Primo, a namorada dele e eu (3): orgia virtual?

Na primeira semana de janeiro, depois da recepção incrível do ano novo que vocêsconteúdo, meu primo Corcho voltou pra Mendoza. Apesar de ter sido foda na casa de praia da namorada dele com aqueles casais amigos, eu não tinha mantido contato com ninguém. Sou meio tímido -ainda aos meus 23 anos- pra algumas coisas. Entre o calor infernal de Buenos Aires e meus dias de volta ao trampo, só me refugiava nas minhas punhetas constantes -como quase sempre hehehe.

Uns dias atrás o Corcho me manda um áudio no celular falando que já tá em Mendoza, na bronha também porque a namorada dele teve que ficar em Buenos Aires por questões de família. Ele me pede pra adicionar ele pra fazer video-chat, que tem uma proposta pra mim. Mais tarde no PC, ele me conta que os amigos dele na casa de praia ficaram encantados comigo (principalmente o Sebas e a Alejandra). Se tem uma coisa que meu primo sempre teve é que nunca enrolando pra falar as coisas, então já solta na lata: "Queremos te propor uma orgia virtual. Meio virtual -ele esclarece- e cai na risada. Só com a proposta já fico de pau duro. "E como seria isso, Corchinho?" pergunto. Aí ele me conta que, como a namorada dele é super safada e tá aqui em Bs. As. sem poder dar pra ele, ela propôs que ele se encontre comigo, junto com o Sebas e a Ale, pra que ele vá dando ordens por cam da casa dele e a gente possa satisfazer ela (e ele). Óbvio que não hesitei em aceitar o desafio, que além disso achei foda já que ia comer de novo três pessoas que me deixam louco: o Sebastián, o magrelo de 28 anos, com pau e braços veiudos, meio skatista com piercings muito lindos (principalmente o do pau dele). A Alejandra com as tetas de silicone novinhas e aqueles olhões azuis, uma mulher transexual de verdade, suave e apaixonada que goza com o corpo inteiro tanto quanto com o pau afinado na ponta. E a namorada do meu primo, a Sofi, aquela morena altíssima de rabão bem redondo e tetas molinhas que ficavam durinhas quanto mais ela se excitava. O Corcho super empolgado com a ideia me diz que assim que os outros três Os envolvidos confirmam horário e local e me avisam.
Na manhã seguinte, o safado me manda uma mensagem com o endereço, dizendo que o encontro seria naquela mesma noite, na casa do Ale e do Sebas.

Tentei me arrumar um pouco pro evento, então depois do trampo passei no salão, voltei pra casa, tomei um banho caprichado e fui pro local. Quando cheguei no apartamento, a Sofi e o Ale tinham saído pra comprar bebidas, segundo o Sebas me contou. Ele tava bem à vontade pelado, com a pele bem bronzeada pelo sol, só de shorts de casa sem cueca. "Tô tentando fazer isso aqui funcionar" e sentou com o notebook pra tentar estabelecer a comunicação com o Corcho. Aí percebi que a imagem tava sendo projetada na parede. Putz, que projetor foda que os caras têm, com umas caixas de som do caralho! Fiquei vidrado olhando a casa, e me senti super à vontade, o ambiente era descolado e moderno, mas aconchegante ao mesmo tempo, teto alto, com cores suaves — que eu imaginei que a Alejandra tinha escolhido. Ele conseguiu conectar com o Corcho e o cara já tava de pau duro. "Cadê as duas belezuras dessa festinha?" Nessa hora, o Ale e a Sofi entraram — as duas de biquíni. A gente se cumprimentou e começou a tomar uma bebida geladinha com gelo e hortelã.

A Sofi tem a minha idade (23) e acho que o Ale só tem uns dois anos a mais.
"Tá quentinha, meu amor?" perguntou o Corcho da tela pra namorada dele. Ela ficou toda gostosa e disse que sim. Na hora, fez um striptease pra câmera — posicionada estrategicamente na frente de um sofá enorme com uma cama atrás. Era muito gostoso de ver a imagem do Corcho projetada na parede e, na frente dele, a Sofi cumprindo as ordens dele pra se despir e se posicionar de forma sensual. Assim começou uma série de pedidos do Corcho pra satisfazer ela. "Quero que vocês se espalhem e um chupa o clitóris dela com a língua, outro chupa a bunda dela e alguém dá de comer na boca dela". Rápidos e obedientes, a gente entrou na ação. Eu me Fui na buceta dela, que já tava ardendo e super lubrificada. Sebas foi pro cu dela e Ale mostrou os peitos novos pra dar de mamar pra Sofi. Imagino que a cena era impactante. Na virilha da namorada do Corcho, entre uma chupada e outra, começamos a pegar fogo com Sebas. Ficamos um tempão assim, os quatro, porque Sofi gozava como se tivesse possuída e gozou duas ou três vezes, enquanto a gente ficava cada vez mais excitado. A gente tava fervendo.

A próxima ordem do Corcho foi que eu penetrasse ela e, enquanto fazia isso, Ale chupasse meu cu e Sebas desse de mamar pra Sofi aquele pau fino, comprido e cheio de veias que ele tem (com piercing na glande e um anel de metal na base dos ovos). Era uma delícia porque, enquanto eu metia na namorada dele, podia ver o pau duro do Sebas enquanto ela chupava ele. Ao mesmo tempo, sentia a linguinha suave da Alejandra abrindo meu cu de um jeito muito eficiente.

O tempo todo, Corcho perguntava pra Sofi como ela tava se sentindo e o que queria fazer. Sofi era a homenageada da noite, isso tava claro, mas óbvio que todo mundo saía ganhando. Foi aí que a Sofi pediu um pouco de relaxamento. Então Corcho mandou a gente pegar uma bebida e depois fazer massagens bem suaves na Sofi. Fizemos isso. Sofi, depois de beber algo gelado, se aninhou na cama, Ale, do lado dela, começou a massagear devagar e a acariciar ela com uma pluma pequena. No começo era tudo muito suave, mas conforme avançava, dava pra ver que Ale era uma mestra nessa arte e agia em pontos específicos que faziam Sofi se contorcer de prazer. Enquanto isso, Sebas e eu estávamos longe da câmera e das minas, bebendo algo. Mas quando me dei conta, Sebas também tava me massageando as costas e mordendo bem de leve minhas nádegas. Isso acabou num beijo grego meio pesado e depois eu fiquei com muita vontade de me ajoelhar e chupar o pau dele.

Claro que enquanto eu fazia isso, ouvimos a ordem do Corcho nos obrigando a obedecer. "Dá-lhe, pajeros, minha mina precisa de mais cock. Sebas, você vai meter na frente e você, priminho, por trás". Não podia acreditar, na minha vida nunca tinha feito uma penetração dupla. Mas ali estávamos: eu de costas com as costas lindas da Sofi em cima de mim enquanto metia por trás e - sobre nós - Sebas entrando e saindo com frenesi daquela buceta suculenta. Sentir nas membranas das profundezas da Sofi a cock dura do Sebas me deixou terrivelmente excitado e gozei um jorro grosso de cum no cu da Sofi, que gritou agudíssimo. Eu também gritei. Sebas continuava metendo sem parar até a Sofi pedir por favor pra gente tirar. Ela já tinha gozado várias vezes enquanto a gente comia ela a dois. Nós dois tiramos e ela tava com um sorriso de orelha a orelha, adormecida de prazer. Mas Sebas continuava duro como nunca, então na hora ele foi atrás da buceta da Ale e arremeteu com tudo. Ver ela gemir foi outro espetáculo incrível. Ela tem um jeito suave de gemir que me quebra, a cock começou a crescer de novo.

Ale, com as pernas no ombro do Sebas, se punhetava, então aproveitei e me aproximei pra chupar ela. Fiquei de quatro pra fazer isso. Notei que a Sofi começou a chupar meu cu de novo. Não entendia como Sebas aguentava tanto, o cara era uma máquina de entrar e sair daquele cu com precisão industrial. Até que senti a surpresa: sem aviso e como já tinha acontecido no encontro do sítio, a boca que chupava meu cu se afastou e um tronco grosso de carne me penetrou com maestria. Soltei um gemido profundo que se cortou quando a Ale encheu minha boca de cum. Sebas tava vermelho, com as veias cheias de sangue desenhando o corpo todo. Mas eu não sabia quem tava atrás de mim. Quando consegui virar a cabeça, descobri o truque: meu primo tinha estado o tempo todo num quarto vizinho e entrou silenciosamente pra dar a última mordida. Ele me talhava com uma excitação de anos acumulada. Meu cu se abriu mais ao saber que era ele porque Sempre desejei isso. Ao mesmo tempo, ver o Sebas comendo assim também me excitava; então pedi, por favor, que o Sebas também me penetrasse. Meu primo cedeu o lugar pra ele ir buscar com o pau as bocas das duas minas.

O Sebas sorriu pra mim, me beijou na boca quando se aproximou, e enfiou de uma vez aquela pica tunada que desde aquele dia tá na minha lista de favoritas. Doeu, mas me deu um puta prazer ao mesmo tempo. Eu gemia e ele batia com as bolas em mim. As minas, desesperadas, beijavam e chupavam o Corcho, o cérebro por trás de toda essa brincadeira. Agora eu percebia que o "homenageado" da noite no final era eu. Meu primo não aguentava mais de prazer e encheu as bocas das minas com um esperma grosso e bem branco.

De repente, o Sebas deu um grito e me encheu de porra também. Jorrava jatos e jatos. Lágrimas escorreram pela primeira vez de prazer e dor. Ele tirou a pica e eu não queria outra coisa senão beijar a boca dele. A gente se pegou como nunca. No meio do beijo, o Ale se juntou e foi um momento de muita intensidade.

O Corcho e a Sofi também se beijavam. A gente tava exausto e feliz. Plenos.

11 comentários - Primo, a namorada dele e eu (3): orgia virtual?

De nada. Me calentó mucho tu relato 🙂
mttptt +1
terrible relato..!
Gracias por los puntos @mttptt
mttptt +1
@BorisFlaneur gracias por compartir excelente historia.!
uffffffffffffffff, tremendo relato y la sorpresa final, muy graciosa. Va punto
@dantraloco muchas gracias por comentar y puntuar!