Viúvas, casadas, solteiras

Hermanos poringa boys, deixa eu chamar vocês assim, já que vou compartilhar com vocês uns rolês que vivi, direta e indiretamente.

Tudo começou na busca por um livro qualquer, foi assim que entrei numa livraria conhecida na rua Corrientes. Depois de dar uma olhada, encontro entre tantos títulos "Casadas, viúvas ou solteiras: quem é mais fogosa no love". Publicado pela primeira vez em 1881. Mas não vou falar desse não, que na minha modesta opinião, é chato pra caralho.

Tem quem diga que as novinhas são as mais putas, porque tão sempre atrás de experiência. Outros juram que as infiéis, especialmente as casadas, são as mais safadas. E as viúvas? Dizem que comem gostoso sem culpa nenhuma.

Irmãozinhos, quem é mais puta?

Poringa boys meus, é dever de cada um chegar na própria conclusão. Então aqui vai a minha, porque na minha meia-idade já curti os três estados dessas mulheres e agora tô relembrando.

**Viúva**

Oito meses atrás, uma loira gostosa tinha herdado esse título. Ela não é perfeita, mas é uma sedutora do caralho, abençoada por Deus com um corpo eternamente jovem; pernas finas e longas, cintura fina, uma bunda que é uma maçã deliciosa. Dá pra abraçar a cintura dela com um braço só, os peitos médios, sendo generoso, parecem de uma novinha de quinze anos, que fariam qualquer tarado delirar. Os lábios dela pedem pra ser beijados. Tinha um dente torto e um nariz sofisticado. Com os cílios dela, você subia pro céu, e as pupilas mudavam de cor.

Quatro filhos, entre cinco e dezesseis anos, quem não encheria ela de cria? Tão puta que vivia grávida. Um vizinho do hotel, só um ano mais velho que o filho mais velho dela, tinha a cara de pau de olhar pra bunda dela toda vez que passava. Mas só fazia isso, porque a maturidade dela intimidava ele. Só que pra ela, aquilo era uma declaração de guerra.

Uma noite de solidão, o corpo dela esquentou, ficou molhado. Ela sentiu uma puta vontade de putaria e se esfregou. usa a palavra "buceta" por suas lembranças, mas as lembranças são lembranças. Naquela manhã, na porta do hotel, ela conversava com uma amiga enquanto as menores brincavam, esse vizinho apareceu e, muito educadamente, arrumou a perna de uma bonequinha da filha dela.

Irmãos Poringa Boys, como é sabido, quando duas ou mais mulheres se juntam, ficam mais ousadas com o sexo oposto. Cochicharam entre si e a viúva disse ao rapaz se ele podia arrumar uma tomada da cozinha dela, que fosse à noite.

No quartinho dele, onde os beliches se juntavam com a mesa, as crianças terminavam de jantar. Ele chegou e a mãe viúva anunciou que ele arrumaria a tomada. Levou-o para a cozinha e começaram a conversar. Pouco depois, ela mandou as crianças dormirem. Ela o convidou para ver TV, claro que a tomada quebrada nunca existiu. Sentaram-se um ao lado do outro, e com o passar do tempo, ela se mostrava mais gentil e carinhosa. Sua transformação era inevitável, já que seu corpo se preparava para receber uma rola jovem, então seus fluidos brotavam lentamente, umedecendo partes gostosas do seu corpo.

Com as crianças já dormindo:

— Senhora, a senhora ficaria brava se eu quisesse te dar um beijo?
— Não seja bobo (docemente)
— Hã, não, porque as crianças estão dormindo e po...

Que crianças nada; ela totalmente excitada, com um tesão que ruborizava a pele dela. Não deixou ele terminar de falar, enfiou a língua na boca dele e já ia pegar na rola dele, quando esse broto se assustou e a segurou, dizendo:
— Senhora, seus filhos podem acordar e...
A viúva apertou a rola dele e não disse mais nada.

Depois de babar o rosto do rapaz de beijos, ela meteu a mão por baixo do short em busca daquele pedaço ereto, tirou pra fora e fez o gesto de enfermeira pedindo silêncio: shssss. Bateu uma punheta nele por um tempinho e enfiou na boca. Uma rola jovem, nova, depois de quase vinte anos com a mesma, porque ela era uma esposa fiel, devota ao marido. Agora, extasiada, chupava a rola dele como se fosse a última. Teria glup glup glup, acompanhados de mn mn mn mn, enquanto os filhinhos dela, incomodados com o barulho, se viravam de lado pra continuar dormindo. Ela chupava como um bezerro agarrado na teta, convencida de que a vida dela dependia daquela chupada. Passava o pau todo molhado no rosto e enfiava de novo inteiro na boca até bater o nariz na peluda dele. Num momento em que tinha tudo lá dentro, ela paralisou e colocou a ponta da língua pra massagear as bolinhas desse sortudo, assim babou toda a genital dele.

Maninho, que mulher gostosa, chupava tão tasty e tudo por prazer próprio. Agarrou o cara e levou pra cozinha, fechou a porta, abaixou o short dele, colocou uma camisinha e virou de costas, levantou a saia, puxou a calcinha preta fio-dental — que era todo o luto que ela usava — e ajudou a ser penetrada. Gozou tanto nas poucas enfiadas que recebeu que machucou o lábio, mordendo pra calar os gemidos, que nunca saíram. Foi o suficiente pra despertar a fera que dormia nela.

Esse amante durou uns meses, porque ela trocou por outro, esse já sabia demais. Viúvas não precisam dar explicações nem cuidar da reputação. Não dão prazer, só exigem prazer pra elas mesmas. Virou uma predadora sem limites, comia os caras que queria. Os novinhos são muito fáceis de controlar, por isso a preferência dela. Será que era porque sempre viveu submissa? As coisas tinham mudado, era ela quem submetia eles a horas de sexo, não era do bom, mas era abundante.

O trabalho dela de vendedora de cosméticos abria portas pra entrar nas casas de família. O desafio não era vender, mas encontrar um garanhão adolescente novinho. Sabendo os horários das mães, aparecia no horário de trabalho delas e, com desculpas de deixar revistas, entrava. Não era difícil baixar as calças desses moleques, porque ela agia com muita doçura e se oferecia como um presente muito esperado.

Certa vez, encontrou uma rola que... do seu tamanho, divina nas palavras e, para surpresa dele, muito rendida. Transavam na cama da mãe dele e a saudade de ter uma buceta no cu chegou ao fim, então ela o empurrou para trás, virou-se e, como uma putinha, se ofereceu. Uma paisagem linda, as nádegas redondas e duras adornadas com a calcinha fio dental puxada de lado, deixavam ver o cuzinho tão apertadinho, como um asterisco.

Ela chupou um dedo e lentamente o enfiou, quando conseguiu que aquele esfíncter afrouxasse um pouco, cuspiu em três dedos e os passou lá.

O garoto, maravilhado com o que via, porque só uma mulher experiente como ela conseguia hipnotizar com um ato gentil aquele púbere. É inacreditável que um cuzinho tão fechado tivesse elasticidade para se moldar à forma e ao tamanho daquela pica adolescente. Ela ama pica no cu, as palavras dela não mentiam: "mnm mnmnmn que pica gostosa me deixa louca, você tem uma rola divina, adoro como você arrebenta meu cu mnmnmnm nmnmn por favor mais forte, eu mereço." E dava sentadas. Quando finalmente gozou, tirou a pica daquele cu maravilhoso, tomando cuidado para não derramar nem uma gotinha de porra, que quase explodia na camisinha. Tirou e deu um nó, feito uma bexiga d'água, e ofereceu para a viúva, como um presente. Ela se sentiu muito honrada, orgulhosa ao ver tanta porra provocada.

— Obrigada! — disse.

Irmãozinhos poringa boys, isso não é invenção, saiu da própria boca da viúva, porque sei que a cerveja solta a língua dela, e ela contava bem desafiadora, me mostrando do que era capaz. Qualquer um de vocês, irmãozinhos, cairia vencido pelo poder sedutor dela. Tanto que tem noites que acordo e vejo ela dormindo do meu lado, e rendido a essa felina adormecida, dou um beijo na que hoje é minha namorada, que tanto amo.

Como já viram, irmãos, benditas sejam as viúvas. Mas essa fauna dá muitas surpresas. Dizem que existe um ser extremamente vingativo, nem as mais perversas alimárias competem com elas. Sim. Irmãozinhos, o ser mais vingativo que existe: A CASADA.
Esperem aí que eu peça permissão pra contar a história dela.

11 comentários - Viúvas, casadas, solteiras

Bueno... te daria puntos si fuese NFU...
muy buen relato!!! ayudo a comillo van mis +5 que quedan 🙎‍♂️ :twisted: