Amigos poringa boys!!
A Terceira Entrega Da Série. Aqui Vão As Primeiras:
http://www.poringa.net/posts/relatos/2480965/Adicta-A-Los-Shemales.html
http://www.poringa.net/posts/relatos/2481503/Adicta-A-Los-Shemales-2.html
Aproveitem!!
Já fazia 3 dias, eu não largava o celular, esperando a ligação da Rebecca (não tinha coragem de ligar pra ela), embora na verdade estivesse confusa, sentia arrependimento, culpa, mas quando lembrava do que a gente fez, ficava em êxtase, e não queria outra coisa senão vê-la.
Aí cheguei à conclusão de que estava louca, transar com uma shemale? Mas o que tinha na cabeça, definitivamente não faria de novo, apaguei o número da Rebecca, liguei pra minha prima e falei pra gente sair pra passear e fazer umas compras.
Tava um sol lindo, então coloquei uma fio dental, uma calça legging branca e uma regata azul bem justinha, um boné branco e uma pochete preta pra levar meu celular e minha carteira, era quase meio-dia.
Bem quando ia pegar um táxi, minha pochete começou a vibrar, peguei o celular pensando que era minha prima me apressando pra chegar, atendi:
- Alô – falei
- Oi, minha menina – respondeu a voz
- ……..(fiquei muda).
- O rato comeu sua língua? – ela perguntou?
- Rebecca?? – perguntei (já sabia que era a Rebecca)
- Sim, meu amor, cê não tem meu número por acaso? Bom, tô na minha casa, agora sim de verdade na minha casa – ela deu risada – e tô entediada, por que você não vem e a gente almoça junto? – me convidou.
- Não sei, ia fazer umas compras com uma prima – respondi hesitante
- Compras? Cê pode comprar outro dia, vamos almoçar – insistiu.
- Se for só um almoço sim, porque não tenho muito tempo – falei.
- Perfeito, vou te passar o endereço, com um táxi você não vai ter problema pra chegar, suponho….
Cheguei no lugar, era um apartamento no bairro de San Isidro, era muito bonito, cheguei na porta do prédio e me aproximei pra falar com o porteiro.
- Oi, senhor – cumprimentei
- Oi, senhorita, em que posso ajudar, tá procurando alguém? – ele perguntou
- Sim, tô procurando a… (fiquei pensando uns segundos)…tô procurando a Senhorita Rebecca — respondi, desviando o olhar pro chão.
— Claro, espera — e ela me lançou um olhar entre surpreso e meio decepcionado.
Subi até o terceiro andar, e a Rebecca me recebeu com um sorrisão, me abraçou com aqueles braços fortes dela (do jeito que eu gosto quando ela me abraça).
— Que bom que você tá aqui, você tá super gostosa! — ela disse, sorrindo.
— Valeu, você também tá — respondi meio tímida, mas a verdade é que ela tava linda, ou melhor, sexy. Ela tava usando uma saia jeans bem curta, que deixava ver as pernas enormes dela, uma camiseta preta de manga curta com uns desenhos brancos e roxos, e umas pulseiras muito lindas enfeitando os pulsos.
Nenhuma de nós duas tava com muita fome, então fomos pra sala conversar, enquanto beliscávamos fruta de um pirex pra enganar o estômago. A conversa foi ficando gostosa, ela me contou como entrou no mundo da musculação, como abriu a academia dela na Colômbia e que tinha vindo pro país pra um concurso e que tava pensando em abrir uma academia aqui também e administrar as duas junto com a irmã.
Depois me contou que o Arturo era o namorado dela, que era de Porto Rico mas morava na Colômbia, tinha vindo junto com ela pra ver o negócio, mas teve que voltar por causa de um problema de família, e que voltaria em uma semana.
Eu também contei um pouco de mim, sobre o namorado que tive, depois a namorada, uns problemas em casa, mas nada grave. A gente continuou conversando até que:
— Quer um vinho? — ela me ofereceu.
— Humm (eu sabia onde aquilo ia dar) só uma taça — respondi.
— Beleza — ela sorriu.
Voltou da cozinha com uma garrafa e duas taças, e a gente seguiu com a conversa bem gostosa e interessante. Quando a gente já tava na terceira taça, ela passou a mão na minha bochecha e, olhando nos meus olhos, disse:
— Você é muito linda, e muito doce.
— Valeu — respondi.
Ela continuou me acariciando, eu fechava os olhos e sentia a mão dela deslizando pela minha bochecha. Aí ela se aproximou e me deu um Beijo nos lábios, um beijo suave que foi ganhando força, de repente já tinha a língua dela brincando com a minha, as mãos dela acariciando minha bunda, sentia ela apertando minhas nádegas, e eu me derretia nos braços fortes dela.
Depois começou a tocar meus peitos, baixou um pouco meu top, e começou a tocá-los, beijá-los e lamber, eu tava super excitada, minha mão passava por baixo da camiseta dela, acariciando os abdominais, enquanto fazia isso, ela abaixava a saia e deixava o pauzão dela sair, na hora peguei ele com a mão e levei à boca, e comecei a chupar o pau inteiro, segurava firme com a mão, e colocava meus lábios na ponta do pau dela, e começava a brincar, me movendo em círculos, minha cabeça começava a descer empurrada pela mão dela, meus lábios apertavam o pau dela, podia sentir aquela pele deslizando pelos meus lábios, tirava ele da boca, e a puta da minha língua passava pela cabecinha dela, lambendo, saboreando, pra depois enfiar tudo de novo, minha mão ia pras bolas dela, tentando empurrar o pau dela até o fundo da minha garganta, nisso vi uma garota parada na nossa frente e rapidamente me levantei, limpando a boca do líquido pré-seminal.
- Continua, por favor, não para por minha causa – a garota me disse
- Fica tranquila, meu amor, é uma amiga que só quer ver, chama Lore (era outra shemale)
- É, eu só vou sentar aqui e olhar – disse Lore
Eu hesitei, mas já tinha o braço forte da Rebecca me levando de volta pro pau dela, então continuei mamando, movia o pau dela com a mão enquanto chupava tudo.
Rebecca começou a me dizer:
- Assim, muito bem, puta, mama bem
- Mmmm ahhhh assim foxy, como você chupa bem, continua engolindo, porca.
- Vai, chupa, chupa, puta, assim, enfia as bolas na sua boca mmmm.
Tudo isso me esquentava pra caralho, ainda mais sabendo que a Lore olhava e ouvia tudo, como ela curtia.
Eu pegava o pau dela com minhas duas mãos e mamava, até que me fez ajoelhar, começou a se masturbar e gozou na minha boca, me fazendo engolir todo o sêmen dela enquanto cuspia na minha cara.
Depois ela se levantou e fomos para o quarto dela, e ela me jogou na cama. Lore nos seguiu e sentou numa mesinha redonda. Eu estava de bruços, sem blusa e sem tênis. Nisso, Rebecca começou a acariciar minhas nádegas e disse:
- Mmm que rabo gostoso, hoje esse rabo vai ser meu.
- Vou te comer, putinha, e você vai gostar.
Ela tirou o macacão e começou a abaixar lentamente minha calça. Eu sentia ela deslizando pelas minhas nádegas, coxas e depois panturrilhas. Continuou com a calcinha fio dental, e ali estava eu, de bruços, nua, com meu rabo à mercê dela.
- Levanta essa bunda, meu amor – ela ordenou.
- Eu levantei a bunda.
Ela abriu minhas nádegas com as mãos e começou a lamber meu ânus. Que sensação gostosa, sentia a língua dela com saliva fria, molhando meu cu. Não acreditava, fazia tanto tempo que não faziam isso comigo. A língua dela começou a entrar na minha bunda, me penetrando com ela. Ela lambia, beijava e chupava meu cu, depois pediu para Lore passar o lubrificante que estava na penteadeira.
Rebecca começou a passar lubrificante no meu ânus, espalhando com os dedos, enquanto começava a enfiá-los para ver como eu ia cedendo. Depois colocou travesseiros debaixo da minha barriga, abriu minhas nádegas e começou a me penetrar. Apesar das lambidas e do lubrificante, começou a doer quando ela começou a meter. O pau dela era muito grande e eu sentia ele me abrindo, uma queimação forte. Eu queria me soltar, mas Rebecca me segurou firme pelos braços e começou a bombar na minha bunda. (Consegui ver de relance Lore tirando o pau dela e começando a se masturbar.) Uma e outra vez, ele entrava no meu cu, primeiro devagar, e depois começou a me comer mais forte. Ela se movia rápido e forte em cima de mim, eu gritava e gemia, dava para ouvir o som das pulseiras dela balançando com a surra que estava me dando.
Rebecca me dizia:
- Assim, foxy, me dá esse seu cu
- Olha como você gosta, que eu te coma no cu
- Assim, meu amor, me dá essa bunda de puta
- Vou te transformar na minha putinha, a partir de hoje você é minha foxy, entendeu, puta!!?
Eu respondia – Sim, sim, sou sua foxy, sou sua…. e gritava e gemia, meu celular tocou, coisa que nem percebi na hora (era minha prima, eu tinha dito que não podia ir fazer compras com ela de manhã, mas que iríamos à tarde), não notei quando tocou, só quando Rebecca colocou o celular do meu lado (ela tinha atendido e deixado na cama de propósito).
- Assim, Colette, me dá essa bunda de puta, que a mamãe vai arrebentar bem
- Vou encher você de porra, foxy, assim, assim, puta, levanta essa bunda.
Eu gritava e gemia:
- Ahhhh, ahhh, Deus, assim, sim, mmmm, enche minha buceta.
Minha prima estava ouvindo aquele show e eu ainda não tinha percebido, até que senti Rebecca gozar dentro da minha buceta com um jorro enorme de porra, ela tirou o pau, todo molhado dos fluidos dela e dos meus:
- Vem, lambe o pau da mamãe, puta, assim, chupa bem
Limpei ele, saboreando o pau todo dela, quando terminei, ela disse:
- Agora sim, se arruma que tenho que sair mais tarde.
Levantei e comecei a pegar minhas coisas que estavam espalhadas pelo quarto (Lore ainda estava com o pau na mão) e vi meu celular, na tela o tempo passando – estava numa ligação!!? – desliguei, era minha prima, fiquei mais branca do que já sou e só consegui desligar o telefone.
Saí do quarto para me trocar na sala, Lore falou algo com Rebecca, e depois saiu para a sala, Rebecca ficou no quarto, Lore se aproximou de mim:
- Deixa isso! – ela disse, tirando minha roupa e minhas coisas e jogando no chão
- Vem – me ajoelhou e colocou o pau na altura da minha boca
- Começa a chupar, puta! – ela ordenou
- É que eu já tenho que ir – falei assustada
- Cala a boca, puta!! – ela me deu um tapa A cara—não te perguntei se tu tem tempo, te falei pra começar a chupar e é melhor tu fazer isso se não quiser se dar mal—me desafiou.
Com lágrimas nos olhos e assustada, comecei a chupar a rola dela, não era tão grossa e grande quanto a da Rebecca, mas tinha um bom tamanho, então, como uma boa puta (porque era nisso que eu tinha me transformado), comecei a chupar a rola inteira, apertando com a mão, sugando, meus lábios apertando a pele da rola dela enquanto minhas mãos acariciavam as bolas dela.
— Assim, puta, assim... mm, já vejo porque a Rebecca curte tanto com você.
— Boa puta!!!
Ela me sentou no móvel, reclinou minha cabeça pra trás, se apoiou no móvel e começou a me foder pela boca, me dando estocadas fortes até gozar na minha boca, me fazendo engolir todo o esperma dela.
Depois de alguns segundos, peguei minhas coisas de novo e ia indo pro banheiro me limpar (porque tava com a buceta cheia do esperma da Rebecca), quando a Rebecca saiu do quarto dela:
— Aonde cê vai?—ela disse quase gritando.
— Pro banheiro... ah—não me deixou terminar.
— Nem pense em ir se limpar, tu vai assim mesmo, puta, então se troca e vaza de uma vez!—ela gritou comigo.
— Mas não posso ir assim—falei chorando.
— Já ouviu, puta?! Mexe essa bunda!—ela gritou de novo.
Chorando, me vesti na frente do sorriso da Lore, coloquei minha calcinha fio dental e a calça legging, sentindo o esperma que tinha ficado no meu cu começar a molhar e manchar minha calça, toda a parte da bunda tinha uma mancha úmida.
Quando eu ia sair, a Rebecca me disse:
— Ah, e nem pense em desligar o celular ou não atender minhas ligações, porque eu tenho um vídeo seu—ela disse, me mostrando a câmera e exibindo o vídeo.
Eu fiquei petrificada e saí do apartamento. Ao descer, tentei evitar dar as costas pro porteiro, mas foi impossível; quando saí, notei a mancha úmida na minha bunda. Só consegui correr e pegar o primeiro táxi que encontrei. No caminho pra casa, não pensei em... Nada, tava com a mente vazia. Quando cheguei em casa, desci do taxi o mais rápido que pude. Nem sei se o taxista conseguiu ver minha calça. Entrei em casa correndo, subi pro meu quarto, fiquei pensando em tudo que tinha rolado naquele dia: o sexo com a Rebecca, o boquete na Lore, a ligação da minha prima. Aí percebi que tava ficando excitada, e sentada num canto do quarto, comecei a chorar. …..

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Valeu pelos comentários, por adicionar aos favoritos e pelos pontos nos meus posts 🙂
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Aí cheguei à conclusão de que estava louca, transar com uma shemale? Mas o que tinha na cabeça, definitivamente não faria de novo, apaguei o número da Rebecca, liguei pra minha prima e falei pra gente sair pra passear e fazer umas compras.
Tava um sol lindo, então coloquei uma fio dental, uma calça legging branca e uma regata azul bem justinha, um boné branco e uma pochete preta pra levar meu celular e minha carteira, era quase meio-dia.
Bem quando ia pegar um táxi, minha pochete começou a vibrar, peguei o celular pensando que era minha prima me apressando pra chegar, atendi:
- Alô – falei
- Oi, minha menina – respondeu a voz
- ……..(fiquei muda).
- O rato comeu sua língua? – ela perguntou?
- Rebecca?? – perguntei (já sabia que era a Rebecca)
- Sim, meu amor, cê não tem meu número por acaso? Bom, tô na minha casa, agora sim de verdade na minha casa – ela deu risada – e tô entediada, por que você não vem e a gente almoça junto? – me convidou.
- Não sei, ia fazer umas compras com uma prima – respondi hesitante
- Compras? Cê pode comprar outro dia, vamos almoçar – insistiu.
- Se for só um almoço sim, porque não tenho muito tempo – falei.
- Perfeito, vou te passar o endereço, com um táxi você não vai ter problema pra chegar, suponho….
Cheguei no lugar, era um apartamento no bairro de San Isidro, era muito bonito, cheguei na porta do prédio e me aproximei pra falar com o porteiro.
- Oi, senhor – cumprimentei
- Oi, senhorita, em que posso ajudar, tá procurando alguém? – ele perguntou
- Sim, tô procurando a… (fiquei pensando uns segundos)…tô procurando a Senhorita Rebecca — respondi, desviando o olhar pro chão.
— Claro, espera — e ela me lançou um olhar entre surpreso e meio decepcionado.
Subi até o terceiro andar, e a Rebecca me recebeu com um sorrisão, me abraçou com aqueles braços fortes dela (do jeito que eu gosto quando ela me abraça).
— Que bom que você tá aqui, você tá super gostosa! — ela disse, sorrindo.
— Valeu, você também tá — respondi meio tímida, mas a verdade é que ela tava linda, ou melhor, sexy. Ela tava usando uma saia jeans bem curta, que deixava ver as pernas enormes dela, uma camiseta preta de manga curta com uns desenhos brancos e roxos, e umas pulseiras muito lindas enfeitando os pulsos.
Nenhuma de nós duas tava com muita fome, então fomos pra sala conversar, enquanto beliscávamos fruta de um pirex pra enganar o estômago. A conversa foi ficando gostosa, ela me contou como entrou no mundo da musculação, como abriu a academia dela na Colômbia e que tinha vindo pro país pra um concurso e que tava pensando em abrir uma academia aqui também e administrar as duas junto com a irmã.
Depois me contou que o Arturo era o namorado dela, que era de Porto Rico mas morava na Colômbia, tinha vindo junto com ela pra ver o negócio, mas teve que voltar por causa de um problema de família, e que voltaria em uma semana.
Eu também contei um pouco de mim, sobre o namorado que tive, depois a namorada, uns problemas em casa, mas nada grave. A gente continuou conversando até que:
— Quer um vinho? — ela me ofereceu.
— Humm (eu sabia onde aquilo ia dar) só uma taça — respondi.
— Beleza — ela sorriu.
Voltou da cozinha com uma garrafa e duas taças, e a gente seguiu com a conversa bem gostosa e interessante. Quando a gente já tava na terceira taça, ela passou a mão na minha bochecha e, olhando nos meus olhos, disse:
— Você é muito linda, e muito doce.
— Valeu — respondi.
Ela continuou me acariciando, eu fechava os olhos e sentia a mão dela deslizando pela minha bochecha. Aí ela se aproximou e me deu um Beijo nos lábios, um beijo suave que foi ganhando força, de repente já tinha a língua dela brincando com a minha, as mãos dela acariciando minha bunda, sentia ela apertando minhas nádegas, e eu me derretia nos braços fortes dela.
Depois começou a tocar meus peitos, baixou um pouco meu top, e começou a tocá-los, beijá-los e lamber, eu tava super excitada, minha mão passava por baixo da camiseta dela, acariciando os abdominais, enquanto fazia isso, ela abaixava a saia e deixava o pauzão dela sair, na hora peguei ele com a mão e levei à boca, e comecei a chupar o pau inteiro, segurava firme com a mão, e colocava meus lábios na ponta do pau dela, e começava a brincar, me movendo em círculos, minha cabeça começava a descer empurrada pela mão dela, meus lábios apertavam o pau dela, podia sentir aquela pele deslizando pelos meus lábios, tirava ele da boca, e a puta da minha língua passava pela cabecinha dela, lambendo, saboreando, pra depois enfiar tudo de novo, minha mão ia pras bolas dela, tentando empurrar o pau dela até o fundo da minha garganta, nisso vi uma garota parada na nossa frente e rapidamente me levantei, limpando a boca do líquido pré-seminal.
- Continua, por favor, não para por minha causa – a garota me disse
- Fica tranquila, meu amor, é uma amiga que só quer ver, chama Lore (era outra shemale)
- É, eu só vou sentar aqui e olhar – disse Lore
Eu hesitei, mas já tinha o braço forte da Rebecca me levando de volta pro pau dela, então continuei mamando, movia o pau dela com a mão enquanto chupava tudo.
Rebecca começou a me dizer:
- Assim, muito bem, puta, mama bem
- Mmmm ahhhh assim foxy, como você chupa bem, continua engolindo, porca.
- Vai, chupa, chupa, puta, assim, enfia as bolas na sua boca mmmm.
Tudo isso me esquentava pra caralho, ainda mais sabendo que a Lore olhava e ouvia tudo, como ela curtia.
Eu pegava o pau dela com minhas duas mãos e mamava, até que me fez ajoelhar, começou a se masturbar e gozou na minha boca, me fazendo engolir todo o sêmen dela enquanto cuspia na minha cara.
Depois ela se levantou e fomos para o quarto dela, e ela me jogou na cama. Lore nos seguiu e sentou numa mesinha redonda. Eu estava de bruços, sem blusa e sem tênis. Nisso, Rebecca começou a acariciar minhas nádegas e disse:
- Mmm que rabo gostoso, hoje esse rabo vai ser meu.
- Vou te comer, putinha, e você vai gostar.
Ela tirou o macacão e começou a abaixar lentamente minha calça. Eu sentia ela deslizando pelas minhas nádegas, coxas e depois panturrilhas. Continuou com a calcinha fio dental, e ali estava eu, de bruços, nua, com meu rabo à mercê dela.
- Levanta essa bunda, meu amor – ela ordenou.
- Eu levantei a bunda.
Ela abriu minhas nádegas com as mãos e começou a lamber meu ânus. Que sensação gostosa, sentia a língua dela com saliva fria, molhando meu cu. Não acreditava, fazia tanto tempo que não faziam isso comigo. A língua dela começou a entrar na minha bunda, me penetrando com ela. Ela lambia, beijava e chupava meu cu, depois pediu para Lore passar o lubrificante que estava na penteadeira.
Rebecca começou a passar lubrificante no meu ânus, espalhando com os dedos, enquanto começava a enfiá-los para ver como eu ia cedendo. Depois colocou travesseiros debaixo da minha barriga, abriu minhas nádegas e começou a me penetrar. Apesar das lambidas e do lubrificante, começou a doer quando ela começou a meter. O pau dela era muito grande e eu sentia ele me abrindo, uma queimação forte. Eu queria me soltar, mas Rebecca me segurou firme pelos braços e começou a bombar na minha bunda. (Consegui ver de relance Lore tirando o pau dela e começando a se masturbar.) Uma e outra vez, ele entrava no meu cu, primeiro devagar, e depois começou a me comer mais forte. Ela se movia rápido e forte em cima de mim, eu gritava e gemia, dava para ouvir o som das pulseiras dela balançando com a surra que estava me dando.
Rebecca me dizia:
- Assim, foxy, me dá esse seu cu
- Olha como você gosta, que eu te coma no cu
- Assim, meu amor, me dá essa bunda de puta
- Vou te transformar na minha putinha, a partir de hoje você é minha foxy, entendeu, puta!!?
Eu respondia – Sim, sim, sou sua foxy, sou sua…. e gritava e gemia, meu celular tocou, coisa que nem percebi na hora (era minha prima, eu tinha dito que não podia ir fazer compras com ela de manhã, mas que iríamos à tarde), não notei quando tocou, só quando Rebecca colocou o celular do meu lado (ela tinha atendido e deixado na cama de propósito).
- Assim, Colette, me dá essa bunda de puta, que a mamãe vai arrebentar bem
- Vou encher você de porra, foxy, assim, assim, puta, levanta essa bunda.
Eu gritava e gemia:
- Ahhhh, ahhh, Deus, assim, sim, mmmm, enche minha buceta.
Minha prima estava ouvindo aquele show e eu ainda não tinha percebido, até que senti Rebecca gozar dentro da minha buceta com um jorro enorme de porra, ela tirou o pau, todo molhado dos fluidos dela e dos meus:
- Vem, lambe o pau da mamãe, puta, assim, chupa bem
Limpei ele, saboreando o pau todo dela, quando terminei, ela disse:
- Agora sim, se arruma que tenho que sair mais tarde.
Levantei e comecei a pegar minhas coisas que estavam espalhadas pelo quarto (Lore ainda estava com o pau na mão) e vi meu celular, na tela o tempo passando – estava numa ligação!!? – desliguei, era minha prima, fiquei mais branca do que já sou e só consegui desligar o telefone.
Saí do quarto para me trocar na sala, Lore falou algo com Rebecca, e depois saiu para a sala, Rebecca ficou no quarto, Lore se aproximou de mim:
- Deixa isso! – ela disse, tirando minha roupa e minhas coisas e jogando no chão
- Vem – me ajoelhou e colocou o pau na altura da minha boca
- Começa a chupar, puta! – ela ordenou
- É que eu já tenho que ir – falei assustada
- Cala a boca, puta!! – ela me deu um tapa A cara—não te perguntei se tu tem tempo, te falei pra começar a chupar e é melhor tu fazer isso se não quiser se dar mal—me desafiou.
Com lágrimas nos olhos e assustada, comecei a chupar a rola dela, não era tão grossa e grande quanto a da Rebecca, mas tinha um bom tamanho, então, como uma boa puta (porque era nisso que eu tinha me transformado), comecei a chupar a rola inteira, apertando com a mão, sugando, meus lábios apertando a pele da rola dela enquanto minhas mãos acariciavam as bolas dela.
— Assim, puta, assim... mm, já vejo porque a Rebecca curte tanto com você.
— Boa puta!!!
Ela me sentou no móvel, reclinou minha cabeça pra trás, se apoiou no móvel e começou a me foder pela boca, me dando estocadas fortes até gozar na minha boca, me fazendo engolir todo o esperma dela.
Depois de alguns segundos, peguei minhas coisas de novo e ia indo pro banheiro me limpar (porque tava com a buceta cheia do esperma da Rebecca), quando a Rebecca saiu do quarto dela:
— Aonde cê vai?—ela disse quase gritando.
— Pro banheiro... ah—não me deixou terminar.
— Nem pense em ir se limpar, tu vai assim mesmo, puta, então se troca e vaza de uma vez!—ela gritou comigo.
— Mas não posso ir assim—falei chorando.
— Já ouviu, puta?! Mexe essa bunda!—ela gritou de novo.
Chorando, me vesti na frente do sorriso da Lore, coloquei minha calcinha fio dental e a calça legging, sentindo o esperma que tinha ficado no meu cu começar a molhar e manchar minha calça, toda a parte da bunda tinha uma mancha úmida.
Quando eu ia sair, a Rebecca me disse:
— Ah, e nem pense em desligar o celular ou não atender minhas ligações, porque eu tenho um vídeo seu—ela disse, me mostrando a câmera e exibindo o vídeo.
Eu fiquei petrificada e saí do apartamento. Ao descer, tentei evitar dar as costas pro porteiro, mas foi impossível; quando saí, notei a mancha úmida na minha bunda. Só consegui correr e pegar o primeiro táxi que encontrei. No caminho pra casa, não pensei em... Nada, tava com a mente vazia. Quando cheguei em casa, desci do taxi o mais rápido que pude. Nem sei se o taxista conseguiu ver minha calça. Entrei em casa correndo, subi pro meu quarto, fiquei pensando em tudo que tinha rolado naquele dia: o sexo com a Rebecca, o boquete na Lore, a ligação da minha prima. Aí percebi que tava ficando excitada, e sentada num canto do quarto, comecei a chorar. …..

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