Amigos, poringa boys!!
Aqui está a segunda parte desta série, espero que vocês gostem.
Já tinham se passado duas semanas, não tinha falado com a Celeste nesse tempo todo, muito menos com as outras garotas. Não conseguia parar de lembrar da cena, que aos poucos começava a me agradar. Pesquisei na internet sobre garotas com shemales, alguns relatos, mas não tinha histórias, só muitos vídeos. Eu via alguns minutos e ficava excitadíssima, não acreditava que eu, ali sentada, estava vendo vídeos de shemales. Quando ia dormir, não conseguia evitar de me tocar, pensando naquela mamada, e terminava numa explosão orgásmica que me deixava sem fôlego.
Era sábado, e decidi ir na mesma balada. Então procurei nas minhas gavetas o flyer que tinham dado na entrada. Pronto! Já tinha o endereço. Fui me arrumar, vesti uma calça jeans que valorizava minha bunda perfeitamente, umas botas pretas e uma blusa, e saí. Não sabia exatamente pra que ia, mas já estava no táxi com a adrenalina a mil.
No caminho, lembrei que o bairro não era muito bonito, então perguntei ao taxista se ele podia voltar pra me buscar, que pagaria o que ele pedisse. O senhor, muito educado, me deu o número dele e disse que seria só 20% a mais, então isso me deixou mais tranquila. Se o clima não me agradasse e eu quisesse ir embora, já tinha quem me tirasse dali.
Entrei nervosa, varri o lugar com o olhar. Ela não estava. Fui pro balcão, pedi uma piña colada. O ambiente parecia bom, mas eu tava sozinha, então decidi tomar dois drinks e vazar.
Quando tava na metade do segundo, uma garota se aproximou de mim. Baixinha, cabelo castanho, com um decote que deixava ver uns peitões lindos e grandes.
— Oi, tá esperando alguém? — perguntou sorrindo.
— Não, só vim tomar um drink e ia embora — respondi, devolvendo o sorriso.
— Então vem comigo, tô com umas amigas, assim você não fica sozinha. A propósito, me chamo Cláudia.
Topiei. Ela tava com mais quatro amigas. Conversamos, rimos, dançamos. Eu só tinha bebido um copo de vodka, ainda tinha esperança de que a Rebecca aparecesse. queria estar nos meus cinco sentidos.
Mas comecei a me dar bem com a Cláudia, ela era muito gostosa, quando eu falava com ela, ela não parava de me olhar sorrindo, isso me agradava mas também me fazia corar.
— Você sempre vem aqui? — ela me perguntou
— Não, é a segunda vez, não gosto muito, mas tava esperando alguém — respondi
— Ahhh então você mentiu pra mim — ela sorriu
— Não entendi — falei
— Você tinha me dito que não tava esperando ninguém, e tá esperando — ela me olhou sem parar de sorrir
— A gente também não vem aqui, nos falaram do lugar e a gente queria conhecer, mas já vem uns amigos nos buscar, vamos pra outro lugar, eu gostaria que você viesse comigo, bom, que viesse com a gente — e lá estava aquele sorriso de novo.
30 minutos depois, chegou um grupo de caras e minas pra buscar elas. A Cláudia me chamou pra ir, mas 5 minutos antes eu tinha visto a Rebecca entrar, vestindo um shorts justinho e uma camiseta branca.
— Desculpa, não posso agora — falei pra ela
— Já chegou quem você tava esperando, hein — ela me deu um sorrisinho safado
— Bom, mas a gente pode se ver outro dia? — ela disse, mostrando o celular
— Claro — respondi, pegando o telefone dela e salvando meu número.
Fui pro balcão e pedi uma garrafa de água, me sentindo idiota, parada ali, esperando ela chegar perto pra falar comigo. Devo parecer desesperada — pensei — mas pelo visto ela já tinha percebido que eu tava sozinha, então veio.
— E suas amigas? — ela perguntou
— Vim sozinha — respondi, tentando sorrir.
— Então te chamaria pra ficar com a gente, mas talvez você queira ir embora depois — ela falou num tom sarcástico.
— Vim me desculpar pelo outro dia, me comportei que nem uma criança — falei, olhando pro chão.
— Esquece, eu também te devo desculpas, reagi mal, é que a gente tinha se divertido tanto dançando, mas enfim, já passou. Quer beber um negócio com a gente? — ela me ofereceu.
— Claro — dessa vez consegui dar um sorriso sincero.
Quando cheguei, ela me apresentou. Tinham 3 shemales, sendo que 2 estavam lá no outro dia, e um cara, cabelo curto, fortão, com uma camiseta colada no corpo. que deixava ver seus abdominais definidos, Rebecca sentou ao lado dele e ele automaticamente a abraçou.
A gente tinha se afastado da música e ficou só batendo papo, tudo muito tranquilo, falamos de viagens, baladas, fofocas e até um pouco de política. As horas passavam, eu já tinha tomado uns 4 ou 5 copos de vodka, comecei a beber água. Rebecca tinha passado a noite inteira agarrada no Arturo – o cara fortão – até que eles se levantaram e disseram que já voltavam.
Fiquei conversando com as outras minas, em nenhum momento – as duas que tinham estado no outro dia – tocaram no assunto do que rolou naquela noite com Rebecca, eu estava super à vontade com elas.
Fui no banheiro e quando voltei a Rebecca já tinha voltado, mas o Arturo não estava:
– E o Arturo? – perguntei.
– Amanhã ele tem um compromisso de família, então foi descansar – me respondeu Rebecca.
As outras três minas se levantaram dizendo que iam no banheiro, nessa hora a Rebecca me chamou pra sentar do lado dela.
– Você é uma mina muito doce – ela falava enquanto passava a mão no meu cabelo – sério, me desculpa pelo outro dia.
– Relaxa, tá tudo bem, as duas tivemos um pouco de culpa, além disso não foi tão ruim assim – essa última parte eu falei quase sussurrando.
– Então você gostou? – ela perguntou sorrindo.
– Um pouco – respondi quase gaguejando.
– Então quando você quiser a gente pode repetir – ela disse soltando uma risadinha.
As minas chegaram, a gente começou a beber de novo, não sei como, mas a Rebecca estava me abraçando e minha cabeça estava deitada nos peitos dela. Quando percebi isso, me assustei um pouco, mas decidi ficar assim. No resto da madrugada, ela passou a mão no meu cabelo, nos meus braços, na minha cintura e às vezes na minha bunda, eu estava confortável e super relaxada.
Depois olhei a hora, eram 4 da manhã, então peguei meu celular e comecei a ligar pro taxista, mas o celular dele tava desligado – com certeza já tá dormindo, pensei.
– Quem você tá ligando, amor? – me perguntou Rebecca.
– Um taxi, mas acho que ele dormiu – respondi.
Bem na hora que Dizendo isso, as 3 garotas se levantaram para se despedir e foram embora, deixando nós duas sozinhas.
"Bom, como te falei antes, eu moro perto daqui, uns 10 ou 15 minutos. Vamos pro meu apê, lá tenho o número do táxi de confiança, a gente chama e pronto" – disse Rebecca.
"É, boa ideia" – respondi.
Saímos, eu esperava que ela pegasse um táxi, mas ela disse que íamos caminhando, que não era longe. Depois de 5 minutos, chegamos a uma porta e ela me fez entrar. Eu olhava o lugar por dentro, não era tão bonito. Rebecca falava com o administrador, vi que ela estava pagando ele?
Ela se aproximou e, me segurando suavemente pelos braços, disse: "Vamos subir."
Eu, perplexa, parei ela no meio da escada.
"Espera, isso é um hotel?" – perguntei.
"Sim, gata. Vim da Colômbia, não tenho casa aqui, fico nesse hotel" – ela disse.
Subimos, entramos no quarto. Tudo estava bem limpo, não tinha malas, nem roupa, nem nada. Nisso, senti ela trancando a porta e me abraçando por trás.
"Minha garota, fica tranquila. O que rolou na outra noite foi gostoso pra nós duas, então por que não repetir?" – ela dizia, enquanto me abraçava e beijava meu pescoço.
"Sei lá" – respondi nervosa.
"Calma, vem. Você só vai mamar, tem que relaxar, assim curte melhor" – ela disse.
Ela foi pra cama, abaixou o short e a calcinha fio-dental, e vi o pauzão dela, meio duro, e se deitou na cama.
"Vem aqui" – disse.
Eu me aproximei, me deitei na cama, com a cabeça na altura do pau dela. Podia sentir o cheiro forte. Aproximei meus lábios, beijei, peguei com a mão e meti na boca. Comecei a chupar, molhando o pau todo com minha boca, acariciando as bolas dela com uma mão. Sentia o pauzão crescendo na minha boca, e ela segurava minha cabeça, me empurrando.
"Não morde, puta, só chupa" – ela dizia.
"Assim, puta, come o pau da mamãe."
Eu tava super excitada. Tirei o pau da boca e comecei a lamber as bolas dela, enquanto batia uma com a mão, metia elas na boca, brincando com elas. Depois ela se levantou, tirou minha blusa, me deitou em cima de uns travesseiros e começou a beijar meus peitos, chupando meus bicos com força. Eu sentia a língua dela, os lábios, os dentes me marcando. Depois a gente se beijou, que beijo! A língua dela com a minha, brincando. Nisso ela se ajeitou, ficou por cima de mim na altura do meu rosto, eu abri a boca e ela meteu a pica. Ela tava me fodendo pela boca, eu sentia a pica dela chegando até minha garganta, me dando ânsia. Entrava uma vez e outra, eu tinha líquido pré-seminal na cara e na boca, ela puxava meu cabelo com força enquanto metia.
— Assim, putinha, vai, come ela toda, vaca — ela gritava pra mim.
Ela tirou a pica e começou a tirar minhas botas, depois foi pra calça, me deixando só de fio-dental. Ela tava toda nua, os peitões enormes, os braços fortes, a barriga definida, me excitava tanto. Eu tava com a bucetinha bem molhada. Ela chegou perto de mim e, na posição de missionário, começou a me comer. Metia a pica toda, as estocadas contra mim, chupava meus peitos. Depois me colocou por cima dela e eu comecei a cavalgar:
— Assim, sua puta gostosa, cê gosta, vagabunda? — ela dizia.
— Siim, adoro — eu respondia, soltando gemidos igual uma louca.
Eu me mexia em cima dela, me apoiando nos peitões enormes dela, ela me segurava pela cintura, a gente se movia juntas.
Ela me colocou de quatro e continuou me comendo. Eu sentia a pica toda dentro de mim, as mãos dela, dando tapas na minha bunda, fortes, que deixavam minha raba vermelha. Ela montava duro, as estocadas rápidas me deixavam a mil. Começou a puxar meu cabelo enquanto me comia:
— Como você é gostosa, minha menina, assim, meu amor, deixa a mamãe te comer — ela falava quase ofegante.
Eu explodia num orgasmo de prazer, quando, poucos segundos depois, senti a pica dela explodir e encher minha buceta de porra. Não me importava com nada. Ela se deitou comigo, me abraçou e a gente descansou um pouco.
Eu levantei pra tomar banho. Enquanto me lavava, senti vergonha de novo, culpa, derramei umas lágrimas, mas a água me acalmou um pouco. Me vesti, vi que a Rebecca... Ela tinha pegado meu celular pra ligar pro dela e assim guardar meu número, depois ela me ligou.
Pra continuar em contato – ela sorriu.

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6 comentários - Viciada em Shemales 2
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Buenísimo, me recalienta la idea, pero me da miedo que me pase lo mismo (hacerme adicta)