Num universo paralelo, as figuras lendárias das princesas não são donzelas em apuros, mas sim seres sissy entregues ao prazer. Aqui, a feminilidade é um jogo de sedução e submissão, onde a renda e a maquiagem escondem desejos vorazes. Essas versões gostosas da realeza vivem para a luxúria, transformando seus castelos em templos de hedonismo. O protocolo real se rende à urgência da pele e ao desejo insaciável. Cenicienti ajustava as ligas das suas meias de seda branca, enquanto o espartilho de cetim comprimia suas costelas, forçando-a a respirar em suspiros curtos. Branca de Neve entrou no vestiário, balançando os quadris sob uma saia curta e vaporosa que mal cobria suas coxas depiladas.
"Olha só você, Cenicienti. Esse espartilho marca sua cintura de um jeito exquisito", comentou Branca de Neve, se aproximando com um sorriso predador.
"Me aperta tanto que quase não consigo respirar, Branca de Neve. Me deixa tão molhada pensar em quem vai tirar isso de mim", respondeu Cenicienti, arqueando as costas.
"Por que esperar o baile? Eu sei que sua joia pequena está desesperada para sair dessa lingerie", sussurrou Branca de Neve, deslizando os dedos enluvados pela curva da coxa da outra.
Cenicienti soltou um gemido agudo, fechando os olhos.
"Por favor, faz você. Não aguento mais esse atrito".
Branca de Neve não perdeu tempo. Com um puxão experiente, abaixou as meias e a calcinha de renda, liberando o membro ereto de Cenicienti, que saltou com força, pulsando e gotejando pré-gozo. Branca de Neve se ajoelhou, admirando a pele lisa e a veia que percorria o tronco do pau.
"Que delícia você está", murmurou antes de envolvê-lo com os lábios.
O som da chupada encheu o quarto, um barulho molhado e rítmico enquanto a língua de Branca de Neve trabalhava o freio. Cenicienti jogou a cabeça para trás, os dedos se enterrando no cabelo preto da companheira.
"Ai, Deus! Continua... chupa mais forte", implorou Cenicienti, a voz quebrada pelo prazer.
Branca de Neve se levantou, se livrando das próprias roupas rapidamente. Os peitos pequenos e firmes dela quicavam enquanto se posicionava atrás da Cenicienti, que se apoiou na cômoda de madeira entalhada. A Branca de Neve lubrificou o orifício dela com saliva, criando um som de squelching enquanto preparava a entrada. "Se prepara pra me sentir, gostosa", grunhiu a Branca de Neve. Ela empurrou com força, afundando a pica quente e grossa no cu apertado da Cenicienti. Um grito de surpresa e prazer escapou dos lábios da loira quando a cabeça da pica bateu na próstata dela. O som do impacto, um tapa seco de pele contra pele, ecoou no silêncio do quarto. "Caralho, você tá tão apertada! Sinto você me mordendo por dentro", exclamou a Branca de Neve, começando a meter com vigor. O ritmo aumentou. Os corpos se chocavam violentamente, o som da fricção molhada e o ar sendo expelido do cu criavam uma sinfonia vulgar. O pau da Branca de Neve deslizava pra dentro e pra fora, tirando bolhas de lubrificante e suor que manchavam as coxas da Cenicienti. "Mais! Me arrebenta, Branca de Neve! Me enche!", gritava a Cenicienti, enquanto o próprio pau esfregava na madeira da cômoda, ficando ainda mais excitada a cada estocada. A Branca de Neve acelerou o ritmo, as bolas batendo ritmicamente contra o períneo da Cenicienti. Com uma última estocada profunda que fez a Cenicienti soltar um berro, a Branca de Neve gozou, despejando uma carga quente e grossa direto no fundo do cu da parceira. Quase ao mesmo tempo, a Cenicienti se acabou, disparando jatos de porra branca na madeira, tremendo violentamente enquanto o orgasmo consumia as duas.
Deixo pra vocês a seguinte sessão de fotos... Um universo paralelo.
































"Olha só você, Cenicienti. Esse espartilho marca sua cintura de um jeito exquisito", comentou Branca de Neve, se aproximando com um sorriso predador.
"Me aperta tanto que quase não consigo respirar, Branca de Neve. Me deixa tão molhada pensar em quem vai tirar isso de mim", respondeu Cenicienti, arqueando as costas.
"Por que esperar o baile? Eu sei que sua joia pequena está desesperada para sair dessa lingerie", sussurrou Branca de Neve, deslizando os dedos enluvados pela curva da coxa da outra.
Cenicienti soltou um gemido agudo, fechando os olhos.
"Por favor, faz você. Não aguento mais esse atrito".
Branca de Neve não perdeu tempo. Com um puxão experiente, abaixou as meias e a calcinha de renda, liberando o membro ereto de Cenicienti, que saltou com força, pulsando e gotejando pré-gozo. Branca de Neve se ajoelhou, admirando a pele lisa e a veia que percorria o tronco do pau.
"Que delícia você está", murmurou antes de envolvê-lo com os lábios.
O som da chupada encheu o quarto, um barulho molhado e rítmico enquanto a língua de Branca de Neve trabalhava o freio. Cenicienti jogou a cabeça para trás, os dedos se enterrando no cabelo preto da companheira.
"Ai, Deus! Continua... chupa mais forte", implorou Cenicienti, a voz quebrada pelo prazer.
Branca de Neve se levantou, se livrando das próprias roupas rapidamente. Os peitos pequenos e firmes dela quicavam enquanto se posicionava atrás da Cenicienti, que se apoiou na cômoda de madeira entalhada. A Branca de Neve lubrificou o orifício dela com saliva, criando um som de squelching enquanto preparava a entrada. "Se prepara pra me sentir, gostosa", grunhiu a Branca de Neve. Ela empurrou com força, afundando a pica quente e grossa no cu apertado da Cenicienti. Um grito de surpresa e prazer escapou dos lábios da loira quando a cabeça da pica bateu na próstata dela. O som do impacto, um tapa seco de pele contra pele, ecoou no silêncio do quarto. "Caralho, você tá tão apertada! Sinto você me mordendo por dentro", exclamou a Branca de Neve, começando a meter com vigor. O ritmo aumentou. Os corpos se chocavam violentamente, o som da fricção molhada e o ar sendo expelido do cu criavam uma sinfonia vulgar. O pau da Branca de Neve deslizava pra dentro e pra fora, tirando bolhas de lubrificante e suor que manchavam as coxas da Cenicienti. "Mais! Me arrebenta, Branca de Neve! Me enche!", gritava a Cenicienti, enquanto o próprio pau esfregava na madeira da cômoda, ficando ainda mais excitada a cada estocada. A Branca de Neve acelerou o ritmo, as bolas batendo ritmicamente contra o períneo da Cenicienti. Com uma última estocada profunda que fez a Cenicienti soltar um berro, a Branca de Neve gozou, despejando uma carga quente e grossa direto no fundo do cu da parceira. Quase ao mesmo tempo, a Cenicienti se acabou, disparando jatos de porra branca na madeira, tremendo violentamente enquanto o orgasmo consumia as duas.
Deixo pra vocês a seguinte sessão de fotos... Um universo paralelo.
































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