Mais calcinhas, gozo... QEPD Facundo, triste.

Não consigo digerir que uns caras com suas grandes armas fálicas fiquem despejando um monte de merda com espírito de chumbo. Eu gostava do que Cabral cantava, do jeito que ele cantava, a alegria de dizer, o cuidado ao dizer. Tem gente que ilumina nossa vida, nos orienta, ajuda a buscar o sentido quando a gente perde. Pra mim, que vivi a geração criada na repressão, foi um momento fundamental na minha vida ouvir a música dele, nos mostrar que a liberdade era um estatuto possível e não algo que só dava pra viver nos sonhos. Lembro da minha adolescência mais tenra, era muito moleque, e a morte do Lennon me pegou parecido. A vida é uma coisa tão linda e tão triste quando morre um irmão, quando tem tanto babaca por aí, chamando de velha e piranha. Use a palavra: pussy da mãe dele.

O sexo, a vida, a morte... bom, aquilo que às vezes é nutritivo e às vezes só provoca dor.

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[/swf]http://emb.slutload.com/wuZhzlHgfMCPreto e branco, sem diferença de cor nem raça... vai tomar no cu[/swf]http://emb.slutload.com/wuZhzlHgfMC

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[/swf]http://emb.slutload.com/wuZhzlHgfMCContinua a história, mesmo que esteja triste...[/swf]http://emb.slutload.com/wuZhzlHgfMC


[/swf]http://emb.slutload.com/wuZhzlHgfMCClaudia é uma puta vingativa, 20[/swf]http://emb.slutload.com/wuZhzlHgfMCDepois do que aconteceu, a Claudia entrou numa espécie de recesso, tava muito agarradinha comigo, só vida de família. A Lúcia tava encantada que ia ter um irmãozinho, me parabenizou e eu quase chorei, me senti um idiota. Mas beleza, três primeiros meses tranquilos. Tudo em ordem, uma vida linda, a gente realmente curtia muito. Uma noite depois do trabalho, a Claudia me fez deitar na cama, colocou uma camisinha pra eu aguentar mais — na real, eu sempre aguentava pra caralho porque ela me comia o tempo todo, eu não aguentava mais de tesão. Naquela noite, ela montou em mim, a barriguinha dela sobre a minha, e se inclinou apoiando os peitos mais cheios em mim, veio no meu ouvido.

— Ai, love… tô me sentindo muito mal… ontem à noite sonhei que tava dando pro pai da Lúcia… ninguém comia meu cu igual ele… e mais quando tava grávida da Lúci… adorava como ele me comia… que tesão… sonhei que ele tava me comendo e acordei molhada, fui bater uma no banho e não passava o tesão… ahhhh… que filha da puta… esse arrombado é muito perverso… aaaaaa… lembro e gozo de novo… aaaaaaa… ele adorava me ver grávida… ficava doido… que cachorro perverso… enchia meu cu… é um cachorro sujo…

— E aí, love…

— Não tem "e aí" não… uma amiga em comum me falou onde ele tá trabalhando… que horas sai… amanhã vou me arrumar toda gostosa… com a barriga de fora… e vou dar de cara com ele por acaso… aaaaaa… aaaaaaa… sim, cachorro perverso… aaaa… aaaa… — eu me juntei ao orgasmo dela, e dormimos abraçados, nem me passou pela cabeça que ela tava falando sério.

No dia seguinte, tudo normal, completamente esquecida do assunto. Na outra semana, na terça que a gente não tinha consultório, ela me fez vestir ela devagar, colocou uma regata que marcava os peitos e deixava a barriga de fora, uma legging que mostrava aquele rabo lindo com uma fio dental bem pequena — demais pra uma grávida, pensei. Colocou os brincos porque, como ela me disse, ele também ficava louco por eles. Jorge era o nome do cara, eu nunca tinha gostado dele. Bem, mas tudo bem.
Fomos pro endereço que a amiga dela tinha dado, esperamos, eu fazia tempo que não via ele, tinha a nossa idade, saiu andando com uma garota novinha, iam conversando, Claudia começou a andar pra cruzar com ele, pareceu mesmo um acidente. Quando ela viu ele, ele fixou o olhar nela, em dois segundos também percebeu como os anos tinham feito bem pra Claudia, além disso notou a barriga dela e a ousadia da roupa, se cumprimentaram com um abraço e um beijo na bochecha, Jorge se desculpou com a amiga dele.
-Que incrível… assim do nada… você tá linda… parabéns… -dizia enquanto olhava a barriguinha dela.- como sua pele tá bonita… macia como sempre… com perdão do marido, falou me olhando com um sorriso…
-Por ele não precisa se preocupar… ele gosta que os homens gostem de mim… isso excita ele… não é, amor?
-Sim, querida.
-Uuuuummm olha só… que tal a gente ir tomar alguma coisa… um café, ali na esquina tem um, vamos…
Daqui a pouco estávamos instalados.
-Eu quero dizer… tipo, não incomoda ele que outros homens te olhem… digo… você tá muito gostosa… você sabe que me deixava louco quando você tava grávida assim… bom, me deixa mais louco agora… na real, tô com o pau duro que nem um ferro… vem sentar do meu lado… assim você toca nele como fazia quando tava cheia da Lucía… topa? –ela se levantou e sentou do lado dele- senti como ele tá duro… você sempre me deixou assim… -o cara me encarava, observando minha reação.- você devia ter me avisado antes que seu marido era assim… teria te visitado antes… -ela soltou o pau dele e colocou as mãos na mesa.
-Claro, e a Lucía nunca te importou porra nenhuma, né.
-Bom, não fica chateada… vamos voltar pro que você realmente quer… que eu te coma… não é, putinha… viciada… -A cara da Claudia mudou, o garçom chegou com os cafés na hora, quando o garçom foi embora ele continuou.- lembra como você gostava que eu fizesse no seu cu… quando você tava cheinha… sempre queria na buceta… pela sua cara dá pra ver que agora você quer… por que a gente não vai… vamos…?
Fomos num hotelzinho de família que tinha na área. Ele abriu a porta do quarto e se afastou pro lado pra deixar ela passar, quando ela passou, pegou ela por trás, agarrando forte nos peitos e apoiando ela.
— Então minha porquinha veio buscar o pau dela, hein… não pode esquecer… quer ele inteiro no seu cu… — ele só abaixou o zíper e um pau de grossura normal, mas bem comprido, saiu do cativeiro. Sentou na cama e puxou a legging da Claudia pra baixo, ficou olhando pra aquele rabão. — Tá mais gostoso do que nunca… que delícia que ficou. Puxou a tanga pra baixo, deixando ela entre as coxas dela, e chupou com gosto. Depois foi sentando ela devagar no pau dele. Devagar, vagabunda… do jeito que você gosta… vai, sozinha, enfia ele… — Claudia gemia enquanto fazia tudo que ele mandava. Ele beliscava forte os peitos dela por trás. Claudia, depois de um tempinho, teve um orgasmo que sacudiu ela toda. — Poucas putas aguentam ele todo dentro como você… cu sem fundo… — colocou ela de quatro na beirada da cama e começou a foder ela freneticamente, igual um desesperado. Claudia bufava, xingava, gemia, mas não parava de gozar, tava transtornada. Ele agarrou o cabelo dela com uma mão e com a outra apertou o pescoço dela. — Porca, do jeito que você gosta, pelo cu. Estreei ele e hoje você volta pra me procurar… porca suja… é minha porca, fala…
— Sim, sou sua porca… sempre vou ser sua porca… meu cu é seu… mesmo que outro me coma, ele sempre é seu…
— Já sei, sua putinha, já sei… por isso vou continuar te comendo… você vai vir em casa me ver… tô morando sozinho agora… temos que aproveitar… recuperar o cu perdido…
— Sim, sua porca… enche ele como antes, vai… quero cagar sua porra… nunca senti uma porra tão grossa quanto a sua… me dá, por favor… vai…
Ele apertou forte o pescoço dela e comeu ela bem duro, pareciam dois animais selvagens. Ficaram mais um tempo, se arrumaram, Claudia foi se lavar, pediu o endereço dele e o telefone do trabalho. As pernas de Claudia tremiam.[/swf]

2 comentários - Mais calcinhas, gozo... QEPD Facundo, triste.

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los ex... tengo un par de historias.

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