Tudo começou num bairro pequeno de Buenos Aires. Meu nome é Sebastián, tava no último ano da escola, um cara de 19 anos, atlético mas não muito grande, cabelo comprido e loiro. Meu único problema era que minha bunda era muito grande, o que gerava várias zoas dos meus colegas no chuveiro. Com o passar dos anos, transei com mulheres, mas tive uns deslizes fazendo uns boquetes em desconhecidos, mas nunca passei daí. Meu maior segredo e fetiche vinha à tona quando eu tava sozinho em casa: nessa hora, eu me dedicava a me vestir de mulher. Com o tempo, juntei um monte de conjuntos de lingerie, sou apaixonado por isso! Também tinha um amiguinho de borracha de 20 centímetros de comprimento por 3 de grossura, com o qual eu me masturbava sempre que podia, mas sempre acabava com um sentimento de culpa. Um dia, fingi que tava doente e matei aula. Me despedi da minha mãe e do Juan, meu padrasto, fingi que tava dormindo e, assim que eles saíram pela porta, minha festa começou. Coloquei uma tanga vermelha e preta de renda, uma meia-calça cor da pele e uma saia curtinha que comprei numa sex shop, que deixava mais da metade da minha raba de fora. Prendi o cabelo em dois rabos de cavalo e continuei com a maquiagem. Levei meu tempo, mas quando terminei de me arrumar, já tava com uma ereção do tesão que tava. Me agachei e sentei no meu consolo, é uma sensação maravilhosa. Tava quase gozando quando ouvi a porta abrir... Era o Juan, que entrou apressado, devia ter esquecido alguma coisa. E eu tava ali, no meio da sala, vestido de gostosa com um pau de borracha na bunda. A gente se olhou sem saber o que dizer. Eu gemi quando o consolo saiu, e saí correndo pro meu quarto, morto de vergonha. Fechei a porta, me enfiei na cama, me cobri e não acreditava na situação que tava. O pior foi quando percebi que tinha esquecido meu brinquedo lá... Bateram na porta do meu quarto: Juan — Sebi... cê tá bem? Eu — ... Juan — posso entrar? Eu — pode, entra... Juan entrou sem acender a luz, sentou na minha cama e começou a... a acariciar a cabeça sobre os lençóis. Juan — não se preocupa, não me incomoda o que eu vi, aliás, se quiser conversar, posso te ouvir. Contei tudo pra ele, desde minha indecisão sexual até meus fetiches com roupa íntima. A gente conversou um tempo, riu, e de repente nem percebi que ainda tava vestida de menina e que no short de Juan um volume tava tentando escapar. Levantei e continuei conversando com ele enquanto tirava a saia, tirei bem devagar, sensual, mostrando minha rabeta inteira com aquela fio dental bem enfiada. Quando fui tirar a blusa, ele falou: Juan — para, não tira.. Eu — por quê? Juan — fica tão linda em você. Fiquei vermelha, ele também. Deitei com ele na cama e sugeri ver um filme, a gente tava de conchinha e não deu cinco minutos e já senti o pau dele entre minhas nádegas querendo escapar da calça, aí eu respondi jogando a bunda pra trás, ele me abraçou e me apertou bem forte. Juan — que gostosa você é, sua putinha, vai ser a putinha do Papai? Eu — sim, Papai, me dá tudo. Juan — você é uma menina má, sabe o que meninas como você têm que fazer? Nessa hora senti o pau dele roçando meu cu, me virei e desci direto pro pau dele, comecei devagar mas engolindo ele todo, ele se levantou, ficou de joelhos, pegou minhas maria-chiquinhas e começou a foder minha boca como nunca tinham feito, ele tava muito excitado, no começo doía mas depois só vinha onda de prazer. Juan — já vou gozar, sua putinha, vai engolir tudo, sabe? Ele segurou minha cabeça e apertou bem forte, aí senti três jatos de porra enchendo minha garganta, cuspi um pouco e ele meteu de novo pra eu limpar bem, e não deu nem duas engolidas e ele já tava duro de novo. Juan — agora, sua vadiazinha, fica de quatro. Eu — sim, Papai, sou sua. Ele puxou a fio dental de lado e começou a chupar minha bunda, depois um dedo, depois dois, e depois de brincar um pouco, enterrou o picaço no meu cu, nunca tinha sentido nada igual, cada estocada era um orgasmo, sentei em cima dele e montei por 30 minutos, meu cu estralava Em cada sentada, nunca senti nada tão gostoso, até que ele me avisou e senti um jato enorme de porra quente dentro de mim, que me fez gozar gostoso. Tomamos banho, ele me comeu mais uma vez no chuveiro e me deixou na minha cama — eu nem conseguia andar... Juan — "te vejo à noite, gostosa". Dormi super tranquila, com meu cu extasiado. Essa foi minha primeira experiência e meu primeiro relato; peço desculpas se tiver erros, vou melhorar com as críticas de vocês. Muito obrigada por me lerem! Um beijo na buceta de todos!
8 comentários - Mi padrastro
van p bb