Uns anos atrás, quando eu tava começando minha vida sexual, rolou uma parada comigo que até hoje eu lembro como uma das mais... estranhas. Tudo começou pela minha avó. Ela sempre foi super sociável e, por causa dela, acabei conhecendo parentes que nem sabia que existiam. De vez em quando aparecia uma tia, uma prima ou alguém perdido na árvore genealógica. Resumindo, umas férias ela me pediu pra acompanhá-la numa visita a uma prima dela que morava num sítio onde ela tinha passado parte da juventude. Foram umas quatro horas de estrada onde literalmente não tinha nada além de mato, árvores e um sol/calor do caralho. Quanto mais a gente avançava, mais eu sentia que tava me afastando do mundo. Quando finalmente chegamos, entendi por que quase ninguém ia pra lá. A casa parecia velha pra caralho, meio abandonada. As paredes de madeira desgastadas, telhado de zinco enferrujado, sem piso... se vocês vissem, iam jurar que não morava ninguém ali. Saiu a prima da minha avó se apoiando numa bengala de madeira e atrás dela apareceu o filho dela, que vamos chamar de Amado. Os dois pareciam bem mais velhos do que realmente eram. A pele toda marcada pelo sol, magros, calados... daqueles homens de sítio que quase não falam mas ficam te encarando. Mesmo assim, foram muito hospitaleiros comigo e com minha avó. Nos deram comida, café e ficaram horas conversando sobre gente que eu nem conhecia. Mas sinceramente, desde o primeiro momento eu já tava me perguntando o que eu tava fazendo ali kkk. Naquele mesmo dia saímos pra visitar vizinhos/amigos da minha avó. E quando digo vizinhos, é caminhar meia hora entre uma casa e outra debaixo daquele calor, fiquei exausta pra caralho. De tarde, a única coisa que eu queria era tomar um banho e dormir. Perguntei pra senhora onde era o banheiro e ela disse que era lá fora, afastado da casa. Quando vi, quase tive um troço. Era uma casinha feita de madeira velha com buracos entre as tábuas. O telhado de zinco tava enferrujado e mal cobria direito. Tudo cheirava a mofo e terra molhada. Eu só... Tava pensando em terminar rápido antes que escurecesse e aparecesse alguma cobra ou bicho, porque tenho um puta medo disso, haja. Como a água era carregada em baldes, tive que pedir ajuda pro Amado pra levar um tambor grande. E foi aí que comecei a sentir uma coisa estranha. Porque ele quase não falava, mas me olhava pra caralho. Chegamos no banheiro e ele me deixou sozinha. Eu me apressei pra tomar banho porque, sinceramente, o lugar me dava medo. Enquanto me jogava água, sentia claramente o vento entrando pelos buracos da madeira… e não conseguia me livrar da sensação de que alguém podia me ver de fora. Várias vezes virei, achando que tinha ouvido alguma coisa. Quando terminei, saí ainda me arrumando, e lá estava o Amado, parado a uns metros, me esperando em silêncio. Juro que me deu uma mistura esquisita de alívio e nervoso. Porque sim, me incomodava ele estar ali… mas ao mesmo tempo, me dava mais medo ficar sozinha no meio do nada.
Naquela noite, dormi com minha avó e não pensei muito nisso. Até a manhã seguinte. Acordei cedo, o clima ainda fresco, tomamos café e bateu vontade de ir ao banheiro de novo. Como o sol já tinha nascido, resolvi ir sozinha. Quando cheguei, percebi que tinha deixado minha calcinha do dia anterior. Uma fio-dental preta que eu tinha esquecido entre as coisas. Fiquei com vergonha de mim mesma e pensei: "ainda bem que ninguém viu". Mas quando peguei, senti algo estranho, estava molhada, mas não de água. Olhei bem... e, mesmo sendo bem inocente naquela época, já tinha experiência suficiente pra saber exatamente o que era: porra. Ainda me lembro do calor horrível que subiu no meu rosto. Fiquei parada ali, sozinha no meio do banheiro, sem saber o que pensar. Acabei lavando ela ali mesmo, super rápido, olhando em volta o tempo todo como se alguém fosse aparecer. Depois pendurei perto de uma árvore pra secar e voltei pra casa tentando agir normal. Não contei nada pra minha avó. Se quiserem a parte 2, deixem seus pontos! Adoraria ler o que vocês acham que aconteceu depois.
Naquela noite, dormi com minha avó e não pensei muito nisso. Até a manhã seguinte. Acordei cedo, o clima ainda fresco, tomamos café e bateu vontade de ir ao banheiro de novo. Como o sol já tinha nascido, resolvi ir sozinha. Quando cheguei, percebi que tinha deixado minha calcinha do dia anterior. Uma fio-dental preta que eu tinha esquecido entre as coisas. Fiquei com vergonha de mim mesma e pensei: "ainda bem que ninguém viu". Mas quando peguei, senti algo estranho, estava molhada, mas não de água. Olhei bem... e, mesmo sendo bem inocente naquela época, já tinha experiência suficiente pra saber exatamente o que era: porra. Ainda me lembro do calor horrível que subiu no meu rosto. Fiquei parada ali, sozinha no meio do banheiro, sem saber o que pensar. Acabei lavando ela ali mesmo, super rápido, olhando em volta o tempo todo como se alguém fosse aparecer. Depois pendurei perto de uma árvore pra secar e voltei pra casa tentando agir normal. Não contei nada pra minha avó. Se quiserem a parte 2, deixem seus pontos! Adoraria ler o que vocês acham que aconteceu depois.
4 comentários - Espiadinha no rancho