Minha história continua com meu primeiro encontro com um homem, eu sendo a piranha dele. Naquela época, eu tinha uns dezenove anos, talvez dezoito, não tenho muita certeza, ainda era uma garota inexperiente na cama, embora já tivesse experimentado enfiar coisas no meu cu (dildos, cenouras, essas coisas), mas a verdade é que sempre soube que ia acabar na cama de algum hotel com um homem, e foi o que aconteceu. Já tinha criado uma conta no Facebook com meu nome de menina, na época era Amanda de Santa (se você não sabe, é uma personagem do jogo GTA V, quem já jogou vai imaginar por que escolhi ela, kkkk). Enfim, no meu perfil só apareciam curiosos e punheteiros pedindo fotos, e infelizmente nenhum resultava num encontro de verdade. Inclusive, cheguei a dar um bolo num cara por causa da desconfiança que ele me deu, mas ele nem percebeu, não reclamou, acho que também não foi.
Passaram-se os meses e nada, eu continuava afundada no desespero, até que um homem me escreveu com um simples "oi". A foto de perfil dele era um ponto de interrogação e só, o perfil tava cheio de memes que só fazem graça pros tiozões e fotos de swingers e travestis, algumas com frases de sissys; começamos a conversar e algo me deu confiança nele, porque foram muitos dias e ele nunca me pediu uma foto, aliás, ele mesmo me mandou uma dele.
Até que um dia ela me pediu pra fazer videochamada hot e eu, felizona, topei na hora. Me arrumei o mais gostosa que pude, porque já desde aquela época eu comprava minhas próprias roupas. Ainda era apaixonada por preto, então usei isso.
Era um babydoll preto de renda que fechava na frente na altura dos peitos, também uma cinta-liga com saia de renda e umas meias de arrastão preta de quadradinho pequeno, depois coloquei a tanga fio dental que mal segurava meu pau (embora eu seja uma travesti passiva, tenho um tamanho bom), mas eu gostava como ela se enterrava na minha bunda, finalizei com meus saltos de 10 cm que prendiam no tornozelo, já estava um pouco maquiada e com tempo, já que estava sozinha, e fui me maquiar um pouco, usei meu batom vermelho putinha, sombra e até base e delineador kkkk, não estava nada mal, pra ser sincera.
Com nervos, a gente começou a chamada, só iluminados pelas luzes das telas. Ela me pediu pra mostrar como eu tava vestida, e foi o que eu fiz. Comecei a desfilar toda a roupa que eu tava usando, coloquei uma música pra dançar do jeito mais gostosa que eu conseguia. Tudo isso me fazia sentir muito sexy e muito puta, até que de repente eu ouvi aquele "aaaaaah" de quando ela gozou, e pude ver a porra escorrendo em jatos do pau dela.
Eu pedi pra terminar também na frente do computador, e ele adorou o que viu. A gente continuou conversando por um tempo, e depois de alguns dias ele me mandou mensagem pedindo pra gente se ver pessoalmente. O encontro foi num sábado, lembro bem. Marcamos pra duas da tarde num shopping perto, pra depois irmos pra um motel. Ele pediu pra eu encontrá-lo no estacionamento, e foi o que fiz. Nervosa, com minha roupa na mochila, fui pro shopping toda animada e excitada. Ele me disse como era o carro dele, e eu falei como estava vestida. Quando me reconheceu, acendeu os faróis do carro pra eu ver e entrar. Era um homem na casa dos quarenta e poucos anos, com alguns cabelos brancos, magro, não mais alto que eu. A gente se cumprimentou como dois estranhos e fomos pro motel. A conversa foi bem superficial: se estávamos limpos, se eu tinha trazido o combinado (ele queria que eu usasse a mesma roupa da videochamada e outro conjunto vermelho que eu tinha; ele levaria lubrificante e camisinhas). Tudo seguindo o planejado. Chegando no motel, a gente pagou e eu entrei no banheiro na hora. Me limpei bem e comecei a me vestir exatamente com a roupa que ele pediu. Além de me vestir e me maquiar completamente, coloquei uma peruca cacheada que tinha comprado. Fiquei divina, toda uma mulherzinha. Do outro lado da porta, já dava pra ouvir a TV que ele tinha ligado no quarto, e eu sabia que era a hora. Saí do banheiro de salto alto, completamente transformada numa mulher.
- Que delícia, você tá uma gostosa, fica muito melhor ao vivo - Ele disse enquanto batia uma pra sua pica gostosa que já tava dura por causa do pornô na TV. - Cê gosta de como eu tô? - Perguntei delicadamente. - Claro que sim, vira de costas. Obedeci e ele disse que eu tinha uma bunda muito gostosa e que ia me comer bem forte, fiquei um pouco nervosa, mas era pra isso que eu vim, era o que eu queria e o que estava disposta a deixar acontecer. - Vem, olha o que tenho pra você - Ele falava enquanto balançava a pica dele, uns 15 cm, grossa e cheia de veias. - Sim - Respondi nervosa, subindo na cama do jeito mais tímido possível, mas lembrei do que fazem nos filmes, comecei a engatinhar com cara de puta em direção à pica do meu macho, como se aquela pica gostosa me chamasse. Primeiro comecei a bater uma bem devagar até que, por instinto, meti na boca. O sabor era delicioso, amei, fazia o que tinha visto nos filmes e pelos sons que ele fazia, parecia que tava adorando, até segurou minha cabeça pra foder minha boca por uns minutos. - Aguenta, puta, sabia que você gosta de levar pica - Não sei por que, mas ele falar isso me excitava ainda mais e com mais vontade continuei chupando a pica, tava quase engasgando, mas era uma delícia. Já tava com muita vontade de ser comida, então pedi uma camisinha e coloquei com a boca. - Olha só que menina gulosa - Como a camisinha era saborizada, dei mais umas chupadas só pra provar - Deita e coloca um travesseiro embaixo do quadril, vou te comer igual uma velha pernuda - De novo, toda submissa, obedeci e ele começou a passar lubrificante na minha bunda toda e no meu cu, era a primeira vez que alguém além de mim fazia isso, era muito gostoso, ele até enfiou um dedo, o que fez eu soltar um suspiro de prazer - Viu como você adora, rabuda.
—Sim, papai — respondi enquanto ele começava a brincar com o pau no meu cuzinho virgem, aos poucos foi me penetrando, e o lubrificante junto com a posição ajudavam pra caralho a ele ir entrando mais e mais, enquanto eu começava a gemer de dor e prazer.
Ele me pegou pelas pernas e de uma vez meteu o resto da pica que faltava, abrindo meu cuzinho por completo. Soltei um grito de dor e surpresa. —Calma, putinha, era isso que você queria, né? Pois então já tem. Agora vou te comer como uma vadia, e você fica muito gostosa assim, puta, de pernas abertas igual uma cachorra — Tudo que ele falava me excitava, me fazia sentir muito sexy, muito puta, enquanto ele começava a me foder segurando minhas pernas nos ombros dele. Cada estocada me fazia gemer igual uma louca, até que ele se aproximou e começou a me beijar. Tava tão excitada que não recusei e fiz o mesmo, acariciando as costas dele enquanto ele me comia.
- Você gosta de ser minha mulher - ele perguntou no meu ouvido
- Sim, papai - respondi entre suspiros de prazer, cada estocada me fazia sentir mais dele, mais entregue ao meu macho pela primeira vez.
Continuou assim até que o pau dele escapou e ele mandou eu ficar de quatro, e eu obedeci sem dizer nada. Não sabia como era a sensação, mas sabia de uma coisa: ia descobrir como era ser montada como mulher pela primeira vez. Ele segurou firme na minha cintura e, de uma vez, meteu de novo. Eu gritei um pouco porque doeu, mas rapidinho aquela dor virou prazer. Ele tava me montando com força, e eu gemia igual uma puta, igual a puta dele, a cada estocada. Aos poucos, minhas pernas foram perdendo a força até que eu caí de vez na cama. Ele se deitou completamente por cima de mim, sem parar de me comer, e eu comecei a sentir a respiração e o hálito dele na minha nuca.
Cada investida era melhor que a anterior. Foi nessa posição que senti o pau dele batendo em algo dentro de mim, e não sei se foi só isso ou o roçar do meu pau contra a calcinha fio-dental e a cama, mas a excitação foi se acumulando até que, numa investida repentina, me fez gozar sem me tocar pela primeira vez. Eu gritei de prazer, e ele, ao perceber o que tinha acontecido, falou no meu ouvido: — Que putinha gostosa, já gozou feito uma mocinha. — Sim, papai, é uma delícia, adoro — respondi, enquanto continuava me contorcendo de prazer. — Que bom que você gosta de ser uma mocinha, sua putinha. Depois de me dizer isso, começou a meter cada vez mais forte, me segurando pelas mãos e me comendo cada vez mais e mais duro, até que me mordeu no ombro e me agarrou com força pelas mãos. Senti o pau dele se expandir dentro de mim e um grande suspiro de prazer saiu da boca dele, enquanto se movia devagar depois de gozar dentro do meu cu.
Ele tirou e jogou a camisinha de lado, deixando o pau molhado, cheio de porra, ao ar livre, ainda pulsando. Me puxou pelo cabelo e pelo pescoço, me aproximando do pau dele. —Chupa, puta, limpa essa pica que você tanto ama — ele disse enquanto enfiava na minha boca. Nunca tinha chupado porra de ninguém, mas tava tão excitada que não me importei. Tava uma delícia, achei que ia endurecer de novo porque ele tava gemendo gostoso pra caralho, mas não foi assim.
Depois disso, terminei exausto na cama junto comigo, enquanto eu acariciava o peito e a rola dela, enquanto ela, por sua vez, acariciava minhas pernas envoltas nas minhas meias e minha buceta recém-comida. —Você gostou? —Adorei. Continuamos vendo pornô e conversando sobre as coisas que gostávamos de fazer na cama, me senti muito à vontade, até que ela ficou dura de novo e a gente comeu de novo, mas isso já é outra história.
Passaram-se os meses e nada, eu continuava afundada no desespero, até que um homem me escreveu com um simples "oi". A foto de perfil dele era um ponto de interrogação e só, o perfil tava cheio de memes que só fazem graça pros tiozões e fotos de swingers e travestis, algumas com frases de sissys; começamos a conversar e algo me deu confiança nele, porque foram muitos dias e ele nunca me pediu uma foto, aliás, ele mesmo me mandou uma dele.
Até que um dia ela me pediu pra fazer videochamada hot e eu, felizona, topei na hora. Me arrumei o mais gostosa que pude, porque já desde aquela época eu comprava minhas próprias roupas. Ainda era apaixonada por preto, então usei isso.
Era um babydoll preto de renda que fechava na frente na altura dos peitos, também uma cinta-liga com saia de renda e umas meias de arrastão preta de quadradinho pequeno, depois coloquei a tanga fio dental que mal segurava meu pau (embora eu seja uma travesti passiva, tenho um tamanho bom), mas eu gostava como ela se enterrava na minha bunda, finalizei com meus saltos de 10 cm que prendiam no tornozelo, já estava um pouco maquiada e com tempo, já que estava sozinha, e fui me maquiar um pouco, usei meu batom vermelho putinha, sombra e até base e delineador kkkk, não estava nada mal, pra ser sincera.
Com nervos, a gente começou a chamada, só iluminados pelas luzes das telas. Ela me pediu pra mostrar como eu tava vestida, e foi o que eu fiz. Comecei a desfilar toda a roupa que eu tava usando, coloquei uma música pra dançar do jeito mais gostosa que eu conseguia. Tudo isso me fazia sentir muito sexy e muito puta, até que de repente eu ouvi aquele "aaaaaah" de quando ela gozou, e pude ver a porra escorrendo em jatos do pau dela.
Eu pedi pra terminar também na frente do computador, e ele adorou o que viu. A gente continuou conversando por um tempo, e depois de alguns dias ele me mandou mensagem pedindo pra gente se ver pessoalmente. O encontro foi num sábado, lembro bem. Marcamos pra duas da tarde num shopping perto, pra depois irmos pra um motel. Ele pediu pra eu encontrá-lo no estacionamento, e foi o que fiz. Nervosa, com minha roupa na mochila, fui pro shopping toda animada e excitada. Ele me disse como era o carro dele, e eu falei como estava vestida. Quando me reconheceu, acendeu os faróis do carro pra eu ver e entrar. Era um homem na casa dos quarenta e poucos anos, com alguns cabelos brancos, magro, não mais alto que eu. A gente se cumprimentou como dois estranhos e fomos pro motel. A conversa foi bem superficial: se estávamos limpos, se eu tinha trazido o combinado (ele queria que eu usasse a mesma roupa da videochamada e outro conjunto vermelho que eu tinha; ele levaria lubrificante e camisinhas). Tudo seguindo o planejado. Chegando no motel, a gente pagou e eu entrei no banheiro na hora. Me limpei bem e comecei a me vestir exatamente com a roupa que ele pediu. Além de me vestir e me maquiar completamente, coloquei uma peruca cacheada que tinha comprado. Fiquei divina, toda uma mulherzinha. Do outro lado da porta, já dava pra ouvir a TV que ele tinha ligado no quarto, e eu sabia que era a hora. Saí do banheiro de salto alto, completamente transformada numa mulher.
- Que delícia, você tá uma gostosa, fica muito melhor ao vivo - Ele disse enquanto batia uma pra sua pica gostosa que já tava dura por causa do pornô na TV. - Cê gosta de como eu tô? - Perguntei delicadamente. - Claro que sim, vira de costas. Obedeci e ele disse que eu tinha uma bunda muito gostosa e que ia me comer bem forte, fiquei um pouco nervosa, mas era pra isso que eu vim, era o que eu queria e o que estava disposta a deixar acontecer. - Vem, olha o que tenho pra você - Ele falava enquanto balançava a pica dele, uns 15 cm, grossa e cheia de veias. - Sim - Respondi nervosa, subindo na cama do jeito mais tímido possível, mas lembrei do que fazem nos filmes, comecei a engatinhar com cara de puta em direção à pica do meu macho, como se aquela pica gostosa me chamasse. Primeiro comecei a bater uma bem devagar até que, por instinto, meti na boca. O sabor era delicioso, amei, fazia o que tinha visto nos filmes e pelos sons que ele fazia, parecia que tava adorando, até segurou minha cabeça pra foder minha boca por uns minutos. - Aguenta, puta, sabia que você gosta de levar pica - Não sei por que, mas ele falar isso me excitava ainda mais e com mais vontade continuei chupando a pica, tava quase engasgando, mas era uma delícia. Já tava com muita vontade de ser comida, então pedi uma camisinha e coloquei com a boca. - Olha só que menina gulosa - Como a camisinha era saborizada, dei mais umas chupadas só pra provar - Deita e coloca um travesseiro embaixo do quadril, vou te comer igual uma velha pernuda - De novo, toda submissa, obedeci e ele começou a passar lubrificante na minha bunda toda e no meu cu, era a primeira vez que alguém além de mim fazia isso, era muito gostoso, ele até enfiou um dedo, o que fez eu soltar um suspiro de prazer - Viu como você adora, rabuda.
—Sim, papai — respondi enquanto ele começava a brincar com o pau no meu cuzinho virgem, aos poucos foi me penetrando, e o lubrificante junto com a posição ajudavam pra caralho a ele ir entrando mais e mais, enquanto eu começava a gemer de dor e prazer.
Ele me pegou pelas pernas e de uma vez meteu o resto da pica que faltava, abrindo meu cuzinho por completo. Soltei um grito de dor e surpresa. —Calma, putinha, era isso que você queria, né? Pois então já tem. Agora vou te comer como uma vadia, e você fica muito gostosa assim, puta, de pernas abertas igual uma cachorra — Tudo que ele falava me excitava, me fazia sentir muito sexy, muito puta, enquanto ele começava a me foder segurando minhas pernas nos ombros dele. Cada estocada me fazia gemer igual uma louca, até que ele se aproximou e começou a me beijar. Tava tão excitada que não recusei e fiz o mesmo, acariciando as costas dele enquanto ele me comia.
- Você gosta de ser minha mulher - ele perguntou no meu ouvido - Sim, papai - respondi entre suspiros de prazer, cada estocada me fazia sentir mais dele, mais entregue ao meu macho pela primeira vez.
Continuou assim até que o pau dele escapou e ele mandou eu ficar de quatro, e eu obedeci sem dizer nada. Não sabia como era a sensação, mas sabia de uma coisa: ia descobrir como era ser montada como mulher pela primeira vez. Ele segurou firme na minha cintura e, de uma vez, meteu de novo. Eu gritei um pouco porque doeu, mas rapidinho aquela dor virou prazer. Ele tava me montando com força, e eu gemia igual uma puta, igual a puta dele, a cada estocada. Aos poucos, minhas pernas foram perdendo a força até que eu caí de vez na cama. Ele se deitou completamente por cima de mim, sem parar de me comer, e eu comecei a sentir a respiração e o hálito dele na minha nuca.
Cada investida era melhor que a anterior. Foi nessa posição que senti o pau dele batendo em algo dentro de mim, e não sei se foi só isso ou o roçar do meu pau contra a calcinha fio-dental e a cama, mas a excitação foi se acumulando até que, numa investida repentina, me fez gozar sem me tocar pela primeira vez. Eu gritei de prazer, e ele, ao perceber o que tinha acontecido, falou no meu ouvido: — Que putinha gostosa, já gozou feito uma mocinha. — Sim, papai, é uma delícia, adoro — respondi, enquanto continuava me contorcendo de prazer. — Que bom que você gosta de ser uma mocinha, sua putinha. Depois de me dizer isso, começou a meter cada vez mais forte, me segurando pelas mãos e me comendo cada vez mais e mais duro, até que me mordeu no ombro e me agarrou com força pelas mãos. Senti o pau dele se expandir dentro de mim e um grande suspiro de prazer saiu da boca dele, enquanto se movia devagar depois de gozar dentro do meu cu.
Ele tirou e jogou a camisinha de lado, deixando o pau molhado, cheio de porra, ao ar livre, ainda pulsando. Me puxou pelo cabelo e pelo pescoço, me aproximando do pau dele. —Chupa, puta, limpa essa pica que você tanto ama — ele disse enquanto enfiava na minha boca. Nunca tinha chupado porra de ninguém, mas tava tão excitada que não me importei. Tava uma delícia, achei que ia endurecer de novo porque ele tava gemendo gostoso pra caralho, mas não foi assim.
Depois disso, terminei exausto na cama junto comigo, enquanto eu acariciava o peito e a rola dela, enquanto ela, por sua vez, acariciava minhas pernas envoltas nas minhas meias e minha buceta recém-comida. —Você gostou? —Adorei. Continuamos vendo pornô e conversando sobre as coisas que gostávamos de fazer na cama, me senti muito à vontade, até que ela ficou dura de novo e a gente comeu de novo, mas isso já é outra história.
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