abrindo a expectativa

Antes que eu fale qualquer besteira das que costumo falar, quero agradecer a todos (e todas, já sei, Cristina!) que me dão uma força, me elogiam (coisa que acho desnecessária!), aos que têm o trabalho de me ler e ainda sobram energia pra comentar! A quem critica e contribui, mas me surpreendeu principalmente que posts como os meus, sem fotos, nem vídeos, só texto e uma música, atraíssem tanta gente, é realmente uma grata surpresa!

Também à paulavera, que sempre me dá uma mão, me ajuda a corrigir certas coisas que me escapam.

Encontrei o Tarantino outro dia num bar da Constituição e ele disse que gostava dos meus contos, mas que não dá pra me comparar com ele, que era como comparar Jenna Jameson com a Wanda Nara, que é uma pequena aprendiz de puta! E ele tem razão, acho eu. Não só sobre a Wanda, claro!

E pras meninas que continuam pedindo, em breve vou fazer a produção com a sunga de leopardo; é que estão cruzando leopardo com elefante, pra sair uma pele grande o suficiente pra uma sunga pra mim.

Deixo pra vocês uma musiquinha espetacular, que me emociona pra caralho (sim, sim, se continuar assim vou virar emo! e daí?) espero que curtam!





Abrindo a expectativa (Preguiça)


Depois da separação, fiquei sem apetite, sem vontade de fazer nada, abatida, destruída.
Mas depois da segunda reconciliação: o Ruben apareceu com a nova namorada dele, o Cesar, um guri 10 anos mais novo que eu, magro, de olhos claros e cabelo propositalmente bagunçado. Um bombom.
Mas pra mim tanto fazia se ele fosse vesgo, manco e obloide, com os braços arrastando no chão e bafo de banheiro de estação.
Aos meus 42, não tava tão ruim não, tinha umas tetonas enormes, os caras morriam de vontade de dar um mergulho entre meus peitos e ficar morando lá.
Mas eu não tava a fim de ser professora de ninguém, ainda mais se tem metade da minha idade. Um horror!
E os caras da minha idade eram uns tiozões, se achavam os fodões, porque tomavam um drink e dançavam um reggaeton como uns velhos cascudos de 90 anos, reumáticos e operados do quadril, se achando o Travolta em Embalos de Sábado à Noite.
Viviam a segunda adolescência com uma felicidade irritante: além de eufóricos, voltavam a ser uns babacas!
Então comecei a me isolar, a ficar amarga, meus comentários ácidos aumentavam em quantidade e qualidade.
Exemplos? Tá bom.
Academia Megatlon, Yerbal e Rojas, Caballito. Instrutor de academia, acostumado a comer carne jovem e em conserva (como eu), sempre em bom estado.
“Com o escalador, você não sabe como vai levantar essa bunda, os caras vão morrer por você”
“Claro que essa frase você inventou agora! Não sabia que os filósofos davam aula de ginástica!”
Pronto, assunto encerrado com o professor-sexo.
Corrientes e Callao, 5 da tarde, verão, banca de jornal.
“Mas que rabuda, gostosa, não... se você é um inferno”
“Diz que deixei o tridente em casa, senão você tava pronto pra ir pra churrasqueira, seu velho de merda!”
Assim foram passando os meses, fui me desexualizando. Os que não te queriam pra um rapidinha, queriam fazer um ménage ou eram adolescentes.
Quando eu tava quase me resignando e virando freira de clausura, conheci Sergio, um engenheiro semi-intelectual (mas daquele jeito gente boa, não um desses sabichões insuportáveis), com senso de humor e uma paciência pra aturar minha acidez que era de invejar, era uma maravilha.
Não era bonito, mas tinha um olhar que te atravessava, uns olhos castanhos profundos, com cílios curvados, moreno, grandalhão.
Tinha 34, mas essa diferença de idade não aparecia nele, era engraçado quando a situação pedia e profundo quando necessário, ria das minhas tiradas cínicas com uns dentes brancos e cuidados, sempre bem barbeado.
Comecei a pensar se esse cara era viado ou, no mínimo, bi ou bicurioso.
Perguntei, não ia ficar na curiosidade!
Só consegui que ele risse à beça e me deixasse petrificada com a resposta:
“Você me pergunta porque tô sempre arrumado ou porque te excita me imaginar com outro cara transando?”

Não sabia o que dizer, comecei a rir como não ria há muito tempo e fiquei com um tesão danado, demais.
Não sei se foi o vinho que ele escolheu, o lugar que me levou pra comer, o clima, as velas ou imaginá-lo pelado sendo comido por outro cara igual ele.
Comecei a falar abobrinha, notei que quanto mais tentava disfarçar, pior ficava.
Fiquei com muita vergonha de ver ele sorrindo e tomando vinho devagar, como se estivesse ouvindo Leonardo DaVinci dar uma palestra.
Mas o que mais me perturbou foi aquela imagem e a dúvida que tinha se instalado na minha cabeça e entre as pernas.
Além disso, tava encharcada que nem uma menina de 13 anos no primeiro beijo de língua.
Ele me levou até em casa ouvindo um disco do Peter Gabriel, parou na frente do meu portão e a gente se beijou no carro por um tempão.
Por um lado, queria que ele metesse a mão dentro da minha saia, que eu tinha habilmente arregaçado ao subir no carro, deslizando no banco.
Antes, no banheiro, tinha tirado a calcinha fio-dental, por via das dúvidas.
Mas o filho da puta nem me tocou, melhor assim. Dito, ele me tocou, mas só no rosto, bem de leve, me acariciou!
Um doce de cum? Ou um estrategista que tava me deixando com tesão pra me pegar bem molhadinha na próxima?

Aquela noite passei sonhando com o Sergio, me comendo como se fosse um semideus, com uma porra de uma pica enorme, descomunal, um pau inimaginável, impossível.
Me rasgava e eu adorava aquelas pontadas de dor, as paredes da minha buceta pulsavam e a sensação era indescritível.
Psicologicamente, podia ser a idealização de algo que não existe, junto com a falta de sexo real e como ele me deixou com tesão no encontro.
Minhas amigas diriam que eu tava no cio, que precisava urgente de uma barra de carne viva entre as pernas ou ia ficar maluca de vez, e essas coisas carinhosas que as minhas falam quando a gente fica besta com alguém que acabou de conhecer.

Chegou o fim de semana e fomos pro Parque Rivadavia tomar mate, rir de besteira, curtimos uma tarde no solzinho que amei.
Ele me fazia rir pra caralho e quando isso acontece, me sinto intoxicada, drogada, e aí faço convites dos quais, geralmente, me arrependo depois.
"Que tal irmos comer algo lá em casa hoje à noite?" falei com voz melosa.
Ele não entendeu a indireta ou não quis entender, e fomos comprar as coisas no Disco, bem em frente ao parque.
Preciso dizer que me deixa louca um homem cozinhar pra mim? Colocar o avental e eu ficar falando merda, ouvindo música e continuando a rir! Que prévia!
Ele cozinhou deliciosamente, sem exagerar, ficamos cheios e meio bêbados graças ao vinho branco doce que ele comprou.
Levei ele quase pelos cabelos pra cama, joguei ele como se fosse estuprar, com os olhos injetados, e arranquei a cueca dele.
Descobri um pauzão da porra, venoso, grosso. Não como tinha sonhado, mas não era nada mal. E olha que ele tava só no meio do caminho!
Engoli ele de uma vez só e comecei a lamber dentro da minha boca, brincando com a cabeça dela, que já tava toda molhadinha.
Sentia como ela pulsava dentro de mim, como aquele pedaço de carne ia ganhando tamanho e forma.
Tirei ela da boca fazendo um "pop!" tentando mostrar minha habilidade de head master, conquistada com anos de satisfazer um filho da puta que acabou me largando.
Pelo menos esse aqui tinha merecido, tinha cozinhado pra mim e como!
Comecei a chupar os ovos dele enquanto com uma mão puxava a pele com força, deixando a cabeça dele esticada, vermelha, brilhosa, e com a outra mão comecei a bater uma devagar, apertando minha mão em volta daquela cabeça enorme, apertando o máximo que conseguia.
Que prazer ver ele se contorcer de tesão! Ele gemia igual um bebê faminto, tava ficando louco, e quando coloquei de novo na boca pra saborear aquela pika divina, ele começou a gozar com vários jatos longos e grossos de porra morna.
Engoli tudo que consegui, mas numa hora a situação me dominou, nunca na minha vida tinham me dado tanta porra pra engolir, e começou a jorrar igual um sifão pelo meu nariz aquele líquido perolado.
Levantei com muita vergonha e fui me limpar no banheiro.
Ele entrou atrás de mim e, dando um tapa na minha bunda, se preparou pra mijar.
Não dava pra acreditar, ele segurava aquilo com as duas mãos, era gigante!

Ficava de água na boca e usava a palavra: buceta, imaginava ter aquele extintor de carne dentro de mim finalmente! E por um bom tempo, já que ele tinha acabado de esvaziar!

Não foi assim, quando voltei de lavar os dentes, ele roncava igual um leão-marinho, todo retorcido na cama ocupando o colchão.
Fui dormir no sofá naquela noite, levei o vibrador pra me fazer companhia e me ajudar a aliviar a ardência que sentia entre as pernas.

No outro dia, falei bem séria: "A gente precisa conversar sobre ontem à noite."
"Te entendo, sabe o que acontece? Eu vivo muito cansado, muito estressado, com muito trampo, muita treta, então depois da primeira gozada eu capoto!"
"Tá, mas pra mim com uma rapidinha não resolve, pelo menos que essa rapidinha seja dentro de mim!" respondi. Fazendo biquinho.
“Olha, eu te entendo, mas se for pela quantidade, trago uns amigos meus que estão solteiros e a gente te agrada todinha!” ele disse rindo.
Eu não soube se levar na brincadeira, como um convite sutil, se dar uns tapas na cara dele e expulsar ele da minha casa…
Optei por rir e levar como adultos. Não tava a fim de me estressar, era muito cedo.

Passaram umas duas semanas onde o sexo foi bom, sem ser maravilhoso.
Eu percebia ele cansado, desanimado, como se estivesse em outra. Um dia não aguentei mais e encarei ele.
Ele me contou uma história triste (que não vem ao caso) e depois disso voltei com minha necessidade de cock, que um só não me bastava, blablabla.
Dessa vez ele me olhou fixo nos olhos e, bem suave e calmo, disse:
“Eu adoro como você é, como você ri, o lombo que você tem, gosto de tudo em você e, antes que você me meta chifre ou se interesse por outro, eu te liberto dessa insatisfação, trazemos mais alguém e te comemos até você ficar de saco cheio”.
Acabou o chimarrão e ele ficou me encarando, com um sorrisinho maroto que dava vontade de matar ele, de beijos e de porrada!

Eu não sabia o que dizer, minha cabeça pulsava, me sentia uma slut, mas ao mesmo tempo me dava um tesão a ideia de vários caras me tratarem como uma rainha, oferecendo seus sacrifícios de carne e cum pra deusa, usa a palavra: pussy.

Devo ter ficado vermelha, como sempre acontece quando me apertam de verdade, e não parava de desviar o olhar, não sabia o que fazer.
Ele se levantou, me beijou nos lábios com ternura.
“Preciso ir trabalhar, pensa nisso, quando eu voltar à noite a gente conversa”

Não consegui me concentrar o dia inteiro, voltei pra casa ao meio-dia, falei que não tava bem e, de certa forma, era verdade.
Não sabia o que fazer da minha vida, depois de tanto tempo fracassando com parceiros insossos, estéreis, e agora isso?

Eu não entendia como funcionava essa perversão dentro de mim, mas a real é que eu tava ultra excitada! Não sei se acabei aceitando por medo de perder ele, de não encontrar alguém que me me faz sentir tão completa ou bem, pensava nessas desculpas pra não admitir que adorava a possibilidade de vários paus se revezarem pra mexer em mim, me penetrar, me alimentar.

"Talvez nem tudo dependa só do desejo, mas das possibilidades de cada um de justificar o que acontece, de que as desculpas ou razões pra fazer algo sejam fortes o bastante pra não parecer uma simples loucura."

Joguei a Cosmopolitan pela sacada e me servi uma taça de vinho branco doce, que me relaxava, me deixava mais puta do que o normal, e tomei um banho de imersão longo, com sais e espuma, coloquei um CD de Chill Out e acabei dormindo.

Acordei com o barulho da porta da entrada e vozes, a voz do Sergio e mais duas vozes masculinas. Porra! Minha roupa tava no quarto e pra chegar lá tinha que atravessar o corredor completamente pelada. Ouvi as vozes se aproximando e não soube o que fazer, parada perto da porta decidi correr até o quarto e fechar a porta pra me vestir.

Vale destacar que ficar nua, caída no chão depois de um baita tombo e os amigos do teu namorado te encarando enquanto você não sabe se xinga, se cobre com as mãos sem jeito, reclama da dor ou chora pelo seu azar; talvez pros outros seja engraçado, mas pra mim não teve graça nenhuma!

Sergio, muito cavalheiro, se aproximou, me levantou, me carregou no colo até o quarto e me ajudou a me vestir. Não queria sair dali, queria que a terra me engolisse, virar uma lagarta.

Ele me beijou muito enquanto me vestia e eu chorava que nem uma idiota. Acariciou meus peitos, amassou e brincou com meus mamilos, era uma sensação estranha de vergonha e ao mesmo tempo excitação, ele sabia como me esquentar e meus peitos eram meu ponto fraco.

Saímos pra sala, ele me apresentou ao Raul e ao Esteban, amigos da academia. Raul era moreno, grandão, de olhos grandes, olhar penetrante. Não parava de olhar pros meus peitos por baixo do vestido, tava tirando uma radiografia deles! Esteban era mais baixinho, rechonchudo, sem ser gordo, loirinho, arrumadinho.

Conversamos numa boa, a noite chegou e o Sergio convidou a gente pra ficar pra jantar. Nessa altura eu já tinha esquecido o incidente e a gente tava rindo igual doido de qualquer besteira, como sempre quando me ofereciam aquele vinho doce e gelado.

De repente o Esteban se levantou e eu notei como a calça jeans apertava a virilha dele, tinha um volume enorme! Ou ele tava muito excitado ou tinha uma pica descomunal.

Devo ter feito uma cara de mendiga na porta de uma padaria.

O Raul percebeu e deu uma risadinha, eu fiquei vermelha que nem uma idiota, mostrando ainda mais meu estado de semi-hipnose diante da bagagem do Esteban.

O Sergio notou a situação e quando a gente foi pra cozinha, ele me encurralou e sussurrou no meu ouvido: “Hoje à noite, se quiser, vai ter a cota de pica que te devo, putinha”, e eu respondi: “Se o Raul tem uma igual a do Esteban, é melhor avisar no trabalho que não vou poder ir por uns dias!”

Ele sorriu e me levou pela mão até a sala. Colocou um CD de música suave e baixou as luzes.

Claramente já tinha tudo conversado e combinado com eles, a gente começou a dançar e enquanto ele me beijava na boca, acariciava a bunda generosa que eu tenho.

Eu tava ficando mais tesuda que o normal quando o Raul se aproxima e pede licença pro Sergio pra dançar comigo.

Quando abracei ele, senti a pica crescendo dentro da calça, pulando.

“Parece que tem alguém muito animado por aqui!” falei com minha melhor voz de gata.

Eles se despiraram rapidinho, sem poesia, sem dança, sem romance. Era disso que se tratava, só sexo, amor era outra história.

Me fizeram ficar de joelhos e eles se masturbavam enquanto eu chupava com gosto a pica do meu homem, os amigos dele batiam uma.

Eu tava com dificuldade de me concentrar no que fazia, meus olhos iam pras outras ferramentas que também eram importantes, mas a do Esteban era gigantesca, grossa, muito grossa!

Fui me revezando entre os três, fechava os olhos e brincava por dentro reconhecê-las só com a boca, com seus sabores, suas formas, a sensação das veias, dos pelos.
Ali mesmo no tapete me pegaram, rodando como um time de vôlei pelo meu corpo inteiro; mas depois de alguns minutos, Sergio se recostou no sofá da sala e ficou só olhando e tomando uísque.
De vez em quando eu olhava pra ele e ele se masturbava bem devagar, acariciando a cabeça da pica que tava no meio do caminho entre a ereção e a sonolência.
E dava pra ver que ele tava feliz, sorrindo, curtindo ver os amigos me comendo como se cada estocada da carne deles contra a minha carne, o prazer deles fosse o dele, próprio.
Raul se deitou, eu montei nele e enfiei a pica dele na minha buceta que se regozijava ao esfregar os ovos dele nos meus lábios, meu clitóris acariciado pelos pelos pubianos dele.
Esteban começou a tocar minha bunda e dilatar meu cu até que senti ele passar lubrificante e começar a empurrar com aquela grossura dele contra minha bunda complacente.
Não é que eu não goste de levar no rabo, mas fiquei preocupada pensando em TUDO aquilo mergulhando dentro de mim.
Foi um pouco doloroso no começo, estranho, como se eu estivesse cheia, como se fosse sair pela garganta e ao mesmo tempo, eu amava.
Talvez foi a combinação de tudo, de como Raul me comia e chupava com força meus peitos inchados, com meus mamilos inflamados e enormes (mais enormes que o normal) e aquela barra de carne no meu cu... e meu parceiro se tocando a pica olhando tudo, satisfeito, extasiado, saboreando a cena.
A noite se alongou, suei pra caralho e não me deixavam nem ir me lavar, continuavam me comendo, fazendo chupar e amassar corpos, beijando bocas e todos os cantos que existem e que não existem; sempre com Sergio olhando, bebendo e olhando e bebendo mais e mais.
De madrugada ele foi abrir a porta pros amigos, completamente tonto de álcool.
Eu também tava tonta, minha buceta pulsava exultante de prazer, explodia em sucos e alegria, eu tinha uma Sorriso que achei que nunca ia sair do meu rosto.
Até que o Esteban chegou e me contou o que tinha acontecido.

Demorei pra me recuperar daquilo, mas decidi dar o melhor de mim pra ele, ele merece isso e muito mais.

Então combinei com o Esteban e o Raul de fazer umas surubas com amigos e amigas lá em casa, por um precinho eles vinham se divertir com a gente, pra me ajudar e ajudar o Sergio.

Reformei o quarto, coloquei um espelho enorme e atrás dele fica o lugar dele.

Ali, toda noite que recebo visitas, eu deixo ele preparado na cadeira de rodas pra ele ver o show completo, do jeito que ele gosta.

Só que agora, sendo paraplégico, ele não vai poder se tocar, mas no fundo eu sei que de algum jeito ele continua curtindo.

Pelo menos depois que ele caiu da escada naquela primeira noite de suruba, ele é feliz assim.

Nunca soube se era por cansaço, por ser voyeur, ou pelos dois, que ele participava pouco ou nada. Agora ele não tem mais escolha.

3 comentários - abrindo a expectativa

Orgia 🙎‍♂️

casi que me mareo de leer XD 😀
kep666
esta historia me parece genial
una lectura con todos los condimentos
espectacular!!!!!!!!!!!!!! 😉