Uma esposa e tal...
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[/swf]http://www.tnaflix.com/embedding_player/player_v0.2.1.swf?configUma esposa gostosa...[/swf]http://www.tnaflix.com/embedding_player/player_v0.2.1.swf?config
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Depois da visita do Dr., Claudia estava transformada, tava com um tesão que nunca teve, parecia desesperada, me fazia chupar a buceta dela entre os pacientes, tava como se tivesse perdido o controle, nem ela sabia o que tava rolando, ou pelo menos era o que ela dizia. Quando chegou perto da sexta-feira, ela me falou que o Exequiel ia vir jantar em casa, minha cara se transformou.
- A menina não vai estar aqui e quero que ele me coma na sua frente… com o ódio que ele sente de você, isso vai deixar ele louco de tesão… você vai tomar vinho e eu vou falar que te dei um comprimido pra dormir… que ele pode me comer tranquilo… e você vai dormir no sofá de um corpo da sala… o de dois corpos quero livre… e ela riu.
- Você é louca… não vou ficar vendo outro te comer…
- Fica de olho fechado e pronto… já que vai estar dormindo…
- Não, para por aqui, isso é loucura…
- Acho que você esqueceu o que a gente combinou no primeiro dia que você pediu pra voltar… acho que fui clara… se não tem vontade de fazer o que eu mando, junta suas coisas e amanhã mesmo vai embora…
- Mas…
- Nada… vai embora e vou convidar ele outro dia… espero que a menina não esteja… se você gosta tanto dela, faz isso por ela então… - Filha da puta, pensei, me senti revirado e com tesão -
Na sexta-feira ela se arrumou com umas meias de liga, vestido curto, salto alto, parecia que a gente ia sair, não jantar em casa, e colocou, claro, os brincos redondos que me deixavam louco. Lá pelas dez horas tocou a campainha, ela pediu pra eu abrir, que tava terminando de se arrumar. Um cara de uns trinta anos me cumprimentou, bem moreno, mãos grossas e ásperas, e eu senti um ódio enorme no olhar dele.
- Oi, sou o Exequiel… sua mulher me convidou pra jantar…
- Sim, entra, fica à vontade… ele sentou no sofá e eu servi uma bebida pra ele. Quando a Claudia terminou de se arrumar, veio cumprimentá-lo, ele se levantou e eles se beijaram no rosto.
- Oi, te convidei porque tenho um monte de coisas importantes pra falar com você… precisava te ver… - Ficaram se olhando, Claudia virou a cabeça e me disse:
— Querido, por que você não vai pra cozinha e termina o jantar? Vou mostrar a casa pro Exe…
Depois de um tempo, chamei eles pra comer. O jantar foi normal, eu mais escutava as histórias de hospital e tal, Claudia me serviu vinho várias vezes, eu tava meio sonolento, mas com o que me esperava, tava mais que desperto. Num momento, Exequiel levantou pra ir ao banheiro. Claudia me disse:
— Quando ele voltar, fala que tá cansado… e que vai deitar um pouco no sofá…
Foi o que fiz, fingi que dormi. Por um tempo, eles continuaram conversando na cozinha. Depois vieram pro sofá de dois lugares, que fica bem na frente do meu. Claudia pegou a mão dele e levou até a buceta dela.
— Não tô de calcinha… sente como tô quente…
— E se ele acordar…
— Bebeu muito… além disso, eu ajudei um pouco… e ela riu…
— Que puta que você é… — disse o cara, e começou a beijar ela enquanto a mão dele se movia à vontade. Eu olhava de vez em quando na penumbra, com os olhos semicerrados.
Num momento, ele se levantou e liberou o pau dele, era um pouco mais comprido que o meu, mas de uma grossura impressionante. Claudia se ajoelhou no chão e olhou nos olhos dele enquanto começava a brincar com a língua e a boca por toda a extensão, olhando fixo nos olhos dele, parava de vez em quando pra falar.
— Tô com saudade de ser comida por você… ninguém me come como você…
— E por que não vem comigo, então…
— E ele me ajudou a cuidar da menina… faz bem pra ela…
Ele sentou no sofá e puxou ela de frente, levantou só um pouco o vestido e ela montou nele, encaixando o pau dele na boceta dela, que foi entrando devagar, aos poucos.
— Gostou da minha pussy?
— É uma delícia… apertadinha e suculenta…
— Você me deixa suculenta e molhada… te vejo e fico toda molhada…
Ficaram em silêncio por um bom tempo, se pegando com força, o ritmo aumentando cada vez mais. Exequiel mordia o pescoço dela e, às vezes, apertava como se fosse sufocar. Arrancou uns orgasmos seguidos dela.
— Sim… que gostoso… sou sua putinha… sua… Mulher… que delícia… me fode com força… ahhhhh…. ahhhh…. e ela gozou de novo… ele virou ela no sofão e agora tava metendo com violência.
- Que gostoso você me fode… me dá duro, sou toda sua… sou sua mulher…
- Queria te engravidar… te encher do meu leite… e te ver cheia de mim…
- aaaaaahhhhhhhhh… me fode… forte, vai… gosto da sua pica, é a melhor… você é meu dono…
- ele tirou e chegou perto da boca dela-
- chupa, não achei nenhuma puta que engula tudo igual você… que não deixe um pingo de porra sem engolir…
- ela agarrou a bunda dele e puxou pra perto, chupou até ver ele tenso. Via a bunda escura dele e Claudia engolia tudo que ele dava, sem se mexer, como a maior puta de todas. Eu tava com tesão. Queria parar aquilo, fazer alguma coisa. Claudia chupou até sair melada da boca dele, ele sentou no sofá e ela foi na cozinha pegar algo pra beber. Voltou e sentou do lado dele.
Já passada a putaria, ele dizia que não queria ver ela só de vez em quando, precisava ter ela por perto. Que passassem tempo juntos. Ela não respondia. Só sexo que você quer.
- Não é só sexo o nosso negócio… mas as coisas são como são… pode vir mais vezes… talvez eu consiga ir acostumando meu marido…
- Acostumar com o quê…
- Bem, sei lá, eu sempre fui a que manda… aos poucos, talvez… ele pode aceitar que você venha me foder…
- ele olhava sem entender direito-
- vou mostrar pra ele que já não me satisfaz como antes… e é isso… se não quiser que eu vá embora…
- a cara do rapaz mudou, se beijaram fundo, a pica dele endureceu de novo. Ela dessa vez foi direto chupar, fez um bom trabalho, depois ficou de quatro olhando pro meu lado.
- me fode de quatro… adoro me sentir sua puta… vai… e
- assim foi, meteu de quatro, os gemidos da Claudia enchiam a casa-
- sou sua puta… me faz de puta… me fode… me entrega, faz o que quiser comigo…
ficaram um tempão até ele gozar de novo enquanto mordia a nuca dela com força e ela gemia e gozava. como a maior vadia. Ela caiu no chão do jeito que estava e ele ficou deitado em cima dela. Depois se ajeitaram, ele se arrumou e saiu. Eu me levantei, fui ao banheiro e depois para a cama. Depois de um tempo, a Cláudia veio, me deu um beijo bem profundo, enfiando a língua com gosto azedo na minha boca.
—Gostou…
—Tô me sentindo estranho
—Pensa no que eu te falei… não vai mais fingir que tá dormindo… vai dormir no sofá quando ele me comer na nossa cama… descansa, me deu um beijo, virou e dormiu.[/swf]
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Depois da visita do Dr., Claudia estava transformada, tava com um tesão que nunca teve, parecia desesperada, me fazia chupar a buceta dela entre os pacientes, tava como se tivesse perdido o controle, nem ela sabia o que tava rolando, ou pelo menos era o que ela dizia. Quando chegou perto da sexta-feira, ela me falou que o Exequiel ia vir jantar em casa, minha cara se transformou.
- A menina não vai estar aqui e quero que ele me coma na sua frente… com o ódio que ele sente de você, isso vai deixar ele louco de tesão… você vai tomar vinho e eu vou falar que te dei um comprimido pra dormir… que ele pode me comer tranquilo… e você vai dormir no sofá de um corpo da sala… o de dois corpos quero livre… e ela riu.
- Você é louca… não vou ficar vendo outro te comer…
- Fica de olho fechado e pronto… já que vai estar dormindo…
- Não, para por aqui, isso é loucura…
- Acho que você esqueceu o que a gente combinou no primeiro dia que você pediu pra voltar… acho que fui clara… se não tem vontade de fazer o que eu mando, junta suas coisas e amanhã mesmo vai embora…
- Mas…
- Nada… vai embora e vou convidar ele outro dia… espero que a menina não esteja… se você gosta tanto dela, faz isso por ela então… - Filha da puta, pensei, me senti revirado e com tesão -
Na sexta-feira ela se arrumou com umas meias de liga, vestido curto, salto alto, parecia que a gente ia sair, não jantar em casa, e colocou, claro, os brincos redondos que me deixavam louco. Lá pelas dez horas tocou a campainha, ela pediu pra eu abrir, que tava terminando de se arrumar. Um cara de uns trinta anos me cumprimentou, bem moreno, mãos grossas e ásperas, e eu senti um ódio enorme no olhar dele.
- Oi, sou o Exequiel… sua mulher me convidou pra jantar…
- Sim, entra, fica à vontade… ele sentou no sofá e eu servi uma bebida pra ele. Quando a Claudia terminou de se arrumar, veio cumprimentá-lo, ele se levantou e eles se beijaram no rosto.
- Oi, te convidei porque tenho um monte de coisas importantes pra falar com você… precisava te ver… - Ficaram se olhando, Claudia virou a cabeça e me disse:
— Querido, por que você não vai pra cozinha e termina o jantar? Vou mostrar a casa pro Exe…
Depois de um tempo, chamei eles pra comer. O jantar foi normal, eu mais escutava as histórias de hospital e tal, Claudia me serviu vinho várias vezes, eu tava meio sonolento, mas com o que me esperava, tava mais que desperto. Num momento, Exequiel levantou pra ir ao banheiro. Claudia me disse:
— Quando ele voltar, fala que tá cansado… e que vai deitar um pouco no sofá…
Foi o que fiz, fingi que dormi. Por um tempo, eles continuaram conversando na cozinha. Depois vieram pro sofá de dois lugares, que fica bem na frente do meu. Claudia pegou a mão dele e levou até a buceta dela.
— Não tô de calcinha… sente como tô quente…
— E se ele acordar…
— Bebeu muito… além disso, eu ajudei um pouco… e ela riu…
— Que puta que você é… — disse o cara, e começou a beijar ela enquanto a mão dele se movia à vontade. Eu olhava de vez em quando na penumbra, com os olhos semicerrados.
Num momento, ele se levantou e liberou o pau dele, era um pouco mais comprido que o meu, mas de uma grossura impressionante. Claudia se ajoelhou no chão e olhou nos olhos dele enquanto começava a brincar com a língua e a boca por toda a extensão, olhando fixo nos olhos dele, parava de vez em quando pra falar.
— Tô com saudade de ser comida por você… ninguém me come como você…
— E por que não vem comigo, então…
— E ele me ajudou a cuidar da menina… faz bem pra ela…
Ele sentou no sofá e puxou ela de frente, levantou só um pouco o vestido e ela montou nele, encaixando o pau dele na boceta dela, que foi entrando devagar, aos poucos.
— Gostou da minha pussy?
— É uma delícia… apertadinha e suculenta…
— Você me deixa suculenta e molhada… te vejo e fico toda molhada…
Ficaram em silêncio por um bom tempo, se pegando com força, o ritmo aumentando cada vez mais. Exequiel mordia o pescoço dela e, às vezes, apertava como se fosse sufocar. Arrancou uns orgasmos seguidos dela.
— Sim… que gostoso… sou sua putinha… sua… Mulher… que delícia… me fode com força… ahhhhh…. ahhhh…. e ela gozou de novo… ele virou ela no sofão e agora tava metendo com violência.
- Que gostoso você me fode… me dá duro, sou toda sua… sou sua mulher…
- Queria te engravidar… te encher do meu leite… e te ver cheia de mim…
- aaaaaahhhhhhhhh… me fode… forte, vai… gosto da sua pica, é a melhor… você é meu dono…
- ele tirou e chegou perto da boca dela-
- chupa, não achei nenhuma puta que engula tudo igual você… que não deixe um pingo de porra sem engolir…
- ela agarrou a bunda dele e puxou pra perto, chupou até ver ele tenso. Via a bunda escura dele e Claudia engolia tudo que ele dava, sem se mexer, como a maior puta de todas. Eu tava com tesão. Queria parar aquilo, fazer alguma coisa. Claudia chupou até sair melada da boca dele, ele sentou no sofá e ela foi na cozinha pegar algo pra beber. Voltou e sentou do lado dele.
Já passada a putaria, ele dizia que não queria ver ela só de vez em quando, precisava ter ela por perto. Que passassem tempo juntos. Ela não respondia. Só sexo que você quer.
- Não é só sexo o nosso negócio… mas as coisas são como são… pode vir mais vezes… talvez eu consiga ir acostumando meu marido…
- Acostumar com o quê…
- Bem, sei lá, eu sempre fui a que manda… aos poucos, talvez… ele pode aceitar que você venha me foder…
- ele olhava sem entender direito-
- vou mostrar pra ele que já não me satisfaz como antes… e é isso… se não quiser que eu vá embora…
- a cara do rapaz mudou, se beijaram fundo, a pica dele endureceu de novo. Ela dessa vez foi direto chupar, fez um bom trabalho, depois ficou de quatro olhando pro meu lado.
- me fode de quatro… adoro me sentir sua puta… vai… e
- assim foi, meteu de quatro, os gemidos da Claudia enchiam a casa-
- sou sua puta… me faz de puta… me fode… me entrega, faz o que quiser comigo…
ficaram um tempão até ele gozar de novo enquanto mordia a nuca dela com força e ela gemia e gozava. como a maior vadia. Ela caiu no chão do jeito que estava e ele ficou deitado em cima dela. Depois se ajeitaram, ele se arrumou e saiu. Eu me levantei, fui ao banheiro e depois para a cama. Depois de um tempo, a Cláudia veio, me deu um beijo bem profundo, enfiando a língua com gosto azedo na minha boca.
—Gostou…
—Tô me sentindo estranho
—Pensa no que eu te falei… não vai mais fingir que tá dormindo… vai dormir no sofá quando ele me comer na nossa cama… descansa, me deu um beijo, virou e dormiu.[/swf]
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