Par de cortitos anales mas historia claro

Cada um usa os buracos do corpo do jeito que mais gosta



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Outro assim... como chamar de intenso...[/swf]


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A história continua quente
Claudia é uma puta vingativa, 27 anos[/swf][/swf]
Nem preciso dizer que a Cláudia esperava a terça-feira desesperada. Ela me pediu para sair com a nenê, já que a Lúcia não estava, e ela aproveitaria para ficar a sós com ele, assim seria mais fácil. Ela tinha feito eu cortar um fio lá em cima, que ia até o bocal da lâmpada. Quando cheguei em casa à noite, ela me contou a história, mas na cama e transando.

— Ele chegou bem na hora, cinco minutos antes das três… Eu estava com o vestido preto curtinho, um fio-dental bem enfiado no bumbum… e sem sutiã… — Eu estava deitado na cama de barriga para cima, e ela foi se acomodando em cima do meu pau, que estava de camisinha. Ela queria que eu não gozasse logo. — Ela o recebeu e logo percebeu que ele estava nervoso. Fez ele passar para o quarto e foi servir algo para beber. Ele já tinha começado a verificar a chave de luz e achava tudo normal.

— Deve ser lá em cima, no bocal da lâmpada… — ela disse e indicou onde estava a escada, que era daquelas de tesoura que sobe pelos dois lados. Ele subiu, e a Cláudia subiu pelo outro lado. Ela falava bem perto do rosto dele, pegava na mão dele para mostrar algum fio ou coisa. — Vem para este lado que te mostro… Acho que tem um fio cortado… Vem, anda… que eu não vou te morder… — Ele foi subindo pelo lado onde ela estava e ficou bem pertinho dela. — Sobe bem, eu disse, e ele quase ficou me encostando… Vê aqui em cima… Aproxima… — E eles se esfregavam o tempo todo na escada. Ela virou a cabeça e o beijou. Ele ficou que nem uma estátua na escada. Ela desceu um pouco e ficou com a cabeça na altura da braguilha dele. Tirou o pau da prisão e começou a chupar lentamente, saboreando, sem falar. Ele só gemeu desesperado e não aguentou nada, logo encheu a boca dela com uma porra abundante e grossa. Quando acabou, se recompôs, desceu da escada e disse para a Cláudia que estava ficando tarde e saiu apavorado, quase tremendo. A Cláudia desceu da escada, como me contou, se jogou na cama e fez uma bela de uma masturbação. Depois dormiu uma sesta bem gostosa. tranquila, até que eu cheguei e ela despirocou de vontade de foder. Quando estávamos jantando, o telefone tocou, era ele. Claudia me fez um sinal para me aproximar e escutar. Eu não estava ouvindo bem, mas entendi que ele pedia desculpas por ter ido embora daquele jeito, que tinha se assustado.
- Bom… mas você tem que terminar o que começou… na terça que vem não tenho consultório… te espero…?
E, obviamente, ela o esperou. De novo, ela me fez levar a menina, e o esperou só de lingerie e nada mais.
- Vai tranquilo, amor, que não vai acontecer nada… você sabe… ele é muito pequeno…
De novo, ela me jogou na cama. Montou em mim e me contou.
Quando abri a porta para ele assim, ele quase morreu, mas logo estávamos nos beijando e apalpando por todos os lados, fomos direto pro quarto e joguei ele na cama, tirei sua roupa devagar, bem devagar, e chupei ele só um pouquinho, não queria que ele gozasse logo. Depois, montei nele assim como estava, só empurrando a calcinha de lado, e comecei a cavalgá-lo devagar, marcando meu ritmo. Ele gemeu desesperado, não aguentou muito, senti ele descarregar abundantemente dentro da minha buceta, mas o pau dele continuou bem duro. Me inclinei sobre ele e devorei sua boca.
- Issssso… é… meu marido logo fica mole quando goza… não fica duro assim… entende… que pau lindo você tem… você gosta de mim…?
- Sim… você é linda… uma mulher impressionante…
- Então você tem sorte… porque eu preciso de um amante jovem… igual a você…
Aí começaram a devorar as bocas, e ela deixou ele ficar por cima. Ele a comeu desesperado, estava totalmente fora de si, com tesão, não podia acreditar na mulher que estava fodendo.
- Você vai me dar mais porra…? Toda pra mim…?
- Sim, vou te dar toda a minha porra…
- Que lindo você se soltando… nós, mulheres, gostamos de homens corajosos… e com o pau duro como o seu… – depois, ela saiu de cima dele e ficou que nem uma puta, rebolando o rabo no ar e disse – vem foder sua puta… vai com força… o que está esperando… – ele estava como um louco, metendo com força e aguentando sem gozar. Agora, mordia ela… pescoço, os ombros, estava ardendo de tesão.
- Você gosta da sua putinha…? Vai encher ela de porra quentinha… hein
- sim, puta, sim… vou te encher de porra… mas ainda não… quero que dure mais… adoro te foder…
- Fica tranquilo… você vai me foder quando quiser… você gosta…
- sim, adoro… você é uma puta linda… no primeiro dia que vim e vi esse rabão, fiquei louco, não acredito que estou te comendo assim, gata…

Ela rebolava o cu à vontade.
- Sim… sim, sou sua putinha… pra você me foder feito um cachorro… você gosta…?

Ele continuou metendo até que gozou de novo, ela foi chupar ele e limpou bem, ele já estava ficando duro de novo, mas estava ficando tarde. A Lucía estava pra voltar da academia. Ela o levou ao banheiro, colocou ele na pia de lavar as mãos e, por trás, lavou o pau dele devagar, acariciando com o sabão. Depois, virou ele, secou bem, ajoelhou e chupou mais um pouco. Fez ele se vestir e o acompanhou até a porta, ela foi tomar banho e pouco depois chegou a Lucía.

- Esteve seu amigo Sebastian aqui, tentando arrumar a luz do quarto… ainda não conseguiu… - ela disse pra Lucía enquanto se masturbava debaixo do chuveiro.

À noite, transamos, enquanto ela me contava, estava muito excitada, tinha adorado e se sentia grata e feliz. Dormimos contentes os dois.[/swf][/swf]

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