Olá, meu nome é Laura e tenho 20 anos. Moro no interior e, depois de pensar muito, decidi contar minha experiência sexual mais perversa:
Eu amo meu pai, ele é um cara bem simpático e divertido, em poucas palavras, é um ótimo pai. Mas, de repente, parei de vê-lo como pai, ou seja, ele deixou de ser meu pai e se tornou um homem aos meus olhos. Um homem que eu sabia que se masturbava todo dia de manhã, à tarde e à noite. E ele sempre fazia no mesmo lugar: no banheiro.
Desde que o peguei se masturbando, tenho um mistério para resolver: qual é o gosto daquela quantidade enorme de jatos de porra fresca que ele solta quando se masturba?
Sempre aproveitava as distrações e a falta de cuidado dele, e foi assim que comecei a espiá-lo quando ele estava no banheiro e se sentia seguro de que ninguém o observava — seja porque eu estava dormindo, porque não estava em casa ou qualquer situação parecida. Quando o via, me deparava com a figura dele em pé na frente do vaso, parado; claro, com exceção da mão, que se movia rapidamente para trás e para frente.
Na primeira vez que vi o pau dele, achei muito grande; maior do que eu imaginava. Os olhos do meu pai geralmente ficavam fechados quando ele se masturbava. Ele gemia baixinho e murmurava palavras incompreensíveis de onde eu estava.
Das poucas frases que consegui entender, foram:
— Siiim… chupa ele… chupa ele assim… quero que você prove toda a minha porra. Amo tanto seus peitos… sempre sonhei com eles. Quero gozar nos seus peitinhos… hmm.
Geralmente, eu terminava super excitada, sentindo meus mamilos endurecerem e sensações deliciosas na minha buceta, que ficava molhada e pulsava enquanto meu corpo ficava imóvel vendo meu pai se masturbar.
O que mais me surpreendeu foi a quantidade enorme de jatos de líquido meio transparente que o pau dele soltava. Geralmente, ele sempre fazia isso. acompanhado de um gemido enorme de prazer que fazia vibrar as paredes do banheiro e todo o meu ser. Era como o sinal de que eu devia ir imediatamente pro meu quarto, e assim eu fazia pra ele não me pegar espiando.
O pau dele, mesmo eu sabendo que era algo proibido e errado de pensar, sempre me pareceu a coisa mais sexy e gostosa que eu já tinha visto na vida. Pelo menos era o que meu corpo trêmulo e ansioso pra experimentar qualquer relação sexual me dizia; e acreditem, o corpo não mente.
Foi assim que, guiada pela curiosidade, com o passar dos dias, com as visitas diárias aos sites pornô e com as conversas constantes entre amigas, aprendi a me masturbar. Assim, toda vez que meu pai terminava de se masturbar e tomava um banho, eu, na privacidade do meu quarto, me masturbava pensando naquele pau gostoso dele.
Quase sempre chegava ao orgasmo na mesma hora em que meu pai saía do banho. Foi assim que, animada por uma amiga minha, que me confessou que o irmão dela costumava deixar resquícios de porra na parede do banheiro toda vez que se masturbava, fui ver se acontecia o mesmo com meu pai.
Ao chegar no banheiro, a primeira coisa que fiz foi trancar a porta. — Claro, não queria que ele me pegasse procurando a porra dele. — Depois, examinei detalhadamente as paredes do banheiro. Parecia estar tudo normal. — Talvez meu pai seja cuidadoso mesmo e não seja igual ao irmão da minha amiga. — pensei, mas quando já ia sair, bem ali, pertinho da pia, estava o que parecia ser um pequeno pedaço de esperma! Bingo! — falei pra mim mesma, e na hora veio um pensamento bem tentador e perturbador na minha cabeça.
Levada pela tentação, acabei sucumbindo aos desejos do meu corpo e, esticando a mão, peguei aquele pequeno pedaço de porra que escorria pela parede. Era bem pegajoso, parecia grudar na minha pele.
Sem limpar a mão, levei ele pro meu quarto, me deitei na cama e examinei cuidadosamente a porra do meu pai. Finalmente fiz o inimaginável: provei! Com um dedo, peguei um pouco e levei à boca, saboreando devagar. A primeira coisa que me impactou foi o cheiro. Era um cheiro forte e penetrante, mas o gosto era delicioso; salgado mas ao mesmo tempo doce. Picante e poderoso.
Me senti mal, mas ao mesmo tempo muito bem por ter provado o sêmen do papai, tanto que acabei comendo todo o sêmen da minha mão, deixando um tempinho na boca para degustar completamente.
Aquela noite não consegui dormir pensando no gostoso sabor do sêmen do meu pai. Sabia que era errado, mas, por Deus, eu tinha adorado pra caralho o gosto. Nunca tinha provado nada igual, e talvez saber que era o sêmen que saía daquela bela e excitante pica, pela qual eu era tão obcecada, tornava tudo ainda mais atraente.
Na manhã seguinte, quando acordei, sabia que não seria suficiente. Queria provar de novo. Nos dias seguintes, me masturbei várias vezes ao dia. Passei as próximas semanas esperando meu pai se masturbar para ir examinar as paredes do banheiro.
Rapidamente, o sêmen dele tinha se tornado uma obsessão pra mim. Eu era uma viciada no leite do papai. E meu pai, sem saber, estava me alimentando com o sêmen dele!
Logo meu vício piorou, e agora não me contentava mais em provar da parede; já não era suficiente. Queria provar direto da fonte! Sabia que isso era praticamente impossível. Mesmo que eu mandasse sinais pro meu pai ou deixasse claro o que queria, sabia que ele nunca concordaria com uma coisa dessas.
Mas, aos poucos, as coisas pareceram se encaixar sozinhas. Meu pai me apresentou uma nova namorada. Ela se chamava Marisol, e os dois começaram a passar bastante tempo juntos.
Marisol era uma mina de 32 anos, bem agradável, altura média, cabelo cacheado e preto, pele branca e um corpo magrinho. Nunca usava sutiã. Os peitos dela eram menos da metade dos meus, e os bicos apareciam direto. Transparentavam. Ela costumava ficar em casa nos fins de semana e, quando já era bem tarde, eu me aproximava da entrada do quarto do papai e podia ouvi-los fodendo como loucos a noite toda.
Apesar de Marisol ser uma garota bastante agradável, logo se tornou um sério problema pra mim. Papai estava sempre contente e de bom humor, isso me agradava, mas com Marisol ao lado dele, ele tinha parado de se masturbar! Ele só fazia isso uma ou duas vezes por semana, e isso era muito menos do que o suficiente pra mim.
Quando chegavam os fins de semana, eu ficava cada vez mais atrevida à noite. Me aproximava da porta dele a ponto de praticamente colar a orelha. Foi assim que descobri que Marisol tinha uma boquinha bem safada na hora do sexo:
— Vai, filho da puta… Aaahhhh… me dá… me dá forte, seu putinho! Hmm Me fode… Me fode com esse pau duro e grosso que você tem! Hmm
Em mais de uma ocasião, me atrevi a me masturbar no corredor ou até mesmo do lado de fora do quarto deles enquanto os ouvia transar. Mas teve uma vez em que eles não fecharam a porta e eu pude presenciar boa parte da relação sexual deles.
Naquela ocasião, vi como meu pai tratava Marisol com força na cama. Ele a chamava de puta e vagabunda várias vezes e costumava dar palmadas fortes que ecoavam na bunda empinada de Marisol.
Não consegui evitar percorrer o corpo nu do meu pai com os olhos, o corpo de homem maduro dele, pelos no peito e nas pernas, mas, acima de tudo, meu olhar ficou grudado no pau ereto dele. Era tão grosso, tão cheio de veias e parecia brilhante por causa dos sucos vaginais da Marisol, eu suponho. Era algo que eu nunca tinha visto na minha vida, acho que naquele momento me senti orgulhosa de ser filha de um homem tão másculo e tão bom amante na cama quanto meu pai.
Ele a manuseava como se fosse uma boneca de porcelana. Levava ela de um lado pro outro, metia no cu dela, na boca, na buceta, posicionava ela de quatro na cama, no chão, fazia ela cavalgando ele, enfim, meu pai parecia ser um verdadeiro mestre no sexo!
Acho que ver como meu pai mandava bem no love acabou me excitando tanto a ponto de eu me jogar de costas na parede e me masturbar no chão olhando eles foderem. Tive meu orgasmo bem na hora em que meu pai e a Marisol faziam um 69 perfeito na cama. Fechei os olhos e tive que morder meus lábios pra não acabar gritando que nem uma louca enquanto me contorcia toda no chão. Quando abri os olhos, levei um susto ao ver que a Marisol estava olhando diretamente pra mim. Parece que ela conseguia me ver apesar da escuridão do corredor. Quis correr, mas não consegui mexer nem um dedo.
- Marisol naquele momento chupava a rola do meu pai, que estava deitado de costas olhando pro teto e chupando a buceta dela.
- Marisol, pra minha surpresa, piscou um olho pra mim. Naquele instante, soube duas coisas: uma é que ela realmente conseguia me ver, e a outra é que não se importava nem um pouco de eu estar espionando eles.
Ela tirou o pau do meu pai da boca e, enquanto masturbava ele com a mão, parecia estar me mostrando como ele era magnífico! Devagar, começou a passar a língua por toda a cabeça do pau, sem parar de masturbá-lo. Ela lambia os próprios lábios como se estivesse saboreando o gosto dele – como se não soubesse que eu já sabia como o esperma dele é gostoso… Naquele momento, senti uma pontinha de inveja de não ser eu quem estava saboreando ele direto da fonte da criação.
Resumindo, a Marisol parecia ficar excitada com o fato de a filha do namorado dela estar vendo eles foderem, e ela tava realmente adorando aquilo.
Depois de alguns minutos se exibindo, eu diria, o pau do meu pai, ela se dedicou a dar um boquete espetacular que fez ele gozar em segundos. Quando os olhos da Marisol se abriram mais que o normal e meu pai começou a levantar o quadril, como se quisesse penetrar mais fundo na boca dela, eu soube que ele tava gozando na boca dela.
Marisol continuou chupando e chupando sem parar escapar uma única gota de sêmen. — Não a culpo, eu teria feito o mesmo.
O corpo do meu pai aos poucos começou a se acalmar. Marisol virou para me olhar e, num ato rápido, abriu a boca para me mostrar todo o sêmen que tinha na língua. Ao fechar, piscou o olho de novo e continuou limpando o pau duro do meu pai até deixá-lo quase brilhando.
Poucos minutos depois, meu pai começou a se levantar e, pegando Marisol pela cintura, eu soube que viria mais uma foda. Eu já não podia ficar ali. Era perigoso demais, então me levantei como pude, já que minhas pernas tremiam de tesão, fui pro meu quarto e me masturbei a noite toda.
No dia seguinte, estava meio envergonhada e mal queria encontrar Marisol. Desci pra sala de jantar torcendo pra que tivessem ido fazer compras ou algo assim, mas qual foi minha surpresa ao ver Marisol sentada numa cadeira tomando café.
Quando me viu, sorriu e piscou o olho, deixando bem claro que não tinha sido nenhum sonho. Passei por ela de cabeça baixa e sem dizer uma palavra. Foi então que ela me disse:
— Não precisa se envergonhar, foi excitante, não acha?
Não consegui responder. Simplesmente não conseguia articular palavra alguma.
— Eu gostei... e pelo visto você também curtiu, não foi? — ela perguntou de novo.
— Acho que sim... — falei.
— Você fica com tesão mesmo, né?
Só balancei a cabeça que sim.
— Seu pai me disse que desde pequena você não tem com quem conversar de mulher pra mulher. Por que não fala comigo?
— Me dá tesão... e muito.
— Você já tinha visto seu pai transar com outra mulher antes de ontem?
Não respondi na hora. Pensei muito no que dizer. Tinha um monte de perguntas, e era verdade o que Marisol dizia, era bom ter com quem conversar. Não sei por quê, mas Marisol me passou uma confiança enorme. Tanto que acabei contando tudo pra ela...
Conversamos por várias horas, ela respondeu tudo que eu perguntei e Pela primeira vez na vida, eu soube o que era conversar com alguém que parecia uma mãe. A Marisol parecia entender todos os meus problemas. Quando contei minha frustração por não conseguir provar o sêmen do meu pai fresco, ela ficou em silêncio. Parecia estar pensando. Depois, disse que daria um jeito de me ajudar.
Naquela noite, meu pensamento era baseado no que a Marisol tinha me falado sobre me ajudar. Não sabia exatamente o que ela queria dizer com aquilo. Quando ouvi eles chegarem do jantar, meu pai foi pro banheiro e a Marisol, colocando a cabeça na porta do meu quarto, me disse:
— Vou deixar a porta aberta…
Eu mal consegui balançar a cabeça que sim.
Por alguma razão estranha, naquela noite eu saí pelada do meu quarto, pronta pra espiar eles.
Quando cheguei, não acreditei no que vi: meu pai estava amarrado na cama com uma venda nos olhos, enquanto uma música baixa tocava no quarto.
A Marisol estava entre as pernas do meu pai, chupando o pau dele. Ela virou pra porta e me viu de pé, pelada e parada. Os olhos dela pareciam não acreditar no que viam. Acho que ela nunca imaginou que eu fosse pelada.
Meu pai gemia e murmurava como ela chupava bem.
— Aaaiii, caralho!! Que gostoso, chupando essa pica!! Hmmm
A Marisol fez sinal pra eu entrar no quarto e, quando entrei, apontou com o braço pra eu sentar na cadeira ao lado da cama.
Eu comecei a me masturbar enquanto via ela chupar o pau do meu pai.
A Marisol chupou o pau dele até que, finalmente, meu pai começou a gozar na boca dela. Naquele momento, a Marisol me fez sinal pra eu chegar perto. Fui até onde ela estava e, antes que eu pudesse reagir, a Marisol segurou minha cabeça, me puxou pra perto e me deu um beijão na boca. Nunca tinha beijado uma mulher antes, mas a experiência foi muito gostosa. Enquanto a gente se beijava, a boca dela se abriu e todo o líquido que estava lá dentro passou pra minha boca. Parece que a Marisol tinha guardado todo o sêmen. do papai na boca dela e agora me dava pra provar, quentinho e fresquinho.
Quando terminei de engolir, ela me soltou e quase caí em cima do meu pai.
Marisol sorriu e, depois de fazer sinal pra eu ir embora, começou a chupar o pau do meu pai de novo, que parecia nem ter percebido o que tinha acabado de rolar; ou seja, papai não fazia ideia de que a filha dele tinha visto os dois fudendo e muito menos que tinha acabado de provar o semen fresquinho dele…
Eu já ia saindo quando Marisol, depois de soltar o pau do meu pai, se levantou e veio andando até onde eu tava. Quando chegou em mim, me beijou na boca de leve e, depois de um momento processando o que tava acontecendo, eu correspondi o beijo.
Depois do beijo, ela sussurrou um monte de coisa no meu ouvido, aí fui pro meu quarto e me deitei na cama com as palavras da Marisol ecoando forte na minha cabeça…
Aquela noite fiquei de olho bem aberto; simplesmente não consegui dormir.
— Da próxima vez, quem sabe é você quem tira o leite do seu papai… não quer chupar o pau do papai, Laurita? — Foram as palavras que Marisol sussurrou no meu ouvido. E quanto mais eu lembrava, mais meu corpo tremia de tesão.
Acho que eu me arrepiava porque sabia perfeitamente qual era a resposta.
O que tinha começado como curiosidade — provar o sêmen do papai — tinha virado uma obsessão que ficava cada vez mais forte. Tudo tinha acontecido muito rápido. Nunca tinha pensado no meu pai desse jeito antes e muito menos imaginei que a namorada dele, que eu conhecia há tão pouco tempo, fosse ser tão pervertida quanto eu, ou até mais.
Acho que foi naquela noite que decidi fazer. Tinha que fazer. Precisava sentir o pau dele na minha boca, aprender a chupar e aproveitar igual a Marisol fazia. Queria beber o sêmen que o pau dele soltasse por causa de um boquete meu.
Já de madrugada, ouvi meu pai saindo com a Marisol. Quando passaram pelo meu quarto, eles murmuravam alguma coisa Por mais que tentei decifrar, não consegui. Levantei e fiquei me olhando no espelho por um bom tempo.
No dia seguinte, Marisol me levou pra fazer compras. Ela disse que eu podia comprar tudo o que gostasse nas lojas, que tinha dinheiro de sobra pra nós duas e que não perguntasse como nem de onde tinha tirado, que era só aproveitar e escolher roupas. Disse que já era hora de trocar meu jeito conservador de vestir pelo de uma mulher provocante. E olha que os vestidos que eu escolheria eram provocantes mesmo, porque mostravam muito e deixavam pouco pra imaginação.
Pelo visto, Marisol tinha um plano na cabeça. Ela me ajudou a escolher vários vestidos de verão que grudavam perfeitamente no meu corpo, realçando minha silhueta de mulher. Quanto mais eu me olhava no espelho, mais gostava de como ficava em mim. Minha imagem de adolescente estava a caminho de se transformar em mulher.
Quando chegamos em casa, Marisol me disse: por que você não vai pro seu quarto e veste um dos vestidos que comprou? Foi o que fiz. Me troquei na maior velocidade e, quando fiquei pronta, desci as escadas.
Quando ouvi uma conversa na sala, parei no meio da escada. Pelo visto, Marisol estava contando pro meu pai o que a gente tinha feito naquela manhã:
— Tivemos um dia ótimo. Laura precisava de uma mudança no guarda-roupa. Ajudei ela a escolher roupas que combinassem mais com o corpo e a personalidade dela... agora que você a ver, vai perceber como ela tá gostosa com a roupa nova.
— Laura sempre foi gostosa... — meu pai falou num tom defensivo.
— Sim, mas se vestia mal. Sempre usava roupas largadas. Não é jeito de se vestir pra uma menina tão linda que tá se transformando numa mulherzinha. Você precisa entender que ela tá prestes a se descobrir sexualmente e você tem que estar preparado?
— Prestes a quê?
Percebi que meu pai ficou meio desconfortável quando Marisol tocou no assunto da sexualidade.
— Você me ouviu... as garotas da idade dela têm necessidades também. Eles precisam começar a explorar a sexualidade delas. É algo natural. Eu vou ajudar ela com todas as dúvidas que ela tiver, claro, mas no fim das contas, você é o pai dela.
Papai não disse nada. Parecia que era a hora de me mostrar. Desci as escadas e parei para cumprimentá-lo.
— Oi, papai…
Ele me olhou, esperando qualquer coisa menos o que viu: uma mulher gostosa na frente dos olhos dele. A cara dele disse tudo. Ele ficou paralisado. Demorou vários segundos até conseguir encontrar as palavras certas para falar. Finalmente, quebrou o silêncio com um: você está linda… não consigo acreditar.
Marisol abraçou ele por trás e sussurrou no ouvido dele: Verdade que ela tá uma graça? Já é toda uma mulher…
Meu pai concordou com a cabeça.
Corri para abraçar ele. Sempre amei sentir os braços fortes dele ao meu redor, mas dessa vez foi diferente, o abraço dele era de um homem abraçando uma mulher, não de um pai abraçando a filha.
Ele me abraçou forte e disse: Não sei o que te dizer, filha… você tá lindíssima.
Ficamos abraçados por um tempão até meu pai se sentir meio desconfortável e sair.
— Não acredito que você nunca percebeu… — disse Marisol para meu pai. — Todos esses anos você teve essa garota linda na sua cara e nem sequer tinha notado?
— É assim que eu sou… — foi a única coisa que meu pai disse.
CONTINUA...
Eu amo meu pai, ele é um cara bem simpático e divertido, em poucas palavras, é um ótimo pai. Mas, de repente, parei de vê-lo como pai, ou seja, ele deixou de ser meu pai e se tornou um homem aos meus olhos. Um homem que eu sabia que se masturbava todo dia de manhã, à tarde e à noite. E ele sempre fazia no mesmo lugar: no banheiro.
Desde que o peguei se masturbando, tenho um mistério para resolver: qual é o gosto daquela quantidade enorme de jatos de porra fresca que ele solta quando se masturba?
Sempre aproveitava as distrações e a falta de cuidado dele, e foi assim que comecei a espiá-lo quando ele estava no banheiro e se sentia seguro de que ninguém o observava — seja porque eu estava dormindo, porque não estava em casa ou qualquer situação parecida. Quando o via, me deparava com a figura dele em pé na frente do vaso, parado; claro, com exceção da mão, que se movia rapidamente para trás e para frente.
Na primeira vez que vi o pau dele, achei muito grande; maior do que eu imaginava. Os olhos do meu pai geralmente ficavam fechados quando ele se masturbava. Ele gemia baixinho e murmurava palavras incompreensíveis de onde eu estava.
Das poucas frases que consegui entender, foram:
— Siiim… chupa ele… chupa ele assim… quero que você prove toda a minha porra. Amo tanto seus peitos… sempre sonhei com eles. Quero gozar nos seus peitinhos… hmm.
Geralmente, eu terminava super excitada, sentindo meus mamilos endurecerem e sensações deliciosas na minha buceta, que ficava molhada e pulsava enquanto meu corpo ficava imóvel vendo meu pai se masturbar.
O que mais me surpreendeu foi a quantidade enorme de jatos de líquido meio transparente que o pau dele soltava. Geralmente, ele sempre fazia isso. acompanhado de um gemido enorme de prazer que fazia vibrar as paredes do banheiro e todo o meu ser. Era como o sinal de que eu devia ir imediatamente pro meu quarto, e assim eu fazia pra ele não me pegar espiando.
O pau dele, mesmo eu sabendo que era algo proibido e errado de pensar, sempre me pareceu a coisa mais sexy e gostosa que eu já tinha visto na vida. Pelo menos era o que meu corpo trêmulo e ansioso pra experimentar qualquer relação sexual me dizia; e acreditem, o corpo não mente.
Foi assim que, guiada pela curiosidade, com o passar dos dias, com as visitas diárias aos sites pornô e com as conversas constantes entre amigas, aprendi a me masturbar. Assim, toda vez que meu pai terminava de se masturbar e tomava um banho, eu, na privacidade do meu quarto, me masturbava pensando naquele pau gostoso dele.
Quase sempre chegava ao orgasmo na mesma hora em que meu pai saía do banho. Foi assim que, animada por uma amiga minha, que me confessou que o irmão dela costumava deixar resquícios de porra na parede do banheiro toda vez que se masturbava, fui ver se acontecia o mesmo com meu pai.
Ao chegar no banheiro, a primeira coisa que fiz foi trancar a porta. — Claro, não queria que ele me pegasse procurando a porra dele. — Depois, examinei detalhadamente as paredes do banheiro. Parecia estar tudo normal. — Talvez meu pai seja cuidadoso mesmo e não seja igual ao irmão da minha amiga. — pensei, mas quando já ia sair, bem ali, pertinho da pia, estava o que parecia ser um pequeno pedaço de esperma! Bingo! — falei pra mim mesma, e na hora veio um pensamento bem tentador e perturbador na minha cabeça.
Levada pela tentação, acabei sucumbindo aos desejos do meu corpo e, esticando a mão, peguei aquele pequeno pedaço de porra que escorria pela parede. Era bem pegajoso, parecia grudar na minha pele.
Sem limpar a mão, levei ele pro meu quarto, me deitei na cama e examinei cuidadosamente a porra do meu pai. Finalmente fiz o inimaginável: provei! Com um dedo, peguei um pouco e levei à boca, saboreando devagar. A primeira coisa que me impactou foi o cheiro. Era um cheiro forte e penetrante, mas o gosto era delicioso; salgado mas ao mesmo tempo doce. Picante e poderoso.
Me senti mal, mas ao mesmo tempo muito bem por ter provado o sêmen do papai, tanto que acabei comendo todo o sêmen da minha mão, deixando um tempinho na boca para degustar completamente.
Aquela noite não consegui dormir pensando no gostoso sabor do sêmen do meu pai. Sabia que era errado, mas, por Deus, eu tinha adorado pra caralho o gosto. Nunca tinha provado nada igual, e talvez saber que era o sêmen que saía daquela bela e excitante pica, pela qual eu era tão obcecada, tornava tudo ainda mais atraente.
Na manhã seguinte, quando acordei, sabia que não seria suficiente. Queria provar de novo. Nos dias seguintes, me masturbei várias vezes ao dia. Passei as próximas semanas esperando meu pai se masturbar para ir examinar as paredes do banheiro.
Rapidamente, o sêmen dele tinha se tornado uma obsessão pra mim. Eu era uma viciada no leite do papai. E meu pai, sem saber, estava me alimentando com o sêmen dele!
Logo meu vício piorou, e agora não me contentava mais em provar da parede; já não era suficiente. Queria provar direto da fonte! Sabia que isso era praticamente impossível. Mesmo que eu mandasse sinais pro meu pai ou deixasse claro o que queria, sabia que ele nunca concordaria com uma coisa dessas.
Mas, aos poucos, as coisas pareceram se encaixar sozinhas. Meu pai me apresentou uma nova namorada. Ela se chamava Marisol, e os dois começaram a passar bastante tempo juntos.
Marisol era uma mina de 32 anos, bem agradável, altura média, cabelo cacheado e preto, pele branca e um corpo magrinho. Nunca usava sutiã. Os peitos dela eram menos da metade dos meus, e os bicos apareciam direto. Transparentavam. Ela costumava ficar em casa nos fins de semana e, quando já era bem tarde, eu me aproximava da entrada do quarto do papai e podia ouvi-los fodendo como loucos a noite toda.
Apesar de Marisol ser uma garota bastante agradável, logo se tornou um sério problema pra mim. Papai estava sempre contente e de bom humor, isso me agradava, mas com Marisol ao lado dele, ele tinha parado de se masturbar! Ele só fazia isso uma ou duas vezes por semana, e isso era muito menos do que o suficiente pra mim.
Quando chegavam os fins de semana, eu ficava cada vez mais atrevida à noite. Me aproximava da porta dele a ponto de praticamente colar a orelha. Foi assim que descobri que Marisol tinha uma boquinha bem safada na hora do sexo:
— Vai, filho da puta… Aaahhhh… me dá… me dá forte, seu putinho! Hmm Me fode… Me fode com esse pau duro e grosso que você tem! Hmm
Em mais de uma ocasião, me atrevi a me masturbar no corredor ou até mesmo do lado de fora do quarto deles enquanto os ouvia transar. Mas teve uma vez em que eles não fecharam a porta e eu pude presenciar boa parte da relação sexual deles.
Naquela ocasião, vi como meu pai tratava Marisol com força na cama. Ele a chamava de puta e vagabunda várias vezes e costumava dar palmadas fortes que ecoavam na bunda empinada de Marisol.
Não consegui evitar percorrer o corpo nu do meu pai com os olhos, o corpo de homem maduro dele, pelos no peito e nas pernas, mas, acima de tudo, meu olhar ficou grudado no pau ereto dele. Era tão grosso, tão cheio de veias e parecia brilhante por causa dos sucos vaginais da Marisol, eu suponho. Era algo que eu nunca tinha visto na minha vida, acho que naquele momento me senti orgulhosa de ser filha de um homem tão másculo e tão bom amante na cama quanto meu pai.
Ele a manuseava como se fosse uma boneca de porcelana. Levava ela de um lado pro outro, metia no cu dela, na boca, na buceta, posicionava ela de quatro na cama, no chão, fazia ela cavalgando ele, enfim, meu pai parecia ser um verdadeiro mestre no sexo!
Acho que ver como meu pai mandava bem no love acabou me excitando tanto a ponto de eu me jogar de costas na parede e me masturbar no chão olhando eles foderem. Tive meu orgasmo bem na hora em que meu pai e a Marisol faziam um 69 perfeito na cama. Fechei os olhos e tive que morder meus lábios pra não acabar gritando que nem uma louca enquanto me contorcia toda no chão. Quando abri os olhos, levei um susto ao ver que a Marisol estava olhando diretamente pra mim. Parece que ela conseguia me ver apesar da escuridão do corredor. Quis correr, mas não consegui mexer nem um dedo.
- Marisol naquele momento chupava a rola do meu pai, que estava deitado de costas olhando pro teto e chupando a buceta dela.
- Marisol, pra minha surpresa, piscou um olho pra mim. Naquele instante, soube duas coisas: uma é que ela realmente conseguia me ver, e a outra é que não se importava nem um pouco de eu estar espionando eles.
Ela tirou o pau do meu pai da boca e, enquanto masturbava ele com a mão, parecia estar me mostrando como ele era magnífico! Devagar, começou a passar a língua por toda a cabeça do pau, sem parar de masturbá-lo. Ela lambia os próprios lábios como se estivesse saboreando o gosto dele – como se não soubesse que eu já sabia como o esperma dele é gostoso… Naquele momento, senti uma pontinha de inveja de não ser eu quem estava saboreando ele direto da fonte da criação.
Resumindo, a Marisol parecia ficar excitada com o fato de a filha do namorado dela estar vendo eles foderem, e ela tava realmente adorando aquilo.
Depois de alguns minutos se exibindo, eu diria, o pau do meu pai, ela se dedicou a dar um boquete espetacular que fez ele gozar em segundos. Quando os olhos da Marisol se abriram mais que o normal e meu pai começou a levantar o quadril, como se quisesse penetrar mais fundo na boca dela, eu soube que ele tava gozando na boca dela.
Marisol continuou chupando e chupando sem parar escapar uma única gota de sêmen. — Não a culpo, eu teria feito o mesmo.
O corpo do meu pai aos poucos começou a se acalmar. Marisol virou para me olhar e, num ato rápido, abriu a boca para me mostrar todo o sêmen que tinha na língua. Ao fechar, piscou o olho de novo e continuou limpando o pau duro do meu pai até deixá-lo quase brilhando.
Poucos minutos depois, meu pai começou a se levantar e, pegando Marisol pela cintura, eu soube que viria mais uma foda. Eu já não podia ficar ali. Era perigoso demais, então me levantei como pude, já que minhas pernas tremiam de tesão, fui pro meu quarto e me masturbei a noite toda.
No dia seguinte, estava meio envergonhada e mal queria encontrar Marisol. Desci pra sala de jantar torcendo pra que tivessem ido fazer compras ou algo assim, mas qual foi minha surpresa ao ver Marisol sentada numa cadeira tomando café.
Quando me viu, sorriu e piscou o olho, deixando bem claro que não tinha sido nenhum sonho. Passei por ela de cabeça baixa e sem dizer uma palavra. Foi então que ela me disse:
— Não precisa se envergonhar, foi excitante, não acha?
Não consegui responder. Simplesmente não conseguia articular palavra alguma.
— Eu gostei... e pelo visto você também curtiu, não foi? — ela perguntou de novo.
— Acho que sim... — falei.
— Você fica com tesão mesmo, né?
Só balancei a cabeça que sim.
— Seu pai me disse que desde pequena você não tem com quem conversar de mulher pra mulher. Por que não fala comigo?
— Me dá tesão... e muito.
— Você já tinha visto seu pai transar com outra mulher antes de ontem?
Não respondi na hora. Pensei muito no que dizer. Tinha um monte de perguntas, e era verdade o que Marisol dizia, era bom ter com quem conversar. Não sei por quê, mas Marisol me passou uma confiança enorme. Tanto que acabei contando tudo pra ela...
Conversamos por várias horas, ela respondeu tudo que eu perguntei e Pela primeira vez na vida, eu soube o que era conversar com alguém que parecia uma mãe. A Marisol parecia entender todos os meus problemas. Quando contei minha frustração por não conseguir provar o sêmen do meu pai fresco, ela ficou em silêncio. Parecia estar pensando. Depois, disse que daria um jeito de me ajudar.
Naquela noite, meu pensamento era baseado no que a Marisol tinha me falado sobre me ajudar. Não sabia exatamente o que ela queria dizer com aquilo. Quando ouvi eles chegarem do jantar, meu pai foi pro banheiro e a Marisol, colocando a cabeça na porta do meu quarto, me disse:
— Vou deixar a porta aberta…
Eu mal consegui balançar a cabeça que sim.
Por alguma razão estranha, naquela noite eu saí pelada do meu quarto, pronta pra espiar eles.
Quando cheguei, não acreditei no que vi: meu pai estava amarrado na cama com uma venda nos olhos, enquanto uma música baixa tocava no quarto.
A Marisol estava entre as pernas do meu pai, chupando o pau dele. Ela virou pra porta e me viu de pé, pelada e parada. Os olhos dela pareciam não acreditar no que viam. Acho que ela nunca imaginou que eu fosse pelada.
Meu pai gemia e murmurava como ela chupava bem.
— Aaaiii, caralho!! Que gostoso, chupando essa pica!! Hmmm
A Marisol fez sinal pra eu entrar no quarto e, quando entrei, apontou com o braço pra eu sentar na cadeira ao lado da cama.
Eu comecei a me masturbar enquanto via ela chupar o pau do meu pai.
A Marisol chupou o pau dele até que, finalmente, meu pai começou a gozar na boca dela. Naquele momento, a Marisol me fez sinal pra eu chegar perto. Fui até onde ela estava e, antes que eu pudesse reagir, a Marisol segurou minha cabeça, me puxou pra perto e me deu um beijão na boca. Nunca tinha beijado uma mulher antes, mas a experiência foi muito gostosa. Enquanto a gente se beijava, a boca dela se abriu e todo o líquido que estava lá dentro passou pra minha boca. Parece que a Marisol tinha guardado todo o sêmen. do papai na boca dela e agora me dava pra provar, quentinho e fresquinho.
Quando terminei de engolir, ela me soltou e quase caí em cima do meu pai.
Marisol sorriu e, depois de fazer sinal pra eu ir embora, começou a chupar o pau do meu pai de novo, que parecia nem ter percebido o que tinha acabado de rolar; ou seja, papai não fazia ideia de que a filha dele tinha visto os dois fudendo e muito menos que tinha acabado de provar o semen fresquinho dele…
Eu já ia saindo quando Marisol, depois de soltar o pau do meu pai, se levantou e veio andando até onde eu tava. Quando chegou em mim, me beijou na boca de leve e, depois de um momento processando o que tava acontecendo, eu correspondi o beijo.
Depois do beijo, ela sussurrou um monte de coisa no meu ouvido, aí fui pro meu quarto e me deitei na cama com as palavras da Marisol ecoando forte na minha cabeça…
Aquela noite fiquei de olho bem aberto; simplesmente não consegui dormir.
— Da próxima vez, quem sabe é você quem tira o leite do seu papai… não quer chupar o pau do papai, Laurita? — Foram as palavras que Marisol sussurrou no meu ouvido. E quanto mais eu lembrava, mais meu corpo tremia de tesão.
Acho que eu me arrepiava porque sabia perfeitamente qual era a resposta.
O que tinha começado como curiosidade — provar o sêmen do papai — tinha virado uma obsessão que ficava cada vez mais forte. Tudo tinha acontecido muito rápido. Nunca tinha pensado no meu pai desse jeito antes e muito menos imaginei que a namorada dele, que eu conhecia há tão pouco tempo, fosse ser tão pervertida quanto eu, ou até mais.
Acho que foi naquela noite que decidi fazer. Tinha que fazer. Precisava sentir o pau dele na minha boca, aprender a chupar e aproveitar igual a Marisol fazia. Queria beber o sêmen que o pau dele soltasse por causa de um boquete meu.
Já de madrugada, ouvi meu pai saindo com a Marisol. Quando passaram pelo meu quarto, eles murmuravam alguma coisa Por mais que tentei decifrar, não consegui. Levantei e fiquei me olhando no espelho por um bom tempo.
No dia seguinte, Marisol me levou pra fazer compras. Ela disse que eu podia comprar tudo o que gostasse nas lojas, que tinha dinheiro de sobra pra nós duas e que não perguntasse como nem de onde tinha tirado, que era só aproveitar e escolher roupas. Disse que já era hora de trocar meu jeito conservador de vestir pelo de uma mulher provocante. E olha que os vestidos que eu escolheria eram provocantes mesmo, porque mostravam muito e deixavam pouco pra imaginação.
Pelo visto, Marisol tinha um plano na cabeça. Ela me ajudou a escolher vários vestidos de verão que grudavam perfeitamente no meu corpo, realçando minha silhueta de mulher. Quanto mais eu me olhava no espelho, mais gostava de como ficava em mim. Minha imagem de adolescente estava a caminho de se transformar em mulher.
Quando chegamos em casa, Marisol me disse: por que você não vai pro seu quarto e veste um dos vestidos que comprou? Foi o que fiz. Me troquei na maior velocidade e, quando fiquei pronta, desci as escadas.
Quando ouvi uma conversa na sala, parei no meio da escada. Pelo visto, Marisol estava contando pro meu pai o que a gente tinha feito naquela manhã:
— Tivemos um dia ótimo. Laura precisava de uma mudança no guarda-roupa. Ajudei ela a escolher roupas que combinassem mais com o corpo e a personalidade dela... agora que você a ver, vai perceber como ela tá gostosa com a roupa nova.
— Laura sempre foi gostosa... — meu pai falou num tom defensivo.
— Sim, mas se vestia mal. Sempre usava roupas largadas. Não é jeito de se vestir pra uma menina tão linda que tá se transformando numa mulherzinha. Você precisa entender que ela tá prestes a se descobrir sexualmente e você tem que estar preparado?
— Prestes a quê?
Percebi que meu pai ficou meio desconfortável quando Marisol tocou no assunto da sexualidade.
— Você me ouviu... as garotas da idade dela têm necessidades também. Eles precisam começar a explorar a sexualidade delas. É algo natural. Eu vou ajudar ela com todas as dúvidas que ela tiver, claro, mas no fim das contas, você é o pai dela.
Papai não disse nada. Parecia que era a hora de me mostrar. Desci as escadas e parei para cumprimentá-lo.
— Oi, papai…
Ele me olhou, esperando qualquer coisa menos o que viu: uma mulher gostosa na frente dos olhos dele. A cara dele disse tudo. Ele ficou paralisado. Demorou vários segundos até conseguir encontrar as palavras certas para falar. Finalmente, quebrou o silêncio com um: você está linda… não consigo acreditar.
Marisol abraçou ele por trás e sussurrou no ouvido dele: Verdade que ela tá uma graça? Já é toda uma mulher…
Meu pai concordou com a cabeça.
Corri para abraçar ele. Sempre amei sentir os braços fortes dele ao meu redor, mas dessa vez foi diferente, o abraço dele era de um homem abraçando uma mulher, não de um pai abraçando a filha.
Ele me abraçou forte e disse: Não sei o que te dizer, filha… você tá lindíssima.
Ficamos abraçados por um tempão até meu pai se sentir meio desconfortável e sair.
— Não acredito que você nunca percebeu… — disse Marisol para meu pai. — Todos esses anos você teve essa garota linda na sua cara e nem sequer tinha notado?
— É assim que eu sou… — foi a única coisa que meu pai disse.
CONTINUA...
12 comentários - Viciada em porra
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