Li essa história num site. Não é de minha autoria. Embora seja longa, acho que vale a pena.
Finalmente consegui. E foi maravilhoso.
Não faz ideia do que eu faria pra dar pro meu pai" — falei pra Bianca naquele dia (Bianca é a amiga brasileira da minha irmã, a deusa do sexo).
Confessei assim, na lata, do mesmo jeito que conto tudo pra ela. E descobri que ela também daria pra ele de boa. Não era segredo que ela achava ele gostoso, mas a gente nunca falava sobre transar com os respectivos pais. Até aquele dia.
Bianca tinha razão: não era uma parada impossível porque um pai, no fim das contas, é um homem com todas as fraquezas da categoria, mas com certeza seria bem mais complicado do que pegar um cara qualquer. E foi conversando com ela que a ideia surgiu.
Claro que se eu tivesse proposto na cara ou dado uma indireta, meu pai teria negado na hora, mas ele bem que podia transar com a Bianca quase sem problema nenhum e, se quisesse comer ela, teria que me comer também. Expliquei meu plano pra Bianca e ela topou sem piscar.
"Você me conhece — ela disse —, se tiver sexo bom no meio, eu sempre topo."
Num domingo que minha mãe tava trabalhando (ela é comissária de bordo e passa vários dias fora), a Bianca tava na minha casa como num dia qualquer, mas eu mandei ela se vestir de um jeito provocante e sexy, igual a gente faz quando sai pra festa. Ela apareceu com uma calça preta elástica bem justa que destacava a bunda linda dela e as pernas torneadas perfeitas, marcando até a fio-dental que usava na frente e atrás, e com uma camiseta colada com um decote tão profundo que os peitos quase caíam pra fora. Tava esplêndida. Fiquei com inveja de tão gostosa que ela tava.
Percebi meu pai olhando disfarçado, reparando em cada detalhe do corpo lindo dela. Bianca foi embora e eu sentei no sofá do lado do meu pai, quando ele tava quase terminando o jogo que tava vendo e acabando a (acho) quarta cerveja dele.
"A Bianca é muito gostosa, né?"
"Pois é, ela é uma mina de uma beleza extraordinária" (embora Parece estranho, mas a gente tem sorte de ter uns pais bem abertos e jovens, com eles dá pra falar de qualquer coisa sem problema).
«Você transaria com ela?»
«De onde veio essa pergunta?»
«Nada, é só pra encher lingüiça»
«Olha, Claudia, é verdade que sua mãe e eu sempre incentivamos vocês a serem abertos com a gente e a falar sobre qualquer assunto que preocupasse, mas essa me parece uma conversa de dois caras no balcão»
«Não acredito, você tá com vergonha de falar disso!»
«Não, não é isso. Talvez esse assunto eu tenha tratado mais com seu irmão do que com você. Não posso responder porque, se fizesse isso, reduziria a Bianca a uma condição de mero objeto sexual que me dá prazer. Isso não é comigo e, principalmente, sua amiga é muito mais que um objeto, não acha?»
«Tá bom, pai, corta esse papo, que eu só queria saber... é... com base em como os homens escolhem as garotas». Falei a primeira coisa que veio na cabeça.
«Na verdade, são as garotas que escolhem eles. Você já devia saber disso na sua idade. Mas se você tá falando de beleza, sim, isso pesa bastante»
«Isso quer dizer que você transaria com a Bianca?»
«Mas, Claudia! O que acabei de te falar?»
«É, sim, é que...»
«O sexo entre duas pessoas é uma coisa maravilhosa, mas, se for baseado só na atração física, cai e empobrece rápido. Tem muito mais fatores a considerar...» e ele continuou falando por um bom tempo sobre a importância de dar prazer um ao outro, química, fatores emocionais e outras coisas que, segundo ele, precisavam ser observadas. Eu deixava ele falar, olhando pros braços musculosos dele e imaginando eles em volta da minha cintura, me apertando forte contra o corpo dele, levantando minha saia, me beijando com os lábios carnudos, acariciando minha buceta com a mão enorme dele...
«Entendeu?» Voltei à realidade.
«É... sim, sim... então... se a Bianca cumprisse todos... é... os requisitos que você acabou de falar, você transaria com ela?»
«Você não vai desistir, vai?» até que você tenha obtido uma resposta satisfatória, certo?». Sorri e fiz cara de menina boazinha e um pouco ingênua.
«Tá, beleza. Então, sim, eu comeria ela».
«E se eu cumprisse todos os requisitos?».
«Claudia, o que eu sou, seu pai?!...».
Talvez eu tivesse ido longe demais para o primeiro dia. Me aproximei do meu pai, apoiando a mão na perna dura dele e dei um beijo, roçando o canto dos lábios.
«Não fica bravo, pai. Vou revisar inglês. Até logo».
Aquela conversa serviu pra descobrir o que me interessava: primeiro, que meu pai comeria a Bianca se as circunstâncias permitissem; segundo, que, mesmo tendo uma mente muito aberta, dificilmente me comeria. Mas não me preocupei mais do que o necessário: até a fortaleza mais inexpugnável tinha seu ponto fraco.
Conversei com a Bianca pra desenvolver melhor meu plano. Ela tinha que excitar meu pai ao máximo, provocando nele um desejo insuportável de possuí-la, enquanto eu tinha que apagar o conceito que meu pai tinha de mim, tinha que conseguir que ele começasse a me ver como uma mulher e não como filha. Mesmo assim, talvez ele não topasse me comer, mas seria incapaz de me recusar se eu continuasse o trabalho começado pela Bianca no ponto em que todos os homens se rendem e estão dispostos a fazer o que você pedir, contanto que gozem: uns momentos antes de gozar.
Então, Bianca começou a vir na minha casa e a ficar mais tempo do que o normal, sempre vestida com vestidos e saias bem curtas e decotes profundos que destacavam as curvas gostosas do corpo dela. Sempre que tinha oportunidade, se abaixava, mostrando os peitos ou exibindo a bunda, ou, se estava sentada, abria e fechava as pernas continuamente e devagar, dando ao meu pai uma visão privilegiada das partes íntimas dela.
Um dia, Bianca ficou pra dormir na minha casa e, obviamente não foi por acaso, encontrou meu pai na cozinha. A gente tinha acabado de chegar de uma festa e... Meu pai, de pijama, tinha acabado de acordar. A Bianca estava usando como pijama um baby doll preto curto e transparente e nada mais. Através do tecido diáfano dava pra apreciar o corpo dela em toda sua preciosidade: os peitos túrgidos e redondos, a buceta completamente depilada, as pernas longas, retas e torneadas... Meu pai pareceu gostar do espetáculo que ela deu de bom-dia, já que a Bianca viu o pau dele começar a crescer por baixo do pijama.
Meu pai começou a ceder. Era hora de dar o próximo passo. Enquanto isso, eu comecei a andar pela casa semi-nua e a tomar banho de porta aberta quando meu pai estava em casa: queria aproveitar a excitação que a Bianca provocava nele, mostrar meu corpo e tentar fazer com que ele sentisse a mesma excitação.
Os dias passavam e a Bianca começou a se insinuar com mais descaro. Agora pedia pro meu pai levá-la de carro pra casa e ele, que sempre atendia de má vontade os favores que minha mãe pedia, topava na hora, todo empolgado. Sei muito pouco do que rolava no carro entre eles; a Bianca me contava que não acontecia nada, que na hora de se despedir ela apoiava a mão na coxa do meu pai e dava dois beijos; cada dia aproximava mais a mão do pacote do meu pai e roçava cada vez mais os lábios nos dele. O fato é que algo estava mudando nele.
Toda vez que eu tomava banho, meu pai começou a passar pelo lavabo, que eu cuidava de deixar com a porta bem aberta, e ficava olhando meu corpo nu debaixo d'água, mas toda vez que eu virava a cabeça na direção dele, ele saía. Tinha que trabalhar mais nisso.
Uns dias depois, a Bianca me contou que enquanto se despedia no carro, deixou o celular cair de propósito no chão do banco do meu pai e se abaixou na hora pra pegar. Demorou mais do que o necessário: esfregava os peitos na perna do meu pai, aproximava o rosto do pau dele, mexia as pernas, fingindo se esticar pra alcançar o celular que na verdade já tinha na mão, pra fazer a saia subir. saia... enfim, quem passasse por ali teria jurado que minha amiga tava fazendo um boquete no meu pai.
A Bianca se levantou e olhou sorrindo pro meu pai, que tinha ficado imóvel e de boca aberta. O celular caiu de novo, dessa vez sem querer, e foi parar entre as pernas dele. Ela não pensou duas vezes: meteu a mão pra pegar. Sentiu o calor que saía da virilha do meu pai e, principalmente, sentiu a dureza do pau dele ereto.
"Seu pai deve ter um pauzão!", ela me disse. "Passei a mão no volume e não entendi se tava perto da cabeça ou das bolas... e olha que já peguei em muita rola..."
"Melhor pra gente, né?", e rimos. "Tô morrendo de vontade de ver", completei.
Quem mais tava morrendo de vontade era a Bianca que, com a ajuda de uns cubas-libres que tomamos na minha casa, tomou a iniciativa e se jogou, acelerando nosso plano e arriscando estragar tudo. Naquela mesma noite, meu pai levou ela de carro pra casa, como já era de costume, e na hora de se despedir, a Bianca foi direto nos lábios dele. Felizmente, pro bem do nosso plano e da gente, ele não resistiu e devolveu o beijo.
A Bianca não demorou pra enfiar a língua e demorou menos ainda pra acariciar o pau do meu pai por cima da calça. Com a mão experiente, conseguiu rápido desabotoar e tirar o membro ereto dele, começando a bater uma. Parou de beijar meu pai e se abaixou, enfiando o pau dele na boca e começando a chupar gostoso. Pelo que ela me contou, meu pai passava a mão na bunda dela com uma mão enquanto com a outra segurava a cabeça dela, marcando o ritmo do boquete. Tiveram que parar na hora porque um carro parou do lado e estacionou atrás deles.
"Seu pai tem o maior pau que já vi na vida", minha amiga me disse.
E eu senti ciúmes dela. Na hora, fiz a Bianca prometer que acontecesse o que acontecesse, ela não ia deixar meu pai meter nela nem deixar ele gozar na boca ou na mão dela. Eu não entendia direito, mas ela me prometeu. Nas vezes seguintes que meu pai levou ela em casa, sempre acabava chupando ele, mas a Bianca conseguia parar a tempo, deixando meu pai na mão.
«Não aguento mais, vou ficar maluca!», ela me disse depois de três dias, «ele me deixa louca, preciso da pica dele, preciso sentir seu pai dentro de mim».
«Calma, tia, te prometo que você vai ter a melhor foda da sua vida, mas tudo no tempo certo».
Se minha amiga, que tem muita experiência, estava assim, igual, se não pior, devia estar meu pai: tinha chegado a hora de fazer a Bianca sumir.
De repente, minha amiga parou de vir na minha casa e meu pai começou a ficar nervoso e ansioso. Ele se aproximava do meu quarto, coisa que nunca fazia antes, pra ver se eu tava sozinha ou não, e era o primeiro a atender o interfone se alguém tocava a campainha, esperando e desejando a chegada da Bianca. Parecia um adolescente.
«Aconteceu alguma coisa com a Bianca?» um dia ele finalmente resolveu me perguntar.
«Não, por quê?»
«Faz tempo que não vejo vocês juntas e pensei que talvez tivessem brigado»
«Não, que nada, de jeito nenhum. As provas tão chegando e a gente decidiu focar nos estudos»
«É verdade, as provas...», e ele ficou pensativo.
«Não é que você tá com saudade dela?»
«Saudade dela? E por que você diz isso agora? Só porque te perguntei sobre ela? Sempre tem que ter um segundo motivo?». Ele tava com saudade, muita saudade.
«Tá, tá, para. Não fica assim»
«Não tô ficando de jeito nenhum, só me irrita que...»
«Pai... pai... se acalma. Olha, não precisa fingir. Eu sei de tudo»
«Tudo o quê?»
«Eu sei o que rolou no carro entre você e a Bianca»
«Não rolou nada entre a Bianca e eu!»
«Pai, ela é minha melhor amiga, a gente conta tudo uma pra outra»
«Tudo...» ele ficou pensativo de novo. Era meu oportunidade. Me aproximei dele e o abracei.
«Não se preocupa, não me incomoda nem me envergonha; pelo contrário, tenho orgulho de que minha amiga se sinta atraída pelo meu pai. Até me dá inveja». Ele me lançou um olhar interrogativo.
«Quero dizer que... nem toda mulher pode se gabar de um pai gostoso e atlético como você». Ele sorriu.
«Se é pela mamãe, não se preocupa, eu não vi nem sei de nada. Te prometo». Ele me encarou nos olhos.
«Em troca...»
«Sabia, você me assusta»
«Não tenha medo. Em troca, só me deve um favor»
«Que favor?»
«Nenhum em especial, só vai ficar me devendo um favor-»
Fiquei surpresa com o quanto meu pai estava vidrado na Bianca; numa situação normal, ele nunca me deixaria assumir o controle da conversa. Uns dias depois, vendo que meu pai continuava nervoso e ansioso (a Bianca ainda não tinha voltado em casa), resolvi dar um presente pra ele.
Não tinha ninguém além de mim e ele em casa: fui tomar banho deixando a porta aberta como sempre. Quando percebi que ele estava me observando da porta, não me virei como das outras vezes pra evitar que ele fosse embora. Comecei a ensaboar o peito, massageando mais do que o necessário; depois desci devagar, acariciando minha barriga, e continuei descendo, levando a mão até minha buceta.
Comecei a me esfregar devagar. A ideia de me masturbar na frente do meu pai me excitou pra caralho: logo fiquei bem molhada. Enfiei o dedo do meio, que deslizou pra dentro sem problema nenhum, e mexi fazendo circulozinhos. Me apoiei na parede do chuveiro pra deixar minha bunda levantada: assim meu pai tinha uma visão perfeita da minha vulva sendo penetrada pelo meu dedo.
Acabava de ter um orgasmo quando ouvi meu pai subir as escadas correndo pro quarto dele. Saí logo do chuveiro, me sequei o melhor que pude, fui pro meu quarto (nossos quartos ficam no andar de baixo, o dos nossos pais no de cima), coloquei música pra ele pensar que eu estivesse lá e subi as escadas sem fazer o menor barulho.
Eu tinha o pressentimento de que meu pai estava se masturbando e queria ver o pau dele, aquele pauzão, do qual a Bianca tanto tinha me falado, me jogar em cima dele e terminar a punheta pra ele. Mas fiquei na vontade: cheguei tarde demais. Meu pai tinha se masturbado mesmo e eu só consegui ver ele de costas no banheiro, limpando com um pedaço de papel a porra do pau dele.
A decepção de ter chegado tarde foi compensada pela satisfação de ter sido o motivo da punheta do meu pai e pela certeza de que a postura dele em relação a mim começava a fraquejar. Já podia começar a fase final do meu plano.
A Bianca voltou a passar muito tempo em casa, meu pai a levar ela na casa dela de carro e minha amiga a deixar ele de pau duro, aumentando o tesão dele. Uns dias depois, quando minha mãe estava voando e meu irmão nos treinos (porra, quantas coisas eu perdi por causa dos malditos treinos!), eu pedi pra Bianca deixar uns apontamentos na minha casa; minha amiga sabia perfeitamente que eu não estaria e que ela só encontraria meu pai. Achei que a primeira vez tinha que ser só pra eles dois: a Bianca era o prêmio pro meu pai, e ela merecia por tudo que fez, e que ia fazer, por mim.
"Você tinha razão", ela me disse no dia seguinte, "foi a melhor foda que eu já dei".
Agora era a minha vez. Uma semana depois, aproveitando a ausência simultânea da minha mãe e do meu irmão, a Bianca passou de novo na minha casa e encontrou só meu pai. Ela me deu um toque, como a gente tinha combinado, quando eles estavam prestes a subir pro quarto dos meus pais, onde também tinham transado na primeira vez.
Entrei em casa sem fazer barulho. Fui pro meu quarto e me despi enquanto ouvia os gemidos vindo do andar de cima. Subi as escadas devagar e me posicionei pra poder ver sem ser vista.
Comecei a me tocar enquanto via como meu pai, de costas, metia na Bianca por trás. O suor fazia brilhar os músculos do meu pai, tensos e bem definidos; minha amiga recebia cada estocada com um gemido curto e agudo; meus fluidos vaginais começaram a escorrer pelas minhas coxas.
Eles pararam pra trocar de posição. Meu pai se deitou de barriga pra cima na cama e foi aí que eu vi ele em todo o seu esplendor. Era comprido, perfeitamente reto, grosso, com as veias inchadas marcando o tronco, a cabeça vermelha e brilhante que parecia prestes a explodir: era o segundo pau mais grande que eu já tinha visto na vida, parecido com os que a gente vê nos filmes.
A Bianca sentou por cima e acolheu ele devagar, tudo dentro da buceta dela. Eu avancei na direção deles, agachada, sempre atrás da minha amiga que tapava a visão do meu pai. Passei a mão nas nádegas dela. A Bianca tremeu um pouco, mas sabia que era eu: era nosso sinal. Ela se abaixou pra chupar a boca do meu pai e eu comecei a acariciar os ovos dele. Ele deve ter pensado que era a mão da Bianca, porque nem se mexeu.
«Vou gozar!» disse meu pai finalmente.
Na hora, segurei a base do pau dele, tirei da vulva da Bianca e coloquei na minha boca, chupando enquanto batia uma com a mão.
«Que buceta do caralho!»
A Bianca tentou calar ele voltando a beijá-lo, mas meu pai a tirou de cima com uma mão. E me viu.
«Claudia! Que... O que você tá fazendo?»
A cara dele denunciava a chegada de um orgasmo iminente. Eu sorri maliciosa.
«Quer que eu pare...?», com a outra mão voltei a acariciar os ovos dele, roçando o cu com o dedo indicador.
«...ou quer que eu continue?» e voltei a lamber o pau dele.
«Claudia...! Aaghh... eu... Vou gozaaaar...!»
Mantive o pau dele na boca, engolindo o máximo que podia: meu pai descarregou uma porrada de porra grossa, quente e salgada que eu não consegui engolir toda.
«Claudia...»
Olhei pra ele, sorrindo e satisfeita, enquanto o esperma escorria pelos cantos da minha boca até o queixo. queixo. Bianca não perdeu nem um segundo: se aproximou e começou a lamber meu rosto, limpando os restos dos fluidos do meu pai. Adorei quando passou a língua sobre meus lábios, devagar, recuperando até a última gotinha de esperma. Abri a boca e ofereci minha língua e o sêmen que não tinha engolido.
Aquele beijo excitou nós duas e começamos a acariciar cada cantinho dos nossos corpos nus e quentes. Quase sem perceber, estávamos lambendo a buceta uma da outra, dando ao meu pai um espetáculo sem igual. Os dedos experientes de Bianca ajudavam e complementavam a língua dela, deslizando até o cu que, tão bem estimulado, se dilatou na hora ao contato com as pontas dos dedos.
Minha vulva estava pegando fogo, eu tava ficando louca de prazer. Bianca penetrou ao mesmo tempo minha buceta e meu cu com os dedos, e senti minhas pernas fraquejarem e o sangue ferver nas veias. Fiz o mesmo com ela pra dar o mesmo prazer.
Meu pai disse alguma coisa; eu tava tão ocupada gozando com a Bianca que não entendi, mas aquilo me fez voltar a atenção pra ele. Ele tinha ficado o tempo todo perto da gente, observando quieto; levei minha mão até a pélvis dele e descobri que a Bianca tinha se adiantado: ela tava batendo uma pro pau do meu pai, que tinha endurecido de novo. Ajudei no serviço e senti aquele pênis enorme ficar ainda mais duro e ereto. Me joguei pra chupar ele enquanto a Bianca se aproximou mais e começou a chupar a boca dele. Meu coração tava batendo muito rápido: não podia acreditar, eu tava prestes a foder meu pai.
Me levantei, fiz ele deitar na cama e montei em cima dele, pegando o pau dele e guiando pra dentro da minha buceta, descendo devagar. Meu pai parou de beijar a Bianca e me olhou. Era um olhar que eu não entendi direito, um olhar que mostrava que na cabeça dele tava passando um monte de coisa; me abaixei e beijei ele nos lábios pra acalmar. Mas ele não respondeu ao beijo.
«Claudia...», ele disse com a voz fraca. Me endireitei e continuei montando nele num ritmo suave, enquanto com a mão esquerda comecei a brincar com as bolas dele, que estavam encharcadas dos meus fluidos. Sentia meu orgasmo chegando bem perto. Não sei explicar o que sentia naquele momento. Não era só aquela pica enorme dentro de mim batendo nas paredes do meu útero que me excitava: o fato de aquela pica ser do meu pai, por si só, já me deixava louca; era uma sensação maravilhosa, indescritível, comparável apenas ao que um filho sente ao penetrar a própria mãe.
Finalmente meu pai superou o bloqueio: senti as mãos fortes dele tocarem minha bunda, que acabaram agarrando com mais força enquanto ele aumentava o ritmo do balanço dos meus quadris. Beijei ele de novo, e dessa vez ele correspondeu, procurando minha língua com a dele.
«É isso que você quer?». Meu pai me virou sem sair de dentro de mim e ficou por cima. Ele mantinha o ritmo das estocadas e continuava me segurando pela bunda.
«Você é mais puta que sua mãe!»
O pai carinhoso e cuidadoso deu lugar ao macho vigoroso e vulgar. Pensar que eu estava fazendo meu pai perder o controle, fazendo ele gozar, me fez explodir: tive um orgasmo forte e intenso, acho que o melhor que já tive até hoje. Soltei um gemido que parecia mais um grito enquanto apertava meu pai com toda a força que tinha nos braços. Ele não demorou muito para gozar, descarregando dentro de mim o que restava de porra.
Ele se deitou ao meu lado, me deu um beijo na testa e sorriu pra mim enquanto acariciava meu cabelo.
«Era isso o seu "favor pendente"?»
Só então percebemos que estávamos sozinhos: Bianca tinha descido e a gente ouvia ela tomando banho no lavabo de baixo. Que puta amiga que eu tenho!
«Você gostou?», perguntei pro meu pai.
«A verdade é que foi estupendo. Só faltou sua mãe pra ser perfeito».
"Eu também adoraria, por que não fazemos?" quis dizer, mas me calei. Só queria saborear e aproveitar aquele momento. momento sublimeDesculpe, não posso traduzir esse texto.FONTE:http://www.todorelatos.com/relato/63211/
Descobri o diário secreto da minha irmã, onde ela conta, nos mínimos detalhes, suas experiências sexuais. Ela se chama Cláudia, tem 20 anos, é loira, com cabelo comprido e levemente ondulado, olhos azuis e sorridentes, e lábios carnudos. Mesmo sendo minha irmã, tenho que admitir que ela é muito, muito gostosa e tem um corpo lindo e bem cuidado. A verdade é que nunca tinha reparado nela até começar a ler o diário, ficando excitado a cada página, batendo uma pensando nela e descobrindo o quanto ela podia ser uma putinha. Transcrevo as páginas exatamente como a Cláudia escreveu, trocando os nomes e adicionando explicações, para que vocês possam sentir todo o prazer que eu tive lendo.
Finalmente consegui. E foi maravilhoso.
Não faz ideia do que eu faria pra dar pro meu pai" — falei pra Bianca naquele dia (Bianca é a amiga brasileira da minha irmã, a deusa do sexo).
Confessei assim, na lata, do mesmo jeito que conto tudo pra ela. E descobri que ela também daria pra ele de boa. Não era segredo que ela achava ele gostoso, mas a gente nunca falava sobre transar com os respectivos pais. Até aquele dia.
Bianca tinha razão: não era uma parada impossível porque um pai, no fim das contas, é um homem com todas as fraquezas da categoria, mas com certeza seria bem mais complicado do que pegar um cara qualquer. E foi conversando com ela que a ideia surgiu.
Claro que se eu tivesse proposto na cara ou dado uma indireta, meu pai teria negado na hora, mas ele bem que podia transar com a Bianca quase sem problema nenhum e, se quisesse comer ela, teria que me comer também. Expliquei meu plano pra Bianca e ela topou sem piscar.
"Você me conhece — ela disse —, se tiver sexo bom no meio, eu sempre topo."
Num domingo que minha mãe tava trabalhando (ela é comissária de bordo e passa vários dias fora), a Bianca tava na minha casa como num dia qualquer, mas eu mandei ela se vestir de um jeito provocante e sexy, igual a gente faz quando sai pra festa. Ela apareceu com uma calça preta elástica bem justa que destacava a bunda linda dela e as pernas torneadas perfeitas, marcando até a fio-dental que usava na frente e atrás, e com uma camiseta colada com um decote tão profundo que os peitos quase caíam pra fora. Tava esplêndida. Fiquei com inveja de tão gostosa que ela tava.
Percebi meu pai olhando disfarçado, reparando em cada detalhe do corpo lindo dela. Bianca foi embora e eu sentei no sofá do lado do meu pai, quando ele tava quase terminando o jogo que tava vendo e acabando a (acho) quarta cerveja dele.
"A Bianca é muito gostosa, né?"
"Pois é, ela é uma mina de uma beleza extraordinária" (embora Parece estranho, mas a gente tem sorte de ter uns pais bem abertos e jovens, com eles dá pra falar de qualquer coisa sem problema).
«Você transaria com ela?»
«De onde veio essa pergunta?»
«Nada, é só pra encher lingüiça»
«Olha, Claudia, é verdade que sua mãe e eu sempre incentivamos vocês a serem abertos com a gente e a falar sobre qualquer assunto que preocupasse, mas essa me parece uma conversa de dois caras no balcão»
«Não acredito, você tá com vergonha de falar disso!»
«Não, não é isso. Talvez esse assunto eu tenha tratado mais com seu irmão do que com você. Não posso responder porque, se fizesse isso, reduziria a Bianca a uma condição de mero objeto sexual que me dá prazer. Isso não é comigo e, principalmente, sua amiga é muito mais que um objeto, não acha?»
«Tá bom, pai, corta esse papo, que eu só queria saber... é... com base em como os homens escolhem as garotas». Falei a primeira coisa que veio na cabeça.
«Na verdade, são as garotas que escolhem eles. Você já devia saber disso na sua idade. Mas se você tá falando de beleza, sim, isso pesa bastante»
«Isso quer dizer que você transaria com a Bianca?»
«Mas, Claudia! O que acabei de te falar?»
«É, sim, é que...»
«O sexo entre duas pessoas é uma coisa maravilhosa, mas, se for baseado só na atração física, cai e empobrece rápido. Tem muito mais fatores a considerar...» e ele continuou falando por um bom tempo sobre a importância de dar prazer um ao outro, química, fatores emocionais e outras coisas que, segundo ele, precisavam ser observadas. Eu deixava ele falar, olhando pros braços musculosos dele e imaginando eles em volta da minha cintura, me apertando forte contra o corpo dele, levantando minha saia, me beijando com os lábios carnudos, acariciando minha buceta com a mão enorme dele...
«Entendeu?» Voltei à realidade.
«É... sim, sim... então... se a Bianca cumprisse todos... é... os requisitos que você acabou de falar, você transaria com ela?»
«Você não vai desistir, vai?» até que você tenha obtido uma resposta satisfatória, certo?». Sorri e fiz cara de menina boazinha e um pouco ingênua.
«Tá, beleza. Então, sim, eu comeria ela».
«E se eu cumprisse todos os requisitos?».
«Claudia, o que eu sou, seu pai?!...».
Talvez eu tivesse ido longe demais para o primeiro dia. Me aproximei do meu pai, apoiando a mão na perna dura dele e dei um beijo, roçando o canto dos lábios.
«Não fica bravo, pai. Vou revisar inglês. Até logo».
Aquela conversa serviu pra descobrir o que me interessava: primeiro, que meu pai comeria a Bianca se as circunstâncias permitissem; segundo, que, mesmo tendo uma mente muito aberta, dificilmente me comeria. Mas não me preocupei mais do que o necessário: até a fortaleza mais inexpugnável tinha seu ponto fraco.
Conversei com a Bianca pra desenvolver melhor meu plano. Ela tinha que excitar meu pai ao máximo, provocando nele um desejo insuportável de possuí-la, enquanto eu tinha que apagar o conceito que meu pai tinha de mim, tinha que conseguir que ele começasse a me ver como uma mulher e não como filha. Mesmo assim, talvez ele não topasse me comer, mas seria incapaz de me recusar se eu continuasse o trabalho começado pela Bianca no ponto em que todos os homens se rendem e estão dispostos a fazer o que você pedir, contanto que gozem: uns momentos antes de gozar.
Então, Bianca começou a vir na minha casa e a ficar mais tempo do que o normal, sempre vestida com vestidos e saias bem curtas e decotes profundos que destacavam as curvas gostosas do corpo dela. Sempre que tinha oportunidade, se abaixava, mostrando os peitos ou exibindo a bunda, ou, se estava sentada, abria e fechava as pernas continuamente e devagar, dando ao meu pai uma visão privilegiada das partes íntimas dela.
Um dia, Bianca ficou pra dormir na minha casa e, obviamente não foi por acaso, encontrou meu pai na cozinha. A gente tinha acabado de chegar de uma festa e... Meu pai, de pijama, tinha acabado de acordar. A Bianca estava usando como pijama um baby doll preto curto e transparente e nada mais. Através do tecido diáfano dava pra apreciar o corpo dela em toda sua preciosidade: os peitos túrgidos e redondos, a buceta completamente depilada, as pernas longas, retas e torneadas... Meu pai pareceu gostar do espetáculo que ela deu de bom-dia, já que a Bianca viu o pau dele começar a crescer por baixo do pijama.
Meu pai começou a ceder. Era hora de dar o próximo passo. Enquanto isso, eu comecei a andar pela casa semi-nua e a tomar banho de porta aberta quando meu pai estava em casa: queria aproveitar a excitação que a Bianca provocava nele, mostrar meu corpo e tentar fazer com que ele sentisse a mesma excitação.
Os dias passavam e a Bianca começou a se insinuar com mais descaro. Agora pedia pro meu pai levá-la de carro pra casa e ele, que sempre atendia de má vontade os favores que minha mãe pedia, topava na hora, todo empolgado. Sei muito pouco do que rolava no carro entre eles; a Bianca me contava que não acontecia nada, que na hora de se despedir ela apoiava a mão na coxa do meu pai e dava dois beijos; cada dia aproximava mais a mão do pacote do meu pai e roçava cada vez mais os lábios nos dele. O fato é que algo estava mudando nele.
Toda vez que eu tomava banho, meu pai começou a passar pelo lavabo, que eu cuidava de deixar com a porta bem aberta, e ficava olhando meu corpo nu debaixo d'água, mas toda vez que eu virava a cabeça na direção dele, ele saía. Tinha que trabalhar mais nisso.
Uns dias depois, a Bianca me contou que enquanto se despedia no carro, deixou o celular cair de propósito no chão do banco do meu pai e se abaixou na hora pra pegar. Demorou mais do que o necessário: esfregava os peitos na perna do meu pai, aproximava o rosto do pau dele, mexia as pernas, fingindo se esticar pra alcançar o celular que na verdade já tinha na mão, pra fazer a saia subir. saia... enfim, quem passasse por ali teria jurado que minha amiga tava fazendo um boquete no meu pai.
A Bianca se levantou e olhou sorrindo pro meu pai, que tinha ficado imóvel e de boca aberta. O celular caiu de novo, dessa vez sem querer, e foi parar entre as pernas dele. Ela não pensou duas vezes: meteu a mão pra pegar. Sentiu o calor que saía da virilha do meu pai e, principalmente, sentiu a dureza do pau dele ereto.
"Seu pai deve ter um pauzão!", ela me disse. "Passei a mão no volume e não entendi se tava perto da cabeça ou das bolas... e olha que já peguei em muita rola..."
"Melhor pra gente, né?", e rimos. "Tô morrendo de vontade de ver", completei.
Quem mais tava morrendo de vontade era a Bianca que, com a ajuda de uns cubas-libres que tomamos na minha casa, tomou a iniciativa e se jogou, acelerando nosso plano e arriscando estragar tudo. Naquela mesma noite, meu pai levou ela de carro pra casa, como já era de costume, e na hora de se despedir, a Bianca foi direto nos lábios dele. Felizmente, pro bem do nosso plano e da gente, ele não resistiu e devolveu o beijo.
A Bianca não demorou pra enfiar a língua e demorou menos ainda pra acariciar o pau do meu pai por cima da calça. Com a mão experiente, conseguiu rápido desabotoar e tirar o membro ereto dele, começando a bater uma. Parou de beijar meu pai e se abaixou, enfiando o pau dele na boca e começando a chupar gostoso. Pelo que ela me contou, meu pai passava a mão na bunda dela com uma mão enquanto com a outra segurava a cabeça dela, marcando o ritmo do boquete. Tiveram que parar na hora porque um carro parou do lado e estacionou atrás deles.
"Seu pai tem o maior pau que já vi na vida", minha amiga me disse.
E eu senti ciúmes dela. Na hora, fiz a Bianca prometer que acontecesse o que acontecesse, ela não ia deixar meu pai meter nela nem deixar ele gozar na boca ou na mão dela. Eu não entendia direito, mas ela me prometeu. Nas vezes seguintes que meu pai levou ela em casa, sempre acabava chupando ele, mas a Bianca conseguia parar a tempo, deixando meu pai na mão.
«Não aguento mais, vou ficar maluca!», ela me disse depois de três dias, «ele me deixa louca, preciso da pica dele, preciso sentir seu pai dentro de mim».
«Calma, tia, te prometo que você vai ter a melhor foda da sua vida, mas tudo no tempo certo».
Se minha amiga, que tem muita experiência, estava assim, igual, se não pior, devia estar meu pai: tinha chegado a hora de fazer a Bianca sumir.
De repente, minha amiga parou de vir na minha casa e meu pai começou a ficar nervoso e ansioso. Ele se aproximava do meu quarto, coisa que nunca fazia antes, pra ver se eu tava sozinha ou não, e era o primeiro a atender o interfone se alguém tocava a campainha, esperando e desejando a chegada da Bianca. Parecia um adolescente.
«Aconteceu alguma coisa com a Bianca?» um dia ele finalmente resolveu me perguntar.
«Não, por quê?»
«Faz tempo que não vejo vocês juntas e pensei que talvez tivessem brigado»
«Não, que nada, de jeito nenhum. As provas tão chegando e a gente decidiu focar nos estudos»
«É verdade, as provas...», e ele ficou pensativo.
«Não é que você tá com saudade dela?»
«Saudade dela? E por que você diz isso agora? Só porque te perguntei sobre ela? Sempre tem que ter um segundo motivo?». Ele tava com saudade, muita saudade.
«Tá, tá, para. Não fica assim»
«Não tô ficando de jeito nenhum, só me irrita que...»
«Pai... pai... se acalma. Olha, não precisa fingir. Eu sei de tudo»
«Tudo o quê?»
«Eu sei o que rolou no carro entre você e a Bianca»
«Não rolou nada entre a Bianca e eu!»
«Pai, ela é minha melhor amiga, a gente conta tudo uma pra outra»
«Tudo...» ele ficou pensativo de novo. Era meu oportunidade. Me aproximei dele e o abracei.
«Não se preocupa, não me incomoda nem me envergonha; pelo contrário, tenho orgulho de que minha amiga se sinta atraída pelo meu pai. Até me dá inveja». Ele me lançou um olhar interrogativo.
«Quero dizer que... nem toda mulher pode se gabar de um pai gostoso e atlético como você». Ele sorriu.
«Se é pela mamãe, não se preocupa, eu não vi nem sei de nada. Te prometo». Ele me encarou nos olhos.
«Em troca...»
«Sabia, você me assusta»
«Não tenha medo. Em troca, só me deve um favor»
«Que favor?»
«Nenhum em especial, só vai ficar me devendo um favor-»
Fiquei surpresa com o quanto meu pai estava vidrado na Bianca; numa situação normal, ele nunca me deixaria assumir o controle da conversa. Uns dias depois, vendo que meu pai continuava nervoso e ansioso (a Bianca ainda não tinha voltado em casa), resolvi dar um presente pra ele.
Não tinha ninguém além de mim e ele em casa: fui tomar banho deixando a porta aberta como sempre. Quando percebi que ele estava me observando da porta, não me virei como das outras vezes pra evitar que ele fosse embora. Comecei a ensaboar o peito, massageando mais do que o necessário; depois desci devagar, acariciando minha barriga, e continuei descendo, levando a mão até minha buceta.
Comecei a me esfregar devagar. A ideia de me masturbar na frente do meu pai me excitou pra caralho: logo fiquei bem molhada. Enfiei o dedo do meio, que deslizou pra dentro sem problema nenhum, e mexi fazendo circulozinhos. Me apoiei na parede do chuveiro pra deixar minha bunda levantada: assim meu pai tinha uma visão perfeita da minha vulva sendo penetrada pelo meu dedo.
Acabava de ter um orgasmo quando ouvi meu pai subir as escadas correndo pro quarto dele. Saí logo do chuveiro, me sequei o melhor que pude, fui pro meu quarto (nossos quartos ficam no andar de baixo, o dos nossos pais no de cima), coloquei música pra ele pensar que eu estivesse lá e subi as escadas sem fazer o menor barulho.
Eu tinha o pressentimento de que meu pai estava se masturbando e queria ver o pau dele, aquele pauzão, do qual a Bianca tanto tinha me falado, me jogar em cima dele e terminar a punheta pra ele. Mas fiquei na vontade: cheguei tarde demais. Meu pai tinha se masturbado mesmo e eu só consegui ver ele de costas no banheiro, limpando com um pedaço de papel a porra do pau dele.
A decepção de ter chegado tarde foi compensada pela satisfação de ter sido o motivo da punheta do meu pai e pela certeza de que a postura dele em relação a mim começava a fraquejar. Já podia começar a fase final do meu plano.
A Bianca voltou a passar muito tempo em casa, meu pai a levar ela na casa dela de carro e minha amiga a deixar ele de pau duro, aumentando o tesão dele. Uns dias depois, quando minha mãe estava voando e meu irmão nos treinos (porra, quantas coisas eu perdi por causa dos malditos treinos!), eu pedi pra Bianca deixar uns apontamentos na minha casa; minha amiga sabia perfeitamente que eu não estaria e que ela só encontraria meu pai. Achei que a primeira vez tinha que ser só pra eles dois: a Bianca era o prêmio pro meu pai, e ela merecia por tudo que fez, e que ia fazer, por mim.
"Você tinha razão", ela me disse no dia seguinte, "foi a melhor foda que eu já dei".
Agora era a minha vez. Uma semana depois, aproveitando a ausência simultânea da minha mãe e do meu irmão, a Bianca passou de novo na minha casa e encontrou só meu pai. Ela me deu um toque, como a gente tinha combinado, quando eles estavam prestes a subir pro quarto dos meus pais, onde também tinham transado na primeira vez.
Entrei em casa sem fazer barulho. Fui pro meu quarto e me despi enquanto ouvia os gemidos vindo do andar de cima. Subi as escadas devagar e me posicionei pra poder ver sem ser vista.
Comecei a me tocar enquanto via como meu pai, de costas, metia na Bianca por trás. O suor fazia brilhar os músculos do meu pai, tensos e bem definidos; minha amiga recebia cada estocada com um gemido curto e agudo; meus fluidos vaginais começaram a escorrer pelas minhas coxas.
Eles pararam pra trocar de posição. Meu pai se deitou de barriga pra cima na cama e foi aí que eu vi ele em todo o seu esplendor. Era comprido, perfeitamente reto, grosso, com as veias inchadas marcando o tronco, a cabeça vermelha e brilhante que parecia prestes a explodir: era o segundo pau mais grande que eu já tinha visto na vida, parecido com os que a gente vê nos filmes.
A Bianca sentou por cima e acolheu ele devagar, tudo dentro da buceta dela. Eu avancei na direção deles, agachada, sempre atrás da minha amiga que tapava a visão do meu pai. Passei a mão nas nádegas dela. A Bianca tremeu um pouco, mas sabia que era eu: era nosso sinal. Ela se abaixou pra chupar a boca do meu pai e eu comecei a acariciar os ovos dele. Ele deve ter pensado que era a mão da Bianca, porque nem se mexeu.
«Vou gozar!» disse meu pai finalmente.
Na hora, segurei a base do pau dele, tirei da vulva da Bianca e coloquei na minha boca, chupando enquanto batia uma com a mão.
«Que buceta do caralho!»
A Bianca tentou calar ele voltando a beijá-lo, mas meu pai a tirou de cima com uma mão. E me viu.
«Claudia! Que... O que você tá fazendo?»
A cara dele denunciava a chegada de um orgasmo iminente. Eu sorri maliciosa.
«Quer que eu pare...?», com a outra mão voltei a acariciar os ovos dele, roçando o cu com o dedo indicador.
«...ou quer que eu continue?» e voltei a lamber o pau dele.
«Claudia...! Aaghh... eu... Vou gozaaaar...!»
Mantive o pau dele na boca, engolindo o máximo que podia: meu pai descarregou uma porrada de porra grossa, quente e salgada que eu não consegui engolir toda.
«Claudia...»
Olhei pra ele, sorrindo e satisfeita, enquanto o esperma escorria pelos cantos da minha boca até o queixo. queixo. Bianca não perdeu nem um segundo: se aproximou e começou a lamber meu rosto, limpando os restos dos fluidos do meu pai. Adorei quando passou a língua sobre meus lábios, devagar, recuperando até a última gotinha de esperma. Abri a boca e ofereci minha língua e o sêmen que não tinha engolido.
Aquele beijo excitou nós duas e começamos a acariciar cada cantinho dos nossos corpos nus e quentes. Quase sem perceber, estávamos lambendo a buceta uma da outra, dando ao meu pai um espetáculo sem igual. Os dedos experientes de Bianca ajudavam e complementavam a língua dela, deslizando até o cu que, tão bem estimulado, se dilatou na hora ao contato com as pontas dos dedos.
Minha vulva estava pegando fogo, eu tava ficando louca de prazer. Bianca penetrou ao mesmo tempo minha buceta e meu cu com os dedos, e senti minhas pernas fraquejarem e o sangue ferver nas veias. Fiz o mesmo com ela pra dar o mesmo prazer.
Meu pai disse alguma coisa; eu tava tão ocupada gozando com a Bianca que não entendi, mas aquilo me fez voltar a atenção pra ele. Ele tinha ficado o tempo todo perto da gente, observando quieto; levei minha mão até a pélvis dele e descobri que a Bianca tinha se adiantado: ela tava batendo uma pro pau do meu pai, que tinha endurecido de novo. Ajudei no serviço e senti aquele pênis enorme ficar ainda mais duro e ereto. Me joguei pra chupar ele enquanto a Bianca se aproximou mais e começou a chupar a boca dele. Meu coração tava batendo muito rápido: não podia acreditar, eu tava prestes a foder meu pai.
Me levantei, fiz ele deitar na cama e montei em cima dele, pegando o pau dele e guiando pra dentro da minha buceta, descendo devagar. Meu pai parou de beijar a Bianca e me olhou. Era um olhar que eu não entendi direito, um olhar que mostrava que na cabeça dele tava passando um monte de coisa; me abaixei e beijei ele nos lábios pra acalmar. Mas ele não respondeu ao beijo.
«Claudia...», ele disse com a voz fraca. Me endireitei e continuei montando nele num ritmo suave, enquanto com a mão esquerda comecei a brincar com as bolas dele, que estavam encharcadas dos meus fluidos. Sentia meu orgasmo chegando bem perto. Não sei explicar o que sentia naquele momento. Não era só aquela pica enorme dentro de mim batendo nas paredes do meu útero que me excitava: o fato de aquela pica ser do meu pai, por si só, já me deixava louca; era uma sensação maravilhosa, indescritível, comparável apenas ao que um filho sente ao penetrar a própria mãe.
Finalmente meu pai superou o bloqueio: senti as mãos fortes dele tocarem minha bunda, que acabaram agarrando com mais força enquanto ele aumentava o ritmo do balanço dos meus quadris. Beijei ele de novo, e dessa vez ele correspondeu, procurando minha língua com a dele.
«É isso que você quer?». Meu pai me virou sem sair de dentro de mim e ficou por cima. Ele mantinha o ritmo das estocadas e continuava me segurando pela bunda.
«Você é mais puta que sua mãe!»
O pai carinhoso e cuidadoso deu lugar ao macho vigoroso e vulgar. Pensar que eu estava fazendo meu pai perder o controle, fazendo ele gozar, me fez explodir: tive um orgasmo forte e intenso, acho que o melhor que já tive até hoje. Soltei um gemido que parecia mais um grito enquanto apertava meu pai com toda a força que tinha nos braços. Ele não demorou muito para gozar, descarregando dentro de mim o que restava de porra.
Ele se deitou ao meu lado, me deu um beijo na testa e sorriu pra mim enquanto acariciava meu cabelo.
«Era isso o seu "favor pendente"?»
Só então percebemos que estávamos sozinhos: Bianca tinha descido e a gente ouvia ela tomando banho no lavabo de baixo. Que puta amiga que eu tenho!
«Você gostou?», perguntei pro meu pai.
«A verdade é que foi estupendo. Só faltou sua mãe pra ser perfeito».
"Eu também adoraria, por que não fazemos?" quis dizer, mas me calei. Só queria saborear e aproveitar aquele momento. momento sublimeDesculpe, não posso traduzir esse texto.FONTE:http://www.todorelatos.com/relato/63211/
11 comentários - Diário Secreto da Minha Irmã
pero es excelente y muy perverso esperare
algun otro pero que sea de tu autoria.
tenemos en poringa muy buenos posteadores
de relatos,y quiero ver si estas a la altura de ellos
de todas maneras