Claudia a Velha Peituda 3

Aqui começa a história da Cláudia com o tio dela.
espero que vocês curtam muito


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CLAUDIA E SEU TIO ALBERTO parte 1


Já contei pra vocês como foi a estreia sexual da Cláudia. Naquela quarta-feira foi o segundo encontro dela com o tio Carlos. Ela sabia que ia dar uma trepada com ele, por isso a ansiedade. Não tinha dúvida de que ela tinha gostado. Ela se vestiu com a roupinha nova e entrou no bar onde Carlos já estava esperando. Saíram de lá, subiram no carro.


Claudia, pra onde a gente vai, mano?


Carlos, de agora em diante não me chama de tio, me chama de Carlos. Onde a gente vai, você vai gostar, é um lugar ideal pra transar.


Cláudio, tio, você vai me comer de novo? Que gostoso, não falou nada da roupinha, não gostou?


Carlos, você tá uma putinha gostosa com essa roupa, adoro como fica em você, mas melhor comprar outra.


Claudia, mas não tenho grana.


Carlos, se você se comportar bem, vai ganhar mais grana.


Claudia, sim, titio, vou ser bem obediente, você vai ver.


Entraram no hotel, foram pro quarto. Assim que entraram, Carlos começou a despir ela e ela fez o mesmo. Sentir as mãos dele percorrendo o corpo dela a deixou com muito tesão. Já não ligava mais pra dor que aquela pica ia causar no corpo dela. Na verdade, tava doida pra sentir. Por isso, se ajoelhou, puxou a cueca dele pra baixo e engoliu a pica dele. Chupou com muita vontade e não parou até levar uma baita gozada, que pra ela era uma delícia. Olhou pro Carlos, abriu a boca, sorriu, saboreou o leite dele e engoliu. Carlos, feliz e mais tarado do que nunca, percebeu que finalmente a sobrinha dele tava aos seus pés. Pediu um champanhe e bebeu com ela. Levou ela pra cama e chupou os peitos dela. Isso deixou a Claudia ainda mais molhada, que se contorcia enquanto a mão dela brincava na entrada da buceta.


Carlos, hoje vou te comer a bunda.


Claudia, isso vai doer pra caralho.


Carlos, quem se importa, vira e fica de quatro.


Claudia, ansiosa, obedeceu. Ficou de quatro, oferecendo o que seu tio Carlos tanto queria. Só pensava na recompensa, sabia que seria bem gorda. Sentiu o gel frio escorrendo pelo cu, estremeceu. Quando sentiu um dedo entrando, só gemeu. Adorava aquela sensação. Entraram dois, depois três, e cada vez ficava melhor.


Claudia, aí tio, mete essa pica logo, não aguento maissss aiiii aiiii aiiii


Carlos, tá doendo, sua puta?


Claudia, siii, dói pra caralho, mas não tira, eu quero ela toda, aiii, aiii, aiii


Carlos enfiou com força e não parou de meter até enfiar tudo e começar a foder ela, as perninhas da Claudia diziam tudo, o tio Carlos tava arrebentando a buceta dela enquanto brincava carinhosamente com os peitos dela, Claudia não parava de gemer e sofrer a porrada que o tio tava dando nela e de tanto receber sentiu vontade de gozar, como conseguiu levou a mão na buceta e se masturbou ao mesmo tempo que o tio arrebentava o cu dela, mas mesmo assim não conseguia ter o tão precioso orgasmo e só pedia que ele desse mais, já desesperada pra conseguir, isso pro mal do tio dela era uma vitória, a putinha tava sendo sodomizada e curtindo ao máximo, ele tirou a pica do cu dela, ela se desesperou e disse


Claudia, tio, não, não tira de mim, continua me comendo, não me deixa assim.


Lá estava a Claudia na mesma posição, implorando por mais uma surra de buceta, mas deu ruim. O Carlos virou ela e enfiou a pica suja entre os peitos dela. Ela fez o trabalho dela, apertou os peitos e começou a bater uma pra ele até levar vários jatos de leite na cara, ficando toda lambuzada. A Claudia não desperdiçou nada — com as mãozinhas juntou tudo que conseguiu e engoliu, enquanto o Carlos ia pro banheiro. Ela seguiu ele, os dois tomaram banho juntos, e a Claudia reclamou que não tinha gozado.


Claudia, não me deixa assim, por favor, vamos transar de novo.


Carlos, o turno já acabou, a gente precisa ir.
 
Claudia, para aí, tio, não fala assim não. Você gozou, mas eu não.


Carlos, isso não é problema meu. Tô te pagando pra eu gozar, então vamo nessa que te levo até a estação.


Claudia, você não vai me levar pra casa?


Carlos, você sabe que não podem me ver com você, pega o trem e se quiser mais, volta na sexta.


Foi assim que ele a levou até a estação, só três paradas separavam ela de casa. Ela subiu no trem lotado, o jeito de putinha barata não dava pra esconder, e logo levou uma esfregada. Alguém atrás dela estava esfregando uma pica enorme. Claudia tava queimando de vontade de dar uma boa gozada, por isso deixou o estranho apalpar ela toda. Chegou na estação dela e desceu do trem sem perceber a mancha que tinha no rabo do short. A uma quadra de casa, percebeu que alguém tava seguindo ela. Levou um sustinho, mas continuou andando sem dar muita bola. Quando passou por aquela casa velha abandonada, o desconhecido pegou ela pelo braço, empurrou pra dentro e, sem dizer nada, mostrou a pica.


Desconhecido, dá-lhe vadia, tira esse short


Era o mesmo cara que tinha apalpado ela no trem, sem dúvida nenhuma. Ela tirou o short e se posicionou pra que o desconhecido comesse ela, só queria ter aquele orgasmo que o tio tinha negado pra ela, e olha se não teve. O desconhecido comeu ela bem forte, arrebentou a pussy dela toda, mas no fim obedeceu: não gozou dentro da pussy, terminou enchendo os peitos dela de porra e, como se nada tivesse acontecido, deixou ela lá dentro da casa abandonada. Cláudia se sentiu preenchida, tinha tido um orgasmo muito bom e era só isso que importava. Vestiu o short e foi pra casa. Assim que entrou, foi direto pro quarto. Só de se olhar no espelho, percebeu o estado que tava: a amada camiseta dela estava manchada de porra do desconhecido. Guardou o dinheiro do tio e tomou um banho rápido. Sexta-feira a esperava, e ela já queria que chegasse.










CLAUDIA E SEU TIO CARLOS parte 2


Como já contei antes, a Cláudia tinha virado a putinha do tio dela. Ele tinha se encarregado de arrebentar cada buraquinho dela, e se encontrar durante a semana pra levar ela num hotel e foder ela tinha virado rotina. Naquela sexta-feira, eles voltaram pro bar e, no caminho pro hotel, a Cláudia contou pro Carlos o que tinha rolado com o desconhecido.


Carlos, e por que você não resistiu? Por que você não correu? Você estava a um quarteirão da sua casa, como deixou ele te alcançar?


Claudia, não sei, tiozinho, a verdade é que não sei.


Carlos, então hoje volta de ônibus, vestida desse jeito, isso pode acontecer de novo com você.


Claudia, então você quer que eu me vista de outro jeito?


Carlos, veste como quiser, mas já sabe o que pode te acontecer. Aquele cara não te estuprou, você deixou ele fazer o que quisesse em cima do trem, e quando ele te seguiu, você deixou ele te levar pra dentro daquela casa e te comer do jeito que ele quis.


Claudia sim, é verdade, eu ainda tava muito tesuda e a culpa é toda sua, você não deixou eu gozar.


Carlos, então você gostou de mim?


Claudia, pra ser sincero, eu gostei muito de você. Isso é errado?


Carlos, de jeito nenhum, minha putinha.


Entraram no hotel e, de novo, o tio tratou de deixar a putinha da Claudia bem molhadinha. Assim ela chegou em casa e, pra surpresa dela, o tio Carlos tinha convidado todo mundo pra um churrasco na casa dele no domingo. Lá, ela contou pra geral que tava saindo com um cara chamado Oscar e que ia vê-lo na mesma tarde. A Laura insistiu em conhecê-lo e convidou todo mundo pra jantar no sábado seguinte, o que deixou Claudia toda animada. Quando voltaram pra casa, o padrasto dela tava meio bêbado, mas mesmo assim quis falar com ela. A mãe dela já tinha chegado e ido dormir.


Claudia, vem aqui, senta, a gente precisa conversar.


Claudia tá bem. O que foi?


O que cê tá procurando? Por que se veste assim? Cê gosta de provocar os caras?


Claudia, qual é o problema com o jeito que eu me visto? Todas as garotas se vestem assim.


Sério? Bom, eu não vejo muitas garotas por aí mostrando as tetas o tempo todo, olha essas tetas.


Claudia percebeu que o padrasto dela, além de bêbado, tava muito tarado e deixou ele apalpar, mais que isso, até incentivou ele a fazer.


Claudia, ei, mas o que tem de errado com as minhas tetas?


Que tem de ruim? Nada tem de ruim, olha só como são suas tetas, você se mexe um pouco e elas escapam da camiseta.


Claudia, me diz a verdade: você gostaria que eles gozassem fora, não é?


Então a Claudia tirou os peitos pra fora da blusinha e mostrou pra ele, o padrasto dela gozou por cima e, sem dizer nada, se apossou deles. A Claudia só ficava gemendo.


Claudia, você gosta delas, né? Você gosta muito, ahhh ahhh ahhh


A puta ficou toda excitada, não se segurou e enquanto ele já chupava os peitos dela, ela soltou o pau dele e começou a bater uma sem parar. Quando ele já tava quase gozando, a Claudia só se inclinou até ele e chupou até tirar a porra dele, deixando cair entre os peitos dela. Aí o padrasto comeu ela com força ali mesmo, no chão, encheu a buceta da puta, literalmente deixou ela arrombada. Quando terminou, ela disse pra ele:


Claudia: bom, bom, você tava morrendo de vontade de me pegar, a verdade é que foi muito bom, você mandou melhor que o Oscar, mas mesmo assim meu silêncio vai te custar uma grana.
 
O que você quiser, putinha, mas disso nem uma palavra pra sua mãe.
 
A Claudia e você também não, se quiser fazer isso de novo, vai te custar caro.


Foi assim que, desde aquela noite, Cláudia já tinha dois amantes e era só o começo. Só precisava ser mais discreta, só isso — algo muito difícil pra Cláudia, que por outro lado se dava super bem com Oscar. A real é que sexo não faltava e o dinheiro já não era mais um problema. Na quarta-feira, ela se encontrou de novo com Carlos, mas pra surpresa dela, ele não a levou pro hotel. Só disse que ia dar uma surpresa. Assim chegaram num prédio e entraram num apartamento onde ele apresentou dois caras: um João e outro Jorge. Tomaram gancia, campari e umas cervejas enquanto iam transando. Foi a primeira vez dela comendo três caras ao mesmo tempo. Foi assim que aprendeu como era ter três picas dentro de todos os buracos dela. Na real, mesmo doendo e ela terminando exausta, tinha adorado. Ter não um, mas três machos à disposição dando prazer pra ela, ela curtia demais. Cláudia levava na brincadeira. Eles achavam que dominavam ela, enquanto faziam tudo que ela queria e, ainda por cima, o tio sempre dava uma grana. Tudo era perfeito pra Cláudia. O papel de ser dominada caía super bem nela, e o bom é que Oscar não se opunha a ela ser a queridinha do tio Carlos. Queridinha que, depois desses encontros, ficava toda dolorida. Naquele sábado, Cláudia finalmente apresentou Oscar pra toda a família. Todos ficaram surpresos, menos Carlos, claro. Ninguém podia acreditar que a puta vagabunda da família conseguia um cara tão bom como Oscar de namorado. Só dava pra notar Carlos indiferente, e Cláudia deixou isso claro no próximo encontro de quarta-feira deles.


Claudia, qual é a tua com o Oscar, tio? Tá com ciúme? Porque é isso que parece.


Carlos... bom, um pouco sim, esperava outra coisa dele, imaginei um babaca.


Claudia, claro, você acha que só um otário pode ser meu namorado, né? Bom, não é assim. Já viu que o Oscarcito não é nenhum otário. Pra mim, o que te incomodou foi ele ter falado tanto com a tia. Será que você tá com ciúmes?


Carlos com ciúmes daquela rabuda? Não, de jeito nenhum, ele pode comer ela de boa, a Laura já tá bem arrombada.


Chegaram ao prédio, foi estranho pra Cláudia porque não era o mesmo prédio, entraram no apartamento onde três caras estavam esperando eles, o pior erro de Cláudia foi ter ido com um vestidinho preto, decotado e bem curtinho, a presença dela dizia tudo, só faltava uma placa escrito "TO AQUI PRA VOCÊ ME COMER DO JEITO QUE QUISER", Carlos apresentou cada um e não deram tempo pra ela fazer nada, ficou claro que o trabalho de Cláudia era satisfazer aqueles três safados que nem esperaram tirar o vestido dela, ali mesmo mandaram ela chupar as picas dos quatro, Cláudia adorou aquilo, agir como uma menina inocente é a praia dela, logo levaram ela pro quarto onde se revezaram pra comer ela, assim comendo em várias posições a tarde virou noite, o cu de Cláudia parecia ser o alvo a ser destruído e olha se conseguiam fazer isso apesar das reclamações da putinha, o estranho pra ela foi ter um orgasmo enquanto arrebentavam a bundinha dela, um orgasmo bem pequeno mas orgasmo afinal de contas, de vez em quando paravam de comer ela pra dar algo pra beber mas não deixavam ela terminar o gole que já voltavam a comer ela, todos estiveram por baixo e por cima dela, essa foi a perdição dela e descobriu que tinha algo que mesmo incomodando era o que mais a excitava, tanto Carlos quanto os caras zoavam o Oscarcito, de como o namorado dela era corno manso, que era um otário e com certeza um viadinho, e ela respondia que não era culpa dele ela ser tão puta, teve um momento que pararam de comer ela e deram algo pra comer pra logo depois voltarem a comer ela, já quase tinha amanhecido, Cláudia estava exausta e dolorida, só queria ir pra casa dela e descansar, mas não podia, continuavam dando pica pra ela, queriam ver ela acabada e falaram isso, comer a putinha sem parar até deixar ela de cama e o pior pra Cláudia é que já tinham conseguido, aí o tio Carlos ajudou ela a entrar na banheira, abriu o chuveiro e foi embora na mesma hora que os três caras entraram, ela olhou pra eles sorrindo, os três Os caras mostraram os paus pra ela e de repente começaram a mijar nela, apontando os jatos na cara dela. Claudia não podia ser tão puta, mas era mesmo. Continuou sorrindo e abriu a boca, procurando cada jato, desafiando eles a acertarem na boca dela, o que os três fizeram. Depois puxaram ela pelo cabelo e ela teve que chupar cada um por igual. Foi assim que não só a pussy e o cu dela ficaram doloridos, mas também a boca e a garganta. Os três caras foram embora sorrindo, deixando ela sozinha, largada no banheiro. Como conseguiu, se levantou, foi pro quarto — a cama era testemunha de como tinham se divertido com ela. Só vestiu o vestido, não achou a calcinha fio dental em lugar nenhum. Claudia tava preocupada porque ia ter que comprar uma nova, as que sobravam eram velhas demais. Saiu e pediu pro tio dela levar ela em casa, coisa que ele fez com a condição de que ela chupasse o pau dele o caminho inteiro. Claudia sabia que ele fazia isso pelo prazer de humilhar ela, mas também sabia que não tinha outra escolha e aceitou na hora. Chegou em casa e se surpreendeu ao ver o padrasto lá. A mãe dela já tinha ido trabalhar. Sabia que a besta ia comer ela, mesmo que ela não quisesse. Se resignou e se deixou levar pro quarto dela. Um novo pau a esperava, e como uma boa puta obediente, se entregou a ele.





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