Devo confessar que tive minha época de puta libertina. Foi quando comecei a morar sozinha. Tava na faculdade.
Já tinha me separado dos meus pais e tocava minha vida do jeito que me dava na telha.
Tinha aprendido que uma mulher gostosa que sabe usar seus encantos consegue um monte de coisa.
Trabalhava, lembro, numa construtora, era secretária, tinha um salário bom e isso me permitia pagar meus estudos e meu estilo de vida.
Além do meu cheque, tinha uns extras e tudo por causa do meu chefe, que vou chamar de Pereira, pra não queimar ele com o sobrenome verdadeiro.
A chave que abriu a porta pros favores do meu chefe foi numa tarde/noite em que a gente tinha ficado trabalhando até mais tarde. Ele já tava de olho em mim fazia tempo e sempre que podia me dava em cima.
Então naquele dia ele chegou por trás de onde eu tava sentada terminando de escrever um memorando e falou:
— Hoje você não escapa —
Eu ri, falei pra ele parar de encher o saco, que era tarde e eu queria ir pra casa.
— Olha, garota, sou seu chefe e essa relação pode ser um inferno, tudo depende de você.
— Ok, cê tem razão, o que cê quer? — perguntei sabendo a resposta, Pereira não ia ser nem o primeiro nem o último que eu ia dar pra conseguir alguma coisa.
— Assim que eu gosto, gostosa, a gente vai se entendendo, não quero nada estranho, sei lá, um favor de vez em quando e eu posso ser muito bom pra você.
Então, por trás de mim como ele tava, começou a me abraçar e a apalpar meus peitos como um desesperado, enquanto enfiava a língua no meu ouvido.
Deixei ele fazer, resignada, relaxada. Não ia durar muito, Pereira era daqueles cinquentões que parece que nem transam mais e quando transam fazem como se fosse uma obrigação.
Então enquanto ele me colocava de frente pra ele, fui desabotoando meu vestido. Soltei meu sutiã e ofereci meus peitos, e ele, como um adolescente, se jogou em cima de mim sem jeito. Começou a chupar e chupar que nem um desesperado. Fechei os olhos e deixei rolar, quando achei que já era o suficiente ter aquele velho Verde em cima de mim, eu separei ele, peguei ele pela cintura, abaixei a braguilha e agarrei o pau dele. Me segurei pra não rir, era pequenininho, vermelho, com uma pelagem rala que só dava graça. Enfiei na minha boca e acho que fiquei menos de um minuto chupando, Pereyra gozou numa ejaculação tímida, fraquinha.
—Ai girl, que puta que você é, como você me excita.
—Calma, Pereyra, vai no banheiro e se limpa, amanhã a gente se vê.
Foi assim que meus dias começaram a passar naquele escritório.
De vez em quando, geralmente à tarde, Pereyra me chamava e eu tinha que ir no escritório dele aliviar as tensões: um boquete, uma transa, uma punheta, qualquer coisa. Esses esquemas tiveram, obviamente, seus benefícios: comecei a receber uns adicionais de viagem, tirar umas mini férias, ou seja, tava vivendo bem.
Nessa época, eu tava saindo com Ezequiel, um namorado bonitinho com quem tinha um relacionamento de pouco mais de um ano. Não era o amor da minha vida nem meu futuro marido, mas a relação tinha uma formalidade natural: eu ia na casa dele e a família dele tinha me adotado super bem.
Eze era um cara legal, mas no quesito sexo, tinha umas falhas.
Olha, ele era jovem, bonito, tinha uma rola bonita, mas não sabia usar tão bem quanto devia. Ele me comia no máximo duas vezes, raramente me fazia sexo oral ou pedia pra eu fazer, e do cu nem se fala, nem encostava. Ou seja, meu sexo diário com ele existia, mas era ruim ou não tão bom quanto eu queria. Se quiserem, podem dizer que nessa época da minha vida eu era a famosa "mal comida". Talvez por isso, quem sabe, eu não perdia uma chance e me entregava pra qualquer um que me interessasse, só pra ter uma boa noite de sexo.
Uma tarde, eu tava no escritório quinze minutos depois do fechamento, terminando de mandar uns e-mails pra um estúdio de arquitetura, quando ouço o interfone do telefone.
—Fionna, gostosa, pode vir aqui um segundo?
—Já vou, Pereyra.
Imaginei que o chefe ia me pedir algum trabalhinhos, então abri um botão da camisa, ajustei os peitos e fui pro escritório.
—O que foi, Pereyra, o que cê precisa?
—Preciso te pedir um favor, Fionna— ele disse enquanto me servia um copo de uísque.
Fiz sinal com a mão pra ele parar, pensei que queria me embebedar, mas logo descartei isso porque ele não precisava de extras pro nosso “contrato” funcionar.
—Olha, preciso de um puta favor seu— ele falou enquanto colocava o copo na minha mão —e obviamente já considera que o lucro vai ser maior que o normal— completou.
—O que cê quer, Pereyra, sem rodeios— apertei ele.
—Olha, amanhã vão vir dois caras, um arquiteto muito importante e o contador dele, pra aprovar ou não um projeto que ia nos render uma grana preta e ainda nos posicionar muito bem no mercado.
—Ahã, muito bom, e eu?— perguntei já sabendo a resposta.
—E você é quem vai definir as coisas, se você é boa comigo, também vai ser boa com eles, né?
—Ok, mas isso imagino que vai ter uma boa recompensa, trabalho especial, bônus especial, o justo é justo— falei.
—Sim, princesa, já te falei que sim, se a gente assinar esse contrato, foda-se, duas semanas de férias e uma porcentagem. Pouca, mas porcentagem ainda.
—Ok, Pereyra, não se preocupa, amanhã a que horas?
—Marquei com eles pras sete, quando não tem ninguém no escritório.
Naquele dia, Eze passou pra me pegar, fomos comer e depois pra minha casa transar, e eu falei que no dia seguinte não daria pra gente se ver porque ia trabalhar até tarde. Então combinamos de nos ver sábado à tarde na casa dele pra comer um churrasco. Talvez esse detalhe pareça irrelevante, mas garanto que não é nada disso.
No dia seguinte, lá estava eu com minha melhor roupa íntima. Uma tanga fio dental vermelha de matar e um sutiã, também vermelho, de renda que deixava meus mamilos aparecerem.
Pereyra me chamou pro escritório dele.
—Fica aqui que eles já tão subindo.
—Sentei e coloquei minha melhor cara de poker.
Nisso, batem na porta e aí começou a novela.
O primeiro a entrar foi o arquiteto. 47 anos, baixinho, careca, só uns tufos nas têmporas e na nuca, barrigudo e meio corcunda, ou seja, não era um presente da natureza, bem pelo contrário. Mas eu sabia que tinha que engolir o choro, então esperei o outro entrar, o contador.
Aí o chão se abriu debaixo dos meus pés.
O tal contador não era ninguém menos que o pai do Ezequiel.
Arregalei os olhos, sem querer acreditar no que tava rolando.
Ele me olhou calmo, os olhos brilharam, mas não falou nada. Transbordava classe, acho que naquela altura, Fernando, era o nome dele, tinha mais estrada que a família Ingalls inteira.
Confesso que me senti sem graça, mas já tava no jogo e sem ficha.
Começaram a falar de negócios e não demorou muito.
O arquiteto já perguntou na lata:
— Quem é essa gostosa?
— Fionna, minha secretária, meu braço direito, minha funcionária mais fiel — Pereyra me enchia de elogios.
— Não sabia que nessa empresa tinha funcionárias tão lindas.
Ok, naquela época eu era muito gata, ainda sou, olha, mas naquele tempo uns anos a menos, a carne mais firme e produzida pra ser a mais puta, despercebida eu nunca passava.
Pereyra chegou por trás, me segurou pelos ombros, me levantou.
— Não é só linda, também é muito eficiente e bem gauchinha. Não é, Fionna?
Concordei com o olhar, sem tirar os olhos do meu sogro, que curtia a situação e mantinha um sorrisinho no canto da boca.
— Mostra pro arquiteto como você é eficiente — e enquanto falava, começou a desabotoar minha camisa, eu, submissa, me deixava despir.
Meu sutiã vermelho deixava os bicos à mostra, e na hora o olhar do Arquiteto Scotti se acendeu, um ataque de tesão tomou conta dele e ele se jogou em cima de mim como se fosse me partir ao meio, enfiou a cabeça entre meus peitos e começou a chupar igual um louco.
— Cuidado, arquiteto, vai ter um infarto, vá com calma — dizia Pereyra enquanto ria e estendia um copo de uísque pro meu sogro.
Scotti afrouxou a gravata, tirou o paletó e arrancou meu sutiã.
Começou a chupar minhas Tetas de um jeito selvagem, parecia que queria arrancá-las de mim.
Sempre notei o desespero dos homens com tetas, parece que entram em transe quando precisam chupar ou acariciar elas. Aliás, se os homens tivessem tetas, seriam mais cuidadosos na hora de tratar porque saberiam como dói, mas enfim, isso é outro assunto.
A questão é que Scotti parou de repente o que tava fazendo, ficou na minha frente, afrouxou o cinto e baixou as calças.
Que pica, meu Deus. Imensa, nunca pensei que por trás daquele homenzinho deformado pudesse esconder uma pica tão grande assim. Na hora veio na minha mente o filme Páprika do Tinto Brass, a cena em que a protagonista é comida pelo dono do cabaré onde trabalha, um anão torto e corcunda, mas com um instrumento tamanho família.
— Vamos ver como você beija ela, gostosa — ele falou.
Enquanto não parava de admirar aquele pedaço lindo, levei ele pra boca como uma desesperada, comecei a chupar igual uma puta, ter visto aquela pica tinha me deixado com tesão. Chupei, chupei e chupei, Scotti me segurava pelo cabelo e empurrava a pica cada vez mais pra dentro, não sei quanta porra cabia dentro daquele instrumento, a questão é que num momento me senti sufocada, parecia que o arquiteto não parava mais de gozar, não deixou nem meia gota escapar.
Juro que cansei. Perdia de um a zero e isso tava só começando. Ajoelhada como tava, me abaixei pra tossir, respirar e me recompor, quando levantei de novo, do meu lado estavam Pereyra e meu sogro, ambos pelados e com as picas duras a centímetros da minha cara.
Aí percebi de quem o Eze tinha herdado aquela pica grande. Dom Fernando tinha uma bela pica, nem tão grande, nem tão pequena, justa seria a palavra, como feita à mão.
Aí na minha posição comecei a chupar, primeiro meu sogro, depois Pereyra.
Meu chefe gozou na minha boca, meu sogro preferiu meu rosto. Assim como tava, me levantei e tomei o gole de uísque que tinha sobrado no meu copo.
E lá estava Scotti, pelado no meio da sala, me olhando. cadeira de couro do escritório do Pereyra, batendo uma punheta com a mão, era uma cena dantesca que aquela pessoa tão ridícula como conjunto tivesse essa bênção entre as pernas. Ele me mandou chegar perto. Tirou minha minissaia e a fio dental, me fez sentar em cima dele, juro que senti medo, pensei que se ele enfiasse tudo ia ter que operar o apêndice, mas eu já estava entregue. Scotti também sabia o que fazia, começou a me dedar enquanto abria minhas pernas e passava a língua na minha pussy. Por Deus, como aquele homem chupava, fiquei toda molhada. Comecei a gemer.
— Tá pronta, gostosa?
Assenti com a cabeça e os olhos fechados, ele me segurou firme pela cintura e me fez montar nele. Entrou tudo de uma vez e como entrou. Soltei um grito mistura de dor e prazer. Abri os olhos de repente e lá estavam Pereyra e meu sogro rindo de mim. De fora deve ter sido cômica a situação, era ver uma girl yummy que nem eu sendo comida por algo parecido com o Dany De Vitto.
Comecei a subir e descer naquela cock loucamente. Scotti estava em outra, curtindo muito por dentro porque não soltava um som, o desgraçado. Cinco minutos subindo e descendo, pedi por favor que não gozasse dentro já que eu não me cuidava, ele me tirou de cima, me fez ajoelhar e gozou nos meus peitos. Bruto o jato, quase me derrubou.
Me levantei cambaleando, meio perdida, Pereyra me chamou e também me fez montar nele, agora parecia não ter nada dentro de mim, a diferença entre meu chefe e o arquiteto era abismal. Mas Pereyra começou a trabalhar e trabalhar como sempre e com as mãos começou a abrir meu cu, eu subia e descia, quando de repente me sinto enfiada por trás, era meu sogro metendo no meu cu. Naquela época minha experiência anal não era muita, então no começo custou e doeu um pouco.
Assim fiquei, empalada de um lado pro outro pelo meu chefe e pelo meu sogro. Vocês devem se perguntar se alguém consegue curtir uma cena dessas, eu me Perguntava a mesma coisa, então fechei os olhos e me deixei levar. Pereyra, como sempre, fez o "procedimento" dele, se levantou e me fez engolir o esperma dele enquanto meu sogro continuava me comendo pelo cu. Ele me serrou por uns dez minutos, eu estava adorando até sentir a explosão daquela pica. Foram três jatos grossos e quentes de porra dentro de mim, gritamos quase ao mesmo tempo, eu e Fernando. Tive um orgasmo delicioso.
Fiquei jogada no chão por alguns segundos, embora tenha parecido uma eternidade. Esperei a alma voltar ao corpo e pedi pra ir ao banheiro. Me ajudaram a levantar, andei devagar como dava. Meu chefe abriu a porta e entrei. Sentei no vaso pra fazer xixi. Nada melhor do que mijar depois de transar.
— Não para, o que cê tá fazendo?! — gritou Scotti. — Mija em mim! — Ele se jogou no chão e me fez ficar em cima dele. Obviamente, comecei a urinar em cima do arquiteto. Quando estava terminando, ele colocou a boca no último jatinho, já quase sem força, e tomou. Notei que ele estava duro de novo.
Ele me fez ficar de pé contra a pia, me mandou segurar firme e começou a chupar meu cu. O pior estava por vir. Ele trabalhou bem com os dedos até encaixar aquela pica enorme no meu buraquinho e empurrou com toda a fúria. Digo que se meu cu não arrebentou naquele dia, não arrebenta mais. Gritei como se estivessem me degolando, lágrimas escorreram, mordi o lábio inferior e até saiu sangue. Scotti, nem aí, me pegou pelo cabelo e com toda a raiva me comia por trás. Com a mão direita, começou a massagear meu clitóris e aí a coisa mudou. Comecei a curtir a foda. Scotti ia e vinha com uma graça inimaginável naquele homem. Quinze minutos foi o que durou até eu gozar. Ele parou de repente e, enquanto enfiava a língua no meu ouvido, começou a mijar dentro de mim — coisa que um dia um policial da bonaerense e alguns outros já tinham feito — e eu senti uma onda orgásmica tremenda. Dei um pulo com o corpo como se tivessem descarregado 220 volts em mim. Não parava de aproveitar.
Scotti, eu beijou meu pescoço e saiu do banheiro. Meu sogro e o Pereyra me deram mais uma passada no cu e também foram se vestir.
Aproveitei e tomei um banho no banheiro do escritório do Pereyra, fiz isso sentada e do jeito que dava, já que não conseguia ficar de pé.
Quando saí, os três estavam terminando os preparativos pra assinatura do contrato que ia rolar no dia seguinte no Escritório do Scotti.
— Então, Pereyra, amanhã a gente se vê. E você, Fionna, foi um prazer te conhecer, fica bem e espero te ver em breve — falou o Arquiteto, enquanto me deixava um cartão com o telefone dele.
O Pereyra me levou pra casa e eu me joguei na cama pra dormir, vestida e sem comer nada.
No sábado, fui almoçar na casa do Eze. Don Fernando me tratou como sempre, como se nada tivesse acontecido. Na hora do almoço, enquanto a gente se preparava pra comer um churrasco delicioso, meu sogro me olhou e disse:
— Fionna, fuck you carne?
Juro, não consegui segurar a risada, e acho que ele também não.
Fim
Já tinha me separado dos meus pais e tocava minha vida do jeito que me dava na telha.
Tinha aprendido que uma mulher gostosa que sabe usar seus encantos consegue um monte de coisa.
Trabalhava, lembro, numa construtora, era secretária, tinha um salário bom e isso me permitia pagar meus estudos e meu estilo de vida.
Além do meu cheque, tinha uns extras e tudo por causa do meu chefe, que vou chamar de Pereira, pra não queimar ele com o sobrenome verdadeiro.
A chave que abriu a porta pros favores do meu chefe foi numa tarde/noite em que a gente tinha ficado trabalhando até mais tarde. Ele já tava de olho em mim fazia tempo e sempre que podia me dava em cima.
Então naquele dia ele chegou por trás de onde eu tava sentada terminando de escrever um memorando e falou:
— Hoje você não escapa —
Eu ri, falei pra ele parar de encher o saco, que era tarde e eu queria ir pra casa.
— Olha, garota, sou seu chefe e essa relação pode ser um inferno, tudo depende de você.
— Ok, cê tem razão, o que cê quer? — perguntei sabendo a resposta, Pereira não ia ser nem o primeiro nem o último que eu ia dar pra conseguir alguma coisa.
— Assim que eu gosto, gostosa, a gente vai se entendendo, não quero nada estranho, sei lá, um favor de vez em quando e eu posso ser muito bom pra você.
Então, por trás de mim como ele tava, começou a me abraçar e a apalpar meus peitos como um desesperado, enquanto enfiava a língua no meu ouvido.
Deixei ele fazer, resignada, relaxada. Não ia durar muito, Pereira era daqueles cinquentões que parece que nem transam mais e quando transam fazem como se fosse uma obrigação.
Então enquanto ele me colocava de frente pra ele, fui desabotoando meu vestido. Soltei meu sutiã e ofereci meus peitos, e ele, como um adolescente, se jogou em cima de mim sem jeito. Começou a chupar e chupar que nem um desesperado. Fechei os olhos e deixei rolar, quando achei que já era o suficiente ter aquele velho Verde em cima de mim, eu separei ele, peguei ele pela cintura, abaixei a braguilha e agarrei o pau dele. Me segurei pra não rir, era pequenininho, vermelho, com uma pelagem rala que só dava graça. Enfiei na minha boca e acho que fiquei menos de um minuto chupando, Pereyra gozou numa ejaculação tímida, fraquinha.
—Ai girl, que puta que você é, como você me excita.
—Calma, Pereyra, vai no banheiro e se limpa, amanhã a gente se vê.
Foi assim que meus dias começaram a passar naquele escritório.
De vez em quando, geralmente à tarde, Pereyra me chamava e eu tinha que ir no escritório dele aliviar as tensões: um boquete, uma transa, uma punheta, qualquer coisa. Esses esquemas tiveram, obviamente, seus benefícios: comecei a receber uns adicionais de viagem, tirar umas mini férias, ou seja, tava vivendo bem.
Nessa época, eu tava saindo com Ezequiel, um namorado bonitinho com quem tinha um relacionamento de pouco mais de um ano. Não era o amor da minha vida nem meu futuro marido, mas a relação tinha uma formalidade natural: eu ia na casa dele e a família dele tinha me adotado super bem.
Eze era um cara legal, mas no quesito sexo, tinha umas falhas.
Olha, ele era jovem, bonito, tinha uma rola bonita, mas não sabia usar tão bem quanto devia. Ele me comia no máximo duas vezes, raramente me fazia sexo oral ou pedia pra eu fazer, e do cu nem se fala, nem encostava. Ou seja, meu sexo diário com ele existia, mas era ruim ou não tão bom quanto eu queria. Se quiserem, podem dizer que nessa época da minha vida eu era a famosa "mal comida". Talvez por isso, quem sabe, eu não perdia uma chance e me entregava pra qualquer um que me interessasse, só pra ter uma boa noite de sexo.
Uma tarde, eu tava no escritório quinze minutos depois do fechamento, terminando de mandar uns e-mails pra um estúdio de arquitetura, quando ouço o interfone do telefone.
—Fionna, gostosa, pode vir aqui um segundo?
—Já vou, Pereyra.
Imaginei que o chefe ia me pedir algum trabalhinhos, então abri um botão da camisa, ajustei os peitos e fui pro escritório.
—O que foi, Pereyra, o que cê precisa?
—Preciso te pedir um favor, Fionna— ele disse enquanto me servia um copo de uísque.
Fiz sinal com a mão pra ele parar, pensei que queria me embebedar, mas logo descartei isso porque ele não precisava de extras pro nosso “contrato” funcionar.
—Olha, preciso de um puta favor seu— ele falou enquanto colocava o copo na minha mão —e obviamente já considera que o lucro vai ser maior que o normal— completou.
—O que cê quer, Pereyra, sem rodeios— apertei ele.
—Olha, amanhã vão vir dois caras, um arquiteto muito importante e o contador dele, pra aprovar ou não um projeto que ia nos render uma grana preta e ainda nos posicionar muito bem no mercado.
—Ahã, muito bom, e eu?— perguntei já sabendo a resposta.
—E você é quem vai definir as coisas, se você é boa comigo, também vai ser boa com eles, né?
—Ok, mas isso imagino que vai ter uma boa recompensa, trabalho especial, bônus especial, o justo é justo— falei.
—Sim, princesa, já te falei que sim, se a gente assinar esse contrato, foda-se, duas semanas de férias e uma porcentagem. Pouca, mas porcentagem ainda.
—Ok, Pereyra, não se preocupa, amanhã a que horas?
—Marquei com eles pras sete, quando não tem ninguém no escritório.
Naquele dia, Eze passou pra me pegar, fomos comer e depois pra minha casa transar, e eu falei que no dia seguinte não daria pra gente se ver porque ia trabalhar até tarde. Então combinamos de nos ver sábado à tarde na casa dele pra comer um churrasco. Talvez esse detalhe pareça irrelevante, mas garanto que não é nada disso.
No dia seguinte, lá estava eu com minha melhor roupa íntima. Uma tanga fio dental vermelha de matar e um sutiã, também vermelho, de renda que deixava meus mamilos aparecerem.
Pereyra me chamou pro escritório dele.
—Fica aqui que eles já tão subindo.
—Sentei e coloquei minha melhor cara de poker.
Nisso, batem na porta e aí começou a novela.
O primeiro a entrar foi o arquiteto. 47 anos, baixinho, careca, só uns tufos nas têmporas e na nuca, barrigudo e meio corcunda, ou seja, não era um presente da natureza, bem pelo contrário. Mas eu sabia que tinha que engolir o choro, então esperei o outro entrar, o contador.
Aí o chão se abriu debaixo dos meus pés.
O tal contador não era ninguém menos que o pai do Ezequiel.
Arregalei os olhos, sem querer acreditar no que tava rolando.
Ele me olhou calmo, os olhos brilharam, mas não falou nada. Transbordava classe, acho que naquela altura, Fernando, era o nome dele, tinha mais estrada que a família Ingalls inteira.
Confesso que me senti sem graça, mas já tava no jogo e sem ficha.
Começaram a falar de negócios e não demorou muito.
O arquiteto já perguntou na lata:
— Quem é essa gostosa?
— Fionna, minha secretária, meu braço direito, minha funcionária mais fiel — Pereyra me enchia de elogios.
— Não sabia que nessa empresa tinha funcionárias tão lindas.
Ok, naquela época eu era muito gata, ainda sou, olha, mas naquele tempo uns anos a menos, a carne mais firme e produzida pra ser a mais puta, despercebida eu nunca passava.
Pereyra chegou por trás, me segurou pelos ombros, me levantou.
— Não é só linda, também é muito eficiente e bem gauchinha. Não é, Fionna?
Concordei com o olhar, sem tirar os olhos do meu sogro, que curtia a situação e mantinha um sorrisinho no canto da boca.
— Mostra pro arquiteto como você é eficiente — e enquanto falava, começou a desabotoar minha camisa, eu, submissa, me deixava despir.
Meu sutiã vermelho deixava os bicos à mostra, e na hora o olhar do Arquiteto Scotti se acendeu, um ataque de tesão tomou conta dele e ele se jogou em cima de mim como se fosse me partir ao meio, enfiou a cabeça entre meus peitos e começou a chupar igual um louco.
— Cuidado, arquiteto, vai ter um infarto, vá com calma — dizia Pereyra enquanto ria e estendia um copo de uísque pro meu sogro.
Scotti afrouxou a gravata, tirou o paletó e arrancou meu sutiã.
Começou a chupar minhas Tetas de um jeito selvagem, parecia que queria arrancá-las de mim.
Sempre notei o desespero dos homens com tetas, parece que entram em transe quando precisam chupar ou acariciar elas. Aliás, se os homens tivessem tetas, seriam mais cuidadosos na hora de tratar porque saberiam como dói, mas enfim, isso é outro assunto.
A questão é que Scotti parou de repente o que tava fazendo, ficou na minha frente, afrouxou o cinto e baixou as calças.
Que pica, meu Deus. Imensa, nunca pensei que por trás daquele homenzinho deformado pudesse esconder uma pica tão grande assim. Na hora veio na minha mente o filme Páprika do Tinto Brass, a cena em que a protagonista é comida pelo dono do cabaré onde trabalha, um anão torto e corcunda, mas com um instrumento tamanho família.
— Vamos ver como você beija ela, gostosa — ele falou.
Enquanto não parava de admirar aquele pedaço lindo, levei ele pra boca como uma desesperada, comecei a chupar igual uma puta, ter visto aquela pica tinha me deixado com tesão. Chupei, chupei e chupei, Scotti me segurava pelo cabelo e empurrava a pica cada vez mais pra dentro, não sei quanta porra cabia dentro daquele instrumento, a questão é que num momento me senti sufocada, parecia que o arquiteto não parava mais de gozar, não deixou nem meia gota escapar.
Juro que cansei. Perdia de um a zero e isso tava só começando. Ajoelhada como tava, me abaixei pra tossir, respirar e me recompor, quando levantei de novo, do meu lado estavam Pereyra e meu sogro, ambos pelados e com as picas duras a centímetros da minha cara.
Aí percebi de quem o Eze tinha herdado aquela pica grande. Dom Fernando tinha uma bela pica, nem tão grande, nem tão pequena, justa seria a palavra, como feita à mão.
Aí na minha posição comecei a chupar, primeiro meu sogro, depois Pereyra.
Meu chefe gozou na minha boca, meu sogro preferiu meu rosto. Assim como tava, me levantei e tomei o gole de uísque que tinha sobrado no meu copo.
E lá estava Scotti, pelado no meio da sala, me olhando. cadeira de couro do escritório do Pereyra, batendo uma punheta com a mão, era uma cena dantesca que aquela pessoa tão ridícula como conjunto tivesse essa bênção entre as pernas. Ele me mandou chegar perto. Tirou minha minissaia e a fio dental, me fez sentar em cima dele, juro que senti medo, pensei que se ele enfiasse tudo ia ter que operar o apêndice, mas eu já estava entregue. Scotti também sabia o que fazia, começou a me dedar enquanto abria minhas pernas e passava a língua na minha pussy. Por Deus, como aquele homem chupava, fiquei toda molhada. Comecei a gemer.
— Tá pronta, gostosa?
Assenti com a cabeça e os olhos fechados, ele me segurou firme pela cintura e me fez montar nele. Entrou tudo de uma vez e como entrou. Soltei um grito mistura de dor e prazer. Abri os olhos de repente e lá estavam Pereyra e meu sogro rindo de mim. De fora deve ter sido cômica a situação, era ver uma girl yummy que nem eu sendo comida por algo parecido com o Dany De Vitto.
Comecei a subir e descer naquela cock loucamente. Scotti estava em outra, curtindo muito por dentro porque não soltava um som, o desgraçado. Cinco minutos subindo e descendo, pedi por favor que não gozasse dentro já que eu não me cuidava, ele me tirou de cima, me fez ajoelhar e gozou nos meus peitos. Bruto o jato, quase me derrubou.
Me levantei cambaleando, meio perdida, Pereyra me chamou e também me fez montar nele, agora parecia não ter nada dentro de mim, a diferença entre meu chefe e o arquiteto era abismal. Mas Pereyra começou a trabalhar e trabalhar como sempre e com as mãos começou a abrir meu cu, eu subia e descia, quando de repente me sinto enfiada por trás, era meu sogro metendo no meu cu. Naquela época minha experiência anal não era muita, então no começo custou e doeu um pouco.
Assim fiquei, empalada de um lado pro outro pelo meu chefe e pelo meu sogro. Vocês devem se perguntar se alguém consegue curtir uma cena dessas, eu me Perguntava a mesma coisa, então fechei os olhos e me deixei levar. Pereyra, como sempre, fez o "procedimento" dele, se levantou e me fez engolir o esperma dele enquanto meu sogro continuava me comendo pelo cu. Ele me serrou por uns dez minutos, eu estava adorando até sentir a explosão daquela pica. Foram três jatos grossos e quentes de porra dentro de mim, gritamos quase ao mesmo tempo, eu e Fernando. Tive um orgasmo delicioso.
Fiquei jogada no chão por alguns segundos, embora tenha parecido uma eternidade. Esperei a alma voltar ao corpo e pedi pra ir ao banheiro. Me ajudaram a levantar, andei devagar como dava. Meu chefe abriu a porta e entrei. Sentei no vaso pra fazer xixi. Nada melhor do que mijar depois de transar.
— Não para, o que cê tá fazendo?! — gritou Scotti. — Mija em mim! — Ele se jogou no chão e me fez ficar em cima dele. Obviamente, comecei a urinar em cima do arquiteto. Quando estava terminando, ele colocou a boca no último jatinho, já quase sem força, e tomou. Notei que ele estava duro de novo.
Ele me fez ficar de pé contra a pia, me mandou segurar firme e começou a chupar meu cu. O pior estava por vir. Ele trabalhou bem com os dedos até encaixar aquela pica enorme no meu buraquinho e empurrou com toda a fúria. Digo que se meu cu não arrebentou naquele dia, não arrebenta mais. Gritei como se estivessem me degolando, lágrimas escorreram, mordi o lábio inferior e até saiu sangue. Scotti, nem aí, me pegou pelo cabelo e com toda a raiva me comia por trás. Com a mão direita, começou a massagear meu clitóris e aí a coisa mudou. Comecei a curtir a foda. Scotti ia e vinha com uma graça inimaginável naquele homem. Quinze minutos foi o que durou até eu gozar. Ele parou de repente e, enquanto enfiava a língua no meu ouvido, começou a mijar dentro de mim — coisa que um dia um policial da bonaerense e alguns outros já tinham feito — e eu senti uma onda orgásmica tremenda. Dei um pulo com o corpo como se tivessem descarregado 220 volts em mim. Não parava de aproveitar.
Scotti, eu beijou meu pescoço e saiu do banheiro. Meu sogro e o Pereyra me deram mais uma passada no cu e também foram se vestir.
Aproveitei e tomei um banho no banheiro do escritório do Pereyra, fiz isso sentada e do jeito que dava, já que não conseguia ficar de pé.
Quando saí, os três estavam terminando os preparativos pra assinatura do contrato que ia rolar no dia seguinte no Escritório do Scotti.
— Então, Pereyra, amanhã a gente se vê. E você, Fionna, foi um prazer te conhecer, fica bem e espero te ver em breve — falou o Arquiteto, enquanto me deixava um cartão com o telefone dele.
O Pereyra me levou pra casa e eu me joguei na cama pra dormir, vestida e sem comer nada.
No sábado, fui almoçar na casa do Eze. Don Fernando me tratou como sempre, como se nada tivesse acontecido. Na hora do almoço, enquanto a gente se preparava pra comer um churrasco delicioso, meu sogro me olhou e disse:
— Fionna, fuck you carne?
Juro, não consegui segurar a risada, e acho que ele também não.
Fim
23 comentários - No escritório e até com meu sogrão
gracias por los palidines
besos
pd. no nos dejes esperando mucho tiempo ....
besos
🙎♂️ 🙎♂️ 🙎♂️
que buen relato ybue buen final,
me cague de la risa
mira que sos...
Fionna, yo que vos me ofendo, mal 😛 y por la ortografía no debe ser más que un pendejo que no tiene ni la menor idea de cuánto significa escribir.
Muy pero muy caliente, me puso recontra al palo.
Gracias por el aporte 😉
No, no, no, nada de ofenderse, si el es feliz pensando eso, allá él.
Acá tiene que haber libertad de pensamiento.
Besos
F.