Novo apartamento!

Oi, galera! Começo meu relato pedindo desculpas por não ter escrito nada antes, é que me apaixonei, mas já passou hahaha.

Saibam que me mudei de apartamento, agora moro sozinho e que emoção, né? Tinha que estrear o lugar, e nada melhor que com uma boa transa. O problema era: com quem? Bom, na hora da mudança conheci o zelador, um cara meio gordinho, moreno, mais ou menos entre 40 e 50 anos, 1,75m de altura, olhos cor de mel. Parece que ele é de Tucumán, então imaginem como o coitado era... Mas o velho me deu umas olhadas que me fizerem suspeitar, então nada, entrei na brincadeira pra ver até onde ia.

No dia seguinte, encontrei ele na saída do prédio (como é costume dos zeladores, nunca trabalham, hahaha). Bom, já sabem: eu, o novato, ele, o fofoqueiro... sabe de tudo. Pedi referência de tudo: o supermercado mais perto, a lavanderia, etc. No meio da conversa, falei: "Preciso ir, mas vamos marcar de tomar uns mates?". Ele só sorriu e não disse nada. Fui embora.

Na semana seguinte, encontrei ele de novo na frente dos correios. Eu, super ocupado com trabalho e faculdade, não cumprimentei, e ele falou: "Agora não cumprimenta mais?". Sorri, pedi desculpas, cumprimentei, e ele quase me cumprimentou pela boca! Fez-se de bobo e quase me deu um selinho, tipo "fuck you", um beijinho. Pra isso, não dei muita bola e só sorri.

Bom, subi no elevador, cheguei no meu apto e nem percebi o que tinha acontecido. Analisando a situação toda, concluí que eu era um baita de um bobo, hahaha. Foda-se a faculdade, decidi não ir. Tinha outras necessidades me chamando aos gritos pra serem satisfeitas.

Desci, encontrei ele sentado na mesa dele. Conversamos um tempinho sobre besteiras, coisas que rolam no bairro, da véia fofoqueira do 5º andar, hahaha. Ficamos em silêncio por um segundo, e soltei a bomba: perguntei se ele tinha mulher. Comecei a interrogar. Ele disse que sim, mas que ela estava com a sogra em Tucumán. Perguntei: "Então tá sozinho?". "Sim", ele respondeu. "Que merda", eu falei. Ele concordou, mas... que não me incomodava ficar sem a mulher alguns dias, eu ri de nervosismo na verdade e disse: bom, se quiser mais tarde passa em casa, lá te esperam uns mates e bolachas. Ele me olhou e disse: sério, quer que eu vá? Sim, eu disse. Entrei no elevador e perguntei: você vem, né? Ele me olhou meio estranho, não disse nada. Enquanto estava no elevador e até chegar em casa, fiquei pensando: talvez ele não seja gay e eu que esteja pensando besteira.

Tipo 19h toca a campainha, era ele. Abro a porta e ele passa pra sala. Conversamos mais besteiras e digo que vou preparar mate. Ele diz que não porque é muito tarde e faz mal. Ofereço uma cerveja, ele recusa também. Ele me diz: pra que me convidou? Sentei do lado dele, coloquei a mão na perna dele e disse: você já sabe. Na hora ele começou a me beijar na boca, me jogou com força no sofá, agarrou minhas mãos com muita pressão pra imobilizar meus movimentos. Começou a me despir devagar e disse: eu vi sua cara de putinha que você tem, reparei como olhou meu volume, agora você vai ter ele só pra você, putinha.

Tirou meu jeans e me deixou de cueca. Disse: levanta, quero ver seu corpo. Levantei, dei umas voltas e ele perguntou: quer ser minha putinha hoje? Disse que sim e ele me jogou sobre as pernas dele. Começou a me bater e beijar a bunda depois de cada tapa. Essa situação me excitou tanto que molhei minha bunda dilatada, pedindo por pau. Ele me sentou em cima dele e começou a mover a pelve. Eu sentia na minha bunda o pau dele através da calça jeans. Ele disse: putinha, me faz um bom boquete. Lambi o pau dele por cima da calça e devagar comecei a tirar o jeans. Por cima da cueca comecei a lamber também, de repente ele ficou molhado. Baixei a cueca de uma vez e me deparei com um pau pequeno de uns 15 cm, mas muito grosso e com uma cabeça enorme. Nunca tinha visto um pau com cabeça tão grande. Fiz o boquete, ele só gemia e agarrava minha cabeça, enfiando mais o pau na minha boca. O homem tinha um pau muito peludo, umas bolas grandes e caídas. Ao chupar, senti seu cheiro de Cara, adorei o cheiro das bolas dele, queria chupá-las. Fiquei assim um tempo, até que ele me pegou, me colocou de quatro e começou primeiro a morder minhas nádegas, algo que ninguém tinha feito de um jeito tão violento, e eu adorei. Depois, ele abriu mais minhas pernas e fez um beijo negro. Ele chupava meu cu e metia os dedos ao mesmo tempo, e eu era a mulher dele. Sentia a boca dele sugando meu ânus, o prazer que sentia era incrível. Ele me disse para ser o mais feminina possível, que ele gostava das loucas, das tira plumas. Então, ele me virou e chupou meus mamilos, que já estavam durinhos de prazer. Ele me colocou em cima das pernas dele e começou a meter o pau. Senti meu cu se esticando mais do que o normal. Ele começou a bombar devagar, mas eu queria mais e pedi para ele ir mais rápido. Ele disse: "Quer que eu te parta?" E assim foi, senhores. Ele começou a meter o pau forte, me colocou em todas as posições: por cima, por baixo, de um lado, do outro. Ele foi tão intenso que, quando terminou, percebi que tinha arrombado meu cu. Lá estava eu, sobre o peito do meu homem, com a bunda dolorida e um sorriso de orelha a orelha.
A mulher dele voltou, mas a gente continua repetindo sempre que podemos.

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