Noite que peguei ela cheia de porra dos outros

Descobri que gostava de chifre quando tava me separando da minha ex-namorada. A gente tava indo e voltando, ela já tava com outro, dava pra perceber, mas eu não queria aceitar. Chegou o dia do aniversário dela e eu mandei uma mensagem: "À noite passo pra deixar um presente". Ela disse: "Não vou estar, vou jantar com meus pais". Eu senti que era mentira e que ela não queria que eu fosse, então não acreditei. Comprei um presente e umas 21h fui na casa dela — ela morava num apartamento em frente aos pais. Bati na porta, tudo apagado. Ela realmente não tava, e aí começou o ciúme. Lembrei que talvez ela tivesse saindo com alguém. A casa dos pais também tava toda apagada. Sentei na calçada pra processar tudo por umas horas, fui num bar, tomei uns drinks, saí pra caminhar perto da casa dela e continuava tudo apagado. Já era umas 1h da manhã, liguei pra ela e o celular tava desligado. Pronto, desisti. Quando, de longe, escutei um carro — parecia o carro do cara que eu suspeitava que tava me chifrando. Me escondi atrás de uma árvore e sim, era ela. O carro parou na outra esquina e ninguém descia, acho que tavam se despedindo. Até que a porta abriu e ela desceu: uma saia branca curta, um top, toda arrumada, maquiada. Foi comemorar com o cara, entendeu? Quando vi ela, passei por mil coisas: ciúme, resignação, tudo. Ela começou a andar pra porta dela, o cara foi embora, e eu saí e chamei ela. Ela se assustou e começou a correr pra porta. Falei: "Não, para, já foi, de boa". Cheguei onde ela tava, ela abriu a porta e me deixou entrar. "Posso explicar, mi..." — e o tesão falou mais alto. "Não tem nada pra explicar." E meti a mão na buceta dela por baixo da saia. Tava toda molhada, bem comida. "Transaram, né?" Perguntei. Ela disse: "Não, não, para, não foi nada". Insisti: "Já escolheu sua vida, deixa a gente se despedir..." E comecei a masturbar ela. Ela ficou com muito tesão, tinha cheiro de porra alheia na minha mão. A calcinha dela, toda molhada, era branca. Puxei pra baixo, meu pau tava explodindo, coloquei e comecei a bombar. Ela Tava tão gostosa quanto eu, comeu ela bem? Perguntei. "Nem tanto", ela disse, enquanto começava a escorrer o sêmen de outro pelo meu pau, fazendo um creme branco espetacular. Não aguentei e gozei toda a minha porra dentro dela, que se misturou com a do outro cara. Tirei o pau e coloquei na boca dela. "Cê gosta dessa porra? Cê gosta?" E ela chupava, condenada a provar a porra dos dois caras que ela gostava, porque comigo ela não deixava, fazia cena, mas também comia com aquele cara. A porra começou a escorrer nela, e eu sequei com a própria calcinha fio dental que ela tava usando. Falei: "Essa é a nossa última vez." Levei a calcinha comigo. E foi assim, nunca mais. E por muitos anos eu tive aquela calcinha toda dura e amarelada pelo sêmen do outro e o meu. Foi muito quente, e toda vez que lembro, bato uma punheta.

5 comentários - Noite que peguei ela cheia de porra dos outros

Tremendo creo que fue el mejor cierre que podías darle a esa altura