Relato 100% real das vivências dos meus pacientes. Tratando o "Lucho". Do post anterior. Trabalhamos muito na humilhação e no castigo. Foi difícil se reencontrar com o amigo dele. Baixar o ciúme possessivo. Mas funcionou e fortaleceu a relação. (Já vou contar em outras vivências que o encontro se repete). Mais dura a realidade de que a Barby estava num relacionamento duplo com o chefe dela. Mas isso deu pra consertar. E eles estavam se afastando. E o Lucho tinha crédito infinito pra qualquer fantasia. Mas nesse processo, a quarentena caiu pra todo mundo. E o Lucho tinha um negócio muito lucrativo. Fazia entregas com todas as autorizações pertinentes, com custo elevado. Transportava gente disfarçado de transfer premium e tinha um negócio florescente de remédios pra dormir e sativa. Continuava em contato com a Barby, mas em paralelo retomou os laços com a Jazmin. A Jaz era uma fera. Uma amiga que tinha sido gogo, estudado pra aeromoça e recepcionista de hotel de luxo. No meio da quarentena, tinha entrado num esquema pirâmide e a deixaram na bancarrota e sem cobertura. E o Lucho ficou sabendo por stories de uma rede social. Ela comentou que tava há dois dias sem comer. Que tinham passado a perna nela com muita grana, que devia aluguel e que não se sentia bem. O Lucho não hesitou. Carregou desde remédio, cerveja, aperitivos, vinho e toda a comida que se possa imaginar e saiu disparado (com a rola lavadinha) pra casa da Jaz. Quando chegou, me mandou uma mensagem pra confirmar a desgraça. Aquela princesa linda vivia na imundície e no abandono total. Não tinha nem água quente. Então, primeiro as primeiras coisas. Ligou a chapa e jogou uns olhos de bife. Salada de rúcula e tomate cereja com parmesão ralado. Encheu a geladeira e a despensa. Enquanto a Jaz atacava um tubo de Pringles e uma cervejinha gelada. Lucho superprotetor. A gogo desamparada. Deixou a cerveja pela metade e entrou no banheiro. Lucho virou os olhos de bife e colocou sal grosso e alecrim. Quando se virou, a Jaz tava atrás, com um short e uma regatinha bem curta. Olhando pra ele. caralho, puta divina e muito gostosa. Alta pra caralho. Com umas curvas bem marcadas. 100 de peito feito e uma bunda incrível. Só comparável com os lábios carnudos e a cara de puta de 22 anos. (Dou fé. Vi fotos). Assim, sem mais, ela se aproxima, ajeitando o cabelo de lado, enquanto se ajoelha na frente do Lucho. Olha pra virilha dele sorrindo e depois crava os olhos nele. Fixamente, com um sorrisinho. Lucho mal tem tempo de desligar o ferro. Enquanto chupam a pica dele como nunca na vida. Como uma despeitada, bem molhado e muito fundo. Boquete que faz barulho e suga. E baba. E beijo profundo de agradecimento e fome de pica. Antes de servir a carne, já tinha esvaziado os ovos dele na boca. Semen que engoliu com gosto. Limpando até a última gota e dando uns tapinhas sozinha nas bochechas. "Que gostoso. Que pica gostosa você tem" Lucho saiu da paralisia quando Jaz deu um beijo com gosto DELE e foi pegar a cerveja dela rebolando a bunda. Comeram carne. Comeu uma buceta bem suculenta. Tomaram vinho. Tomaram outra ordenhada de porra. Fumaram flor. Ele colocou ela de quatro na frente dos gatos e lambeu o cu dela, antes de penetrar. Comeram mais carne fria, queijo e salada. Fumaram mais flor. E ele penetrou ela de novo por cima. Como uma amazona e comeu a boca dela. Comendo a boca dela e enfiando um dedo no cu. Ela gemia sem parar e chamava ele de puta linda e falava como queria foder ele há anos. Ela pediu pra ele gozar dentro e teve um orgasmo forte. Gemendo de prazer como uma puta. Lucho se segurou, tirou ela pingando e gozou pra caralho. Esfregando o pau no umbigo dela, enquanto apertava um peito e chupava o outro. Dormiram assim, como ficaram, grudados. Lucho dormiu um pouco. Na verdade, acordou de madrugada e Jaz tava sorrindo pra ele de olhos abertos. Ele levantou e eram 4 da manhã. Ela tinha fumado mais flor. Não conseguia dormir. Ele deu um remédio pra ela, lamentando que isso ia foder o sexo matinal. Ela continuava nua. Tomou o remédio. "Faz dias que não durmo bem. Sirva-se do que quiser" E parou com a buceta deliciosa na cara do Lucho enquanto arrumava o cabelo. Lucho foi ao banheiro e ela esperava ele, fazendo espaço no sofá-cama que rangia. No meio da bagunça mais estranha que ele já viu. Naquela manhã, ela era uma boneca inanimada. Ele se levantou pra se lavar. O banheiro também era um desastre. Um caos. Ele já conhecia a pílula. Quis levar algo pro caminho. Colocou as pernas da Jaz nos ombros. Passou saliva na rola e enfiou devagar. Olhando ela dormir. Apertou um peito e o outro. Agarrou o queixo dela pra encarar ela fixo. E não parou de meter. Isso não era castigo. Ele tava curtindo. A donzela em apuros que é penetrada quando o salvador tem vontade. Antes de gozar, arrumou o cabelo dela e, segurando pela nuca, apertou a cara dela contra a rola inchada e começou a bombear a cara dela. O nariz, as órbitas dos olhos. Os lábios. Queria sujar ela toda. Terminou de limpar a rola com um dos peitos enormes e duros dela. Ela tava toda respingada de porra. Ele amou a cena. Tirou uma foto em close com a rola perto. E outros detalhes do corpo dela. Peitos. A barriga perfeita dela. A buceta de gogo e várias do cu dela. O cu dela com a rola na porta. Tentou enfiar, mas aquele rabo resistia. Queria arrebentar ele. Precisava de um sildenafil pra isso. Hoje. Então deixou um bilhete depois de limpar ela. Cobriu ela. E já vestido com o terno e a autorização de circulação, foi trabalhar. O bilhete dizia: "Amanhã volto mais cedo com uma surpresa. Se prepara pra sair" Nota: Hoje justamente atendi a "Barby". Tava pensando em falar pra ela que tem um relato das vivências dela. E outros arquivos pra passar. Nota2: Desculpa se tiver algum erro. Tô tendo que postar com pressa.
1 comentários - La Puta Durmiente (morbo novia dormida) Parte II