Ainda estávamos no meio do expediente e, já de noite, quando a maioria dormia ou estava na rua, tentei fazer com que ela terminasse o que tinha começado.
**Eu:** Onde cê tá?
**Ela:** Aqui na base, o que foi?
**Eu:** Vem, vai, termina o que começou…
**Ela:** Não sei do que cê tá falando.
**Eu:** De você vir chupar minha pica.
**Ela:** Mas isso eu já fiz, já te dei o presente.
**Eu:** Mas eu não gozei, preciso de você, preciso da sua boca. Só de pensar, olha como eu tô. Mandei uma foto da minha pica.
**Ela:** Não gozou porque fez outra pessoa entrar no seu escritório, eu te dei um boquete e cumpri.
**Eu:** Não me deixa assim…
**Ela:** Adoro ser sua putinha, como você me chama. Mas também tô gostando de te ver assim, hein.
**Eu:** Sim, cê me deixa louco, gata, vem logo.
**Ela:** Não vou, e é melhor você fazer o que eu falei e não gozar, senão vai perder, eu sei do que tô falando.
**Eu:** Tô com as bolas doendo e faltam dias pro meu próximo presente.
**Ela:** Por que não gozou quando comeu minha tia?
**Eu:** Porque quis ser malvado, não queria deixar ela gozar.
**Ela:** E não teve ideia melhor do que ir, foder o cu dela e me chamar pra chupar depois. Devia ter enchido o cu dela de porra e não teria esse problema agora. Foi malvado com ela, eu sou malvada com você, aguenta aí.
Parecia que não ia dar certo e, ao contrário do que pensei, o tiro saiu pela culatra. Aquela última mensagem me fez reviver tudo e agora eu tava mais tarado do que antes. Até pensei em bater uma punheta, mas se ela só tava me fazendo sofrer um pouco agora e, antes de irmos embora, eu queria terminar o que tinha começado, minhas bolas estariam vazias. Talvez fosse melhor não me adiantar e rezar pra todos os santos pra que fosse como eu imaginava.
Meia hora antes de irmos, chegou uma mensagem.
**Ela:** Cê tá no seu escritório? Sozinho?
**Eu:** Sim, por quê?
Por dentro, eu ansiava que ela dissesse o que eu tanto queria.
**Ela:** Já vou.
Ela entrou sem bater, também não falou nada. Se aproximou de mim decidida até parar do meu lado. Meu, eu só olhava pra ela sentado na minha cadeira, quando ela pega e puxa meu braço de uma vez pra eu perceber que queria que eu levantasse. Levantei, mas ninguém falava nada, me virei e me apoiei na mesa, ela me encarou de perto com uma cara séria, firme mas cheia de tesão, com as duas mãos foi abrindo minha calça e descendo o zíper, eu só consegui me segurar na mesa. Quando terminou de liberar minha pica, ela se agachou furiosa, apoiando a bunda nos calcanhares sem ajoelhar, e igual fez mais cedo, primeiro cheirou pra depois chupar. Quando minha rola entrou na boca dela e senti aquele calor e umidade tão particular quanto gostosa, não consegui evitar gemer, fechando os olhos e jogando a cabeça pra trás enquanto me agarrava ainda mais forte na mesa.
Ela: Tá gostando? — falou enquanto me batia uma rápida e alternava com uma chupada.
Eu: Sim.
Ela: Tem porra pra mim?
Não respondi, mas não porque não queria, e sim porque não conseguia.
Ela: Me responde, tô falando com você.
Eu: O quê?
Ela: Tem porra pra mim?
Minha pica tava toda babada, ela me batia uma tão forte e rápida que era impossível acompanhar a conversa.
Ela: Olha pra mim, filho da puta.
Falou puxando a pele toda pra trás, senti dor mas gostei.
Eu: O que você quer?
Ela: Ainda tem os ovos cheios de porra pra mim?
Eu: Sim.
Ela: Certeza? Não bateu uma?
Eu: Não, tô com os ovos cheios de porra pra você.
Ela sorriu malvada, me olhando de baixo ainda segurando toda a pele pra trás. Levantou e com uma mão acariciou meu rosto, mas agora de um jeito bem carinhoso.
Ela: Muito bem, era o que queria ouvir.
Me deu um selinho, soltou minha pica e começou a sair do meu escritório. Fiquei pasmo, sem entender o que tinha acontecido nem por que ela tinha me deixado na mão de novo.
Ela: Quero que continuem assim, cheios de porra. Até que minha tia ou eu decidamos.
Fechou a porta e foi embora.
Dirigi até minha casa, já era noite, não parava de pensar em tudo que tinha acontecido hoje, a pica explodiava. Passei por um posto de gasolina e, sem perceber, parei em um — erro terrível. Só tinha um frentista e duas gostosas de shortinho bem curto, com a tanga quase toda aparecendo, praticamente. Era o único carro, e enquanto elas conversavam entre si, eu me deliciava com aquelas bundas. Elas perceberam, riram, mas continuaram conversando. Antes de eu ir embora, a que me cobrou disse: "Você nunca vem aqui, é a primeira vez que te vejo." "Verdade, é raro eu parar nesse horário, sempre abasteço mais cedo." "Espero te ver mais vezes", completou a outra. A verdade é que estar fardado valoriza muito, muitas gostosas adoram.
Fui embora, enquanto escrevia pra Lorena, pensava também na Ingrid e agora nesses dois tesões do posto. Quando cheguei em casa, continuei a conversa com a Lore.
Eu: O que cê tá fazendo?
L: Cuidando do meu filho, e você?
Eu: Chegando do trampo, nem imagina a vontade que tô de te ver. Posso passar um pouquinho?
L: Não, não posso.
Eu: Seu marido não tá aí pra cuidar do seu filho um pouco?
L: Tá, mas não vou sair e sei por que você quer passar.
Eu: Por quê?
L: Pra transar, é óbvio. E eu sei o que a Ingrid te disse, achou que eu não ia falar com minha sobrinha?
Eu: Qual é, só um pouquinho, não aguento mais.
L: Não, você nos deixa com tesão de propósito muitas vezes. Dessa vez o jogo quem comanda somos nós, e é melhor você obedecer.
Eu: Tá bom.
L: Me promete uma coisa.
Eu: O que você quiser.
L: Que você vai obedecer de verdade, senão a gente não vai, acaba tudo.
Eu: Prometido.
L: Boa noite então.
Eu: Boa noite, rabão gostoso..
L: Ah, mais uma coisa, já que você falou da minha bunda.
Eu: O quê?
L: Você não sabe como deixou ela, ficou doendo o dia inteiro, beijinhos 😘
Eu: Não seja filha da puta, não me deixa assim.
Ela não respondeu mais. Tava com um tesão do caralho, mas ia me segurar o máximo possível. Queria ver se realmente valia a pena fazer isso e se elas queriam comandar o jogo uma vez pra me dar uma surpresa, não ia recusar.
**Eu:** Onde cê tá?
**Ela:** Aqui na base, o que foi?
**Eu:** Vem, vai, termina o que começou…
**Ela:** Não sei do que cê tá falando.
**Eu:** De você vir chupar minha pica.
**Ela:** Mas isso eu já fiz, já te dei o presente.
**Eu:** Mas eu não gozei, preciso de você, preciso da sua boca. Só de pensar, olha como eu tô. Mandei uma foto da minha pica.
**Ela:** Não gozou porque fez outra pessoa entrar no seu escritório, eu te dei um boquete e cumpri.
**Eu:** Não me deixa assim…
**Ela:** Adoro ser sua putinha, como você me chama. Mas também tô gostando de te ver assim, hein.
**Eu:** Sim, cê me deixa louco, gata, vem logo.
**Ela:** Não vou, e é melhor você fazer o que eu falei e não gozar, senão vai perder, eu sei do que tô falando.
**Eu:** Tô com as bolas doendo e faltam dias pro meu próximo presente.
**Ela:** Por que não gozou quando comeu minha tia?
**Eu:** Porque quis ser malvado, não queria deixar ela gozar.
**Ela:** E não teve ideia melhor do que ir, foder o cu dela e me chamar pra chupar depois. Devia ter enchido o cu dela de porra e não teria esse problema agora. Foi malvado com ela, eu sou malvada com você, aguenta aí.
Parecia que não ia dar certo e, ao contrário do que pensei, o tiro saiu pela culatra. Aquela última mensagem me fez reviver tudo e agora eu tava mais tarado do que antes. Até pensei em bater uma punheta, mas se ela só tava me fazendo sofrer um pouco agora e, antes de irmos embora, eu queria terminar o que tinha começado, minhas bolas estariam vazias. Talvez fosse melhor não me adiantar e rezar pra todos os santos pra que fosse como eu imaginava.
Meia hora antes de irmos, chegou uma mensagem.
**Ela:** Cê tá no seu escritório? Sozinho?
**Eu:** Sim, por quê?
Por dentro, eu ansiava que ela dissesse o que eu tanto queria.
**Ela:** Já vou.
Ela entrou sem bater, também não falou nada. Se aproximou de mim decidida até parar do meu lado. Meu, eu só olhava pra ela sentado na minha cadeira, quando ela pega e puxa meu braço de uma vez pra eu perceber que queria que eu levantasse. Levantei, mas ninguém falava nada, me virei e me apoiei na mesa, ela me encarou de perto com uma cara séria, firme mas cheia de tesão, com as duas mãos foi abrindo minha calça e descendo o zíper, eu só consegui me segurar na mesa. Quando terminou de liberar minha pica, ela se agachou furiosa, apoiando a bunda nos calcanhares sem ajoelhar, e igual fez mais cedo, primeiro cheirou pra depois chupar. Quando minha rola entrou na boca dela e senti aquele calor e umidade tão particular quanto gostosa, não consegui evitar gemer, fechando os olhos e jogando a cabeça pra trás enquanto me agarrava ainda mais forte na mesa.
Ela: Tá gostando? — falou enquanto me batia uma rápida e alternava com uma chupada.
Eu: Sim.
Ela: Tem porra pra mim?
Não respondi, mas não porque não queria, e sim porque não conseguia.
Ela: Me responde, tô falando com você.
Eu: O quê?
Ela: Tem porra pra mim?
Minha pica tava toda babada, ela me batia uma tão forte e rápida que era impossível acompanhar a conversa.
Ela: Olha pra mim, filho da puta.
Falou puxando a pele toda pra trás, senti dor mas gostei.
Eu: O que você quer?
Ela: Ainda tem os ovos cheios de porra pra mim?
Eu: Sim.
Ela: Certeza? Não bateu uma?
Eu: Não, tô com os ovos cheios de porra pra você.
Ela sorriu malvada, me olhando de baixo ainda segurando toda a pele pra trás. Levantou e com uma mão acariciou meu rosto, mas agora de um jeito bem carinhoso.
Ela: Muito bem, era o que queria ouvir.
Me deu um selinho, soltou minha pica e começou a sair do meu escritório. Fiquei pasmo, sem entender o que tinha acontecido nem por que ela tinha me deixado na mão de novo.
Ela: Quero que continuem assim, cheios de porra. Até que minha tia ou eu decidamos.
Fechou a porta e foi embora.
Dirigi até minha casa, já era noite, não parava de pensar em tudo que tinha acontecido hoje, a pica explodiava. Passei por um posto de gasolina e, sem perceber, parei em um — erro terrível. Só tinha um frentista e duas gostosas de shortinho bem curto, com a tanga quase toda aparecendo, praticamente. Era o único carro, e enquanto elas conversavam entre si, eu me deliciava com aquelas bundas. Elas perceberam, riram, mas continuaram conversando. Antes de eu ir embora, a que me cobrou disse: "Você nunca vem aqui, é a primeira vez que te vejo." "Verdade, é raro eu parar nesse horário, sempre abasteço mais cedo." "Espero te ver mais vezes", completou a outra. A verdade é que estar fardado valoriza muito, muitas gostosas adoram.
Fui embora, enquanto escrevia pra Lorena, pensava também na Ingrid e agora nesses dois tesões do posto. Quando cheguei em casa, continuei a conversa com a Lore.
Eu: O que cê tá fazendo?
L: Cuidando do meu filho, e você?
Eu: Chegando do trampo, nem imagina a vontade que tô de te ver. Posso passar um pouquinho?
L: Não, não posso.
Eu: Seu marido não tá aí pra cuidar do seu filho um pouco?
L: Tá, mas não vou sair e sei por que você quer passar.
Eu: Por quê?
L: Pra transar, é óbvio. E eu sei o que a Ingrid te disse, achou que eu não ia falar com minha sobrinha?
Eu: Qual é, só um pouquinho, não aguento mais.
L: Não, você nos deixa com tesão de propósito muitas vezes. Dessa vez o jogo quem comanda somos nós, e é melhor você obedecer.
Eu: Tá bom.
L: Me promete uma coisa.
Eu: O que você quiser.
L: Que você vai obedecer de verdade, senão a gente não vai, acaba tudo.
Eu: Prometido.
L: Boa noite então.
Eu: Boa noite, rabão gostoso..
L: Ah, mais uma coisa, já que você falou da minha bunda.
Eu: O quê?
L: Você não sabe como deixou ela, ficou doendo o dia inteiro, beijinhos 😘
Eu: Não seja filha da puta, não me deixa assim.
Ela não respondeu mais. Tava com um tesão do caralho, mas ia me segurar o máximo possível. Queria ver se realmente valia a pena fazer isso e se elas queriam comandar o jogo uma vez pra me dar uma surpresa, não ia recusar.
5 comentários - Milf gostosa da banca 36