Me chamo Carol. Tenho 24 anos e estou há dois anos namorando alguém.
Meu namorado e eu nos damos muito bem em todos os aspectos. Bom, quase todos.
Adoro sair pra caminhar. Se pudesse, iria todo fim de semana, mas ele não! Isso às vezes causa brigas, mas por outro lado, a gente se dá muito bem na cama. Tenho 1,70m, peso 58kg, coxas grossas e uma bunda firme de 100cm de diâmetro. Meus peitos são de tamanho médio, tenho cabelo castanho claro, pele bem branca e olhos azuis que chamam atenção onde quer que eu vá.
Meu namorado é extremamente ciumento comigo, e eu também sou com ele. Ambos temos uma vontade forte de transar na frente de outras pessoas ou de praticar troca de casais. Na verdade, ele realmente quer me compartilhar com outro homem, ver outro cara se aproveitando de mim na frente dele. Essa ideia o excita muito, mas nunca colocamos em prática. Uma vez, com uns trinta dias de antecedência, planejamos passar um fim de semana num resort no campo. Passaríamos dois dias aproveitando as piscinas, as cachoeiras, numa pousada super aconchegante, e claro, muito sexo! Como eu não tinha um biquíni bonito, fomos comprar um novo. Ele me fez provar um biquíni fio dental porque o excitava muito. Além disso, disse que queria me exibir pra todo mundo. A ideia de me ver sendo alvo dos olhares de outros homens o deixava louco. O biquíni era preto, tamanho pequeno, e ficava escandalosamente indecente na minha bunda enorme, quase sumindo completamente na minha racha. Adorava me olhar no espelho e me sentir praticamente nua, ainda mais ao lembrar que usaria aquele biquíni na frente de estranhos com o consentimento do meu namorado. Quando ele me viu no provador, achou escandaloso, mas mesmo assim insistiu pra eu comprar o biquíni, e ainda insistiu em pagar a conta pra mim. Disse que, como estaríamos longe de conhecidos, poderíamos fazer todo tipo de safadeza.
E ele queria que eu chamasse a atenção de todo mundo. Fiquei empolgada com a ideia e Até comecei a fantasiar. Mas ele pediu pra eu usar aquele biquíni só quando estivéssemos juntos. Quando eu estivesse sozinha num clube ou na praia, tinha que usar o outro biquíni, mais comportado, que a gente comprou logo depois.
Claro que aceitei na hora, porque tava super empolgada com ele e a iniciativa dele. Mas aí, três dias antes da viagem, ele me ligou dizendo que não ia mais, que tinha perdido a vontade de ir... E um monte de desculpas esfarrapadas. Sempre fazia a mesma merda! Que saco! Se fosse a primeira vez, até entenderia, mas já tinha perdido as contas de quantas vezes isso tinha acontecido. Ele sempre fazia planos, me enchia de expectativa e, bem na hora H, desistia!
Mas dessa vez eu tava puta da vida e falei que ia viajar de qualquer jeito. Não ia passar as férias em casa à toa. Desliguei na cara dele! Depois ele me ligou de novo e eu atendi do mesmo jeito. Falei que ia viajar com ele ou sem ele.
No dia seguinte, falei que ia num clube com meu irmão e a namorada dele, e perguntei se ele queria ir junto. Ele disse que ia pensar.
Isso me deixou puta pra caralho porque sabia que, mais uma vez, ia me decepcionar. Na noite anterior à viagem, liguei pra ele de novo e pedi uma resposta definitiva. Perguntei: "Então, cê vai ou não?". Quando ele começou a enrolar de novo, fiquei furiosa, falei que ia sozinha e desliguei na cara dele.
Enquanto fazia a mala, minha cunhada me disse pra não esquecer de levar um biquíni pra poder curtir a piscina. Isso me chamou a atenção na hora e pensei: "Ah, não! E agora?". Não sabia se levava um biquíni fio-dental, já que tinha combinado com meu namorado que só usaria quando ele estivesse comigo. Pensei um pouco e decidi levar os dois biquínis; via o que fazer quando chegasse lá.
Chegamos no clube e era um dia lindo e ensolarado. O lugar era maravilhoso, muito verde, com várias cachoeiras. Os chalés eram bem aconchegantes e bonitos, e ficavam meio afastados. Perfeitos pra ficar a sós com alguém que você gosta e transar gostoso e tranquilo. Naquela hora fiquei ainda mais puta porque ele não tinha vindo comigo. Decidimos trocar de roupa pra dar uma volta, aproveitar o dia bonito e respirar ar puro. Eu e minha cunhada vestimos shorts de praia, eram curtos, mas não demais. Meu irmão colocou uma regata e um shorts, e aí saímos.
Meus shorts pareciam super provocantes, mostrando minha bunda enorme. Não demorou muito pra eu começar a notar os homens me olhando. Tipo, olhavam pra minha bunda que se destacava naqueles shorts brancos apertados. Como tava com meu irmão e minha cunhada, ninguém chegou perto, mas assim que eu parava um instante, via os caras me comendo com os olhos. Percebi que pra onde a gente ia, sempre tinha um cara nos seguindo a uma certa distância. Ele até tentava disfarçar bem, mas rapidinho descobri o que ele queria. Toda vez que eu me virava, ele praticamente se jogava em cima de mim e me agarrava a bunda. Minha primeira reação foi contida, afinal, sou uma mulher comprometida e nunca tinha traído meu namorado, mas aí lembrei que ele tinha me deixado muito puta por não querer vir comigo por uma besteira. Pensei: "Porra! Tô aqui, gostosa, com toda essa carne pra dar de graça, e o filho da puta me deixa sozinha e fica em casa o fim de semana inteiro. Que idiota!" Então comecei a deixar o cara apreciar mais minha bunda. Parava quando me abaixava pra pegar algo do chão ou me apoiava no balcão quando ia comprar sorvete. Protegida pela companhia do meu irmão e da minha cunhada, curtia a situação e ficava excitada que aquele desconhecido me olhasse de cima a baixo. Mas ele fazia isso na discrição; afinal, eu só tava me divertindo um pouco. Não tinha nenhuma intenção de deixar aquele cara chegar muito perto.
Depois de um tempo, decidimos voltar pro chalé e descansar um pouco. O homem parou de nos seguir e sumiu. Enquanto descansávamos, uma guia do clube bateu na porta. Nos convidou pra visitar uma fazenda que ficava a 30 minutos de carro, por uma estrada de terra. Meu irmão e a namorada dele aceitaram.
Chegaram na hora e me chamaram pra ir junto. Ainda me sentia meio deprimida por causa do meu namorado e falei que preferia ficar no clube. Eles seguiram o guia turístico e eu fiquei sozinha. Liguei a televisão e comecei a mudar de canal, procurando algo interessante, até que sem querer encontrei um canal pornô. Me acomodei na cama e comecei a ver um filme. Tinham homens gostosos e mulheres lindas em cenas muito sensuais. Me excitou pra caralho e me fez pensar de novo no meu namorado. Naquela hora pensei: "Por que esse corno não tá aqui agora, transando comigo?". Pensando bem, não sei por que repeti de novo: "corno!". Essa palavra começou a rodar na minha cabeça, me dando um frio na barriga. A ideia me excitava muito, mas ao mesmo tempo me assustava. Pensei em ir pras piscinas e fazer alguma coisa; afinal, agora tava sozinha, sem meu irmão e minha cunhada por perto. Passei um bom Rato com um emaranhado de sentimentos e desejos na cabeça. Tava incrivelmente excitada com a ideia de fazer alguma coisa, mas ao mesmo tempo morria de medo, porque nunca tinha feito nada daquele jeito antes. Nunca tinha sido infiel, mas agora tava ali sozinha, morrendo de tesão e puta da vida com meu namorado. Olhei pra TV e vi aquelas cenas de sexo deliciosas. Lembrei dos caras me olhando enquanto eu andava, principalmente quando um deles me seguiu! Um diabinho ficava rodeando minha cabeça o tempo todo, e minha excitação só aumentava.
Criei coragem, abri a mala e vesti o biquíni fio dental. Quando me olhei no espelho, me senti ainda mais gostosa e excitada. Minha bunda tava super durinha, e enquanto eu andava pelo quarto, me olhando no espelho e vendo como o biquíni sumia no meio das minhas nádegas, minha cabeça foi tomada por uma avalanche de fantasias indecentes, e eu ri sozinha, uma risadinha safada e gostosa de quem tá muito animada pensando em fazer uma sacanagem.
Estiquei ainda mais as tiras do biquíni, fazendo ele praticamente desaparecer tanto atrás quanto na frente.
Pensei comigo mesma: "Ele me pediu pra não usar fio dental enquanto tivesse sozinha, mas em vez de vir comigo, o idiota preferiu ficar em casa. Vou usar fio dental sim, pra ele aprender a não me fazer isso de novo!"
Amarrei um saída de praia transparente na cintura, joguei umas coisas numa bolsinha e fui andando em direção às piscinas.
Aconteceu que meu namorado mudou de ideia no último minuto e decidiu ir pro clube também, mas não contou pra ninguém. Depois que tudo acabou, ele me contou o que rolou. Quando chegou no clube, me viu saindo do chalé de longe, e pela parte de cima do meu biquíni, percebeu que eu tava usando a tanga. Ele ficou puto na hora, e em vez de vir falar comigo, resolveu me seguir de longe pra descobrir exatamente o que tava rolando e ver até onde eu iria longe dele. Como eu não sabia que ele tava me olhando, caminhei de boa até a piscina. Tinha um monte de gente lá. Homens, mulheres, crianças, velhos... Resumindo, todo tipo de pessoa. Quando cheguei, o efeito foi imediato. Tirei o pareô e me deitei numa espreguiçadeira que tava perto da piscina. Virei de bruços e deixei minha bunda bem à mostra pra qualquer um ver, porque a tanga não escondia nada, mas eu queria mesmo era provocar todo mundo. Logo percebi que os caras, até os que tavam com as esposas e filhos, demoravam uma eternidade pra passar atrás da minha cadeira. Algumas mulheres tavam furiosas e com inveja por não terem o mesmo corpo que eu e não poderem usar um biquíni daquele. Eu adorava ser o centro das atenções. Meu namorado observava tudo de longe, morrendo de tesão enquanto mordia o lábio de ciúmes. Aí, aquele cara que tinha me seguido antes apareceu do nada, sentou numa cadeira do meu lado e começou a conversar. Começou com o papo dele de sempre, perguntando de onde eu era, quanto tempo ia ficar, o que eu achava do clube... Esse tipo de coisa. Ele me olhava de cima a baixo enquanto a gente falava. Nem se deu ao trabalho de disfarçar a pica dura debaixo do short de banho, e isso me deixou ainda mais excitada. Às vezes me sentia culpada e pensava em pedir desculpas e ir embora, mas ao mesmo tempo me sentia incrível naquela situação e acabei ficando. Desde que comecei a sair com caras, nunca tinha passado tanto tempo conversando sozinha com um estranho. Principalmente com um. um cara que fez de tudo pra você notar a ereção dura e pulsante dele. E fez isso na maior cara de pau. Teve até um momento em que ele começou a apertar o pau com a mão, bem na minha frente, enquanto continuava falando normal. Ele aproximou a cadeira dele da minha, abriu as pernas e começou a se acariciar a poucos centímetros do meu rosto. Ele riu com cinismo e eu fingi que não tava acontecendo nada.
Meus óculos escuros me ajudaram a manter a compostura, já que eu não conseguia olhar nos olhos dele. Por outro lado, não consegui evitar dar uma olhada na ereção dele de vez em quando.
Ele não tava nem aí pra ser discreto, e alguns transeuntes começaram a perceber que algo estranho tava rolando. Minha buceta ardia e eu não sabia o que fazer. A situação era deliciosa, mas o povo ao nosso redor me deixava meio envergonhada. As coisas estavam ficando perigosas. Pra aliviar um pouco o clima, resolvi dar um mergulho na piscina, e claro, ele me seguiu.
Meu namorado ficou escondido, o que deu mais espaço pra ele ver até onde essa história iria.
Enquanto estávamos na água, ele inventou mil desculpas para se aproximar e pressionar o corpo dele contra o meu, e como tinha muita gente na piscina, bastava alguém nadar perto pra ele me "esbarrar sem querer" e me dar um apertão leve. Não incentivei, mas consenti. Fingi acreditar nos esbarrões, e a cada desculpa, só respondia: "Tudo bem, com a piscina tão cheia, é difícil não esbarrar nas coisas". Chegou um ponto em que ele nem se dava mais ao trabalho de pedir desculpa, e percebi que se eu não fizesse algo, ele ia acabar transando comigo ali mesmo na água, com todo mundo olhando. Queria sair, mas toda vez que sentia o pau duro dele roçando de leve na minha bunda dentro d'água, dava vontade de facilitar as coisas pra ele meter de uma vez, mas aí olhava ao redor e encarava a realidade. Era uma delícia quando ele mergulhava e ficava um tempão debaixo d'água, perto de mim. Nessa hora, sempre dava um jeito de ajustar o biquíni e deixar ele ver um pouco mais. Puxava bem as alças, fazendo o biquíni entrar ainda mais, tanto na frente quanto atrás, e lá estava ele, a centímetros de mim, me olhando tão de perto que a cara dele quase tocava a minha buceta. Sempre tomava cuidado pra garantir que ninguém estivesse muito perto pra me ver, mas assim que ele mergulhava, fingia que não era nada e começava a ajustar o biquíni.
Vendo que as coisas iam complicar se essa brincadeira continuasse, resolvi sair da piscina. Quando me apoiei na borda, ele se aproximou por trás com a desculpa de me ajudar e acabou com a cara bem debaixo da minha bunda, e como a fio-dental não cobria nada, ele viu quase tudo que queria ver. Saí bem devagar, de propósito. Quando sentamos de novo pra conversar, notei a ereção dele pulsando, quase escapando do elástico do short de banho. Pouco depois, um amigo dele chegou e se juntou a nós. Só então lembramos de nos apresentar. Ele se chamava Paulo, e o amigo que acabara de Chegou o Rodrigo, um preto alto de 1,90m que, sentado do meu lado, não parava de olhar pras minhas coxas como se nunca tivesse visto um par de pernas. Nem consigo imaginar a cara do meu namorado naquele momento, me vendo ali quase nua, batendo papo com dois desconhecidos, e um deles preto!
Naquele momento, até achei engraçado, lembrando que meu namorado tinha me deixado sozinha, fosse por preguiça ou pura mania, e agora eu estava ali, quase nua na frente de dois completos estranhos que praticamente me despiam com o olhar, esperando uma chance pra me comer de verdade. Rodrigo, o cara negro, me perguntou na hora onde eu estava hospedada e se tava sozinha. Respondi que tava no chalé número 110, mas que estava com meu irmão e minha cunhada, que tinham ido visitar uma fazenda da região, e que eu tava ali sozinha por um momento, curtindo a piscina. Paulo começou a falar de como os chalés eram aconchegantes e que, por serem isolados, eram ideais pra gente se pegar sossegado sem ninguém ver e, portanto, sem ninguém encher o saco. Ele deixou bem claras as intenções enquanto trocava sorrisos safados e discretos com o amigo. Concordei com o conforto dos chalés, mas falei que o único problema era minha TV, que tava com dificuldade pra pegar alguns canais. Inventei essa história sem pensar, do nada. Acho que, inconscientemente, tava buscando uma desculpa pra ir com eles pra minha cabana e continuar o jogo. Imediatamente, Rodrigo se ofereceu pra dar uma olhada na minha TV, dizendo que era um bom entendedor de eletrônica. Falou tão de repente que fiquei sem palavras, dizendo que não tinha pressa e que queria pegar mais um pouco de sol. A verdade é que não tava certa de levar esses dois pra minha cabana, mas tava morrendo de vontade. Pra não ser muito óbvia, falei que era melhor esperar meu irmão voltar e aí ele poderia ver o que tinha na TV. Nem terminei de falar e meu celular tocou. Era meu irmão, dizendo que tinha decidido passar o resto do dia com a namorada na fazenda, que era um lugar lindo, e perguntando se eu não me importava de ficar sozinha. Falei que não tinha problema, já que tava me divertindo pra caralho no clube. Desliguei e pensei: «Porra, tudo conspira pra eu fazer alguma merda.» «Com esses dois no chalé». Enquanto falava ao telefone, virei de costas para eles e me movi devagar, deixando minha bunda ainda mais à vista dos olhos famintos deles de todos os ângulos. Pelo canto do olho, vi que os dois estavam excitados e que de vez em quando trocavam olhares e comentários obscenos.
Depois de desligar o telefone, virei-me para eles e disse: «Meu irmão não volta até hoje à noite, então acho que devemos ver qual é o problema da televisão agora. Vai custar pro meu irmão assistir de noite». Respirei fundo; meu coração batia forte, sentia uma descarga de adrenalina ao pensar no que estava prestes a acontecer. Tremia de nervosismo, mas a luxúria era mais forte. Peguei minhas coisas, coloquei o pareô e os três fomos para o chalé. Meu namorado, que estava vendo tudo, não podia acreditar no que via, e acho que se tivesse adivinhado o que ia rolar, teria me parado naquele exato momento.
Acho que nessa altura meu namorado já tinha sacado o que eu tava planejando fazer, mas mesmo assim, ele não apareceu, continuou observando tudo de longe. Enquanto a gente caminhava pro chalé, eu pensava em mil coisas. Logo ia ficar sozinha com aqueles dois caras que queriam me comer no quarto, e apesar da puta tesão que eu tava sentindo, ainda tava meio apreensiva. Eu curtia a liberdade de fazer o que quisesse, sem meu irmão e minha cunhada por perto, e especialmente sem meu namorado. Na real, toda vez que eu pensava nele e no comportamento infantil dele, sempre se metendo em encrenca comigo, minha vontade de trair ele aumentava, e eu ganhava ainda mais coragem pra continuar com minha aventurinha. Os dois caras caminhavam do meu lado, bem colados, mas nenhum dos dois falou na lata o que queria fazer. Quem passasse por ali ia achar que éramos três amigos passeando de boa, conversando sobre bobeira. Assim que a gente passou pela portinha de entrada do meu chalé, o Rodrigo, suave mas bem sugestivo, colocou a mão na minha cintura. Meu coração batia forte, quase saindo pela boca.
Eu curtia cada instante daquela tarde, me sentindo livre, leve e sem preocupação, sem desconfiar que meu namorado tava vendo tudo que rolava a poucos metros de mim. Ainda me pergunto o que passava pela cabeça dele ao me ver indo pra um chalé afastado com dois desconhecidos. E mais ainda, ao me ver naquele biquíni fio dental que ele tinha me feito prometer que não usaria quando estivesse sozinha, com a bunda toda de fora. Só de me olhar mais de perto, ele teria visto que os dois estavam de pau duro, tentando se aproximar de mim o tempo todo, e eu tava correspondendo. Discretamente, claro, mas tava correspondendo.
Eu cruzei a porta e tirei a chave da bolsa, tentando disfarçar o nervosismo que tava sentindo. Os dois pararam atrás de mim, ansiosos pra ver a porta abrir e botar em prática tudo que tinham deixado claro com os olhares e risadinhas.
Quando cheguei na porta, olhei de novo pros dois caras e vi que tavam morrendo de vontade de entrar e transar comigo. Dava pra ver na cara deles. Bom, não só na cara. De olho, dava pra ver o quanto os paus deles tavam duros por baixo dos shorts. Parecia que o fato de estar tão perto de entrar deixava eles ainda mais excitados. Rodrigo nem esperou a porta abrir e começou a se masturbar ali mesmo na sacada, enquanto trocava olhares safados com Paulo, que por sua vez não conseguia tirar os olhos da minha bunda. Qualquer um que passasse por ali veria claramente uma mulher entrando num chalé isolado com dois caras completamente tesudos e de pau duro. O pior é que meu namorado era quem tava vendo a cena. Mas eu não sabia, e depois de respirar fundo, criei coragem e girei a chave...
Empurrei a porta, entrei, joguei minha bolsinha num canto e, sem olhar pra trás, falei: "Entrem, por favor". Antes mesmo de terminar a frase, o negão já estava colado em mim por trás, pressionando a pica enorme e dura contra minha bunda. Levei um susto e soltei um gritinho: "Ei... espera! Que porra é essa?!" Dei uns passos pra frente e virei pra eles. "Qual é a de vocês? A gente veio consertar a TV!" Quando falei isso, tava tremendo. Aí vi o Paulo fechando a porta. Girou a chave duas vezes e disse: "Carol, você é uma gostosa! Tava provocando todo mundo com essa tanga escandalosa, mostrando essa bunda deliciosa pra quem quisesse ver, e agora a gente vai se divertir com você. Vamos fazer um sexo gostoso, um trio bem quente". Sabe, fantasiar é uma coisa, mas quando começa a acontecer de verdade, é bem diferente. Minhas pernas tremiam de medo, mesmo eu já sabendo que ia rolar e morrendo de vontade. Pensei: "Porra, em que eu tava pensando? Agora vão me comer, e a culpa é toda minha". Tentando me livrar dessa, falei que se não parassem, ia gritar por socorro. Paulo, com um sorriso safado, respondeu: "Pode gritar à vontade. Tamos longe de todo mundo. Seu chalé é o mais afastado do clube. Se quiser gritar, fica à vontade. Vou adorar ouvir você gemer enquanto a gente te come!" Fiquei quieta depois disso, porque ele tinha razão. Não tinha ninguém por perto, só meu namorado, que tava espiando toda a cena escondido, olhando pela janela. Mas o filho da puta, mesmo sabendo o que tava rolando, não fez absolutamente nada.
Como me via assustada, o negão falou: "Fica tranquila, Carol. Vamos ser suaves com você. Ninguém quer te machucar. Só queremos um trio, e pelo jeito que você tava na piscina, é claro que você também quer". Aí ele puxou a pica enorme e dura pra fora do short e disse: "Olha o que eu tenho aqui pra você... Por que não aproveita?
A piroca do preto era enorme e linda. Nunca antes tinha visto a vara de um homem negro, porque os poucos namorados que tive eram todos brancos. Era escura, com uma cabeça grande e bem vermelha, o que a tornava a mais linda que eu já tinha visto até aquele dia. Além disso, era reta e muito grossa. Eu tinha à minha disposição uns 25 cm de piroca preta!
Uma vez ouvi dizer que basta um homem mostrar uma ereção pra uma mulher pra ela perder a compostura e ficar completamente louca. Naquele momento, vi que esse ditado era mais do que verdade. Era muito maior que a piroca do meu namorado. Só de pensar, já dava vontade de deitar com aquele negão enorme. Corri até ele, me ajoelhei entre as pernas dele e, com avidez, peguei aquela piroca enorme na minha boca. Chupei como se estivesse desesperada por ela, com a boca cheia d'água, escorrendo pelos cantos dos lábios. Aquela era uma piroca de verdade. Grande, reta e grossa... muito grossa. Enchia minha mão e mal conseguia segurar. Ali começou minha vingança contra meu namorado, por ser tão descuidado comigo. Passei dois anos aguentando a imaturidade e indiferença dele, mas agora estava chupando deliciosamente a piroca de um preto musculoso. Naquele momento, até desejei que ele estivesse vendo a cena, sem saber que na verdade ele estava. Foi um prazer pensar nisso na hora, e ainda mais depois, quando descobri que ele tinha visto tudo. Um detalhe: meu namorado sempre foi meio racista. Imagino o ódio que ele deve ter sentido. Mas também deve ter sentido muita excitação, já que ficou escondido, observando tudo pela janela.
Depois de alguns gemidos, Rodrigo disse: "Ahhh... sabia que você ia adorar". Eu respondi: "É muito gostosa, e é muito maior que a piroca do meu namorado". Os dois caíram na gargalhada ao ouvir isso e disseram: "Bom, agora seu namorado, além de ter uma piroquinha, vai ter um belo par de chifres. Agora ele é um cuck!" "Sim, ele vai ser um cuck! Merece!", confirmei e voltei a encher minha boca com aquele tronco. Enorme.
Era dura e grossa na minha boca. Meu sangue gelou quando olhei e vi alguém espiando pela janela. Sem piscar, me coloquei numa posição que me permitisse ver melhor e fiquei chocada ao confirmar que era a cara do meu namorado. Minha cabeça tava girando. O negão grandalhão não entendeu nada e continuou enfiando a pica na minha garganta. Depois do choque inicial, pensei:
"Por que ele só olha e não faz nada? Será que...? Meu Deus, não acredito! Ele tá adorando me ver transando com outro. Vou aproveitar que ele não percebeu que eu vi e continuar pra ver até onde ele aguenta." E foi exatamente isso que eu fiz! Fingi que não tinha notado nada e continuei babando na pica do negão, mas agora era diferente. Só de saber que meu namorado tava assistindo tudo, minha excitação aumentou mil vezes, e comecei a engolir aquela cobra preta com muito mais tesão. Mesmo sem poder olhar diretamente, percebi que ele reagiu com espanto e excitação quando tentei engolir tudo de uma vez, e como não consegui, comecei a chupar os enormes e molhados testículos do negão, que gemeu alto e disse: "Seu namorado é um corno mesmo!
Depois de chupar aquela pica enorme por um bom tempo, me levantei e virei as costas pro Rodrigo. Me inclinei no sofá e ofereci minha bunda pra ele esfregar. Sem perder tempo, ele se jogou em cima de mim e começou a forçar o membro gigantesco, encharcado de saliva, contra minha bunda branca enorme. A diferença de cor entre nossas peles deixava a cena bem clara, até pra quem olhasse de longe. Ele empurrou com força, e só minha calcinha fio-dental impedia a penetração. A pica dele tava tão dura que, num instante, enfiou por baixo de uma das tiras e começou a esticar, quase arrancando meu biquíni. Isso me deixou louca de vez, e comecei a esfregar minha bunda nele como se quisesse devorar ele com meu rabão. Ele disse: — "Não entendo como seu namorado te deixa andar sozinha assim. Acho que ele tava praticamente pedindo pra ser corno!" Ah, como aquilo soou delicioso. Ouvi o negão falar essas palavras, olhei discretamente pra janela e repeti em voz alta: — "É isso mesmo! Ele não passa de um cuck e quero sentir vocês dois me comendo. Talvez ele aprenda a lição!" Nessa hora, Paulo decidiu entrar na festa também, e parando na minha frente, já com a pica na mão, arrancou a parte de cima do meu biquíni e começou a morder meus bicos. Não acreditei quando vi. Ele tinha uma pica do mesmo tamanho que a do negão, a única diferença era a cor. "Porra! Os dois têm uma pica enorme... vão me destruir!" — "Ainda não, gostosa. Mas vai. Pode apostar", respondeu Paulo. Pra provocar ainda mais, falei alto e claro: "Hmmm... imaginem só... o cuck com aquela pica de merda, se achando o tal, a ponto de me deixar sozinha, e agora eu tô aqui, com dois troncos de carne de verdade... Queria que ele visse!" Nem terminei a frase e Paulo enfiou a pica na minha boca, até o fundo da garganta, me fazendo engasgar. Ele tava dominado pelo tesão e metia sem piedade, puxando meu cabelo e forçando minha cabeça contra ele. As bolas dele batiam no meu queixo. queixo, tamanha era a profundidade em que ele havia enterrado o pau na minha garganta babante. Lá estava eu, sendo abusada pelos dois caras, e o corno observava tudo da janela.
Quando Paulo finalmente me deu uma trégua, eu falei, quase gemendo: "Ai, meu Deus... Tem muita pica pra uma mulher só! Quero as duas dentro da minha buceta!". O negão respondeu na hora: "Você vai ter, gata... E não só na sua xota... também vamos arrombar seu cu".
Ai, meu Deus! Quando ele disse isso, senti um arrepio danado na barriga!
"Não, meu cu não! Sou virgem naquele buraco. Meu namorado não gosta, então a gente nunca tentou." Parece que eu falei uma palavra mágica, porque quando ouviram isso, os dois soltaram um gemido longo ao mesmo tempo: "Mmm... bom, isso vai ser melhor pro seu cu. Vamos te comer com uma pica bem maior que a do seu corno, e acredita, Carol... Você vai adorar!" Meu Deus! Eu tava morrendo de vontade de dar o cu, afinal, qual é o sentido de ter uma raba tão grande e não aproveitar o que a natureza me deu? Às vezes até pensava em pedir pro meu namorado me comer por trás, mas nunca tive coragem, porque achava que seria me rebaixar demais, me oferecer pra alguém que não mostrava o menor interesse. Às vezes me sentia rejeitada, como se ele não gostasse do tamanho da minha bunda, justamente a parte do corpo que eu mais amo. Enfim, agora a oportunidade apareceu. Encontrei dois homens de verdade que tiveram coragem de impor a vontade deles numa mulher e mostrar claramente que tavam doidos pra comer ela. Eles cagaram pros meus medos e falaram na lata: "Vamos arrebentar seu cu, puta!" Eu tava alucinando com a possibilidade de ser comida no cu. O que me assustava era o tamanho dos troncos que iam fazer o serviço. Me deitaram no sofá, finalmente arrancaram minha fio dental e me viraram de costas.
"Isso aí, senhor! Agora sim é uma bunda de verdade! Olha esse cuzinho lindo, rosado e apertado. Hoje vai engolir uma pica até não aguentar mais!" Uau... Aquilo foi música pros meus ouvidos. Quase gozei só com essas palavras firmes e diretas, sem rodeio nenhum.
Senti o Rodrigo separar minhas nádegas com as mãos dela, e então a língua dela foi direto ao ponto! Bem no meu cu...! Foi delicioso sentir aquele músculo molhado e ousado explorando todas as minhas dobras, dando voltas e tentando abrir caminho, depois fazendo uma viagem de cima pra baixo entre as frestas e voltando direto pro centro do meu cu. Mmm... Eu tinha arrepios a cada movimento. Foi a coisa mais obscena que já fiz na minha vida!
Paulo não aguentou só olhar e disse que também queria provar meu cu, então Rodrigo se afastou um pouco e deu a vez pra ele. Os dois se revezaram, cada um lambendo com mais tesão que o outro. De vez em quando, eu sentia um dedo safado entrando, como se estivessem me dando uma amostra do que estava por vir. Ou melhor, do que estava por vir por trás! Sentindo meu cu se contrair, segurei a cabeça deles e apertei ainda mais forte, e eles se deixaram enterrar os rostos naquele monumento de carne macia, quente e molhada. Fechei os olhos e já não sabia mais qual dos dois estava me lambendo. Só aproveitei, delirante, o orgasmo que se aproximava, e então me segurei pra saborear um pouco mais. Pensei comigo: "Ha! Nem em mil anos meu namorado me chuparia assim...!"
Quando abri os olhos, espiei pela janela e, pra minha surpresa, o corno estava se masturbando! Aquilo foi demais pra mim. Cheguei no clube me sentindo deprimida, desprezada e sozinha, e agora não tinha nada menos que três homens aproveitando meu corpo.
Pra inflar ainda mais meu ego, um deles era meu namorado, que eu não só estava traindo, como também adorava tanto que se masturbava enquanto observava escondido dois homens bem dotados cuidando da sua namorada gostosa. A pequena pontada de culpa que eu sentia pela traição desapareceu completamente ao ver aquela punheta escondida. Senti um tesão indescritível naquele momento. Era uma pena que meu namorado estivesse escondido, porque eu morria de vontade de ver o pau dele também. Meus dois garanhões tinham me satisfeito muito, mas eu queria mais... Muito mais! Sem aviso, aproveitando que uma língua estava na minha buceta enquanto a outra continuava trabalhando duro no meu cu, gozei violentamente! Tive espasmos da cabeça aos pés, meu corpo inteiro tremia. Abri as pernas de par em par, empurrando com força as cabeças dos meus dois homens no meu cu e na minha buceta ao mesmo tempo. Fechei os olhos, apertei os dentes e gemi alto:
"corno... corno... Aaaaahhhhhh!...”
Nem tinha terminado meu orgasmo direito quando o negão falou: "Chega de lamber. Agora quero te comer de verdade, Carol. Nunca estive com uma mulher tão gostosa quanto você e não vou deixar essa chance passar". Disse isso enquanto me levantava, me segurava pela cintura e enfiava o pauzão dele na minha buceta de uma vez. Nunca tinha sido preenchida assim antes. Eu tinha acabado de gozar e minha buceta ainda pulsava, mas ele não ligou e entrou com força, cravando até o fundo com uma estocada firme e violenta. Minhas pernas tremiam, mas nem consegui gritar, porque assim que abri a boca, o Paulo já estava entrando com o pauzão dele, dizendo que era pra retribuir o boquete que ele tinha feito no meu cu. Foram tão diretos e obscenos com as palavras que, mesmo tendo acabado de gozar, senti a safadeza voltar na hora. Entre chupadas no pau do Paulo, eu falava: "Hmmm... Isso, mostrem que não são uns covardes... Mostrem como se come direito uma mulher de verdade... Hmmm... Assim, mais forte... Mais forte!". Caralho, o grandalhão babava com minhas provocações e começou a me foder como um animal! Senti as bolas dele batendo no meu cu e o suor espirrando pra todo lado enquanto o pauzão dele entrava e saía num ritmo frenético na minha buceta ardente. Ele segurou minha cintura com força e, enquanto me comia, me puxava contra o pau grosso dele! O Paulo me chamou de puta várias vezes enquanto as bolas suadas dele, como duas bolas de sinuca, se apertavam contra os lábios inchados da minha boca.
De repente, ouvimos uma conversa lá fora: - "Ei, você... O que tá fazendo aí?!"
"N-nada... Só estava... olhando...!"
"Tô vendo, hein, espiando nos quartos dos outros e se masturbando! Você vai ter que dar explicações pra gerência do clube, seu pervertido."
"N-não... Por favor, agora não... Só mais um minutinho!"
"Agora vai, amigão, e é melhor não resistir se não quiser levar uma surra."
Foi assim. Eram dois seguranças do clube. Quem pegou meu namorado espiando pela janela e batendo uma. Acharam que era algum intruso qualquer e levaram ele pro escritório.
Paulo e Rodrigo, ao ouvir isso, também pensaram que era algum tipo de tarado e caíram na risada. Eu não falei que era meu namorado e ri ainda mais alto que eles. Por dentro, eu não aguentava de tanta satisfação. Minha vingança estava saindo melhor do que eu tinha planejado. Além de não nos vermos até o final pra saber se o preto ia mesmo lamber o cu da namorada dele, ele ainda ia ter que explicar essa situação toda humilhante. O pior é que ele nem desconfiava que eu tinha visto tudo.
Assim que o silêncio voltou, meus dois caras não perderam tempo e continuaram o que estavam fazendo. E parece que a pausa deu novas energias pra eles, porque me agarraram com mais tesão do que antes. Paulo falou na hora que era a vez dele de saborear minha buceta, que continuava tão quente e molhada quanto antes. Pra ser sincera, eu tava ainda mais excitada pensando em como meu namorado ia se dar bem, além de saber que ele ia ficar angustiado depois de ver a namorada dele dando pra um negão. Paulo sentou no sofá e me colocou no colo dele. Me puxou com tanta força que, mesmo com minha buceta já esticada pelo negro e bem encharcada, senti muita dor. Só as bolas dele ficaram pra fora, e aposto que se desse um jeito, até elas teriam entrado também. Depois de um tempo, Rodrigo se posicionou na minha frente e mandou eu chupar ele.
O suor escorria das minhas coxas e se misturava com o suor que corria solto pelas pernas do Paulo, encharcando o sofá inteiro. Eu tava dolorida, mas a luxúria continuava intacta. Só conseguia pensar no momento em que eu teria uma daquelas pirocas lindas enterrada no meu cu ansioso...!
Ambos me pagaram bem. Paulo, que estava debaixo de mim, tentava de todo jeito enfiar a pica na minha buceta.
Mal precisei me mexer. Só me entreguei à vontade daquelas duas picas monstruosas, que me maltrataram de todas as formas possíveis. Me penetraram, me lamberam, me apertaram e me forçaram a transar do jeito que eles queriam. O preto começou a esfregar a pica com força nos meus peitos. Falei que meu namorado nunca usava eles assim, só chupava de leve. Aí ele disse que ia "descascar" eles, pra que na próxima vez que meu namorado idiota fosse chupar, encontrasse eles completamente destruídos pela vara de um preto, e começou a esfregar a pica dura com raiva nos meus peitos. Continuou xingando meu namorado, chamando ele de covarde, corno, e zoando eu por dizer que ele tinha uma pica pequena.
Isso me deixou com muito tesão. Não sei por quê, mas toda vez que xingavam meu namorado, eu adorava e ficava ainda mais feroz, passando da submissão ao ataque: — "Isso aí, grandão. Destrói meus peitos com essa pica gigante!" No meio dessa loucura toda, Paulo soltou aquelas palavras mágicas que me deixavam doida, e que eu tava morrendo de vontade de ouvir: — "Agora vou te comer o cu!" Hmmm... Era tudo o que eu queria!
Mas ao ouvir isso, o preto falou: "De jeito nenhum, parceiro! Eu é que vou abrir essa bunda primeiro!" Os dois começaram a discutir, porque os dois queriam o privilégio de meter no meu cu virgem!
Ouvindo a empolgação deles com meu cu, pensei: "Hmm... Que jeito melhor de deixar meu namorado ainda mais puto do que dar meu cu pra um preto?" Pedi pros dois se acalmarem e falei bem doce: — "Quero que o preto me coma primeiro! Pra ninguém reclamar, depois você também vai ter sua vez, Paulo. Mas pra irritar de verdade meu namorado, quero que o Rodrigo seja o primeiro. E pra dar um toque especial nisso, quero vocês dois ao mesmo tempo. Quero essas duas picas aí!" Claro, os dois ficaram de pau duro e toparam na hora. Duvidar! Até aquele momento, tinha sido o sexo mais louco e gostoso da minha vida, mas terminar com dupla penetração foi incrível. Foi o final perfeito! O cara negro me colocou de bunda pra cima, separou minhas nádegas e cuspiu bem alto. Uau...! Isso foi inesperado e me arrepiou toda. A saliva formou uma poça no meu cu, então ele esfregou a cabeça vermelha e inchada da pica dele contra mim pra lubrificar, até que ela ficou toda coberta de cuspe, e eu senti aquela massa de carne rodeando minhas pregas. Enquanto ele fazia isso, eu pensei: "Vai, faz logo, me come... Me come!" Parece que ele ouviu meus pensamentos, porque no instante seguinte deu um empurrão violento e enfiou metade daquele tronco preto no meu cu. Não foi colocando aos poucos, como eu esperava. Simplesmente entrou rasgando tudo! Eu apertei os dentes e gemi com força pra abafar o som, porque se eu tivesse soltado um grito que mostrasse a dor que eu sentia, todo mundo na vizinhança teria me ouvido, então me segurei o máximo que pude.
"Fica tranquila, só enfiei a metade. Ainda tem mais, relaxa!" Enquanto ele dizia isso, eu senti o resto daquela pica monstruosa entrando no meu cu centímetro por centímetro: "Haahhhh... Hahhhhh... Continua...!" Parecia alguém empurrando um objeto pesado ladeira acima, devagar mas constante, sem parar, e só parou quando chegou no topo da colina, ou seja, quando estava completamente dentro do meu cu.
Mesmo sabendo que meu namorado não estava mais me olhando, eu falei como se ele pudesse me ouvir: "Ahaaahhh... você... corno, filho da puta...! Tá... feliz... agora, hein? Se você pudesse ver essa... pica enorme... grossa... e preta... completamente... enfiada... dentro... dentro do cu da sua namorada... Ahhaaaa... corno... corno...!" Eu estava delirando ao dizer essas palavras e sentir a pica enorme do cara negro rasgando minhas pregas e enchendo todo o meu cu, deixando só as bolas dele pra fora! Minha vingança estava completa, mas eu não fazia ideia de que as coisas estavam prestes a ficar ainda melhores...!
Paulo já estava por baixo, então pediu pro negão esperar um pouco, se ajeitou e começou a meter na minha buceta. Foi um momento delicioso. Pela primeira vez na vida, senti duas rolas dentro de mim ao mesmo tempo, e o melhor foi sentir elas se tocando por dentro. Eu tava completamente cheia; não sobrou um centímetro vazio, nem na minha buceta nem no meu cu.
Senti os movimentos do Paulo e do Rodrigo ao mesmo tempo, os dois me penetrando violentamente em sincronia. Nós três estávamos fazendo um sanduíche delicioso, e eu era o recheio, mas na real, eu era a que tava sendo preenchida! Cheia com aquelas duas rolas gigantescas e gostosas. Eram praticamente do mesmo tamanho; não dava pra sentir diferença nenhuma. O que realmente me deixava louca era o fato de que nunca antes tinham me comido, e ainda por cima, com uma rola preta! Paulo agarrou minha bunda com força e começou a separar minhas nádegas: "Mete sem piedade, amigão. Arrebenta o cu dessa puta gostosa. Deixa o rabo dela solto, mas não rasga demais, porque eu também quero estourar ele depois". Era muito indecente. Ele me tratava como uma vagabunda, me chamava assim, e o pior é que me excitava cada vez que eu ouvia. Ah, se eu soubesse como era gostoso, teria feito isso há muito tempo, e já tô pensando nas próximas vezes.
Sim! Já tava pensando na possibilidade de fazer de novo no futuro, afinal, se você faz uma vez, vai fazer duas! Ou três, quem sabe...? O importante é que eu tava traindo alguém pela primeira vez, e tava adorando. Teve um momento em que o negão me deu uma série de estocadas muito fortes e rápidas, e a rola dele saiu suja...!
"Porra, gata! Tô tirando a merda do teu cu... Isso é foda!"
"Então me dá mais... Enterra tudo... Me dá tudo... Faz o que quiser comigo. Me come...!"
Ahhhhh... foi glorioso!
Os dois começaram a meter com mais força, quase com desespero e raiva. Parecia que queriam me destruir. Em Real, eu sabia o que aquilo significava. O orgasmo tava chegando. Sentia que a qualquer momento ia tomar uma chuva de porra, então me preparei e comecei a rebolar igual uma puta. Minha intenção era gozar junto com eles.
Meu namorado mal conseguia me fazer ter um orgasmo de vez em quando, mas naquela noite eu já tinha gozado uma vez e sentia que o segundo orgasmo ia vir em segundos.
Foi incrível. Só de lembrar do corno aumentava minha vontade de continuar dando pra aqueles dois caras, do jeito mais depravado possível. Já tava sentindo o orgasmo se acumulando entre minhas pernas quando ouvimos a porta se abrir...!
Pra nossa surpresa, vimos meu namorado entrar, escoltado por dois seguranças, e na frente deles, o gerente do clube. Tavam tão surpresos quanto a gente, mas enquanto eles ficaram paralisados de choque, a gente tava tão focado em foder que continuou metendo forte mesmo com eles olhando. O negão me deu uma estocada violenta no cu, e quando se afastou, gemeu e gozou em cima das minhas nádegas. Foram jatos potentes e cheios.
Sentindo aquele banho de líquido quente, dei mais umas estocadas na pica do Paulo e comecei a uivar de tesão enquanto eu também gozava.
Com meus movimentos, o Paulo não se segurou, e quando eu desci dele, senti a gozada quente e forte dele no meu estômago, respingando pra baixo nos meus peitos.
Meu namorado, os seguranças e o gerente ficaram sem palavras, com a cara contraída de susto. Não sei como reagiria se me deparasse com uma cena dessas. Dois caras tirando aqueles consolos gigantes da buceta e do cu de uma mulher, e os três gozando ao mesmo tempo. Sem contar a quantidade absurda de porra que gozaram e os gemidos fortes que soltaram.
Os quatro ficaram ali um tempão, de boca aberta, observando a cena sexual inesperada. Meus dois homens e eu terminamos de chegar fazendo barulho e nos jogamos exaustos no sofá, um do lado do outro. Eu no meio dos dois. Com aqueles paus enormes deles, que já começavam a amolecer.
Meu namorado tinha contado pra gerência do clube qual era a relação dele comigo. Aí me perguntaram meu nome, e quando confirmaram que era "Carol", decidiram investigar o assunto a fundo.
O trato era esse: se eu não confirmasse que era namorada dele, o clube chamaria a polícia e ele seria preso por exibicionismo, já que os seguranças tinham pegado ele se masturbando debaixo da minha janela. No começo, ele não queria dizer que era meu namorado, mas diante da ameaça de ir pra cadeia, achou melhor contar tudo e vir com os seguranças e o gerente até o chalé. Só que ele esperava que a orgia já tivesse acabado e levou um susto. Os seguranças começaram a rir disfarçadamente. O gerente também segurou o riso e começou a falar: «Desculpe a intromissão, mas ninguém atendeu quando chamamos, então abri com o chaveiro mestre. Esse jovem foi pego se masturbando e espiando pela sua janela, senhora Carol. Diz que é seu namorado. A senhora pode confirmar essa informação?». Meu namorado preferia passar uma noite na cadeia a ser humilhado na frente daquela agente e fez sinal pra eu dizer que não éramos um casal.
Ha, você acha que eu ia perder uma oportunidade dessas?
"Sim, é meu namorado. Acontece que ele tem o costume de me deixar na mão, e no último minuto cancelou o encontro comigo no clube. Como eu estava sozinha e me senti rejeitada, decidi aproveitar os maravilhosos serviços desse clube. Pronto, deixa ele ir, é meu namorado." Na hora, os seguranças caíram na gargalhada.
Ele fez uma cara péssima e me olhou, sem saber o que fazer. Minha vingança estava completa. Adorei ter feito aquilo, e ainda na frente de testemunhas...!
Antes de ir embora, a O gerente me olhou, se esforçando pra não soltar uma gargalhada também, e disse: «A senhorita tá sabendo muito bem aproveitar as maravilhas do nosso clube. Afinal, tá pagando caro e merece um bom serviço. Se tiver qualquer problema, é só me procurar!». Depois, enquanto fechava a porta, virou-se com um sorriso irônico e completou: «Bom, realmente sabe usar nossos serviços, hein?».
Então o gerente e os seguranças foram embora. Por um tempo, ainda dava pra ouvir as risadas deles lá fora, e eu fiquei com meu namorado e os dois caras. Ele não sabia o que dizer, ficou pasmo enquanto eu masturbava suavemente meus dois amantes bem na frente dele. Apertava os paus deles, extraindo as últimas gotas de sêmen daqueles gigantes derrotados e passando maliciosamente nas minhas mãos, enquanto olhava com ironia pro meu namorado. Os dois caras estavam em êxtase, sentindo pequenos espasmos, como se levassem choques elétricos das minhas mãos, que manipulavam seus paus com muito carinho, em agradecimento por todo o prazer que me deram.
Lentamente, Pablo abriu os olhos e disse:
“Hmmm... então esse é o cuck?”
“Sim”, respondi. “Esse é meu namorado.”
“Carol...!”, resmungou meu namorado.
“Para de fazer escândalo”, interrompi. “Olha como teu pau tá duro depois de tudo que aconteceu. Até agora, enquanto eu masturbo esses dois paus enormes na sua frente e te chamo de cuck, você continua de pau duro. Se controla, você é um cuck, assume...!”
Ele ficou em silêncio.
Meus dois amantes se levantaram preguiçosamente, vestiram seus shorts de banho e, antes de ir, cada um me deu um beijo na boca: «Vamos estar no clube até o fim de semana. Espero que a gente se veja de novo, gata. Você é uma gostosa», disse Paulo.
Enquanto saía, o homem negro deu um tapinha nas costas do meu namorado e disse, rindo:
“Adorei desvirginar teu cu, amigão. Até consegui tirar merda. Foi a foda mais gostosa que já tive na vida. Devia experimentar uma hora dessas. Não devia ignorar um rabo tão gostoso.”
Você acha que o que fez foi certo?", perguntou meu namorado. Na hora percebi que ele queria me dar uma bronca e fiquei ofendida. Falei claramente que fiz aquilo porque ele tinha me deixado sozinha de novo. Fiz por todos os erros que ele continuava cometendo comigo. E completei: "Se você quisesse, poderia ter me parado, ou você acha que não te vi batendo uma enquanto aqueles caras me comiam e eu te chamava de corno? Se você quisesse, poderia ter me pegado no flagra naquele instante e teria todo o direito de reclamar. Você vacilou ao me deixar gozar sozinha, te dei uma lição e no final você curtiu me ver com aqueles dois caras. Não vem me dar sermão." Ele engoliu o orgulho, parou pra pensar um segundo e depois se desculpou: "Bom... A gente conversa sobre isso depois, agora pega suas coisas e vamos. Não podemos ficar aqui mais tempo depois do que rolou. Os seguranças e aqueles dois caras vão contar pra todo mundo, e não quero ver o povo rindo de mim." Mas, em vez de concordar com ele, falei que ia ficar no clube como planejado, e que ele teria que aguentar os comentários. Ou então, podia ir embora e me esperar em casa, porque eu ia ficar e continuar me divertindo. Ele ficou puto, mas disse que preferia ficar a arriscar ser enganado de novo. Falei que o único culpado pelo que aconteceu era ele, e que ele devia tomar mais cuidado daqui pra frente e me dar mais atenção, afinal, tinha muitos caras que me queriam e eu merecia ser cuidada. Meio contrariado, ele concordou e se desculpou de novo, me pedindo perdão. Enquanto eu limpava o esperma com uma toalhinha, falei que ia pensar e que talvez perdoasse ele. Notei o quanto ele estava excitado, porque ainda tava de pau duro, e pra provocar mais ainda, falei que a gente podia transar depois que eu tomasse banho, e que eu adoraria usar um fio dental na piscina no dia seguinte, pra ele ver como todos os homens lá iam morrer de vontade de me comer. comigo. E claro, eu ia me exibir pra todo mundo. Ela tentou disfarçar, mas eu... percebi um sorriso no rosto dela.
FIM
Meu namorado e eu nos damos muito bem em todos os aspectos. Bom, quase todos.
Adoro sair pra caminhar. Se pudesse, iria todo fim de semana, mas ele não! Isso às vezes causa brigas, mas por outro lado, a gente se dá muito bem na cama. Tenho 1,70m, peso 58kg, coxas grossas e uma bunda firme de 100cm de diâmetro. Meus peitos são de tamanho médio, tenho cabelo castanho claro, pele bem branca e olhos azuis que chamam atenção onde quer que eu vá.
Meu namorado é extremamente ciumento comigo, e eu também sou com ele. Ambos temos uma vontade forte de transar na frente de outras pessoas ou de praticar troca de casais. Na verdade, ele realmente quer me compartilhar com outro homem, ver outro cara se aproveitando de mim na frente dele. Essa ideia o excita muito, mas nunca colocamos em prática. Uma vez, com uns trinta dias de antecedência, planejamos passar um fim de semana num resort no campo. Passaríamos dois dias aproveitando as piscinas, as cachoeiras, numa pousada super aconchegante, e claro, muito sexo! Como eu não tinha um biquíni bonito, fomos comprar um novo. Ele me fez provar um biquíni fio dental porque o excitava muito. Além disso, disse que queria me exibir pra todo mundo. A ideia de me ver sendo alvo dos olhares de outros homens o deixava louco. O biquíni era preto, tamanho pequeno, e ficava escandalosamente indecente na minha bunda enorme, quase sumindo completamente na minha racha. Adorava me olhar no espelho e me sentir praticamente nua, ainda mais ao lembrar que usaria aquele biquíni na frente de estranhos com o consentimento do meu namorado. Quando ele me viu no provador, achou escandaloso, mas mesmo assim insistiu pra eu comprar o biquíni, e ainda insistiu em pagar a conta pra mim. Disse que, como estaríamos longe de conhecidos, poderíamos fazer todo tipo de safadeza.
E ele queria que eu chamasse a atenção de todo mundo. Fiquei empolgada com a ideia e Até comecei a fantasiar. Mas ele pediu pra eu usar aquele biquíni só quando estivéssemos juntos. Quando eu estivesse sozinha num clube ou na praia, tinha que usar o outro biquíni, mais comportado, que a gente comprou logo depois.
Claro que aceitei na hora, porque tava super empolgada com ele e a iniciativa dele. Mas aí, três dias antes da viagem, ele me ligou dizendo que não ia mais, que tinha perdido a vontade de ir... E um monte de desculpas esfarrapadas. Sempre fazia a mesma merda! Que saco! Se fosse a primeira vez, até entenderia, mas já tinha perdido as contas de quantas vezes isso tinha acontecido. Ele sempre fazia planos, me enchia de expectativa e, bem na hora H, desistia!
Mas dessa vez eu tava puta da vida e falei que ia viajar de qualquer jeito. Não ia passar as férias em casa à toa. Desliguei na cara dele! Depois ele me ligou de novo e eu atendi do mesmo jeito. Falei que ia viajar com ele ou sem ele.
No dia seguinte, falei que ia num clube com meu irmão e a namorada dele, e perguntei se ele queria ir junto. Ele disse que ia pensar.
Isso me deixou puta pra caralho porque sabia que, mais uma vez, ia me decepcionar. Na noite anterior à viagem, liguei pra ele de novo e pedi uma resposta definitiva. Perguntei: "Então, cê vai ou não?". Quando ele começou a enrolar de novo, fiquei furiosa, falei que ia sozinha e desliguei na cara dele.Enquanto fazia a mala, minha cunhada me disse pra não esquecer de levar um biquíni pra poder curtir a piscina. Isso me chamou a atenção na hora e pensei: "Ah, não! E agora?". Não sabia se levava um biquíni fio-dental, já que tinha combinado com meu namorado que só usaria quando ele estivesse comigo. Pensei um pouco e decidi levar os dois biquínis; via o que fazer quando chegasse lá.
Chegamos no clube e era um dia lindo e ensolarado. O lugar era maravilhoso, muito verde, com várias cachoeiras. Os chalés eram bem aconchegantes e bonitos, e ficavam meio afastados. Perfeitos pra ficar a sós com alguém que você gosta e transar gostoso e tranquilo. Naquela hora fiquei ainda mais puta porque ele não tinha vindo comigo. Decidimos trocar de roupa pra dar uma volta, aproveitar o dia bonito e respirar ar puro. Eu e minha cunhada vestimos shorts de praia, eram curtos, mas não demais. Meu irmão colocou uma regata e um shorts, e aí saímos.
Meus shorts pareciam super provocantes, mostrando minha bunda enorme. Não demorou muito pra eu começar a notar os homens me olhando. Tipo, olhavam pra minha bunda que se destacava naqueles shorts brancos apertados. Como tava com meu irmão e minha cunhada, ninguém chegou perto, mas assim que eu parava um instante, via os caras me comendo com os olhos. Percebi que pra onde a gente ia, sempre tinha um cara nos seguindo a uma certa distância. Ele até tentava disfarçar bem, mas rapidinho descobri o que ele queria. Toda vez que eu me virava, ele praticamente se jogava em cima de mim e me agarrava a bunda. Minha primeira reação foi contida, afinal, sou uma mulher comprometida e nunca tinha traído meu namorado, mas aí lembrei que ele tinha me deixado muito puta por não querer vir comigo por uma besteira. Pensei: "Porra! Tô aqui, gostosa, com toda essa carne pra dar de graça, e o filho da puta me deixa sozinha e fica em casa o fim de semana inteiro. Que idiota!" Então comecei a deixar o cara apreciar mais minha bunda. Parava quando me abaixava pra pegar algo do chão ou me apoiava no balcão quando ia comprar sorvete. Protegida pela companhia do meu irmão e da minha cunhada, curtia a situação e ficava excitada que aquele desconhecido me olhasse de cima a baixo. Mas ele fazia isso na discrição; afinal, eu só tava me divertindo um pouco. Não tinha nenhuma intenção de deixar aquele cara chegar muito perto.
Depois de um tempo, decidimos voltar pro chalé e descansar um pouco. O homem parou de nos seguir e sumiu. Enquanto descansávamos, uma guia do clube bateu na porta. Nos convidou pra visitar uma fazenda que ficava a 30 minutos de carro, por uma estrada de terra. Meu irmão e a namorada dele aceitaram.
Chegaram na hora e me chamaram pra ir junto. Ainda me sentia meio deprimida por causa do meu namorado e falei que preferia ficar no clube. Eles seguiram o guia turístico e eu fiquei sozinha. Liguei a televisão e comecei a mudar de canal, procurando algo interessante, até que sem querer encontrei um canal pornô. Me acomodei na cama e comecei a ver um filme. Tinham homens gostosos e mulheres lindas em cenas muito sensuais. Me excitou pra caralho e me fez pensar de novo no meu namorado. Naquela hora pensei: "Por que esse corno não tá aqui agora, transando comigo?". Pensando bem, não sei por que repeti de novo: "corno!". Essa palavra começou a rodar na minha cabeça, me dando um frio na barriga. A ideia me excitava muito, mas ao mesmo tempo me assustava. Pensei em ir pras piscinas e fazer alguma coisa; afinal, agora tava sozinha, sem meu irmão e minha cunhada por perto. Passei um bom Rato com um emaranhado de sentimentos e desejos na cabeça. Tava incrivelmente excitada com a ideia de fazer alguma coisa, mas ao mesmo tempo morria de medo, porque nunca tinha feito nada daquele jeito antes. Nunca tinha sido infiel, mas agora tava ali sozinha, morrendo de tesão e puta da vida com meu namorado. Olhei pra TV e vi aquelas cenas de sexo deliciosas. Lembrei dos caras me olhando enquanto eu andava, principalmente quando um deles me seguiu! Um diabinho ficava rodeando minha cabeça o tempo todo, e minha excitação só aumentava.
Criei coragem, abri a mala e vesti o biquíni fio dental. Quando me olhei no espelho, me senti ainda mais gostosa e excitada. Minha bunda tava super durinha, e enquanto eu andava pelo quarto, me olhando no espelho e vendo como o biquíni sumia no meio das minhas nádegas, minha cabeça foi tomada por uma avalanche de fantasias indecentes, e eu ri sozinha, uma risadinha safada e gostosa de quem tá muito animada pensando em fazer uma sacanagem.
Estiquei ainda mais as tiras do biquíni, fazendo ele praticamente desaparecer tanto atrás quanto na frente.
Pensei comigo mesma: "Ele me pediu pra não usar fio dental enquanto tivesse sozinha, mas em vez de vir comigo, o idiota preferiu ficar em casa. Vou usar fio dental sim, pra ele aprender a não me fazer isso de novo!"
Amarrei um saída de praia transparente na cintura, joguei umas coisas numa bolsinha e fui andando em direção às piscinas.
Aconteceu que meu namorado mudou de ideia no último minuto e decidiu ir pro clube também, mas não contou pra ninguém. Depois que tudo acabou, ele me contou o que rolou. Quando chegou no clube, me viu saindo do chalé de longe, e pela parte de cima do meu biquíni, percebeu que eu tava usando a tanga. Ele ficou puto na hora, e em vez de vir falar comigo, resolveu me seguir de longe pra descobrir exatamente o que tava rolando e ver até onde eu iria longe dele. Como eu não sabia que ele tava me olhando, caminhei de boa até a piscina. Tinha um monte de gente lá. Homens, mulheres, crianças, velhos... Resumindo, todo tipo de pessoa. Quando cheguei, o efeito foi imediato. Tirei o pareô e me deitei numa espreguiçadeira que tava perto da piscina. Virei de bruços e deixei minha bunda bem à mostra pra qualquer um ver, porque a tanga não escondia nada, mas eu queria mesmo era provocar todo mundo. Logo percebi que os caras, até os que tavam com as esposas e filhos, demoravam uma eternidade pra passar atrás da minha cadeira. Algumas mulheres tavam furiosas e com inveja por não terem o mesmo corpo que eu e não poderem usar um biquíni daquele. Eu adorava ser o centro das atenções. Meu namorado observava tudo de longe, morrendo de tesão enquanto mordia o lábio de ciúmes. Aí, aquele cara que tinha me seguido antes apareceu do nada, sentou numa cadeira do meu lado e começou a conversar. Começou com o papo dele de sempre, perguntando de onde eu era, quanto tempo ia ficar, o que eu achava do clube... Esse tipo de coisa. Ele me olhava de cima a baixo enquanto a gente falava. Nem se deu ao trabalho de disfarçar a pica dura debaixo do short de banho, e isso me deixou ainda mais excitada. Às vezes me sentia culpada e pensava em pedir desculpas e ir embora, mas ao mesmo tempo me sentia incrível naquela situação e acabei ficando. Desde que comecei a sair com caras, nunca tinha passado tanto tempo conversando sozinha com um estranho. Principalmente com um. um cara que fez de tudo pra você notar a ereção dura e pulsante dele. E fez isso na maior cara de pau. Teve até um momento em que ele começou a apertar o pau com a mão, bem na minha frente, enquanto continuava falando normal. Ele aproximou a cadeira dele da minha, abriu as pernas e começou a se acariciar a poucos centímetros do meu rosto. Ele riu com cinismo e eu fingi que não tava acontecendo nada.Meus óculos escuros me ajudaram a manter a compostura, já que eu não conseguia olhar nos olhos dele. Por outro lado, não consegui evitar dar uma olhada na ereção dele de vez em quando.
Ele não tava nem aí pra ser discreto, e alguns transeuntes começaram a perceber que algo estranho tava rolando. Minha buceta ardia e eu não sabia o que fazer. A situação era deliciosa, mas o povo ao nosso redor me deixava meio envergonhada. As coisas estavam ficando perigosas. Pra aliviar um pouco o clima, resolvi dar um mergulho na piscina, e claro, ele me seguiu.
Meu namorado ficou escondido, o que deu mais espaço pra ele ver até onde essa história iria.
Enquanto estávamos na água, ele inventou mil desculpas para se aproximar e pressionar o corpo dele contra o meu, e como tinha muita gente na piscina, bastava alguém nadar perto pra ele me "esbarrar sem querer" e me dar um apertão leve. Não incentivei, mas consenti. Fingi acreditar nos esbarrões, e a cada desculpa, só respondia: "Tudo bem, com a piscina tão cheia, é difícil não esbarrar nas coisas". Chegou um ponto em que ele nem se dava mais ao trabalho de pedir desculpa, e percebi que se eu não fizesse algo, ele ia acabar transando comigo ali mesmo na água, com todo mundo olhando. Queria sair, mas toda vez que sentia o pau duro dele roçando de leve na minha bunda dentro d'água, dava vontade de facilitar as coisas pra ele meter de uma vez, mas aí olhava ao redor e encarava a realidade. Era uma delícia quando ele mergulhava e ficava um tempão debaixo d'água, perto de mim. Nessa hora, sempre dava um jeito de ajustar o biquíni e deixar ele ver um pouco mais. Puxava bem as alças, fazendo o biquíni entrar ainda mais, tanto na frente quanto atrás, e lá estava ele, a centímetros de mim, me olhando tão de perto que a cara dele quase tocava a minha buceta. Sempre tomava cuidado pra garantir que ninguém estivesse muito perto pra me ver, mas assim que ele mergulhava, fingia que não era nada e começava a ajustar o biquíni.Vendo que as coisas iam complicar se essa brincadeira continuasse, resolvi sair da piscina. Quando me apoiei na borda, ele se aproximou por trás com a desculpa de me ajudar e acabou com a cara bem debaixo da minha bunda, e como a fio-dental não cobria nada, ele viu quase tudo que queria ver. Saí bem devagar, de propósito. Quando sentamos de novo pra conversar, notei a ereção dele pulsando, quase escapando do elástico do short de banho. Pouco depois, um amigo dele chegou e se juntou a nós. Só então lembramos de nos apresentar. Ele se chamava Paulo, e o amigo que acabara de Chegou o Rodrigo, um preto alto de 1,90m que, sentado do meu lado, não parava de olhar pras minhas coxas como se nunca tivesse visto um par de pernas. Nem consigo imaginar a cara do meu namorado naquele momento, me vendo ali quase nua, batendo papo com dois desconhecidos, e um deles preto!
Naquele momento, até achei engraçado, lembrando que meu namorado tinha me deixado sozinha, fosse por preguiça ou pura mania, e agora eu estava ali, quase nua na frente de dois completos estranhos que praticamente me despiam com o olhar, esperando uma chance pra me comer de verdade. Rodrigo, o cara negro, me perguntou na hora onde eu estava hospedada e se tava sozinha. Respondi que tava no chalé número 110, mas que estava com meu irmão e minha cunhada, que tinham ido visitar uma fazenda da região, e que eu tava ali sozinha por um momento, curtindo a piscina. Paulo começou a falar de como os chalés eram aconchegantes e que, por serem isolados, eram ideais pra gente se pegar sossegado sem ninguém ver e, portanto, sem ninguém encher o saco. Ele deixou bem claras as intenções enquanto trocava sorrisos safados e discretos com o amigo. Concordei com o conforto dos chalés, mas falei que o único problema era minha TV, que tava com dificuldade pra pegar alguns canais. Inventei essa história sem pensar, do nada. Acho que, inconscientemente, tava buscando uma desculpa pra ir com eles pra minha cabana e continuar o jogo. Imediatamente, Rodrigo se ofereceu pra dar uma olhada na minha TV, dizendo que era um bom entendedor de eletrônica. Falou tão de repente que fiquei sem palavras, dizendo que não tinha pressa e que queria pegar mais um pouco de sol. A verdade é que não tava certa de levar esses dois pra minha cabana, mas tava morrendo de vontade. Pra não ser muito óbvia, falei que era melhor esperar meu irmão voltar e aí ele poderia ver o que tinha na TV. Nem terminei de falar e meu celular tocou. Era meu irmão, dizendo que tinha decidido passar o resto do dia com a namorada na fazenda, que era um lugar lindo, e perguntando se eu não me importava de ficar sozinha. Falei que não tinha problema, já que tava me divertindo pra caralho no clube. Desliguei e pensei: «Porra, tudo conspira pra eu fazer alguma merda.» «Com esses dois no chalé». Enquanto falava ao telefone, virei de costas para eles e me movi devagar, deixando minha bunda ainda mais à vista dos olhos famintos deles de todos os ângulos. Pelo canto do olho, vi que os dois estavam excitados e que de vez em quando trocavam olhares e comentários obscenos.Depois de desligar o telefone, virei-me para eles e disse: «Meu irmão não volta até hoje à noite, então acho que devemos ver qual é o problema da televisão agora. Vai custar pro meu irmão assistir de noite». Respirei fundo; meu coração batia forte, sentia uma descarga de adrenalina ao pensar no que estava prestes a acontecer. Tremia de nervosismo, mas a luxúria era mais forte. Peguei minhas coisas, coloquei o pareô e os três fomos para o chalé. Meu namorado, que estava vendo tudo, não podia acreditar no que via, e acho que se tivesse adivinhado o que ia rolar, teria me parado naquele exato momento.
Acho que nessa altura meu namorado já tinha sacado o que eu tava planejando fazer, mas mesmo assim, ele não apareceu, continuou observando tudo de longe. Enquanto a gente caminhava pro chalé, eu pensava em mil coisas. Logo ia ficar sozinha com aqueles dois caras que queriam me comer no quarto, e apesar da puta tesão que eu tava sentindo, ainda tava meio apreensiva. Eu curtia a liberdade de fazer o que quisesse, sem meu irmão e minha cunhada por perto, e especialmente sem meu namorado. Na real, toda vez que eu pensava nele e no comportamento infantil dele, sempre se metendo em encrenca comigo, minha vontade de trair ele aumentava, e eu ganhava ainda mais coragem pra continuar com minha aventurinha. Os dois caras caminhavam do meu lado, bem colados, mas nenhum dos dois falou na lata o que queria fazer. Quem passasse por ali ia achar que éramos três amigos passeando de boa, conversando sobre bobeira. Assim que a gente passou pela portinha de entrada do meu chalé, o Rodrigo, suave mas bem sugestivo, colocou a mão na minha cintura. Meu coração batia forte, quase saindo pela boca.Eu curtia cada instante daquela tarde, me sentindo livre, leve e sem preocupação, sem desconfiar que meu namorado tava vendo tudo que rolava a poucos metros de mim. Ainda me pergunto o que passava pela cabeça dele ao me ver indo pra um chalé afastado com dois desconhecidos. E mais ainda, ao me ver naquele biquíni fio dental que ele tinha me feito prometer que não usaria quando estivesse sozinha, com a bunda toda de fora. Só de me olhar mais de perto, ele teria visto que os dois estavam de pau duro, tentando se aproximar de mim o tempo todo, e eu tava correspondendo. Discretamente, claro, mas tava correspondendo.
Eu cruzei a porta e tirei a chave da bolsa, tentando disfarçar o nervosismo que tava sentindo. Os dois pararam atrás de mim, ansiosos pra ver a porta abrir e botar em prática tudo que tinham deixado claro com os olhares e risadinhas.
Quando cheguei na porta, olhei de novo pros dois caras e vi que tavam morrendo de vontade de entrar e transar comigo. Dava pra ver na cara deles. Bom, não só na cara. De olho, dava pra ver o quanto os paus deles tavam duros por baixo dos shorts. Parecia que o fato de estar tão perto de entrar deixava eles ainda mais excitados. Rodrigo nem esperou a porta abrir e começou a se masturbar ali mesmo na sacada, enquanto trocava olhares safados com Paulo, que por sua vez não conseguia tirar os olhos da minha bunda. Qualquer um que passasse por ali veria claramente uma mulher entrando num chalé isolado com dois caras completamente tesudos e de pau duro. O pior é que meu namorado era quem tava vendo a cena. Mas eu não sabia, e depois de respirar fundo, criei coragem e girei a chave...
Empurrei a porta, entrei, joguei minha bolsinha num canto e, sem olhar pra trás, falei: "Entrem, por favor". Antes mesmo de terminar a frase, o negão já estava colado em mim por trás, pressionando a pica enorme e dura contra minha bunda. Levei um susto e soltei um gritinho: "Ei... espera! Que porra é essa?!" Dei uns passos pra frente e virei pra eles. "Qual é a de vocês? A gente veio consertar a TV!" Quando falei isso, tava tremendo. Aí vi o Paulo fechando a porta. Girou a chave duas vezes e disse: "Carol, você é uma gostosa! Tava provocando todo mundo com essa tanga escandalosa, mostrando essa bunda deliciosa pra quem quisesse ver, e agora a gente vai se divertir com você. Vamos fazer um sexo gostoso, um trio bem quente". Sabe, fantasiar é uma coisa, mas quando começa a acontecer de verdade, é bem diferente. Minhas pernas tremiam de medo, mesmo eu já sabendo que ia rolar e morrendo de vontade. Pensei: "Porra, em que eu tava pensando? Agora vão me comer, e a culpa é toda minha". Tentando me livrar dessa, falei que se não parassem, ia gritar por socorro. Paulo, com um sorriso safado, respondeu: "Pode gritar à vontade. Tamos longe de todo mundo. Seu chalé é o mais afastado do clube. Se quiser gritar, fica à vontade. Vou adorar ouvir você gemer enquanto a gente te come!" Fiquei quieta depois disso, porque ele tinha razão. Não tinha ninguém por perto, só meu namorado, que tava espiando toda a cena escondido, olhando pela janela. Mas o filho da puta, mesmo sabendo o que tava rolando, não fez absolutamente nada.Como me via assustada, o negão falou: "Fica tranquila, Carol. Vamos ser suaves com você. Ninguém quer te machucar. Só queremos um trio, e pelo jeito que você tava na piscina, é claro que você também quer". Aí ele puxou a pica enorme e dura pra fora do short e disse: "Olha o que eu tenho aqui pra você... Por que não aproveita?
A piroca do preto era enorme e linda. Nunca antes tinha visto a vara de um homem negro, porque os poucos namorados que tive eram todos brancos. Era escura, com uma cabeça grande e bem vermelha, o que a tornava a mais linda que eu já tinha visto até aquele dia. Além disso, era reta e muito grossa. Eu tinha à minha disposição uns 25 cm de piroca preta!Uma vez ouvi dizer que basta um homem mostrar uma ereção pra uma mulher pra ela perder a compostura e ficar completamente louca. Naquele momento, vi que esse ditado era mais do que verdade. Era muito maior que a piroca do meu namorado. Só de pensar, já dava vontade de deitar com aquele negão enorme. Corri até ele, me ajoelhei entre as pernas dele e, com avidez, peguei aquela piroca enorme na minha boca. Chupei como se estivesse desesperada por ela, com a boca cheia d'água, escorrendo pelos cantos dos lábios. Aquela era uma piroca de verdade. Grande, reta e grossa... muito grossa. Enchia minha mão e mal conseguia segurar. Ali começou minha vingança contra meu namorado, por ser tão descuidado comigo. Passei dois anos aguentando a imaturidade e indiferença dele, mas agora estava chupando deliciosamente a piroca de um preto musculoso. Naquele momento, até desejei que ele estivesse vendo a cena, sem saber que na verdade ele estava. Foi um prazer pensar nisso na hora, e ainda mais depois, quando descobri que ele tinha visto tudo. Um detalhe: meu namorado sempre foi meio racista. Imagino o ódio que ele deve ter sentido. Mas também deve ter sentido muita excitação, já que ficou escondido, observando tudo pela janela.
Depois de alguns gemidos, Rodrigo disse: "Ahhh... sabia que você ia adorar". Eu respondi: "É muito gostosa, e é muito maior que a piroca do meu namorado". Os dois caíram na gargalhada ao ouvir isso e disseram: "Bom, agora seu namorado, além de ter uma piroquinha, vai ter um belo par de chifres. Agora ele é um cuck!" "Sim, ele vai ser um cuck! Merece!", confirmei e voltei a encher minha boca com aquele tronco. Enorme.
Era dura e grossa na minha boca. Meu sangue gelou quando olhei e vi alguém espiando pela janela. Sem piscar, me coloquei numa posição que me permitisse ver melhor e fiquei chocada ao confirmar que era a cara do meu namorado. Minha cabeça tava girando. O negão grandalhão não entendeu nada e continuou enfiando a pica na minha garganta. Depois do choque inicial, pensei:
"Por que ele só olha e não faz nada? Será que...? Meu Deus, não acredito! Ele tá adorando me ver transando com outro. Vou aproveitar que ele não percebeu que eu vi e continuar pra ver até onde ele aguenta." E foi exatamente isso que eu fiz! Fingi que não tinha notado nada e continuei babando na pica do negão, mas agora era diferente. Só de saber que meu namorado tava assistindo tudo, minha excitação aumentou mil vezes, e comecei a engolir aquela cobra preta com muito mais tesão. Mesmo sem poder olhar diretamente, percebi que ele reagiu com espanto e excitação quando tentei engolir tudo de uma vez, e como não consegui, comecei a chupar os enormes e molhados testículos do negão, que gemeu alto e disse: "Seu namorado é um corno mesmo!
Depois de chupar aquela pica enorme por um bom tempo, me levantei e virei as costas pro Rodrigo. Me inclinei no sofá e ofereci minha bunda pra ele esfregar. Sem perder tempo, ele se jogou em cima de mim e começou a forçar o membro gigantesco, encharcado de saliva, contra minha bunda branca enorme. A diferença de cor entre nossas peles deixava a cena bem clara, até pra quem olhasse de longe. Ele empurrou com força, e só minha calcinha fio-dental impedia a penetração. A pica dele tava tão dura que, num instante, enfiou por baixo de uma das tiras e começou a esticar, quase arrancando meu biquíni. Isso me deixou louca de vez, e comecei a esfregar minha bunda nele como se quisesse devorar ele com meu rabão. Ele disse: — "Não entendo como seu namorado te deixa andar sozinha assim. Acho que ele tava praticamente pedindo pra ser corno!" Ah, como aquilo soou delicioso. Ouvi o negão falar essas palavras, olhei discretamente pra janela e repeti em voz alta: — "É isso mesmo! Ele não passa de um cuck e quero sentir vocês dois me comendo. Talvez ele aprenda a lição!" Nessa hora, Paulo decidiu entrar na festa também, e parando na minha frente, já com a pica na mão, arrancou a parte de cima do meu biquíni e começou a morder meus bicos. Não acreditei quando vi. Ele tinha uma pica do mesmo tamanho que a do negão, a única diferença era a cor. "Porra! Os dois têm uma pica enorme... vão me destruir!" — "Ainda não, gostosa. Mas vai. Pode apostar", respondeu Paulo. Pra provocar ainda mais, falei alto e claro: "Hmmm... imaginem só... o cuck com aquela pica de merda, se achando o tal, a ponto de me deixar sozinha, e agora eu tô aqui, com dois troncos de carne de verdade... Queria que ele visse!" Nem terminei a frase e Paulo enfiou a pica na minha boca, até o fundo da garganta, me fazendo engasgar. Ele tava dominado pelo tesão e metia sem piedade, puxando meu cabelo e forçando minha cabeça contra ele. As bolas dele batiam no meu queixo. queixo, tamanha era a profundidade em que ele havia enterrado o pau na minha garganta babante. Lá estava eu, sendo abusada pelos dois caras, e o corno observava tudo da janela.
Quando Paulo finalmente me deu uma trégua, eu falei, quase gemendo: "Ai, meu Deus... Tem muita pica pra uma mulher só! Quero as duas dentro da minha buceta!". O negão respondeu na hora: "Você vai ter, gata... E não só na sua xota... também vamos arrombar seu cu".Ai, meu Deus! Quando ele disse isso, senti um arrepio danado na barriga!
"Não, meu cu não! Sou virgem naquele buraco. Meu namorado não gosta, então a gente nunca tentou." Parece que eu falei uma palavra mágica, porque quando ouviram isso, os dois soltaram um gemido longo ao mesmo tempo: "Mmm... bom, isso vai ser melhor pro seu cu. Vamos te comer com uma pica bem maior que a do seu corno, e acredita, Carol... Você vai adorar!" Meu Deus! Eu tava morrendo de vontade de dar o cu, afinal, qual é o sentido de ter uma raba tão grande e não aproveitar o que a natureza me deu? Às vezes até pensava em pedir pro meu namorado me comer por trás, mas nunca tive coragem, porque achava que seria me rebaixar demais, me oferecer pra alguém que não mostrava o menor interesse. Às vezes me sentia rejeitada, como se ele não gostasse do tamanho da minha bunda, justamente a parte do corpo que eu mais amo. Enfim, agora a oportunidade apareceu. Encontrei dois homens de verdade que tiveram coragem de impor a vontade deles numa mulher e mostrar claramente que tavam doidos pra comer ela. Eles cagaram pros meus medos e falaram na lata: "Vamos arrebentar seu cu, puta!" Eu tava alucinando com a possibilidade de ser comida no cu. O que me assustava era o tamanho dos troncos que iam fazer o serviço. Me deitaram no sofá, finalmente arrancaram minha fio dental e me viraram de costas.
"Isso aí, senhor! Agora sim é uma bunda de verdade! Olha esse cuzinho lindo, rosado e apertado. Hoje vai engolir uma pica até não aguentar mais!" Uau... Aquilo foi música pros meus ouvidos. Quase gozei só com essas palavras firmes e diretas, sem rodeio nenhum.
Senti o Rodrigo separar minhas nádegas com as mãos dela, e então a língua dela foi direto ao ponto! Bem no meu cu...! Foi delicioso sentir aquele músculo molhado e ousado explorando todas as minhas dobras, dando voltas e tentando abrir caminho, depois fazendo uma viagem de cima pra baixo entre as frestas e voltando direto pro centro do meu cu. Mmm... Eu tinha arrepios a cada movimento. Foi a coisa mais obscena que já fiz na minha vida!
Paulo não aguentou só olhar e disse que também queria provar meu cu, então Rodrigo se afastou um pouco e deu a vez pra ele. Os dois se revezaram, cada um lambendo com mais tesão que o outro. De vez em quando, eu sentia um dedo safado entrando, como se estivessem me dando uma amostra do que estava por vir. Ou melhor, do que estava por vir por trás! Sentindo meu cu se contrair, segurei a cabeça deles e apertei ainda mais forte, e eles se deixaram enterrar os rostos naquele monumento de carne macia, quente e molhada. Fechei os olhos e já não sabia mais qual dos dois estava me lambendo. Só aproveitei, delirante, o orgasmo que se aproximava, e então me segurei pra saborear um pouco mais. Pensei comigo: "Ha! Nem em mil anos meu namorado me chuparia assim...!"Quando abri os olhos, espiei pela janela e, pra minha surpresa, o corno estava se masturbando! Aquilo foi demais pra mim. Cheguei no clube me sentindo deprimida, desprezada e sozinha, e agora não tinha nada menos que três homens aproveitando meu corpo.
Pra inflar ainda mais meu ego, um deles era meu namorado, que eu não só estava traindo, como também adorava tanto que se masturbava enquanto observava escondido dois homens bem dotados cuidando da sua namorada gostosa. A pequena pontada de culpa que eu sentia pela traição desapareceu completamente ao ver aquela punheta escondida. Senti um tesão indescritível naquele momento. Era uma pena que meu namorado estivesse escondido, porque eu morria de vontade de ver o pau dele também. Meus dois garanhões tinham me satisfeito muito, mas eu queria mais... Muito mais! Sem aviso, aproveitando que uma língua estava na minha buceta enquanto a outra continuava trabalhando duro no meu cu, gozei violentamente! Tive espasmos da cabeça aos pés, meu corpo inteiro tremia. Abri as pernas de par em par, empurrando com força as cabeças dos meus dois homens no meu cu e na minha buceta ao mesmo tempo. Fechei os olhos, apertei os dentes e gemi alto:
"corno... corno... Aaaaahhhhhh!...”
Nem tinha terminado meu orgasmo direito quando o negão falou: "Chega de lamber. Agora quero te comer de verdade, Carol. Nunca estive com uma mulher tão gostosa quanto você e não vou deixar essa chance passar". Disse isso enquanto me levantava, me segurava pela cintura e enfiava o pauzão dele na minha buceta de uma vez. Nunca tinha sido preenchida assim antes. Eu tinha acabado de gozar e minha buceta ainda pulsava, mas ele não ligou e entrou com força, cravando até o fundo com uma estocada firme e violenta. Minhas pernas tremiam, mas nem consegui gritar, porque assim que abri a boca, o Paulo já estava entrando com o pauzão dele, dizendo que era pra retribuir o boquete que ele tinha feito no meu cu. Foram tão diretos e obscenos com as palavras que, mesmo tendo acabado de gozar, senti a safadeza voltar na hora. Entre chupadas no pau do Paulo, eu falava: "Hmmm... Isso, mostrem que não são uns covardes... Mostrem como se come direito uma mulher de verdade... Hmmm... Assim, mais forte... Mais forte!". Caralho, o grandalhão babava com minhas provocações e começou a me foder como um animal! Senti as bolas dele batendo no meu cu e o suor espirrando pra todo lado enquanto o pauzão dele entrava e saía num ritmo frenético na minha buceta ardente. Ele segurou minha cintura com força e, enquanto me comia, me puxava contra o pau grosso dele! O Paulo me chamou de puta várias vezes enquanto as bolas suadas dele, como duas bolas de sinuca, se apertavam contra os lábios inchados da minha boca.De repente, ouvimos uma conversa lá fora: - "Ei, você... O que tá fazendo aí?!"
"N-nada... Só estava... olhando...!"
"Tô vendo, hein, espiando nos quartos dos outros e se masturbando! Você vai ter que dar explicações pra gerência do clube, seu pervertido."
"N-não... Por favor, agora não... Só mais um minutinho!"
"Agora vai, amigão, e é melhor não resistir se não quiser levar uma surra."
Foi assim. Eram dois seguranças do clube. Quem pegou meu namorado espiando pela janela e batendo uma. Acharam que era algum intruso qualquer e levaram ele pro escritório.
Paulo e Rodrigo, ao ouvir isso, também pensaram que era algum tipo de tarado e caíram na risada. Eu não falei que era meu namorado e ri ainda mais alto que eles. Por dentro, eu não aguentava de tanta satisfação. Minha vingança estava saindo melhor do que eu tinha planejado. Além de não nos vermos até o final pra saber se o preto ia mesmo lamber o cu da namorada dele, ele ainda ia ter que explicar essa situação toda humilhante. O pior é que ele nem desconfiava que eu tinha visto tudo.
Assim que o silêncio voltou, meus dois caras não perderam tempo e continuaram o que estavam fazendo. E parece que a pausa deu novas energias pra eles, porque me agarraram com mais tesão do que antes. Paulo falou na hora que era a vez dele de saborear minha buceta, que continuava tão quente e molhada quanto antes. Pra ser sincera, eu tava ainda mais excitada pensando em como meu namorado ia se dar bem, além de saber que ele ia ficar angustiado depois de ver a namorada dele dando pra um negão. Paulo sentou no sofá e me colocou no colo dele. Me puxou com tanta força que, mesmo com minha buceta já esticada pelo negro e bem encharcada, senti muita dor. Só as bolas dele ficaram pra fora, e aposto que se desse um jeito, até elas teriam entrado também. Depois de um tempo, Rodrigo se posicionou na minha frente e mandou eu chupar ele.O suor escorria das minhas coxas e se misturava com o suor que corria solto pelas pernas do Paulo, encharcando o sofá inteiro. Eu tava dolorida, mas a luxúria continuava intacta. Só conseguia pensar no momento em que eu teria uma daquelas pirocas lindas enterrada no meu cu ansioso...!
Ambos me pagaram bem. Paulo, que estava debaixo de mim, tentava de todo jeito enfiar a pica na minha buceta.Mal precisei me mexer. Só me entreguei à vontade daquelas duas picas monstruosas, que me maltrataram de todas as formas possíveis. Me penetraram, me lamberam, me apertaram e me forçaram a transar do jeito que eles queriam. O preto começou a esfregar a pica com força nos meus peitos. Falei que meu namorado nunca usava eles assim, só chupava de leve. Aí ele disse que ia "descascar" eles, pra que na próxima vez que meu namorado idiota fosse chupar, encontrasse eles completamente destruídos pela vara de um preto, e começou a esfregar a pica dura com raiva nos meus peitos. Continuou xingando meu namorado, chamando ele de covarde, corno, e zoando eu por dizer que ele tinha uma pica pequena.
Isso me deixou com muito tesão. Não sei por quê, mas toda vez que xingavam meu namorado, eu adorava e ficava ainda mais feroz, passando da submissão ao ataque: — "Isso aí, grandão. Destrói meus peitos com essa pica gigante!" No meio dessa loucura toda, Paulo soltou aquelas palavras mágicas que me deixavam doida, e que eu tava morrendo de vontade de ouvir: — "Agora vou te comer o cu!" Hmmm... Era tudo o que eu queria!
Mas ao ouvir isso, o preto falou: "De jeito nenhum, parceiro! Eu é que vou abrir essa bunda primeiro!" Os dois começaram a discutir, porque os dois queriam o privilégio de meter no meu cu virgem!
Ouvindo a empolgação deles com meu cu, pensei: "Hmm... Que jeito melhor de deixar meu namorado ainda mais puto do que dar meu cu pra um preto?" Pedi pros dois se acalmarem e falei bem doce: — "Quero que o preto me coma primeiro! Pra ninguém reclamar, depois você também vai ter sua vez, Paulo. Mas pra irritar de verdade meu namorado, quero que o Rodrigo seja o primeiro. E pra dar um toque especial nisso, quero vocês dois ao mesmo tempo. Quero essas duas picas aí!" Claro, os dois ficaram de pau duro e toparam na hora. Duvidar! Até aquele momento, tinha sido o sexo mais louco e gostoso da minha vida, mas terminar com dupla penetração foi incrível. Foi o final perfeito! O cara negro me colocou de bunda pra cima, separou minhas nádegas e cuspiu bem alto. Uau...! Isso foi inesperado e me arrepiou toda. A saliva formou uma poça no meu cu, então ele esfregou a cabeça vermelha e inchada da pica dele contra mim pra lubrificar, até que ela ficou toda coberta de cuspe, e eu senti aquela massa de carne rodeando minhas pregas. Enquanto ele fazia isso, eu pensei: "Vai, faz logo, me come... Me come!" Parece que ele ouviu meus pensamentos, porque no instante seguinte deu um empurrão violento e enfiou metade daquele tronco preto no meu cu. Não foi colocando aos poucos, como eu esperava. Simplesmente entrou rasgando tudo! Eu apertei os dentes e gemi com força pra abafar o som, porque se eu tivesse soltado um grito que mostrasse a dor que eu sentia, todo mundo na vizinhança teria me ouvido, então me segurei o máximo que pude.
"Fica tranquila, só enfiei a metade. Ainda tem mais, relaxa!" Enquanto ele dizia isso, eu senti o resto daquela pica monstruosa entrando no meu cu centímetro por centímetro: "Haahhhh... Hahhhhh... Continua...!" Parecia alguém empurrando um objeto pesado ladeira acima, devagar mas constante, sem parar, e só parou quando chegou no topo da colina, ou seja, quando estava completamente dentro do meu cu.
Mesmo sabendo que meu namorado não estava mais me olhando, eu falei como se ele pudesse me ouvir: "Ahaaahhh... você... corno, filho da puta...! Tá... feliz... agora, hein? Se você pudesse ver essa... pica enorme... grossa... e preta... completamente... enfiada... dentro... dentro do cu da sua namorada... Ahhaaaa... corno... corno...!" Eu estava delirando ao dizer essas palavras e sentir a pica enorme do cara negro rasgando minhas pregas e enchendo todo o meu cu, deixando só as bolas dele pra fora! Minha vingança estava completa, mas eu não fazia ideia de que as coisas estavam prestes a ficar ainda melhores...!
Paulo já estava por baixo, então pediu pro negão esperar um pouco, se ajeitou e começou a meter na minha buceta. Foi um momento delicioso. Pela primeira vez na vida, senti duas rolas dentro de mim ao mesmo tempo, e o melhor foi sentir elas se tocando por dentro. Eu tava completamente cheia; não sobrou um centímetro vazio, nem na minha buceta nem no meu cu.Senti os movimentos do Paulo e do Rodrigo ao mesmo tempo, os dois me penetrando violentamente em sincronia. Nós três estávamos fazendo um sanduíche delicioso, e eu era o recheio, mas na real, eu era a que tava sendo preenchida! Cheia com aquelas duas rolas gigantescas e gostosas. Eram praticamente do mesmo tamanho; não dava pra sentir diferença nenhuma. O que realmente me deixava louca era o fato de que nunca antes tinham me comido, e ainda por cima, com uma rola preta! Paulo agarrou minha bunda com força e começou a separar minhas nádegas: "Mete sem piedade, amigão. Arrebenta o cu dessa puta gostosa. Deixa o rabo dela solto, mas não rasga demais, porque eu também quero estourar ele depois". Era muito indecente. Ele me tratava como uma vagabunda, me chamava assim, e o pior é que me excitava cada vez que eu ouvia. Ah, se eu soubesse como era gostoso, teria feito isso há muito tempo, e já tô pensando nas próximas vezes.
Sim! Já tava pensando na possibilidade de fazer de novo no futuro, afinal, se você faz uma vez, vai fazer duas! Ou três, quem sabe...? O importante é que eu tava traindo alguém pela primeira vez, e tava adorando. Teve um momento em que o negão me deu uma série de estocadas muito fortes e rápidas, e a rola dele saiu suja...!
"Porra, gata! Tô tirando a merda do teu cu... Isso é foda!"
"Então me dá mais... Enterra tudo... Me dá tudo... Faz o que quiser comigo. Me come...!"
Ahhhhh... foi glorioso!
Os dois começaram a meter com mais força, quase com desespero e raiva. Parecia que queriam me destruir. Em Real, eu sabia o que aquilo significava. O orgasmo tava chegando. Sentia que a qualquer momento ia tomar uma chuva de porra, então me preparei e comecei a rebolar igual uma puta. Minha intenção era gozar junto com eles.
Meu namorado mal conseguia me fazer ter um orgasmo de vez em quando, mas naquela noite eu já tinha gozado uma vez e sentia que o segundo orgasmo ia vir em segundos.
Foi incrível. Só de lembrar do corno aumentava minha vontade de continuar dando pra aqueles dois caras, do jeito mais depravado possível. Já tava sentindo o orgasmo se acumulando entre minhas pernas quando ouvimos a porta se abrir...!
Pra nossa surpresa, vimos meu namorado entrar, escoltado por dois seguranças, e na frente deles, o gerente do clube. Tavam tão surpresos quanto a gente, mas enquanto eles ficaram paralisados de choque, a gente tava tão focado em foder que continuou metendo forte mesmo com eles olhando. O negão me deu uma estocada violenta no cu, e quando se afastou, gemeu e gozou em cima das minhas nádegas. Foram jatos potentes e cheios.Sentindo aquele banho de líquido quente, dei mais umas estocadas na pica do Paulo e comecei a uivar de tesão enquanto eu também gozava.
Com meus movimentos, o Paulo não se segurou, e quando eu desci dele, senti a gozada quente e forte dele no meu estômago, respingando pra baixo nos meus peitos.
Meu namorado, os seguranças e o gerente ficaram sem palavras, com a cara contraída de susto. Não sei como reagiria se me deparasse com uma cena dessas. Dois caras tirando aqueles consolos gigantes da buceta e do cu de uma mulher, e os três gozando ao mesmo tempo. Sem contar a quantidade absurda de porra que gozaram e os gemidos fortes que soltaram.
Os quatro ficaram ali um tempão, de boca aberta, observando a cena sexual inesperada. Meus dois homens e eu terminamos de chegar fazendo barulho e nos jogamos exaustos no sofá, um do lado do outro. Eu no meio dos dois. Com aqueles paus enormes deles, que já começavam a amolecer.Meu namorado tinha contado pra gerência do clube qual era a relação dele comigo. Aí me perguntaram meu nome, e quando confirmaram que era "Carol", decidiram investigar o assunto a fundo.
O trato era esse: se eu não confirmasse que era namorada dele, o clube chamaria a polícia e ele seria preso por exibicionismo, já que os seguranças tinham pegado ele se masturbando debaixo da minha janela. No começo, ele não queria dizer que era meu namorado, mas diante da ameaça de ir pra cadeia, achou melhor contar tudo e vir com os seguranças e o gerente até o chalé. Só que ele esperava que a orgia já tivesse acabado e levou um susto. Os seguranças começaram a rir disfarçadamente. O gerente também segurou o riso e começou a falar: «Desculpe a intromissão, mas ninguém atendeu quando chamamos, então abri com o chaveiro mestre. Esse jovem foi pego se masturbando e espiando pela sua janela, senhora Carol. Diz que é seu namorado. A senhora pode confirmar essa informação?». Meu namorado preferia passar uma noite na cadeia a ser humilhado na frente daquela agente e fez sinal pra eu dizer que não éramos um casal.
Ha, você acha que eu ia perder uma oportunidade dessas?
"Sim, é meu namorado. Acontece que ele tem o costume de me deixar na mão, e no último minuto cancelou o encontro comigo no clube. Como eu estava sozinha e me senti rejeitada, decidi aproveitar os maravilhosos serviços desse clube. Pronto, deixa ele ir, é meu namorado." Na hora, os seguranças caíram na gargalhada.
Ele fez uma cara péssima e me olhou, sem saber o que fazer. Minha vingança estava completa. Adorei ter feito aquilo, e ainda na frente de testemunhas...!
Antes de ir embora, a O gerente me olhou, se esforçando pra não soltar uma gargalhada também, e disse: «A senhorita tá sabendo muito bem aproveitar as maravilhas do nosso clube. Afinal, tá pagando caro e merece um bom serviço. Se tiver qualquer problema, é só me procurar!». Depois, enquanto fechava a porta, virou-se com um sorriso irônico e completou: «Bom, realmente sabe usar nossos serviços, hein?».
Então o gerente e os seguranças foram embora. Por um tempo, ainda dava pra ouvir as risadas deles lá fora, e eu fiquei com meu namorado e os dois caras. Ele não sabia o que dizer, ficou pasmo enquanto eu masturbava suavemente meus dois amantes bem na frente dele. Apertava os paus deles, extraindo as últimas gotas de sêmen daqueles gigantes derrotados e passando maliciosamente nas minhas mãos, enquanto olhava com ironia pro meu namorado. Os dois caras estavam em êxtase, sentindo pequenos espasmos, como se levassem choques elétricos das minhas mãos, que manipulavam seus paus com muito carinho, em agradecimento por todo o prazer que me deram.Lentamente, Pablo abriu os olhos e disse:
“Hmmm... então esse é o cuck?”
“Sim”, respondi. “Esse é meu namorado.”
“Carol...!”, resmungou meu namorado.
“Para de fazer escândalo”, interrompi. “Olha como teu pau tá duro depois de tudo que aconteceu. Até agora, enquanto eu masturbo esses dois paus enormes na sua frente e te chamo de cuck, você continua de pau duro. Se controla, você é um cuck, assume...!”
Ele ficou em silêncio.
Meus dois amantes se levantaram preguiçosamente, vestiram seus shorts de banho e, antes de ir, cada um me deu um beijo na boca: «Vamos estar no clube até o fim de semana. Espero que a gente se veja de novo, gata. Você é uma gostosa», disse Paulo.
Enquanto saía, o homem negro deu um tapinha nas costas do meu namorado e disse, rindo:
“Adorei desvirginar teu cu, amigão. Até consegui tirar merda. Foi a foda mais gostosa que já tive na vida. Devia experimentar uma hora dessas. Não devia ignorar um rabo tão gostoso.”
Você acha que o que fez foi certo?", perguntou meu namorado. Na hora percebi que ele queria me dar uma bronca e fiquei ofendida. Falei claramente que fiz aquilo porque ele tinha me deixado sozinha de novo. Fiz por todos os erros que ele continuava cometendo comigo. E completei: "Se você quisesse, poderia ter me parado, ou você acha que não te vi batendo uma enquanto aqueles caras me comiam e eu te chamava de corno? Se você quisesse, poderia ter me pegado no flagra naquele instante e teria todo o direito de reclamar. Você vacilou ao me deixar gozar sozinha, te dei uma lição e no final você curtiu me ver com aqueles dois caras. Não vem me dar sermão." Ele engoliu o orgulho, parou pra pensar um segundo e depois se desculpou: "Bom... A gente conversa sobre isso depois, agora pega suas coisas e vamos. Não podemos ficar aqui mais tempo depois do que rolou. Os seguranças e aqueles dois caras vão contar pra todo mundo, e não quero ver o povo rindo de mim." Mas, em vez de concordar com ele, falei que ia ficar no clube como planejado, e que ele teria que aguentar os comentários. Ou então, podia ir embora e me esperar em casa, porque eu ia ficar e continuar me divertindo. Ele ficou puto, mas disse que preferia ficar a arriscar ser enganado de novo. Falei que o único culpado pelo que aconteceu era ele, e que ele devia tomar mais cuidado daqui pra frente e me dar mais atenção, afinal, tinha muitos caras que me queriam e eu merecia ser cuidada. Meio contrariado, ele concordou e se desculpou de novo, me pedindo perdão. Enquanto eu limpava o esperma com uma toalhinha, falei que ia pensar e que talvez perdoasse ele. Notei o quanto ele estava excitado, porque ainda tava de pau duro, e pra provocar mais ainda, falei que a gente podia transar depois que eu tomasse banho, e que eu adoraria usar um fio dental na piscina no dia seguinte, pra ele ver como todos os homens lá iam morrer de vontade de me comer. comigo. E claro, eu ia me exibir pra todo mundo. Ela tentou disfarçar, mas eu... percebi um sorriso no rosto dela.FIM
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