Rosalía fez 18 anos e todos em casa estavam felizes, sua festa foi um sucesso, todas as amigas compareceram e a encheram de presentes. Ela escolheu fazer uma festa só com amigas, evitando a vergonha dos vestidos enormes, dos padrinhos e das valsas, pois disse que sempre odiou isso. Algo triste em seu olhar me dizia que havia algo mais.
Rosalía é minha irmã e já é toda uma mulherzinha, com um corpo muito bem formado de 1,65m. Me dava raiva que os garotos de quem ela gostava não davam bola pra ela e ela sempre ficava sem par, o contrário de quase todas as amigas. Ela me dizia que achava que o problema era que ela era muito fresca, muito sem graça. Pra mim nunca foi assim, ela é uma menina tão doce que é a queridinha da casa.
Eu tenho 21 anos, me chamo Pedro e já estou na universidade numa cidade vizinha, onde tenho que alugar um apartamento junto com alguns amigos, mas como só tenho aula quatro dias por semana, tento passar tempo com minha família. Tenho outra irmã mais velha de 25 anos e uma irmãzinha de 12, e claro, a Rosalía, minha queridinha.
Tenho sucesso com as mulheres, não nego, tenho 1,79m, sou magro, moreno claro e nada feio, mas nunca encontrei a namorada perfeita, nunca me senti satisfeito e não sei por quê. Ou elas não sabem beijar ou são como pedras na hora do amasso. Por isso tento não pensar muito nisso, pois sempre acreditei que um dia vou encontrar a mulher perfeita pra casar.
Mas tudo isso mudou um dia, meses atrás, depois do aniversário da minha irmã. Levei de presente um enorme buquê de rosas, pois não sabia o que comprar pra ela. Quando entreguei, seus olhos se iluminaram e seu sorriso era tão grande que achei que ela nunca ia parar de sorrir. Acabou que o presente foi pra mim, ao vê-la tão feliz com umas simples flores.
Nunca teria imaginado, ela me disse. É o melhor presente que já ganhei. Finalmente sou mulher e pela primeira vez um homem me dá flores. Ela se pôs a... dar voltas como se estivesse dançando, abraçando seu buquê de rosas enquanto eu ria das bobagens da minha garotinha. Quando parou, me olhou de novo, me abraçou e me apertou contra seu corpo para me dar um beijo forte na bochecha.
O abraço durou tanto que comecei a ficar desconfortável, conseguia sentir o peito dela contra o meu e claramente sentia seu formato e firmeza, senti o calorzinho de sua barriga e por um segundo esqueci onde estava e a abracei tão forte quanto ela me abraçava.
Quando finalmente me soltou e vi seu rostinho alegre, automaticamente esqueci o que tinha acabado de acontecer, foi algo passageiro e físico, normal, pensei, já que não estava pensando nela em particular. Depois ela se aproximou de novo e me deu um beijinho nos lábios, "Meu irmãozinho querido!" disse e saiu correndo para mostrar as flores às amigas. Eu me retirei, pois não queria incomodá-la na festa com as amigas, e fui beber com meus amigos.
Naquela noite, quando cheguei em casa já era muito tarde, então lentamente e sem fazer barulho fui para meu quarto no segundo andar, onde cada um dos meus irmãos e eu tínhamos nossos quartos, enquanto meus pais têm o quarto deles no primeiro andar para ter mais privacidade. No segundo andar ficam a sala de estudos, a sala de TV e o quarto de costura da mamãe, então os quartos ficam separados uns dos outros e podemos fazer o que quisermos, até ouvir música no último volume.
Apesar disso, estava tão bêbado que achei melhor não chamar atenção e, sem acender luz nenhuma, cheguei ao meu quarto. Assim que entrei, acendi a luz do meu quarto e tranquei a porta, pois não pensava em levantar até as dez da manhã. Ao me virar, me surpreendi ao ver Rosalía com seu rostinho sonolento sentada na minha cama, me olhando expectante. Ela vestia a camiseta que usa para dormir e imagino que, por baixo, usava o shorts de lycra com estampa de coelhinhos que ela tanto gosta. Ao vê-la assim, com os olhos semicerrados, me deu... que fofura, e esqueci de brigar com ela por estar no meu quarto, acordada nessa hora da madrugada.
— Irmãozinho! — ela disse emocionada, mas com a voz quase sumindo.
— Ai, baixinha — falei, tentando disfarçar que estava bebendo. — O que você faz aqui sozinha? Vai dormir, pequena, amanhã você tem que abrir todos os seus presentes.
— Que bobo você é, Pedro, não percebeu que meu melhor presente eu já tinha visto? Foram suas flores, bobo.
Sorrindo, sentei na cama ao lado dela e dei um beijo em sua bochecha quentinha, de quem tinha acabado de acordar.
— Rosalía, não faz isso ficar maior do que é. É que eu não sabia o que você queria de presente, e foi a única coisa que pensei. Fico sem graça com você, sabe que te adoro e você é minha pequena, minha irmãzinha favorita. Me perdoa?
Rosalía se ajeitou na cama, ajoelhando-se para chegar perto de mim e, enquanto me olhava nos olhos, disse:
— Que bobo você é, Pedro. Nunca vou esquecer as primeiras flores que um homem me deu. Que bom que foi você, meu melhor irmão, meu herói. Como acha que posso ficar brava com você por isso?
— Mas então, o que você faz aqui a essa hora?
Rosalía baixou o rosto e ajustou a barra da camiseta sobre os joelhos.
— É que eu fiquei brava com você mesmo. Por que você foi com seus amigos? Eu queria que você ficasse comigo e minhas amigas, queria te exibir pra elas. Não sabe como imaginei você dançando comigo pra deixá-las com inveja.
— Mas, pequena, fico sem graça com suas amigas. Vocês são jovens e eu já sou adulto, como acha que eu ia ficar com vocês?
Rosalía franziu a testa e me olhou furiosa. Parecia que fogo ia sair dos olhos dela.
— Eu não sou menina. Já fiz 18 anos, não sabe que já sou mulher? Não sabe que já posso ter homens à minha disposição?...
Depois de dizer isso, Rosalía pareceu ter se traído. Percebeu o que tinha dito e baixou o olhar de novo, ficando quieta.
Eu não soube o que responder, mas... não gosto de vê-la sofrer, vi que ela estava prestes a soltar o choro e até a bebedeira passou de susto.
Rosy, pequena, me perdoa, já sei que você é uma mulher, sim eu percebi, sim você está linda. Nossa, os homens vão ficar loucos por você. Acredite, você já é uma mulherzinha de verdade. Foi só o que me veio à cabeça para animá-la, mas isso teve um efeito imediato e inesperado nela.
Ela ergueu o rosto animada e ficou me olhando nos olhos com um olhar cheio de esperança. De verdade, Pedro? De verdade você acha que eu sou uma mulher? Eu respondi que sim, sorrindo, e ela se jogou no meu pescoço com um abraço que me sufocou. De verdade eu vou deixar qualquer homem louco? Você acha que eu consigo? Ela me disse no ouvido sem parar de me apertar.
Respondi que sim e pedi para ela me soltar, rindo. Depois pedi que fosse para o quarto dela porque eu estava muito cansado e com muito sono. Na real, meus olhos já estavam fechando sozinhos e eu sabia que, ao encostar a cabeça no travesseiro, ia apagar. Mas a Rosalía pegou minhas mãos e me pediu, quase implorando, se podia ficar dormindo ali comigo porque estava com medo. Fiquei estranhado e não sei se foi pelo sono ou o quê, mas não soube o que responder e só balançei a cabeça.
Rosalía, feliz da vida e sorrindo, se cobriu com meus lençóis e colocou a cabeça no meu travesseiro, fechando os olhos disposta a dormir. Eu, nesse momento, com todas as coisas que minha irmãzinha estava fazendo, perdi o sono, mesmo estando tão cansado. Deitei ao lado dela sem me despir e sem me cobrir, esperando pegar no sono.
Os minutos passavam e eu tinha cada vez menos e menos sono. Não conseguia parar de pensar no que estaria passando pela cabeça da minha irmãzinha. Por que ela estava agindo tão estranho? Por que ela dependia tanto de mim? Será que ela estava mesmo virando mulher e os hormônios estavam afetando o comportamento dela? Mergulhado nos meus pensamentos, virei de lado, esquecendo que ela estava ali, dormindo ao meu lado. Ao fazer isso... O cabelo dela ficou perto do meu rosto. Sorri pra mim mesmo, passei meu braço sobre o corpo dela e fechei os olhos tentando dormir de novo. O cheiro do perfume do shampoo dela chegou até mim. Era um shampoo herbal que ela usava, achei graça porque era o tipo de cheiro que eu esperaria de uma moça mais velha, da minha idade. Eu gostava daquele cheiro, não era só o perfume, mas algo mais, talvez porque dizem que cada perfume reage diferente de acordo com a química da pessoa. E minha irmãzinha sempre cheirava fresca e doce, seu cheiro natural misturado criava aquele perfume tão atraente. Não conseguia parar de aspirar, algo nele me incitava a continuar fazendo isso.
Aproximando meu nariz do cabelo dela, aspirei com vontade seu cheiro, era delicioso, era embriagante, como se aliviasse minha cabeça. Pensei por isso que já estava caindo no sono e, como minha irmãzinha já estava dormindo, tirei a calça e a camisa, ficando só de cueca, e me enfiei entre os lençóis. E de novo me encaixei nas costas dela pra que ela não sentisse frio, pois a vi toda encolhida. A abracei de novo e fechei os olhos aspirando o cheiro do cabelo dela. Estava caindo no sono com o perfume relaxante, com o calorzinho do corpo dela, as costas dela estavam bem quentinhas. Me aproximei mais dela e ela, dormindo, também se aproximou mais de mim, movendo o corpo pra trás.
Me sentia relaxado, satisfeito, sentindo o calorzinho do corpo dela, e acabei dormindo.
Acordei não sei a que horas, havia uma luz estranha, como quando o sol vai nascer mas ainda não nasceu. Ao notar de novo o cheiro do cabelo da Rosália, me relaxei, podia sentir seu calorzinho, minha ereção contra a bunda turbante dela e minha mão desceu a camiseta, segurando um de seus peitos quentes. Em questão de segundos, ao passar a situação a limpo, percebi o que estava fazendo. Me assustei e, o mais devagar que pude, tirei minha mão e me afastei dela até o outro lado da cama. Não conseguia acreditar, dormindo, nos meus sonhos estava apalpando minha querida irmãzinha e o pior é que, apesar de minha ereção já estava bem acordada, não dava sinal de que ia baixar, continuava tão dura e grande como nunca antes tinha estado. Era inconcebível para mim. Com cuidado, verifiquei que Rosália ainda estava dormindo, ao vê-la com os olhinhos fechados me acalmei um pouco e acabei dormindo de cansado algumas horas depois.
Acordei ao meio-dia, me sentindo todo desorientado, ao procurar do meu lado na cama, claro que não encontrei Rosália, pois era segunda-feira e ela tinha ido para a escola. Levantei, tranquei a porta com chave e voltei para a cama. Por alguma razão, me sentia excitado e ao mesmo tempo preocupado com o que tinha acontecido horas antes. Comecei a pensar no que estava acontecendo comigo e por que minha irmã estava se comportando tão estranho. Imaginei que um pouco pelo que minha irmã fez e um pouco por estar dormindo foi que aconteceu o que aconteceu, e que não tinha muito a ver com ela o fato de eu ter ficado excitado, pensei que provavelmente foi por causa do perfume dela.
Pensei que talvez o que faltava para a Rosy era um namorado. Tentei imaginá-la com algum colega da escola dela, saindo para o cinema e coisas assim. Sem perceber, estava esfregando meu pênis por cima da cueca. Estava me imaginando, sem querer, que o colega da Rosy, imaginário, claro, pois não conhecia nenhum deles, comecei a imaginar que ele tirava a blusinha da minha irmãzinha. Talvez seja isso que falta para ela, pensei, então não me pareceu estranho, nem errado imaginar isso.
Me imaginei então baixando a saiazinha dela até os pés, beijando seu corpo no caminho. Depois subindo, beijando sua barriguinha, seu peito ainda com o sutiã e depois enfiando a língua na sua boquinha doce. Nesse momento, já tinha tirado o pau para fora e estava me masturbando com força.
Me imaginei a Rosy deitando-se de maneira lasciva na cama, usando apenas sua roupa íntima e seus sapatos escolares. Seu colega então se aproxima dela, enquanto Rosy vai tirando o sutiã, libertando seus lindos peitinhos, seus mamilos bem durinhos. O cara então se aproxima mais dela e começa a descer sua calcinha pelas pernas da Rosy.
É, isso aí, pensei, ela precisa que alguém coma ela e com força, já o ritmo da minha punheta era frenético, eu me torcia na cama de prazer. Aí imaginei o cara se colocando entre as pernas dela pronto pra enfiar o pau na minha irmãzinha e quando ele deitou em cima dela, eu gozei, cego pelos espasmos, a porra jorrava do meu pau caindo no meu peito em jatos abundantes. Eu estava tão excitado que os espasmos duraram um bom tempo, enquanto eu ficava ali na minha cama com os olhos apertados, imaginando o corpo pelado da Rosy.
Quando voltei a mim, me limpei, tomei um banho e como já era uma da tarde comi alguma coisa. Mesmo não precisando ir pra outra cidade até a terça seguinte, peguei minha mala e fui embora depois de almoçar sem dar muitas explicações em casa. A verdade é que me sentia sujo e não achava que teria coragem de encarar a Rosy quando ela voltasse da escola. No ônibus tive tempo de refletir e, talvez me justificando, cheguei à conclusão de que o que minha irmã realmente precisava era de um namorado pra acalmar os ânimos dela. De cabeça fria, doía pensar que ela poderia estar nos braços de um homem, mas era o normal e, me parecia o melhor. Então decidi arranjar um namorado adequado pra ela.
Já no apartamento, num ambiente diferente, esqueci tudo e me dediquei a preparar trabalhos escolares atrasados, sabendo que ficaria sozinho pois meus colegas só chegariam no meio do dia seguinte como de costume. Por volta das oito da noite bateram na porta e, de shorts e camiseta como estava, levantei do computador pra atender. Ao abrir, fiquei gelado de susto, ali na minha frente estava minha irmã Rosalía com uma mochila. Ela me olhou de cima a baixo com um sorriso malicioso. "Então é assim que você fica quando não está em casa?" ela disse e entrou sem nem pedir permissão, praticamente me empurrando pra lado pra poder passar.
Não soube o que dizer, a vergonha pelo que tinha acontecido na Na noite anterior ela voltou e eu só conseguia olhar pra ela de olhos arregalados. Parecia que tinha se arrumado pra ir pra praia. Tava usando um short curtíssimo feito de uma calça jeans desfiada que mal cobria a bunda e uma blusinha de alcinha que deixava os ombros à mostra.
Rosália percebeu que eu tava encarando e, baixando o rosto pra se olhar, levantou a cabeça sorrindo. É que eu falei pra mamãe que ia passar uns dias na praia com umas amigas e os pais delas, agora que as provas tinham acabado. Ela acreditou e bom... tô aqui. Eu só ficava olhando pra ela com cara de interrogação. Ela sorriu ainda mais, me disse que esperava me encontrar em casa naquela tarde porque queria conversar comigo, me chamou de bobo estúpido por ter ido embora sem necessidade. Não se preocupa, ela disse, sei que Jaime e Carlos só chegam amanhã, então posso dormir na sua cama. Notei um brilho estranho nos olhos dela e algo malicioso no sorriso quando falou isso. Qual é a sua cama pra eu deixar minha mochila? ela disse, entrando num dos quartos compartilhados. Em cada um tinha duas camas e eu tinha que dividir o quarto com Carlos, enquanto o Jaime, como a gente tirou na sorte, ficou com um quarto só pra ele.
Apontei minha cama pra Rosália e ela colocou a mochila em cima. Depois ela se agachou pra abrir e tirar alguma coisa. Quando fez isso, a parte de baixo do shortinho entrou entre as nádegas dela e pela primeira vez pude ver sua bunda bem formada, apertada e macia ao mesmo tempo. Tá olhando o quê, irmãozinho? ela disse sem se levantar. Eu não consegui evitar de corar. Não sabe que é ruim ficar olhando o bumbum das irmãzinhas? Pode ficar excitado e aí, o que você faz? Não conseguia acreditar como a Rosy tava falando comigo, e o pior é que eu tava ficando excitado mesmo, naquela noite ia ter que me masturbar pra conseguir dormir. Agora quer sair, Pedro? Preciso me trocar. Eu, que nem um trouxa, não consegui responder nada, saí quieto e Rosália fechou a porta atrás de mim. Algo mais poderoso que eu tava lutando dentro de mim e me vencendo. que eu me agachasse e espiasse pelo buraco da fechadura. Eu tinha que ver o corpo dela completamente nu, nem que fosse só uma vez, já tinha visto praticamente a bunda dela e sentido um dos peitos, tinha que saciar minha curiosidade e saber como era o corpo dela pelado.
De costas para mim, Rosalía tirou os tênis e as meias e depois, lentamente, agachando-se aos poucos, abaixou o shorts. Para minha surpresa, ela não estava usando calcinha, então, sem fôlego, pude ver suas bundinhas redondas por completo, não podia acreditar, minha irmãzinha era realmente uma mulher feita e direita e estava me dando uma ereção tremenda.
Depois, ela tirou a blusinha pela cabeça, estava usando um sutiã pequeno e, ao colocar as mãos nas costas para abrir o fecho, ela se virou e quase caí de joelhos ao ver a mata de pelos negros e encaracolados que cobriam sua boceta. Era a coisa mais linda que eu já tinha visto na vida, uma verdadeira mata fechada na qual qualquer um se perderia e seria a perdição de qualquer homem. Realmente, ela poderia enlouquecer qualquer homem e tê-lo à sua disposição. Depois, levantei a vista bem no momento em que ela tirava o sutiã e soltava suas tetinhas, que visão! suas peitinhas tinham um tamanho médio, tão túrgidas e empinadas que davam vontade de comê-las à mordidas, seus mamilos estavam duros, escuros e dava para ver que estavam bem durinhos, do jeito que eu gosto.
Me sentei no chão sem fôlego. Imaginando o inferno que seria aquela noite, tendo uma gostosa tão apetitosa à mão e não poder fazer nada a respeito. Eu ia ter que me masturbar por horas até conseguir dormir. Me levantei de novo para espiar pela fechadura e a vi dançando nua, rebolando o corpo provocativamente, suas pernas torneadas e fortes, sua barriguinha e umbiguinho bem formados, seu bumbum apertado, seus pés perfeitos e sua tremenda mata de pelos pubianos. Tive que fechar os olhos por alguns segundos para clarear a vista e, ao abri-los de novo, ela já não estava lá. Me movendo tentei localizá-la, mas de repente vi seu rosto perto da porta, mostrando a língua para mim e soltando uma risadinha maliciosa que me fez estremecer, mas de prazer proibido.
"O que você estava fazendo, seu safado?" ela disse ainda rindo. "Estava se excitando me olhando, né? Pois saiba que eu já sabia e a dançadinha foi em sua homenagem." Rosália riu, sua risada aberta, franca e excitante, como de uma mulher com voz de menina, estava me deixando louco. "Espera aí", ela disse mais calmamente, "Já sei que você quer entrar para fazer alguma coisa, mas ainda não terminei de me vestir." Recostei-me na parede tentando recuperar a compostura e o fôlego, enquanto esperava minha irmãzinha sair.
Quando finalmente saiu, fiquei de boca aberta. Minha irmã estava usando seu uniforme, só que ajustado para parecer mais gostosa. A saia plissada mais curta, a blusa branca desabotoada e amarrada na altura do umbigo, deixando sua barriga lisa à mostra e sem sutiã, pois notava seus mamilos duros através do tecido branco e fino. Seu cabelo negro estava arrumado com duas maria-chiquinhas, ela usava seus sapatos escolares com meias de renda e estava maquiada como uma putinha. Meu pau estava praticamente lutando para sair do meu shorts e ela percebeu, baixando o olhar viu meu volume e sorrindo satisfeita e nervosa me disse que tinha se vestido assim para mim, que tinha reparado como ele ficava duro quando eu via suas amiguinhas de uniforme e ela sabia o porquê.
Depois, deixando a porta aberta, ela se agachou novamente sobre a cama para pegar algo da mochila. Pude ver como sua saia era curta o suficiente para deixar à mostra suas bundinhas cobertas por uma calcinha de renda preta quase inexistente. Ela virou o rosto para mim sem se levantar.
"Não sabe que é errado olhar a bunda da sua irmãzinha?" ela disse, e eu fiquei envergonhado pela minha excitação e tentei me desculpar, mas antes que eu pudesse dizer uma palavra ela me interrompeu. "Não, bobinho. Ai, irmãozinho, não sabe que é... Que mal você ver sua irmãzinha assim, me devorando com os olhos, engolindo minha bunda com o olhar, me deixando excitada também e não fazer nada a respeito? Eu só abri a boca surpresa e ela se atirou sobre mim me beijando e forçando sua língua contra a minha.
Eu sentia todo meu corpo eletrizar, mas estava paralisado de medo e desejo. Meu pau estava mais duro que nunca, meu corpo pedia para corresponder mais mas minha mente estava toda confusa. A sensação do meu corpo contra meus raciocínios me confundia ainda mais. Rosalía foi se afastando aos poucos, diminuindo a intensidade dos beijos. Pareceu perceber minha atitude e minhas dúvidas. Respirando com dificuldade sentou na beirada da cama, me observando com olhar preocupado.
O que foi? - disse ela, sem evitar fazer um beiço com sua boquinha vermelha. O batom borrado além do limite dos lábios pelo beijão que acabara de me dar, isso a fez parecer ainda mais gostosa para mim.
O que foi, Pedro? - repetiu ao ver que eu não respondia, assustado e extasiado ao mesmo tempo de vê-la naquele estado de tesão e oferecendo acalmar o meu. Olha Pedro, eu achei que já estava tudo entendido. Ou você acha que sou uma oferecida só porque sim? Uma grossa lágrima começou a descer por sua bochecha. Pois o que aconteceu ontem à noite? Eu fiquei esperando você continuar e não sei se você dormiu ou o quê. Por que você acha que fiquei dormindo com você? O que Rosy me dizia ia me confundindo mais, então tomei coragem para perguntar a que ela se referia.
Ontem à noite - disse ela quase irritada - quando você começou a me acariciar, era o que eu queria. Olha, esperei virar uma mulher de verdade para você me considerar, e poder te entregar tudo que sou, sempre desejei isso, não sei por quê, mas desde que fiz doze anos e comecei a menstruar, meu corpo começou a mudar e minha mente também. Enquanto falava, Rosy esfregava os joelhos nervosamente e olhava alternadamente para o chão e para os lados. Foi quando comecei a perceber como te via realmente, parei de apenas te admirar e comecei a te ver como o homem gostoso que você é, alguém que eu via todo dia, que tinha por perto pra sempre me ajudar, me apoiar e me proteger, pra me abraçar quando eu chorava. O que ela estava me confessando estava me emocionando, na verdade eu não tinha percebido o quanto ela me levava em consideração e o que eu significava na vida dela.
Não vou te dizer tudo, acho que você já sabe – continuou me dizendo – porque sempre achei que você percebia quanta atenção eu te dava, como você é especial pra mim, mais que minhas irmãs ou nossos pais. E agora que fiz 18 anos, achei que você esperava por isso tanto quanto eu, o momento em que já podia me considerar mulher, e ontem à noite, quando me deitei com você, achei que você tinha entendido o que eu queria e esperei que você fizesse o que tinha que fazer... Ou seja, você sabe, Pedro, me fazer mulher de uma vez por todas... Nunca teria imaginado, e ao contrário do que ela pensava, eu não tinha percebido nada até os últimos dias. Mas se era verdade, então tudo começava a se encaixar na minha cabeça. As atenções exageradas dela comigo, o fato de ela não ter namorado sendo tão gostosa, inclusive o fato da minha calcinha sumir do cesto de roupa suja e aparecer depois limpa na minha gaveta, quando sou eu quem lava minha própria roupa íntima.
Chiquita – falei com voz trêmula, ainda indeciso – Eu não sabia, me perdoa, mas eu... – ela levantou a mão me interrompendo. E ontem à noite, Pedro, quando você dormiu e me deixou toda excitada, achei que tinha adormecido porque chegou bebendo, e te perdoei por isso. Aí, com sua mão parada no meu peito e sentindo sua ereção contra minha bunda, tive que me masturbar imaginando o que você teria feito se não tivesse dormido.
A imagem da minha irmãzinha se masturbando do meu lado, na minha cama e com minha mão no peito nu dela, foi demais pra mim, percebi que minha irmãzinha realmente tinha se tornado uma mulherzinha ardente. Sentia meu pau latir nas minhas calças - Mas quando cheguei em casa da escola e me disseram que você tinha ido embora, fiquei furiosa porque percebi que você não ia cumprir - continuou me dizendo já mais calma, levantando o rosto na minha direção.
Mas isso já ficou no passado e me obrigou a agir de maneira diferente. Primeiro pensei em me vingar de você, mas pensando bem percebi que não poderia fazer nada para te machucar. Admito que mudei meus planos, ao ver que você se acovardou, e decidi de qualquer jeito te satisfazer acalmando sua tesão e ao mesmo tempo você me dar o que mais quero na vida, além de algum presentinho que eu mesma me dei ardida pela sua fuga, quando ainda pensava em me vingar de você. Mas agora e antes de mais nada quero que você me dê o que desejo tão ardentemente, que me faça sua mulherzinha.
Não pude evitar corar diante das palavras da minha irmã, ela estava me desafiando, e estava se mostrando mais mulherão do que eu, homem. Ao me ver envergonhado ela riu - Sim, irmãozinho, eu te ouvi falando com seus amigos e que apesar de sempre me respeitar e se referir a mim com carinho, como se eu fosse algo doce e delicado, te ouvi falar de outras mulheres e como você se refere a elas como vadias e mulherzinhas gostosas. Não imagina como me dava tesão ouvir você falar assim, e desejava que me visse como uma dessas mulherzinhas gostosas para que você aliviasse em mim as ereções que minhas amigas te provocavam. - Rosy me olhou nos olhos - Eu te desejo, seu burro, não vê que me fazer sua mulher é o que mais desejo na vida? Eu, aceitando para mim mesmo o quanto estava com tesão por ela, baixei o rosto.
Ela me chamou ao seu lado e eu, obediente como um menino, caminhei até ficar parado ao lado dela. Depois vi como sua mão trêmula se aproximava da minha calça e lentamente começava a abaixá-la. De alguma forma suas palavras me fizeram sentir culpado. O fato de não ter notado suas atenções e seus desejos por tanto tempo e o fato de tê-la feito sofrer por isso eu não me perdoava. E a forma como ela já tinha me dito, tinha me convencido disso. Eu precisava recompensá-la de alguma forma e, na minha excitação e atordoamento, pensei que o melhor seria deixá-la fazer o que quisesse comigo. Naquele momento, o que ela desejava era exatamente o que eu queria com todo o meu coração.
Trêmula de desejo, minha irmã puxou meu short até que meu pau bem duro saiu feito uma mola. Por um instante, ela pareceu hesitar em tocá-lo e ergueu o olhar para o meu rosto; tinha um sorriso nos olhos, mas não na boca, dava pra ver que ela estava muito nervosa. Eu, para acalmá-la, disse que aquilo, minha ereção, ela tinha causado e, portanto, era dona dela e podia fazer o que quisesse. Ouvindo isso, ela sorriu timidamente. Segurando meu pau com uma mão, levantou o rosto novamente para mim e sorriu mais abertamente, como se estivesse satisfeita. Ela estava linda como nunca antes tinha visto e, naquele momento, ao vê-la como uma verdadeira mulher, com seu rosto lindo voltado para mim, segurando minha ereção com ternura, eu a amei mais do que nunca.
Com a outra mão, ela percorreu com a ponta dos dedos a extensão do meu pau bem de leve; senti cócegas e mil outras sensações, achei que ia gozar na hora, mas me controlei. Baixei o olhar para ela de novo e a vi rindo satisfeita pela reação que tinha provocado em mim e, abrindo a boca, pôs a linguinha para fora e com ela também percorreu meu pau. Não dá pra descrever o quanto aquilo era bom, parecia que minha irmã tinha planejado tanto isso que parecia uma experiente. Já completamente concentrada nisso, com os dedos de uma mão acariciava minhas bolas enquanto com a outra segurava meu pau para continuar lambendo. Com delicadeza, posou a pontinha da língua na minha glande e eu tremi de prazer.
Com suavidade, abriu a boca e colocou minha glande dentro para começar a mover a língua em volta dela. Aggghhh, eu estava conhecendo o paraíso, estava ficando louco. Depois, ela alternou o movimento da língua para, de vez em quando, chupar meu pau. glande, chupando com força. Assim, pouco a pouco, a cada sugada ela enfiava mais e mais do meu pau duro na sua boquinha. Eu sentia na minha ereção a saliva dela e o calor do interior da sua boca, as chupadas que ela me dava e a linguinha dela se movendo loucamente em volta do meu pau.
"Para, para, Rosy", eu disse, me segurando para não gozar. Ela percebeu a minha situação e, sorrindo, se levantou e, colocando e entrelaçando as mãos na minha nuca, começou a me beijar apaixonadamente, nossas línguas brincando uma com a outra, eu saboreando a saliva dela enquanto ela baixava as mãos para continuar puxando meu shorts para baixo. Quando eles ficaram fora do alcance das mãos dela, já que eu não deixava ela parar de me beijar, ela usou os pés para empurrar meu shorts até meus pés, onde eu mesmo os tirei movendo minhas pernas. Então, com a mão, ela continuou massageando meu pau e minhas bolas.
Tomando coragem, eu a separei de mim e a empurrei na cama. Ela sorriu ao ver que eu já estava mais do que disposto a satisfazer os seus caprichos de menina-mulher. Por alguns segundos, eu aproveitei a imagem que se apresentava para mim. Minha irmãzinha vestida como uma putinha. Com maria-chiquinhas no cabelo, a blusa amarrada na barriga e a saia tão curta que, do jeito que ela caiu na cama, eu conseguia ver sua calcinha preta de renda. "Fala, você quer falar, não é?", ela me disse sorrindo. "Eu sei, era isso mesmo. Fala, diz que eu tô parecendo uma putinha safada." "Ai, Rosy", eu respondi com o fôlego ofegante e engolindo em seco – a boca estava cheia d'água –, "de verdade, de verdade, você tá bem putinha, irmãzinha. Só olha como você deixou meu pau duro." Rosalía baixou o olhar até meu pau e riu como uma criança de novo. Ela me deixou com muito tesão, então, sem pensar duas vezes, me ajoelhei na cama, sobre ela, meus joelhos de cada lado dos quadris dela.
Lentamente, desfiz o nó da blusa e vi, finalmente, seus seios bem formados e empinados diante de mim. Me abaixei e me agarrei a eles, mordendo, beijando e lambendo um e outro alternadamente. Rosy tinha fechado os olhos e Gemía baixinho enquanto acariciava minhas coxas e nádegas.
"Pedro, meu amor, que feliz eu estou!" - ela dizia, mordendo os lábios e balançando a cabeça de um lado para o outro. Dediquei-me a morder um de seus seios enquanto, com os dedos, torcia o mamilo duro do outro. Rosy começou a gemer mais alto, com a boca aberta e o queixo apontado para o teto. A cada nova carícia, eu descobria o quanto minha irmãzinha era quente e não parava de me surpreender.
"Tira minha calcinha" - ela me disse. E eu, muito obediente, desci dela, saí da cama e me agachei para aproximar meu rosto entre suas pernas abertas. Ao sentir minha respiração em suas coxas, Rosy riu roucamente, então me dediquei a lambê-las até chegar à sua calcinha. Por cima do tecido de renda, aspirei o cheiro de seu monte excitado e não pude evitar dar uma lambida no tecido úmido. O sabor, o cheiro e, pior ainda, saber que era a bucetinha da minha irmãzinha mais querida e que ela estava me oferecendo, me deixou mais excitado. Já não tinha nenhuma inibição; tinha diante de mim uma mulher muito gostosa e estava disposto a desabafar nela todas as fantasias que tive sobre putas dispostas a tudo. E, evidentemente, minha irmãzinha era uma vagabunda disposta a tudo para satisfazer seu corpo.
Mais excitado do que nunca, com um puxão, arranquei a calcinha da minha irmã, que gritou de surpresa e excitação. O atrito do tecido deixou marcas vermelhas em seus quadris, e me dediquei a lambê-las, beijá-las e mimá-las. Rosy, febril, não parava de gemer e se contorcer. Então, abri mais suas pernas e me dediquei a admirar aquela vulva rosada, pulsante e aberta que se oferecia a mim. Não tinha muito pelo ao redor dos lábios, ao contrário de seu púbis, mas estava bem cuidado; até consegui distinguir alguns finos pelinhos dourados em sua bunda. Ela percebeu que eu estava demorando para satisfazê-la e levantou a cabeça para me olhar. "O que foi?" - ela disse. "Não se preocupe, mesmo que eu nunca tenha estado com nenhum homem, não quis me entregar a você como uma... estúpida garotinha.
Por isso há um tempo eu me masturbo, primeiro enfiava o que encontrava no banheiro, escovas, o cabo do rodo, depois levava cenouras da cozinha, mas nada muito grosso para continuar sendo sua virgemzinha apertada que você pudesse desflorar. Então não tenha medo, meu hímen já não existe e você pode me penetrar como quiser que já não vai doer. Imaginar ela febril enfiando coisas, trancada no banheiro me deixou mais excitado e decidido, enfiei um dedo para molhá-lo nos seus suquinhos. Rosy quase gritou de novo e puxou os lençóis para mordê-los enquanto se contorcia de prazer. Tirando meu dedo, espalhei seus suquinhos por toda a vulva e depois me abaixei para cheirá-la. Que perfume delicioso de mulher! Que paraíso! Nunca vou esquecer a primeira vez que aspirei o aroma da minha irmã diretamente da sua buceta. Encheu minha cabeça, me intoxicou e me fez sentir como se fosse dela, seu escravo para a vida toda.
Febril, acariciei sua vulva com minhas bochechas e depois tirei a língua para provar o suco de seus lábios maiores. Separando-os com minha língua, provei seus lábios menores e os chupei levemente, colocando-os na minha boca enquanto ouvia minha irmã gemer. Como um tarado tomando sua porra, comecei a lamber o interior de sua vulva, na entrada da vagina e tive que me ajustar de novo porque minha irmã reagiu levantando seus quadris no ar, apoiando seus pés na cama. Com minhas mãos, muito delicadamente, a peguei pelos quadris e a empurrei até que ficasse sobre a cama de novo. Voltei a fazer a mesma manobra de lamber a entrada de sua vagina e quando ela estava prestes a levantar os quadris de novo, a segurei e a mantive sobre a cama.
Com meu polegar, segurei os lábios de sua vulva para o lado e pude enfiar minha língua mais profundamente, fazendo círculos com ela na bordinha da entrada de sua vagina. Rosalía se queixava e gemia de prazer e continuava tentando levantar seus quadris, então com minha mão livre a segurei com mais força, tentando... concentrar em enfiar minha língua na sua apertada bucetinha. Mas como a Rosy não parava de se mexer, a tesão me deixou irritado. "Fica quieta, putinha, e deixa eu te comer" — gritei com o rosto vermelho de desejo.
Para fazê-la se acalmar, e como meu polegar já estava encharcado dos seus fluidos, forcei ele no seu cu e a Rosy gritou de prazer, quase uivou, eu diria, e com isso começou a se mover para frente e para trás, bem devagar, como se estivesse enfiando meu dedo, assim pude continuar lambendo sua xoxota mais calmamente, pois esse novo movimento facilitou as coisas. Com esforço, consegui enfiar metade da minha língua na sua buceta e notei que ela teve um orgasmo pelas contrações e porque seus fluidos aumentaram em quantidade. Como um louco, tentei lamber e beber o máximo que pude, e o linguetão a deixou maluca também, depois me dediquei a satisfazer seu clitóris durinho e chupei e lambi até saber que havia arrancado outro orgasmo dela.
Satisfeito por tê-la feito gozar, levantei o rosto e pude ver o dela, corado, sua expressão boba de prazer, seus lábios túrgidos e eretos, bem vermelhos, ela respirava pela boca e parecia murmurar algo. Me movi sobre ela para me aproximar dos seus lábios e beijá-la, depois ouvir o que ela dizia. Ao aproximar meu ouvido dos seus lábios, minha temperatura subiu o dobro, pois, bem baixinho, quase imperceptivelmente, a Rosalía repetia apenas uma frase — "Me come, irmãozinho, me come, irmãozinho, me come, irmãozinho..." Mais febril ainda, me levantei e, procurando o que fazer a seguir, vi que ela ainda estava com sua saia escolar curta, então a arranquei como havia feito com a calcinha, depois arranquei a blusa que só havia aberto para ter acesso aos seus seios e joguei os pedaços de tecido num canto do quarto.
Me deleitei por um minuto inteiro vendo-a nua na minha cama, minha irmãzinha favorita, ofegante, com suas maria-chiquinhas, seus sapatos pretos escolares e suas meias rendadas. Era uma fantasia de carne, era um sonho realizado, era uma mulher gostosa e era minha. minha irmãzinha mais querida. O que mais eu poderia pedir à vida? Brandindo meu pau duro, me deitei sobre ela e mordi seus mamilos mais uma vez.
— Agora sim, amorzinho, minha putinha, você vai ser minha, vai ser minha mulher — ao dizer isso, Rosy abriu os olhos e ergueu o rosto para me ver com lágrimas nos olhos, sorrindo e mordendo os lábios. Apontei meu pau para sua bucetinha e, para fazê-la sofrer de prazer, passei minha glande por toda sua vulva sem enfiá-la. Acariciando em círculos seu clitóris com ela e empurrando de vez em quando, bem de leve, na entrada de sua vagina.
— Já, seu safado — protestou ela com voz rouca. — Me fode, maldito, ou vou explodir de tão quente que estou.
Agora era eu quem ria da sua tesão e desespero. Mas meu tesão era tão grande quanto o dela, então, me acomodando, dei um beijo profundo nela para depois posicionar meu pau na entrada de sua vagina e lentamente forcei para dentro, com delicadeza, bem devagar, por estar tão apertada apesar da lubrificação natural. Quando senti que estava perto do fundo de sua vagina, enfiei tudo de uma vez e os dois gememos com força, ela quase gritando. Minha cabeça explodiu de prazer, era como se eu ouvisse as partes mais emocionantes do hino à alegria de Beethoven, ecoando dentro do meu cérebro. Como se o universo tivesse se reduzido aos nossos sexos, o da Rosy e o meu, e pulsassem por um segundo no ritmo das estrelas mais brilhantes. Que felicidade, que tesão! Que putinha é minha irmãzinha!
Fiquei me movendo dentro de sua vagina por vários minutos, rápido como cachorrinho, meu pene batendo cada vez contra seu colo do útero e ela me abraçando apertado com as pernas, seus sapatos roçando minhas nádegas e coxas, deixando-as vermelhas, o que me deixou ainda mais excitado e reforçou minhas investidas selvagens contra sua apertada e delicada bucetinha, sua buceta viçosa.
Quando senti que minha gozada estava chegando, comecei a diminuir o ritmo para evitar, e Rosy ergueu o rosto com dificuldade.
— Não para — ela disse: "Você acha que sou uma garotinha? Faz tempo que tomo pílulas esperando por esse momento. Vem no meu buraquinho, me enche de porra, irmãozinho, me fode como uma boa puta... arghh". Eu voltei a aumentar o ritmo das minhas estocadas, impulsionado por suas palavras quentes, enquanto ela, minha irmã, não parava de falar e me incentivar. "Arghhh, me fode, irmãozinho, me fode, siiiim arghhhh, não para, me enche, mete tudo, solta essa porra, seu safado, assim..."
De repente, não aguentei mais, minha visão ficou turva e minha cabeça se encheu com o som dos gritos e gemidos da minha irmã, que pedia por mais e mais porra, enlouquecida no meio do seu próprio orgasmo. Ao descer do meu tesão e sentir nossos corpos ardentes entrelaçados, comecei a aceitar que eu também estava apaixonado por ela e que aquela noite me tinha viciado para a vida toda, que eu seria e faria o que ela quisesse, quando ela quisesse.
Mais tarde, ela também me ofereceu a virgindade do seu bumbum, tirando da mochila um potinho de vaselina, passou no meu pau e depois me deu o potinho, me guiando, disse para eu untar um pouco ao redor do ânus e depois, com um dedo, colocar mais um pouco no reto. E assim, naquela noite, também provei sua parte mais proibida em uma relação já proibida por si só.
Fodemos em todas as posições possíveis e, às vezes, brincávamos como crianças na cama. Estávamos assim, eu de costas para a cama e ela sobre mim, de bruços, quando ouvi um barulho e, de repente, entraram meus amigos Carlos e Jaime, meus colegas de apartamento. Eles traziam garrafas de tequila na mão e, ao nos verem nus e em tal posição, irmão e irmã, ficaram atônitos, mudos de surpresa, e eu percebi que também de excitação, pois a bunda aberta da minha irmãzinha apontava para eles e eu pude ver claramente o volume das ereções deles. Rosalía também percebeu e riu, me contagiando com sua risada. "Entrem e sentem-se", ela disse sorrindo, indicando duas cadeiras que estavam contra a parede do quarto.
Depois, me beijando uma e outra vez, ela explicou... que naquele meio-dia, quando estava brava comigo, ela entrou no meu email porque já sabia minha senha há tempos e sempre checava minhas mensagens, sabendo tudo da minha vida privada. Aproveitando isso, em meu nome, marcou com Carlos e Jaime para aquela hora no apartamento. O plano dela era que eles a comessem e eu os pegasse no flagra, mas depois ela mudou de ideia e esqueceu o plano. Então agora ela só os deixaria curtir o espetáculo, porque isso a deixava com muito tesão e... - talvez depois... - acrescentou com um sorriso malicioso. - Mas antes me come de novo para que eles vejam como dois irmãos podem ser fogosos - Fizemos mais algumas vezes, ela estava super excitada por saber que estava sendo observada, mas eu, na verdade, ficava inibido com a presença dos meus amigos. Olhando de relance de vez em quando, pude vê-los continuando a beber enquanto se masturbavam. Pareciam lobos esperando o momento de devorar minha adolescente putinha, mas ela era minha, minha putinha pessoal.
Na terceira vez que fizemos isso na frente deles, acabamos adormecendo e não lembro de mais nada. Eu estava exausto e caí nos braços de Rosy, minha mulher a partir daquele momento. Acordei mais tarde ao ouvir gritos e gemidos, todo confuso procurei ao meu lado e minha irmã já não estava. Sentei na cama e vi no chão do quarto algo que não esperava ver. Senti um vazio no estômago ao ver minha irmãzinha entre meus dois amigos em posição de puta, enquanto faziam uma dupla penetração nela. Carlos estava embaixo dela, enfiando na buceta, enquanto Jaime a montava por trás, metendo no cu.
Ambos se moviam desenfreadamente, sem compaixão, perfurando os buraquinhos recém-inaugurados da minha irmã, e a imagem fez meu pau ficar instantaneamente duro como pedra. Mas, como um bom macho, fiquei bravo e, disposto a defender minha mulher, minha propriedade, pulei da cama para separá-los. Mas ao fazer isso, pude ouvir os gemidos de Rosy, inconfundivelmente de prazer, e pude ver seu rosto banhado em suor e lágrimas. sorrindo extasiada. Pela expressão dela, percebi que não estavam estuprando-a, que na verdade ela os tinha encorajado e agora estavam dando o que ela pedia.
Sem poder fazer mais nada, sentei na beirada da cama para acariciar minha ereção enquanto via meus amigos se divertindo com o corpo macio e adolescente da minha irmãzinha. Todo o corpo dela se agitando como um pedaço de madeira num mar revolto, levada pelo destino e pela sua tesão. Mais do que minha irmã, meus amigos pareciam estar comendo um pedaço de carne, uma puta barata da rua na qual eles cobrariam cada centavo que tinham pago, como se tivessem direito a isso, a ela, ao seu corpo macio. Fiquei observando eles até que comecei a bater uma com força e, quando vi que meus amigos entraram num acordo e trocaram de posição, um ficando embaixo com a vagina dela e o outro atrás para perfurar a bunda.
Assim que os vi retomando o ritmo de bombada, me aproximei e enfiei meu pau na boca aberta e ofegante da Rosy, minha querida puta. Ela respondeu com paixão, chupando e mordendo meu pau mais intensamente do que antes, fazendo eu gozar na boca dela rapidinho. Quando ela terminou de me chupar, ainda com minha porra escorrendo pelo queixo, ela perguntou: "Não é que eu sou uma puta das piores, que pode ter qualquer homem à disposição?" — eu só sorri e respondi que sim, deixando-a sozinha com meus amigos.
Já mais calmo fisicamente, mas ainda com tesão na cabeça, me vesti e fiquei vendo TV na sala. Não conseguia me concentrar porque até de lá ouvia os gritos e gemidos da minha irmã e os berros do Carlos e do Jaime que, encorajados pela minha ausência, se dedicavam a provocá-la com palavras, chamando-a de todos os nomes depreciativos que conseguiam imaginar, de puta a vadia, e exigindo as posições mais inacreditáveis, que ela satisfizesse diferentes partes dos corpos deles com a língua. Depois de uma hora ouvindo aquilo, não aguentei mais e saí para a escola. Mas mesmo Entrei na aula e não consegui me concentrar, só pensava na Rosy, minha irmã, e no que meus amigos estavam fazendo com ela no apartamento.
Depois de duas horas vagando pela universidade sem fazer nada, decidi voltar pro apê, imaginando que a essa altura já teriam terminado. Ao entrar, me surpreendi com o silêncio do lugar, quando horas antes parecia um puteiro ou um local de orgias. Na mesinha da entrada, encontrei um bilhete preso por uma lata gelada de cerveja que ainda suava de fria. Peguei a cerveja, abri e sentei no sofá pra ler o bilhete enquanto tomava um gole da cerveja que, por alguma razão, naquele momento me pareceu deliciosa.
O bilhete era uma mensagem dos meus amigos: "Valeu, mano, foi foda o presente que você nos deu. Sempre que precisar de algo, sabe que a gente tá à disposição. Carlos e Jaime." Sorri sozinho, pensando que cada um deles tinha mais de uma irmã gostosa e que eu ia arranjar um jeito de eles me retribuírem da mesma forma.
Depois, animado por ter tomado a cerveja toda, me levantei pra ir pro meu quarto. Lá, a visão que tive assim que cruzei a porta fez meu pau endurecer de novo. Minha irmã estava completamente pelada, o cabelo desgrenhado cobrindo o rosto, largada, com as pernas bem abertas e a buceta ainda escorrendo porra. Me aproximei e me ajoelhei ao lado dela, ela parecia dormir e também tinha sêmen espalhado pelos seios lindos. Comecei a bater uma perto do rosto dela e, aparentemente pelo movimento, ela acordou.
"Irmãozinho!" - ela disse, ainda meio dormindo - "Que bom acordar satisfeita e do seu lado." - Ela baixou o olhar pro meu pau e me viu me masturbando, então sorriu - "E que bom que você me quer assim. Quero que você goze na minha cara, acho que mereço, porque deixei seus amigos fazerem o que quisessem comigo em troca de eles te darem o quarto individual, pra gente ter mais privacidade, você e eu..." - "Você é uma puta das piores." eu disse sorrindo e gozei, derramando minha porra... Esperma em seus lábios, nariz e olhos. E eu me deitei para dormir ao lado dela enquanto ela se lambia.
Tempo depois, às minhas costas, ela continuou se deitando com eles em troca de dinheiro, mas eu percebi, pois além de usar o dinheiro para seus pequenos luxos, ela também me comprava presentes caros como aparelhos de som e roupas boas. Eles estavam tão viciados na minha irmãzinha que não se importavam de pagar o que ela pedisse. Pra mim não importava que ela fizesse isso, pois eu sabia o que a excitava: essa sensação de ser uma putinha. E se ela era feliz, eu também era, contanto que eu tivesse à disposição aquele corpo tão gostoso dela, eu seria feliz.
Rosalía é minha irmã e já é toda uma mulherzinha, com um corpo muito bem formado de 1,65m. Me dava raiva que os garotos de quem ela gostava não davam bola pra ela e ela sempre ficava sem par, o contrário de quase todas as amigas. Ela me dizia que achava que o problema era que ela era muito fresca, muito sem graça. Pra mim nunca foi assim, ela é uma menina tão doce que é a queridinha da casa.
Eu tenho 21 anos, me chamo Pedro e já estou na universidade numa cidade vizinha, onde tenho que alugar um apartamento junto com alguns amigos, mas como só tenho aula quatro dias por semana, tento passar tempo com minha família. Tenho outra irmã mais velha de 25 anos e uma irmãzinha de 12, e claro, a Rosalía, minha queridinha.
Tenho sucesso com as mulheres, não nego, tenho 1,79m, sou magro, moreno claro e nada feio, mas nunca encontrei a namorada perfeita, nunca me senti satisfeito e não sei por quê. Ou elas não sabem beijar ou são como pedras na hora do amasso. Por isso tento não pensar muito nisso, pois sempre acreditei que um dia vou encontrar a mulher perfeita pra casar.
Mas tudo isso mudou um dia, meses atrás, depois do aniversário da minha irmã. Levei de presente um enorme buquê de rosas, pois não sabia o que comprar pra ela. Quando entreguei, seus olhos se iluminaram e seu sorriso era tão grande que achei que ela nunca ia parar de sorrir. Acabou que o presente foi pra mim, ao vê-la tão feliz com umas simples flores.
Nunca teria imaginado, ela me disse. É o melhor presente que já ganhei. Finalmente sou mulher e pela primeira vez um homem me dá flores. Ela se pôs a... dar voltas como se estivesse dançando, abraçando seu buquê de rosas enquanto eu ria das bobagens da minha garotinha. Quando parou, me olhou de novo, me abraçou e me apertou contra seu corpo para me dar um beijo forte na bochecha.
O abraço durou tanto que comecei a ficar desconfortável, conseguia sentir o peito dela contra o meu e claramente sentia seu formato e firmeza, senti o calorzinho de sua barriga e por um segundo esqueci onde estava e a abracei tão forte quanto ela me abraçava.
Quando finalmente me soltou e vi seu rostinho alegre, automaticamente esqueci o que tinha acabado de acontecer, foi algo passageiro e físico, normal, pensei, já que não estava pensando nela em particular. Depois ela se aproximou de novo e me deu um beijinho nos lábios, "Meu irmãozinho querido!" disse e saiu correndo para mostrar as flores às amigas. Eu me retirei, pois não queria incomodá-la na festa com as amigas, e fui beber com meus amigos.
Naquela noite, quando cheguei em casa já era muito tarde, então lentamente e sem fazer barulho fui para meu quarto no segundo andar, onde cada um dos meus irmãos e eu tínhamos nossos quartos, enquanto meus pais têm o quarto deles no primeiro andar para ter mais privacidade. No segundo andar ficam a sala de estudos, a sala de TV e o quarto de costura da mamãe, então os quartos ficam separados uns dos outros e podemos fazer o que quisermos, até ouvir música no último volume.
Apesar disso, estava tão bêbado que achei melhor não chamar atenção e, sem acender luz nenhuma, cheguei ao meu quarto. Assim que entrei, acendi a luz do meu quarto e tranquei a porta, pois não pensava em levantar até as dez da manhã. Ao me virar, me surpreendi ao ver Rosalía com seu rostinho sonolento sentada na minha cama, me olhando expectante. Ela vestia a camiseta que usa para dormir e imagino que, por baixo, usava o shorts de lycra com estampa de coelhinhos que ela tanto gosta. Ao vê-la assim, com os olhos semicerrados, me deu... que fofura, e esqueci de brigar com ela por estar no meu quarto, acordada nessa hora da madrugada.
— Irmãozinho! — ela disse emocionada, mas com a voz quase sumindo.
— Ai, baixinha — falei, tentando disfarçar que estava bebendo. — O que você faz aqui sozinha? Vai dormir, pequena, amanhã você tem que abrir todos os seus presentes.
— Que bobo você é, Pedro, não percebeu que meu melhor presente eu já tinha visto? Foram suas flores, bobo.
Sorrindo, sentei na cama ao lado dela e dei um beijo em sua bochecha quentinha, de quem tinha acabado de acordar.
— Rosalía, não faz isso ficar maior do que é. É que eu não sabia o que você queria de presente, e foi a única coisa que pensei. Fico sem graça com você, sabe que te adoro e você é minha pequena, minha irmãzinha favorita. Me perdoa?
Rosalía se ajeitou na cama, ajoelhando-se para chegar perto de mim e, enquanto me olhava nos olhos, disse:
— Que bobo você é, Pedro. Nunca vou esquecer as primeiras flores que um homem me deu. Que bom que foi você, meu melhor irmão, meu herói. Como acha que posso ficar brava com você por isso?
— Mas então, o que você faz aqui a essa hora?
Rosalía baixou o rosto e ajustou a barra da camiseta sobre os joelhos.
— É que eu fiquei brava com você mesmo. Por que você foi com seus amigos? Eu queria que você ficasse comigo e minhas amigas, queria te exibir pra elas. Não sabe como imaginei você dançando comigo pra deixá-las com inveja.
— Mas, pequena, fico sem graça com suas amigas. Vocês são jovens e eu já sou adulto, como acha que eu ia ficar com vocês?
Rosalía franziu a testa e me olhou furiosa. Parecia que fogo ia sair dos olhos dela.
— Eu não sou menina. Já fiz 18 anos, não sabe que já sou mulher? Não sabe que já posso ter homens à minha disposição?...
Depois de dizer isso, Rosalía pareceu ter se traído. Percebeu o que tinha dito e baixou o olhar de novo, ficando quieta.
Eu não soube o que responder, mas... não gosto de vê-la sofrer, vi que ela estava prestes a soltar o choro e até a bebedeira passou de susto.
Rosy, pequena, me perdoa, já sei que você é uma mulher, sim eu percebi, sim você está linda. Nossa, os homens vão ficar loucos por você. Acredite, você já é uma mulherzinha de verdade. Foi só o que me veio à cabeça para animá-la, mas isso teve um efeito imediato e inesperado nela.
Ela ergueu o rosto animada e ficou me olhando nos olhos com um olhar cheio de esperança. De verdade, Pedro? De verdade você acha que eu sou uma mulher? Eu respondi que sim, sorrindo, e ela se jogou no meu pescoço com um abraço que me sufocou. De verdade eu vou deixar qualquer homem louco? Você acha que eu consigo? Ela me disse no ouvido sem parar de me apertar.
Respondi que sim e pedi para ela me soltar, rindo. Depois pedi que fosse para o quarto dela porque eu estava muito cansado e com muito sono. Na real, meus olhos já estavam fechando sozinhos e eu sabia que, ao encostar a cabeça no travesseiro, ia apagar. Mas a Rosalía pegou minhas mãos e me pediu, quase implorando, se podia ficar dormindo ali comigo porque estava com medo. Fiquei estranhado e não sei se foi pelo sono ou o quê, mas não soube o que responder e só balançei a cabeça.
Rosalía, feliz da vida e sorrindo, se cobriu com meus lençóis e colocou a cabeça no meu travesseiro, fechando os olhos disposta a dormir. Eu, nesse momento, com todas as coisas que minha irmãzinha estava fazendo, perdi o sono, mesmo estando tão cansado. Deitei ao lado dela sem me despir e sem me cobrir, esperando pegar no sono.
Os minutos passavam e eu tinha cada vez menos e menos sono. Não conseguia parar de pensar no que estaria passando pela cabeça da minha irmãzinha. Por que ela estava agindo tão estranho? Por que ela dependia tanto de mim? Será que ela estava mesmo virando mulher e os hormônios estavam afetando o comportamento dela? Mergulhado nos meus pensamentos, virei de lado, esquecendo que ela estava ali, dormindo ao meu lado. Ao fazer isso... O cabelo dela ficou perto do meu rosto. Sorri pra mim mesmo, passei meu braço sobre o corpo dela e fechei os olhos tentando dormir de novo. O cheiro do perfume do shampoo dela chegou até mim. Era um shampoo herbal que ela usava, achei graça porque era o tipo de cheiro que eu esperaria de uma moça mais velha, da minha idade. Eu gostava daquele cheiro, não era só o perfume, mas algo mais, talvez porque dizem que cada perfume reage diferente de acordo com a química da pessoa. E minha irmãzinha sempre cheirava fresca e doce, seu cheiro natural misturado criava aquele perfume tão atraente. Não conseguia parar de aspirar, algo nele me incitava a continuar fazendo isso.
Aproximando meu nariz do cabelo dela, aspirei com vontade seu cheiro, era delicioso, era embriagante, como se aliviasse minha cabeça. Pensei por isso que já estava caindo no sono e, como minha irmãzinha já estava dormindo, tirei a calça e a camisa, ficando só de cueca, e me enfiei entre os lençóis. E de novo me encaixei nas costas dela pra que ela não sentisse frio, pois a vi toda encolhida. A abracei de novo e fechei os olhos aspirando o cheiro do cabelo dela. Estava caindo no sono com o perfume relaxante, com o calorzinho do corpo dela, as costas dela estavam bem quentinhas. Me aproximei mais dela e ela, dormindo, também se aproximou mais de mim, movendo o corpo pra trás.
Me sentia relaxado, satisfeito, sentindo o calorzinho do corpo dela, e acabei dormindo.
Acordei não sei a que horas, havia uma luz estranha, como quando o sol vai nascer mas ainda não nasceu. Ao notar de novo o cheiro do cabelo da Rosália, me relaxei, podia sentir seu calorzinho, minha ereção contra a bunda turbante dela e minha mão desceu a camiseta, segurando um de seus peitos quentes. Em questão de segundos, ao passar a situação a limpo, percebi o que estava fazendo. Me assustei e, o mais devagar que pude, tirei minha mão e me afastei dela até o outro lado da cama. Não conseguia acreditar, dormindo, nos meus sonhos estava apalpando minha querida irmãzinha e o pior é que, apesar de minha ereção já estava bem acordada, não dava sinal de que ia baixar, continuava tão dura e grande como nunca antes tinha estado. Era inconcebível para mim. Com cuidado, verifiquei que Rosália ainda estava dormindo, ao vê-la com os olhinhos fechados me acalmei um pouco e acabei dormindo de cansado algumas horas depois.
Acordei ao meio-dia, me sentindo todo desorientado, ao procurar do meu lado na cama, claro que não encontrei Rosália, pois era segunda-feira e ela tinha ido para a escola. Levantei, tranquei a porta com chave e voltei para a cama. Por alguma razão, me sentia excitado e ao mesmo tempo preocupado com o que tinha acontecido horas antes. Comecei a pensar no que estava acontecendo comigo e por que minha irmã estava se comportando tão estranho. Imaginei que um pouco pelo que minha irmã fez e um pouco por estar dormindo foi que aconteceu o que aconteceu, e que não tinha muito a ver com ela o fato de eu ter ficado excitado, pensei que provavelmente foi por causa do perfume dela.
Pensei que talvez o que faltava para a Rosy era um namorado. Tentei imaginá-la com algum colega da escola dela, saindo para o cinema e coisas assim. Sem perceber, estava esfregando meu pênis por cima da cueca. Estava me imaginando, sem querer, que o colega da Rosy, imaginário, claro, pois não conhecia nenhum deles, comecei a imaginar que ele tirava a blusinha da minha irmãzinha. Talvez seja isso que falta para ela, pensei, então não me pareceu estranho, nem errado imaginar isso.
Me imaginei então baixando a saiazinha dela até os pés, beijando seu corpo no caminho. Depois subindo, beijando sua barriguinha, seu peito ainda com o sutiã e depois enfiando a língua na sua boquinha doce. Nesse momento, já tinha tirado o pau para fora e estava me masturbando com força.
Me imaginei a Rosy deitando-se de maneira lasciva na cama, usando apenas sua roupa íntima e seus sapatos escolares. Seu colega então se aproxima dela, enquanto Rosy vai tirando o sutiã, libertando seus lindos peitinhos, seus mamilos bem durinhos. O cara então se aproxima mais dela e começa a descer sua calcinha pelas pernas da Rosy.
É, isso aí, pensei, ela precisa que alguém coma ela e com força, já o ritmo da minha punheta era frenético, eu me torcia na cama de prazer. Aí imaginei o cara se colocando entre as pernas dela pronto pra enfiar o pau na minha irmãzinha e quando ele deitou em cima dela, eu gozei, cego pelos espasmos, a porra jorrava do meu pau caindo no meu peito em jatos abundantes. Eu estava tão excitado que os espasmos duraram um bom tempo, enquanto eu ficava ali na minha cama com os olhos apertados, imaginando o corpo pelado da Rosy.
Quando voltei a mim, me limpei, tomei um banho e como já era uma da tarde comi alguma coisa. Mesmo não precisando ir pra outra cidade até a terça seguinte, peguei minha mala e fui embora depois de almoçar sem dar muitas explicações em casa. A verdade é que me sentia sujo e não achava que teria coragem de encarar a Rosy quando ela voltasse da escola. No ônibus tive tempo de refletir e, talvez me justificando, cheguei à conclusão de que o que minha irmã realmente precisava era de um namorado pra acalmar os ânimos dela. De cabeça fria, doía pensar que ela poderia estar nos braços de um homem, mas era o normal e, me parecia o melhor. Então decidi arranjar um namorado adequado pra ela.
Já no apartamento, num ambiente diferente, esqueci tudo e me dediquei a preparar trabalhos escolares atrasados, sabendo que ficaria sozinho pois meus colegas só chegariam no meio do dia seguinte como de costume. Por volta das oito da noite bateram na porta e, de shorts e camiseta como estava, levantei do computador pra atender. Ao abrir, fiquei gelado de susto, ali na minha frente estava minha irmã Rosalía com uma mochila. Ela me olhou de cima a baixo com um sorriso malicioso. "Então é assim que você fica quando não está em casa?" ela disse e entrou sem nem pedir permissão, praticamente me empurrando pra lado pra poder passar.
Não soube o que dizer, a vergonha pelo que tinha acontecido na Na noite anterior ela voltou e eu só conseguia olhar pra ela de olhos arregalados. Parecia que tinha se arrumado pra ir pra praia. Tava usando um short curtíssimo feito de uma calça jeans desfiada que mal cobria a bunda e uma blusinha de alcinha que deixava os ombros à mostra.
Rosália percebeu que eu tava encarando e, baixando o rosto pra se olhar, levantou a cabeça sorrindo. É que eu falei pra mamãe que ia passar uns dias na praia com umas amigas e os pais delas, agora que as provas tinham acabado. Ela acreditou e bom... tô aqui. Eu só ficava olhando pra ela com cara de interrogação. Ela sorriu ainda mais, me disse que esperava me encontrar em casa naquela tarde porque queria conversar comigo, me chamou de bobo estúpido por ter ido embora sem necessidade. Não se preocupa, ela disse, sei que Jaime e Carlos só chegam amanhã, então posso dormir na sua cama. Notei um brilho estranho nos olhos dela e algo malicioso no sorriso quando falou isso. Qual é a sua cama pra eu deixar minha mochila? ela disse, entrando num dos quartos compartilhados. Em cada um tinha duas camas e eu tinha que dividir o quarto com Carlos, enquanto o Jaime, como a gente tirou na sorte, ficou com um quarto só pra ele.
Apontei minha cama pra Rosália e ela colocou a mochila em cima. Depois ela se agachou pra abrir e tirar alguma coisa. Quando fez isso, a parte de baixo do shortinho entrou entre as nádegas dela e pela primeira vez pude ver sua bunda bem formada, apertada e macia ao mesmo tempo. Tá olhando o quê, irmãozinho? ela disse sem se levantar. Eu não consegui evitar de corar. Não sabe que é ruim ficar olhando o bumbum das irmãzinhas? Pode ficar excitado e aí, o que você faz? Não conseguia acreditar como a Rosy tava falando comigo, e o pior é que eu tava ficando excitado mesmo, naquela noite ia ter que me masturbar pra conseguir dormir. Agora quer sair, Pedro? Preciso me trocar. Eu, que nem um trouxa, não consegui responder nada, saí quieto e Rosália fechou a porta atrás de mim. Algo mais poderoso que eu tava lutando dentro de mim e me vencendo. que eu me agachasse e espiasse pelo buraco da fechadura. Eu tinha que ver o corpo dela completamente nu, nem que fosse só uma vez, já tinha visto praticamente a bunda dela e sentido um dos peitos, tinha que saciar minha curiosidade e saber como era o corpo dela pelado.
De costas para mim, Rosalía tirou os tênis e as meias e depois, lentamente, agachando-se aos poucos, abaixou o shorts. Para minha surpresa, ela não estava usando calcinha, então, sem fôlego, pude ver suas bundinhas redondas por completo, não podia acreditar, minha irmãzinha era realmente uma mulher feita e direita e estava me dando uma ereção tremenda.
Depois, ela tirou a blusinha pela cabeça, estava usando um sutiã pequeno e, ao colocar as mãos nas costas para abrir o fecho, ela se virou e quase caí de joelhos ao ver a mata de pelos negros e encaracolados que cobriam sua boceta. Era a coisa mais linda que eu já tinha visto na vida, uma verdadeira mata fechada na qual qualquer um se perderia e seria a perdição de qualquer homem. Realmente, ela poderia enlouquecer qualquer homem e tê-lo à sua disposição. Depois, levantei a vista bem no momento em que ela tirava o sutiã e soltava suas tetinhas, que visão! suas peitinhas tinham um tamanho médio, tão túrgidas e empinadas que davam vontade de comê-las à mordidas, seus mamilos estavam duros, escuros e dava para ver que estavam bem durinhos, do jeito que eu gosto.
Me sentei no chão sem fôlego. Imaginando o inferno que seria aquela noite, tendo uma gostosa tão apetitosa à mão e não poder fazer nada a respeito. Eu ia ter que me masturbar por horas até conseguir dormir. Me levantei de novo para espiar pela fechadura e a vi dançando nua, rebolando o corpo provocativamente, suas pernas torneadas e fortes, sua barriguinha e umbiguinho bem formados, seu bumbum apertado, seus pés perfeitos e sua tremenda mata de pelos pubianos. Tive que fechar os olhos por alguns segundos para clarear a vista e, ao abri-los de novo, ela já não estava lá. Me movendo tentei localizá-la, mas de repente vi seu rosto perto da porta, mostrando a língua para mim e soltando uma risadinha maliciosa que me fez estremecer, mas de prazer proibido.
"O que você estava fazendo, seu safado?" ela disse ainda rindo. "Estava se excitando me olhando, né? Pois saiba que eu já sabia e a dançadinha foi em sua homenagem." Rosália riu, sua risada aberta, franca e excitante, como de uma mulher com voz de menina, estava me deixando louco. "Espera aí", ela disse mais calmamente, "Já sei que você quer entrar para fazer alguma coisa, mas ainda não terminei de me vestir." Recostei-me na parede tentando recuperar a compostura e o fôlego, enquanto esperava minha irmãzinha sair.
Quando finalmente saiu, fiquei de boca aberta. Minha irmã estava usando seu uniforme, só que ajustado para parecer mais gostosa. A saia plissada mais curta, a blusa branca desabotoada e amarrada na altura do umbigo, deixando sua barriga lisa à mostra e sem sutiã, pois notava seus mamilos duros através do tecido branco e fino. Seu cabelo negro estava arrumado com duas maria-chiquinhas, ela usava seus sapatos escolares com meias de renda e estava maquiada como uma putinha. Meu pau estava praticamente lutando para sair do meu shorts e ela percebeu, baixando o olhar viu meu volume e sorrindo satisfeita e nervosa me disse que tinha se vestido assim para mim, que tinha reparado como ele ficava duro quando eu via suas amiguinhas de uniforme e ela sabia o porquê.
Depois, deixando a porta aberta, ela se agachou novamente sobre a cama para pegar algo da mochila. Pude ver como sua saia era curta o suficiente para deixar à mostra suas bundinhas cobertas por uma calcinha de renda preta quase inexistente. Ela virou o rosto para mim sem se levantar.
"Não sabe que é errado olhar a bunda da sua irmãzinha?" ela disse, e eu fiquei envergonhado pela minha excitação e tentei me desculpar, mas antes que eu pudesse dizer uma palavra ela me interrompeu. "Não, bobinho. Ai, irmãozinho, não sabe que é... Que mal você ver sua irmãzinha assim, me devorando com os olhos, engolindo minha bunda com o olhar, me deixando excitada também e não fazer nada a respeito? Eu só abri a boca surpresa e ela se atirou sobre mim me beijando e forçando sua língua contra a minha.
Eu sentia todo meu corpo eletrizar, mas estava paralisado de medo e desejo. Meu pau estava mais duro que nunca, meu corpo pedia para corresponder mais mas minha mente estava toda confusa. A sensação do meu corpo contra meus raciocínios me confundia ainda mais. Rosalía foi se afastando aos poucos, diminuindo a intensidade dos beijos. Pareceu perceber minha atitude e minhas dúvidas. Respirando com dificuldade sentou na beirada da cama, me observando com olhar preocupado.
O que foi? - disse ela, sem evitar fazer um beiço com sua boquinha vermelha. O batom borrado além do limite dos lábios pelo beijão que acabara de me dar, isso a fez parecer ainda mais gostosa para mim.
O que foi, Pedro? - repetiu ao ver que eu não respondia, assustado e extasiado ao mesmo tempo de vê-la naquele estado de tesão e oferecendo acalmar o meu. Olha Pedro, eu achei que já estava tudo entendido. Ou você acha que sou uma oferecida só porque sim? Uma grossa lágrima começou a descer por sua bochecha. Pois o que aconteceu ontem à noite? Eu fiquei esperando você continuar e não sei se você dormiu ou o quê. Por que você acha que fiquei dormindo com você? O que Rosy me dizia ia me confundindo mais, então tomei coragem para perguntar a que ela se referia.
Ontem à noite - disse ela quase irritada - quando você começou a me acariciar, era o que eu queria. Olha, esperei virar uma mulher de verdade para você me considerar, e poder te entregar tudo que sou, sempre desejei isso, não sei por quê, mas desde que fiz doze anos e comecei a menstruar, meu corpo começou a mudar e minha mente também. Enquanto falava, Rosy esfregava os joelhos nervosamente e olhava alternadamente para o chão e para os lados. Foi quando comecei a perceber como te via realmente, parei de apenas te admirar e comecei a te ver como o homem gostoso que você é, alguém que eu via todo dia, que tinha por perto pra sempre me ajudar, me apoiar e me proteger, pra me abraçar quando eu chorava. O que ela estava me confessando estava me emocionando, na verdade eu não tinha percebido o quanto ela me levava em consideração e o que eu significava na vida dela.
Não vou te dizer tudo, acho que você já sabe – continuou me dizendo – porque sempre achei que você percebia quanta atenção eu te dava, como você é especial pra mim, mais que minhas irmãs ou nossos pais. E agora que fiz 18 anos, achei que você esperava por isso tanto quanto eu, o momento em que já podia me considerar mulher, e ontem à noite, quando me deitei com você, achei que você tinha entendido o que eu queria e esperei que você fizesse o que tinha que fazer... Ou seja, você sabe, Pedro, me fazer mulher de uma vez por todas... Nunca teria imaginado, e ao contrário do que ela pensava, eu não tinha percebido nada até os últimos dias. Mas se era verdade, então tudo começava a se encaixar na minha cabeça. As atenções exageradas dela comigo, o fato de ela não ter namorado sendo tão gostosa, inclusive o fato da minha calcinha sumir do cesto de roupa suja e aparecer depois limpa na minha gaveta, quando sou eu quem lava minha própria roupa íntima.
Chiquita – falei com voz trêmula, ainda indeciso – Eu não sabia, me perdoa, mas eu... – ela levantou a mão me interrompendo. E ontem à noite, Pedro, quando você dormiu e me deixou toda excitada, achei que tinha adormecido porque chegou bebendo, e te perdoei por isso. Aí, com sua mão parada no meu peito e sentindo sua ereção contra minha bunda, tive que me masturbar imaginando o que você teria feito se não tivesse dormido.
A imagem da minha irmãzinha se masturbando do meu lado, na minha cama e com minha mão no peito nu dela, foi demais pra mim, percebi que minha irmãzinha realmente tinha se tornado uma mulherzinha ardente. Sentia meu pau latir nas minhas calças - Mas quando cheguei em casa da escola e me disseram que você tinha ido embora, fiquei furiosa porque percebi que você não ia cumprir - continuou me dizendo já mais calma, levantando o rosto na minha direção.
Mas isso já ficou no passado e me obrigou a agir de maneira diferente. Primeiro pensei em me vingar de você, mas pensando bem percebi que não poderia fazer nada para te machucar. Admito que mudei meus planos, ao ver que você se acovardou, e decidi de qualquer jeito te satisfazer acalmando sua tesão e ao mesmo tempo você me dar o que mais quero na vida, além de algum presentinho que eu mesma me dei ardida pela sua fuga, quando ainda pensava em me vingar de você. Mas agora e antes de mais nada quero que você me dê o que desejo tão ardentemente, que me faça sua mulherzinha.
Não pude evitar corar diante das palavras da minha irmã, ela estava me desafiando, e estava se mostrando mais mulherão do que eu, homem. Ao me ver envergonhado ela riu - Sim, irmãozinho, eu te ouvi falando com seus amigos e que apesar de sempre me respeitar e se referir a mim com carinho, como se eu fosse algo doce e delicado, te ouvi falar de outras mulheres e como você se refere a elas como vadias e mulherzinhas gostosas. Não imagina como me dava tesão ouvir você falar assim, e desejava que me visse como uma dessas mulherzinhas gostosas para que você aliviasse em mim as ereções que minhas amigas te provocavam. - Rosy me olhou nos olhos - Eu te desejo, seu burro, não vê que me fazer sua mulher é o que mais desejo na vida? Eu, aceitando para mim mesmo o quanto estava com tesão por ela, baixei o rosto.
Ela me chamou ao seu lado e eu, obediente como um menino, caminhei até ficar parado ao lado dela. Depois vi como sua mão trêmula se aproximava da minha calça e lentamente começava a abaixá-la. De alguma forma suas palavras me fizeram sentir culpado. O fato de não ter notado suas atenções e seus desejos por tanto tempo e o fato de tê-la feito sofrer por isso eu não me perdoava. E a forma como ela já tinha me dito, tinha me convencido disso. Eu precisava recompensá-la de alguma forma e, na minha excitação e atordoamento, pensei que o melhor seria deixá-la fazer o que quisesse comigo. Naquele momento, o que ela desejava era exatamente o que eu queria com todo o meu coração.
Trêmula de desejo, minha irmã puxou meu short até que meu pau bem duro saiu feito uma mola. Por um instante, ela pareceu hesitar em tocá-lo e ergueu o olhar para o meu rosto; tinha um sorriso nos olhos, mas não na boca, dava pra ver que ela estava muito nervosa. Eu, para acalmá-la, disse que aquilo, minha ereção, ela tinha causado e, portanto, era dona dela e podia fazer o que quisesse. Ouvindo isso, ela sorriu timidamente. Segurando meu pau com uma mão, levantou o rosto novamente para mim e sorriu mais abertamente, como se estivesse satisfeita. Ela estava linda como nunca antes tinha visto e, naquele momento, ao vê-la como uma verdadeira mulher, com seu rosto lindo voltado para mim, segurando minha ereção com ternura, eu a amei mais do que nunca.
Com a outra mão, ela percorreu com a ponta dos dedos a extensão do meu pau bem de leve; senti cócegas e mil outras sensações, achei que ia gozar na hora, mas me controlei. Baixei o olhar para ela de novo e a vi rindo satisfeita pela reação que tinha provocado em mim e, abrindo a boca, pôs a linguinha para fora e com ela também percorreu meu pau. Não dá pra descrever o quanto aquilo era bom, parecia que minha irmã tinha planejado tanto isso que parecia uma experiente. Já completamente concentrada nisso, com os dedos de uma mão acariciava minhas bolas enquanto com a outra segurava meu pau para continuar lambendo. Com delicadeza, posou a pontinha da língua na minha glande e eu tremi de prazer.
Com suavidade, abriu a boca e colocou minha glande dentro para começar a mover a língua em volta dela. Aggghhh, eu estava conhecendo o paraíso, estava ficando louco. Depois, ela alternou o movimento da língua para, de vez em quando, chupar meu pau. glande, chupando com força. Assim, pouco a pouco, a cada sugada ela enfiava mais e mais do meu pau duro na sua boquinha. Eu sentia na minha ereção a saliva dela e o calor do interior da sua boca, as chupadas que ela me dava e a linguinha dela se movendo loucamente em volta do meu pau.
"Para, para, Rosy", eu disse, me segurando para não gozar. Ela percebeu a minha situação e, sorrindo, se levantou e, colocando e entrelaçando as mãos na minha nuca, começou a me beijar apaixonadamente, nossas línguas brincando uma com a outra, eu saboreando a saliva dela enquanto ela baixava as mãos para continuar puxando meu shorts para baixo. Quando eles ficaram fora do alcance das mãos dela, já que eu não deixava ela parar de me beijar, ela usou os pés para empurrar meu shorts até meus pés, onde eu mesmo os tirei movendo minhas pernas. Então, com a mão, ela continuou massageando meu pau e minhas bolas.
Tomando coragem, eu a separei de mim e a empurrei na cama. Ela sorriu ao ver que eu já estava mais do que disposto a satisfazer os seus caprichos de menina-mulher. Por alguns segundos, eu aproveitei a imagem que se apresentava para mim. Minha irmãzinha vestida como uma putinha. Com maria-chiquinhas no cabelo, a blusa amarrada na barriga e a saia tão curta que, do jeito que ela caiu na cama, eu conseguia ver sua calcinha preta de renda. "Fala, você quer falar, não é?", ela me disse sorrindo. "Eu sei, era isso mesmo. Fala, diz que eu tô parecendo uma putinha safada." "Ai, Rosy", eu respondi com o fôlego ofegante e engolindo em seco – a boca estava cheia d'água –, "de verdade, de verdade, você tá bem putinha, irmãzinha. Só olha como você deixou meu pau duro." Rosalía baixou o olhar até meu pau e riu como uma criança de novo. Ela me deixou com muito tesão, então, sem pensar duas vezes, me ajoelhei na cama, sobre ela, meus joelhos de cada lado dos quadris dela.
Lentamente, desfiz o nó da blusa e vi, finalmente, seus seios bem formados e empinados diante de mim. Me abaixei e me agarrei a eles, mordendo, beijando e lambendo um e outro alternadamente. Rosy tinha fechado os olhos e Gemía baixinho enquanto acariciava minhas coxas e nádegas.
"Pedro, meu amor, que feliz eu estou!" - ela dizia, mordendo os lábios e balançando a cabeça de um lado para o outro. Dediquei-me a morder um de seus seios enquanto, com os dedos, torcia o mamilo duro do outro. Rosy começou a gemer mais alto, com a boca aberta e o queixo apontado para o teto. A cada nova carícia, eu descobria o quanto minha irmãzinha era quente e não parava de me surpreender.
"Tira minha calcinha" - ela me disse. E eu, muito obediente, desci dela, saí da cama e me agachei para aproximar meu rosto entre suas pernas abertas. Ao sentir minha respiração em suas coxas, Rosy riu roucamente, então me dediquei a lambê-las até chegar à sua calcinha. Por cima do tecido de renda, aspirei o cheiro de seu monte excitado e não pude evitar dar uma lambida no tecido úmido. O sabor, o cheiro e, pior ainda, saber que era a bucetinha da minha irmãzinha mais querida e que ela estava me oferecendo, me deixou mais excitado. Já não tinha nenhuma inibição; tinha diante de mim uma mulher muito gostosa e estava disposto a desabafar nela todas as fantasias que tive sobre putas dispostas a tudo. E, evidentemente, minha irmãzinha era uma vagabunda disposta a tudo para satisfazer seu corpo.
Mais excitado do que nunca, com um puxão, arranquei a calcinha da minha irmã, que gritou de surpresa e excitação. O atrito do tecido deixou marcas vermelhas em seus quadris, e me dediquei a lambê-las, beijá-las e mimá-las. Rosy, febril, não parava de gemer e se contorcer. Então, abri mais suas pernas e me dediquei a admirar aquela vulva rosada, pulsante e aberta que se oferecia a mim. Não tinha muito pelo ao redor dos lábios, ao contrário de seu púbis, mas estava bem cuidado; até consegui distinguir alguns finos pelinhos dourados em sua bunda. Ela percebeu que eu estava demorando para satisfazê-la e levantou a cabeça para me olhar. "O que foi?" - ela disse. "Não se preocupe, mesmo que eu nunca tenha estado com nenhum homem, não quis me entregar a você como uma... estúpida garotinha.
Por isso há um tempo eu me masturbo, primeiro enfiava o que encontrava no banheiro, escovas, o cabo do rodo, depois levava cenouras da cozinha, mas nada muito grosso para continuar sendo sua virgemzinha apertada que você pudesse desflorar. Então não tenha medo, meu hímen já não existe e você pode me penetrar como quiser que já não vai doer. Imaginar ela febril enfiando coisas, trancada no banheiro me deixou mais excitado e decidido, enfiei um dedo para molhá-lo nos seus suquinhos. Rosy quase gritou de novo e puxou os lençóis para mordê-los enquanto se contorcia de prazer. Tirando meu dedo, espalhei seus suquinhos por toda a vulva e depois me abaixei para cheirá-la. Que perfume delicioso de mulher! Que paraíso! Nunca vou esquecer a primeira vez que aspirei o aroma da minha irmã diretamente da sua buceta. Encheu minha cabeça, me intoxicou e me fez sentir como se fosse dela, seu escravo para a vida toda.
Febril, acariciei sua vulva com minhas bochechas e depois tirei a língua para provar o suco de seus lábios maiores. Separando-os com minha língua, provei seus lábios menores e os chupei levemente, colocando-os na minha boca enquanto ouvia minha irmã gemer. Como um tarado tomando sua porra, comecei a lamber o interior de sua vulva, na entrada da vagina e tive que me ajustar de novo porque minha irmã reagiu levantando seus quadris no ar, apoiando seus pés na cama. Com minhas mãos, muito delicadamente, a peguei pelos quadris e a empurrei até que ficasse sobre a cama de novo. Voltei a fazer a mesma manobra de lamber a entrada de sua vagina e quando ela estava prestes a levantar os quadris de novo, a segurei e a mantive sobre a cama.
Com meu polegar, segurei os lábios de sua vulva para o lado e pude enfiar minha língua mais profundamente, fazendo círculos com ela na bordinha da entrada de sua vagina. Rosalía se queixava e gemia de prazer e continuava tentando levantar seus quadris, então com minha mão livre a segurei com mais força, tentando... concentrar em enfiar minha língua na sua apertada bucetinha. Mas como a Rosy não parava de se mexer, a tesão me deixou irritado. "Fica quieta, putinha, e deixa eu te comer" — gritei com o rosto vermelho de desejo.
Para fazê-la se acalmar, e como meu polegar já estava encharcado dos seus fluidos, forcei ele no seu cu e a Rosy gritou de prazer, quase uivou, eu diria, e com isso começou a se mover para frente e para trás, bem devagar, como se estivesse enfiando meu dedo, assim pude continuar lambendo sua xoxota mais calmamente, pois esse novo movimento facilitou as coisas. Com esforço, consegui enfiar metade da minha língua na sua buceta e notei que ela teve um orgasmo pelas contrações e porque seus fluidos aumentaram em quantidade. Como um louco, tentei lamber e beber o máximo que pude, e o linguetão a deixou maluca também, depois me dediquei a satisfazer seu clitóris durinho e chupei e lambi até saber que havia arrancado outro orgasmo dela.
Satisfeito por tê-la feito gozar, levantei o rosto e pude ver o dela, corado, sua expressão boba de prazer, seus lábios túrgidos e eretos, bem vermelhos, ela respirava pela boca e parecia murmurar algo. Me movi sobre ela para me aproximar dos seus lábios e beijá-la, depois ouvir o que ela dizia. Ao aproximar meu ouvido dos seus lábios, minha temperatura subiu o dobro, pois, bem baixinho, quase imperceptivelmente, a Rosalía repetia apenas uma frase — "Me come, irmãozinho, me come, irmãozinho, me come, irmãozinho..." Mais febril ainda, me levantei e, procurando o que fazer a seguir, vi que ela ainda estava com sua saia escolar curta, então a arranquei como havia feito com a calcinha, depois arranquei a blusa que só havia aberto para ter acesso aos seus seios e joguei os pedaços de tecido num canto do quarto.
Me deleitei por um minuto inteiro vendo-a nua na minha cama, minha irmãzinha favorita, ofegante, com suas maria-chiquinhas, seus sapatos pretos escolares e suas meias rendadas. Era uma fantasia de carne, era um sonho realizado, era uma mulher gostosa e era minha. minha irmãzinha mais querida. O que mais eu poderia pedir à vida? Brandindo meu pau duro, me deitei sobre ela e mordi seus mamilos mais uma vez.
— Agora sim, amorzinho, minha putinha, você vai ser minha, vai ser minha mulher — ao dizer isso, Rosy abriu os olhos e ergueu o rosto para me ver com lágrimas nos olhos, sorrindo e mordendo os lábios. Apontei meu pau para sua bucetinha e, para fazê-la sofrer de prazer, passei minha glande por toda sua vulva sem enfiá-la. Acariciando em círculos seu clitóris com ela e empurrando de vez em quando, bem de leve, na entrada de sua vagina.
— Já, seu safado — protestou ela com voz rouca. — Me fode, maldito, ou vou explodir de tão quente que estou.
Agora era eu quem ria da sua tesão e desespero. Mas meu tesão era tão grande quanto o dela, então, me acomodando, dei um beijo profundo nela para depois posicionar meu pau na entrada de sua vagina e lentamente forcei para dentro, com delicadeza, bem devagar, por estar tão apertada apesar da lubrificação natural. Quando senti que estava perto do fundo de sua vagina, enfiei tudo de uma vez e os dois gememos com força, ela quase gritando. Minha cabeça explodiu de prazer, era como se eu ouvisse as partes mais emocionantes do hino à alegria de Beethoven, ecoando dentro do meu cérebro. Como se o universo tivesse se reduzido aos nossos sexos, o da Rosy e o meu, e pulsassem por um segundo no ritmo das estrelas mais brilhantes. Que felicidade, que tesão! Que putinha é minha irmãzinha!
Fiquei me movendo dentro de sua vagina por vários minutos, rápido como cachorrinho, meu pene batendo cada vez contra seu colo do útero e ela me abraçando apertado com as pernas, seus sapatos roçando minhas nádegas e coxas, deixando-as vermelhas, o que me deixou ainda mais excitado e reforçou minhas investidas selvagens contra sua apertada e delicada bucetinha, sua buceta viçosa.
Quando senti que minha gozada estava chegando, comecei a diminuir o ritmo para evitar, e Rosy ergueu o rosto com dificuldade.
— Não para — ela disse: "Você acha que sou uma garotinha? Faz tempo que tomo pílulas esperando por esse momento. Vem no meu buraquinho, me enche de porra, irmãozinho, me fode como uma boa puta... arghh". Eu voltei a aumentar o ritmo das minhas estocadas, impulsionado por suas palavras quentes, enquanto ela, minha irmã, não parava de falar e me incentivar. "Arghhh, me fode, irmãozinho, me fode, siiiim arghhhh, não para, me enche, mete tudo, solta essa porra, seu safado, assim..."
De repente, não aguentei mais, minha visão ficou turva e minha cabeça se encheu com o som dos gritos e gemidos da minha irmã, que pedia por mais e mais porra, enlouquecida no meio do seu próprio orgasmo. Ao descer do meu tesão e sentir nossos corpos ardentes entrelaçados, comecei a aceitar que eu também estava apaixonado por ela e que aquela noite me tinha viciado para a vida toda, que eu seria e faria o que ela quisesse, quando ela quisesse.
Mais tarde, ela também me ofereceu a virgindade do seu bumbum, tirando da mochila um potinho de vaselina, passou no meu pau e depois me deu o potinho, me guiando, disse para eu untar um pouco ao redor do ânus e depois, com um dedo, colocar mais um pouco no reto. E assim, naquela noite, também provei sua parte mais proibida em uma relação já proibida por si só.
Fodemos em todas as posições possíveis e, às vezes, brincávamos como crianças na cama. Estávamos assim, eu de costas para a cama e ela sobre mim, de bruços, quando ouvi um barulho e, de repente, entraram meus amigos Carlos e Jaime, meus colegas de apartamento. Eles traziam garrafas de tequila na mão e, ao nos verem nus e em tal posição, irmão e irmã, ficaram atônitos, mudos de surpresa, e eu percebi que também de excitação, pois a bunda aberta da minha irmãzinha apontava para eles e eu pude ver claramente o volume das ereções deles. Rosalía também percebeu e riu, me contagiando com sua risada. "Entrem e sentem-se", ela disse sorrindo, indicando duas cadeiras que estavam contra a parede do quarto.
Depois, me beijando uma e outra vez, ela explicou... que naquele meio-dia, quando estava brava comigo, ela entrou no meu email porque já sabia minha senha há tempos e sempre checava minhas mensagens, sabendo tudo da minha vida privada. Aproveitando isso, em meu nome, marcou com Carlos e Jaime para aquela hora no apartamento. O plano dela era que eles a comessem e eu os pegasse no flagra, mas depois ela mudou de ideia e esqueceu o plano. Então agora ela só os deixaria curtir o espetáculo, porque isso a deixava com muito tesão e... - talvez depois... - acrescentou com um sorriso malicioso. - Mas antes me come de novo para que eles vejam como dois irmãos podem ser fogosos - Fizemos mais algumas vezes, ela estava super excitada por saber que estava sendo observada, mas eu, na verdade, ficava inibido com a presença dos meus amigos. Olhando de relance de vez em quando, pude vê-los continuando a beber enquanto se masturbavam. Pareciam lobos esperando o momento de devorar minha adolescente putinha, mas ela era minha, minha putinha pessoal.
Na terceira vez que fizemos isso na frente deles, acabamos adormecendo e não lembro de mais nada. Eu estava exausto e caí nos braços de Rosy, minha mulher a partir daquele momento. Acordei mais tarde ao ouvir gritos e gemidos, todo confuso procurei ao meu lado e minha irmã já não estava. Sentei na cama e vi no chão do quarto algo que não esperava ver. Senti um vazio no estômago ao ver minha irmãzinha entre meus dois amigos em posição de puta, enquanto faziam uma dupla penetração nela. Carlos estava embaixo dela, enfiando na buceta, enquanto Jaime a montava por trás, metendo no cu.
Ambos se moviam desenfreadamente, sem compaixão, perfurando os buraquinhos recém-inaugurados da minha irmã, e a imagem fez meu pau ficar instantaneamente duro como pedra. Mas, como um bom macho, fiquei bravo e, disposto a defender minha mulher, minha propriedade, pulei da cama para separá-los. Mas ao fazer isso, pude ouvir os gemidos de Rosy, inconfundivelmente de prazer, e pude ver seu rosto banhado em suor e lágrimas. sorrindo extasiada. Pela expressão dela, percebi que não estavam estuprando-a, que na verdade ela os tinha encorajado e agora estavam dando o que ela pedia.
Sem poder fazer mais nada, sentei na beirada da cama para acariciar minha ereção enquanto via meus amigos se divertindo com o corpo macio e adolescente da minha irmãzinha. Todo o corpo dela se agitando como um pedaço de madeira num mar revolto, levada pelo destino e pela sua tesão. Mais do que minha irmã, meus amigos pareciam estar comendo um pedaço de carne, uma puta barata da rua na qual eles cobrariam cada centavo que tinham pago, como se tivessem direito a isso, a ela, ao seu corpo macio. Fiquei observando eles até que comecei a bater uma com força e, quando vi que meus amigos entraram num acordo e trocaram de posição, um ficando embaixo com a vagina dela e o outro atrás para perfurar a bunda.
Assim que os vi retomando o ritmo de bombada, me aproximei e enfiei meu pau na boca aberta e ofegante da Rosy, minha querida puta. Ela respondeu com paixão, chupando e mordendo meu pau mais intensamente do que antes, fazendo eu gozar na boca dela rapidinho. Quando ela terminou de me chupar, ainda com minha porra escorrendo pelo queixo, ela perguntou: "Não é que eu sou uma puta das piores, que pode ter qualquer homem à disposição?" — eu só sorri e respondi que sim, deixando-a sozinha com meus amigos.
Já mais calmo fisicamente, mas ainda com tesão na cabeça, me vesti e fiquei vendo TV na sala. Não conseguia me concentrar porque até de lá ouvia os gritos e gemidos da minha irmã e os berros do Carlos e do Jaime que, encorajados pela minha ausência, se dedicavam a provocá-la com palavras, chamando-a de todos os nomes depreciativos que conseguiam imaginar, de puta a vadia, e exigindo as posições mais inacreditáveis, que ela satisfizesse diferentes partes dos corpos deles com a língua. Depois de uma hora ouvindo aquilo, não aguentei mais e saí para a escola. Mas mesmo Entrei na aula e não consegui me concentrar, só pensava na Rosy, minha irmã, e no que meus amigos estavam fazendo com ela no apartamento.
Depois de duas horas vagando pela universidade sem fazer nada, decidi voltar pro apê, imaginando que a essa altura já teriam terminado. Ao entrar, me surpreendi com o silêncio do lugar, quando horas antes parecia um puteiro ou um local de orgias. Na mesinha da entrada, encontrei um bilhete preso por uma lata gelada de cerveja que ainda suava de fria. Peguei a cerveja, abri e sentei no sofá pra ler o bilhete enquanto tomava um gole da cerveja que, por alguma razão, naquele momento me pareceu deliciosa.
O bilhete era uma mensagem dos meus amigos: "Valeu, mano, foi foda o presente que você nos deu. Sempre que precisar de algo, sabe que a gente tá à disposição. Carlos e Jaime." Sorri sozinho, pensando que cada um deles tinha mais de uma irmã gostosa e que eu ia arranjar um jeito de eles me retribuírem da mesma forma.
Depois, animado por ter tomado a cerveja toda, me levantei pra ir pro meu quarto. Lá, a visão que tive assim que cruzei a porta fez meu pau endurecer de novo. Minha irmã estava completamente pelada, o cabelo desgrenhado cobrindo o rosto, largada, com as pernas bem abertas e a buceta ainda escorrendo porra. Me aproximei e me ajoelhei ao lado dela, ela parecia dormir e também tinha sêmen espalhado pelos seios lindos. Comecei a bater uma perto do rosto dela e, aparentemente pelo movimento, ela acordou.
"Irmãozinho!" - ela disse, ainda meio dormindo - "Que bom acordar satisfeita e do seu lado." - Ela baixou o olhar pro meu pau e me viu me masturbando, então sorriu - "E que bom que você me quer assim. Quero que você goze na minha cara, acho que mereço, porque deixei seus amigos fazerem o que quisessem comigo em troca de eles te darem o quarto individual, pra gente ter mais privacidade, você e eu..." - "Você é uma puta das piores." eu disse sorrindo e gozei, derramando minha porra... Esperma em seus lábios, nariz e olhos. E eu me deitei para dormir ao lado dela enquanto ela se lambia.
Tempo depois, às minhas costas, ela continuou se deitando com eles em troca de dinheiro, mas eu percebi, pois além de usar o dinheiro para seus pequenos luxos, ela também me comprava presentes caros como aparelhos de som e roupas boas. Eles estavam tão viciados na minha irmãzinha que não se importavam de pagar o que ela pedisse. Pra mim não importava que ela fizesse isso, pois eu sabia o que a excitava: essa sensação de ser uma putinha. E se ela era feliz, eu também era, contanto que eu tivesse à disposição aquele corpo tão gostoso dela, eu seria feliz.

4 comentários - Los 18 de Rosalia
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