Deixo aqui minha história... e desde já agradeço pelos comentários.
Meu nome é Fernando, tenho 38 anos e sou casado. Moro na Argentina com minha esposa e filhos, e é lá que acontecem os fatos que quero contar.
Tirando algumas puladas de cerca quando era namorado, nunca tinha traído minha esposa, embora mais de uma vez tenha tido oportunidade. Mas as coisas acontecem em momentos e situações inesperadas, e com quem a gente menos imagina.
Certa vez, estávamos convidados para o casamento de um parente, e durante a festa, naquela hora da madrugada em que a coisa já começa a cansar e o álcool começa a fazer efeito, eu estava sentado na minha mesa e, vai saber por quê, comecei a reparar na minha cunhada... provavelmente nunca a tinha visto vestida daquele jeito: um vestido verde, bem decotado e na altura da coxa. Marcava uma figura esplêndida na qual nunca tinha reparado antes. Ela dançava perto da minha mesa e, perdido olhando pra ela, percebi que estava ficando excitado, e me pareceu que ela também me olhava de canto. Minha mulher (uns dois anos mais nova que a irmã dela) pareceu notar. — O que foi? — ela disse. — Nada... acho que já bebi um pouco demais — foi tudo o que consegui dizer, enquanto me ajustava desconfortável na cadeira.
A imagem da minha cunhada dançando sensualmente me perseguiu por um bom tempo; ao voltar aquela noite, estava com uma puta vontade de foder, então quem se deu bem foi minha mulher: transamos como poucas vezes e, na penumbra do quarto, não consegui, nem quis, evitar imaginar que era a Graciela que eu estava fodendo... me excitou pra caralho imaginar que estava comendo ela.
Os dias passaram e eu meio que esqueci, mas algo aconteceu. Graciela estava desempregada e fiquei sabendo que na empresa onde trabalho precisavam de alguém para um cargo que era praticamente feito pra ela. Como tenho um cargo com certa importância, usei minhas influências e consegui que a contratassem. Nos vimos depois da entrevista e ela me deu um abraço meio perturbador... — Valeu! Você é um gênio! — ela dizia enquanto me abraçava de novo... e eu preferia pensar em outra coisa. A alegria dela era sincera, sei que na nossa idade (ela tem a mesma que eu) não é fácil arrumar emprego.
Deram pra ela uma sala em outro andar, então por uns dias nem cruzei com ela, e minhas ocupações me distraíram daqueles pensamentos que ficavam rondando.
Até que um dia, tive que ficar até tarde quando quase ninguém mais está nos escritórios. Nessa hora, alguém bate na minha porta — Entra, falo, e ela entra: — Licença, posso? — Claro! Como tá o novo trampo? — Excelente! Não consigo acreditar... e tudo graças a você... precisava vir te agradecer de novo. — Não precisa, se tá indo bem é por sua competência. E assim continuamos conversando por uns instantes. — Entra e senta — falei — você deve estar cansada a essa hora; — Verdade, tô.
Ela se aproximou pra sentar num sofá na frente da minha mesa e aí reparei nela com calma: estava bem "executiva"; um blazer escuro, blusa branca, calça escura e salto alto. Tem um corpo de dar inveja pra idade dela e aquela roupa destacava os atributos, uma bunda que chama atenção e uns peitos que esticavam a blusa. Enquanto ela falava, na minha mente passava a imagem dela junto com a da minha mulher. — Tira os sapatos se quiser, acho que não vem mais ninguém, e eu termino umas ligações, fecho tudo e a gente desce. — OK, verdade que salto alto cansa, hahaha. Ela fala rindo e tira, deixando à mostra uns pés bem cuidados.
Peguei o telefone e comecei a ligar, tentando não pensar no que tava vendo, mas cada vez penso menos na ligação e mais no que vejo. Continuo falando enquanto dou a volta na minha mesa, ela meio recostada numa das cadeiras e com os pés na outra. Nessa hora, ao passar perto dos pés dela, faço algo impensável: sem parar de falar, com a mão que tá livre começo uma massagem num dos pés dela. Ela me olha, dá um sorriso e um suspiro de prazer, me deixa continuar. Vou fazendo uma massagem suave e passo de um pé pro outro... ela relaxa e apoia a cabeça no encosto. Apoio, fechando os olhos. Encerro a ligação (da qual não lembro de nada) e uso as duas mãos para uma massagem que já vira carícia nos tornozelos dela, ela continua de olhos fechados e relaxada. Quando estou prestes a passar para as pernas dela, por cima da calça, paro, sem saber bem o que fazer. Ela abre um pouco os olhos, me encara e sussurra baixinho: — Vai... continua... me relaxa muito... né?. Minhas dúvidas acabam, passo as mãos pelas pernas dela, com muito cuidado. Ela abre um pouco as pernas e eu fico no meio, me ajoelho e com as duas mãos acaricio as coxas dela, subindo em direção à cintura. Ela joga a cabeça para trás e suspira... a situação tá ficando pesada. Acaricio com mais força e minha excitação sobe. Uma das mãos dela está no botão da calça; quando minhas mãos, subindo pelas coxas, chegam no quadril, ela faz um movimento com os dedos e desabotoa, junto com outra respiração funda... é o sinal. Tudo começa a acelerar, minhas mãos vão um pouco além e puxo suave a cintura da calça pra baixo, ela ajuda levantando a bunda do sofá. Quando tiro, as pernas dela ficam nuas, bronzeadas e firmes da academia. Acaricio dos tornozelos pra cima e sinto os músculos dela se tensionarem... e a respiração dela agora fica evidente. Ela tá de fio dental, que aparece onde a blusa dela termina agora. Subo mais minhas mãos e um dedo, ao chegar lá em cima, passo suave por cima do tecido da calcinha dela, bem onde os lábios se marcam... escapa um gemido baixinho, ela levanta a cabeça e me olha, ali ajoelhado entre as pernas dela... joga a cabeça pra trás de novo sem dizer nada. Agora olho e, além de um perfume doce, vejo uma mancha úmida no lugar por onde passei o dedo. Puxo o tecido pro lado e agora passo com firmeza o dedo... outro gemido e a cintura dela se ergue um pouco; pressiono mais e ela quer fechar as pernas, mas eu tô no meio delas. As mãos dela se agarram no sofá com força. Sem hesitar, beijo as coxas dela... a pele dela é uma delícia e me acelera. mas... sem demora, passo minha língua me aproximando mais do centro dela e, ao chegar, passo ela apenas roçando os lábios da buceta dela. -Ahhhhhh....siii...., ela diz com voz rouca e doce ao mesmo tempo, me deixando a mil. Minha boca gruda com força na buceta dela e chupo com avidez, segurando ela pelas mãos na cintura. -Mmmmmm....siii....me...me gusta Fer....se...segue...não para...não....; tudo que ela fala entrecortado aumenta a temperatura da situação. Sinto uma das mãos dela na minha cabeça, me apertando contra o corpo dela com força. Num momento, sem parar de chupar, levanto o olhar e tenho uma imagem impactante da situação: é nada menos que minha cunhada, recostada numa cadeira do meu escritório, sem calças, de pernas abertas enquanto estou dando prazer pra buceta dela ferozmente... Vejo os peitos dela subindo e descendo num ritmo acelerado, a cabeça dela jogada pra trás com a boca aberta, ofegante e respirando com muita agitação. Uma das mãos dela na minha cabeça e a outra, depois de ter aberto os botões da blusa, massageia um dos peitos dela com força, quase com violência. Olho o outro peito, desatendido, o mamilo parece enorme e quer furar o sutiã e a blusa, estico minha mão e aperto ele entre dois dedos, sinto ele duro como pedra. Ao mesmo tempo, afundo minha língua fundo, roçando o clitóris dela. Esse estímulo combinado chega na Gra que se arqueia e solta um gemido profundo: - Aaaahhhhh ... siiiii.....me dá mais....mais forteeee ..... mmmmmmmmssssiiiii..., ela pede e acompanha com a mão na minha cabeça, apertando mais. Dou mais fundo com a língua e um dedo também e sinto que ela se tensiona por completo até explodir num orgasmo. -Nnão...nnão....não aguento...maisssss ......Mmmmmmmmm....uuuuuuuuuuuuuuuuughhhhhh .... siiiiiiiiii. Sinto os sucos dela na minha boca e, apesar de estar com o pau duro como uma rocha, de repente um raio de consciência me atinge. Levanto devagar, ofegante, a boca inundada dos sucos dela e, enquanto olho pra ela, digo -A gente tem que ir... é que...Gra...não sei o que aconteceu..., ela me olha e, me encarando, diz: - Eu também não sei o que aconteceu... mas foi incrível.... não podemos deixar assim... - Temos que deixar assim, alguém pode entrar; falei enquanto ajudava ela a se arrumar e, sem tempo pra nada, ajeitamos tudo e saímos, quase não falamos, descemos e ela foi embora num táxi; fiquei meio atordoado, peguei meu carro e fui pra casa. Cheguei ainda excitado, mas não conseguia chegar perto da minha esposa... alguma coisa me prendia: eu tinha provado o corpo da irmã dela... e queria mais.
Os dias passaram e só nos cruzamos um par de vezes em algum lugar do prédio de escritórios, nossos olhares misturavam dúvida e excitação por igual, de algum jeito teríamos que encarar aquilo.
Duas semanas depois, num domingo, fomos convidados pra casa dela; tentei evitar, mas não deu. Era um dia ensolarado e tudo rolava num clima familiar... exceto nossos olhares, que se cruzavam como tiros. Até que num momento da tarde, aconteceu o inevitável; nos encontramos num corredor lateral, perto da área de serviço. - Espera... a gente precisa conversar - ela disse; - Sim... mas acho que não é o lugar. - Tem que ser o lugar.... não aguento mais - ela sussurrou. Me olhou nos olhos, bem de perto, e desabafou tudo: - O que rolou no escritório foi... muito forte... não sei como superar.. - Também me deixou... sei lá... confuso - falei; - Não me deixou confusa não... me deixou.... com o cu na mão, vagabundo.... me deixou toda acesa.... e... e... não consigo transar com meu marido... não é isso que eu quero! Disse quase me apertando contra a parede. Olhei bem pra ela, tava de jeans justo e uma camiseta e aí percebi que os bicos dos peitos dela estavam marcando enquanto eu sentia ela se acelerar. Na hora, tive uma ereção quase dolorosa, presa dentro do meu próprio jeans.
Ela me pegou pela mão e, dando uns passos, entramos num banheiro. Fecha a porta e começamos a nos beijar, com desespero. Percebi que era a primeira vez que beijava ela. Como um flash, minha mulher passa pela minha cabeça. mente... beijam parecido, mas claro, o proibido excita mais, os beijos da Gra, com gemidinhos, me deixam a mil. Sinto os peitos dela colados em mim, com os bicos bem duros. Abaixo a tampa do vaso, sento e ela senta em cima de mim, colados. Continuamos nos beijando, nos movemos quase como se estivéssemos transando, mas ainda vestidos. Acaricio as costas e a bunda dela por cima da roupa. Num movimento rápido, como se estivesse irritada, ela tira a camiseta e joga pra lá. Ela tá com um sutiã branco, simples, que quase não segura os peitos excitados dela. Desço com meus beijos pelo pescoço dela, até os peitos, ela tem um perfume que me esquenta mais, se é que isso é possível. Ela morde os lábios, tenta evitar gemer mais alto. Com um movimento, desabotoo o sutiã dela — Mmmsii... chupa eles... forte, chupa eles, Fer...; obedeço e confirmo que são uma delícia...
Ela aproveita e tira minha camiseta, agora trocamos e ela desce beijando... chupa e mordisca meus mamilos e percebe que, ao fazer isso, escapa um gemido rouco de mim... ela me olha e faz isso várias vezes. A gente tá enlouquecendo rápido, trancados num banheiro, cercados de gente que nem imagina o que tá rolando ali dentro. A gente se beija de novo, e uma das minhas mãos desabotoa a calça jeans dela, deixando espaço na cintura pra outra mão, que desce pelas costas dela, passar e um dos meus dedos explorar o canal no meio das nádegas dela, roçando o buraco da bunda dela. Ao sentir isso, a Gra abriu os olhos e a boca e se arqueou pra trás com um gemido abafado... e expondo os peitos dela de novo pro ataque da minha língua.
Nesse momento, aconteceu algo inesperado, duas batidas na porta e a voz da minha mulher: — Gra, cê tá aí? Ficamos petrificados. Sem dúvida, ela tinha ouvido aquele último gemido. Rapidamente, ela coloca a mão na minha boca. — Tô... aqui... Clau — diz a Gra com a voz trêmula. — Não tô me sentindo bem, daqui a pouco eu vou. — Tá bom — diz minha mulher — viu o Fer? — Não... faz um tempo que tô aqui. A gente ouve ela se afastar. — Vai ser melhor a gente... — começo a dizer, mas ela nem me escuta, se afasta se abaixando e me abre. O cara de jeans, desesperado. —Não consigo parar... é minha vez agora... — ele diz, tira minha rola pra fora e olha pra ela, tá durona, vermelha e brilhando... suspira e enfia inteira na boca. Ele faz isso muito, muito bem, devagar e fundo. Cada chupada te leva ao limite... eu mordo os lábios e respiro pesado... mal me permito gemer... pensando que a Claudia pode voltar. Ele acelera mais, uma das mãos enfiada no jeans aberto, se masturbando. — Vo... cê vai me... fazer... go... — eu falo entre suspiros. Como resposta, ele me olha nos olhos e acelera ainda mais o boquete e a própria punheta. Num instante, ele goza... com um gemido longo, abafado pela minha própria rola na boca dele. — Mmmmmmfffffffffff... — ele goza e aperta a mão entre as pernas. É demais e eu não aguento: — Aaaaagggggggggghhhh... siiiiiiiiiim... — e eu explodo na boca dele, me segurando pra não cair e com a outra mão no rosto dele, acaricio a bochecha onde sinto, ao passar, minha própria ereção. Ele se deixa cair pra trás, no chão, e me fulmina de novo com os olhos, me mostrando desafiador, como engole meu gozo. Mal recuperamos o fôlego, ele veste a camiseta, fecha o jeans e eu faço o mesmo. Sem palavras, nos beijamos de novo, com fúria e gosto de porra. — Tamos quites — falo com um sorriso. — Nada disso, agora tô com uma vontade de foder do caralho... — ele diz, mordendo o lábio inferior. — Eu também, não podemos ficar assim — falo, sentindo uma nova ereção que confirma que tô pensando na mesma coisa. — Por enquanto, vamos ver como saímos daqui. No fim, foi fácil: ele deu uma olhada no corredor e eu consegui sair. Pouco depois, ela saiu, com cara de não estar bem, disse: — Melhor eu ir descansar um pouco. — A gente vai embora — aproveitei pra dizer. Ao passar por mim, ela me dá um beijo de despedida na bochecha: — Preciso ir me masturbar agora... não aguento mais de tesão. — ela sussurra no meu ouvido. A viagem de volta foi como se eu estivesse em outro planeta. — Dirige você — falei pra minha mulher —, acho que algo não caiu bem. — Você deve ter comido a mesma coisa que Graciela —me disse, inocente—. Era claro que nós dois tínhamos ficado muito excitados. No dia seguinte, quase na hora de eu ir embora, toca meu telefone: "Fer... eh... é a Gra, esqueci a pasta do novo cliente na minha mesa e já estou em casa. Dá pra trazer de passagem na sua?" E completa: "Não posso voltar pra buscar e mais tarde tenho que pegar os meninos num aniversário..." Era toda a informação que eu queria, sabia que o marido dela viajava por uns dias. — Claro, daqui a pouco passo aí. Peguei a pasta dela e saí. A atitude não levantaria suspeitas nem no trabalho nem em casa, mesmo com meu carro na porta da casa dela. Cheguei e bati na porta. Ela abriu na hora, entrei e ela fechou. Olhei pra ela e o que vi já me agradou: estava com parte da roupa de trabalho, mas com um conforto bem sexy: descalça, a calça elegante e justa marcando a bunda linda dela, a camisa com alguns botões soltos, deixando ver o vale entre os peitos, o cabelo solto. Não fazia sentido disfarçar nada depois de tudo que tinha rolado. Larguei a pasta de lado e abracei ela, num beijo molhado e voraz. Ela respondeu com a mesma intensidade, tentando me tirar todo o ar. Entre beijos, passamos pelos corredores e chegamos no quarto dela. Empurrei ela pra dentro com ansiedade, e ela se deixou cair de costas na cama. Me olhou desafiadora, mordeu o lábio inferior por um momento e disse: — Não aguento mais, preciso que a gente faça isso agora... Num movimento só, me aproximei e puxei a calça e a calcinha fio dental dela, juntas. Ela virou e deixou a bunda à mostra, enquanto desabotoava o resto da camisa. Tirei minha calça enquanto beijava as nádegas dela... virei ela com desespero. Vejo que ela tá molhada e, antes que eu pergunte, ela diz: — Não parei de me tocar desde que liguei, pensando nesse momento... Subi em cima dela e a penetrei bem devagar... olhando fixo no rosto dela... ela abriu a boca e gemeu fundo... "Ahhh sssiiim, devagar sim... sim... sim..." Comecei a meter e tirar muito, muito devagar... me apoiando nos pulsos dela pra deixá-la Bem quietinha, dominada. — Eu... eu gosto disso... me dá mais... mais... me dá maaaais... — Era isso que você queria..? É isso que você tem... você é uma fogueira, Gra... você tá fervendo. — Siiim... não aguentava mais... deixa... deixa eu ficar por cima... por favor, Fer... O rostinho dela pedindo era... terrivelmente excitante. A gente vira e ela fica por cima de mim, cavalgando. Os dois de camisa aberta, é muito, muito gostoso ver ela foder assim semi-vestida e eu falo — Deixa ela... e toda vez que eu te ver no escritório... vou lembrar desse momento... — Siiim, ela diz... ahhh... sim... sim... mais rápido, Fer... mais! E a gente acelera, os peitos e o cabelo dela balançam a cada pulada, eu empurro ela com minha cintura pra cima uma vez e outra, enquanto já tô respirando rouco. — Gra... não aguento mais... — Goza dentro, não se preocupa... quero que você encha ela... já... siiim — É como o gatilho, não resisto e gozo num gemido, que se junta ao orgasmo dela, enquanto ela desaba em cima de mim. A gente fica exausto, ofegante. Enquanto ela descansa, vejo no espelho do quarto dela o corpo nu, só com a camisa amassada, sobre o meu. A imagem me faz pensar... e agora?
Fer.
Outro post:http://www.poringa.net/posts/relatos/1640521/Mi-amiga-de-siempre.html
Meu nome é Fernando, tenho 38 anos e sou casado. Moro na Argentina com minha esposa e filhos, e é lá que acontecem os fatos que quero contar.
Tirando algumas puladas de cerca quando era namorado, nunca tinha traído minha esposa, embora mais de uma vez tenha tido oportunidade. Mas as coisas acontecem em momentos e situações inesperadas, e com quem a gente menos imagina.
Certa vez, estávamos convidados para o casamento de um parente, e durante a festa, naquela hora da madrugada em que a coisa já começa a cansar e o álcool começa a fazer efeito, eu estava sentado na minha mesa e, vai saber por quê, comecei a reparar na minha cunhada... provavelmente nunca a tinha visto vestida daquele jeito: um vestido verde, bem decotado e na altura da coxa. Marcava uma figura esplêndida na qual nunca tinha reparado antes. Ela dançava perto da minha mesa e, perdido olhando pra ela, percebi que estava ficando excitado, e me pareceu que ela também me olhava de canto. Minha mulher (uns dois anos mais nova que a irmã dela) pareceu notar. — O que foi? — ela disse. — Nada... acho que já bebi um pouco demais — foi tudo o que consegui dizer, enquanto me ajustava desconfortável na cadeira.
A imagem da minha cunhada dançando sensualmente me perseguiu por um bom tempo; ao voltar aquela noite, estava com uma puta vontade de foder, então quem se deu bem foi minha mulher: transamos como poucas vezes e, na penumbra do quarto, não consegui, nem quis, evitar imaginar que era a Graciela que eu estava fodendo... me excitou pra caralho imaginar que estava comendo ela.
Os dias passaram e eu meio que esqueci, mas algo aconteceu. Graciela estava desempregada e fiquei sabendo que na empresa onde trabalho precisavam de alguém para um cargo que era praticamente feito pra ela. Como tenho um cargo com certa importância, usei minhas influências e consegui que a contratassem. Nos vimos depois da entrevista e ela me deu um abraço meio perturbador... — Valeu! Você é um gênio! — ela dizia enquanto me abraçava de novo... e eu preferia pensar em outra coisa. A alegria dela era sincera, sei que na nossa idade (ela tem a mesma que eu) não é fácil arrumar emprego.
Deram pra ela uma sala em outro andar, então por uns dias nem cruzei com ela, e minhas ocupações me distraíram daqueles pensamentos que ficavam rondando.
Até que um dia, tive que ficar até tarde quando quase ninguém mais está nos escritórios. Nessa hora, alguém bate na minha porta — Entra, falo, e ela entra: — Licença, posso? — Claro! Como tá o novo trampo? — Excelente! Não consigo acreditar... e tudo graças a você... precisava vir te agradecer de novo. — Não precisa, se tá indo bem é por sua competência. E assim continuamos conversando por uns instantes. — Entra e senta — falei — você deve estar cansada a essa hora; — Verdade, tô.
Ela se aproximou pra sentar num sofá na frente da minha mesa e aí reparei nela com calma: estava bem "executiva"; um blazer escuro, blusa branca, calça escura e salto alto. Tem um corpo de dar inveja pra idade dela e aquela roupa destacava os atributos, uma bunda que chama atenção e uns peitos que esticavam a blusa. Enquanto ela falava, na minha mente passava a imagem dela junto com a da minha mulher. — Tira os sapatos se quiser, acho que não vem mais ninguém, e eu termino umas ligações, fecho tudo e a gente desce. — OK, verdade que salto alto cansa, hahaha. Ela fala rindo e tira, deixando à mostra uns pés bem cuidados.
Peguei o telefone e comecei a ligar, tentando não pensar no que tava vendo, mas cada vez penso menos na ligação e mais no que vejo. Continuo falando enquanto dou a volta na minha mesa, ela meio recostada numa das cadeiras e com os pés na outra. Nessa hora, ao passar perto dos pés dela, faço algo impensável: sem parar de falar, com a mão que tá livre começo uma massagem num dos pés dela. Ela me olha, dá um sorriso e um suspiro de prazer, me deixa continuar. Vou fazendo uma massagem suave e passo de um pé pro outro... ela relaxa e apoia a cabeça no encosto. Apoio, fechando os olhos. Encerro a ligação (da qual não lembro de nada) e uso as duas mãos para uma massagem que já vira carícia nos tornozelos dela, ela continua de olhos fechados e relaxada. Quando estou prestes a passar para as pernas dela, por cima da calça, paro, sem saber bem o que fazer. Ela abre um pouco os olhos, me encara e sussurra baixinho: — Vai... continua... me relaxa muito... né?. Minhas dúvidas acabam, passo as mãos pelas pernas dela, com muito cuidado. Ela abre um pouco as pernas e eu fico no meio, me ajoelho e com as duas mãos acaricio as coxas dela, subindo em direção à cintura. Ela joga a cabeça para trás e suspira... a situação tá ficando pesada. Acaricio com mais força e minha excitação sobe. Uma das mãos dela está no botão da calça; quando minhas mãos, subindo pelas coxas, chegam no quadril, ela faz um movimento com os dedos e desabotoa, junto com outra respiração funda... é o sinal. Tudo começa a acelerar, minhas mãos vão um pouco além e puxo suave a cintura da calça pra baixo, ela ajuda levantando a bunda do sofá. Quando tiro, as pernas dela ficam nuas, bronzeadas e firmes da academia. Acaricio dos tornozelos pra cima e sinto os músculos dela se tensionarem... e a respiração dela agora fica evidente. Ela tá de fio dental, que aparece onde a blusa dela termina agora. Subo mais minhas mãos e um dedo, ao chegar lá em cima, passo suave por cima do tecido da calcinha dela, bem onde os lábios se marcam... escapa um gemido baixinho, ela levanta a cabeça e me olha, ali ajoelhado entre as pernas dela... joga a cabeça pra trás de novo sem dizer nada. Agora olho e, além de um perfume doce, vejo uma mancha úmida no lugar por onde passei o dedo. Puxo o tecido pro lado e agora passo com firmeza o dedo... outro gemido e a cintura dela se ergue um pouco; pressiono mais e ela quer fechar as pernas, mas eu tô no meio delas. As mãos dela se agarram no sofá com força. Sem hesitar, beijo as coxas dela... a pele dela é uma delícia e me acelera. mas... sem demora, passo minha língua me aproximando mais do centro dela e, ao chegar, passo ela apenas roçando os lábios da buceta dela. -Ahhhhhh....siii...., ela diz com voz rouca e doce ao mesmo tempo, me deixando a mil. Minha boca gruda com força na buceta dela e chupo com avidez, segurando ela pelas mãos na cintura. -Mmmmmm....siii....me...me gusta Fer....se...segue...não para...não....; tudo que ela fala entrecortado aumenta a temperatura da situação. Sinto uma das mãos dela na minha cabeça, me apertando contra o corpo dela com força. Num momento, sem parar de chupar, levanto o olhar e tenho uma imagem impactante da situação: é nada menos que minha cunhada, recostada numa cadeira do meu escritório, sem calças, de pernas abertas enquanto estou dando prazer pra buceta dela ferozmente... Vejo os peitos dela subindo e descendo num ritmo acelerado, a cabeça dela jogada pra trás com a boca aberta, ofegante e respirando com muita agitação. Uma das mãos dela na minha cabeça e a outra, depois de ter aberto os botões da blusa, massageia um dos peitos dela com força, quase com violência. Olho o outro peito, desatendido, o mamilo parece enorme e quer furar o sutiã e a blusa, estico minha mão e aperto ele entre dois dedos, sinto ele duro como pedra. Ao mesmo tempo, afundo minha língua fundo, roçando o clitóris dela. Esse estímulo combinado chega na Gra que se arqueia e solta um gemido profundo: - Aaaahhhhh ... siiiii.....me dá mais....mais forteeee ..... mmmmmmmmssssiiiii..., ela pede e acompanha com a mão na minha cabeça, apertando mais. Dou mais fundo com a língua e um dedo também e sinto que ela se tensiona por completo até explodir num orgasmo. -Nnão...nnão....não aguento...maisssss ......Mmmmmmmmm....uuuuuuuuuuuuuuuuughhhhhh .... siiiiiiiiii. Sinto os sucos dela na minha boca e, apesar de estar com o pau duro como uma rocha, de repente um raio de consciência me atinge. Levanto devagar, ofegante, a boca inundada dos sucos dela e, enquanto olho pra ela, digo -A gente tem que ir... é que...Gra...não sei o que aconteceu..., ela me olha e, me encarando, diz: - Eu também não sei o que aconteceu... mas foi incrível.... não podemos deixar assim... - Temos que deixar assim, alguém pode entrar; falei enquanto ajudava ela a se arrumar e, sem tempo pra nada, ajeitamos tudo e saímos, quase não falamos, descemos e ela foi embora num táxi; fiquei meio atordoado, peguei meu carro e fui pra casa. Cheguei ainda excitado, mas não conseguia chegar perto da minha esposa... alguma coisa me prendia: eu tinha provado o corpo da irmã dela... e queria mais.
Os dias passaram e só nos cruzamos um par de vezes em algum lugar do prédio de escritórios, nossos olhares misturavam dúvida e excitação por igual, de algum jeito teríamos que encarar aquilo.
Duas semanas depois, num domingo, fomos convidados pra casa dela; tentei evitar, mas não deu. Era um dia ensolarado e tudo rolava num clima familiar... exceto nossos olhares, que se cruzavam como tiros. Até que num momento da tarde, aconteceu o inevitável; nos encontramos num corredor lateral, perto da área de serviço. - Espera... a gente precisa conversar - ela disse; - Sim... mas acho que não é o lugar. - Tem que ser o lugar.... não aguento mais - ela sussurrou. Me olhou nos olhos, bem de perto, e desabafou tudo: - O que rolou no escritório foi... muito forte... não sei como superar.. - Também me deixou... sei lá... confuso - falei; - Não me deixou confusa não... me deixou.... com o cu na mão, vagabundo.... me deixou toda acesa.... e... e... não consigo transar com meu marido... não é isso que eu quero! Disse quase me apertando contra a parede. Olhei bem pra ela, tava de jeans justo e uma camiseta e aí percebi que os bicos dos peitos dela estavam marcando enquanto eu sentia ela se acelerar. Na hora, tive uma ereção quase dolorosa, presa dentro do meu próprio jeans.
Ela me pegou pela mão e, dando uns passos, entramos num banheiro. Fecha a porta e começamos a nos beijar, com desespero. Percebi que era a primeira vez que beijava ela. Como um flash, minha mulher passa pela minha cabeça. mente... beijam parecido, mas claro, o proibido excita mais, os beijos da Gra, com gemidinhos, me deixam a mil. Sinto os peitos dela colados em mim, com os bicos bem duros. Abaixo a tampa do vaso, sento e ela senta em cima de mim, colados. Continuamos nos beijando, nos movemos quase como se estivéssemos transando, mas ainda vestidos. Acaricio as costas e a bunda dela por cima da roupa. Num movimento rápido, como se estivesse irritada, ela tira a camiseta e joga pra lá. Ela tá com um sutiã branco, simples, que quase não segura os peitos excitados dela. Desço com meus beijos pelo pescoço dela, até os peitos, ela tem um perfume que me esquenta mais, se é que isso é possível. Ela morde os lábios, tenta evitar gemer mais alto. Com um movimento, desabotoo o sutiã dela — Mmmsii... chupa eles... forte, chupa eles, Fer...; obedeço e confirmo que são uma delícia...
Ela aproveita e tira minha camiseta, agora trocamos e ela desce beijando... chupa e mordisca meus mamilos e percebe que, ao fazer isso, escapa um gemido rouco de mim... ela me olha e faz isso várias vezes. A gente tá enlouquecendo rápido, trancados num banheiro, cercados de gente que nem imagina o que tá rolando ali dentro. A gente se beija de novo, e uma das minhas mãos desabotoa a calça jeans dela, deixando espaço na cintura pra outra mão, que desce pelas costas dela, passar e um dos meus dedos explorar o canal no meio das nádegas dela, roçando o buraco da bunda dela. Ao sentir isso, a Gra abriu os olhos e a boca e se arqueou pra trás com um gemido abafado... e expondo os peitos dela de novo pro ataque da minha língua.
Nesse momento, aconteceu algo inesperado, duas batidas na porta e a voz da minha mulher: — Gra, cê tá aí? Ficamos petrificados. Sem dúvida, ela tinha ouvido aquele último gemido. Rapidamente, ela coloca a mão na minha boca. — Tô... aqui... Clau — diz a Gra com a voz trêmula. — Não tô me sentindo bem, daqui a pouco eu vou. — Tá bom — diz minha mulher — viu o Fer? — Não... faz um tempo que tô aqui. A gente ouve ela se afastar. — Vai ser melhor a gente... — começo a dizer, mas ela nem me escuta, se afasta se abaixando e me abre. O cara de jeans, desesperado. —Não consigo parar... é minha vez agora... — ele diz, tira minha rola pra fora e olha pra ela, tá durona, vermelha e brilhando... suspira e enfia inteira na boca. Ele faz isso muito, muito bem, devagar e fundo. Cada chupada te leva ao limite... eu mordo os lábios e respiro pesado... mal me permito gemer... pensando que a Claudia pode voltar. Ele acelera mais, uma das mãos enfiada no jeans aberto, se masturbando. — Vo... cê vai me... fazer... go... — eu falo entre suspiros. Como resposta, ele me olha nos olhos e acelera ainda mais o boquete e a própria punheta. Num instante, ele goza... com um gemido longo, abafado pela minha própria rola na boca dele. — Mmmmmmfffffffffff... — ele goza e aperta a mão entre as pernas. É demais e eu não aguento: — Aaaaagggggggggghhhh... siiiiiiiiiim... — e eu explodo na boca dele, me segurando pra não cair e com a outra mão no rosto dele, acaricio a bochecha onde sinto, ao passar, minha própria ereção. Ele se deixa cair pra trás, no chão, e me fulmina de novo com os olhos, me mostrando desafiador, como engole meu gozo. Mal recuperamos o fôlego, ele veste a camiseta, fecha o jeans e eu faço o mesmo. Sem palavras, nos beijamos de novo, com fúria e gosto de porra. — Tamos quites — falo com um sorriso. — Nada disso, agora tô com uma vontade de foder do caralho... — ele diz, mordendo o lábio inferior. — Eu também, não podemos ficar assim — falo, sentindo uma nova ereção que confirma que tô pensando na mesma coisa. — Por enquanto, vamos ver como saímos daqui. No fim, foi fácil: ele deu uma olhada no corredor e eu consegui sair. Pouco depois, ela saiu, com cara de não estar bem, disse: — Melhor eu ir descansar um pouco. — A gente vai embora — aproveitei pra dizer. Ao passar por mim, ela me dá um beijo de despedida na bochecha: — Preciso ir me masturbar agora... não aguento mais de tesão. — ela sussurra no meu ouvido. A viagem de volta foi como se eu estivesse em outro planeta. — Dirige você — falei pra minha mulher —, acho que algo não caiu bem. — Você deve ter comido a mesma coisa que Graciela —me disse, inocente—. Era claro que nós dois tínhamos ficado muito excitados. No dia seguinte, quase na hora de eu ir embora, toca meu telefone: "Fer... eh... é a Gra, esqueci a pasta do novo cliente na minha mesa e já estou em casa. Dá pra trazer de passagem na sua?" E completa: "Não posso voltar pra buscar e mais tarde tenho que pegar os meninos num aniversário..." Era toda a informação que eu queria, sabia que o marido dela viajava por uns dias. — Claro, daqui a pouco passo aí. Peguei a pasta dela e saí. A atitude não levantaria suspeitas nem no trabalho nem em casa, mesmo com meu carro na porta da casa dela. Cheguei e bati na porta. Ela abriu na hora, entrei e ela fechou. Olhei pra ela e o que vi já me agradou: estava com parte da roupa de trabalho, mas com um conforto bem sexy: descalça, a calça elegante e justa marcando a bunda linda dela, a camisa com alguns botões soltos, deixando ver o vale entre os peitos, o cabelo solto. Não fazia sentido disfarçar nada depois de tudo que tinha rolado. Larguei a pasta de lado e abracei ela, num beijo molhado e voraz. Ela respondeu com a mesma intensidade, tentando me tirar todo o ar. Entre beijos, passamos pelos corredores e chegamos no quarto dela. Empurrei ela pra dentro com ansiedade, e ela se deixou cair de costas na cama. Me olhou desafiadora, mordeu o lábio inferior por um momento e disse: — Não aguento mais, preciso que a gente faça isso agora... Num movimento só, me aproximei e puxei a calça e a calcinha fio dental dela, juntas. Ela virou e deixou a bunda à mostra, enquanto desabotoava o resto da camisa. Tirei minha calça enquanto beijava as nádegas dela... virei ela com desespero. Vejo que ela tá molhada e, antes que eu pergunte, ela diz: — Não parei de me tocar desde que liguei, pensando nesse momento... Subi em cima dela e a penetrei bem devagar... olhando fixo no rosto dela... ela abriu a boca e gemeu fundo... "Ahhh sssiiim, devagar sim... sim... sim..." Comecei a meter e tirar muito, muito devagar... me apoiando nos pulsos dela pra deixá-la Bem quietinha, dominada. — Eu... eu gosto disso... me dá mais... mais... me dá maaaais... — Era isso que você queria..? É isso que você tem... você é uma fogueira, Gra... você tá fervendo. — Siiim... não aguentava mais... deixa... deixa eu ficar por cima... por favor, Fer... O rostinho dela pedindo era... terrivelmente excitante. A gente vira e ela fica por cima de mim, cavalgando. Os dois de camisa aberta, é muito, muito gostoso ver ela foder assim semi-vestida e eu falo — Deixa ela... e toda vez que eu te ver no escritório... vou lembrar desse momento... — Siiim, ela diz... ahhh... sim... sim... mais rápido, Fer... mais! E a gente acelera, os peitos e o cabelo dela balançam a cada pulada, eu empurro ela com minha cintura pra cima uma vez e outra, enquanto já tô respirando rouco. — Gra... não aguento mais... — Goza dentro, não se preocupa... quero que você encha ela... já... siiim — É como o gatilho, não resisto e gozo num gemido, que se junta ao orgasmo dela, enquanto ela desaba em cima de mim. A gente fica exausto, ofegante. Enquanto ela descansa, vejo no espelho do quarto dela o corpo nu, só com a camisa amassada, sobre o meu. A imagem me faz pensar... e agora?
Fer.
Outro post:http://www.poringa.net/posts/relatos/1640521/Mi-amiga-de-siempre.html
32 comentários - Cruzei com minha cunhada... e agora?
vos la supiste usar esta increible, muy buena y creo que me gusto mas porque le tengo unas ganaas a mi cuñada como loco...
nos vemos man..
ahora no sigo porque voy a tocarme un poco pensando en mi cuñada 🙄
Van puntos. Te invito a que leas los mios.
Saludos
Anto ❤️
xDDDD
Lo de los masajes a los pies me trajo taaantooos recuerdos... tantoooos 🙎♂️ 🙎♂️ 🙎♂️
Aunque lo mío quedó ahí me cago en dios!!! 😀 😀 😀
y ahora??
TOTALMENTE DE ACUERDOOOO 🤘
El único problema sería que te enamores de ella o que te descubran 😀 😀 😀 Pero si solo es calentura... no veo cual sea el problemaaa. Salvo la culpa... en mi caso no pasaría. Eso seguro 😉
Te dejo mis 10 de hoy por haberme sentido taaaan identificado aunque el final, tristemente, haya sido otro.
Gracias Anto! Se que sos una toda una referente en los relatos P!
Gracias loco! ...no sabes lo que me toque recordando, en lo que tarde en escribir jaja!
Las habia leido todas Codillo! estan buenisimas.Gracias por el comentario!
bievenido al club!!
dps leo los demas
va a continuar....soy un poco vago para escribir ja!
O sea: me recalenté hasta tener que hacerme una pajota y descargar 🙂
El toque original es que tu cuñada es mayor que tu jermu, en el 90% de los casos es al revés ¿no?
Recomendado, los puntos los gasté pero no faltará oportunidad de dejar unos merecidos puntillos.
Gracias quitokiki! me voy a poner las pilas para escribir como siguio....