Primeiro menage com minha esposa

Somos um casal jovem, ambos com 35 anos, parceiros e muito apaixonados. Estamos casados há 14 anos e temos três filhos. Somos magros e temos uma aparência muito boa.
Há um tempo, eu sentia necessidade de dar uma mudada na nossa vida sexual, a gente já tinha conversado sobre isso, aos poucos fomos incluindo brincadeiras novas, convencionais e nem tanto, mas nunca chegamos a incluir uma terceira pessoa na nossa cama e, quando o assunto surgia (porque eu puxava ele), a resposta era sempre a mesma: “Não”.
O mais perto que a gente chegou de incluir alguém nas nossas brincadeiras foi quando, há um tempo, fizemos amizade com um casal novo. Nessa época, as conversas entre os quatro giravam bastante em torno de sexo e, entre brincadeiras, a gente zoava sobre fazer uma farra. Minha esposa ficava excitada com a fantasia de transar todo mundo junto, no mesmo lugar, mas sem trocar de casais. Mas, como sempre, ficava claro que tudo era só fantasia, sem chance de rolar de verdade.
Por mim, eu ficava doido com a ideia de alguém mais admirar o corpo nu dela, atlético, com curvas gostosas e uma bunda perfeita, enquanto a gente transava.
Muitas vezes, a fantasia de incluir um terceiro voltava, sempre eu puxando o assunto, e eu percebia como o jogo de palavras e as sugestões deixavam ela super excitada. Eu adorava ver a buceta dela, completamente depilada, inchando e babando de prazer. Na hora do clímax, os orgasmos múltiplos faziam ela se arquear em contorções rítmicas e incontroláveis que, quando acabavam, deixavam a gente exausto e em êxtase.
Depois de um tempo, essas fantasias pararam de ser tão frequentes e, aos poucos, a gente foi voltando para as nossas relações “convencionais” de sempre, com mais ou menos brincadeiras, mas sem sair muito do normal.
Isso me entediava pra caralho. Na minha cabeça, a ideia de incluir um terceiro continuava girando, mas não para ele agir de forma ativa, e sim mais passiva. Alguém que participasse da ação, mas sem ter um papel predominante, alguém que se mantivesse sujeito às nossas regras. Que, se ela só quisesse ele pra olhar, isso fosse tudo o que ele fizesse. E ele só tocaria a pele dela se nós dois consentíssemos. Essa era minha fantasia.

Com essa ideia na cabeça, fui montando um plano. Sabia que se eu propusesse diretamente, não funcionaria, então teria que, de algum jeito, forçar a barra. Decidi então pesquisar na internet sobre algumas casas de swing e como funcionavam. A ideia era organizar uma saída só nós dois e, como quem não quer nada, dar um jeito de ir pro centro, pra onde ficava a casa escolhida. Chegando lá, a coisa seria mais fácil e rolaria naturalmente.

Finalmente o dia chegou. Organizamos um rolê com ela e, com a desculpa de ir pro centro conhecer um lugar novo, fomos direto pra essa casa. Já no caminho, enquanto conversávamos no carro, fui jogando a ideia de visitar um desses lugares de swing, só pra ver e conhecer algo novo. Mas sem intenção de participar. Percebi que, aos poucos, a ideia foi agradando ela, sempre com a garantia de que não íamos participar. Só iríamos na curiosidade. Acabamos entrando num acordo e deixamos o carro no estacionamento do lugar.

Entramos de mãos dadas e, uma vez lá dentro, depois das explicações e recomendações de praxe dos anfitriões, fomos pra barra pra ter uma visão melhor da pista de dança e das áreas onde os casais podiam sentar e conhecer outros casais. Pedi um drink pra mim e, como ela não bebe álcool, pedi um refrigerante. Depois, convidei ela pra dar uma olhada no andar de cima, onde com certeza teria mais "ação".

Nos acomodamos num setor em frente a um dos reservados, de onde, apesar da luz fraca que reinava no ambiente, dava pra ver dois casais começando o jogo erótico deles. Um Era um casal de uns cinquenta anos e a outra não passava dos vinte. A garota estava segurando os ovos do homem mais velho, e o pau entrava e saía da boca dela ritmicamente até bater na barriga saliente dele. A outra mulher estava deitada com as pernas abertas, e a cabeça do jovem enfiava a língua no clitóris e na vulva dela, enquanto com uma mão ele acariciava os mamilos eretos da esposa e com a outra se masturbava devagar.

Essa visão esquentou nós dois pra caralho, e aos poucos fomos perdendo a vergonha inicial e começamos a nos apalpar devagar. Ela estava vestida com uma minissaia curta e uma blusa com um decote largo e sugestivo. Desci minha mão até a perna dela por trás da coxa, e meus dedos começaram a subir por dentro da minissaia, enquanto ela esfregava a bunda gostosa dela no meu pau, que nessa altura já tava durasso. Minha outra mão acariciava suavemente por baixo da blusa o mamilo direito dela, que tava durinho e pedia pra brincar.

Sem tirar os olhos do show na nossa frente, ela jogou o cabelo pro lado e inclinou a cabeça um pouco, me oferecendo o pescoço pra ser percorrido pelos meus lábios e minha língua, que tavam loucos pra beijar, lamber, morder, e a mão dela foi na minha virilha por trás da bunda dela. Meus dedos tinham conseguido o objetivo de explorar e já sentiam por cima da calcinha minúscula dela a umidade dos lábios inchados. Acariciei delicadamente a vulva dela por cima do tecido, espalhando os fluidos a cada passada até chegar no clitóris. Enquanto eu fazia isso por baixo, não parava de brincar com o mamilo dela e minha boca não parava de beijar o pescoço dela. Ela tinha conseguido abaixar meu zíper, e a mão dela tava firmemente agarrada no meu pau, estimulando subindo e descendo devagar.

Em determinado momento, enquanto percorria os ombros dela com meus lábios, descubro à nossa esquerda um... Homem maduro, uns 45 anos, bem vestido e com cabelo grisalho, observando a gente. Longe de tentar disfarçar, eu olhei pra ele e continuei no meu jogo, enquanto ele ficou nos encarando, apoiado numa das grades que levavam pra escada. Perceber isso me deixou ainda mais excitado, e um monte de imagens loucas passaram pela minha cabeça. Meus dedos puxaram o pano que cobria a entrada da buceta dela e enfiei dois dedos no canal, que já começaram a pressionar o ponto G dela. Isso fez ela se curvar pra frente num espasmo de prazer e começar a gemer alto. Tirei os dedos e virei ela pra mim pra enfiar minha língua na boca dela, que tava aberta, se deixando explorar. Nossas línguas se roçaram, a gente se beijou com paixão de adolescente descobrindo o sexo, e minhas mãos pousaram na bunda firme dela. Eu apertava, abria as nádegas dela por cima da minissaia e, numa tentativa de ver até onde ia a loucura dela, puxei o pano pra cima uns centímetros até ter certeza de que nosso espectador tinha uma boa visão do começo das nádegas nuas dela, só cobertas pela tirinha fina da tanga. A mão dela foi atrás do meu pau de novo, tirou ele pra fora e colocou entre as pernas dela, e eu senti na minha glande o calor e a umidade da virilha dela enquanto ela se mexia devagar pra frente e pra trás pra aumentar ainda mais a excitação. Dava pra sentir a respiração ofegante dela no meu ouvido enquanto eu lambia as orelhas dela e continuava levantando a saia, até que as curvas dela ficaram completamente expostas. Eu "olhei de novo" pro cavalheiro na escada e notei que ele tava vindo na nossa direção com uma mão no bolso e a outra cruzada nas costas, com toda a pose de quem tem classe e mostra sua segurança pro mundo. Olhei ele se aproximar até parar a menos de um metro de distância, e o olhar dele buscou minha aprovação pra continuar acompanhando a ação de perto. Eu só baixei meus olhos pra minha esposa, peguei no rosto dela com carinho e a gente se enroscou de novo num beijo apaixonado. Abracei ela e virei de novo pra bunda nua dela encostar no meu pau e ficar pele com pele.
Ela levantou o olhar e deu de cara com esse cara bonitão, mais velho que a gente, de corpo bom e traços agradáveis, olhando o corpo dela e desejando ela com o olhar. Ela tentou abaixar a saia, meio intimidada por estar sendo observada com aquela luxúria masculina que escapa pelos olhos quando a gente deseja alguém. Segurei os braços dela e ela não resistiu à minha pressão. Só virou o rosto pro lado e fechou os olhos numa expressão de desejo e entrega.
A batalha tava ganha, o tesão e a loucura dela eram tantos que já não ligava se tava sendo observada na cara. Embora dito de outro jeito, ela tava adorando saber que outro homem via ela exposta e fazia ela se sentir uma mulher no cio escolhendo o macho pra acasalar. Só faltava descobrir quão ousada ia ser a próxima jogada dela.
Desci minhas mãos até a virilha dela e puxei a calcinha transparente e molhada dela pro lado pra deixar o clitóris dela exposto na vista do nosso parceiro ocasional. Ela baixou a mão pra começar a se masturbar, mas eu tirei, enquanto nosso espectador ocasional, encostado na parede, continuava ligado nos nossos movimentos.
Meu pau procurou a buceta dela e, numa estocada furiosa que jogou ela pra frente, bateu no útero dela, fazendo ela gemer. Meu tesão continuava aumentando e virei ela contra a parede pra ela apoiar as mãos e comecei a bombar devagar, enquanto ela me olhava de lado e passava a língua nos lábios.
Eu roçava os bicos dos peitos dela com a ponta dos dedos por baixo da blusa, já tinha soltado o sutiã dela e podia fazer isso à vontade, dava pra sentir como eles estavam duros e de vez em quando apertava os peitos dela e beijava as costas. Ela abria as pernas e acompanhava o movimento ritmado com os joelhos, enquanto arqueava cabeça dela jogada pra trás com a boca aberta, como se quisesse sugar mais ar do que os pulmões permitiam. Num desses vai e vem, ela virou a cabeça de um jeito selvagem, encarou o homem encostado na parede e ficou olhando fixo pra ele, fechou os olhos e deixou a cabeça cair pra frente de novo, enquanto eu continuava pegando a buceta suculenta dela e abrindo o cu dela pra ter uma visão melhor do buraquinho aberto pela pressão dos meus dedos.
O nosso amigo, se sentindo abalado pelo olhar que ela tinha dado, se aproximou até ficar do nosso lado, e ela olhou pra ele de novo. Cheguei perto do ouvido dela e sugeri que ele tava afim dela, que queria meter o pau no mesmo lugar que o meu tava, e perguntei o quanto aquilo excitava ela, admitir essa ideia: "Muito!" ela falou com a voz alta pra passar do volume da música do lugar. Sussurrei de novo que o pau dele tava duro e apertado dentro da calça, que era nítido o volume denunciando no tecido... Como sem querer, ela deu uma olhada de lado pro zíper do cara e, tímida, levantou o olhar até encontrar os olhos dele que continuavam encarando ela.
Falei pra ela se soltar, que queria ver ela com o pau de outro na mão, que abaixasse o zíper dele e libertasse aquele pau de uma vez. O cara foi mais rápido e baixou o zíper primeiro, procurando meu olhar de aprovação, e eu pisquei um olho num sinal claro de luz verde. Minha mulher não reagia, eu sabia que na cabeça dela tava rolando um debate entre a excitação e os conceitos de moral e "decência", mas na minha, a ideia de ver ela chupando outro pau fazia meus neurônios funcionarem como nunca... O suor escorria na minha testa e meu peito tava encharcado, enquanto eu continuava comendo ela com tanta força que os peitos dela balançavam no peito e a cabeça do meu pau doía.
Quando ele finalmente tirou o pau, minha masculinidade se sentiu meio acuada... O pau dele era imponente, grosso e inchado, de um tamanho bem maior que o comum dos mortais. As veias no tronco eram grossas e inchadas, e a cabeça roxa dela era bem grossa. As dúvidas tomaram conta da minha cabeça, mas sumiram na hora em que vi que minha esposa tinha criado coragem e que a tesão dela tinha vencido o debate interno. Nosso amigo tinha colocado uma camisinha, e ela segurou o pênis dele pela base e começou a masturbar ele, enquanto uma mão dele pedia licença entre as minhas e apertava firme uma bunda da sua preciosa raba. Falei no ouvido dela: — "Quão puta você se sente fazendo isso?" E com a voz trêmula e sem soltar a rola que segurava na mão direita, ela respondeu: — "Muito... e eu adoro isso"... Ver ela finalmente solta e realizando minha fantasia me deu um espasmo que mostrou que eu ia encher ela de porra, então resolvi diminuir o ritmo e tirar a rola dela.
Me afastei pro lado e comecei a passar a mão na bunda dela junto com meu amigo, que já enfiava os dedos na pussy dela, toda molhada. Me abaixei de novo pra chegar perto da cabeça dela e falei: — "Vai, mete essa pica na boca" mas ela balançou a cabeça fazendo um sinal de não bem sensual, mas que mostrava bem o contrário. Peguei a cabeça dela pela nuca e forcei ela em direção ao pênis intruso. Ordenei no ouvido dela pra ela colocar a língua pra fora e lamber ele, ela negou de novo e eu gritei pra ela fazer. Isso deixou ela louca e ela começou a lamber ele da cabeça, meio tímida, e depois desceu pelos lados, a saliva dela brilhava na camisinha e o gosto parecia não desagradar ela.
Ver ela tão solta alimentava meus ratos e minhas mãos percorriam as costas e a cintura dela com vontade. Os dedos do outro continuavam o trabalho na buceta da minha mulher, e pelos gemidos de prazer dela, ele não tava fazendo nada mal. Eu dei um passo pro lado pra aproveitar melhor a vista do espetáculo que tava rolando. Consegui ver como ela juntava coragem e enfiava com certa dificuldade a ponta da rola dele na boca e começava a chupar ele. Ele agora apertava os peitos dela e acariciava a barriga dela, enquanto com um movimento de cadera, continuei enfiando meu pau na boca dela até provocar uns engasgos. Ela acariciava minhas bolas, isso a deixava louca, brincava com os dedos entre a base do pau e os testículos, que balançavam livres no ritmo das estocadas na boca dela.

Minha mão subia e descia cansada no meu pau, prolongando o orgasmo que já sentia chegando. Perguntei no ouvido dela se queria sentir o pau dentro, grosso e quente, e ela me olhou com reprovação. Sabia que aquela barreira ainda não tinha sido quebrada, mas estava fraca, dada a excitação dela e a comoção por ter se atrevido a chegar até aquele ponto: com um pau em cada mão.

Fiz sinal pro nosso parceiro nos aproximarmos de um dos sofás largos que nos flankeavam. Nós três nos movemos pro mais próximo e deitamos ela de costas. Me coloquei entre as pernas dela e comecei a foder com força, os gritos de prazer dela aumentavam minha excitação, enquanto ela pedia pro outro o pau nos peitos.

Ver o pau dele brincando entre os mamilos da minha mulher me fez explodir dentro da buceta dela. Senti o gozo jorrar com muita força inundando o interior dela, e meus músculos se curvaram com espasmos fortes.

Exausto e com o pau dolorido, me aproximei andando pelo lado até a cara dela, enquanto o outro tomava o lugar que eu tinha ocupado antes. Beijei ela fundo e disse que iam foder ela e que ela já não podia evitar, ela fechou os olhos no mesmo instante em que o pau grosso e duro enchia a buceta dela e meu amigo bombava com força. Ela me olhou de novo e abriu a boca num grito abafado, que enchi de língua e saliva, nos fundindo num novo beijo apaixonado e cheio de luxúria, no momento em que ela alcançava o primeiro dos muitos orgasmos dela, no ritmo do vai e vem daquele outro pau que agora a fazia delirar de prazer.

Falei no ouvido dela: "que puta gostosa você é" e ela me devolveu um sorriso. impiedosa e replicou: “Você me empurrou pra isso… Você me transformou!”. Sorrimos e nos beijamos de novo enquanto eu via nosso acompanhante dando claros sinais de que estava terminando, com o rosto vermelho e soltando um berro audível de besta no cio. Assim que atingiu o orgasmo, ele se afastou para o lado e deixou o corpo cair no sofá, acariciando uma das pernas da minha mulher e apreciando em primeira fila a buceta aberta dela.
Acariciei os mamilos dela e os beijei docemente. Disse que a amava e ela respondeu o mesmo. Nosso amigo, já recuperado, tinha terminado de arrumar a roupa e nos cumprimentou amigavelmente, entregando um cartão pessoal, caso quiséssemos repetir a experiência de forma mais privada algum dia no futuro. Apertamos as mãos como dois cavalheiros, ele beijou minha esposa na bochecha e sussurrou como ela era gostosa e o quanto tinha aproveitado, e se afastou com confiança, sumindo entre o resto do pessoal que estava lá.
Da nossa parte, fizemos o mesmo: arrumamos a roupa, nos abraçamos e, andando devagar de mãos dadas, descemos as escadas em direção à saída.
Tínhamos levado nosso relacionamento ao ponto mais alto de excitação e loucura. Um ponto do qual não tínhamos certeza se queríamos voltar.

19 comentários - Primeiro menage com minha esposa

hola muy buena tu historia, todo bien, mira si te interesa compartir algo nuevo con ambas mujeres o intercambio no dudes en responderme este msje. y ante todo con mucha discrecion, somos de zona oeste de castelar ambos con muy buena presensia a eso apuntamos con mi pareja desde ya saludos
krivos +1
buenisimo man, hacemos un cuarteto con mi novia? 😛 jajaja
Muy bueno, my bien narrado y descritas las \"escenas\", felicitaciones.
jmdetom +1
Me divierte el trio y fantaseamos todo el tiempo, pero la verdad es que es muy fuerte!!!

Muy bueno el relato.
dvi1962 +1
Buenísimo. Nosotros debutamos con un trio hace dos semanas y es tal cual lo contaste. Se ve que todos sentimos lo mismo
Primeiro menage com minha esposa

MUY BUEN RELATO ASI NOS PASO A NOSOTROS.
NOSOTROS COMENZAMOS BUSCANDO UNA CHICA PARA UN TRIO Y ACABAMOS CON UNA PAREJA HACIENDO EL AMOR CADA KIEN CON SU MUJER Y ELLAS DANDOSE MUCHO PLACER A MANOS LLENAS, CHUAPANDOSE TODO SU CUERPO.

SALUDOS
hola me encanto tu relato yo tambien participe en trios y participare en muchos mas jajja 😉 🙎‍♂️ 🙎‍♂️ 🙎‍♂️ 😀 😀 🤤 🤤 🤤 🤤 🤤 🤤
buenisimo........... denle pa lante .................. 😀 😀 😀 😀 😀 😀 😀 😀 😀
Muy bueno el relato y muy real. Si te interesa continuar con las experiencias sw, somos una pareja de zona sur con experiencia. Conocemos lugares y a mucha gente del ambiente que por suerte sigue creciendo día a día.
LINDO, LINDO. hermoso.Si es increible , los tipos solos que se acercan a las parejas en los reservados esperando el momento justo en que terminen siendo invitados, en ese momento tenes a tu pareja tan caliente que termina aceptando cualquier cosa...y a disfrutarrr...
Excelenter, pasamos algo similar, pero no llegamos tan lejos!
Saludos!
Genial felicitaciones, excelentemente narrado, mi experiencia no fue tan espectacular, felicitaciones y sigan adelante
Excelente!!! me encanto tu relato, y me calento muchisimo tambien!! es tal cual lo contas.. las mujeres nunca sabemos qué tan putas somos hasta llegar a estos momentos.. Felicitaciones por lo bien narrado del relato, da gusto leerlo. Saludos a vos y tu mujer!
Te mereces pasar de Nivel el relato (sea real o no) es siplemente Genial...