Poemas afeminados pros meus putinhos

Ou seja, vocês, meus putinhos sissies no galpão do rio.Poemas afeminados pros meus putinhosIsso acontece em San Fernando, parceiros, numa tarde qualquer perto do rio, num galpão abandonado que cheira a mofo e madeira podre. Eu, largado ali com meus femboys, meus viadinhos de pinto pequeno, aquelas sissies afeminadas que me deixam duro sem fazer barulho. Chamei eles pra passar o tempo, e vieram, tímidos mas na vontade, prontos pra ser meus sem tanta treta.vadiaVejo eles chegando, magrinhos e delicados, com o cabelo solto tampando o rosto, uns castanhos, outros pintados de qualquer cor. Joguei uma camiseta velha minha, daquelas largas do Racing, pra eles vestirem como um vestido, que fique folgada e dê pra ver a bunda quando se abaixam. Embaixo, umas meias curtas cinzas, daquelas de colégio, subidas até a metade da perna, e nada mais, pra que a piroquinha de 10 cm ou menos fique balançando à vontade quando eles se excitam. ‘Vem, moleques, que quero ver vocês bem’, eu falo, e eles se aproximam, com o sol batendo pelas janelas quebradas.travestiColoco eles de joelhos no chão sujo, com a camiseta levantada um pouco e os olhos brilhando, e falo 'vai, putinhos, chupem de boa'. Minha pica de 18 cm tá pronta, e eles se aproximam, passando a língua devagar, como experimentando, até que um se anima e enfia na boca. Chupam suave, se revezando, babando o suficiente pra brilhar, e eu acaricio o cabelo deles, dizendo 'assim, vadiozinhos, me faz feliz'. Não apresso, deixo eles brincarem, deixando escorrer um pouco pelo rosto e me olhando com vontade de mais.troloDepois quero vocês de quatro, mas de boa, em cima de uma manta véia que joguei no chão. As meias cinzas vão descendo, a bunda branquinha se abre sozinha, e eu chego perto, metendo a pica devagar pra vocês sentirem cada pedaço. 'Cê tá gostando, vagabundo?', pergunto, e eles gemem baixinho, rebolando a raba pra pedir mais. Vou com calma, entrando e saindo, pra o buraco ir abrindo sem pressa, e o galpão enche dos suspiros deles e do barulho do rio ao fundo.crossdresserVou colocando eles em cima de mim, um por um, sentados no meu pau em cima da manta. A camiseta sobe, as pernas finas tremem, e eles rebolam devagar, com as mãos no meu peito. 'Vai, sissy, se mexe', eu falo, e eles se esforçam, gemendo feito umas gostosas enquanto a piroquinha deles balança sem jaula, porque hoje eu deixo eles soltos. Olho nos olhos deles, dou um sorriso, e eles me encaram de volta, tesudos mas de boa.AfeminadoPra terminar, coloco eles de pé, encostados numa parede do galpão, com uma perna levantada pra se abrir bem. Meto a pica de lado, suave mas firme, e fodo eles assim, com a bunda tremendo e as meias cinza caindo. 'Você é meu, promíscuo', sussurro, e eles concordam, ofegando enquanto gozo dentro, deixando o rabo quentinho e escorrendo um pouco.maricaNo final, meus putinhos, meus femboys ficam largados na manta, com a camiseta amassada, as meias tortas e a cara vermelha de prazer. O rio faz barulho lá fora, o galpão tá quieto, e eu falo pra eles: 'venham quando quiserem, seus vadinhos, que aqui eu quero vocês sempre'. O que cês acham, mano? Minhas sissies topam isso ou não?" Nota pras minhas putinhas: vou fazer grupo no Telegram pra mim, vou bancar as vadonas, então se quiserem, chama no privado. Além disso, papi tem Twitter.feminizacao

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