Vou chamar meu primo Juan, ele tem 21 anos, é do norte do México, morava com a família da minha mãe, ou seja, meus avós e minha tia, mas por causa de trabalho e estudos, ele veio pra cá com a ajuda da minha tia, a irmã mais velha da minha mãe. Combinaram com a minha mãe quando ele viria, no dia que ele chegou fomos buscá-lo no aeroporto, fazia muitos anos que eu não via ele, desde que éramos crianças, quando a gente viu ele não parecia o mesmo, era um cara alto de 1,80, magro, tinha ficado dois anos no exército depois de sair do ensino médio, mas não conseguiu mais nada, a gente cumprimentou ele e fomos pra casa. Mostramos o apartamento onde a gente morava, um lugar pequeno, uma sala pequena, cozinha e nossos dois quartos, o meu sendo menor que o da minha mãe, a gente conversou um pouco sobre onde ele podia ficar, mas o colchão dele não cabia na sala nem no meu quarto, ele não podia dormir no sofá porque não dava pra caber, então minha mãe, por gentileza, disse que ele podia dividir o quarto dela, o espaço dela era maior e o colchão dele cabia no chão, e ficou decidido assim. Os primeiros meses passaram normalmente, ajudei ele com o currículo e a se apresentar pra alguns trabalhos, a gente conversava pra se atualizar, mas eu via que ele tava ficando mais à vontade com a minha mãe, chegava a perguntar se ela tava saindo com alguém e fazia piadas sobre colágeno ou um jovem sair com ela, minha mãe levava na brincadeira e respondia zoando, eu também não via nada demais, mas me incomodava a ideia de alguém jovem poder ficar com ela, ele também começava a fazer cócegas nela, a tocar a barriga, o corpo e as pernas, deixando ela por um tempo. Alguns meses depois, meu primo ainda não tinha conseguido emprego, embora tivesse tido algumas entrevistas, não dava em nada, então ele passava muito tempo em casa com a minha mãe, eu só chegava à noite pra jantar e dormir. Como eu disse, eles tinham mais intimidade entre si, mas eu não sabia até que ponto, sabia que meu primo acompanhava ela nas compras, buscava recados, ajudava nas tarefas de casa, um Fim de semana, enquanto eles foram no mercado, eu fiquei limpando meu quarto. Nisso, fui pegar o cesto de lixo deles e, sem querer, caiu. Caíram uns papéis molhados no meio, mas vi uma coisa surpreendente: um par de camisinhas usadas e amarradas. No começo, pensei: "Pô, meu primo deve ter conhecido alguém" ou até "minha mãe trouxe alguém". Não deixei minha imaginação me levar na hora. Quando eles voltaram, fiz a pergunta casual se ela tinha saído sozinha ou o Abel, e eles disseram que não, que só eles estavam em casa a semana toda. Fiquei intrigado na hora e mudei de assunto, não quis perguntar mais naquele momento.
Assim foi passando o tempo. Já não via meu primo tão brincalhão com minha mãe, mas sim mais na dele. Todo fim de semana eu ficava de olho pra ver se acontecia de novo, e às vezes sim, outras não. Achava umas roupas deles misturadas entre as camas. De noite, bem tarde, quando eu acordava de repente, ouvia uns movimentos leves e rangidos da cama deles. Escutava coisas tipo "não é hora" ou "amanhã vocês vão ter tempo". Outra vez, ouvi isso: Primo: "Tia, acabaram este mês, cê acha que a gente já pode...?" Minha mãe: "Não, não. Amanhã pede pra sua mãe te mandar pra este mês. Amanhã a gente fala." Isso me deixava nervoso e eu não dormia direito. Será que minha tia também tava envolvida ou sabia de algo? Não dava pra descobrir, porque eu tava no trampo. Num dos fins de semana, ouvi eles falando no telefone. Normalmente se ligavam, às vezes eu cumprimentava, mas não era um sinal na época. Naquele fim, eu tava no meu quarto e minha mãe na cozinha, e ouvi no viva-voz minha tia perguntando se tava tudo bem, umas brincadeiras se ele tava cumprindo com tudo, e pra quando iam parar de usar proteção. Minha mãe respondeu rápido, rindo: "Ah, irmã, não é hora. Meu filho tá no quarto dele, não quero que ele ouça." E se despediram e desligaram. Assim foi com o tempo, não. Ela passava muito tempo em casa pra ficar de olho, mas tudo indicava que tavam num rolo, ainda mais pelas mudanças que minha mãe tinha tido. Ela se arrumava melhor, usava roupas mais justas, até via umas calcinhas fio dental penduradas que ela nunca usava antes. Ficava mais submissa com meu primo, chamava ele de "love" ou "amor" e falava "já vou te servir a comida". Esse apelido ela já usava no começo quando ele chegou, mas depois parou. Comigo também chamava, mas já fazia tempo que não. Em algumas vezes que eu chegava tarde, depois do jantar, minha mãe me recebia de blusinha ou roupão transparente, sem sutiã, os bicos aparecendo, e meu primo podia ver tudo. Não achava mais camisinha usada, mas via uns lenços úmidos. Às vezes, percebia que a roupa no cesto dela tava manchada no meio, meio transparente. Não conseguia acreditar que minha mãe, bem mais velha, tava dando mole pro meu primo, mas parece que foi assim que rolou. Depois disso, a rotina continuou. Não podia reclamar porque nunca pegava eles no flagra, mas também não sei se queria. Meu primo ficou mais na dele comigo, me olhava com um sorriso. Minha mãe não mudou muito comigo, mas era um pouco mais distante. Histórias Reais 7, como já sou grandinho e podia me virar sozinho. Meu primo conseguiu um trampo de segurança por uns meses, o que fez ele se mudar. Sabia que ele tava num quarto barato, só com um cômodo e um banheiro. Minha mãe às vezes falava que ia sair com a amiga e dormir na casa dela, mas isso não era comum nela. Eu pensava que ela podia estar ficando com meu primo. Quando eu mandava mensagem de noite, ela dizia que não podia atender e tava sem bateria, e só voltava no dia seguinte, banhada e trocada. Também tinha roupa nova que eu não comprei pra ela: calças justas e decote. Antes de dezembro, minha tia propôs pra minha mãe passar todo o dezembro na casa dela, com Natal e Ano Novo. Minha mãe me disse pra acompanhar. mas minha tia falou que já tava grandinha pra ficar seguindo ela, eu tava na época de provas finais então não pude ir de qualquer jeito, o que eu sabia era que ela foi com meu primo, me confirmaram que chegaram e minha mãe passou as festas lá, só fiz as chamadas de vídeo no Natal e Ano Novo, não consegui ver nada nesse caso então não tava sabendo do que ela fez. Uns dias atrás minha mãe voltou, tava bem feliz e com a bunda maior. Me falou que ofereceram um trampo muito bom no governo pra meu primo na cidade dele, então ele não vinha, mas era possível que voltasse logo.
Assim foi passando o tempo. Já não via meu primo tão brincalhão com minha mãe, mas sim mais na dele. Todo fim de semana eu ficava de olho pra ver se acontecia de novo, e às vezes sim, outras não. Achava umas roupas deles misturadas entre as camas. De noite, bem tarde, quando eu acordava de repente, ouvia uns movimentos leves e rangidos da cama deles. Escutava coisas tipo "não é hora" ou "amanhã vocês vão ter tempo". Outra vez, ouvi isso: Primo: "Tia, acabaram este mês, cê acha que a gente já pode...?" Minha mãe: "Não, não. Amanhã pede pra sua mãe te mandar pra este mês. Amanhã a gente fala." Isso me deixava nervoso e eu não dormia direito. Será que minha tia também tava envolvida ou sabia de algo? Não dava pra descobrir, porque eu tava no trampo. Num dos fins de semana, ouvi eles falando no telefone. Normalmente se ligavam, às vezes eu cumprimentava, mas não era um sinal na época. Naquele fim, eu tava no meu quarto e minha mãe na cozinha, e ouvi no viva-voz minha tia perguntando se tava tudo bem, umas brincadeiras se ele tava cumprindo com tudo, e pra quando iam parar de usar proteção. Minha mãe respondeu rápido, rindo: "Ah, irmã, não é hora. Meu filho tá no quarto dele, não quero que ele ouça." E se despediram e desligaram. Assim foi com o tempo, não. Ela passava muito tempo em casa pra ficar de olho, mas tudo indicava que tavam num rolo, ainda mais pelas mudanças que minha mãe tinha tido. Ela se arrumava melhor, usava roupas mais justas, até via umas calcinhas fio dental penduradas que ela nunca usava antes. Ficava mais submissa com meu primo, chamava ele de "love" ou "amor" e falava "já vou te servir a comida". Esse apelido ela já usava no começo quando ele chegou, mas depois parou. Comigo também chamava, mas já fazia tempo que não. Em algumas vezes que eu chegava tarde, depois do jantar, minha mãe me recebia de blusinha ou roupão transparente, sem sutiã, os bicos aparecendo, e meu primo podia ver tudo. Não achava mais camisinha usada, mas via uns lenços úmidos. Às vezes, percebia que a roupa no cesto dela tava manchada no meio, meio transparente. Não conseguia acreditar que minha mãe, bem mais velha, tava dando mole pro meu primo, mas parece que foi assim que rolou. Depois disso, a rotina continuou. Não podia reclamar porque nunca pegava eles no flagra, mas também não sei se queria. Meu primo ficou mais na dele comigo, me olhava com um sorriso. Minha mãe não mudou muito comigo, mas era um pouco mais distante. Histórias Reais 7, como já sou grandinho e podia me virar sozinho. Meu primo conseguiu um trampo de segurança por uns meses, o que fez ele se mudar. Sabia que ele tava num quarto barato, só com um cômodo e um banheiro. Minha mãe às vezes falava que ia sair com a amiga e dormir na casa dela, mas isso não era comum nela. Eu pensava que ela podia estar ficando com meu primo. Quando eu mandava mensagem de noite, ela dizia que não podia atender e tava sem bateria, e só voltava no dia seguinte, banhada e trocada. Também tinha roupa nova que eu não comprei pra ela: calças justas e decote. Antes de dezembro, minha tia propôs pra minha mãe passar todo o dezembro na casa dela, com Natal e Ano Novo. Minha mãe me disse pra acompanhar. mas minha tia falou que já tava grandinha pra ficar seguindo ela, eu tava na época de provas finais então não pude ir de qualquer jeito, o que eu sabia era que ela foi com meu primo, me confirmaram que chegaram e minha mãe passou as festas lá, só fiz as chamadas de vídeo no Natal e Ano Novo, não consegui ver nada nesse caso então não tava sabendo do que ela fez. Uns dias atrás minha mãe voltou, tava bem feliz e com a bunda maior. Me falou que ofereceram um trampo muito bom no governo pra meu primo na cidade dele, então ele não vinha, mas era possível que voltasse logo.
1 comentários - Confissão real: meu primo comeu minha mãe