Se esse relato te parece familiar, é porque sou a mesma garota trav. Desculpa pra quem já leu minha experiência. Espero que os novatos/as gostem 😃 (RELATO REAL)
Uma noite de sexta-feira excitada e atrás de clientes, fui buscar minha revanche pra realizar uma das minhas fantasias. Voltei pra mesma pontinha e transei com um mendigo.
Sou uma garota travessa de 24 anos, isso aconteceu quando eu tinha 22. "Sou moreninha clara, bundinha pequena de menina, cintura fina, uns peitinhos, lábios carnudos e mãozinhas pequenas" (Minhas redes estão no meu perfil, mas apareço em todas as redes como @MiMicaela)
Mais uma daquelas noites em que eu ficava sozinha em casa. Saí atrás de clientes, mas com a ideia de trombar de novo com uns mendigos (sinceramente, a vontade ainda tá em mim, mas fazer o quê, por enquanto não dá, pelo menos até eu conseguir morar sozinha).
Caminhei e caminhei até chegar na zona vermelha da minha cidade, fiquei parada um bom tempo esperando clientes, mas não rolava nada interessante. Dei umas duas chupadinhas e encheram minha boquinha de porra, mas nada além disso, e minha bundinha minúscula continuava ansiosa, querendo ação. Depois de uma hora e meia mais ou menos, comecei minha volta pra casa, mas com uma parada na cabeça antes de chegar: o mesmo lugar onde chupei aquele vagabundo que a gente vai chamar de Luis de novo.
Caminhei e caminhei até chegar na mesma pontinha e na mesma cerca, por sorte sim, lá estava o Luís, dessa vez sem o Milo. De novo notei que ele tava limpo e arrumado, mas isso não mudava que ele era um vagabundo, e o tesão que eu sentia em repetir o que já tinha feito me consumia por dentro. Só por precaução, me aproximei de novo por trás da grade, vi que ele tava deitado, dormindo bem pesado. Era umas 2 da manhã, então fazia todo sentido.
Como não queria gritar nem chamar atenção, peguei um cabo que estava largado por ali e toquei nos dedos dele pra ele acordar. Tentei várias vezes, cada vez mais forte, mas nada, não parecia que ia acordar. Sem muita opção, criei coragem e fui pra uma área mais fácil e acessível pra descer até onde ele tava, já que dessa vez não tinha ninguém pra me ajudar. Desci com um pouco de dificuldade, até raspei minha bucetinha minúscula ao cair, mas minha excitação era enorme, o coração batia rápido e minha bucetinha pedia por aquela pica aos berros. Com a esperança de que ele me lembrasse, fui me aproximando bem devagarinho.
Uma vez eu estava do lado, me abaixei um pouquinho, apoiei minha mão no ombro dela e, de um jeito afeminado, falei...
Eu... eu... Falei baixinho enquanto tocava no peito dela.
Luis: EH...? Acordou assustado, me olhou e sorriu.
Luis: Eyy, o que cê tá fazendo aqui, gostosa?
Eu: É que fiquei com vontade do que você não terminou da outra vez.
Luis: Aii que lindo bebê, vem aqui ver...
Me aproximei devagarzinho dele de um jeito sensual, mas ele logo me segurou pela cintura e pela minha bucetinha com descaramento e luxúria. Vi nos olhos dele um brilho, como se tivessem dado o melhor presente da semana pra ele.
Começou a me tocar por toda parte, enfiava as mãos por baixo da minha saia, apalpando toda a minha bunda sem parar, me abraçou forte e me jogou em cima dele. A gente se olhou, sorriu, e ele segurou minha cabeça, guiando ela até a virilha dele.
Uma vez lá embaixo, passei a mão na virilha dele por cima da calça e tava durasso, tinha deixado ele excitado pra caralho e isso me deixava doida. Desabotoei a calça dele, puxei a cueca pra baixo e lá estava ele, aquele pau de 17cm que tinha estado na minha boca umas semanas atrás.
Sem pensar duas vezes, enfiei ele na boca e chupei de cima a baixo sem parar, uma e outra vez. A reação dela foi uma delícia, se contorceu de prazer sem se inibir nem um pouco. Ao sentir que eu tava curtindo pra caralho o boquete, ela começou a meter tudo que podia, fui até o fundo, quase encostando nos ovos dela.
Chupei ele e chupei cada vez mais rápido, até que num momento ele me segurou pelos cabelos e, aos poucos, começou a mexer o quadril, me mostrando o ritmo que ele gostava. Obedeci como uma verdadeira putinha. Enquanto chupava ele, comecei a acariciar as bolas dele e, de vez em quando, tirava o pau da minha boquinha e chupava elas, sentindo como ele se contorcia de prazer. Ficamos assim uns 10 minutos, até que ele me disse...
Luis: Quero comer essa bucetinha apertada, gostosa.
Sem dizer nada, aceitei. Sentei na barriga dele, levantei minha saia, afastei minha calcinha fio dental, passei saliva na entrada do meu cuzinho e no pau inteiro dele. Mesmo já estando bem escorregadio pela chupada que eu tinha dado.
Coloquei a pontinha do pau dele no meu cuzinho e comecei a descer bem devagarinho pra ele dilatar direitinho e não doer. Por sorte ele foi paciente e nada bruto, isso me relaxou pra caralho, que era uma das minhas preocupações em transar com alguém da rua.
Cada vez ele entrava mais e mais fundo em mim e eu ficava mais e mais excitada. Tava transando com um cara que mal conhecia, na rua, debaixo de uma ponte e numa cama improvisada. Cada vez que olhava ao redor, não acreditava na puta que eu era e como adorava aquela situação.
Quando eu enfio ele inteiro dentro de mim, começo a mexer minha bunda pra cima e pra baixo devagar, gemendo baixinho pra ninguém nos ouvir. Mas nem tava ligando muito, porque se alguém passasse por ali, ia nos ver transando do mesmo jeito. Na real, naquele momento era o que menos me importava, eu só queria aquela rola dentro de mim, dura e quente. Ele tava em êxtase, com uma cara de prazer absoluto, e eu completamente nervosa e excitada, sem conseguir parar de rebolar. Ficamos assim uns cinco minutos, pegando cada vez mais ritmo, eu mexendo minha buceta sem parar e ele me penetrando com muita vontade, até que minhas perninhas não aguentaram mais de cansaço.
Ele percebeu e me disse...
Luis: Fica de quatro, deixa eu ver...
Sem dizer nada, só concordei com a cabeça. Ele se afastou pra eu me apoiar confortável, e foi o que fiz. Apoiei minhas mãozinhas naquele colchão velho, arqueei as costas e deixei minha bunda minúscula exposta, só com uma fio dental e uma saia levantada. Senti que por uns segundos ele ficou olhando pra puta que ele ia comer. Ele se posicionou atrás de mim, me segurou pela cintura e, como meu cuzinho já tava dilatado de tanto cavalgar, meteu inteiro até o fundo. Me bombou sem parar, com toda a vontade dele, uma vez e outra. Tanto que começamos a fazer barulho, e eu percebi que tava, mas tava muito excitada. Queria que ele gozasse logo, mas ao mesmo tempo não queria que aquela situação tão gostosa e safada que eu tava vivendo acabasse nunca. Ficamos assim: ele batendo na minha bunda minúscula com as bolas dele de tanto me penetrar, eu gemendo cada vez mais alto, e os dois suados de tanto transar sem parar, até que eu perguntei...
Eu: Falta muito pra você gozar??
Luis: E... um pouco
Vendo que essa situação ia render, perguntei se ele não preferia que eu chupasse ele até gozar. Meio indeciso, ele topou. Voltou a deitar e eu comecei a chupar ele o mais rápido e gostoso possível. Passaram uns dois minutos e ouvi gente passando perto da gente. Aí a situação já começou a me encher o saco, então perguntei de novo se faltava muito. Ele disse que sim. Não tive outra opção a não ser inventar uma desculpa pelo tempo que a gente tinha passado ali pra poder vazar sem muito problema. Ele entendeu meio na má vontade, mas aceitou. Dessa vez fui embora sem ajuda, o mais rápido que pude. Ainda deu pra ouvir umas senhoras chegando perto de onde a gente tava e começando a falar com ele. Criticando, dizendo que ele não podia ficar com uma mina ali naquele lugar. Parece que não perceberam que a gente tava transando, ou talvez nem me viram, mas notaram que ele tava com alguém. Comecei a andar ligeiro, sem fazer barulho, e me fiz de sonsa e desentendida pra sair de lá. E de novo não consegui fazer ele gozar, mas pelo menos dessa vez ele provou minha bunda pequena. Espero trombar com ele outra hora pra terminar o que comecei.
Uma noite de sexta-feira excitada e atrás de clientes, fui buscar minha revanche pra realizar uma das minhas fantasias. Voltei pra mesma pontinha e transei com um mendigo.
Sou uma garota travessa de 24 anos, isso aconteceu quando eu tinha 22. "Sou moreninha clara, bundinha pequena de menina, cintura fina, uns peitinhos, lábios carnudos e mãozinhas pequenas" (Minhas redes estão no meu perfil, mas apareço em todas as redes como @MiMicaela)
Mais uma daquelas noites em que eu ficava sozinha em casa. Saí atrás de clientes, mas com a ideia de trombar de novo com uns mendigos (sinceramente, a vontade ainda tá em mim, mas fazer o quê, por enquanto não dá, pelo menos até eu conseguir morar sozinha).
Caminhei e caminhei até chegar na zona vermelha da minha cidade, fiquei parada um bom tempo esperando clientes, mas não rolava nada interessante. Dei umas duas chupadinhas e encheram minha boquinha de porra, mas nada além disso, e minha bundinha minúscula continuava ansiosa, querendo ação. Depois de uma hora e meia mais ou menos, comecei minha volta pra casa, mas com uma parada na cabeça antes de chegar: o mesmo lugar onde chupei aquele vagabundo que a gente vai chamar de Luis de novo.
Caminhei e caminhei até chegar na mesma pontinha e na mesma cerca, por sorte sim, lá estava o Luís, dessa vez sem o Milo. De novo notei que ele tava limpo e arrumado, mas isso não mudava que ele era um vagabundo, e o tesão que eu sentia em repetir o que já tinha feito me consumia por dentro. Só por precaução, me aproximei de novo por trás da grade, vi que ele tava deitado, dormindo bem pesado. Era umas 2 da manhã, então fazia todo sentido.
Como não queria gritar nem chamar atenção, peguei um cabo que estava largado por ali e toquei nos dedos dele pra ele acordar. Tentei várias vezes, cada vez mais forte, mas nada, não parecia que ia acordar. Sem muita opção, criei coragem e fui pra uma área mais fácil e acessível pra descer até onde ele tava, já que dessa vez não tinha ninguém pra me ajudar. Desci com um pouco de dificuldade, até raspei minha bucetinha minúscula ao cair, mas minha excitação era enorme, o coração batia rápido e minha bucetinha pedia por aquela pica aos berros. Com a esperança de que ele me lembrasse, fui me aproximando bem devagarinho.
Uma vez eu estava do lado, me abaixei um pouquinho, apoiei minha mão no ombro dela e, de um jeito afeminado, falei...
Eu... eu... Falei baixinho enquanto tocava no peito dela.
Luis: EH...? Acordou assustado, me olhou e sorriu.
Luis: Eyy, o que cê tá fazendo aqui, gostosa?
Eu: É que fiquei com vontade do que você não terminou da outra vez.
Luis: Aii que lindo bebê, vem aqui ver...
Me aproximei devagarzinho dele de um jeito sensual, mas ele logo me segurou pela cintura e pela minha bucetinha com descaramento e luxúria. Vi nos olhos dele um brilho, como se tivessem dado o melhor presente da semana pra ele.
Começou a me tocar por toda parte, enfiava as mãos por baixo da minha saia, apalpando toda a minha bunda sem parar, me abraçou forte e me jogou em cima dele. A gente se olhou, sorriu, e ele segurou minha cabeça, guiando ela até a virilha dele.
Uma vez lá embaixo, passei a mão na virilha dele por cima da calça e tava durasso, tinha deixado ele excitado pra caralho e isso me deixava doida. Desabotoei a calça dele, puxei a cueca pra baixo e lá estava ele, aquele pau de 17cm que tinha estado na minha boca umas semanas atrás.
Sem pensar duas vezes, enfiei ele na boca e chupei de cima a baixo sem parar, uma e outra vez. A reação dela foi uma delícia, se contorceu de prazer sem se inibir nem um pouco. Ao sentir que eu tava curtindo pra caralho o boquete, ela começou a meter tudo que podia, fui até o fundo, quase encostando nos ovos dela.
Chupei ele e chupei cada vez mais rápido, até que num momento ele me segurou pelos cabelos e, aos poucos, começou a mexer o quadril, me mostrando o ritmo que ele gostava. Obedeci como uma verdadeira putinha. Enquanto chupava ele, comecei a acariciar as bolas dele e, de vez em quando, tirava o pau da minha boquinha e chupava elas, sentindo como ele se contorcia de prazer. Ficamos assim uns 10 minutos, até que ele me disse...
Luis: Quero comer essa bucetinha apertada, gostosa.
Sem dizer nada, aceitei. Sentei na barriga dele, levantei minha saia, afastei minha calcinha fio dental, passei saliva na entrada do meu cuzinho e no pau inteiro dele. Mesmo já estando bem escorregadio pela chupada que eu tinha dado.
Coloquei a pontinha do pau dele no meu cuzinho e comecei a descer bem devagarinho pra ele dilatar direitinho e não doer. Por sorte ele foi paciente e nada bruto, isso me relaxou pra caralho, que era uma das minhas preocupações em transar com alguém da rua.
Cada vez ele entrava mais e mais fundo em mim e eu ficava mais e mais excitada. Tava transando com um cara que mal conhecia, na rua, debaixo de uma ponte e numa cama improvisada. Cada vez que olhava ao redor, não acreditava na puta que eu era e como adorava aquela situação.
Quando eu enfio ele inteiro dentro de mim, começo a mexer minha bunda pra cima e pra baixo devagar, gemendo baixinho pra ninguém nos ouvir. Mas nem tava ligando muito, porque se alguém passasse por ali, ia nos ver transando do mesmo jeito. Na real, naquele momento era o que menos me importava, eu só queria aquela rola dentro de mim, dura e quente. Ele tava em êxtase, com uma cara de prazer absoluto, e eu completamente nervosa e excitada, sem conseguir parar de rebolar. Ficamos assim uns cinco minutos, pegando cada vez mais ritmo, eu mexendo minha buceta sem parar e ele me penetrando com muita vontade, até que minhas perninhas não aguentaram mais de cansaço.
Ele percebeu e me disse...
Luis: Fica de quatro, deixa eu ver...
Sem dizer nada, só concordei com a cabeça. Ele se afastou pra eu me apoiar confortável, e foi o que fiz. Apoiei minhas mãozinhas naquele colchão velho, arqueei as costas e deixei minha bunda minúscula exposta, só com uma fio dental e uma saia levantada. Senti que por uns segundos ele ficou olhando pra puta que ele ia comer. Ele se posicionou atrás de mim, me segurou pela cintura e, como meu cuzinho já tava dilatado de tanto cavalgar, meteu inteiro até o fundo. Me bombou sem parar, com toda a vontade dele, uma vez e outra. Tanto que começamos a fazer barulho, e eu percebi que tava, mas tava muito excitada. Queria que ele gozasse logo, mas ao mesmo tempo não queria que aquela situação tão gostosa e safada que eu tava vivendo acabasse nunca. Ficamos assim: ele batendo na minha bunda minúscula com as bolas dele de tanto me penetrar, eu gemendo cada vez mais alto, e os dois suados de tanto transar sem parar, até que eu perguntei...
Eu: Falta muito pra você gozar??
Luis: E... um pouco
Vendo que essa situação ia render, perguntei se ele não preferia que eu chupasse ele até gozar. Meio indeciso, ele topou. Voltou a deitar e eu comecei a chupar ele o mais rápido e gostoso possível. Passaram uns dois minutos e ouvi gente passando perto da gente. Aí a situação já começou a me encher o saco, então perguntei de novo se faltava muito. Ele disse que sim. Não tive outra opção a não ser inventar uma desculpa pelo tempo que a gente tinha passado ali pra poder vazar sem muito problema. Ele entendeu meio na má vontade, mas aceitou. Dessa vez fui embora sem ajuda, o mais rápido que pude. Ainda deu pra ouvir umas senhoras chegando perto de onde a gente tava e começando a falar com ele. Criticando, dizendo que ele não podia ficar com uma mina ali naquele lugar. Parece que não perceberam que a gente tava transando, ou talvez nem me viram, mas notaram que ele tava com alguém. Comecei a andar ligeiro, sem fazer barulho, e me fiz de sonsa e desentendida pra sair de lá. E de novo não consegui fazer ele gozar, mas pelo menos dessa vez ele provou minha bunda pequena. Espero trombar com ele outra hora pra terminar o que comecei.
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