Deixo aqui um conto que li há muito tempo. É longo, mas a história vale a pena.
DE ESPOSA EXEMPLAR A PUTA DE LUXO (01)
Eu estava exausta, precisava respirar. Quando levantei o rosto, me vi refletida no espelho à minha frente. Se me comparo com aquela mulher que eu era há apenas 4 anos, não me reconheço.
Estava encharcada de suor que escorria pelas costas até minha bunda voluptuosa, enquanto um homem me comia por trás, colado no meu rabo a cada estocada.
De repente, voltei à realidade, quando o cara que me fodia gritou pra eu me mexer mais rápido, que ele não tinha pago uma puta tão cara quanto eu pra fazer todo o trabalho sozinho. Acelerei o movimento do meu quadril pra dar mais prazer pra ele. Dava pra ver que o cara ficava de pau duro me chamando de puta, vadia ou coisas assim, enquanto o pau dele entrava e saía até o fundo da minha buceta.
Depois, ele tirou, me virou e meteu na frente, enquanto apalpava meus peitos e mordia meus bicos, sem parar de me xingar. Por fim, gozou dentro da camisinha (as putas caras fazemos isso com ela), aí tirou e disse que se eu engolisse o leite dele do preservativo, me dava 50.000 pontos a mais de gorjeta. Engoli porque precisava do dinheiro.
O cara ficou tão excitado que empalmou de novo, dizendo que queria me foder outra vez, mas agora no cu. Coloquei outra camisinha só com a boca, e ele meteu de uma vez no meu buraco traseiro dilatado. Levantei o rosto de novo e me vi gritando com aquele animal perfurando meus intestinos, toda encharcada de suor, com a maquiagem toda borrada.
Depois de quinze minutos, ele gozou de novo. Bebi a porra da camisinha e limpei o pau dele com a boca. Estávamos num hotel, o cara tinha pago pra ficar comigo a noite toda. Disse que estava exausto e caiu no sono. Acendi um cigarro e comecei a lembrar do que aconteceu nos últimos 4 anos enquanto me olhava no espelho.
Meu nome é Sonia, e esta é minha história. Eu era a típica mocinha de classe média alta, estudei num colégio particular de freiras, filha única (minha mãe depois que me teve não pôde mais ter filhos). Depois fui pra uma universidade particular e me formei em economia e direito, e finalmente fiz um mestrado nos Estados Unidos durante um ano acadêmico que me abriu as portas pra trabalhar numa auditoria importante. Meu pai ainda me deu um jeitinho e desde o começo eu já ganhava um salário bom.
Meu marido Carlos, conheci ele aos 18 anos, pode-se dizer que era o amor da minha vida, ele tem 1,75m, cabelo preto e é magro, é engenheiro e na época trabalhava numa grande empresa de telecomunicações ganhando um salário bom. A gente casou quando tinha 25 anos. Eu nunca tinha ficado com outros homens, e com 10 meses de casada tive um filho.
Pode-se dizer que éramos a família perfeita, pagando a hipoteca do apartamento, uma empregada, a gente transava a cada 15 dias, domingo almoçava na casa dos nossos pais e eu conciliava a vida profissional com a familiar de um jeito exemplar. Eu acordava às 7:00 pra lavar o menino, vestir ele, dar café da manhã e levar pra creche. Às 18:00 eu buscava ele e levava pro parque brincar, ou íamos pra casa e eu começava a fazer o jantar, e limpava o que a empregada não tinha deixado bem.
Depois do parto, notei que a menstruação não vinha certinha todo mês, mas atrasava ou adiantava, e eu tava preocupada porque queria ter outro filho daqui a uns dois anos e não sabia se ia conseguir.
Em setembro, depois das férias, fui num ginecologista particular que tinha o consultório perto do trabalho, e foi isso que mudou minha vida de um jeito irreversível.
Quando vi o Mario (que é o nome dele) pela primeira vez, fiquei tipo hipnotizada, era um homem que devia ter 1,90m, uns 80 quilos, cabelo preto engomado, uns 40 anos, olhos azuis, enfim, meu marido até que não era feio, mas era comum comparado com ele. com esse homem.
Contei qual era meu problema enquanto ele me olhava de um jeito penetrante, e ele começou a fazer as perguntas típicas de um exame médico, que eu respondia pensando que ia ter que me pelar na frente dele e que minha calcinha já tava ficando molhada.
Idade: 28 anos
Casada: Sim.
Ele me pesou e mediu: 54 quilos, 1,72 metro. Disse que eu tava muito magra.
Perguntou se eu tomava pílula e eu falei que não.
Perguntou se eu fumava e se bebia. Falei que nunca tinha fumado na vida e que no máximo tomava uma cervejinha nos fins de semana.
Aí ele mandou eu me pelar atrás de um biombo e me deitar numa maca ginecológica com as pernas bem abertas. Eu tava me molhando toda, devia ser pela situação e porque o cara era uma gostosura.
Me deitei na maca, acho que ele percebeu rápido minha situação, e começou a me tocar com umas luvas de látex. Enfiou a mão na minha buceta e no meu cu (ainda virgem), percebi que ele tava me masturbando, mas não reclamei. Ele usava as mãos de um jeito impressionante, ficou nisso uns 10 minutos, tive vários orgasmos, e ele tirou uma amostra do meu fluido vaginal pra analisar.
Disse que tava tudo normal e que eu podia me vestir. Me pediu uns exames de sangue e uma mamografia, falando pra eu voltar quando tivesse os resultados.
Quando saí de lá, percebi que nunca na minha vida tinha aproveitado tanto, foram só 10 minutos, e tive os três melhores orgasmos da minha vida. Nos dias que se passaram enquanto eu fazia os exames, não conseguia parar de pensar nele, no trabalho, em casa, e em qualquer atividade do dia a dia. Nesses dias, transei com mais frequência e paixão com meu marido, mas pensando no ginecologista. Tava morrendo de vontade de voltar ao consultório.
Quinze dias depois, voltei, tentando me vestir de um jeito mais sexy que no primeiro dia, com uma roupa íntima que realçasse meus encantos.
Ele olhou os exames e disse que eram de uma pessoa saudável que nunca tinha cometido excessos. Mandou eu me despir toda e deitar na cadeira ginecológica com as pernas abertas.
Começou a apalpar meus peitos de leve no início, beliscando depois os biquinhos que ficaram duros feito pedra. Disse que eu ia ser uma puta muito fácil, reclamei falando que ele tava se achando, e me deu um tapa na cara mandando eu calar a boca. Me virou na cadeira e começou a enfiar os dedos no meu cu, passando um gel. Perguntei o que ele tava fazendo, e ele respondeu que ia me foder, mas não pela buceta porque eu não tomava pílula e ele não queria me engravidar, e como não gostava de usar camisinha, ia fazer pelo cu.
Reclamei e dessa vez ele começou a me dar palmadas com um cinto na bunda. Aí eu fiquei quieta, e ele enfiou a pica de uma vez até o talo. Depois descobri que ela tinha 20 cm (meu marido tem 12 cm). Desmaiei de dor, mas ele passou uma espécie de sais no meu nariz pra me acordar e eu sentir tudo. Levou uns 15 minutos pra gozar, e nos últimos 5 a dor tinha sumido dando lugar ao prazer, tive um orgasmo incrível.
Depois me mandou descer da maca, ficar de joelhos e ordenou que eu limpasse a pica dele com a boca. Eu nunca tinha chupado uma pica e recusei, ele me deu outro tapa e eu comecei a chupar, com nojo no início enquanto o leite da gozada anterior escorria do meu cu. Ele queria gozar de novo, mas na minha boca, ria da minha inexperiência, foi me dando instruções pra fazer melhor, me obrigando a olhar na cara dele o tempo todo enquanto eu chupava.
Primeiro mandou eu lamber os ovos dele, um tempo segurando a pica com uma mão. Depois tinha que passar a língua dos ovos até a cabecinha devagar, e aí começar a chupar rápido movendo a cabeça pra cima e pra baixo. Quando percebeu que eu tava perdendo o ritmo, agarrou minha cabeça e literalmente começou a foder minha boca, dizendo que a relaxa, senão seria pior. Eu tinha ânsia de vômito, mas no final fui me acostumando a dar espaço. Depois de 20 minutos, ele encheu minha boca de porra e me obrigou a engolir enquanto eu limpava o pau dele todo. O tempo todo ele me forçava a me masturbar com a outra mão. Nunca tinha me sentido tão suja.
Depois, ele jogou minha calcinha e o resto da roupa para eu me vestir, sem deixar que eu me limpasse. Eu nunca tinha aproveitado tanto na vida; ele me tratou como uma puta, me dominando o tempo todo, até na força. Quando me vesti, ele acendeu um cigarro e fez um gesto para eu sentar. Disse que tinha percebido desde o começo que eu era uma verdadeira viciada em putaria, mas que ao longo da minha vida não tive as companhias certas, por isso até agora minha vida tinha sido exemplar. Minha vontade estava totalmente dominada por aquele homem, e talvez ele tivesse razão: se eu tivesse conhecido o mundo do vício antes, agora não seria uma mãe exemplar, mas sim uma degenerada.
Ele me expulsou do consultório, dizendo que se eu quisesse vê-lo de novo, me dava um prazo máximo de uma semana, mas que eu voltaria para fazer tudo o que ele mandasse, sem concessões. Isso significaria uma grande mudança na minha vida em pouco tempo, porque ele ia tirar de mim a puta que eu carregava dentro.
Saí do consultório e fui trabalhar. Assim que cheguei, entrei no banheiro para me arrumar, passei um pouco de maquiagem no hematoma que ele deixou no meu rosto, passei batom no lábio que ele tinha rachado, e limpei a calcinha do sêmen que escorria do meu cu dolorido. Quando cheguei em casa, meu filho e meu marido já estavam lá. Ele me deu um beijo na boca ao me ver, enquanto eu pensava no que aconteceria se ele soubesse que naquela mesma tarde eu tinha tido o sêmen de outro homem na minha boca.
Nos dias seguintes, não conseguia parar de pensar nele. Podia não vê-lo nunca mais e continuar com minha vida confortável e segura, sem emoções, ou voltar para ele e me submeter a tudo que ele mandasse. Quais seriam as consequências? poderia ter na minha vida familiar ou no trabalho? Não sabia, mas no pior dos casos nunca poderia ter imaginado o que ia acontecer. Naqueles dias transei com meu marido, mas faltava algo, já tinha provado os prazeres do sexo e precisava de mais.
Logo na semana seguinte liguei pro consultório, passei meu nome pra enfermeira e ela me deu horário pra aquela tarde.
Quando cheguei, minhas pernas tremiam, pelas consequências que eu sabia que esse passo ia trazer pra minha vida e pra da minha família, mas minha calcinha tava molhada de tesão por não saber o que aquele homem ia fazer comigo.
Quando me viu, ele disse: "então você veio, vejo que não me enganei com você", me perguntou se eu tinha consciência de que se desse esse passo não teria volta, e eu respondi que sim. Depois me explicou o que eu teria que fazer nos próximos meses, porque eu ia me transformar tanto física quanto mentalmente, no modelo de mulher que ele gostava.
De agora em diante, na sua vida o mais importante vou ser eu, você vai fazer tudo que eu mandar, e vai estar sempre disponível pra me dar prazer. O mais importante depois de mim vai ser o sexo e você. Sim, você, quero que se torne uma mulher egoísta e mimada que só pensa em si mesma, ou seja, em viver ao máximo sem se importar com os outros e muito menos com sua família, então o dinheiro vai ser muito importante pra você.
Ele me deu dois consolos de 25 cm cada e umas bolas chinesas. Mandou eu me masturbar todo dia, ir me dilatando com os consolos e que eu teria que ser capaz de enfiar os dois ao mesmo tempo, no cu e na buceta. As bolas chinesas eu devia usar sempre que pudesse, pra ficar sempre excitada. "Começa a dar pra homens bem casados, quero que você seja infiel ao seu marido, não só comigo, mas usa camisinha porque eu sempre vou te foder sem, e não quero pegar nenhuma sujeira. Se liga que você é um ser bissexual, começa a olhar pras mulheres com desejo, quero que Para de ser virgem também nesse campo.
Seu físico não é ruim, por isso reparei em você, mas você é muito magra e essas medidas que tem, 75-45-75, deixam muito a desejar do meu modelo de mulher, que não deve ser andrógina como você. Faltam hormônios femininos em você. Você vai seguir um tratamento hormonal por um ano para aumentar essas medidas. Vou te passar uma dieta para ganhar uns 8 quilos em três meses. Com tudo isso, você vai ganhar medidas, principalmente no quadril e cintura, mas pouco no peito. Como estamos em outubro e o tratamento precisa de tempo para te mudar, você vai passar por uma cirurgia para implante de peito e elevação dele daqui a uns 9 meses, antes do verão. No entanto, em alguns meses você já vai fazer um engrossamento de lábios e uma elevação de maçãs do rosto. Uma puta tem que ter uns lábios carnudos. Tudo isso você vai financiar com seu dinheiro, é claro. O tratamento hormonal vai mudar seu metabolismo, e o que você engordar agora não vai perder, então depois terá que seguir uma dieta, como acontece com quase todas as mulheres, para não ganhar peso.
Você vai ter que fazer uma laqueadura de trompas. A pílula é contraindicada com o tratamento hormonal. Quando eu te comer na buceta, quero ter a certeza de que você não vai engravidar. No sábado, apareça nesta clínica com seu marido. Diga que teve uma hemorragia vaginal. Com essa desculpa, vou te operar e assim evitaremos problemas.
Você vai a um instituto de beleza, este do cartão. Vai depilar com laser o corpo todo, exceto a cabeça e as sobrancelhas. É uma depilação quase definitiva, com algumas sessões. E vai começar a tomar raios UVA três vezes por semana. Gosto de mulheres bronzeadas. Lá tem salão de beleza. Sua cor de cabelo castanho não me diz nada. Pinta de loiro para ficar bem claro que é tingido e para contrastar com o bronzeado. Corte na altura dos ombros.
A partir de agora, quero você sempre muito maquiada e usando roupas caras e bem femininas. Você vai usar roupas íntimas de marca, mas sempre fio dental ou calcinhas que marquem bem por baixo da roupa e cintas-liga. Os sutiãs vão ser sempre tipo Wonderbra. A cor da roupa íntima tem que contrastar com a de fora pra transparecer. As blusas vão ser justas, marcando bem os peitos, minissaias, calças apertadas, e toda a roupa um número menor pra marcar bem as curvas que você vai ter logo.
A mulher que eu quero tem que ter vícios. Depois você vai começar a fumar e a beber, não pra ficar bêbada todo dia, mas pra acostumar seu organismo com uma dose diária de álcool. No começo vai custar, igual quando te comi no cu, mas depois você vai gostar — droga a gente pega gosto rápido. Apesar disso, quero que você malhe, não nesses três primeiros meses, pra você engordar, mas depois sim, porque te quero com a carne dura. No centro de estética tem academia, se inscreve na aeróbica.
Sua conta corrente você vai passar com seu salário pra um banco online, pra seu marido não controlar, mas eu vou, embora não mexa no seu dinheiro. Quero que você viva no dia a dia e no crédito, que gaste tudo do salário — todo mês vou conferir. Quanto você ganha? Eu disse 350.000 pontos por mês, ele falou que logo ia parecer pouco. Me perguntou que carro eu tinha, eu disse um Ford Fiesta de 8 anos. Ele mandou eu comprar um carro novo no crédito naquela semana, que não fosse menos de 4 milhões. Depois entendi que me tornar uma compradora compulsiva, amando dinheiro e cartões, ia facilitar os planos dele pra eu me entregar por completo.
Ele pediu meu número de celular porque queria me ter sempre localizada. Quando viu, mandou eu comprar um novo, que o que eu tinha era uma merda.
Por último, ele disse que depois da cirurgia de sábado, não queria me ver até depois do Natal, quando o tratamento hormonal, a dieta, a passagem pelo instituto de beleza, o cigarro e o álcool tivessem me aproximado do que ele queria. padrão de beleza, me indicando que mandasse meus dados bancários por e-mail e que pagasse tudo com cartão, porque queria controlar onde eu gastava.
Depois de me listar todas as regras, que anotei porque eram muitas, ele mandou eu ir embora. Curiosamente, não me tocou, mesmo eu desejando muito. Quando eu estava indo, ele disse que não me foderia de novo até que eu me aproximasse do modelo de mulher dele.
A questão da cirurgia não me agradava, mas considerando a vida que eu ia levar, o melhor era não ter mais filhos.
Continua.
fonte: www.mirarelatos.com
DE ESPOSA EXEMPLAR A PUTA DE LUXO (01)
Eu estava exausta, precisava respirar. Quando levantei o rosto, me vi refletida no espelho à minha frente. Se me comparo com aquela mulher que eu era há apenas 4 anos, não me reconheço.
Estava encharcada de suor que escorria pelas costas até minha bunda voluptuosa, enquanto um homem me comia por trás, colado no meu rabo a cada estocada.
De repente, voltei à realidade, quando o cara que me fodia gritou pra eu me mexer mais rápido, que ele não tinha pago uma puta tão cara quanto eu pra fazer todo o trabalho sozinho. Acelerei o movimento do meu quadril pra dar mais prazer pra ele. Dava pra ver que o cara ficava de pau duro me chamando de puta, vadia ou coisas assim, enquanto o pau dele entrava e saía até o fundo da minha buceta.
Depois, ele tirou, me virou e meteu na frente, enquanto apalpava meus peitos e mordia meus bicos, sem parar de me xingar. Por fim, gozou dentro da camisinha (as putas caras fazemos isso com ela), aí tirou e disse que se eu engolisse o leite dele do preservativo, me dava 50.000 pontos a mais de gorjeta. Engoli porque precisava do dinheiro.
O cara ficou tão excitado que empalmou de novo, dizendo que queria me foder outra vez, mas agora no cu. Coloquei outra camisinha só com a boca, e ele meteu de uma vez no meu buraco traseiro dilatado. Levantei o rosto de novo e me vi gritando com aquele animal perfurando meus intestinos, toda encharcada de suor, com a maquiagem toda borrada.
Depois de quinze minutos, ele gozou de novo. Bebi a porra da camisinha e limpei o pau dele com a boca. Estávamos num hotel, o cara tinha pago pra ficar comigo a noite toda. Disse que estava exausto e caiu no sono. Acendi um cigarro e comecei a lembrar do que aconteceu nos últimos 4 anos enquanto me olhava no espelho.
Meu nome é Sonia, e esta é minha história. Eu era a típica mocinha de classe média alta, estudei num colégio particular de freiras, filha única (minha mãe depois que me teve não pôde mais ter filhos). Depois fui pra uma universidade particular e me formei em economia e direito, e finalmente fiz um mestrado nos Estados Unidos durante um ano acadêmico que me abriu as portas pra trabalhar numa auditoria importante. Meu pai ainda me deu um jeitinho e desde o começo eu já ganhava um salário bom.
Meu marido Carlos, conheci ele aos 18 anos, pode-se dizer que era o amor da minha vida, ele tem 1,75m, cabelo preto e é magro, é engenheiro e na época trabalhava numa grande empresa de telecomunicações ganhando um salário bom. A gente casou quando tinha 25 anos. Eu nunca tinha ficado com outros homens, e com 10 meses de casada tive um filho.
Pode-se dizer que éramos a família perfeita, pagando a hipoteca do apartamento, uma empregada, a gente transava a cada 15 dias, domingo almoçava na casa dos nossos pais e eu conciliava a vida profissional com a familiar de um jeito exemplar. Eu acordava às 7:00 pra lavar o menino, vestir ele, dar café da manhã e levar pra creche. Às 18:00 eu buscava ele e levava pro parque brincar, ou íamos pra casa e eu começava a fazer o jantar, e limpava o que a empregada não tinha deixado bem.
Depois do parto, notei que a menstruação não vinha certinha todo mês, mas atrasava ou adiantava, e eu tava preocupada porque queria ter outro filho daqui a uns dois anos e não sabia se ia conseguir.
Em setembro, depois das férias, fui num ginecologista particular que tinha o consultório perto do trabalho, e foi isso que mudou minha vida de um jeito irreversível.
Quando vi o Mario (que é o nome dele) pela primeira vez, fiquei tipo hipnotizada, era um homem que devia ter 1,90m, uns 80 quilos, cabelo preto engomado, uns 40 anos, olhos azuis, enfim, meu marido até que não era feio, mas era comum comparado com ele. com esse homem.
Contei qual era meu problema enquanto ele me olhava de um jeito penetrante, e ele começou a fazer as perguntas típicas de um exame médico, que eu respondia pensando que ia ter que me pelar na frente dele e que minha calcinha já tava ficando molhada.
Idade: 28 anos
Casada: Sim.
Ele me pesou e mediu: 54 quilos, 1,72 metro. Disse que eu tava muito magra.
Perguntou se eu tomava pílula e eu falei que não.
Perguntou se eu fumava e se bebia. Falei que nunca tinha fumado na vida e que no máximo tomava uma cervejinha nos fins de semana.
Aí ele mandou eu me pelar atrás de um biombo e me deitar numa maca ginecológica com as pernas bem abertas. Eu tava me molhando toda, devia ser pela situação e porque o cara era uma gostosura.
Me deitei na maca, acho que ele percebeu rápido minha situação, e começou a me tocar com umas luvas de látex. Enfiou a mão na minha buceta e no meu cu (ainda virgem), percebi que ele tava me masturbando, mas não reclamei. Ele usava as mãos de um jeito impressionante, ficou nisso uns 10 minutos, tive vários orgasmos, e ele tirou uma amostra do meu fluido vaginal pra analisar.
Disse que tava tudo normal e que eu podia me vestir. Me pediu uns exames de sangue e uma mamografia, falando pra eu voltar quando tivesse os resultados.
Quando saí de lá, percebi que nunca na minha vida tinha aproveitado tanto, foram só 10 minutos, e tive os três melhores orgasmos da minha vida. Nos dias que se passaram enquanto eu fazia os exames, não conseguia parar de pensar nele, no trabalho, em casa, e em qualquer atividade do dia a dia. Nesses dias, transei com mais frequência e paixão com meu marido, mas pensando no ginecologista. Tava morrendo de vontade de voltar ao consultório.
Quinze dias depois, voltei, tentando me vestir de um jeito mais sexy que no primeiro dia, com uma roupa íntima que realçasse meus encantos.
Ele olhou os exames e disse que eram de uma pessoa saudável que nunca tinha cometido excessos. Mandou eu me despir toda e deitar na cadeira ginecológica com as pernas abertas.
Começou a apalpar meus peitos de leve no início, beliscando depois os biquinhos que ficaram duros feito pedra. Disse que eu ia ser uma puta muito fácil, reclamei falando que ele tava se achando, e me deu um tapa na cara mandando eu calar a boca. Me virou na cadeira e começou a enfiar os dedos no meu cu, passando um gel. Perguntei o que ele tava fazendo, e ele respondeu que ia me foder, mas não pela buceta porque eu não tomava pílula e ele não queria me engravidar, e como não gostava de usar camisinha, ia fazer pelo cu.
Reclamei e dessa vez ele começou a me dar palmadas com um cinto na bunda. Aí eu fiquei quieta, e ele enfiou a pica de uma vez até o talo. Depois descobri que ela tinha 20 cm (meu marido tem 12 cm). Desmaiei de dor, mas ele passou uma espécie de sais no meu nariz pra me acordar e eu sentir tudo. Levou uns 15 minutos pra gozar, e nos últimos 5 a dor tinha sumido dando lugar ao prazer, tive um orgasmo incrível.
Depois me mandou descer da maca, ficar de joelhos e ordenou que eu limpasse a pica dele com a boca. Eu nunca tinha chupado uma pica e recusei, ele me deu outro tapa e eu comecei a chupar, com nojo no início enquanto o leite da gozada anterior escorria do meu cu. Ele queria gozar de novo, mas na minha boca, ria da minha inexperiência, foi me dando instruções pra fazer melhor, me obrigando a olhar na cara dele o tempo todo enquanto eu chupava.
Primeiro mandou eu lamber os ovos dele, um tempo segurando a pica com uma mão. Depois tinha que passar a língua dos ovos até a cabecinha devagar, e aí começar a chupar rápido movendo a cabeça pra cima e pra baixo. Quando percebeu que eu tava perdendo o ritmo, agarrou minha cabeça e literalmente começou a foder minha boca, dizendo que a relaxa, senão seria pior. Eu tinha ânsia de vômito, mas no final fui me acostumando a dar espaço. Depois de 20 minutos, ele encheu minha boca de porra e me obrigou a engolir enquanto eu limpava o pau dele todo. O tempo todo ele me forçava a me masturbar com a outra mão. Nunca tinha me sentido tão suja.
Depois, ele jogou minha calcinha e o resto da roupa para eu me vestir, sem deixar que eu me limpasse. Eu nunca tinha aproveitado tanto na vida; ele me tratou como uma puta, me dominando o tempo todo, até na força. Quando me vesti, ele acendeu um cigarro e fez um gesto para eu sentar. Disse que tinha percebido desde o começo que eu era uma verdadeira viciada em putaria, mas que ao longo da minha vida não tive as companhias certas, por isso até agora minha vida tinha sido exemplar. Minha vontade estava totalmente dominada por aquele homem, e talvez ele tivesse razão: se eu tivesse conhecido o mundo do vício antes, agora não seria uma mãe exemplar, mas sim uma degenerada.
Ele me expulsou do consultório, dizendo que se eu quisesse vê-lo de novo, me dava um prazo máximo de uma semana, mas que eu voltaria para fazer tudo o que ele mandasse, sem concessões. Isso significaria uma grande mudança na minha vida em pouco tempo, porque ele ia tirar de mim a puta que eu carregava dentro.
Saí do consultório e fui trabalhar. Assim que cheguei, entrei no banheiro para me arrumar, passei um pouco de maquiagem no hematoma que ele deixou no meu rosto, passei batom no lábio que ele tinha rachado, e limpei a calcinha do sêmen que escorria do meu cu dolorido. Quando cheguei em casa, meu filho e meu marido já estavam lá. Ele me deu um beijo na boca ao me ver, enquanto eu pensava no que aconteceria se ele soubesse que naquela mesma tarde eu tinha tido o sêmen de outro homem na minha boca.
Nos dias seguintes, não conseguia parar de pensar nele. Podia não vê-lo nunca mais e continuar com minha vida confortável e segura, sem emoções, ou voltar para ele e me submeter a tudo que ele mandasse. Quais seriam as consequências? poderia ter na minha vida familiar ou no trabalho? Não sabia, mas no pior dos casos nunca poderia ter imaginado o que ia acontecer. Naqueles dias transei com meu marido, mas faltava algo, já tinha provado os prazeres do sexo e precisava de mais.
Logo na semana seguinte liguei pro consultório, passei meu nome pra enfermeira e ela me deu horário pra aquela tarde.
Quando cheguei, minhas pernas tremiam, pelas consequências que eu sabia que esse passo ia trazer pra minha vida e pra da minha família, mas minha calcinha tava molhada de tesão por não saber o que aquele homem ia fazer comigo.
Quando me viu, ele disse: "então você veio, vejo que não me enganei com você", me perguntou se eu tinha consciência de que se desse esse passo não teria volta, e eu respondi que sim. Depois me explicou o que eu teria que fazer nos próximos meses, porque eu ia me transformar tanto física quanto mentalmente, no modelo de mulher que ele gostava.
De agora em diante, na sua vida o mais importante vou ser eu, você vai fazer tudo que eu mandar, e vai estar sempre disponível pra me dar prazer. O mais importante depois de mim vai ser o sexo e você. Sim, você, quero que se torne uma mulher egoísta e mimada que só pensa em si mesma, ou seja, em viver ao máximo sem se importar com os outros e muito menos com sua família, então o dinheiro vai ser muito importante pra você.
Ele me deu dois consolos de 25 cm cada e umas bolas chinesas. Mandou eu me masturbar todo dia, ir me dilatando com os consolos e que eu teria que ser capaz de enfiar os dois ao mesmo tempo, no cu e na buceta. As bolas chinesas eu devia usar sempre que pudesse, pra ficar sempre excitada. "Começa a dar pra homens bem casados, quero que você seja infiel ao seu marido, não só comigo, mas usa camisinha porque eu sempre vou te foder sem, e não quero pegar nenhuma sujeira. Se liga que você é um ser bissexual, começa a olhar pras mulheres com desejo, quero que Para de ser virgem também nesse campo.
Seu físico não é ruim, por isso reparei em você, mas você é muito magra e essas medidas que tem, 75-45-75, deixam muito a desejar do meu modelo de mulher, que não deve ser andrógina como você. Faltam hormônios femininos em você. Você vai seguir um tratamento hormonal por um ano para aumentar essas medidas. Vou te passar uma dieta para ganhar uns 8 quilos em três meses. Com tudo isso, você vai ganhar medidas, principalmente no quadril e cintura, mas pouco no peito. Como estamos em outubro e o tratamento precisa de tempo para te mudar, você vai passar por uma cirurgia para implante de peito e elevação dele daqui a uns 9 meses, antes do verão. No entanto, em alguns meses você já vai fazer um engrossamento de lábios e uma elevação de maçãs do rosto. Uma puta tem que ter uns lábios carnudos. Tudo isso você vai financiar com seu dinheiro, é claro. O tratamento hormonal vai mudar seu metabolismo, e o que você engordar agora não vai perder, então depois terá que seguir uma dieta, como acontece com quase todas as mulheres, para não ganhar peso.
Você vai ter que fazer uma laqueadura de trompas. A pílula é contraindicada com o tratamento hormonal. Quando eu te comer na buceta, quero ter a certeza de que você não vai engravidar. No sábado, apareça nesta clínica com seu marido. Diga que teve uma hemorragia vaginal. Com essa desculpa, vou te operar e assim evitaremos problemas.
Você vai a um instituto de beleza, este do cartão. Vai depilar com laser o corpo todo, exceto a cabeça e as sobrancelhas. É uma depilação quase definitiva, com algumas sessões. E vai começar a tomar raios UVA três vezes por semana. Gosto de mulheres bronzeadas. Lá tem salão de beleza. Sua cor de cabelo castanho não me diz nada. Pinta de loiro para ficar bem claro que é tingido e para contrastar com o bronzeado. Corte na altura dos ombros.
A partir de agora, quero você sempre muito maquiada e usando roupas caras e bem femininas. Você vai usar roupas íntimas de marca, mas sempre fio dental ou calcinhas que marquem bem por baixo da roupa e cintas-liga. Os sutiãs vão ser sempre tipo Wonderbra. A cor da roupa íntima tem que contrastar com a de fora pra transparecer. As blusas vão ser justas, marcando bem os peitos, minissaias, calças apertadas, e toda a roupa um número menor pra marcar bem as curvas que você vai ter logo.
A mulher que eu quero tem que ter vícios. Depois você vai começar a fumar e a beber, não pra ficar bêbada todo dia, mas pra acostumar seu organismo com uma dose diária de álcool. No começo vai custar, igual quando te comi no cu, mas depois você vai gostar — droga a gente pega gosto rápido. Apesar disso, quero que você malhe, não nesses três primeiros meses, pra você engordar, mas depois sim, porque te quero com a carne dura. No centro de estética tem academia, se inscreve na aeróbica.
Sua conta corrente você vai passar com seu salário pra um banco online, pra seu marido não controlar, mas eu vou, embora não mexa no seu dinheiro. Quero que você viva no dia a dia e no crédito, que gaste tudo do salário — todo mês vou conferir. Quanto você ganha? Eu disse 350.000 pontos por mês, ele falou que logo ia parecer pouco. Me perguntou que carro eu tinha, eu disse um Ford Fiesta de 8 anos. Ele mandou eu comprar um carro novo no crédito naquela semana, que não fosse menos de 4 milhões. Depois entendi que me tornar uma compradora compulsiva, amando dinheiro e cartões, ia facilitar os planos dele pra eu me entregar por completo.
Ele pediu meu número de celular porque queria me ter sempre localizada. Quando viu, mandou eu comprar um novo, que o que eu tinha era uma merda.
Por último, ele disse que depois da cirurgia de sábado, não queria me ver até depois do Natal, quando o tratamento hormonal, a dieta, a passagem pelo instituto de beleza, o cigarro e o álcool tivessem me aproximado do que ele queria. padrão de beleza, me indicando que mandasse meus dados bancários por e-mail e que pagasse tudo com cartão, porque queria controlar onde eu gastava.
Depois de me listar todas as regras, que anotei porque eram muitas, ele mandou eu ir embora. Curiosamente, não me tocou, mesmo eu desejando muito. Quando eu estava indo, ele disse que não me foderia de novo até que eu me aproximasse do modelo de mulher dele.
A questão da cirurgia não me agradava, mas considerando a vida que eu ia levar, o melhor era não ter mais filhos.
Continua.
fonte: www.mirarelatos.com
10 comentários - De esposa exemplar a puta de luxo - Parte 1
Por eso puse que lo lei hace tiempo. Es muy bueno
muy buena la historia que bien que la hiso el ginecologo jajaja