Doña Juana: Public Baths Part 2

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Continuando minha experiência com a dona da limpeza dos banheiros públicos, finalmente consegui deitá-la na cama de um motelzinho barato, o mais perto do bar onde a gente tava bebendo. Parece que o álcool já tinha passado naquele tempo que ela foi fazer os corres dela, então dei uma bebida com gosto alcoólico pra ela, esperando que soltasse o pudor e aumentasse o tesão.
Ela ficava me contando umas paradas da vida dela, que sinceramente eu nem prestava muita atenção, só esperava o momento certo de desembainhar minha pica e enfiar no buraco que desse e ela deixasse, enquanto eu me deliciava principalmente com aquele rabão dela, grande, molenga e cheio de celulite; morrendo de vontade de chupar, lamber e passar a língua, pra depois roçar minha vara dura, esfregar bem.
Nisso, ela se levantou da cama pra ir ao banheiro, adorei ouvir o barulho do jato de xixi saindo da buceta dela, e quando saiu, deitou de barriga pra cima direto no colchão. Aquilo era o cartão de visitas dela pra ser minha rabuda, então rapidão coloquei uma das minhas mini câmeras espiãs no criado-mudo, e enquanto ela ficou deitada, aproveitei pra tirar umas fotos da raba dela.
Carne magra com bastante gordura pra eu aproveitar, então fui amassar aquela bunda que foi feita pra dar prazer pros homens, e que dessa vez era a minha vez de curtir.
Com certeza já vários, uma lista de homens tinham passado pela mesma situação que eu com ela, dada a relativa facilidade que tive pra ter ela ali, pronta pra meter. Quando vi aquela raba enorme, pouco me importou usar camisinha, então comecei a tirar a roupa dela sem nenhuma resistência e, na mesma posição, de barriga pra baixo, e já com a pica dura igual pedra, coloquei na entrada da buceta dela, que já estava melada e molhada, e comecei a esfregar, conseguindo enfiar metade da cabeça da pica.
Entre seus gemidos e arquejos de querer já ter ela dentro, decidi tirar e esfregar o cu dela enquanto apertava com as mãos as bundas suculentas dela, e em só um minuto era tanta minha excitação que soltei um jatinho de porra no cuzinho dela, então tive que parar e dar uma pausa.
De repente, enfiei 3 dedos, que entraram como faca na manteiga, e depois de um instante enfiei mais um. Depois de sentir meus 4 dedos, ela já tava empurrando, ofegando e falando umas coisas que eu não entendia muito bem, porque tava com o travesseiro no rosto, mordendo ele.
Ela só se deixava usar, tava muito passiva, com certeza tava acostumada a receber ordens na cama, ou então o álcool subiu demais de novo... pra ler o relato inteiro e ver as fotos, visita https://cazadordeperras.blogspot.com/2026/06/dona-juana-la-de-los-banos-publicos-pt-2.html

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