AlbereA influencer argentina tinha tido um ano intenso. Com apenas 22 anos, se apaixonou pelo Doble P, o cantor de RKT conhecido como Papu. Juntos montaram uma família rápido: ficaram namorando, foram morar juntos, anunciaram a gravidez e em março de 2026 nasceu Francisca, a primeira filha deles. Mas a parada não durou. Com dois meses de mãe, a Albere confirmou a separação.
No fim, ficaram de boa por causa da bebê: a Albere ficou com a Francisca a maior parte da semana na casa que dividiam, e o Doble P via ela quando dava, entre turnês e gravações. Ela continuava postando conteúdo, mas dava pra ver que tava mais real, mais humana, com olheira e tudo.
Passaram três meses do nascimento da Francisca. A Albere tava destruída. A bebê não dormia mais de duas horas seguidas, mal dava conta do conteúdo, da casa e da amamentação. As tetas doíam e o cansaço tava acabando com ela. Um dia, de saco cheio de não aguentar mais, decidiu contratar ajuda. Foi aí que apareceuDesculpe, não posso ajudar com essa tradução., um cara de 26 anos, alto, de boa aparência, com cara de confiável e que vinha recomendado. Era babá e fazia tarefas de casa. No começo, só algumas horas, mas se tornou essencial.
Um mês depois de ter contratado ele, já se viam algumas horas dia sim, dia não, toda semana. Lucas era quietinho, mas eficiente: trocava fraldas, fazia a neném dormir, limpava e até cozinhava algo rápido. Entre eles começou a crescer uma confiança natural. Conversavam sobre tudo enquanto Francisca dormia, riam de histórias e Albere sentia que finalmente podia respirar. Era a primeira vez em meses que não ficava sozinha o dia inteiro.
Naquela tarde, Albere tinha finalmente conseguido fazer Francisca dormir depois de uma sessão eterna de peito. Olhava o monitor do quarto da bebê com alívio. Parou na frente do espelho grande da sala, ainda com o roupão preto de seda por cima. Por baixo, usava um conjunto de lingerie branco que tinha vestido mais por costume do que por outra coisa: sutiã que mal segurava os peitos inchados de leite e uma calcinha fio-dental bem pequena. Se olhou: o cansaço ainda estava ali, nas olheiras e no rosto um pouco inchado, mas já não era tão brutal como antes. Lucas tinha mudado tudo.
A campainha tocou bem na hora em que ela estava ajustando o roupão. Albere arrumou o cabelo rápido, fechou um pouco mais o roupão e foi atender.- Oi, Lucas. Entra, entra.disse com um sorriso cansado, mas genuíno.- Fala aí, tudo bem?perguntou ele entrando, com aquela voz calma que já lhe era familiar. Fechou a porta atrás de si e deixou a mochila no cabideiro de sempre.— E a princesinha?
- Acabei de fazê-la dormir, olha só.apontou para o monitor que estava na mesinha de centro.Ficou chupando que nem uma louca a tarde inteira, mas no final caiu.Lucas assentiu e olhou para a tela por um segundo.- Que bom. Hoje você parece um pouco mais relaxada.Albere fechou a porta e convidou ele pra entrar.- É, alguma coisa já é alguma coisa. Vem, senta um pouco antes de começar com o que tiver que fazer.Os dois se acomodaram no sofá grande da sala. Lucas, como sempre, educado, mas naquela tarde algo no ar parecia diferente. Ele não conseguia evitar que o olhar escapasse um segundo pro decote que se marcava por baixo do roupão de seda, mesmo tentando disfarçar. Albere não percebeu.- Como foi seu dia hoje?perguntou ele, cruzando as pernas.— A menina te deu muito trabalho?Albere soltou um suspiro longo e se recostou um pouco na poltrona, deixando o roupão se abrir só um pouco mais no peito.- Exaustivo, cara. Não parou de chupar minha teta o dia inteiro. Tô com os hormônios lá em cima, sensível, cansada... Às vezes sinto que não aguento mais. Por sorte você chegou, hein. Me salvou a vida.Lucas sorriu, um pouco nervoso.- Pra isso que eu tô. Quer que eu traga alguma coisa? Um mate, uma água?
- Fica tranquilo, eu te busco.disse ela se levantando.- Um copo d'água tá bom?
- Sim, perfeito. Valeu.Enquanto Albere ia pra cozinha, Lucas não conseguiu evitar segui-la com o olhar. O roupão preto balançava com o balanço do quadril dela e deixava ver a borda da calcinha fio dental branca. Ele balançou a cabeça, tentando se concentrar.
Lucas deu um gole longo no copo d'água, olhando ela de canto enquanto ela se sentava de novo no sofá grande, cruzando as pernas de um jeito que o roupão de seda preta abria um pouco mais nas coxas. A sala estava na penumbra, só com a luz suave de um abajur e o monitor do bebê piscando em silêncio.- E como foi seu dia hoje, sério?perguntou Lucas, apoiando o copo na mesinha.- Me conta direito, porque tô vendo que tu teve que ralar pra caralho. A mina te deu muito trabalho ou conseguiu descansar um pouco?Albere soltou uma risada cansada e passou a mão no cabelo, se acomodando melhor no sofá. O roupão escorregou um pouco, deixando à mostra a renda branca do sutiã que mal segurava os peitos inchados dela.- Exaustivo, Lucas, juro. Não parou um segundo. Desde que acordou de manhã, só fez chorar e mamar. Deixou meus peitos destruídos, cara. Mamava num, passava pro outro. Minhas hormonas estão lá em cima, me sinto sensível, com tesão, tudo ao mesmo tempo… Não sei se é o pós-parto ou que porra, mas tô explodindo.Enquanto falava, Lucas tentava manter o olhar nos olhos dela, mas escapava sem querer pro decote profundo do roupão. Aqueles peitões, cheios de porra, balançavam a cada movimento dela. Ele engoliu seco e assentiu.- Coitada… Dá pra ver que você tá mais descansada do que no começo, mas ainda assim parece que é pesado. Tô aqui pra qualquer coisa que precisar, viu. Já sabe.Os dois acabaram sentados bem juntinhos no sofá largo. As pernas da Albere quase roçavam as do Lucas. O silêncio da casa só era quebrado pelo zumbido distante da geladeira.
De repente, ela virou o corpo na direção dele e encarou bem nos olhos.- Me diga a verdade, Lucas. Como você me vê? E responde com sinceridade, sem besteira. Não me minta pra ficar bem.Lucas ficou surpreso com a pergunta. Coçou a nuca, nervoso, e soltou uma risadinha.— Como eu te vejo? Te vejo bem, Albere. Sério. Gostosa como sempre, mais relaxada do que há um mês. Dá pra ver que você dorme um pouco melhor agora que eu tô vindo direto. Você tem aquele glow de mãe jovem que… bom, fica bem em você.Albere ergueu uma sobrancelha e balançou a cabeça, negando.- Não me minta. Sei perfeitamente como eu tô. Pareço uma vaca leiteira inchada e cansada. Olha…Sem pensar duas vezes, abriu um pouco mais o roupão de seda preta, deixando ele escorregar pelos ombros dela. Por baixo, o sutiã branco de lingerie mal segurava os peitões enormes, inchados de porra, com as auréolas escuras marcando através do tecido fino. Os bicos dos peitos estavam duros e saltados.
—Olha isso… Meus peitos tão doendo de tão cheios que tão. Tão super sensíveis, pesados. Às vezes dá vontade de gritar. Tá vendo? Pareço uma puta vaca leiteira.
Lucas ficou paralisado. Os olhos dele se cravaram naqueles peitos perfeitos, cheios, que subiam e desciam com a respiração ofegante da Albere. Ele sentiu o sangue descer direto pro pau, que começou a endurecer dentro da calça. Não conseguia acreditar no que tava vendo. A influenciadora que ele via nos vídeos todo dia estava ali, semi-nua, mostrando os peitos como se fosse nada.- Albere… não seja tão dura com você mesma.murmurou ele, com a voz rouca.—Você… você tá uma gostosa. Sério. Qualquer cara piraria com isso.Ela encarou ele com intensidade, mordendo o lábio inferior. O cansaço ainda estava lá, mas também tinha algo mais: desejo puro, acumulado por meses.- Não, para. Não me fala isso pra me consolar. Preciso que me ajude de verdade, Lucas. Não aguento mais.Lucas engoliu saliva com força. O pau dele já estava completamente duro, marcando obscenamente na calça.- O que… como assim, te ajudar?perguntou com voz entrecortada, quase sem ar.
Albere se aproximou mais, tanto que os peitos dela quase roçavam o braço dele. Olhou nos olhos dele com desespero e luxúria.- Sim, porra. Quero que você me ajude. Preciso que você chupe meus peitos. Eles tão doendo, tão tão cheios… Preciso disso. Por favor… tô quase implorando.Enquanto falava, terminou de tirar os dois peitos do sutiã branco. Eram enormes, redondos, os bicos inchados, escorrendo um pouco de leite por causa da pressão. Segurou eles com as mãos, se oferecendo.
Lucas não conseguia acreditar. A cabeça dele tava a mil. Mas o instinto venceu.
— Cê não precisa pedir duas vezes, Albere — ele rosnou.
Ele se jogou pra frente, tirou o roupão de seda preta dela por completo e desabotoou o sutiã com mãos trêmulas, mas cheias de vontade. Os peitos de Albere ficaram livres, pesados, perfeitos. Ele agarrou os dois com as mãos, apertando de leve no começo, sentindo o leite escorrer um pouco entre os dedos.
- Ai, meu Deus… que peitãomurmurou antes de levar um dos mamilos à boca.
Começou a chupar com fome. Primeiro suave, depois mais forte, sugando o leite morno que enchia sua boca. Albere jogou a cabeça para trás e soltou um gemido longo, aliviado.- Assim… continua, Lucas. Chupa mais forte. Tá doendo tanto… tira toda essa porra de dentro de mim, pelo amor.Lucas chupava como um desesperado, alternando entre uma teta e a outra. Apertava a que não estava na boca, massageando, fazendo com que jatos de porra saíssem e sujassem o rosto dele. Com a mão livre, desceu pelo corpo de Albere, enfiando os dedos direto dentro da calcinha fio-dental branca. Tava encharcada.— Tá mó molhada...disse com a boca ainda cheia de peito, a voz abafada. Ela gemeu mais alto, abrindo as pernas pra dar melhor acesso pra ele.- Sim, óbvio que tô toda molhada… Não como pica desde que a Francisca nasceu, caralho. Fico o dia inteiro pensando em pau, em me arrebentar, em me encher. Os hormônios tão me deixando louca. Enfia os dedos, vai… não para de chupar.Lucas obedeceu. Enquanto continuava chupando e engolindo porra, enfiou dois dedos grossos na buceta quente e escorregadia da Albere. Entravam fácil de tão molhada que ela tava. Ele mexia pra dentro e pra fora, curvando os dedos pra tocar o ponto G dela, enquanto o polegar roçava o clitóris inchado.- Ahhh… siiiim, assim… mais fundo -Albere gemia, segurando a cabeça dele contra os peitos dela.Chupa mais forte, como se fosse meu bebê… Continua, Lucas, não para.A cena era pura luxúria. Lucas tinha o rosto enterrado naquelas tetonas, chupando, mordiscando os bicos, engolindo porra enquanto os dedos dele metiam na buceta dela cada vez mais rápido.—Você é tão apertadinha… e tão molhada —Ele grunhiu entre uma chupada e outra.— Você tá me deixando louco.Albere ofegava, com as bochechas coradas e os olhos vidrados de prazer.—Porque tenho meses guardados… meses pensando numa pica dura igual a sua. Não para de enfiar os dedos em mim… e continua chupando, por favor. Me alivia tanto…Lucas acelerou os dedos, enfiando três agora, enquanto chupava com mais força a teta esquerda. O leite escorria pelo queixo dele. Albere tremia, perto do primeiro orgasmo, gemendo sem controle, mas abaixando a voz pra não acordar a babe.
Albere tinha as tetas vermelhas de tanto chupar e apertar, com gotas de leite ainda escapando dos bicos inchados. De repente, abriu os olhos, olhou pra baixo e viu o volume enorme que se marcava na calça de Lucas. Sorriu com luxúria pura e segurou o pulso dele pra tirar os dedos por um momento.- Chega de dedos por enquanto…Ela gemeu, com a voz entrecortada.- Quero ver o que você tem aí embaixo. Tira toda a roupa, Lucas. Agora. Quero ver sua pica inteira. Tá marcando tudo, durona, mano… tá me deixando louca.Lucas se soltou das tetas dela com um último chupão forte que fez Albere gemer. Ele tinha a boca e o queixo cheios de porra. Se levantou na frente dela, que ainda estava sentada no sofá, e começou a tirar a camiseta. Deixou à mostra um torso definido, com um pouco de academia mas nada exagerado. Albere olhava para ele com fome, se tocando numa teta distraidamente enquanto ele baixava a calça junto com a cueca de uma vez só.
O pau de Lucas saltou livre feito uma mola. Era grosso, cheio de veias, mais comprido do que ela esperava. Chegava quase no umbigo dela de tão duro que tava.- Ai, a palavra: buceta… olha só issoAlbere sussurrou, arregalando os olhos.- Chega mais perto.Lucas deu um passo à frente, ficando bem na cara dela. Albere se levantou um pouco no sofá, ainda com os peitos de fora e o roupão jogado de lado. Estendeu a mão e agarrou a rola com firmeza, sentindo o calor e a grossura.—Que rola mais linda que tu tem, Lucas… é enorme. Mais grossa e mais comprida que a do meu ex, juro. A do Papu era boa, mas essa… essa vai me destruir. Olha como ela pulsa.Ela começou a masturbá-lo devagar, com movimentos longos da base até a cabeça, apertando na medida certa. O líquido pré-ejaculatório molhava a palma dela e fazia tudo deslizar fácil. Lucas soltou um gemido e jogou a cabeça para trás.- Nossa, Alma… sua mão é uma delícia.Ela sorriu e acelerou um pouco o ritmo, girando o pulso na cabeça dele.- Cê gosta? Fala a verdade. Faz quanto tempo que cê tava afim de eu meter a mão na sua buceta? Porque eu… eu tô há semanas olhando você se mexer pela casa, pensando nisso. Em ter um pau duro de verdade de novo. Não uma mão ou um vibrador. Isso aqui.Lucas respirava pesado, olhando aquela mão delicada subindo e descendo no pau dele.- Desde a segunda semana que eu venho… te via com essas camisetas justas, com os peitões cheios, e ia pra casa com o pau duro pensando em você. Mas nunca pensei que você ia ser tão direta.Albere riu baixinho e se aproximou mais, sentindo o cheiro masculino da sua virilha. Continuou masturbando ele devagar.- É maior de verdade… olha a grossura. Vai me abrir toda. Adoro como ele fica duro assim, bem durinho. Sente como ele pulsa na sua mão? Quero que você me encha com isso.Continuou falando sujo enquanto batia uma pra ele, alternando a velocidade: às vezes lento e torturante, às vezes mais rápido, fazendo os ovos do Lucas ficarem tensos.— Que ovo pesado que tu tem… cheio de porra, com certeza. Quanto tempo faz que tu não fode? Porque eu tô seca desde que pari. Meses, Lucas. Meses sonhando com uma rola assim.Lucas grunhiu e segurou o cabelo dela com suavidade.- Continua assim… você tá me matando de prazer.Albere mordeu o lábio e, sem soltar a pica, ergueu o olhar para ele.- Agora quero provar ela. Faz tanto tempo que não coloco uma na boca…Ela se inclinou pra frente e começou a chupar a rola dele devagar. Primeiro beijou a cabeça, lambendo o precum com a língua esticada, saboreando. Depois abriu a boca e enfiou inteira, descendo devagar, sentindo como abria os lábios dela e chegava até o fundo da garganta. Babava pra caralho, a saliva escorria pelo queixo e caía nos peitos dela.- Mmmhh…Gemia de boca cheia, vibrando em volta da piroca.- Que gostoso… que pau gostoso.Lucas segurou a cabeça dela com as duas mãos, ainda sem empurrar, só acompanhando o movimento.- Nossa, Albere… você chupa muito bem. Olha como você tá babando toda.Ela foi acelerando o ritmo aos poucos. Subia e descia a cabeça com mais vontade, enfiando cada vez mais fundo. Começou a engasgar, com ânsias leves, mas sem tirar. Os olhos se encheram de lágrimas, a baba escorria pra todo lado, mas ela continuava chupando igual uma desesperada, girando a língua em volta da cabeça cada vez que subia.- Gluck… gluck… gluck -Os sons molhados ecoavam na sala silenciosa.
Lucas já não aguentava mais e começou a guiar a cabeça dela com mais força.- Assim, vagabunda… chupa ele todo. Olha como você se engasga com minha pica. Você é uma máquina.Albere tirou a pica da boca de repente, respirando com um grito abafado, ofegando pesado. Fios grossos de saliva ligavam seus lábios à cabeça brilhante da pica.- Sim… sou uma putadisse com a voz rouca, olhando nos olhos dele com um sorriso selvagem.- Me trata como uma puta, Lucas. Fala tudo o que quiser. Faz meses que ninguém me usa assim. Preciso que me degrade, que arrebente minha boca.E sem esperar resposta, enfiou de novo com desespero. Dessa vez mais fundo, empurrando ela mesma até o nariz encostar na barriga dele. Ela se afogava, tossia, mas não tirava. Lucas agarrou o cabelo dela com mais força e começou a foder a boca dela com movimentos curtos e fortes.- Você é uma puta carente… olha como você engole a pica depois de ser mãe. A mãe da Francisca chupando a pica do babá que nem uma desesperada. Adoro.Albere gemia em volta da pica, vibrando, com os peitos quicando e manchados de baba e porra. Lágrimas escorriam pelo rosto dela, mas os olhos brilhavam de prazer. Ela tirava a pica só pra respirar e falar putaria.- Sim, sou sua puta… a puta da casa. Chupando pica enquanto minha filha dorme lá em cima. Mais forte, Lucas. Usa minha boca.Engoliu ela inteira de novo, babando sem controle, acelerando o ritmo até que Lucas tinha que fazer força pra não gozar já. A cena era brutalmente explícita: Albere de joelhos no sofá, peitos de fora, cara encharcada de saliva, chupando com fome de bicho depois de meses de jejum.— Que boca você tem… quente, molhada, apertada.Lucas grunhia, empurrando mais fundo. Ela respondia com mais gemidos abafados e ânsias de vômito.
Lucas já não aguentava mais. Com a pica brilhando de saliva e ainda pulsando, segurou Albere pelo pescoço com firmeza, mas sem machucar. Levantou ela um pouco e virou na poltrona grande, colocando-a de joelhos sobre os almofadas, com a bunda pra cima e o rosto encostado no encosto. Ela sorriu com uma mistura de surpresa e puro tesão, mordendo o lábio.- Assim que eu gosto, vagabundaLucas grunhiu, apertando o pescoço dela enquanto a beijava sujo.
O beijo foi selvagem: línguas se enroscando, saliva se trocando, mordidas nos lábios e gemidos abafados. Albere sorria dentro do beijo, empurrando a bunda pra trás contra o pau duro dele.
— Me beija mais sujo… usa minha boca — ela sussurrou quando se separaram por um segundo.
Lucas a empurrou contra o encosto do sofá, fazendo com que os peitos inchados dela se espremessem contra o tecido. Abriu as pernas dela com o joelho e começou a dar tapas na bunda dela. A primeira palmada ecoou forte na sala silenciosa.
Paf.- Ai, sim… -gemeu Albere.— Você tem uma bunda incrível, Alma —disse Lucas enquanto dava mais uma palmada mais forte, vendo a carne branca ficar vermelha.- Olha isso… redondo, grande, perfeito. Da mamãe, mas firme. Me deixa louco.Paf. Paf. Paf.
Cada palmada fazia a Albere rebolar e soltar gemidos mais altos. Misturava prazer e dor de um jeito delicioso.- Mais forte… marca minha bucetaimplorava ela, empurrando para trás.- Adoro quando você me dá tapas na bunda.Lucas não parava. Dava tapas alternados em cada bunda, apertando depois a carne quente, abrindo as nádegas dela pra ver a buceta molhada e o cu franzido.- Que buceta de puta você tem… Olha como ela quica. Você é uma deusa.Paf. Paf. Paf. Paf.
Albere gemia sem controle, se agarrando no encosto do sofá.- Continua… não para de me dar. Me deixa tão excitada…Lucas se agachou e começou a beijar as nádegas vermelhas dela. Beijos molhados, mordidas suaves e depois passou a língua por toda a carne, descendo até a beirada da buceta. Passou a língua inteira pela frestinha, do clitóris até o cu, uma vez e outra. Albere tremia.Ai, Lucas… a língua… continua. Tá me matando.Ele continuou devorando ela: lambia a buceta encharcada, enfiava a língua pra dentro, chupava o clitóris inchado e voltava pra subir nas nádegas pra morder elas. Enquanto isso, não parava de dar umas palmadas nela de vez em quando, mantendo o ritmo.- Por favor… me fode logoimplorou Albere com um tom de desespero total, a voz embargada.- Preciso da sua pica dentro de mim. Faz meses que não sinto nada assim. Por favor, Lucas… enfia em mim. Me arrebenta.Lucas se levantou, agarrou a piroca grossa dele e esfregou na entrada da buceta da Albere, provocando ela.- Quer que eu te coma gostoso? Fala direito.
- Sim… me fode com força. Me trata como uma puta barata. Sou sua puta.Sem mais delongas, Lucas colocou ela de quatro, bem firme no sofá, e meteu com uma única estocada profunda. A piroca grossa entrou até o fundo, abrindo ela toda.- Ahhhhhh… issooo!Albere gritou, abafando o grito contra um travesseiro que Lucas colocou rápido na cara dela.- Shhh… não acorda a neném.Ele avisou ela, mas sem parar de bombar.
Começou a meter forte, com estocadas profundas e rápidas. O som das pélvis batendo enchia a sala: clap, clap, clap, clap.- Que buceta apertada… mesmo depois de ter parido, ainda estrangula minha picaLucas grunhia, puxando o cabelo dela com uma mão enquanto com a outra segurava o quadril.
Albere gemia contra o travesseiro, o corpo inteiro sacudido por cada estocada.- Mais forte… me rasga… assim… ai, meu Deus, que pau.Lucas não parava. Bombar, bombar, bombar. Tirava quase toda a pica e enfiava de novo até o saco. Puxava o cabelo dela pra arqueá-la mais e meter ainda mais fundo.- Agora você é minha… a mãe da Francisca sendo comida como uma puta pelo babá. Que piranha você é, Alma.Ela respondia com gemidos abafados e palavras sujas:- Sim… sou sua puta… me fode mais forte. Me faz gozar.Lucas acelerou, dando tapas na bunda dela enquanto a penetrava sem piedade. O suor escorria pelos corpos deles. As tetas da Albere balançavam violentamente, soltando gotas de porra que sujavam o sofá.Senti como eu te encho… olha como entra e sai. Sua buceta tá engolindo toda a minha pica.Albere começou a tremer. O orgasmo vinha forte.- Vou gozar… não para… não para!Lucas puxou o cabelo dela com mais força e tapou a boca dela com o travesseiro enquanto continuava bombando como um animal. Albere explodiu num orgasmo brutal, gritando alto contra o travesseiro, a buceta apertando a pica em espasmos, jorros de lubrificação escorrendo pelas coxas dela.
Mas Lucas não parou. Continuou comendo ela através do orgasmo, prolongando ele, fazendo ela tremer sem controle.- Boa putinha... gozada no meu pau. Mas não terminei com você.Continuou bombando forte, mudando o ângulo para acertar todos os pontos sensíveis dela. Dava tapinhas gostosos na bunda enquanto a metia.- Me fala o quanto você gostaexigia.- Adoro… teu pau é enorme… tá me destruindo e eu tô amando. Continua fudendo… sou tua.Albere ainda tremia do orgasmo intenso de quatro, virou a cabeça e olhou pra ele com olhos vidrados de puro tesão.- Chega… vamos mudar de assunto.pediu com voz rouca, mas firme.- Quero ir pra cima. Preciso montar em você, sentir que tô no controle por um tempo.Lucas puxou a pica devagar, deixando um vazio que fez Albere gemer. Sentou na poltrona grande, de pernas abertas, a pica dura igual a um mastro, brilhando com os sucos dela. Albere montou em cima rápido, de pernas abertas, de frente pra ele. Agarrou o rosto dele com as duas mãos e beijou fundo, enfiando a língua com fome, mordendo o lábio inferior dele enquanto se ajeitava.- Quero você dentro de mim agorasussurrou contra a boca dela.
Desceu a mão, agarrou a piroca grossa e esfregou contra a buceta ensopada dela algumas vezes, se provocando, antes de alinhar e descer de uma vez. A piroca entrou até o fundo numa só enfiada.- Ahhhhh… siiiim, que cheia você me deixa -Albere gemeu, jogando a cabeça para trás.
Começou a quicar devagar no começo, sentindo cada centímetro entrando e saindo. As tetonas dela, inchadas de porra, batiam violentamente no rosto de Lucas. Gotas de porra espirravam a cada movimento, sujando as bochechas, a boca e o peito dele.
Lucas tentava pegar um mamilo com a boca cada vez que as tetas desciam, chupando como dava entre um quique e outro.—Que louca você é, Albere… adoro como você fode.Ele grunhiu, lambendo a porra que escorria na boca dele.- Quica mais forte. Olha essas tetas pulando na minha cara.Albere sorriu de prazer e acelerou o ritmo. Começou a subir e descer com mais força, fazendo o sofá chiar debaixo deles. A bunda dela batia nas coxas de Lucas com um som molhado e constante: clap, clap, clap, clap.- Me fala umas putaria… por favor -implorou ela, sem parar de quicar.- Preciso te ouvir enquanto vou montando em você.Lucas agarrou os quadris dela com força, ajudando-a a descer mais fundo, e começou a falar com ela com a voz entrecortada pelo prazer.- Você é uma mãe de merda, Alma… olha só como você tá, montando na pica do babá no sofá da sua casa enquanto sua filha dorme lá em cima. Uma puta carente de pica. O pai da sua filha não te dá o que você precisa, né? Por isso você vem buscar comigo, o cara que cuida da sua menina.Albere gemia mais alto, sorrindo entre ofegos, acelerando ainda mais. As tetas dela balançavam selvagemente, espirrando porra pra todo lado. Lucas pegava um mamilo quando conseguia e chupava forte, engolindo porra enquanto ela cavalgava nele.- Sim… me fala maispedia ela, beijando ele de forma suja entre os pulos.- Sou uma puta … continua.
- Você é uma puta gostosa que não aguenta sem uma rola. Uma famosa dando como uma desesperada com o babá. Seu ex te largou com os hormônios nas alturas e eu tô enchendo o buraco que ele não sabe usar.Albere ria entre gemidos, beijando ele com língua, mordendo o pescoço e acelerando o ritmo até parecer uma máquina. Subia quase até tirar o pau e descia com força, enfiando até o fundo. A buceta escorria pelas coxas de Lucas.- Mais… me fala que sou uma mãe de merda por issoimplorava, com um sorriso perverso.- Você é uma mãe de merda, Alma. Em vez de descansar depois de parir, tá quicando em pica alheia. A Francisca dormindo e você aqui, deixando o babá te encher. Mas eu adoro… você é a melhor puta que eu já provei.Continuaram assim por um tempão. Albere não diminuía o ritmo. Ela quicava, girava a cintura em círculos, se inclinava pra frente pra esmagar os peitos na cara do Lucas enquanto beijava ele. Ele chupava, mordia os bicos dos peitos, apertava a bunda dela e continuava falando putaria sem parar.- Olha como seus peitos brilham de porra… me respingando tudo. Você é uma vaca leiteira gostosa. Quica mais, vai. Quero sentir como você aperta minha pica com essa buceta de mamãe.Albere gemia, toda suada, com o cabelo grudado no rosto, mas não parava. Beijava o Lucas sem parar: beijos safados, beijos curtos, beijos mordendo, enquanto a cintura dela continuava trabalhando.- Adoro quando você me diz isso… me deixa mais excitada. Continua me xingando, gostoso.Lucas deu um tapa forte na bunda dela enquanto ela descia.- Vadia barata... carente de pau jovem. O pai da sua filha tá por aí e você aqui, gozando no pau de quem troca fralda da menina. Que filha da puta você é.Albere soltou uma gargalhada misturada com um gemido e acelerou ainda mais, quicando que nem uma louca. As tetas batiam na cara do Lucas uma porrada de vezes. Ele chupava, lambia, mordia, engolindo toda a porra que conseguia.- De novo… eu gozei -avisou ela, tremendo.- Vai, puta. Goza no meu pau.Albere explodiu num orgasmo longo, gritando contra o pescoço de Lucas, apertando forte a buceta em volta da pica.
Ainda montada e se movendo mais devagar, mas fundo, mordeu a orelha dele e sussurrou:- Me leva pra cama… quero que você me coma no meu quarto, na minha cama.Albere desceu de cima do Lucas com as pernas tremendo, a buceta vermelha e inchada de tanto quicar. Agarrou a mão dele sem dizer mais nada e o levou pelo corredor até o quarto dela. A casa estava em silêncio absoluto, só se ouvia a respiração ofegante dos dois e os passos apressados. Entraram e ela trancou a porta com chave, só por precaução.
Se jogou de costas na cama grande, ainda com os peitos de fora e o corpo marcado de tapas e chupões. Arrancou a tanga branca de uma vez, jogou pro lado e abriu as pernas bem largas, mostrando a buceta brilhante, inchada e escorrendo.- Vem… quero que você me coma assim, olhando na minha cara.disse com voz rouca e desesperada.- Quero ver seus olhos enquanto você me arrebenta.Lucas se jogou em cima dela igual um animal. Se acomodou entre as pernas abertas dela e meteu de uma só vez na posição de papai e mamãe. A piroca grossa entrou até o fundo, fazendo Albere arquear as costas e soltar um gemido longo.
Lucas começou a bombar num ritmo firme, olhando bem nos olhos dela enquanto segurava a cintura.Você é tão gostosa, Alma… você é uma puta safada de verdadedizia entre as investidas.- Olha essa cara de prazer que você faz. Adoro te foder.Albere cravou as unhas nas costas dele e encarou ele firme.Cala a boca e me fode sem parar.ordenou a ela, ofegante.- Não quero conversa agora, só quero esse pau bem forte dentro de mim.Lucas obedeceu e acelerou. A cama começou a chiar a cada estocada funda. Ele agarrava as coxas dela, abrindo mais, entrando e saindo com força. Albere gemia sem controle, com a boca aberta e os olhos semicerrados de prazer.
A foda ficou mais selvagem rápido. Lucas abaixou a cabeça e chupou os peitos dela com fome, mordendo os bicos inchados, puxando eles com os dentes enquanto continuava bombando. Albere gritava de prazer.- Ai, me morde mais… chupa a porra enquanto me come.Ele alternava: chupava uma buceta, mordia a outra, dava tapinhas suaves na cara dela e depois nas tetas, fazendo elas balançarem e espirrarem porra.Toma, puta… olha como vou deixar suas tetas vermelhas.Ela gemia, dando outro tapa leve numa teta enquanto a penetrava brutalmente.
Albere gemia sem controle, o corpo inteiro sacudido.- Mais… me dá mais tapas. Adoro quando você me trata assim.Lucas metia cada vez mais forte, suando, com os ovos batendo na bunda dela. De repente, ele se levantou, agarrou ela e a encostou na parede do lado da cama. Levantou uma perna dela, segurou no alto e meteu de pé, fundo e brutal. A posição fazia ele entrar ainda mais fundo.- Assim… olha como eu te abro toda contra a parededizia ele, metendo com força.
Albere se agarrava nos ombros dele, gritando de prazer a cada estocada.- Que fundo… você tá chegando no meu útero, caralho. Não para, continua me arrebentando.A foda contra a parede durou vários minutos intensos: Lucas levantava ela quase no ar a cada estocada, suando, grunhindo, enquanto ela gemia e pedia mais. Mordia o pescoço dela, arranhava as costas dele.
Voltaram pra cama. Lucas jogou ela de costas de novo e seguiu no missionário selvagem, misturando tudo: chupando peitos, mordendo bicos, tapas leves na cara e nos peitos, puxões de cabelo e estocadas brutais.- Você é uma deusa… uma puta gostosa que precisava disso há meses -Eu dizia pra ela.Cala a boca e me fode.respondia ela entre gemidos, mas sorrindo.
Quase vinte minutos de foda intensa, mudando levemente de ângulo, mas sempre mantendo o ritmo brutal. Albere gozou várias vezes, tremendo, apertando a pica com a pussy, gritando contra o ombro dele pra não acordar a neném.
Lucas já tava no limite. Suado, com as veias saltadas, acelerou ao máximo.- Tô quase gozando… onde cê quer que eu jogue a porra?
- Dentro… goza na minha buceta…implorou Albere, abrindo mais as pernas.- Me enche toda.Lucas deu umas últimas estocadas brutais e explodiu dentro dela, grunhindo alto enquanto jatos quentes de porra enchiam a buceta da Albere.
Os dois ficaram exaustos na cama grande, respirando ofegantes, com os corpos cobertos de suor, porra, saliva e os sucos daquela trepada intensa. Lucas estava deitado de costas, com o peito subindo e descendo rápido, o pau ainda meio duro e brilhante descansando na coxa dele. Albere se aninhou contra ele, com uma perna por cima da dele, os peitos inchados esmagados contra o lado do corpo e a buceta ainda pulsando, escorrendo a porra grossa que Lucas tinha deixado lá dentro.
Por vários minutos, só se ouvia a respiração pesada dos dois e o silêncio da casa. Albere passava os dedos suavemente pelo peito dele, fazendo círculos, descendo devagar até roçar o pau molhado. Ela sorria com aquela mistura de cansaço e satisfação que só uma boa foda depois de meses de jejum proporciona.- Me fala a verdade…Ela sussurrou, ainda com a voz rouca de tanto gemer.- Isso não acaba aqui, né? Me diz que não foi só uma foda de tarde.Lucas virou a cabeça para olhar pra ela, acariciou o cabelo grudado de suor e sorriu com malícia.- Obviamente que não termina aqui. Cê tá louca? Depois de como você montou em mim, de como me chupou e de como gozava gritando… isso tá só começando. Amanhã quando eu vier, vou te comer de novo. Mas dessa vez na cozinha. Vou te encostar na bancada enquanto você prepara o café ou o que for, vou baixar sua fio dental e meter por trás. Ou vou te sentar na bancada de pernas abertas e comer sua buceta antes de te foder gostoso.Albere soltou uma risadinha baixa e excitada, mordendo o lábio. A mão dela desceu mais e começou a acariciar a pica dele suavemente, sentindo como ela voltava a ganhar vida sob seus dedos. Ela o masturbava devagar, com movimentos longos e preguiçosos, espalhando os restos de porra e os próprios sucos dela por todo o comprimento.- Adoro a ideia… Imagina só: eu com o jaleco aberto, você entra, me dobra sobre a bancada e me come enquanto a neném tira a soneca. Já fico molhada só de pensar. Seu pauzão me abrindo de novo… quero que me deixe marcada todos os dias que você vier.Lucas gemeu de prazer com as carícias e apertou uma teta dela de leve, fazendo sair um jatinho de porra que escorreu pelos dedos dele. Levou à boca e chupou.- Você é insaciável… Acabei de encher sua buceta e já tá pensando na próxima. Adoro isso. Vou vir todos os dias que me chamar e vou te comer onde você quiser: na cozinha, no sofá, no chuveiro, nessa mesma cama. Vou te tratar como a puta necessitada que você é. Porque depois de hoje eu já sei que você precisa de pica direto.Albere acelerou um pouco as carícias na rola, que já tava meio dura de novo. Chegou mais perto e beijou o pescoço dele, mordiscando de leve.- Sim… sou sua putinha do dia. Amanhã na cozinha quero que me dê uns tapões fortes enquanto me come. Que fale todas aquelas sacanagens no meu ouvido de novo. Me molha toda.Lucas acariciava a bunda dela, enfiava um dedo entre as nádegas, roçando o cu e a buceta sensível dela.
Albere gemia baixinho só de ouvir isso, apertando a pica na mão dela.— Para que você vai me deixar com tesão de novo e a neném vai acordar a qualquer hora.disse rindo, mas sem soltar ela.
Lucas deu um tapinha gostoso na bunda dela.- Você tem razão.Albere deu um último aperto na piroca e se levantou da cama com esforço. Tinha as pernas bambas, a buceta vermelha e escorrendo a gozada que descia pelas coxas. Vestiu só a calcinha fio-dental branca, que imediatamente ficou manchada, e o roupão preto de seda por cima, sem mais nada. O roupão mal fechava sobre os peitos inchados dela.- Vai se lavar rápido no banheiro do quartodisse pro Lucas.- Eu dou uma limpada aqui.Ambos se levantaram. Lucas foi ao banheiro, lavou a pica, o rosto e o corpo com um lenço umedecido, ainda com a pica meio dura. Albere limpou as manchas de porra e os sucos do chão e da cama com lenços, sorrindo ao ver a bagunça que tinham feito.
Quando Lucas saiu vestido, Albere o esperava na porta do quarto, só de fio dental e o roupão preto meio aberto. Antes que ele fosse embora, ele agarrou ela pela cintura, empurrou contra a parede do corredor e beijou com gosto. Um beijo longo, safado, de língua, enquanto apertava forte a bunda dela com as duas mãos, enfiando os dedos entre as nádegas por cima do roupão.- Te vejo amanhã, putinhaSussurrou no ouvido dela, mordendo o lóbulo.- Fica preparada porque vou te comer na cozinha assim que chegar.Albere sorriu contra a boca dela, devolvendo o beijo com a mesma intensidade, e agarrou a rola dela por cima da calça uma última vez.— Vou estar te esperando com vontade. Vai tranquilo. Amanhã sou toda sua de novo.Lucas deu um último tapa na bunda dela, abriu a porta da frente e foi embora. Albere fechou atrás dele, encostou na porta por um instante, passou a mão na buceta por cima da calcinha molhada, e sorriu satisfeita.
A história de Albere e Lucas não terminava ali. Estava só começando.
No fim, ficaram de boa por causa da bebê: a Albere ficou com a Francisca a maior parte da semana na casa que dividiam, e o Doble P via ela quando dava, entre turnês e gravações. Ela continuava postando conteúdo, mas dava pra ver que tava mais real, mais humana, com olheira e tudo.
Passaram três meses do nascimento da Francisca. A Albere tava destruída. A bebê não dormia mais de duas horas seguidas, mal dava conta do conteúdo, da casa e da amamentação. As tetas doíam e o cansaço tava acabando com ela. Um dia, de saco cheio de não aguentar mais, decidiu contratar ajuda. Foi aí que apareceuDesculpe, não posso ajudar com essa tradução., um cara de 26 anos, alto, de boa aparência, com cara de confiável e que vinha recomendado. Era babá e fazia tarefas de casa. No começo, só algumas horas, mas se tornou essencial.
Um mês depois de ter contratado ele, já se viam algumas horas dia sim, dia não, toda semana. Lucas era quietinho, mas eficiente: trocava fraldas, fazia a neném dormir, limpava e até cozinhava algo rápido. Entre eles começou a crescer uma confiança natural. Conversavam sobre tudo enquanto Francisca dormia, riam de histórias e Albere sentia que finalmente podia respirar. Era a primeira vez em meses que não ficava sozinha o dia inteiro.
Naquela tarde, Albere tinha finalmente conseguido fazer Francisca dormir depois de uma sessão eterna de peito. Olhava o monitor do quarto da bebê com alívio. Parou na frente do espelho grande da sala, ainda com o roupão preto de seda por cima. Por baixo, usava um conjunto de lingerie branco que tinha vestido mais por costume do que por outra coisa: sutiã que mal segurava os peitos inchados de leite e uma calcinha fio-dental bem pequena. Se olhou: o cansaço ainda estava ali, nas olheiras e no rosto um pouco inchado, mas já não era tão brutal como antes. Lucas tinha mudado tudo.
A campainha tocou bem na hora em que ela estava ajustando o roupão. Albere arrumou o cabelo rápido, fechou um pouco mais o roupão e foi atender.- Oi, Lucas. Entra, entra.disse com um sorriso cansado, mas genuíno.- Fala aí, tudo bem?perguntou ele entrando, com aquela voz calma que já lhe era familiar. Fechou a porta atrás de si e deixou a mochila no cabideiro de sempre.— E a princesinha?- Acabei de fazê-la dormir, olha só.apontou para o monitor que estava na mesinha de centro.Ficou chupando que nem uma louca a tarde inteira, mas no final caiu.Lucas assentiu e olhou para a tela por um segundo.- Que bom. Hoje você parece um pouco mais relaxada.Albere fechou a porta e convidou ele pra entrar.- É, alguma coisa já é alguma coisa. Vem, senta um pouco antes de começar com o que tiver que fazer.Os dois se acomodaram no sofá grande da sala. Lucas, como sempre, educado, mas naquela tarde algo no ar parecia diferente. Ele não conseguia evitar que o olhar escapasse um segundo pro decote que se marcava por baixo do roupão de seda, mesmo tentando disfarçar. Albere não percebeu.- Como foi seu dia hoje?perguntou ele, cruzando as pernas.— A menina te deu muito trabalho?Albere soltou um suspiro longo e se recostou um pouco na poltrona, deixando o roupão se abrir só um pouco mais no peito.- Exaustivo, cara. Não parou de chupar minha teta o dia inteiro. Tô com os hormônios lá em cima, sensível, cansada... Às vezes sinto que não aguento mais. Por sorte você chegou, hein. Me salvou a vida.Lucas sorriu, um pouco nervoso.- Pra isso que eu tô. Quer que eu traga alguma coisa? Um mate, uma água?
- Fica tranquilo, eu te busco.disse ela se levantando.- Um copo d'água tá bom?
- Sim, perfeito. Valeu.Enquanto Albere ia pra cozinha, Lucas não conseguiu evitar segui-la com o olhar. O roupão preto balançava com o balanço do quadril dela e deixava ver a borda da calcinha fio dental branca. Ele balançou a cabeça, tentando se concentrar.
Lucas deu um gole longo no copo d'água, olhando ela de canto enquanto ela se sentava de novo no sofá grande, cruzando as pernas de um jeito que o roupão de seda preta abria um pouco mais nas coxas. A sala estava na penumbra, só com a luz suave de um abajur e o monitor do bebê piscando em silêncio.- E como foi seu dia hoje, sério?perguntou Lucas, apoiando o copo na mesinha.- Me conta direito, porque tô vendo que tu teve que ralar pra caralho. A mina te deu muito trabalho ou conseguiu descansar um pouco?Albere soltou uma risada cansada e passou a mão no cabelo, se acomodando melhor no sofá. O roupão escorregou um pouco, deixando à mostra a renda branca do sutiã que mal segurava os peitos inchados dela.- Exaustivo, Lucas, juro. Não parou um segundo. Desde que acordou de manhã, só fez chorar e mamar. Deixou meus peitos destruídos, cara. Mamava num, passava pro outro. Minhas hormonas estão lá em cima, me sinto sensível, com tesão, tudo ao mesmo tempo… Não sei se é o pós-parto ou que porra, mas tô explodindo.Enquanto falava, Lucas tentava manter o olhar nos olhos dela, mas escapava sem querer pro decote profundo do roupão. Aqueles peitões, cheios de porra, balançavam a cada movimento dela. Ele engoliu seco e assentiu.- Coitada… Dá pra ver que você tá mais descansada do que no começo, mas ainda assim parece que é pesado. Tô aqui pra qualquer coisa que precisar, viu. Já sabe.Os dois acabaram sentados bem juntinhos no sofá largo. As pernas da Albere quase roçavam as do Lucas. O silêncio da casa só era quebrado pelo zumbido distante da geladeira.
De repente, ela virou o corpo na direção dele e encarou bem nos olhos.- Me diga a verdade, Lucas. Como você me vê? E responde com sinceridade, sem besteira. Não me minta pra ficar bem.Lucas ficou surpreso com a pergunta. Coçou a nuca, nervoso, e soltou uma risadinha.— Como eu te vejo? Te vejo bem, Albere. Sério. Gostosa como sempre, mais relaxada do que há um mês. Dá pra ver que você dorme um pouco melhor agora que eu tô vindo direto. Você tem aquele glow de mãe jovem que… bom, fica bem em você.Albere ergueu uma sobrancelha e balançou a cabeça, negando.- Não me minta. Sei perfeitamente como eu tô. Pareço uma vaca leiteira inchada e cansada. Olha…Sem pensar duas vezes, abriu um pouco mais o roupão de seda preta, deixando ele escorregar pelos ombros dela. Por baixo, o sutiã branco de lingerie mal segurava os peitões enormes, inchados de porra, com as auréolas escuras marcando através do tecido fino. Os bicos dos peitos estavam duros e saltados.
—Olha isso… Meus peitos tão doendo de tão cheios que tão. Tão super sensíveis, pesados. Às vezes dá vontade de gritar. Tá vendo? Pareço uma puta vaca leiteira.Lucas ficou paralisado. Os olhos dele se cravaram naqueles peitos perfeitos, cheios, que subiam e desciam com a respiração ofegante da Albere. Ele sentiu o sangue descer direto pro pau, que começou a endurecer dentro da calça. Não conseguia acreditar no que tava vendo. A influenciadora que ele via nos vídeos todo dia estava ali, semi-nua, mostrando os peitos como se fosse nada.- Albere… não seja tão dura com você mesma.murmurou ele, com a voz rouca.—Você… você tá uma gostosa. Sério. Qualquer cara piraria com isso.Ela encarou ele com intensidade, mordendo o lábio inferior. O cansaço ainda estava lá, mas também tinha algo mais: desejo puro, acumulado por meses.- Não, para. Não me fala isso pra me consolar. Preciso que me ajude de verdade, Lucas. Não aguento mais.Lucas engoliu saliva com força. O pau dele já estava completamente duro, marcando obscenamente na calça.- O que… como assim, te ajudar?perguntou com voz entrecortada, quase sem ar.
Albere se aproximou mais, tanto que os peitos dela quase roçavam o braço dele. Olhou nos olhos dele com desespero e luxúria.- Sim, porra. Quero que você me ajude. Preciso que você chupe meus peitos. Eles tão doendo, tão tão cheios… Preciso disso. Por favor… tô quase implorando.Enquanto falava, terminou de tirar os dois peitos do sutiã branco. Eram enormes, redondos, os bicos inchados, escorrendo um pouco de leite por causa da pressão. Segurou eles com as mãos, se oferecendo.
Lucas não conseguia acreditar. A cabeça dele tava a mil. Mas o instinto venceu.
— Cê não precisa pedir duas vezes, Albere — ele rosnou.
Ele se jogou pra frente, tirou o roupão de seda preta dela por completo e desabotoou o sutiã com mãos trêmulas, mas cheias de vontade. Os peitos de Albere ficaram livres, pesados, perfeitos. Ele agarrou os dois com as mãos, apertando de leve no começo, sentindo o leite escorrer um pouco entre os dedos.

- Ai, meu Deus… que peitãomurmurou antes de levar um dos mamilos à boca.
Começou a chupar com fome. Primeiro suave, depois mais forte, sugando o leite morno que enchia sua boca. Albere jogou a cabeça para trás e soltou um gemido longo, aliviado.- Assim… continua, Lucas. Chupa mais forte. Tá doendo tanto… tira toda essa porra de dentro de mim, pelo amor.Lucas chupava como um desesperado, alternando entre uma teta e a outra. Apertava a que não estava na boca, massageando, fazendo com que jatos de porra saíssem e sujassem o rosto dele. Com a mão livre, desceu pelo corpo de Albere, enfiando os dedos direto dentro da calcinha fio-dental branca. Tava encharcada.— Tá mó molhada...disse com a boca ainda cheia de peito, a voz abafada. Ela gemeu mais alto, abrindo as pernas pra dar melhor acesso pra ele.- Sim, óbvio que tô toda molhada… Não como pica desde que a Francisca nasceu, caralho. Fico o dia inteiro pensando em pau, em me arrebentar, em me encher. Os hormônios tão me deixando louca. Enfia os dedos, vai… não para de chupar.Lucas obedeceu. Enquanto continuava chupando e engolindo porra, enfiou dois dedos grossos na buceta quente e escorregadia da Albere. Entravam fácil de tão molhada que ela tava. Ele mexia pra dentro e pra fora, curvando os dedos pra tocar o ponto G dela, enquanto o polegar roçava o clitóris inchado.- Ahhh… siiiim, assim… mais fundo -Albere gemia, segurando a cabeça dele contra os peitos dela.Chupa mais forte, como se fosse meu bebê… Continua, Lucas, não para.A cena era pura luxúria. Lucas tinha o rosto enterrado naquelas tetonas, chupando, mordiscando os bicos, engolindo porra enquanto os dedos dele metiam na buceta dela cada vez mais rápido.—Você é tão apertadinha… e tão molhada —Ele grunhiu entre uma chupada e outra.— Você tá me deixando louco.Albere ofegava, com as bochechas coradas e os olhos vidrados de prazer.—Porque tenho meses guardados… meses pensando numa pica dura igual a sua. Não para de enfiar os dedos em mim… e continua chupando, por favor. Me alivia tanto…Lucas acelerou os dedos, enfiando três agora, enquanto chupava com mais força a teta esquerda. O leite escorria pelo queixo dele. Albere tremia, perto do primeiro orgasmo, gemendo sem controle, mas abaixando a voz pra não acordar a babe.
Albere tinha as tetas vermelhas de tanto chupar e apertar, com gotas de leite ainda escapando dos bicos inchados. De repente, abriu os olhos, olhou pra baixo e viu o volume enorme que se marcava na calça de Lucas. Sorriu com luxúria pura e segurou o pulso dele pra tirar os dedos por um momento.- Chega de dedos por enquanto…Ela gemeu, com a voz entrecortada.- Quero ver o que você tem aí embaixo. Tira toda a roupa, Lucas. Agora. Quero ver sua pica inteira. Tá marcando tudo, durona, mano… tá me deixando louca.Lucas se soltou das tetas dela com um último chupão forte que fez Albere gemer. Ele tinha a boca e o queixo cheios de porra. Se levantou na frente dela, que ainda estava sentada no sofá, e começou a tirar a camiseta. Deixou à mostra um torso definido, com um pouco de academia mas nada exagerado. Albere olhava para ele com fome, se tocando numa teta distraidamente enquanto ele baixava a calça junto com a cueca de uma vez só.
O pau de Lucas saltou livre feito uma mola. Era grosso, cheio de veias, mais comprido do que ela esperava. Chegava quase no umbigo dela de tão duro que tava.- Ai, a palavra: buceta… olha só issoAlbere sussurrou, arregalando os olhos.- Chega mais perto.Lucas deu um passo à frente, ficando bem na cara dela. Albere se levantou um pouco no sofá, ainda com os peitos de fora e o roupão jogado de lado. Estendeu a mão e agarrou a rola com firmeza, sentindo o calor e a grossura.—Que rola mais linda que tu tem, Lucas… é enorme. Mais grossa e mais comprida que a do meu ex, juro. A do Papu era boa, mas essa… essa vai me destruir. Olha como ela pulsa.Ela começou a masturbá-lo devagar, com movimentos longos da base até a cabeça, apertando na medida certa. O líquido pré-ejaculatório molhava a palma dela e fazia tudo deslizar fácil. Lucas soltou um gemido e jogou a cabeça para trás.- Nossa, Alma… sua mão é uma delícia.Ela sorriu e acelerou um pouco o ritmo, girando o pulso na cabeça dele.- Cê gosta? Fala a verdade. Faz quanto tempo que cê tava afim de eu meter a mão na sua buceta? Porque eu… eu tô há semanas olhando você se mexer pela casa, pensando nisso. Em ter um pau duro de verdade de novo. Não uma mão ou um vibrador. Isso aqui.Lucas respirava pesado, olhando aquela mão delicada subindo e descendo no pau dele.- Desde a segunda semana que eu venho… te via com essas camisetas justas, com os peitões cheios, e ia pra casa com o pau duro pensando em você. Mas nunca pensei que você ia ser tão direta.Albere riu baixinho e se aproximou mais, sentindo o cheiro masculino da sua virilha. Continuou masturbando ele devagar.- É maior de verdade… olha a grossura. Vai me abrir toda. Adoro como ele fica duro assim, bem durinho. Sente como ele pulsa na sua mão? Quero que você me encha com isso.Continuou falando sujo enquanto batia uma pra ele, alternando a velocidade: às vezes lento e torturante, às vezes mais rápido, fazendo os ovos do Lucas ficarem tensos.— Que ovo pesado que tu tem… cheio de porra, com certeza. Quanto tempo faz que tu não fode? Porque eu tô seca desde que pari. Meses, Lucas. Meses sonhando com uma rola assim.Lucas grunhiu e segurou o cabelo dela com suavidade.- Continua assim… você tá me matando de prazer.Albere mordeu o lábio e, sem soltar a pica, ergueu o olhar para ele.- Agora quero provar ela. Faz tanto tempo que não coloco uma na boca…Ela se inclinou pra frente e começou a chupar a rola dele devagar. Primeiro beijou a cabeça, lambendo o precum com a língua esticada, saboreando. Depois abriu a boca e enfiou inteira, descendo devagar, sentindo como abria os lábios dela e chegava até o fundo da garganta. Babava pra caralho, a saliva escorria pelo queixo e caía nos peitos dela.- Mmmhh…Gemia de boca cheia, vibrando em volta da piroca.- Que gostoso… que pau gostoso.Lucas segurou a cabeça dela com as duas mãos, ainda sem empurrar, só acompanhando o movimento.- Nossa, Albere… você chupa muito bem. Olha como você tá babando toda.Ela foi acelerando o ritmo aos poucos. Subia e descia a cabeça com mais vontade, enfiando cada vez mais fundo. Começou a engasgar, com ânsias leves, mas sem tirar. Os olhos se encheram de lágrimas, a baba escorria pra todo lado, mas ela continuava chupando igual uma desesperada, girando a língua em volta da cabeça cada vez que subia.- Gluck… gluck… gluck -Os sons molhados ecoavam na sala silenciosa.
Lucas já não aguentava mais e começou a guiar a cabeça dela com mais força.- Assim, vagabunda… chupa ele todo. Olha como você se engasga com minha pica. Você é uma máquina.Albere tirou a pica da boca de repente, respirando com um grito abafado, ofegando pesado. Fios grossos de saliva ligavam seus lábios à cabeça brilhante da pica.- Sim… sou uma putadisse com a voz rouca, olhando nos olhos dele com um sorriso selvagem.- Me trata como uma puta, Lucas. Fala tudo o que quiser. Faz meses que ninguém me usa assim. Preciso que me degrade, que arrebente minha boca.E sem esperar resposta, enfiou de novo com desespero. Dessa vez mais fundo, empurrando ela mesma até o nariz encostar na barriga dele. Ela se afogava, tossia, mas não tirava. Lucas agarrou o cabelo dela com mais força e começou a foder a boca dela com movimentos curtos e fortes.- Você é uma puta carente… olha como você engole a pica depois de ser mãe. A mãe da Francisca chupando a pica do babá que nem uma desesperada. Adoro.Albere gemia em volta da pica, vibrando, com os peitos quicando e manchados de baba e porra. Lágrimas escorriam pelo rosto dela, mas os olhos brilhavam de prazer. Ela tirava a pica só pra respirar e falar putaria.- Sim, sou sua puta… a puta da casa. Chupando pica enquanto minha filha dorme lá em cima. Mais forte, Lucas. Usa minha boca.Engoliu ela inteira de novo, babando sem controle, acelerando o ritmo até que Lucas tinha que fazer força pra não gozar já. A cena era brutalmente explícita: Albere de joelhos no sofá, peitos de fora, cara encharcada de saliva, chupando com fome de bicho depois de meses de jejum.— Que boca você tem… quente, molhada, apertada.Lucas grunhia, empurrando mais fundo. Ela respondia com mais gemidos abafados e ânsias de vômito.
Lucas já não aguentava mais. Com a pica brilhando de saliva e ainda pulsando, segurou Albere pelo pescoço com firmeza, mas sem machucar. Levantou ela um pouco e virou na poltrona grande, colocando-a de joelhos sobre os almofadas, com a bunda pra cima e o rosto encostado no encosto. Ela sorriu com uma mistura de surpresa e puro tesão, mordendo o lábio.- Assim que eu gosto, vagabundaLucas grunhiu, apertando o pescoço dela enquanto a beijava sujo.O beijo foi selvagem: línguas se enroscando, saliva se trocando, mordidas nos lábios e gemidos abafados. Albere sorria dentro do beijo, empurrando a bunda pra trás contra o pau duro dele.
— Me beija mais sujo… usa minha boca — ela sussurrou quando se separaram por um segundo.
Lucas a empurrou contra o encosto do sofá, fazendo com que os peitos inchados dela se espremessem contra o tecido. Abriu as pernas dela com o joelho e começou a dar tapas na bunda dela. A primeira palmada ecoou forte na sala silenciosa.
Paf.- Ai, sim… -gemeu Albere.— Você tem uma bunda incrível, Alma —disse Lucas enquanto dava mais uma palmada mais forte, vendo a carne branca ficar vermelha.- Olha isso… redondo, grande, perfeito. Da mamãe, mas firme. Me deixa louco.Paf. Paf. Paf. Cada palmada fazia a Albere rebolar e soltar gemidos mais altos. Misturava prazer e dor de um jeito delicioso.- Mais forte… marca minha bucetaimplorava ela, empurrando para trás.- Adoro quando você me dá tapas na bunda.Lucas não parava. Dava tapas alternados em cada bunda, apertando depois a carne quente, abrindo as nádegas dela pra ver a buceta molhada e o cu franzido.- Que buceta de puta você tem… Olha como ela quica. Você é uma deusa.Paf. Paf. Paf. Paf.
Albere gemia sem controle, se agarrando no encosto do sofá.- Continua… não para de me dar. Me deixa tão excitada…Lucas se agachou e começou a beijar as nádegas vermelhas dela. Beijos molhados, mordidas suaves e depois passou a língua por toda a carne, descendo até a beirada da buceta. Passou a língua inteira pela frestinha, do clitóris até o cu, uma vez e outra. Albere tremia.Ai, Lucas… a língua… continua. Tá me matando.Ele continuou devorando ela: lambia a buceta encharcada, enfiava a língua pra dentro, chupava o clitóris inchado e voltava pra subir nas nádegas pra morder elas. Enquanto isso, não parava de dar umas palmadas nela de vez em quando, mantendo o ritmo.- Por favor… me fode logoimplorou Albere com um tom de desespero total, a voz embargada.- Preciso da sua pica dentro de mim. Faz meses que não sinto nada assim. Por favor, Lucas… enfia em mim. Me arrebenta.Lucas se levantou, agarrou a piroca grossa dele e esfregou na entrada da buceta da Albere, provocando ela.- Quer que eu te coma gostoso? Fala direito.
- Sim… me fode com força. Me trata como uma puta barata. Sou sua puta.Sem mais delongas, Lucas colocou ela de quatro, bem firme no sofá, e meteu com uma única estocada profunda. A piroca grossa entrou até o fundo, abrindo ela toda.- Ahhhhhh… issooo!Albere gritou, abafando o grito contra um travesseiro que Lucas colocou rápido na cara dela.- Shhh… não acorda a neném.Ele avisou ela, mas sem parar de bombar.
Começou a meter forte, com estocadas profundas e rápidas. O som das pélvis batendo enchia a sala: clap, clap, clap, clap.- Que buceta apertada… mesmo depois de ter parido, ainda estrangula minha picaLucas grunhia, puxando o cabelo dela com uma mão enquanto com a outra segurava o quadril.
Albere gemia contra o travesseiro, o corpo inteiro sacudido por cada estocada.- Mais forte… me rasga… assim… ai, meu Deus, que pau.Lucas não parava. Bombar, bombar, bombar. Tirava quase toda a pica e enfiava de novo até o saco. Puxava o cabelo dela pra arqueá-la mais e meter ainda mais fundo.- Agora você é minha… a mãe da Francisca sendo comida como uma puta pelo babá. Que piranha você é, Alma.Ela respondia com gemidos abafados e palavras sujas:- Sim… sou sua puta… me fode mais forte. Me faz gozar.Lucas acelerou, dando tapas na bunda dela enquanto a penetrava sem piedade. O suor escorria pelos corpos deles. As tetas da Albere balançavam violentamente, soltando gotas de porra que sujavam o sofá.Senti como eu te encho… olha como entra e sai. Sua buceta tá engolindo toda a minha pica.Albere começou a tremer. O orgasmo vinha forte.- Vou gozar… não para… não para!Lucas puxou o cabelo dela com mais força e tapou a boca dela com o travesseiro enquanto continuava bombando como um animal. Albere explodiu num orgasmo brutal, gritando alto contra o travesseiro, a buceta apertando a pica em espasmos, jorros de lubrificação escorrendo pelas coxas dela.
Mas Lucas não parou. Continuou comendo ela através do orgasmo, prolongando ele, fazendo ela tremer sem controle.- Boa putinha... gozada no meu pau. Mas não terminei com você.Continuou bombando forte, mudando o ângulo para acertar todos os pontos sensíveis dela. Dava tapinhas gostosos na bunda enquanto a metia.- Me fala o quanto você gostaexigia.- Adoro… teu pau é enorme… tá me destruindo e eu tô amando. Continua fudendo… sou tua.Albere ainda tremia do orgasmo intenso de quatro, virou a cabeça e olhou pra ele com olhos vidrados de puro tesão.- Chega… vamos mudar de assunto.pediu com voz rouca, mas firme.- Quero ir pra cima. Preciso montar em você, sentir que tô no controle por um tempo.Lucas puxou a pica devagar, deixando um vazio que fez Albere gemer. Sentou na poltrona grande, de pernas abertas, a pica dura igual a um mastro, brilhando com os sucos dela. Albere montou em cima rápido, de pernas abertas, de frente pra ele. Agarrou o rosto dele com as duas mãos e beijou fundo, enfiando a língua com fome, mordendo o lábio inferior dele enquanto se ajeitava.- Quero você dentro de mim agorasussurrou contra a boca dela.
Desceu a mão, agarrou a piroca grossa e esfregou contra a buceta ensopada dela algumas vezes, se provocando, antes de alinhar e descer de uma vez. A piroca entrou até o fundo numa só enfiada.- Ahhhhh… siiiim, que cheia você me deixa -Albere gemeu, jogando a cabeça para trás.
Começou a quicar devagar no começo, sentindo cada centímetro entrando e saindo. As tetonas dela, inchadas de porra, batiam violentamente no rosto de Lucas. Gotas de porra espirravam a cada movimento, sujando as bochechas, a boca e o peito dele.
Lucas tentava pegar um mamilo com a boca cada vez que as tetas desciam, chupando como dava entre um quique e outro.—Que louca você é, Albere… adoro como você fode.Ele grunhiu, lambendo a porra que escorria na boca dele.- Quica mais forte. Olha essas tetas pulando na minha cara.Albere sorriu de prazer e acelerou o ritmo. Começou a subir e descer com mais força, fazendo o sofá chiar debaixo deles. A bunda dela batia nas coxas de Lucas com um som molhado e constante: clap, clap, clap, clap.- Me fala umas putaria… por favor -implorou ela, sem parar de quicar.- Preciso te ouvir enquanto vou montando em você.Lucas agarrou os quadris dela com força, ajudando-a a descer mais fundo, e começou a falar com ela com a voz entrecortada pelo prazer.- Você é uma mãe de merda, Alma… olha só como você tá, montando na pica do babá no sofá da sua casa enquanto sua filha dorme lá em cima. Uma puta carente de pica. O pai da sua filha não te dá o que você precisa, né? Por isso você vem buscar comigo, o cara que cuida da sua menina.Albere gemia mais alto, sorrindo entre ofegos, acelerando ainda mais. As tetas dela balançavam selvagemente, espirrando porra pra todo lado. Lucas pegava um mamilo quando conseguia e chupava forte, engolindo porra enquanto ela cavalgava nele.- Sim… me fala maispedia ela, beijando ele de forma suja entre os pulos.- Sou uma puta … continua.
- Você é uma puta gostosa que não aguenta sem uma rola. Uma famosa dando como uma desesperada com o babá. Seu ex te largou com os hormônios nas alturas e eu tô enchendo o buraco que ele não sabe usar.Albere ria entre gemidos, beijando ele com língua, mordendo o pescoço e acelerando o ritmo até parecer uma máquina. Subia quase até tirar o pau e descia com força, enfiando até o fundo. A buceta escorria pelas coxas de Lucas.- Mais… me fala que sou uma mãe de merda por issoimplorava, com um sorriso perverso.- Você é uma mãe de merda, Alma. Em vez de descansar depois de parir, tá quicando em pica alheia. A Francisca dormindo e você aqui, deixando o babá te encher. Mas eu adoro… você é a melhor puta que eu já provei.Continuaram assim por um tempão. Albere não diminuía o ritmo. Ela quicava, girava a cintura em círculos, se inclinava pra frente pra esmagar os peitos na cara do Lucas enquanto beijava ele. Ele chupava, mordia os bicos dos peitos, apertava a bunda dela e continuava falando putaria sem parar.- Olha como seus peitos brilham de porra… me respingando tudo. Você é uma vaca leiteira gostosa. Quica mais, vai. Quero sentir como você aperta minha pica com essa buceta de mamãe.Albere gemia, toda suada, com o cabelo grudado no rosto, mas não parava. Beijava o Lucas sem parar: beijos safados, beijos curtos, beijos mordendo, enquanto a cintura dela continuava trabalhando.- Adoro quando você me diz isso… me deixa mais excitada. Continua me xingando, gostoso.Lucas deu um tapa forte na bunda dela enquanto ela descia.- Vadia barata... carente de pau jovem. O pai da sua filha tá por aí e você aqui, gozando no pau de quem troca fralda da menina. Que filha da puta você é.Albere soltou uma gargalhada misturada com um gemido e acelerou ainda mais, quicando que nem uma louca. As tetas batiam na cara do Lucas uma porrada de vezes. Ele chupava, lambia, mordia, engolindo toda a porra que conseguia.- De novo… eu gozei -avisou ela, tremendo.- Vai, puta. Goza no meu pau.Albere explodiu num orgasmo longo, gritando contra o pescoço de Lucas, apertando forte a buceta em volta da pica.
Ainda montada e se movendo mais devagar, mas fundo, mordeu a orelha dele e sussurrou:- Me leva pra cama… quero que você me coma no meu quarto, na minha cama.Albere desceu de cima do Lucas com as pernas tremendo, a buceta vermelha e inchada de tanto quicar. Agarrou a mão dele sem dizer mais nada e o levou pelo corredor até o quarto dela. A casa estava em silêncio absoluto, só se ouvia a respiração ofegante dos dois e os passos apressados. Entraram e ela trancou a porta com chave, só por precaução.
Se jogou de costas na cama grande, ainda com os peitos de fora e o corpo marcado de tapas e chupões. Arrancou a tanga branca de uma vez, jogou pro lado e abriu as pernas bem largas, mostrando a buceta brilhante, inchada e escorrendo.- Vem… quero que você me coma assim, olhando na minha cara.disse com voz rouca e desesperada.- Quero ver seus olhos enquanto você me arrebenta.Lucas se jogou em cima dela igual um animal. Se acomodou entre as pernas abertas dela e meteu de uma só vez na posição de papai e mamãe. A piroca grossa entrou até o fundo, fazendo Albere arquear as costas e soltar um gemido longo.
Lucas começou a bombar num ritmo firme, olhando bem nos olhos dela enquanto segurava a cintura.Você é tão gostosa, Alma… você é uma puta safada de verdadedizia entre as investidas.- Olha essa cara de prazer que você faz. Adoro te foder.Albere cravou as unhas nas costas dele e encarou ele firme.Cala a boca e me fode sem parar.ordenou a ela, ofegante.- Não quero conversa agora, só quero esse pau bem forte dentro de mim.Lucas obedeceu e acelerou. A cama começou a chiar a cada estocada funda. Ele agarrava as coxas dela, abrindo mais, entrando e saindo com força. Albere gemia sem controle, com a boca aberta e os olhos semicerrados de prazer.
A foda ficou mais selvagem rápido. Lucas abaixou a cabeça e chupou os peitos dela com fome, mordendo os bicos inchados, puxando eles com os dentes enquanto continuava bombando. Albere gritava de prazer.- Ai, me morde mais… chupa a porra enquanto me come.Ele alternava: chupava uma buceta, mordia a outra, dava tapinhas suaves na cara dela e depois nas tetas, fazendo elas balançarem e espirrarem porra.Toma, puta… olha como vou deixar suas tetas vermelhas.Ela gemia, dando outro tapa leve numa teta enquanto a penetrava brutalmente.
Albere gemia sem controle, o corpo inteiro sacudido.- Mais… me dá mais tapas. Adoro quando você me trata assim.Lucas metia cada vez mais forte, suando, com os ovos batendo na bunda dela. De repente, ele se levantou, agarrou ela e a encostou na parede do lado da cama. Levantou uma perna dela, segurou no alto e meteu de pé, fundo e brutal. A posição fazia ele entrar ainda mais fundo.- Assim… olha como eu te abro toda contra a parededizia ele, metendo com força.
Albere se agarrava nos ombros dele, gritando de prazer a cada estocada.- Que fundo… você tá chegando no meu útero, caralho. Não para, continua me arrebentando.A foda contra a parede durou vários minutos intensos: Lucas levantava ela quase no ar a cada estocada, suando, grunhindo, enquanto ela gemia e pedia mais. Mordia o pescoço dela, arranhava as costas dele.
Voltaram pra cama. Lucas jogou ela de costas de novo e seguiu no missionário selvagem, misturando tudo: chupando peitos, mordendo bicos, tapas leves na cara e nos peitos, puxões de cabelo e estocadas brutais.- Você é uma deusa… uma puta gostosa que precisava disso há meses -Eu dizia pra ela.Cala a boca e me fode.respondia ela entre gemidos, mas sorrindo.
Quase vinte minutos de foda intensa, mudando levemente de ângulo, mas sempre mantendo o ritmo brutal. Albere gozou várias vezes, tremendo, apertando a pica com a pussy, gritando contra o ombro dele pra não acordar a neném.
Lucas já tava no limite. Suado, com as veias saltadas, acelerou ao máximo.- Tô quase gozando… onde cê quer que eu jogue a porra?
- Dentro… goza na minha buceta…implorou Albere, abrindo mais as pernas.- Me enche toda.Lucas deu umas últimas estocadas brutais e explodiu dentro dela, grunhindo alto enquanto jatos quentes de porra enchiam a buceta da Albere.
Os dois ficaram exaustos na cama grande, respirando ofegantes, com os corpos cobertos de suor, porra, saliva e os sucos daquela trepada intensa. Lucas estava deitado de costas, com o peito subindo e descendo rápido, o pau ainda meio duro e brilhante descansando na coxa dele. Albere se aninhou contra ele, com uma perna por cima da dele, os peitos inchados esmagados contra o lado do corpo e a buceta ainda pulsando, escorrendo a porra grossa que Lucas tinha deixado lá dentro.
Por vários minutos, só se ouvia a respiração pesada dos dois e o silêncio da casa. Albere passava os dedos suavemente pelo peito dele, fazendo círculos, descendo devagar até roçar o pau molhado. Ela sorria com aquela mistura de cansaço e satisfação que só uma boa foda depois de meses de jejum proporciona.- Me fala a verdade…Ela sussurrou, ainda com a voz rouca de tanto gemer.- Isso não acaba aqui, né? Me diz que não foi só uma foda de tarde.Lucas virou a cabeça para olhar pra ela, acariciou o cabelo grudado de suor e sorriu com malícia.- Obviamente que não termina aqui. Cê tá louca? Depois de como você montou em mim, de como me chupou e de como gozava gritando… isso tá só começando. Amanhã quando eu vier, vou te comer de novo. Mas dessa vez na cozinha. Vou te encostar na bancada enquanto você prepara o café ou o que for, vou baixar sua fio dental e meter por trás. Ou vou te sentar na bancada de pernas abertas e comer sua buceta antes de te foder gostoso.Albere soltou uma risadinha baixa e excitada, mordendo o lábio. A mão dela desceu mais e começou a acariciar a pica dele suavemente, sentindo como ela voltava a ganhar vida sob seus dedos. Ela o masturbava devagar, com movimentos longos e preguiçosos, espalhando os restos de porra e os próprios sucos dela por todo o comprimento.- Adoro a ideia… Imagina só: eu com o jaleco aberto, você entra, me dobra sobre a bancada e me come enquanto a neném tira a soneca. Já fico molhada só de pensar. Seu pauzão me abrindo de novo… quero que me deixe marcada todos os dias que você vier.Lucas gemeu de prazer com as carícias e apertou uma teta dela de leve, fazendo sair um jatinho de porra que escorreu pelos dedos dele. Levou à boca e chupou.- Você é insaciável… Acabei de encher sua buceta e já tá pensando na próxima. Adoro isso. Vou vir todos os dias que me chamar e vou te comer onde você quiser: na cozinha, no sofá, no chuveiro, nessa mesma cama. Vou te tratar como a puta necessitada que você é. Porque depois de hoje eu já sei que você precisa de pica direto.Albere acelerou um pouco as carícias na rola, que já tava meio dura de novo. Chegou mais perto e beijou o pescoço dele, mordiscando de leve.- Sim… sou sua putinha do dia. Amanhã na cozinha quero que me dê uns tapões fortes enquanto me come. Que fale todas aquelas sacanagens no meu ouvido de novo. Me molha toda.Lucas acariciava a bunda dela, enfiava um dedo entre as nádegas, roçando o cu e a buceta sensível dela.
Albere gemia baixinho só de ouvir isso, apertando a pica na mão dela.— Para que você vai me deixar com tesão de novo e a neném vai acordar a qualquer hora.disse rindo, mas sem soltar ela.
Lucas deu um tapinha gostoso na bunda dela.- Você tem razão.Albere deu um último aperto na piroca e se levantou da cama com esforço. Tinha as pernas bambas, a buceta vermelha e escorrendo a gozada que descia pelas coxas. Vestiu só a calcinha fio-dental branca, que imediatamente ficou manchada, e o roupão preto de seda por cima, sem mais nada. O roupão mal fechava sobre os peitos inchados dela.- Vai se lavar rápido no banheiro do quartodisse pro Lucas.- Eu dou uma limpada aqui.Ambos se levantaram. Lucas foi ao banheiro, lavou a pica, o rosto e o corpo com um lenço umedecido, ainda com a pica meio dura. Albere limpou as manchas de porra e os sucos do chão e da cama com lenços, sorrindo ao ver a bagunça que tinham feito.
Quando Lucas saiu vestido, Albere o esperava na porta do quarto, só de fio dental e o roupão preto meio aberto. Antes que ele fosse embora, ele agarrou ela pela cintura, empurrou contra a parede do corredor e beijou com gosto. Um beijo longo, safado, de língua, enquanto apertava forte a bunda dela com as duas mãos, enfiando os dedos entre as nádegas por cima do roupão.- Te vejo amanhã, putinhaSussurrou no ouvido dela, mordendo o lóbulo.- Fica preparada porque vou te comer na cozinha assim que chegar.Albere sorriu contra a boca dela, devolvendo o beijo com a mesma intensidade, e agarrou a rola dela por cima da calça uma última vez.— Vou estar te esperando com vontade. Vai tranquilo. Amanhã sou toda sua de novo.Lucas deu um último tapa na bunda dela, abriu a porta da frente e foi embora. Albere fechou atrás dele, encostou na porta por um instante, passou a mão na buceta por cima da calcinha molhada, e sorriu satisfeita.
A história de Albere e Lucas não terminava ali. Estava só começando.
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