Swinguer desde sempre

Quem já leu minhas histórias sabe que eu e minha esposa somos swingers há mais de 20 anos. Mas, na real, eu já era isso muitos anos antes... e nem sabia, nem conhecia essa palavra ou o que significava. Aliás, foi poucos anos depois que o movimento surgiu como tal nos EUA.

Claro que os ménages, trocas de casais, orgias, etc., sempre existiram; mas foi só no meio dos anos 80 e começo dos anos 90 que esse estilo de vida virou um "movimento organizado" e na moda... não só nos EUA, mas no mundo todo. Infelizmente, hoje qualquer um se diz swinger ou acha que é... mas não é. Tem regras, normas, estruturas, disciplinas a seguir; e não dá pra confundir ser swinger com ser promíscuo e transar com qualquer um ou deixar que comam a esposa só pra poder comer outra mulher. Envolve ser voyeur e exibicionista, realizar fantasias do casal, ser antimachista e antifeminista, acreditar na liberdade e individualidade de cada um, e respeitar isso.. TUDO EM CASAL. E, em muitos casos, ser bissexual, tanto mulheres quanto homens. Livre de dogmas, paradigmas e crenças que escravizam, como a religião. Se não for assim, o que se fizer sexualmente vai ser um fracasso na certa. E qualquer um pode transar com outras pessoas, mas nem todo mundo pode ser swinger.

Entrando na minha história. Começou com minha segunda namorada, Marlies. Éramos muito jovens e, desde o início, tivemos sexo oral, manual, vaginal e anal. Mas, a cada dia, o fogo sexual aumentava mais nos dois. Começamos contando um ao outro nossas experiências sexuais e as parcerias que tivemos... e com os detalhes mais explícitos que podíamos (os dois já tínhamos transado com outras pessoas antes de namorar). E isso nos excitava pra caralho. Assim disparou o desejo de "ver e ser visto"... nós dois nos reconhecemos voyeurs e exibicionistas. Eu sempre amei que minhas parceiras me contassem o que fizeram sexualmente com outras pessoas e eu contar minhas experiências. Então começamos experimentar com minha namorada sendo "vista" em diferentes níveis de nudez por outros caras; além disso, eu mostrava fotos dela pelada e transando comigo pros meus amigos... e até pra quase desconhecidos. E eu ficava fascinado com a reação deles... e até percebi que em muitos o pau subia dentro da calça. E tudo isso eu contava pra minha namorada... e ela ficava louca de tesão... seja quando eu tava comendo ela e contando, ou quando ela se masturbava pensando naqueles caras que tinham visto ela nua. Além disso, naquela época, no motel a gente via porno... muito porno... e o que mais excitava a gente eram os trios e as trocas de casais. Fossem H-M-H ou M-H-M... e como minha namorada já sabia que minha primeira experiência sexual tinha sido com um colega de escola, e que eu adorei... o mais natural foi que quando a gente falava em fazer um trio (sempre fantasiando) fosse com outro homem. Mas a Marlies também queria transar com outra mulher... tão tarada que ela era. E claro, que da fantasia a gente passou muito rápido a desejar que os trios e as trocas de casais que tanto nos esquentavam, se tornassem realidade.

Em poucas semanas, eu e a Marlies tivemos nosso primeiro trio com outro homem. Foi com o Gustavo, o cara que me iniciou no sexo. Então a bissexualidade entre eu e ele tava garantida, e a Marlies ficou louca de tesão... não só quando o Gustavo comeu ela, mas quando ele e eu também transamos na frente dela. E esses trios continuaram por muitos meses. Mas entre um trio e outro com o Gustavo, a gente queria mais... um trio com uma amiga da minha namorada, a Sonia. E foi maravilhoso, eu com duas mulheres ao mesmo tempo... e elas transando como verdadeiras sapatões. Dos trios, a gente quis fazer trocas de casais... e a primeira foi com a Sonia e o namorado dela. E a gente adorou. E pelos próximos 3 anos a gente foi aumentando cada vez mais o "cardápio" sexual do nosso namoro... com mais homens e mulheres. Quase todos amigos dos dois.

Depois da Marlies, tive outras duas namoradas, mas com nenhuma fiz o que fiz com a Marlies... sim, transei com elas. dois, e muito bom, mas totalmente convencional. Mas eu sentia falta de ser "swinger". Era como estar "incompleto" sexualmente. E não foi que elas se recusassem a fazer. É que foram namoros muito curtos e nunca evoluíram do sexo convencional. Mas tenho quase certeza que...... continua: singlerelatos.blogspot.com/2026/04/soy-swinger-desde-siempre.html

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