O estalo molhado e rítmico dos peitos de Penélope ao redor da pica do Mario finalmente parou. O silêncio que veio depois foi mais ensurdecedor que o barulho. Juan ficou imóvel no sofá, o ar pesado nos pulmões. Minutos que pareceram horas se passaram. Então, a porta do quarto se abriu. Mario apareceu na moldura, ainda pelado, a barriga pendurada pesadamente. Ele se espreguiçou com um bocejo que mostrou as gengivas banguelas e olhou para Juan com desprezo. Sem dizer uma palavra, entrou de novo no quarto. Juan ouviu o murmúrio das vozes deles, depois o som do chuveiro. Quando Mario saiu de novo, já estava vestido com a mesma roupa amassada da tarde. Ele foi até a porta do banheiro e gritou:
-Já vou, putinha. Mas volto logo, então fica preparada.
Não houve resposta. Mario deu um último olhar de posse para a porta fechada do banheiro e saiu do apartamento, batendo a porta com tanta força que os quadros na parede tremeram.
O silêncio voltou a reinar, quebrado só pelo gotejar da torneira da cozinha e o murmúrio distante da cidade. Juan não se mexeu. Dez minutos depois, o som do chuveiro parou. A porta do banheiro se abriu e Penélope saiu, enrolada numa toalha branca que absorvia a água da pele dela. O cabelo escuro gotejava sobre os ombros e o rosto, finalmente limpo de porra, mostrava uma palidez cansada. Os olhos dela pousaram em Juan, e não havia ternura neles, só uma ordem silenciosa.
-Juan. Vem aqui -ela disse, a voz rouca de tanto uso. Ela se virou e entrou no quarto sem olhar se ele a seguia.
Juan se levantou como um robô e entrou. O quarto cheirava a suor, a sexo velho e ao perfume barato do Mario. Os lençóis eram um emaranhado de manchas e amassados. Penélope parou ao lado da cama e deixou a toalha cair no chão. O corpo dela estava limpo, mas as marcas vermelhas e escuras nos pulsos eram um testemunho mudo das horas anteriores. Ela se aproximou dele e, com movimentos rápidos e eficientes, desabotoou a camisa dele. Empurrou dos ombros dele e depois se ajoelhou pra abrir o cinto e baixar o zíper da calça. Juan não disse nada, deixando que ela o despisse. Quando a roupa dele ficou num monte aos pés dele, Penélope empurrou ele com uma força inesperada. Juan caiu de costas no colchão, o ar escapando dos pulmões.
Ela se ajoelhou ao lado dele na cama. A mão dela se fechou em volta do pau dele, que tava meio duro pela tensão da noite. Começou a masturbar devagar, num ritmo deliberado e torturante. Apertou a base, deslizou a pele pra cima e depois fez descer com uma lentidão agonizante. Inclinou o corpo, os lábios roçando a orelha de Juan.
— Ele me pegou pelo cabelo — sussurrou, a respiração quente e úmida —. Me disse que eu era a puta suja dele e que minha buceta cheirava a outro pau. Enfiou no meu cu sem avisar, riu enquanto eu gritava — A mão de Penélope apertou um pouco mais, e o pau de Juan endureceu até virar pedra, pulsando contra os dedos dela —. Me fez ficar de joelhos e mijou nos meus peitos, me chamando de privada pessoal dele.
A respiração de Juan ficou ofegante. O pau dele, inchado e com as veias saltadas, parecia maior do que nunca.
— Mais... me conta mais — implorou, a voz um grunhido rouco.
Penélope sorriu contra a pele dele.
— Enquanto me comia, perguntava se você tava batendo uma no sofá ouvindo eu gritar. Dizia que seu pau era pequeno e que por isso eu precisava de um homem de verdade pra me arrebentar.
Enquanto falava, pegou a mão livre de Juan e guiou pra baixo, até o calor molhado entre as pernas dela, que tavam uma poça. Empurrou os dedos dele contra a buceta dela, já encharcada.
— Me masturba. Me toca enquanto te conto como ele me usava.
Juan obedeceu, os dedos encontrando o clitóris dela e esfregando no ritmo que ela impunha com a própria mão sobre a dele.
Depois de um momento, Penélope se mexeu. Passou uma perna por cima do peito de Juan e se Posicionou-se sobre o rosto dele, com a buceta aberta e brilhante a centímetros da boca dele.
—Lambe —ordenou.
Ela desceu os quadris, sufocando-o com a carne. Juan esticou a língua e lambeu, saboreando a umidade e o rastro de Mario que ainda persistia. Acima dele, Penélope arqueou as costas e agarrou os próprios peitos com força. Apertou-os, afundou os dedos neles, puxou os mamilos até que ficaram duros e escuros.
—O velho barrigudo me tratava assim —ofegou, movendo os quadris sobre a boca de Juan—. Me agarrava as tetas como se quisesse arrancá-las, me chamava de vaca peituda e puta enquanto enfiava o pau dele até o fundo —Continuou o relato, cada palavra mais suja que a anterior, descrevendo como Mario a humilhara, como a fizera sentir suja e usada.
Ela se inclinou para frente, mudando o ângulo da língua de Juan dentro dela.
—Você tem o pau maior, Juan —admitiu, a voz cheia de uma necessidade desesperada—. Muito maior e mais gostoso que o dele. Mas tinha algo nele... no hálito de cigarro e álcool, no nojento que era o corpo dele contra o meu... me excitava pra caralho. Me fazia sentir uma puta de verdade, e por isso eu tinha tantos orgasmos —Ela se levantou do rosto dele, os olhos ardendo de luxúria e submissão.
—Me trata assim, Juan. Me trata como uma puta, igual ele fazia. Me faz tua, mas como se me desejasse só pra me usar e mais nada.
Algo se quebrou dentro de Juan. Com um rugido surdo, ele se levantou. Agarrou Penélope pelos braços com tanta força que ela gemeu, e a jogou de costas na cama. Subiu nela, estrangulando-a com os joelhos, e alinhou o pau, enorme e duro, com a boca dela.
—Abre! —sibilou.
Penélope obedeceu, e ele afundou de uma vez, até o fundo da garganta dela. Começou a foder a boca dela com uma brutalidade que não sabia que tinha, cada estocada funda e violenta. A esposa já estava com lágrimas escorrendo pelos olhos e engasgando com o jeito que o marido Agora ele a usava como se fosse apenas uma puta barata. A buceta dela era um mar de fluidos, escorrendo pela virilha, sujando os lençóis com seus sucos.
Enquanto ele a usava, Penélope passou a mão por trás dele, os dedos procurando e encontrando o cu dele. Sem hesitar, enfiou um dedo até o nó. Juan gritou, o duplo estímulo, a humilhação e o poder convergindo num ponto cegante. Com uma última estocada funda na boca de Penélope, ele explodiu, uma torrente de porra quente que encheu a garganta dela e escorreu pelos lábios enquanto ela engolia tudo, sem soltar. Juan não parava de jorrar jatos e jatos de semen abundante, enquanto continuava comendo a boca da esposa até o fundo...
-Já vou, putinha. Mas volto logo, então fica preparada.
Não houve resposta. Mario deu um último olhar de posse para a porta fechada do banheiro e saiu do apartamento, batendo a porta com tanta força que os quadros na parede tremeram.
O silêncio voltou a reinar, quebrado só pelo gotejar da torneira da cozinha e o murmúrio distante da cidade. Juan não se mexeu. Dez minutos depois, o som do chuveiro parou. A porta do banheiro se abriu e Penélope saiu, enrolada numa toalha branca que absorvia a água da pele dela. O cabelo escuro gotejava sobre os ombros e o rosto, finalmente limpo de porra, mostrava uma palidez cansada. Os olhos dela pousaram em Juan, e não havia ternura neles, só uma ordem silenciosa.
-Juan. Vem aqui -ela disse, a voz rouca de tanto uso. Ela se virou e entrou no quarto sem olhar se ele a seguia.
Juan se levantou como um robô e entrou. O quarto cheirava a suor, a sexo velho e ao perfume barato do Mario. Os lençóis eram um emaranhado de manchas e amassados. Penélope parou ao lado da cama e deixou a toalha cair no chão. O corpo dela estava limpo, mas as marcas vermelhas e escuras nos pulsos eram um testemunho mudo das horas anteriores. Ela se aproximou dele e, com movimentos rápidos e eficientes, desabotoou a camisa dele. Empurrou dos ombros dele e depois se ajoelhou pra abrir o cinto e baixar o zíper da calça. Juan não disse nada, deixando que ela o despisse. Quando a roupa dele ficou num monte aos pés dele, Penélope empurrou ele com uma força inesperada. Juan caiu de costas no colchão, o ar escapando dos pulmões.
Ela se ajoelhou ao lado dele na cama. A mão dela se fechou em volta do pau dele, que tava meio duro pela tensão da noite. Começou a masturbar devagar, num ritmo deliberado e torturante. Apertou a base, deslizou a pele pra cima e depois fez descer com uma lentidão agonizante. Inclinou o corpo, os lábios roçando a orelha de Juan.
— Ele me pegou pelo cabelo — sussurrou, a respiração quente e úmida —. Me disse que eu era a puta suja dele e que minha buceta cheirava a outro pau. Enfiou no meu cu sem avisar, riu enquanto eu gritava — A mão de Penélope apertou um pouco mais, e o pau de Juan endureceu até virar pedra, pulsando contra os dedos dela —. Me fez ficar de joelhos e mijou nos meus peitos, me chamando de privada pessoal dele.
A respiração de Juan ficou ofegante. O pau dele, inchado e com as veias saltadas, parecia maior do que nunca.
— Mais... me conta mais — implorou, a voz um grunhido rouco.
Penélope sorriu contra a pele dele.
— Enquanto me comia, perguntava se você tava batendo uma no sofá ouvindo eu gritar. Dizia que seu pau era pequeno e que por isso eu precisava de um homem de verdade pra me arrebentar.
Enquanto falava, pegou a mão livre de Juan e guiou pra baixo, até o calor molhado entre as pernas dela, que tavam uma poça. Empurrou os dedos dele contra a buceta dela, já encharcada.
— Me masturba. Me toca enquanto te conto como ele me usava.
Juan obedeceu, os dedos encontrando o clitóris dela e esfregando no ritmo que ela impunha com a própria mão sobre a dele.
Depois de um momento, Penélope se mexeu. Passou uma perna por cima do peito de Juan e se Posicionou-se sobre o rosto dele, com a buceta aberta e brilhante a centímetros da boca dele.
—Lambe —ordenou.
Ela desceu os quadris, sufocando-o com a carne. Juan esticou a língua e lambeu, saboreando a umidade e o rastro de Mario que ainda persistia. Acima dele, Penélope arqueou as costas e agarrou os próprios peitos com força. Apertou-os, afundou os dedos neles, puxou os mamilos até que ficaram duros e escuros.
—O velho barrigudo me tratava assim —ofegou, movendo os quadris sobre a boca de Juan—. Me agarrava as tetas como se quisesse arrancá-las, me chamava de vaca peituda e puta enquanto enfiava o pau dele até o fundo —Continuou o relato, cada palavra mais suja que a anterior, descrevendo como Mario a humilhara, como a fizera sentir suja e usada.
Ela se inclinou para frente, mudando o ângulo da língua de Juan dentro dela.
—Você tem o pau maior, Juan —admitiu, a voz cheia de uma necessidade desesperada—. Muito maior e mais gostoso que o dele. Mas tinha algo nele... no hálito de cigarro e álcool, no nojento que era o corpo dele contra o meu... me excitava pra caralho. Me fazia sentir uma puta de verdade, e por isso eu tinha tantos orgasmos —Ela se levantou do rosto dele, os olhos ardendo de luxúria e submissão.
—Me trata assim, Juan. Me trata como uma puta, igual ele fazia. Me faz tua, mas como se me desejasse só pra me usar e mais nada.
Algo se quebrou dentro de Juan. Com um rugido surdo, ele se levantou. Agarrou Penélope pelos braços com tanta força que ela gemeu, e a jogou de costas na cama. Subiu nela, estrangulando-a com os joelhos, e alinhou o pau, enorme e duro, com a boca dela.
—Abre! —sibilou.
Penélope obedeceu, e ele afundou de uma vez, até o fundo da garganta dela. Começou a foder a boca dela com uma brutalidade que não sabia que tinha, cada estocada funda e violenta. A esposa já estava com lágrimas escorrendo pelos olhos e engasgando com o jeito que o marido Agora ele a usava como se fosse apenas uma puta barata. A buceta dela era um mar de fluidos, escorrendo pela virilha, sujando os lençóis com seus sucos.
Enquanto ele a usava, Penélope passou a mão por trás dele, os dedos procurando e encontrando o cu dele. Sem hesitar, enfiou um dedo até o nó. Juan gritou, o duplo estímulo, a humilhação e o poder convergindo num ponto cegante. Com uma última estocada funda na boca de Penélope, ele explodiu, uma torrente de porra quente que encheu a garganta dela e escorreu pelos lábios enquanto ela engolia tudo, sem soltar. Juan não parava de jorrar jatos e jatos de semen abundante, enquanto continuava comendo a boca da esposa até o fundo...
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