aqui vão alguns relatos, espero que vocês gostem!
é a primeira história que posto e tem um dia em especial que quero compartilhar... isso foi há alguns meses mas ainda tá muito presente na minha mente... até quando eu me masturbo pensando nesse dia... espero que vocês curtam ler tanto quanto eu curti viver...
tenho 21 anos e meu namorado 24... tenho 1,64m, sou branquinha, cabelo castanho, com um pouco menos de peito do que eu gostaria mas com uma raba muito boa... ele tem 1,89m, moreno, forte e com umas mãos incríveis... coloquei esses detalhes só pra vocês terem uma ideia... 😉
com meu namorado decidimos passar um fim de semana juntos... chegamos num hotel da cidade e pouco depois do mensageiro ir embora começamos a ação...
começamos a nos beijar e enquanto o clima esquentava a roupa ia caindo... já pelados, ele me sentou na cômoda do quarto e ele sentou na cadeira pra ficar num ângulo melhor já que ele é muito alto...
beijou meus peitos com muito cuidado pra brincar com meus bicos usando a língua... eu tava no céu... tenho os peitos muito sensíveis então fico louca quando ele faz isso e ele sabe...
enquanto isso, ele acariciava minha buceta com uma mão enquanto a outra percorria o resto do meu corpo... quando minha excitação já tava bem óbvia e eu sentia a lubrificação escorrendo pela minha buceta, ele aproveitou a diferença de altura pra me dar o melhor boquete da minha vida...
alternava os dedos com a língua pra enfiar em mim... passava a língua de cima pra baixo no meu clitóris me fazendo tremer de prazer...
depois ele se levantou pra eu pegar o pau dele e retribuir o favor... adoro chupar o pau dele e sentir como ele fica mais duro e cresce a cada vez, mas depois sentir como ele enche minha buceta com o tamanho enorme dele... o que mais gosto é quando a cabeça do pau dele entra em mim pela primeira vez... no começo peço pra ele repetir essa parte várias vezes antes de me penetrar completamente e ele Ele faz isso com prazer...
Assim que começamos, a gente se mexeu muito pra sentir mais excitação, como sempre... fico muito excitada só de pensar que os hóspedes do quarto ao lado podiam ouvir nossos gemidos... principalmente os meus, que ficavam cada vez mais altos... aí, fazendo uma pausa pra segurar o clímax e aproveitar mais, meu namorado voltou a lamber meu clitóris com a língua e, freneticamente, enfiou dois dedos na minha buceta e tirava de novo... aproveitando a lubrificação do meu sexo, ele me virou de costas pra ele e começou a acariciar meu cu... parecia estranho... foi a primeira vez que ele fez isso... mas continuou acariciando meu corpo e meu clitóris enquanto fazia aquilo, então logo a sensação esquisita virou só prazer...
Vendo minha reação e ouvindo meus gemidos que enchiam o quarto, meu namorado anunciou que a gente ia tentar algo novo... chupei bem o pau gostoso dele pra deixar no ponto e fiquei de quatro na frente dele... primeiro ele enfiou o pau na minha buceta pra lubrificar um pouco com meus próprios fluidos que escorriam pelas paredes da minha xota, fruto da puta excitação que eu tava sentindo...
E aí ele começou a enfiar o pau no meu cu...
Tenho que admitir que doeu pra caralho e depois percebi que fez sangrar um pouco... mas com todo o tesão daquele momento e a vontade de sentir ele dentro de mim, não importou... ele adorou me comer assim... vi na expressão dele e nos sons que ele fazia... ele falava como era gostoso estar lá dentro e que, de quatro, minha raba ficava ainda mais linda... e ela já é a paixão dele, sempre pega nela, mesmo em público... me excita muito a ideia de sermos vistos... e isso me fez amar e tornar o sexo anal uma prática frequente nos nossos encontros...
Depois de um tempo sentindo o pauzão dele, que eu amo, entrando e saindo de mim, pude sentir ele gozar dentro do meu cu... foi uma delícia terminar sentindo o fruto de uma tarde de sexo...
É isso que posso dizer sobre essa tarde. pois dois orgasmos espetaculares (meus kkk) e bom, se contar a explosão do meu namorado seriam três, uma nova prática sexual que hoje, 5 meses depois do que relato, devo dizer que é das mais gostosas... nunca tinha pensado nisso antes... kkk... espero que tenham gostado... eu só de lembrar já fiquei super excitada... vocês deviam ver como meus mamilos estão duros agora... vou contar pro meu namorado mais tarde sobre minha travessura de publicar isso... com certeza ele vai me ajudar a ter mais histórias pra publicar... bye...
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E sim, tem que começar assim, que bundão gostoso ela tinha. Vou começar que éramos bem jovens, tipo, estávamos no terceiro ano do ensino médio.
As terças-feiras tínhamos atividades físicas na escola. Eu jogava basquete, já que naquela idade já media 1,87m.
O bom é que era tudo proporcional, porque tinha boca grande, orelhas grandes, mãos grandes, pés grandes e, graças a Deus, uma bela piroca, proporcional aos pés, e calço tênis tamanho 48.
Resumindo, são 23x6 de carne muito boa, nervuda e bem preparada pelo exercício físico.
Ela praticava vôlei e basquete feminino.
As meninas usavam um shortinho que deixava metade da bunda de fora. Quando eu as via jogar, ficava de pau duro pensando quando teria a chance de provar algo assim.
À noite, quando tomava banho, batia umas punhetas pensando naquelas bundas e naqueles peitinhos.
Chegou um dia em que viajamos para outra cidade para competir num torneio interescolar. Como nossa cidade é pequena, temos só um ônibus municipal que serve pra tudo, especialmente pras escolas.
A questão é que chegou quinta-feira de manhã e fomos todos subir no ônibus, ou surpresa: primeiro mandaram as meninas subirem pra escolher lugar, claro, as vadias escolheram os melhores lugares, e eu, como era tão alto, me mandaram pro banco do fundo, no meio, pra poder esticar as pernas. Não Tava errado se alguém não tivesse sono, porque se você dormisse, ficava com o pescoço todo travado.
A gente tinha que viajar 450 km, umas 7 horas, e depois de um tempo todo mundo já tava meio dormindo, inclusive eu. O negócio é que, dormindo, comecei a sonhar com a Gabrielle, que era a gostosa mais linda do time de vôlei, e claro, pra mim ela nunca tinha dito mais de três palavras seguidas.
Mas no sonho, ela tava me pedindo pra meter, pra gozar na cara dela, pegava minha porra, tudo. Tava toda entregue.
Eu fiquei todo duro, e quando acordei de pau armado, quem eu vejo olhando pro meu volume? Ela, a Gabrielle. Quando se viu descoberta, ficou vermelha que nem tomate, olhou nos meus olhos, passou a língua nos lábios e se virou.
Eu não sabia o que fazer de vergonha. Só consegui pegar a jaqueta e tampar a minha tesão.
Jogamos sexta e sábado, e depois nos deram um tempo livre se quiséssemos sair pra conhecer a cidade. Como eu tinha jogado muitos minutos, tava morto de cansado e preferi ficar no hotel ouvindo música e curtindo um banho de banheira cheia de água bem quente.
Todo mundo foi embora e eu fui pro banho.
Já tava uns 15 minutos na água, e comecei a dormir de tanto relaxar, quando sinto uma mão me empurrando pra baixo d'água. Quase me afoguei, levantei assustado, pronto pra brigar com quem tinha sido tão idiota.
Qual não foi minha surpresa: quem tinha me empurrado era a Gabrielle, que tinha ficado porque torceu o tornozelo e tava doendo um pouco pra sair andando.
Ela não tirava os olhos do meu pau, que já começou a endurecer e subir que nem mastro de bandeira no vento.
E eu comecei a me aproximar, e ela a recuar. Como não olhou pra trás, tropeçou num banquinho e caiu de costas em cima da roupa que tava no chão, e começou a rir porque a minissaia que ela tava usando tinha subido até os peitos, deixando ela só de calcinha, e praticamente transparente. Dava pra ver o pelinho escuro entre as pernas, vê-lo e notar como meu pau ficou o dobro mais grosso foi uma coisa só.
Me aproximei dela e coloquei ele na frente dos olhos dela, ela continuou olhando e finalmente pegou ele com as duas mãos, uma por cima da outra, e ainda assim sobrava a cabeça e um pedaço.
Ela deu um beijinho safado com os lábios e com a língua começou a lamber minhas bolas, depois se animou e enfiou a glande na boca, não conseguiu enfiar muito mais porque, sinceramente, o calibre da minha vara era impressionante. Mas ela fez todo o esforço possível para me chupar.
Enquanto isso, eu passava a mão nos peitos dela e descia o dedo até a virilha, que já estava toda molhada, afastei a calcinha de lado e, devagarzinho, fui enfiando o dedo médio, que tem uns 20 cm de comprimento, e adivinha o que encontrei? Não entrava inteiro, porque ela era virgem. E naquele momento eu gozei na boca da Gabrielle, que começou a se engasgar com todo aquele esperma de uma vez na garganta, mas acabou engolindo tudo.
Quando o pau começou a murchar, ela lambeu ele até o fim, e olha que ela nunca tinha estado com uma mulher, mas já estava pronta, igual escoteiro.
Eu queria enfiar nele, mas não tinha coragem, mas continuamos nos pegando e ela apoiou a cabeça na minha boceta, estava encharcada, os sucos escorriam pelos lábios dela, mesmo assim ela tentou enfiar, mas não entrava.
Eu me joguei no chão do banheiro com meu bastão duro apontando pra cima e ela sentou pra cavalgar.
Ela começou a se aproximar e abriu os lábios da buceta com as duas mãos, e meu pau começou a entrar, passou um pouco a cabeça, um terço do tronco e travou, ela soltou um gritinho, mas continuou pressionando, mas tava com medo e não aguentava a posição sentada.
Tirei ele devagar e falei pra ela ficar de bruços em cima do banquinho, ficava na altura certa pra enfiar.
Perguntei se ela queria que eu passasse creme pra entrar melhor, e ela disse que sim, pra não doer tanto.
Fui até o quarto e me lembrei de Tranca a porta, não vá alguém chegar de repente e nos pegar transando.
Eu usava glicerina líquida pra amolecer a casca que a gente usava pra proteger os testículos quando jogávamos.
Então voltamos pros beijos e apalpadelas, a Gabrielle tava tão tesuda que se desmanchava em amassos no meu pau.
Passei bastante vaselina nela e me acomodei na raba dela, que por sinal era espetacular — imagina que na sua frente tem um damasco perfeito pronto pra ser saboreado.
Apoiei a cabeça e começou a entrar melhor, cheguei até o cabaço dela e não passava, ela começou a reclamar e eu queria tirar, mas ela não deixava. De repente, ela deu uma empurrada pra trás com a bunda e cravou até o talo com um grito rouco abafado. Ficou parada um tempo até se acostumar com a dor e começou a rebolgar devagar. Em cinco minutos, parecia uma puta descontrolada. Eu metia fundo e ela, cada vez que eu batia no fundo e empurrava os ovários pra cima, mais empurrava pra trás, até que de repente começou a gozar numa gozada interminável, com uns gritos que com certeza dava pra ouvir no quarto vizinho se tivesse alguém.
Eu já tava quase gozando, então tirei pra não gozar dentro dela, pra não engravidar logo na minha primeira foda.
E aí me veio a ideia: se eu metesse no cu dela, podia gozar sem problema e ainda provar como era entrar num cu, ainda mais daquele nível.
Passei glicerina nas nádegas dela, pra relaxar, e enquanto espalhava o lubrificante, apoiava a cabeça no buraquinho. Ela se mexia de um lado pro outro, mas sem muita ênfase, então falei que ia meter e que ela ficasse bem quietinha pra eu saborear quando entrasse.
Tive toda a paciência do mundo: enfiei um dedinho primeiro, depois dois e, no final, três inteiros. Nessa altura, ela já tinha esquentado de novo e pedia pra eu meter.
Apontei o pau e apoiei naquele buraco rosado que pulsava, pedindo aos berros pra ser tapado, e ali, sem mais não me importei muito se doía, comecei a meter, ela começou a suspirar cada vez mais forte à medida que os centímetros entravam, lá pelos 15 pra dentro, escapou um grito dela, e pediu pra eu tirar, mas já tinha entrado mais da metade, então continuei empurrando até os ovos começarem a bater na buceta dela. Ela já só gemia baixinho. Eu continuei empalando e bombando até chegar a hora, aí tirei de repente, virei ela, meti na boca dela e gozei toda a porra quente. Ela não deixou escapar nem uma gota.
Depois a gente tomou banho junto, e ela me deu mais um boquete até subir, e eu meti na pussy até o fundo de uma sentada, e quando ia gozar ela pediu pra eu gozar dentro, que nunca tinha sentido como era e queria provar, que não me preocupasse porque tomava anticoncepcional. Sentir aquilo e jorrar fluido dentro foi uma coisa só.
O negócio é que faz seis meses que somos namorados e não paramos de foder quase toda noite, e já temos uma rotina: ela me chupa, e tira a primeira gozada, me chupa de novo, e eu meto um tempo na pussy e um pouquinho naquele bum, que é onde finalmente deposito todo o creme.
Sinceramente, que bum lindo ela tem.
é a primeira história que posto e tem um dia em especial que quero compartilhar... isso foi há alguns meses mas ainda tá muito presente na minha mente... até quando eu me masturbo pensando nesse dia... espero que vocês curtam ler tanto quanto eu curti viver...
tenho 21 anos e meu namorado 24... tenho 1,64m, sou branquinha, cabelo castanho, com um pouco menos de peito do que eu gostaria mas com uma raba muito boa... ele tem 1,89m, moreno, forte e com umas mãos incríveis... coloquei esses detalhes só pra vocês terem uma ideia... 😉
com meu namorado decidimos passar um fim de semana juntos... chegamos num hotel da cidade e pouco depois do mensageiro ir embora começamos a ação...
começamos a nos beijar e enquanto o clima esquentava a roupa ia caindo... já pelados, ele me sentou na cômoda do quarto e ele sentou na cadeira pra ficar num ângulo melhor já que ele é muito alto...
beijou meus peitos com muito cuidado pra brincar com meus bicos usando a língua... eu tava no céu... tenho os peitos muito sensíveis então fico louca quando ele faz isso e ele sabe...
enquanto isso, ele acariciava minha buceta com uma mão enquanto a outra percorria o resto do meu corpo... quando minha excitação já tava bem óbvia e eu sentia a lubrificação escorrendo pela minha buceta, ele aproveitou a diferença de altura pra me dar o melhor boquete da minha vida...
alternava os dedos com a língua pra enfiar em mim... passava a língua de cima pra baixo no meu clitóris me fazendo tremer de prazer...
depois ele se levantou pra eu pegar o pau dele e retribuir o favor... adoro chupar o pau dele e sentir como ele fica mais duro e cresce a cada vez, mas depois sentir como ele enche minha buceta com o tamanho enorme dele... o que mais gosto é quando a cabeça do pau dele entra em mim pela primeira vez... no começo peço pra ele repetir essa parte várias vezes antes de me penetrar completamente e ele Ele faz isso com prazer...
Assim que começamos, a gente se mexeu muito pra sentir mais excitação, como sempre... fico muito excitada só de pensar que os hóspedes do quarto ao lado podiam ouvir nossos gemidos... principalmente os meus, que ficavam cada vez mais altos... aí, fazendo uma pausa pra segurar o clímax e aproveitar mais, meu namorado voltou a lamber meu clitóris com a língua e, freneticamente, enfiou dois dedos na minha buceta e tirava de novo... aproveitando a lubrificação do meu sexo, ele me virou de costas pra ele e começou a acariciar meu cu... parecia estranho... foi a primeira vez que ele fez isso... mas continuou acariciando meu corpo e meu clitóris enquanto fazia aquilo, então logo a sensação esquisita virou só prazer...
Vendo minha reação e ouvindo meus gemidos que enchiam o quarto, meu namorado anunciou que a gente ia tentar algo novo... chupei bem o pau gostoso dele pra deixar no ponto e fiquei de quatro na frente dele... primeiro ele enfiou o pau na minha buceta pra lubrificar um pouco com meus próprios fluidos que escorriam pelas paredes da minha xota, fruto da puta excitação que eu tava sentindo...
E aí ele começou a enfiar o pau no meu cu...
Tenho que admitir que doeu pra caralho e depois percebi que fez sangrar um pouco... mas com todo o tesão daquele momento e a vontade de sentir ele dentro de mim, não importou... ele adorou me comer assim... vi na expressão dele e nos sons que ele fazia... ele falava como era gostoso estar lá dentro e que, de quatro, minha raba ficava ainda mais linda... e ela já é a paixão dele, sempre pega nela, mesmo em público... me excita muito a ideia de sermos vistos... e isso me fez amar e tornar o sexo anal uma prática frequente nos nossos encontros...
Depois de um tempo sentindo o pauzão dele, que eu amo, entrando e saindo de mim, pude sentir ele gozar dentro do meu cu... foi uma delícia terminar sentindo o fruto de uma tarde de sexo...
É isso que posso dizer sobre essa tarde. pois dois orgasmos espetaculares (meus kkk) e bom, se contar a explosão do meu namorado seriam três, uma nova prática sexual que hoje, 5 meses depois do que relato, devo dizer que é das mais gostosas... nunca tinha pensado nisso antes... kkk... espero que tenham gostado... eu só de lembrar já fiquei super excitada... vocês deviam ver como meus mamilos estão duros agora... vou contar pro meu namorado mais tarde sobre minha travessura de publicar isso... com certeza ele vai me ajudar a ter mais histórias pra publicar... bye...
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E sim, tem que começar assim, que bundão gostoso ela tinha. Vou começar que éramos bem jovens, tipo, estávamos no terceiro ano do ensino médio.
As terças-feiras tínhamos atividades físicas na escola. Eu jogava basquete, já que naquela idade já media 1,87m.
O bom é que era tudo proporcional, porque tinha boca grande, orelhas grandes, mãos grandes, pés grandes e, graças a Deus, uma bela piroca, proporcional aos pés, e calço tênis tamanho 48.
Resumindo, são 23x6 de carne muito boa, nervuda e bem preparada pelo exercício físico.
Ela praticava vôlei e basquete feminino.
As meninas usavam um shortinho que deixava metade da bunda de fora. Quando eu as via jogar, ficava de pau duro pensando quando teria a chance de provar algo assim.
À noite, quando tomava banho, batia umas punhetas pensando naquelas bundas e naqueles peitinhos.
Chegou um dia em que viajamos para outra cidade para competir num torneio interescolar. Como nossa cidade é pequena, temos só um ônibus municipal que serve pra tudo, especialmente pras escolas.
A questão é que chegou quinta-feira de manhã e fomos todos subir no ônibus, ou surpresa: primeiro mandaram as meninas subirem pra escolher lugar, claro, as vadias escolheram os melhores lugares, e eu, como era tão alto, me mandaram pro banco do fundo, no meio, pra poder esticar as pernas. Não Tava errado se alguém não tivesse sono, porque se você dormisse, ficava com o pescoço todo travado.
A gente tinha que viajar 450 km, umas 7 horas, e depois de um tempo todo mundo já tava meio dormindo, inclusive eu. O negócio é que, dormindo, comecei a sonhar com a Gabrielle, que era a gostosa mais linda do time de vôlei, e claro, pra mim ela nunca tinha dito mais de três palavras seguidas.
Mas no sonho, ela tava me pedindo pra meter, pra gozar na cara dela, pegava minha porra, tudo. Tava toda entregue.
Eu fiquei todo duro, e quando acordei de pau armado, quem eu vejo olhando pro meu volume? Ela, a Gabrielle. Quando se viu descoberta, ficou vermelha que nem tomate, olhou nos meus olhos, passou a língua nos lábios e se virou.
Eu não sabia o que fazer de vergonha. Só consegui pegar a jaqueta e tampar a minha tesão.
Jogamos sexta e sábado, e depois nos deram um tempo livre se quiséssemos sair pra conhecer a cidade. Como eu tinha jogado muitos minutos, tava morto de cansado e preferi ficar no hotel ouvindo música e curtindo um banho de banheira cheia de água bem quente.
Todo mundo foi embora e eu fui pro banho.
Já tava uns 15 minutos na água, e comecei a dormir de tanto relaxar, quando sinto uma mão me empurrando pra baixo d'água. Quase me afoguei, levantei assustado, pronto pra brigar com quem tinha sido tão idiota.
Qual não foi minha surpresa: quem tinha me empurrado era a Gabrielle, que tinha ficado porque torceu o tornozelo e tava doendo um pouco pra sair andando.
Ela não tirava os olhos do meu pau, que já começou a endurecer e subir que nem mastro de bandeira no vento.
E eu comecei a me aproximar, e ela a recuar. Como não olhou pra trás, tropeçou num banquinho e caiu de costas em cima da roupa que tava no chão, e começou a rir porque a minissaia que ela tava usando tinha subido até os peitos, deixando ela só de calcinha, e praticamente transparente. Dava pra ver o pelinho escuro entre as pernas, vê-lo e notar como meu pau ficou o dobro mais grosso foi uma coisa só.
Me aproximei dela e coloquei ele na frente dos olhos dela, ela continuou olhando e finalmente pegou ele com as duas mãos, uma por cima da outra, e ainda assim sobrava a cabeça e um pedaço.
Ela deu um beijinho safado com os lábios e com a língua começou a lamber minhas bolas, depois se animou e enfiou a glande na boca, não conseguiu enfiar muito mais porque, sinceramente, o calibre da minha vara era impressionante. Mas ela fez todo o esforço possível para me chupar.
Enquanto isso, eu passava a mão nos peitos dela e descia o dedo até a virilha, que já estava toda molhada, afastei a calcinha de lado e, devagarzinho, fui enfiando o dedo médio, que tem uns 20 cm de comprimento, e adivinha o que encontrei? Não entrava inteiro, porque ela era virgem. E naquele momento eu gozei na boca da Gabrielle, que começou a se engasgar com todo aquele esperma de uma vez na garganta, mas acabou engolindo tudo.
Quando o pau começou a murchar, ela lambeu ele até o fim, e olha que ela nunca tinha estado com uma mulher, mas já estava pronta, igual escoteiro.
Eu queria enfiar nele, mas não tinha coragem, mas continuamos nos pegando e ela apoiou a cabeça na minha boceta, estava encharcada, os sucos escorriam pelos lábios dela, mesmo assim ela tentou enfiar, mas não entrava.
Eu me joguei no chão do banheiro com meu bastão duro apontando pra cima e ela sentou pra cavalgar.
Ela começou a se aproximar e abriu os lábios da buceta com as duas mãos, e meu pau começou a entrar, passou um pouco a cabeça, um terço do tronco e travou, ela soltou um gritinho, mas continuou pressionando, mas tava com medo e não aguentava a posição sentada.
Tirei ele devagar e falei pra ela ficar de bruços em cima do banquinho, ficava na altura certa pra enfiar.
Perguntei se ela queria que eu passasse creme pra entrar melhor, e ela disse que sim, pra não doer tanto.
Fui até o quarto e me lembrei de Tranca a porta, não vá alguém chegar de repente e nos pegar transando.
Eu usava glicerina líquida pra amolecer a casca que a gente usava pra proteger os testículos quando jogávamos.
Então voltamos pros beijos e apalpadelas, a Gabrielle tava tão tesuda que se desmanchava em amassos no meu pau.
Passei bastante vaselina nela e me acomodei na raba dela, que por sinal era espetacular — imagina que na sua frente tem um damasco perfeito pronto pra ser saboreado.
Apoiei a cabeça e começou a entrar melhor, cheguei até o cabaço dela e não passava, ela começou a reclamar e eu queria tirar, mas ela não deixava. De repente, ela deu uma empurrada pra trás com a bunda e cravou até o talo com um grito rouco abafado. Ficou parada um tempo até se acostumar com a dor e começou a rebolgar devagar. Em cinco minutos, parecia uma puta descontrolada. Eu metia fundo e ela, cada vez que eu batia no fundo e empurrava os ovários pra cima, mais empurrava pra trás, até que de repente começou a gozar numa gozada interminável, com uns gritos que com certeza dava pra ouvir no quarto vizinho se tivesse alguém.
Eu já tava quase gozando, então tirei pra não gozar dentro dela, pra não engravidar logo na minha primeira foda.
E aí me veio a ideia: se eu metesse no cu dela, podia gozar sem problema e ainda provar como era entrar num cu, ainda mais daquele nível.
Passei glicerina nas nádegas dela, pra relaxar, e enquanto espalhava o lubrificante, apoiava a cabeça no buraquinho. Ela se mexia de um lado pro outro, mas sem muita ênfase, então falei que ia meter e que ela ficasse bem quietinha pra eu saborear quando entrasse.
Tive toda a paciência do mundo: enfiei um dedinho primeiro, depois dois e, no final, três inteiros. Nessa altura, ela já tinha esquentado de novo e pedia pra eu meter.
Apontei o pau e apoiei naquele buraco rosado que pulsava, pedindo aos berros pra ser tapado, e ali, sem mais não me importei muito se doía, comecei a meter, ela começou a suspirar cada vez mais forte à medida que os centímetros entravam, lá pelos 15 pra dentro, escapou um grito dela, e pediu pra eu tirar, mas já tinha entrado mais da metade, então continuei empurrando até os ovos começarem a bater na buceta dela. Ela já só gemia baixinho. Eu continuei empalando e bombando até chegar a hora, aí tirei de repente, virei ela, meti na boca dela e gozei toda a porra quente. Ela não deixou escapar nem uma gota.
Depois a gente tomou banho junto, e ela me deu mais um boquete até subir, e eu meti na pussy até o fundo de uma sentada, e quando ia gozar ela pediu pra eu gozar dentro, que nunca tinha sentido como era e queria provar, que não me preocupasse porque tomava anticoncepcional. Sentir aquilo e jorrar fluido dentro foi uma coisa só.
O negócio é que faz seis meses que somos namorados e não paramos de foder quase toda noite, e já temos uma rotina: ela me chupa, e tira a primeira gozada, me chupa de novo, e eu meto um tempo na pussy e um pouquinho naquele bum, que é onde finalmente deposito todo o creme.
Sinceramente, que bum lindo ela tem.
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