Meu filho, meu macho

Oi, me chamo Mar. Pelo título da história já dá pra imaginar por onde vai. Tenho 45 anos, sou divorciada há 6 anos, e pra ser sincera, sou bem gostosa. Sou morena, corpo muito bom, treino duas vezes por dia, sou dona de uma academia. Sobre minha vida sexual, não posso reclamar, sou bem ativa. Mas no meu primeiro ano de separação, eu não me sentia bonita e me achava pouco atraente, tinha 39 anos. Tenho um filho 20 anos mais novo, naquela época ele tinha 19 e foi morar comigo porque ficava bem mais perto da faculdade, e também pra me ajudar, já que eu tava meio deprimida. Eu sofria de insônia e tomava remédios pra dormir que me deixavam apagada à noite. Meu filho sempre foi muito carinhoso, de abraçar e beijar muito. Nas férias, ele já tinha planos de ir pro Brasil com um amigo. A gente se dava super bem, às vezes saía pra tomar algo, jantar. Eu chegava, tomava meus remédios e dormia, não sentia nada. Passaram uns dias e eu comecei a achar algumas coisas estranhas: acordava e as coisas estavam em outros lugares, e até achei que minha cama tava manchada. Até que um dia cheguei mais cedo da academia e ele tava no quarto dele, batendo uma pra uma das minhas calcinhas. Não podia acreditar no tamanho do pau que ele tinha — não exatamente grande, mas bem reto e com a cabeça grossa. Não sei por que, mas ao ver aquilo, senti um fogo intenso e uma vontade de provar. E ali percebi que o que eu via manchado nos meus lençóis era com certeza o gozo dele, que se masturbava me olhando. Eu quase sempre durmo de fio dental e camiseta. A partir daquele momento, todas as minhas punhetas foram pensando na pica do meu filho. Acho que uma semana depois, ele disse que queria falar comigo. Eu já imaginava qualquer coisa. Ele falou que o amigo dele não podia viajar pro Brasil e perguntou se eu queria ir. Por dentro eu dizia "sim, quero", mas falei pra ele ir com algum outro amigo. Aí ele disse que queria ir comigo. Bom, eu aceitei. Uma semana depois, fomos. Lá no Brasil, no primeiro dia de praia, ele não tirava os olhos da minha buceta e dos meus peitos, e eu, quando ele saía da água, olhava como o volume dele aparecia. Naquela noite, a gente saiu. Jantar e tomar algo, chegamos no hotel e falei que ia tomar meus remédios pra dormir, mas não tomei, e deitamos cada um na sua cama, que era uma do lado da outra. Falei: "se quiser, pode ver TV, porque com os remédios não escuto nem sinto nada". Deitei de tanguinha e regata. Duas horas depois, sinto ele falar "mãe", e eu tava acordada, mas me fazendo de dormida. Senti ele tocar meu ombro e falar "mãe", e eu nada. Aí ele começou a passar a mão na minha bunda devagar. Meu coração tava batendo forte. Senti ele puxar minha calcinha e começar a acariciar minha buceta. Ficou um tempão nisso, e senti ele gozar na minha bunda. Ele me limpou e deitou. No outro dia, acordamos tarde, fomos almoçar, e eu olhava pra ele sem acreditar no que tinha rolado. Ele tava na maior, como se nada tivesse acontecido. As duas noites seguintes foi a mesma coisa, mas cada vez ele ia mais além. Chegou a encostar o pau nos meus lábios e enfiou um pouco na minha boca, e colocou os dedos na minha buceta. Na quarta noite, ele enfiou o pau na minha boca e, quando ia gozar, tirou e jogou a porra na minha cara. Sempre me limpava bem pra eu não desconfiar. Na quinta noite, me virou de barriga pra cima e me chupou. Eu tava explodindo de prazer. Quando pensei que não passava daquilo, ele abriu minhas pernas, encostou a cabeça do pau na minha buceta e, devagar, foi empurrando e começou a meter. Como eu tava molhada, não custou muito. Ele começou a se mexer devagar lá dentro, até que meteu com tudo, e escapou um gemido meu. Ele parou, e eu comecei a me mexer pra cima e pra baixo. Ele falou "mãe", e eu respondi: "não fala, só continua". Tentei não gritar, mas gemei pra caralho. Quando ele ia gozar, tirou e gozou fora. Ele tirou o pau, eu olhei e saí correndo pro banheiro. Não acreditei no que tinha rolado. O pior é que não me arrependi. Tomei banho e saí de roupão, sem nada por baixo. Ele tava deitado na cama dele, me viu, sentou e falou "mãe, eu...". Aí eu falei: "não fala nada, vou falar eu". E disse: "sabe que isso é errado, mas já foi feito". Digo, tô arrependido? Ele não me responde, eu paro, olho fixo pra ele e falo: "eu também não". Tiro o avental e digo: "você me comeu, agora eu vou te comer". Deito ele, passo a mão por cima da cueca, tiro a rola dele e já tava bem dura. Falo: "agora você é meu bebê" e beijo, chupo tudo. Ele acaricia minha cabeça, eu subo em cima dele pra fazer um 69. Eu não pensava em mais nada, só em gozar. Desde que subi em cima dele, meti tudo na minha buceta e comecei a rebolar que nem uma louca. Daqui a pouco ele fala: "vou gozar". E eu respondo: "quero tudo dentro". Sinto o corpo dele endurecer e ele jorra tudo dentro de mim. Eu continuo me mexendo, possuída, e solto um grito de prazer. Fazia tempo que não ficava tão tesuda. Tirei ele de dentro e fui chupar pra deixar bem limpinho. Deitei do lado dele e ele fala: "mãe". Eu respondo: "não fala nada" e dou um beijo gostoso. Nossas línguas brincavam na boca e sinto ele duro de novo. Sem perder tempo, começamos tudo outra vez. Ainda tínhamos mais cinco dias no Brasil. Foram cinco dias de sexo dia e noite. Não falamos sobre o assunto até voltarmos pra Buenos Aires. Falei pra ele que ninguém podia saber disso, que é nosso segredo. Já faz uns seis anos disso. Ele tem a namorada dele e eu tenho meus amigos com benefícios. Ele mora sozinho, mas toda vez que a gente se vê, a gente se diverte pra caralho. Nunca contei pra ninguém, por isso tô contando aqui. Tenho várias histórias que já me aconteceram, então aos poucos vou contando. Valeu pra quem leu isso.

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