenos Aires. Falei que sim, eu conhecia gente de balada, e que montava eventos. E a coisa começou a dar certo. Continuava sendo um hobby, mas tava deixando uma grana.
Já tava três meses trabalhando assim nos fins de semana quando uma das modelos da agência apareceu com a prima num desfile. Na real, não tinha nada de novo nisso. Sempre vinham com uma amiga, a irmã, etc.
Mas essa mina me encantou. A gente começou a conversar depois do desfile que a gente tinha montado. Ela me disse que também queria desfilar e que o Léo tinha falado pra prima dela falar comigo (esses são amigos!).
Devia ter um metro e setenta, mina, peitinho pequeno mas uma bunda divina, carnuda, durinha, bem de mina que ainda tá se desenvolvendo. Loira, de olhos castanhos. Carinha de inocente, mas safada. Uma gostosa.
Ela me disse que se chamava Romina. E a primeira coisa que perguntei depois foi a idade. Ela me enrolou e falou um número maior do que tinha.
Passaram uns três segundos depois que ela falou isso, e a prima que tava do lado, Brenda (22), soltou: “Cala a boca, menina, não mente”. E me deu a idade verdadeira.
A coitada ficou toda vermelha. Eu me caguei de rir. Na real, me deu mais tesão ainda. Foda-se a mina. O trampo eu tava pouco me lixando. Mas também era brincar com fogo. Eu tinha 30. Ia dar merda.
- Desculpa, mas tô afim de começar a desfilar.
- E tu aguenta? Os desfiles em balada sempre têm uma passada de lingerie… - perguntei.
- Sim, óbvio que topo desfilar de lingerie.
Já tava imaginando ela de fio dental e cinta-liga e metia nela. Podia ter falado que sim, mas queria evitar treta. Mas não aguentei muito tempo na pose, então amoleci e falei pra ela passar o celular que eu ligava. Ela disse que não tinha celular (uma raridade), e me passou o e-mail. E anotou o meu.
No dia seguinte não abri o e-mail, mas na segunda-feira encontrei uma mensagem da Romi. Era de domingo às 8 da manhã: “Acabei de chegar em casa, adorei te conhecer, valeu pela boa energia e desculpa de novo pela mentirinha, rs. Me divirto pra caramba desfilando ou fazendo fotos. Se mudar de ideia me avisa. Beijos. Romi”.
Respondi o e-mail: “Tenho um amigo fotógrafo que sempre passo trampo e ele pode fazer um book grátis pra você. Me liga e a gente conversa”. À tarde o telefone tocou. Marquei praquela semana. Depois falei com a Brenda e contei.
Pedi pra ela falar com a mãe da Romi (a tia dela), pra ver se tava tudo certo. A coroa da Romi me ligou daí a pouco. Elena é o nome dela (o pai é Jorge, e são separados). Ela disse que a Romi tinha contado que ia fazer umas fotos. Falei que a gente esperava ela no estúdio do fotógrafo, mas ela disse que não precisava. Que a Romina ia com a Brenda.
A gente se viu na quinta no estúdio do Rafa, o fotógrafo. A Brenda fez de produtora, trazendo umas roupas, acessórios, etc. Paguei uma maquiadora e cabeleireira.
O Rafa fez fotos dela com um vestidinho. Jeans e depois uma coisa mais infantil de lingerie estilo teen. A calcinha de algodão marcava a rachinha e os bicos durinhos apareciam no sutiã. Gostosa pra caralho.
O Rafa me entregou as fotos retocadas na semana seguinte. E na hora mandei pra uma amiga. que trabalha numa revista teen. Ela me disse que a mina servia pra ilustrar uma matéria de maquiagem ("que tinha boa pele"). Pensei em responder que também tinha uma bunda divina, mas achei fora de lugar.
Romi já tinha me mandado uns 3 e-mails pra agradecer e perguntar se eu tinha visto o material. Respondi o último dizendo: "Me liga que tenho uma surpresa pra você". Ela ligou uma hora depois. Tava na casa de uma amiga e dava pra ouvir os gritos das outras piranhas no fundo.
Lembrei do Francella: "É uma menininhaaa", pensei. Ela perguntou se eu tinha visto as fotos. Falei que sim.
- Manda pra mim, quero ver umas.
- Vou baixar a resolução e te mando por e-mail. E quando puder, vem buscar aqui em casa.
- Valeu Max, te adoro!
Lá no fundo ouviu a zoeira das amigas repetindo "te adoro Maxxxx!". Ela se cagou de rir.
- Mas a surpresa é outra.
- O quê!?
- Passei umas fotos pra uma amiga e elas querem que você faça umas fotos pra NNNN (a revista, prefiro não dar o nome).
- Sério!?
- Sim
- Aaaaa!!!!!!!!
"Que foi, doida!?", perguntaram as amigas. Ela explicou enquanto eu esperava no telefone. Parece de 15 anos, pensei.
- Valeu Max, você alegrou meu dia. Hoje fui reprovada em matemática. Por isso vim pra casa de uma amiga, se minha mãe descobre, me mata. Na verdade, não vou falar nada até depois das fotos...
Ela falou sozinha por um tempo. Depois caiu na real e me perguntou tudo de novo. Horário, lugar, etc.
- Vem aqui em casa amanhã, e a gente acerta tudo junto.
- Beleza, manda o endereço.
No dia seguinte, apareceu aqui em casa. Saia plissada, camisa polo, meia e tênis. Parecia dois anos mais nova do que quando a conheci toda gostosa no rolê.
Vimos as fotos no meu computador na mesa da sala. Ela em pé, curvada, passando as fotos. A bunda empinadinha. Dava vontade de levantar a saia dela e meter ali mesmo de quatro. "Essa eu gosto", ela apontava. Depois ofereci um café. E contei de novo como eram as fotos da revisei.
Leo acompanhou ela até a produção. Depois me ligou pra contar que tinha dado tudo certo. Pagaram 150 pratas pra mina. Nada demais. Mas ela tava toda boba. Falou que queria me dar essa grana por causa do book, mas eu falei que não. "Então aceita que eu te convido pra jantar".
- Não precisa, sério, tá tudo certo. – falei
- Vai, não seja chatoooo, nem me dá bola
- Como assim não te dou bola, olha tudo que fiz por você.
- Siiiim, obrigada. Mas não tô falando de trabalho...
- Não sei do quê? – me fiz de desentendido.
- Vaiiiii, não se faz de bobo. Não te achei nada gostosa?
- Você é divina.
- Mentira, outro dia na sua casa você nem me deu bola.
Percebi que o bobo era eu, e que a mina não era tão inocente assim. Ela tinha se posicionado daquele jeito pra me provocar.
- Eu gosto de você e adoro sua vibe, mas...
- Mas o quê? – me interrompeu.
- Mas tenho mais de 10 anos que você.
- O que a idade tem a ver?
- Muita coisa, sério.
- Não, sério que quero sair com você. Pra jantar, como amigos. Vai. Vaiii.
Afrouxei e falei que sim. Combinamos de jantar no sábado. Depois eu tinha um desfile e precisava ir pra balada. Usei isso como plano pra não voltar pra casa com a mina depois. Ela quis pagar o jantar, mas não deixei.
Depois ela foi comigo pra balada. Eu me fiz de ocupado. Mas tava muito afim. E Leo me provocou mais. "Será que a mina tem a buceta novinha?", ele perguntou. "Não sei, mano, se for assim eu caso", respondi. "A verdade é que ela é muito gostosa", ele falou.
No final daquela noite, não aguentei mais e acabei beijando ela. Durante a semana, ela mandou e-mails pra gente se ver. Mas tinha que ser cedo (não dava pra enrolar muito em casa) e eu tava cheio de trampo. A gente se viu de novo no sábado na balada.
Beijos e uma apalpada. Eu todo afim e ela também. Sentados num sofá do vip. A bunda dela em cima de mim. A pica dura. Ela me dava uns beijos de língua divinos. Não costumo ficar tão excitado só com beijos, mas nela eu me esquentava todo. "Deve chupar bem a pica", pensei.
- Você me deixa Tá tesão", falei pra ela.
- Você em mim.
- Quer ir pra minha casa?
- Não seeei...
- Vai lááá.
- Beleza, me acompanha que vou avisar a Bren. Depois você me leva?
- Claro.
Romi falou pra Brenda que eu ia levar ela em casa. "Se comporta com minha prima, hein. Ela se faz de durona, mas é uma menina que não sabe de nada. Sério", a Brenda falou no meu ouvido. "O que ela disse?", a Romi perguntou enquanto a gente andava até o carro. "Pra eu me comportar", respondi.
Em casa, abri um champanhe que tava na geladeira (já tinha me preparado pra levar ela pra casa e meter o louco). Servi e sentamos no sofá da sala. Não forcei. A gente conversou e depois do segundo copo (ela tava com sede e bebeu rápido) voltamos a nos pegar.
Eu tava louco. Queria levantar, abrir a braguilha e dar o pau pra ela chupar naquela boquinha de menina. Mas por outro lado, ela parecia tão inocente que eu não queria abusar. Minha mão foi por baixo da saia dela em busca da calcinha. Cheguei a roçar umas duas vezes, mas ela tirou minha mão.
Fui pro decote dela e beijei os peitinhos. Ela gostou. Me deu um beijo de língua bem safado. Peguei a mãozinha dela e levei até meu pau por cima da calça. Ela começou a acariciar, como se estivesse batendo uma. Mas a menina não passava do roçar, então, cansado, abri a calça.
- Aai, que abusado!!, ela disse.
- Não aguento mais, vem cá, falei.
- Nãão, guarda isso!
- Dá um beijinho e eu guardo...
- Tá, mas só um beijinho, nada mais.
Ela desceu e deu um selinho na cabeça do pau que tava saindo da cueca. "Pronto", disse. E me olhou com uma cara de safada histérica.
- Vai, não seja má, olha como você me deixou.
Abri a calça e tirei o pau. Ela olhou sem falar nada.
- Gostou?, perguntei.
- Mhhmm (respondeu). É grande.
- Abre bem a boquinha que você vai ver como ele entra.
Mas, em vez de chupar, ela ficou passando a língua e esfregando a cabeça do pau nos lábios dela. Me deixou tão tesudo que achei que podia gozar assim.
- Quero meter agora, falei quando vi que ela não começava a brochar (ela só chupava a glande). e um pouquinho mais, mas devagar).
—Não, assim, assim — pediu ela.
—Vai, quero te comer, bebê.
—Não, deixa eu chupar você, eu gosto de chupar. Você não gosta do jeito que eu faço? — perguntou, decepcionada.
—Gosto, mas engole tudo.
Aí ela acelerou um pouco. E chupou mais. Dava pra ver que não tinha muita experiência, mas o bom é que fazia o que eu pedia.
No final, eu levantei e comecei a meter a pica bem no fundo nela, que tava ajoelhada no tapete da sala. Ela engasgava e babava tudo. Me deixou doido pra caralho fazer essa sacanagem com uma mina.
— Abre a boca e põe a língua pra fora. Fala aaaaa — eu mandava.
Já tinha soltado o selvagem. Enfiei a pica dentro. “Aaaaaa”, eu repetia. Tirei a pica da boca dela. De novo a mesma coisa. E de novo.
“Tenta deixar a linguinha pra fora, pra roçar na parte de baixo da pica.” “Não consigo, eu engasgo”, ela respondia. “Não importa, chupa até onde der.”
Mas aí enfiei tudo de novo. Ela teve ânsia. Fiz ela chupar minhas bolas enquanto eu batia uma. No final, pedi pra ela abrir a boquinha e meti até encher a garganta dela de porra.
— Aaai, engole toda minha porra, bebê, siiiim — saiu da alma. Ela engoliu sem reclamar.
Depois disso, foi no banheiro fazer um bochecho. Eu já tinha matado a vontade, então levei ela pra casa. Antes de descer do carro, me encheu de beijos.
Dois anos atrás, ele resolveu ir trabalhar com metade das minas num parador na praia. Caiu bem nas minhas férias, e com a galera a gente também ia pra Pinamar, então ele me pediu se eu não dava uma mão e eu topei.
Tudo saiu uma delícia. Eu não tava fazendo pela grana, que não era muita, mas sim pra me divertir pra caralho, e de quebra comer umas bucetas. As minas que ele levava eram gostosas e gente boa. E no final todo mundo comeu ali (alguns dos meus amigos também).
Com o Léo (esse é o nome do meu amigo), não tivemos treta, muito pelo contrário, e ele me perguntou se eu queria continuar em Buenos Aires. Falei que sim, eu conhecia gente de balada, e que montava eventos. E a coisa começou a dar certo. Continuava sendo um hobby, mas tava deixando uma grana.
Já tava três meses trabalhando assim nos fins de semana quando uma das modelos da agência apareceu com a prima num desfile. Na real, não tinha nada de novo nisso. Sempre vinham com uma amiga, a irmã, etc.
Mas essa mina me encantou. A gente começou a conversar depois do desfile que a gente tinha montado. Ela me disse que também queria desfilar e que o Léo tinha falado pra prima dela falar comigo (esses são amigos!).
Devia ter um metro e setenta, mina, peitinho pequeno mas uma bunda divina, carnuda, durinha, bem de mina que ainda tá se desenvolvendo. Loira, de olhos castanhos. Carinha de inocente, mas safada. Uma gostosa.
Ela me disse que se chamava Romina. E a primeira coisa que perguntei depois foi a idade. Ela me enrolou e falou um número maior do que tinha.
Passaram uns três segundos depois que ela falou isso, e a prima que tava do lado, Brenda (22), soltou: “Cala a boca, menina, não mente”. E me deu a idade verdadeira.
A coitada ficou toda vermelha. Eu me caguei de rir. Na real, me deu mais tesão ainda. Foda-se a mina. O trampo eu tava pouco me lixando. Mas também era brincar com fogo. Eu tinha 30. Ia dar merda.
- Desculpa, mas tô afim de começar a desfilar.
- E tu aguenta? Os desfiles em balada sempre têm uma passada de lingerie… - perguntei.
- Sim, óbvio que topo desfilar de lingerie.
Já tava imaginando ela de fio dental e cinta-liga e metia nela. Podia ter falado que sim, mas queria evitar treta. Mas não aguentei muito tempo na pose, então amoleci e falei pra ela passar o celular que eu ligava. Ela disse que não tinha celular (uma raridade), e me passou o e-mail. E anotou o meu.
No dia seguinte não abri o e-mail, mas na segunda-feira encontrei uma mensagem da Romi. Era de domingo às 8 da manhã: “Acabei de chegar em casa, adorei te conhecer, valeu pela boa energia e desculpa de novo pela mentirinha, rs. Me divirto pra caramba desfilando ou fazendo fotos. Se mudar de ideia me avisa. Beijos. Romi”.
Respondi o e-mail: “Tenho um amigo fotógrafo que sempre passo trampo e ele pode fazer um book grátis pra você. Me liga e a gente conversa”. À tarde o telefone tocou. Marquei praquela semana. Depois falei com a Brenda e contei.
Pedi pra ela falar com a mãe da Romi (a tia dela), pra ver se tava tudo certo. A coroa da Romi me ligou daí a pouco. Elena é o nome dela (o pai é Jorge, e são separados). Ela disse que a Romi tinha contado que ia fazer umas fotos. Falei que a gente esperava ela no estúdio do fotógrafo, mas ela disse que não precisava. Que a Romina ia com a Brenda.
A gente se viu na quinta no estúdio do Rafa, o fotógrafo. A Brenda fez de produtora, trazendo umas roupas, acessórios, etc. Paguei uma maquiadora e cabeleireira.
O Rafa fez fotos dela com um vestidinho. Jeans e depois uma coisa mais infantil de lingerie estilo teen. A calcinha de algodão marcava a rachinha e os bicos durinhos apareciam no sutiã. Gostosa pra caralho.
O Rafa me entregou as fotos retocadas na semana seguinte. E na hora mandei pra uma amiga. que trabalha numa revista teen. Ela me disse que a mina servia pra ilustrar uma matéria de maquiagem ("que tinha boa pele"). Pensei em responder que também tinha uma bunda divina, mas achei fora de lugar.
Romi já tinha me mandado uns 3 e-mails pra agradecer e perguntar se eu tinha visto o material. Respondi o último dizendo: "Me liga que tenho uma surpresa pra você". Ela ligou uma hora depois. Tava na casa de uma amiga e dava pra ouvir os gritos das outras piranhas no fundo.
Lembrei do Francella: "É uma menininhaaa", pensei. Ela perguntou se eu tinha visto as fotos. Falei que sim.
- Manda pra mim, quero ver umas.
- Vou baixar a resolução e te mando por e-mail. E quando puder, vem buscar aqui em casa.
- Valeu Max, te adoro!
Lá no fundo ouviu a zoeira das amigas repetindo "te adoro Maxxxx!". Ela se cagou de rir.
- Mas a surpresa é outra.
- O quê!?
- Passei umas fotos pra uma amiga e elas querem que você faça umas fotos pra NNNN (a revista, prefiro não dar o nome).
- Sério!?
- Sim
- Aaaaa!!!!!!!!
"Que foi, doida!?", perguntaram as amigas. Ela explicou enquanto eu esperava no telefone. Parece de 15 anos, pensei.
- Valeu Max, você alegrou meu dia. Hoje fui reprovada em matemática. Por isso vim pra casa de uma amiga, se minha mãe descobre, me mata. Na verdade, não vou falar nada até depois das fotos...
Ela falou sozinha por um tempo. Depois caiu na real e me perguntou tudo de novo. Horário, lugar, etc.
- Vem aqui em casa amanhã, e a gente acerta tudo junto.
- Beleza, manda o endereço.
No dia seguinte, apareceu aqui em casa. Saia plissada, camisa polo, meia e tênis. Parecia dois anos mais nova do que quando a conheci toda gostosa no rolê.
Vimos as fotos no meu computador na mesa da sala. Ela em pé, curvada, passando as fotos. A bunda empinadinha. Dava vontade de levantar a saia dela e meter ali mesmo de quatro. "Essa eu gosto", ela apontava. Depois ofereci um café. E contei de novo como eram as fotos da revisei.
Leo acompanhou ela até a produção. Depois me ligou pra contar que tinha dado tudo certo. Pagaram 150 pratas pra mina. Nada demais. Mas ela tava toda boba. Falou que queria me dar essa grana por causa do book, mas eu falei que não. "Então aceita que eu te convido pra jantar".
- Não precisa, sério, tá tudo certo. – falei
- Vai, não seja chatoooo, nem me dá bola
- Como assim não te dou bola, olha tudo que fiz por você.
- Siiiim, obrigada. Mas não tô falando de trabalho...
- Não sei do quê? – me fiz de desentendido.
- Vaiiiii, não se faz de bobo. Não te achei nada gostosa?
- Você é divina.
- Mentira, outro dia na sua casa você nem me deu bola.
Percebi que o bobo era eu, e que a mina não era tão inocente assim. Ela tinha se posicionado daquele jeito pra me provocar.
- Eu gosto de você e adoro sua vibe, mas...
- Mas o quê? – me interrompeu.
- Mas tenho mais de 10 anos que você.
- O que a idade tem a ver?
- Muita coisa, sério.
- Não, sério que quero sair com você. Pra jantar, como amigos. Vai. Vaiii.
Afrouxei e falei que sim. Combinamos de jantar no sábado. Depois eu tinha um desfile e precisava ir pra balada. Usei isso como plano pra não voltar pra casa com a mina depois. Ela quis pagar o jantar, mas não deixei.
Depois ela foi comigo pra balada. Eu me fiz de ocupado. Mas tava muito afim. E Leo me provocou mais. "Será que a mina tem a buceta novinha?", ele perguntou. "Não sei, mano, se for assim eu caso", respondi. "A verdade é que ela é muito gostosa", ele falou.
No final daquela noite, não aguentei mais e acabei beijando ela. Durante a semana, ela mandou e-mails pra gente se ver. Mas tinha que ser cedo (não dava pra enrolar muito em casa) e eu tava cheio de trampo. A gente se viu de novo no sábado na balada.
Beijos e uma apalpada. Eu todo afim e ela também. Sentados num sofá do vip. A bunda dela em cima de mim. A pica dura. Ela me dava uns beijos de língua divinos. Não costumo ficar tão excitado só com beijos, mas nela eu me esquentava todo. "Deve chupar bem a pica", pensei.
- Você me deixa Tá tesão", falei pra ela.
- Você em mim.
- Quer ir pra minha casa?
- Não seeei...
- Vai lááá.
- Beleza, me acompanha que vou avisar a Bren. Depois você me leva?
- Claro.
Romi falou pra Brenda que eu ia levar ela em casa. "Se comporta com minha prima, hein. Ela se faz de durona, mas é uma menina que não sabe de nada. Sério", a Brenda falou no meu ouvido. "O que ela disse?", a Romi perguntou enquanto a gente andava até o carro. "Pra eu me comportar", respondi.
Em casa, abri um champanhe que tava na geladeira (já tinha me preparado pra levar ela pra casa e meter o louco). Servi e sentamos no sofá da sala. Não forcei. A gente conversou e depois do segundo copo (ela tava com sede e bebeu rápido) voltamos a nos pegar.
Eu tava louco. Queria levantar, abrir a braguilha e dar o pau pra ela chupar naquela boquinha de menina. Mas por outro lado, ela parecia tão inocente que eu não queria abusar. Minha mão foi por baixo da saia dela em busca da calcinha. Cheguei a roçar umas duas vezes, mas ela tirou minha mão.
Fui pro decote dela e beijei os peitinhos. Ela gostou. Me deu um beijo de língua bem safado. Peguei a mãozinha dela e levei até meu pau por cima da calça. Ela começou a acariciar, como se estivesse batendo uma. Mas a menina não passava do roçar, então, cansado, abri a calça.
- Aai, que abusado!!, ela disse.
- Não aguento mais, vem cá, falei.
- Nãão, guarda isso!
- Dá um beijinho e eu guardo...
- Tá, mas só um beijinho, nada mais.
Ela desceu e deu um selinho na cabeça do pau que tava saindo da cueca. "Pronto", disse. E me olhou com uma cara de safada histérica.
- Vai, não seja má, olha como você me deixou.
Abri a calça e tirei o pau. Ela olhou sem falar nada.
- Gostou?, perguntei.
- Mhhmm (respondeu). É grande.
- Abre bem a boquinha que você vai ver como ele entra.
Mas, em vez de chupar, ela ficou passando a língua e esfregando a cabeça do pau nos lábios dela. Me deixou tão tesudo que achei que podia gozar assim.
- Quero meter agora, falei quando vi que ela não começava a brochar (ela só chupava a glande). e um pouquinho mais, mas devagar).
—Não, assim, assim — pediu ela.
—Vai, quero te comer, bebê.
—Não, deixa eu chupar você, eu gosto de chupar. Você não gosta do jeito que eu faço? — perguntou, decepcionada.
—Gosto, mas engole tudo.
Aí ela acelerou um pouco. E chupou mais. Dava pra ver que não tinha muita experiência, mas o bom é que fazia o que eu pedia.
No final, eu levantei e comecei a meter a pica bem no fundo nela, que tava ajoelhada no tapete da sala. Ela engasgava e babava tudo. Me deixou doido pra caralho fazer essa sacanagem com uma mina.
— Abre a boca e põe a língua pra fora. Fala aaaaa — eu mandava.
Já tinha soltado o selvagem. Enfiei a pica dentro. “Aaaaaa”, eu repetia. Tirei a pica da boca dela. De novo a mesma coisa. E de novo.
“Tenta deixar a linguinha pra fora, pra roçar na parte de baixo da pica.” “Não consigo, eu engasgo”, ela respondia. “Não importa, chupa até onde der.”
Mas aí enfiei tudo de novo. Ela teve ânsia. Fiz ela chupar minhas bolas enquanto eu batia uma. No final, pedi pra ela abrir a boquinha e meti até encher a garganta dela de porra.
— Aaai, engole toda minha porra, bebê, siiiim — saiu da alma. Ela engoliu sem reclamar.
Depois disso, foi no banheiro fazer um bochecho. Eu já tinha matado a vontade, então levei ela pra casa. Antes de descer do carro, me encheu de beijos.
8 comentários - Bebota 1
esta re caliente
ya leo tu otro post
excelente aporte 😉 😉
Ya me había salido el indio
Muy bueno! jaja
Saludos