Já cansei de ler comentários quase idênticos a estes: "Tô morrendo de vontade de ver minha namorada/esposa na cama com outro, mas não tenho coragem de falar pra ela" ou "Quando contei minha fantasia pra ela, ela ficou puta e disse: A) Que eu não amava mais ela. B) Que eu tava fazendo isso pra depois poder ficar com outra mina. C) Que eu fosse no médico porque tô dodói da cabeça". Até aí, normal. Até aí? O que quero desenvolver nesse segundo e último texto é por causa de experiências que cornos conscientes me contaram em primeira mão e que confirmei lendo os relatos aqui, em outros sites, em filmes — claro — já que a fantasia apresentada parece — e quando se fala dela — extremamente excitante. Na real, eu tive um relacionamento à distância com uma mina magrinha do Uruguai que conheci batendo papo online. Na época, ela tava morando junto com um cara há 7 anos e, assim que rolou química nos chats, ela me confessou todas as infidelidades dela. Teve uma vez que até largou ele pelo professor de teatro, apaixonadíssima. Morou um mês com o professor, encheu o saco e voltou pro pobre do corno. Ela trabalhava como operadora numa rádio. Artistas, músicos, políticos... nas segundas, por exemplo, ela viajava pra Montevidéu (ela é do interior) pra estudar teatro. As aulas terminavam às 23h e o ônibus de volta saía às 23h30. Nessa meia hora, um músico que ela conheceu na rádio e morava na capital do Uruguai esperava ela na estação na caminhonete dele e comia a buceta dela por 20 minutos, bem na hora de pegar o busão de volta. Chat quente? Além de comigo, ela me confessou pelo menos mais três. No mês seguinte, tive que viajar a trabalho pra Montevidéu, cheguei no sábado, dia 9, ela veio me conhecer, a gente acabou no hotel e na segunda, dia 11, ela me liga e fala que foi morar sozinha, que comigo é diferente, tem química. No mês seguinte, ela veio uns dias, prática que repetiu a cada 30 dias. Enquanto o vínculo avançava (eu percebia o quanto ela tava afim de mim), pensei: se com o parceiro dela, com quem morava, na mesma casa, ela traiu 20 vezes em 7 anos, mesmo com "amor", o que me esperava, morando em Argentina? Então eu bolei um plano: criei um perfil falso no Facebook — a rede mais usada na época — que combinava direitinho com as características do homem que ela me confessou ser o ideal dela. Artista plástico, barbudo, cabelo bagunçado de sujeira, um jardineiro que nunca trocaria de roupa porque tava cheia de tinta, argila e os caralho. E pedi amizade. Chamei ele de Julián. Mas me surpreendi porque depois de uma semana ela ainda não tinha aceitado, então uma noite, ela lá e eu aqui, a gente tava se esquentando e eu apertei ela com um desafio: "Tive uma ideia. Que tal você dar uma olhada nos pedidos de amizade, escolher um que te agrade e já começar a conversar bem puta, bem sem vergonha?" Ela se assustou. "Sério?" perguntou meio com medo. "Claro" falei "Você não tá num bar com ele, trocando putaria, me conta, a gente brinca junto, se quiser fode com letra..." e numa baita demonstração de confiança ela diz "Te passo meus dados e senha da minha conta, entra no meu Facebook e vê a conversa diretamente". Beleza. Ela escolheu... Julián. O perfil que eu soprei pro cara: pervertido, sem vergonha com ela, ia direto ao ponto, possessivo, dominante, manipulador. A primeira coisa que ele pediu: se encontrar no estúdio/ateliê dele em Caballito num fim de semana — sexta, sábado, domingo — ela e ele, sozinhos, bebendo vinho, pelados, ele tirando fotos dela pra escolher 7 que usaria pra fazer 7 esculturas representando ela. E ele deixou claro (eu deixei): "Em 5, você aparece sozinha, nas outras 2 eu tô te penetrando". No começo ela ficou desconfortável, me perguntou se não era ousado demais. Falei pra ela entrar na brincadeira e ela fez esse pacto de fidelidade comigo: "Só vou conversar com o Julián quando você estiver olhando. Nunca ele e eu sozinhos" e ela disse isso (disse pra mim). Julián ficou puto, que ele não era o boneco de outro cara, que se eu deixava ela conversar com outro é porque devia ser meio viado, que eu quebrasse o trato porque ele queria ela só pra ele. Eu, no papel de Julián, não só testava ela à distância medindo a fidelidade... além disso, com o caráter possessivo do meu outro eu, talvez eu conseguisse fisgar ela pra evitar que procurasse outros. Dias depois, falo que preciso sair e, em 10 minutos, entro como Julian. Ela, educadamente, lembra: se meu namorado não tá, não quero conversar a sós. E o cara (eu) diz: "Criei um perfil falso, aqui tá o e-mail e a senha pra você não entrar pelo seu Facebook oficial e seu namorado, inocente, não vai descobrir que a gente conversa por outro lugar que ele não conhece". Ela não gostou, mas na minha "ausência" bateu um papo com ele. Umas 3 horas depois, apareci, cumprimentei ela e ela me contou tudo: que o cara quer falar a sós com ela, sem mim, e que criou uma conta falsa pra ela. Me passou os dados pra, caso ele queira conversar por lá, ela me mandar um WhatsApp e eu entrar naquela conta nova. Até aí, super leal. Claro, Julian (eu) era bem tarado, mandava umas propostas sujas, falava quente, enchia ela de elogios, faziam um sexo virtual, ela mandava vídeos se masturbando, ele ordenava "Tá no trampo? Vai pro escritório lá em cima que não tem ninguém, faz o programa de lá PELADA" e ela obedecia. "Entra no banheiro da rádio e bate uma" e ela mandava o vídeo. Combinaram de conversar tipo umas 3 da manhã, supostamente eu tava dormindo, e ela pediu a chave do ponto de uma amiga e se encontrava quase toda noite às 3 da manhã com o Julian. Batia uma, ele dizia que amava ela, que largasse de mim, que era a putinha dele... e ela tava ficando cada vez mais safada com ele. Quando ela falou que eu sabia entrar no novo perfil, Julian bloqueou ela... bem extremo. E dias depois, ela falou com ele pela conta da filha (dela, de 10 anos), pedindo perdão, pra ele criar outra e que não ia me contar. Ou seja, eu, como Julian, consegui mudar o pacto que ela tinha com o namorado (eu) pelas regras que ele impôs: conversavam a sós, se encontravam no ponto, tirava fotos sadomasoquistas pra ele, começou aos poucos a estimular ela pra me chamar de corno. Isso a excitava, porque ela achava que eu estava me rebaixando, ela não queria... até que ele CONSEGUIU. Ele dizia: "Me fala o nome do seu namorado". "Cuck", ela respondia. "E quem fez ele ficar assim?" "Você e eu, meu amor.CHAT DA MINHA EX COMIGO (como JULIÁN)
Disse pra ela escrever o nome dele com um marcador entre os peitos, e ela fez e tirou uma foto. E mais um monte de coisas. Mas... pra puxar o fio e testar ela, como o Julián não era do Uruguai, por meio dele eu pedia: "De madrugada, quando você for pro point, por que não leva alguém que te quer, pra ele tirar fotos suas, aquelas que você tira pra mim, e filmar você dando pra ele?" E ela disse que não, isso não. Realmente consegui que ela ficasse submissa e complacente quase 100% com aquele inimigo-eu-mesmo. Assim passaram os meses, ela vinha, às vezes quando a gente transava eu perguntava e ela contava coisas do Julián e se sujava. Mas... mantive ela sexualmente ocupada com um cara inexistente. Fui corno por mim mesmo.
Bem, encerro esse 2º capítulo com algo que ela comentou umas vezes e que vai ser o link pro último capítulo, onde ponho ênfase na palavra "CUIDADO" do título.
Quando ela já tinha se mudado pra morar comigo, minha casa era um puteiro. Mostrei pra uruguaia vídeos de ex-minhas comendo ela e ela contatou duas que vieram, fizemos ménage: ela, minha ex e eu. A primeira vez dela com uma guria. E de repente ela soltou que "tinha a fantasia, se eu ainda tava preso na história entre ela e o Julián, de propor pra ele convidar ela pra casa dele pra comer ela, que eu fosse junto e ela adoraria que ele COMEÇASSE A COMER EU". Ela afirmava que naquele instante nosso vínculo de casal selaria a liberdade absoluta de experimentar tudo (nessa altura, ela cheirava pó e ardia). Eu perguntei: "E o respeito, a admiração por mim? Me ver de joelhos sendo penetrado por outro? Nem fodendo: não me excita e no dia seguinte... a imagem que você tem de mim vai explodir e aparecer outra: a de um namorado dominado, possuído, penetrado pelo seu amante, com os papéis sendo: você, submissa e complacente com ele. Ele manda, dita as regras, você deu todo o poder pra ele. E eu, o perdedor, o humilhado, o inútil." Ela me garantia que NÃO, que me amaria mais porque eu teria coragem de cruzar a linha mais perigosa na nossa escalada até o máximo.
E não, amigos. Sei que muitos cornos me comentaram que "ser a puta do macho da esposa" aumenta o tesão deles. Falsa desculpa. Ela não é mais "a esposa dele". Já é mulher de outro, o que manda, o que decide o que fazer. Eles vão de mãos dadas ao cinema, a um bar, a uma balada, se beijam, se apalpam na frente de todo mundo e o cuck "diz" que é feliz em casa. O amante e a "esposa dele" vão 10 dias pro Brasil e ele fica contente.
Quando você passou a ser um vaso de planta que a que era sua mulher ignora, maltrata, humilha, enquanto ela se ajoelha entregue às ordens de outro, os papéis são claros. A que era sua mulher obedece ao macho, mas pra você, ela dá ordens. Ela é SUA DONA porque já não existe respeito, não existe admiração. Corvos me mandaram chats dele com o amante e dele com a esposa, e o nível de humilhação que ele recebe e que ele traduz como mais um passo rumo à excitação cria uma cena patética.
Disse pra ela escrever o nome dele com um marcador entre os peitos, e ela fez e tirou uma foto. E mais um monte de coisas. Mas... pra puxar o fio e testar ela, como o Julián não era do Uruguai, por meio dele eu pedia: "De madrugada, quando você for pro point, por que não leva alguém que te quer, pra ele tirar fotos suas, aquelas que você tira pra mim, e filmar você dando pra ele?" E ela disse que não, isso não. Realmente consegui que ela ficasse submissa e complacente quase 100% com aquele inimigo-eu-mesmo. Assim passaram os meses, ela vinha, às vezes quando a gente transava eu perguntava e ela contava coisas do Julián e se sujava. Mas... mantive ela sexualmente ocupada com um cara inexistente. Fui corno por mim mesmo.Bem, encerro esse 2º capítulo com algo que ela comentou umas vezes e que vai ser o link pro último capítulo, onde ponho ênfase na palavra "CUIDADO" do título.
Quando ela já tinha se mudado pra morar comigo, minha casa era um puteiro. Mostrei pra uruguaia vídeos de ex-minhas comendo ela e ela contatou duas que vieram, fizemos ménage: ela, minha ex e eu. A primeira vez dela com uma guria. E de repente ela soltou que "tinha a fantasia, se eu ainda tava preso na história entre ela e o Julián, de propor pra ele convidar ela pra casa dele pra comer ela, que eu fosse junto e ela adoraria que ele COMEÇASSE A COMER EU". Ela afirmava que naquele instante nosso vínculo de casal selaria a liberdade absoluta de experimentar tudo (nessa altura, ela cheirava pó e ardia). Eu perguntei: "E o respeito, a admiração por mim? Me ver de joelhos sendo penetrado por outro? Nem fodendo: não me excita e no dia seguinte... a imagem que você tem de mim vai explodir e aparecer outra: a de um namorado dominado, possuído, penetrado pelo seu amante, com os papéis sendo: você, submissa e complacente com ele. Ele manda, dita as regras, você deu todo o poder pra ele. E eu, o perdedor, o humilhado, o inútil." Ela me garantia que NÃO, que me amaria mais porque eu teria coragem de cruzar a linha mais perigosa na nossa escalada até o máximo.
E não, amigos. Sei que muitos cornos me comentaram que "ser a puta do macho da esposa" aumenta o tesão deles. Falsa desculpa. Ela não é mais "a esposa dele". Já é mulher de outro, o que manda, o que decide o que fazer. Eles vão de mãos dadas ao cinema, a um bar, a uma balada, se beijam, se apalpam na frente de todo mundo e o cuck "diz" que é feliz em casa. O amante e a "esposa dele" vão 10 dias pro Brasil e ele fica contente.Quando você passou a ser um vaso de planta que a que era sua mulher ignora, maltrata, humilha, enquanto ela se ajoelha entregue às ordens de outro, os papéis são claros. A que era sua mulher obedece ao macho, mas pra você, ela dá ordens. Ela é SUA DONA porque já não existe respeito, não existe admiração. Corvos me mandaram chats dele com o amante e dele com a esposa, e o nível de humilhação que ele recebe e que ele traduz como mais um passo rumo à excitação cria uma cena patética.
0 comentários - Esposa topa botar chifre em você - Cuidado 2