Mais uma experiência quente de uma das Milfs mais gostosas e putona tarada por pica da página.
Esse Yeguão infernal decidiu, numa de suas férias, ir com a amiga pro destino já mencionado.
Ambas Milfonas deliciosas, por simples dedução, iriam se fazer comer por uma boa pica preta. Não tem dúvida que além das praias e paisagens, o Brasil oferece essas tão desejadas picas pretas, que fazem qualquer pussy que se preze ficar com água na buceta.
E as duas gostosas naquele paraíso não iam perder a chance de chupar um belo pau preto.
Como tudo fica entre amigas, antes de dividir uma pica, elas se pegaram no hotel. Duas gostosonas, se comeram de boca, se esfregaram nos peitos, e chuparam a bunda uma da outra pra depois tesourar intensamente.
Chuparam e transaram de todas as formas possíveis e imagináveis, fortalecendo aquele vínculo de amizade, tão gostoso e delicioso.
Tantas vezes nossa putinha era comida pelo seu corno com o consolador preto encostado na sua bunda avantajada, ou chupava duas rolas, com certeza imaginando a tão desejada pica preta.
E bem diz o ditado: quem procura, acha. Mas esse não foi o caso, porque aconteceu por acaso. Uma tarde de praia, os dois putões observando o panorama, quando um vendedor de chapéus se aproximou pra oferecer o produto. Se tem uma coisa que distingue o brasileiro é a simpatia. O moreno caiu nas graças, vamos chamá-lo de Marquiños.
Enquanto as duas damas se faziam acompanhar até o hotel, já que o dinheiro tinha ficado no quarto. Ambas compraram um chapéu de praia e notaram o tremendo volume do negão balançando entre as pernas dele. As duas vadias estavam pegando fogo, o preto tinha certeza que ia comer duas putonas argentinas deliciosas. Não tem barreira de idioma que impeça umas MILFs de se atirarem no seu pau pra tirar até a última gota de porra.
Um boquete delicioso deu início a uma noite muito quente. Enquanto o Marquinho era devorado por aquela boca gostosa, Glock Glock Glock Glock, delíciaaaaaa exclamava o negão, via a amiga se masturbando no sofá. Que pica deliciosa que tu tem, Negãooooooo, me come com esse ferro, arrebenta meu cuzãooooo por favoooor.
Marquiños não se fez de rogado, e meteu nela, plaf plaf plaf, aquela buceta toda molhada recebia a barra de cereal de chocolate dela.
A amiga, que chamaremos de Natália, era testemunha de como aquele negão de pica grossa abria a bunda dela no meio a picaços. Acelerava a punheta, vendo como aquele pauzão entrava naquele cu dilatadíssimo e peludo.
Tinha a bunda tão aberta que parecia um buraco de campo de golfe. Ahhh negãoooooo a puta gritava, que pica divinaa deusssssss. (Nataliaaaaaa você tem que sentar nessa piccaaa amigaaaaa que prazerrrrrr pelo amorrrrr.)
Olha como esse pijão divino me abriu o cuzão.
E a NATI ofereceu a bunda dela, plaf plaf plaf, puta. Pariu, que delícia, exclamou o negão. Marquinhos, prestes a gozar, exigiu das vadias as bocas delas, pra esvaziar os ovos e a pica nelas.
E o negão tinha pau, porra e resistência pras duas vadias argentinas.
Ele esvaziou a piroca naquelas bocas gostosas pra caralho. Tirou direto do cu pra boca aquela mangueira preta. O Marquiños deu uma pausa de uns dez minutos e voltou a ser montado, dessa vez pela nossa puta viciada, que espremeu ele todinho.
E vendo o que é essa bunda, é impossível não gozar.
Claro, Marquiños fez suas vendas e animou as férias das duas vadias, que voltaram muito bem comidas pelo Brazuka de pauzão vendedor ambulante.
Comeu essas duas milfonas com a promessa de voltar pra mais.
Será que o Marquiños traz os amigos dele pra dar o que essa puta precisa, essa vagabunda sedenta de pica...
Vocês aí, o que acham? Merece várias de uma vez...
FIM
Esse Yeguão infernal decidiu, numa de suas férias, ir com a amiga pro destino já mencionado.
Ambas Milfonas deliciosas, por simples dedução, iriam se fazer comer por uma boa pica preta. Não tem dúvida que além das praias e paisagens, o Brasil oferece essas tão desejadas picas pretas, que fazem qualquer pussy que se preze ficar com água na buceta.
E as duas gostosas naquele paraíso não iam perder a chance de chupar um belo pau preto.
Como tudo fica entre amigas, antes de dividir uma pica, elas se pegaram no hotel. Duas gostosonas, se comeram de boca, se esfregaram nos peitos, e chuparam a bunda uma da outra pra depois tesourar intensamente.
Chuparam e transaram de todas as formas possíveis e imagináveis, fortalecendo aquele vínculo de amizade, tão gostoso e delicioso.
Tantas vezes nossa putinha era comida pelo seu corno com o consolador preto encostado na sua bunda avantajada, ou chupava duas rolas, com certeza imaginando a tão desejada pica preta.
E bem diz o ditado: quem procura, acha. Mas esse não foi o caso, porque aconteceu por acaso. Uma tarde de praia, os dois putões observando o panorama, quando um vendedor de chapéus se aproximou pra oferecer o produto. Se tem uma coisa que distingue o brasileiro é a simpatia. O moreno caiu nas graças, vamos chamá-lo de Marquiños.
Enquanto as duas damas se faziam acompanhar até o hotel, já que o dinheiro tinha ficado no quarto. Ambas compraram um chapéu de praia e notaram o tremendo volume do negão balançando entre as pernas dele. As duas vadias estavam pegando fogo, o preto tinha certeza que ia comer duas putonas argentinas deliciosas. Não tem barreira de idioma que impeça umas MILFs de se atirarem no seu pau pra tirar até a última gota de porra.
Um boquete delicioso deu início a uma noite muito quente. Enquanto o Marquinho era devorado por aquela boca gostosa, Glock Glock Glock Glock, delíciaaaaaa exclamava o negão, via a amiga se masturbando no sofá. Que pica deliciosa que tu tem, Negãooooooo, me come com esse ferro, arrebenta meu cuzãooooo por favoooor.
Marquiños não se fez de rogado, e meteu nela, plaf plaf plaf, aquela buceta toda molhada recebia a barra de cereal de chocolate dela.
A amiga, que chamaremos de Natália, era testemunha de como aquele negão de pica grossa abria a bunda dela no meio a picaços. Acelerava a punheta, vendo como aquele pauzão entrava naquele cu dilatadíssimo e peludo.
Tinha a bunda tão aberta que parecia um buraco de campo de golfe. Ahhh negãoooooo a puta gritava, que pica divinaa deusssssss. (Nataliaaaaaa você tem que sentar nessa piccaaa amigaaaaa que prazerrrrrr pelo amorrrrr.)
Olha como esse pijão divino me abriu o cuzão.
E a NATI ofereceu a bunda dela, plaf plaf plaf, puta. Pariu, que delícia, exclamou o negão. Marquinhos, prestes a gozar, exigiu das vadias as bocas delas, pra esvaziar os ovos e a pica nelas.
E o negão tinha pau, porra e resistência pras duas vadias argentinas.
Ele esvaziou a piroca naquelas bocas gostosas pra caralho. Tirou direto do cu pra boca aquela mangueira preta. O Marquiños deu uma pausa de uns dez minutos e voltou a ser montado, dessa vez pela nossa puta viciada, que espremeu ele todinho.
E vendo o que é essa bunda, é impossível não gozar.
Claro, Marquiños fez suas vendas e animou as férias das duas vadias, que voltaram muito bem comidas pelo Brazuka de pauzão vendedor ambulante.
Comeu essas duas milfonas com a promessa de voltar pra mais.
Será que o Marquiños traz os amigos dele pra dar o que essa puta precisa, essa vagabunda sedenta de pica...
Vocês aí, o que acham? Merece várias de uma vez...
FIM
4 comentários - Viagem ao Brasil