Fala aí, galera, agora sim as coisas andaram rápido, então bora direto pra anedota.
Bom, vocês sabem que eu trabalho numa fábrica e tenho várias amigas, umas mais putas que outras, coisa que eu curto pra caralho. Nesse caso, vamos chamar essa mina de Nancy, baixinha, gordinha, moreninha e com um par de peitões que faz qualquer um ficar olhando igual um otário toda vez que ela usa decote. Ela é uma vadia infiel, adora uma pica como se tivesse anos sem transar, tem uns 3 amantes fácil. Mesmo assim, gosta de se fazer de vítima, e como bom amigo, tenho que dar razão pra ela. Em troca, ela às vezes me dá uns boquetes e mostra essa raba.
Naquele dia, ela me mandou mensagem quase 8 da noite, normal. No dia seguinte, a gente ia trabalhar cedo, mas deram folga pra gente. Começaram as mensagens: "O que cê tá fazendo?", "Como foi o turno?", até que ela puxou o assunto principal.
– Achei mensagens no celular do meu cara, e uma transferência pra um motel hoje, já que não vi ele o dia inteiro – ela disse por mensagem. Eu dando apoio, enquanto pensava que ela já tinha dado pra vários caras e só tava sendo hipócrita, mas eu amo esse tipo de putinha.
– Que tal amanhã eu te pagar umas cervejas? Não fala que a gente tá de folga e bora tomar umas? – falei, com intenções mais que claras. Ela aceitou na hora, e eu fiquei todo excitado, louco pra chegar o dia seguinte.
De manhã, às 6h, porque nesse horário a gente já devia estar trampando, fui buscá-la na entrada da fábrica. Ela tava lá, paradinha, com um suéter que deixava ver aquele decote lindo com aquele par de peitões enormes que enlouquece qualquer um que vê.
Coloquei ela na moto e fomos pro meu apê, eu curtindo aquele parzão encostado nas minhas costas, coisa que ela parecia fazer de propósito, porque de vez em quando eu sentia eles mais apertados que o normal.
Chegamos no meu apê, as cervejas foram abertas rápido: uma, outra, a conversa, as lágrimas hipócritas dela, carícias, e quando eu vi, já tinha minha mão dentro do sutiã dela, embora Nunca consegui pegar elas por completo, são enormes e pesadas, com uns mamilos marrons bem durinhos, e ela adora que peguem, belisquem e mordam. Então, assim que coloquei a mão nelas, ela começou a soltar suspiros, um atrás do outro, dizendo que amava como eu segurava os peitos dela enquanto ela me tocava o pau por cima da calça, até que ela falou de repente: "Tira ele". Não hesitei, e ela na hora se abaixou e começou a chupar que nem bezerro faminto. E, antes que eu pudesse falar qualquer coisa, ela começou a fazer um espanhol com aquele parzão. Meu pau é respeitável e mesmo assim sumia no meio daquelas delícias, passava a cabecinha do pau pelos mamilos dela e ela gemia a cada movimento. Até que ela mesma se virou e ficou de quatro no meu sofá. Não precisou dizer nada, e eu comecei a bombar sem parar. Ela estava toda molhada, então entrou de primeira, fazendo ela gritar uma vez atrás da outra, enquanto eu segurava as tetas e beliscava os mamilos dela.
Tem uma coisa que eu não tinha contado: essa puta adora ser dominada e aceita tudo. Então, sem pensar duas vezes, tirei da buceta dela e enfiei no cu de uma vez. Ela gritou, gemeu e se contorceu de dor e prazer, mas nunca disse não. Então continuei bombando até encher o cu dela de porra, coisa que ela recebeu de bom grado. Tirei o pau e a safada limpou com a língua. Curiosamente, o cu dela estava bem limpinho, ela já sabia o que ia rolar, a safada.
No final, nos vestimos e continuamos bebendo como se nada tivesse acontecido, ela de novo se fazendo de vítima e eu fingindo que me importava.
Espero que tenham gostado. Um pouco curto, mas acho que foi bem bom. Aproveitem as punhetas de vocês.
Bom, vocês sabem que eu trabalho numa fábrica e tenho várias amigas, umas mais putas que outras, coisa que eu curto pra caralho. Nesse caso, vamos chamar essa mina de Nancy, baixinha, gordinha, moreninha e com um par de peitões que faz qualquer um ficar olhando igual um otário toda vez que ela usa decote. Ela é uma vadia infiel, adora uma pica como se tivesse anos sem transar, tem uns 3 amantes fácil. Mesmo assim, gosta de se fazer de vítima, e como bom amigo, tenho que dar razão pra ela. Em troca, ela às vezes me dá uns boquetes e mostra essa raba.
Naquele dia, ela me mandou mensagem quase 8 da noite, normal. No dia seguinte, a gente ia trabalhar cedo, mas deram folga pra gente. Começaram as mensagens: "O que cê tá fazendo?", "Como foi o turno?", até que ela puxou o assunto principal.
– Achei mensagens no celular do meu cara, e uma transferência pra um motel hoje, já que não vi ele o dia inteiro – ela disse por mensagem. Eu dando apoio, enquanto pensava que ela já tinha dado pra vários caras e só tava sendo hipócrita, mas eu amo esse tipo de putinha.
– Que tal amanhã eu te pagar umas cervejas? Não fala que a gente tá de folga e bora tomar umas? – falei, com intenções mais que claras. Ela aceitou na hora, e eu fiquei todo excitado, louco pra chegar o dia seguinte.
De manhã, às 6h, porque nesse horário a gente já devia estar trampando, fui buscá-la na entrada da fábrica. Ela tava lá, paradinha, com um suéter que deixava ver aquele decote lindo com aquele par de peitões enormes que enlouquece qualquer um que vê.
Coloquei ela na moto e fomos pro meu apê, eu curtindo aquele parzão encostado nas minhas costas, coisa que ela parecia fazer de propósito, porque de vez em quando eu sentia eles mais apertados que o normal.
Chegamos no meu apê, as cervejas foram abertas rápido: uma, outra, a conversa, as lágrimas hipócritas dela, carícias, e quando eu vi, já tinha minha mão dentro do sutiã dela, embora Nunca consegui pegar elas por completo, são enormes e pesadas, com uns mamilos marrons bem durinhos, e ela adora que peguem, belisquem e mordam. Então, assim que coloquei a mão nelas, ela começou a soltar suspiros, um atrás do outro, dizendo que amava como eu segurava os peitos dela enquanto ela me tocava o pau por cima da calça, até que ela falou de repente: "Tira ele". Não hesitei, e ela na hora se abaixou e começou a chupar que nem bezerro faminto. E, antes que eu pudesse falar qualquer coisa, ela começou a fazer um espanhol com aquele parzão. Meu pau é respeitável e mesmo assim sumia no meio daquelas delícias, passava a cabecinha do pau pelos mamilos dela e ela gemia a cada movimento. Até que ela mesma se virou e ficou de quatro no meu sofá. Não precisou dizer nada, e eu comecei a bombar sem parar. Ela estava toda molhada, então entrou de primeira, fazendo ela gritar uma vez atrás da outra, enquanto eu segurava as tetas e beliscava os mamilos dela.
Tem uma coisa que eu não tinha contado: essa puta adora ser dominada e aceita tudo. Então, sem pensar duas vezes, tirei da buceta dela e enfiei no cu de uma vez. Ela gritou, gemeu e se contorceu de dor e prazer, mas nunca disse não. Então continuei bombando até encher o cu dela de porra, coisa que ela recebeu de bom grado. Tirei o pau e a safada limpou com a língua. Curiosamente, o cu dela estava bem limpinho, ela já sabia o que ia rolar, a safada.
No final, nos vestimos e continuamos bebendo como se nada tivesse acontecido, ela de novo se fazendo de vítima e eu fingindo que me importava.
Espero que tenham gostado. Um pouco curto, mas acho que foi bem bom. Aproveitem as punhetas de vocês.
0 comentários - Consolando minha amiga triste