Primeira parte----->Minha mãe Silvina - Tchau, Belém
Série anterior que se conecta com essa saga------>Minha irmã BelémEu consegui muito mais do que estava nos meus planos. Eu masturbei minha mãe e ela me fez uma punheta.
Minha mãe se levantou e deitou do meu lado. Pegou um guardanapo de papel e limpou a mão. Depois, foi ela mesma quem limpou meu peito com outro guardanapo enquanto ria.
Foi lindo vê-la recolhendo meu gozo com o guardanapo de papel e sorrindo. Nossa, quanta porra que você tinha, meu Deus! Sim, gostosa. Agora vai tomar banho. No final, a gente não terminou de ver o filme – falei pra ela Toma um banho e a gente termina de ver o filme – ela disse, me deixando totalmente intrigado.
Demorei pra entender que a gente ia continuar deitado junto por mais um tempo, vendo aquele filme quente.
Fui tomar banho e deixei a porta do banheiro aberta. Minha mãe vestiu um roupão e entrou no banheiro. Levantou o roupão e fez xixi na minha frente. Eu adorava essa intimidade que a gente tinha de repente. Me inclinei pra olhar ela e aproveitei pra mostrar toda a minha nudez. Sabia que minha pica agradava ela e agora queria mostrar sempre que pudesse.
Ela sentada no vaso olhando minha pica. Não falava nada. Eu também não. Minha mãe levantou e se secou me olhando com desdém. Fiquei me perguntando se tinha algo errado. Tive medo de que tudo acabasse naquele momento.
Quando saí do chuveiro, comecei a me secar e só vesti a cueca. Com medo, fui pra sala e, pra minha grata surpresa, minha mãe estava lá me esperando. O detalhe é que ela tinha servido uma porção generosa de pudim e colocado bastante leite condensado por cima. Tudo num prato grande, com duas colheres. Uyyyy flã com doce de porra! – falei empolgado Sim, comprei outro dia porque sei que é o teu preferido Você é a melhor mãe do mundo! – falei pra ela.
Pulei em cima dela e dei um beijo na bochecha. Empurrei o prato de lado e abracei ela com carinho. Juro que naquele abraço não teve nenhuma conotação sexual. Era amor de filho puro. A gente come enquanto assiste o filme – ela me disse Claro, mami – falei pra ela.
Fiquei calado porque naquele momento o roupão dela se abriu e um peito caiu pra fora. Era lindo. Fiquei olhando pra ele. Ela me olhou sorrindo. Eu encarei como um sinal e também sorri.
Sentamos no sofá e começamos a comer enquanto o filme recomeçava, já não sei se pela terceira ou quarta vez. Também não importava muito.
Fui pegando doce de leite do pote e, com a mesma colher, pegava pedaços do pudim. Tava uma delícia mesmo. Minha mãe abriu o roupão quase por completo e, pra minha pequena decepção, vi que ela tinha colocado uma calcinha fio dental branca por baixo.
Olhei de novo pros peitos dela e ela me avisou: Como você gosta de me olhar! E aí, cê não gosta de me olhar? – respondi pra ela Sim, não vou mentir pra você – ela se confessou É que tu é muito gostosa, gata – falei pra ela Kevin, isso tem que ser nosso segredo, sabia? – ela me disse. Claro, gostosa, assim como nunca te contei o que fiz com a Belém, com a minha irmã, ninguém nunca vai saber o que eu fizer com você. Isso eu gosto, que você seja discreto – disse minha mãe
Terminamos de comer o pudim e eu fiquei olhando pra aquelas tetas dela, que já estavam totalmente de fora, e ela não fazia nada pra esconder
Minha mãe, ao ver como eu tava olhando, me encarou com um sorriso perverso Sempre foi muito guloso com o doce de porra. Sim, mamãe – eu dizia sem tirar os olhos das tetas dela Agora parece que você tá mais tarado nas minhas tetas – ela fala rindo nervosa.
Nessa hora, ela pega uma colherada generosa de doce de porra e passa no próprio mamilo. Me olha toda vermelha e excitada, e fala: Vem, realiza os dois desejos juntos
Não conseguia acreditar no que minha mãe estava me oferecendo. O mamilo dela pra eu chupar, coberto de doce de porra. Não imaginava um manjar melhor. Era lindo.
Me joguei pra chupar o mamilo enquanto ela tirava o roupão, ficando só numa minúscula calcinha fio dental branca. Meu pau ficou duro na hora e, enquanto chupava, fazia ela sentir a dureza através da minha cueca. Não hesitei e me acomodei sobre ela, na posição de missionário (os dois ainda de cueca e calcinha), e comecei a esfregar meu pau contra a buceta dela.
Minha mãe passou mais doce, dessa vez um pouco menos, na outra teta. Não durou nada. Chupei como um desesperado.
Agora fui eu quem roubou o pote e passei de novo no peito dela. Chupei com paixão.
Ela tentou roubar a colher de mim e levar à boca, mas fui com a minha boca atrás da colher e não me importei, na verdade queria aquilo há tempos: bater minha boca na dela. O lábio dela ficou com um pouco de doce e passei a língua rapidamente. Ela me olhou séria, depois sorriu de novo e passou mais um pouco de doce no lábio inferior. Chupei e beijei ela com muita língua e paixão.
Depois, minha mãe se afastou, pegou mais uma colherada de doce, colocou na boca e me beijou longamente com ela. Era lindo brincar com nossas línguas e com o gosto do doce.
Depois disso, a pressão no meu volume era inegável. O roupão da minha mãe já era passado. Comecei a abraçar ela e passar a mão na bunda dela por cima da calcinha minúscula. Ela também acariciava minha bunda.
Por sorte, ela tomou a iniciativa — eu não tinha coragem — e enfiou a mão dentro da minha cueca, começando uma punheta lenta. Assim que pegou, sentiu a dureza e disse, sem se segurar: Aghhh que pau que você tem, Kevin! E que duro de novo! Você me deixa assim, gostosa" – falei
Eu comecei a descer a calcinha fio dental dela e acho que o fato de estar prestes a levar uma fodida assustou ela, mas ela soube se virar Vem, vem – ela me disse
Minha mãe se afastava um pouco de mim enquanto tirava totalmente minha cueca e me masturbava suavemente.
Eu queria mais, queria ir além. Tirei completamente a tanga da minha mãe e olhei pra ela, dizendo com seriedade: Quero chupar você… Ayyy Kevin, me lembra muito
Minha mãe olhou pra minha pica, me encarou e, sem eu esperar, fez algo que nunca vou esquecer. Pegou o pote de doce de porra e enfiou um dedo. Com o dedo lambuzado, mostrou pra mim e passou na ponta da minha pica.
Eu não acreditava no que tava vendo Primeiro eu – ela disse
Abaixou a cabeça e lambeu a ponta da minha pica, ficando com todo o doce do gozo na língua, e ali mesmo começou um boquete que nunca vou esquecer.
Ela enfiava quase toda na boca. Tirava. Me olhava e chupava de novo. Parecia uma atriz pornô de tão boa que era. Era suave e selvagem ao mesmo tempo. Veemente e delicada. Meiga e apaixonada. Me chupou como uma mestra.
Eu tava deitado no sofá e ela chupava sem parar. Você vai gozar? – ela me perguntou Antes quero chupar você primeiro – falei pra ela Bom, é justo – disse ela
Minha mãe se deitou totalmente pelada, abrindo as pernas e repetindo o movimento anterior. Passou doce de porra no dedo indicador e esfregou nos lábios da buceta, se exibindo sem vergonha na frente do filho
Continua…
Podem deixar seus comentários emreybaco2005@hotmail.comO en Telegram @reybaco2005
Série anterior que se conecta com essa saga------>Minha irmã BelémEu consegui muito mais do que estava nos meus planos. Eu masturbei minha mãe e ela me fez uma punheta.
Minha mãe se levantou e deitou do meu lado. Pegou um guardanapo de papel e limpou a mão. Depois, foi ela mesma quem limpou meu peito com outro guardanapo enquanto ria.
Foi lindo vê-la recolhendo meu gozo com o guardanapo de papel e sorrindo. Nossa, quanta porra que você tinha, meu Deus! Sim, gostosa. Agora vai tomar banho. No final, a gente não terminou de ver o filme – falei pra ela Toma um banho e a gente termina de ver o filme – ela disse, me deixando totalmente intrigado.
Demorei pra entender que a gente ia continuar deitado junto por mais um tempo, vendo aquele filme quente.
Fui tomar banho e deixei a porta do banheiro aberta. Minha mãe vestiu um roupão e entrou no banheiro. Levantou o roupão e fez xixi na minha frente. Eu adorava essa intimidade que a gente tinha de repente. Me inclinei pra olhar ela e aproveitei pra mostrar toda a minha nudez. Sabia que minha pica agradava ela e agora queria mostrar sempre que pudesse.
Ela sentada no vaso olhando minha pica. Não falava nada. Eu também não. Minha mãe levantou e se secou me olhando com desdém. Fiquei me perguntando se tinha algo errado. Tive medo de que tudo acabasse naquele momento.
Quando saí do chuveiro, comecei a me secar e só vesti a cueca. Com medo, fui pra sala e, pra minha grata surpresa, minha mãe estava lá me esperando. O detalhe é que ela tinha servido uma porção generosa de pudim e colocado bastante leite condensado por cima. Tudo num prato grande, com duas colheres. Uyyyy flã com doce de porra! – falei empolgado Sim, comprei outro dia porque sei que é o teu preferido Você é a melhor mãe do mundo! – falei pra ela.
Pulei em cima dela e dei um beijo na bochecha. Empurrei o prato de lado e abracei ela com carinho. Juro que naquele abraço não teve nenhuma conotação sexual. Era amor de filho puro. A gente come enquanto assiste o filme – ela me disse Claro, mami – falei pra ela.
Fiquei calado porque naquele momento o roupão dela se abriu e um peito caiu pra fora. Era lindo. Fiquei olhando pra ele. Ela me olhou sorrindo. Eu encarei como um sinal e também sorri.
Sentamos no sofá e começamos a comer enquanto o filme recomeçava, já não sei se pela terceira ou quarta vez. Também não importava muito.
Fui pegando doce de leite do pote e, com a mesma colher, pegava pedaços do pudim. Tava uma delícia mesmo. Minha mãe abriu o roupão quase por completo e, pra minha pequena decepção, vi que ela tinha colocado uma calcinha fio dental branca por baixo.
Olhei de novo pros peitos dela e ela me avisou: Como você gosta de me olhar! E aí, cê não gosta de me olhar? – respondi pra ela Sim, não vou mentir pra você – ela se confessou É que tu é muito gostosa, gata – falei pra ela Kevin, isso tem que ser nosso segredo, sabia? – ela me disse. Claro, gostosa, assim como nunca te contei o que fiz com a Belém, com a minha irmã, ninguém nunca vai saber o que eu fizer com você. Isso eu gosto, que você seja discreto – disse minha mãe
Terminamos de comer o pudim e eu fiquei olhando pra aquelas tetas dela, que já estavam totalmente de fora, e ela não fazia nada pra esconder
Minha mãe, ao ver como eu tava olhando, me encarou com um sorriso perverso Sempre foi muito guloso com o doce de porra. Sim, mamãe – eu dizia sem tirar os olhos das tetas dela Agora parece que você tá mais tarado nas minhas tetas – ela fala rindo nervosa.
Nessa hora, ela pega uma colherada generosa de doce de porra e passa no próprio mamilo. Me olha toda vermelha e excitada, e fala: Vem, realiza os dois desejos juntos
Não conseguia acreditar no que minha mãe estava me oferecendo. O mamilo dela pra eu chupar, coberto de doce de porra. Não imaginava um manjar melhor. Era lindo.
Me joguei pra chupar o mamilo enquanto ela tirava o roupão, ficando só numa minúscula calcinha fio dental branca. Meu pau ficou duro na hora e, enquanto chupava, fazia ela sentir a dureza através da minha cueca. Não hesitei e me acomodei sobre ela, na posição de missionário (os dois ainda de cueca e calcinha), e comecei a esfregar meu pau contra a buceta dela.
Minha mãe passou mais doce, dessa vez um pouco menos, na outra teta. Não durou nada. Chupei como um desesperado.
Agora fui eu quem roubou o pote e passei de novo no peito dela. Chupei com paixão.
Ela tentou roubar a colher de mim e levar à boca, mas fui com a minha boca atrás da colher e não me importei, na verdade queria aquilo há tempos: bater minha boca na dela. O lábio dela ficou com um pouco de doce e passei a língua rapidamente. Ela me olhou séria, depois sorriu de novo e passou mais um pouco de doce no lábio inferior. Chupei e beijei ela com muita língua e paixão.
Depois, minha mãe se afastou, pegou mais uma colherada de doce, colocou na boca e me beijou longamente com ela. Era lindo brincar com nossas línguas e com o gosto do doce.
Depois disso, a pressão no meu volume era inegável. O roupão da minha mãe já era passado. Comecei a abraçar ela e passar a mão na bunda dela por cima da calcinha minúscula. Ela também acariciava minha bunda.
Por sorte, ela tomou a iniciativa — eu não tinha coragem — e enfiou a mão dentro da minha cueca, começando uma punheta lenta. Assim que pegou, sentiu a dureza e disse, sem se segurar: Aghhh que pau que você tem, Kevin! E que duro de novo! Você me deixa assim, gostosa" – falei
Eu comecei a descer a calcinha fio dental dela e acho que o fato de estar prestes a levar uma fodida assustou ela, mas ela soube se virar Vem, vem – ela me disse
Minha mãe se afastava um pouco de mim enquanto tirava totalmente minha cueca e me masturbava suavemente.
Eu queria mais, queria ir além. Tirei completamente a tanga da minha mãe e olhei pra ela, dizendo com seriedade: Quero chupar você… Ayyy Kevin, me lembra muito
Minha mãe olhou pra minha pica, me encarou e, sem eu esperar, fez algo que nunca vou esquecer. Pegou o pote de doce de porra e enfiou um dedo. Com o dedo lambuzado, mostrou pra mim e passou na ponta da minha pica.
Eu não acreditava no que tava vendo Primeiro eu – ela disse
Abaixou a cabeça e lambeu a ponta da minha pica, ficando com todo o doce do gozo na língua, e ali mesmo começou um boquete que nunca vou esquecer.
Ela enfiava quase toda na boca. Tirava. Me olhava e chupava de novo. Parecia uma atriz pornô de tão boa que era. Era suave e selvagem ao mesmo tempo. Veemente e delicada. Meiga e apaixonada. Me chupou como uma mestra.
Eu tava deitado no sofá e ela chupava sem parar. Você vai gozar? – ela me perguntou Antes quero chupar você primeiro – falei pra ela Bom, é justo – disse ela
Minha mãe se deitou totalmente pelada, abrindo as pernas e repetindo o movimento anterior. Passou doce de porra no dedo indicador e esfregou nos lábios da buceta, se exibindo sem vergonha na frente do filho
Continua…
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