Bairro Silencioso II - Sonhos Reais

Continuação do primeiro conto "O Bairro Silencioso"

-/-Desculpe, não posso ajudar com essa tradução.:Caralho, não imaginava que você conseguia fazer isso... - eu ouvia ele ofegante, mas não dei muita importância - faz tempo que não fico com o pau tão duro assim...Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Não me diga isso pra me fazer sentir bem...

Martin se viu de joelhos no chão, entre as pernas abertas do seu querido amigo, segurando com a mão direita a piroca grossa de Leslie, enquanto com a esquerda pegava de leve nas bolas dele. Devagar, ele subia e descia a mão, agarrando firme o instrumento do seu desejo, sem deixar escapar, sentindo como pulsava, como ficava mais duro, como suava... Como é que ele foi parar naquela situação?LeslieNunca me disse que gostava disso, não sabia que você curtia leite de homem.Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Não curto... bah, não sei se curto, mas acho que tu curte como eu te masturbo, porque tu tá dura que nem pedra." — dizia ele enquanto tentava esconder a ereção enorme que tinha criado.Leslie:— Se continuar assim, vai fazer eu encher tua cara de porra, meu Deus... como tu faz bem isso... — ele gemia, se contorcendo sentado na beira da cama, sem calças e só de camiseta, suando enquanto Martin se entretinha com as bolas e o pauzão duro dele, que não parava de vazar líquido pré-gozo.

As mãos de Martin estavam pegajosas, ásperas e ocupadas. O próprio pau dele não dava trégua e tentava escapar do short esportivo que vestia, e ele sentia como se molhava com o próprio pré-gozo. Não sabia o que fazer, mas tava adorando.LeslieAaah... meu deus, vou explodir... Jasmim, não aguento mais, tenho que gozaaaar...Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.— O quê?... Como assim, Jazmin?
Ele perguntou isso antes mesmo de olhar para a direita e se deparar com a vizinha Jazmin, a milf do lado, olhando para eles enquanto se tocava um peito por cima da regata esportiva com cara de safada.

Martin se assustou e de um pulo se levantou... E se viu deitado na cama, suando, vendo o sol escapando por uma fresta da janela que dava para o leste, já deviam ser umas 6 da manhã. Ficou ofegante olhando para o teto, tentando entender na mente o que foi tudo aquilo. Um sonho, só um sonho, mas tão gráfico que parecia real.

Talvez aquilo tivesse sido só um sonho, mas o que não foi ele descobriu ao se tocar na virilha: o pau dele estava completamente duro, soltando umidade pelo boxer que usava de pijama. Ainda tinha uns restos de porra nos abdominais, resultado da gozada potente da noite anterior, e ele sentia que a ereção não ia baixar a menos que ele cuidasse disso. Então ele partiu pra tarefa de relaxar, naquela manhã quente do verão mendocino.

Aproveitando que era bem cedo, e sabendo que ninguém devia estar acordado ainda, ele puxou o boxer de uma vez só, deixando à mostra o pau duro que agora tinha. Contemplou o pênis, pensando no pau do amigo que viu na noite anterior, percebeu que tinham paus diferentes, mas ambos pareciam potentes e grandes. Agarrou ele com força na mão direita e começou o vai e vem lento, de cima pra baixo, aumentando bem devagar a velocidade do movimento.

O líquido pré-seminal, fruto da ereção violenta, ajudava a lubrificar a cabeçona que brilhava cada vez que ele fazia o movimento pra baixo no pau, cada vez mais molhada, cada vez mais rápido o movimento. Com a mão esquerda, começou a massagear as bolas, que estavam duras e gordas, ainda carregadas. Devagar, começou a abafar uns gemidos baixinhos, ele estava... Adorando pensar no pau do Leslie, no sonho e na tesão que tava sentindo. Queria gozar, precisava gozar, precisava esvaziar essas bolas em cima dela, sentir o próprio gozo quente em cima, igual na noite anterior. Quando tava chegando no ponto mais quente entre gemidos e suores, ouviu algo que tirou ele da concentração. Batidas, batidinhas... batidas que se repetiam ritmadamente, e que vinham de algum lugar perto.

Isso quebrou tanto o clima que ele ficou com o pau duro e molhado na mão enquanto escutava os barulhos pra tentar descobrir de onde vinham e o que eram. Será que alguém tava martelando nessa hora da manhã? Enquanto pensava e escutava, percebeu que o ritmo aumentava de velocidade às vezes, e às vezes ia mais devagar, umas vezes soava forte e outras mais suave... quase como se alguém... como se alguém estivesse transando.

Automaticamente pulou da cama pelado, com o pau tão duro quanto há pouco, agora meio excitado pela possibilidade de escutar esses barulhos e que fossem o que ele imaginava. Sabia que vinham de perto, talvez da própria casa... por um momento passou pela cabeça dele que esses barulhos viessem da casa ao lado, talvez Leslie estivesse comendo gostoso a vizinha Jazmin, tão alto que dava pra ouvir até ali, mas não era possível.

Martin decidiu então vestir a cueca pra tentar esconder um pouco a ereção enorme e sair devagar e silenciosamente do quarto pra investigar. Ao fazer isso, encontrou a casa apagada, com um pouco de luz entrando pelas janelas por causa do amanhecer recente. A porta do quarto do irmão dele estava quase em frente à dele, e estava fechada. Mesmo assim, Martin se aproximou pra ver se os barulhos vinham dali, mas não se ouvia nada do outro lado. Então não teve escolha a não ser segui-los pelo corredor que ligava os quartos ao banheiro principal do primeiro andar e ao quarto dos pais no fundo. do mesmo. Sem quase perceber, ele se viu ao lado da porta do quarto dos pais, que não estava totalmente fechada e deixava ver um pouco do lado de dentro.

Por sorte para Martin, aquele pequeno espaço aberto dava visão direta para o espelho na parede, e permitia que ele visse bem de onde vinha o barulho. Quase de imediato, ele levou uma mão ao pau que continuava duro, quando avistou seu pai Alejandro completamente nu em cima de sua mãe. Ela não dava para ver tão bem porque o corpo do pai cobria, mas ele via as pernas dela para cima, enquanto a bunda do pai balançava para cima e para baixo numa velocidade já constante. Ensopado por uma fina camada de suor, ele viu como Alejandro penetrava ritmicamente sua mãe Cecília sem parar, só se ouvindo o leve bater da cama contra a parede.

Também não havia gemidos, já que os dois estavam se beijando apaixonadamente enquanto Alejandro não parava suas investidas tão ritmadas que Martin não conseguia parar de olhar a bunda do pai, como subia e descia enquanto imaginava como o pênis dele entrava na mãe. Enquanto fazia isso, não pôde deixar de notar como seu pau estava doendo, duro e cheio de líquido pré-seminal que já sujava a cueca que ele usava. Não teve ideia melhor do que tirar o pau duro por um lado da cueca e começar a bater uma lentamente enquanto via a cena refletida no espelho.

Os minutos pareciam horas e ele continuava vendo como seu pai não dava trégua para a mãe, cada vez mais rápido, cada vez mais fundo, via como a bunda do pai subia e descia mais e mais. Ele sentia o ar esquentar, sentia o cheiro do sexo e isso o embriagava mais, e fazia com que ficasse mais duro enquanto segurava o pau e batia uma cada vez mais rápido. Cada vez mais a cabeça ficava molhada e ele suava mais, se sentia mais quente e mais tenso, precisando poder descarregar tudo junto.

Depois de alguns minutos, ele viu como, sem parar de penetrá-la, seu pai parou de beijar a mãe e deixou escapar um gemido leve, bem masculino e duro, enquanto acelerava as investidas. Depois disso, ele conseguiu levantar um pouco o tronco para se separar da parceira, o que fez com que, no reflexo do espelho, Martin finalmente pudesse ver sua mãe nua enquanto recebia sem parar a pica do pai... Mas ele não viu sua mãe deitada de barriga pra cima recebendo o pai. No lugar onde Cecilia deveria estar, jazia a vizinha Jazmin.

Isso desorientou Martin completamente. Seu pau ficou totalmente duro e ele parou de se masturbar, ficando perplexo olhando o reflexo do espelho do quarto dos pais naquela manhã. Seu pai Alejandro estava fodendo com Jazmin, dentro de casa, na cama de casal, umas seis e pouco da manhã. Comendo ela num ritmo quase frenético, sem parar de penetrá-la, ele tapava a boca dela enquanto algumas gotas de suor caíam no rosto da vizinha. Ela só conseguia fazer cara de possuída enquanto recebia todas as investidas sem dizer nada, só gozando. Enquanto isso acontecia, e enquanto Martin ainda tinha o pau duro e molhado (tanto que caíam algumas gotas no chão do corredor), ele viu uma mulher aparecer do canto oposto do quarto dos pais.

A mulher se aproximou da cama enquanto colocava uma mão nas costas de Alejandro, e subia lentamente na cama onde o casal estava terminando de transar de manhã. Martin custou a enxergar por causa da luz, mas aquela mulher que apareceu do outro canto era a própria mãe dele, Cecilia. Estava nua, mostrando suas lindas tetas que ainda se mantinham firmes e gostosas, com seu corpo de mulher casada mas nada pouco apetecível, com a buceta completamente depilada. Martin, ao vê-la bem e entender que sua mãe estava vendo tudo, sendo espectadora de como o marido comia a vizinha em silêncio, fez com que ele começasse a ficar tonto. Não só pela situação, mas também pela enorme excitação que sentia.

Ele viu através do espelho como Alejandro, sem parar de penetrar Jazmin, a puxava pra perto. a cabeça na mãe dela pra sussurrar algo que Martin ouviu perfeitamente.AlejandroTô prestes a encher ela todinha... cê deixa eu encher ela toda, meu amor?Cecília— Não... dessa vez não. Quero que você jogue toda a porra na cara dela, como castigo pelo que fez. — disse enquanto olhava com cara de safada pra Jasmim, que devolveu o olhar cheio de tesão.AlejandroMas, amor, quero encher ela, pra que o marido dela sinta depois.Cecília— Não, Alejandro, ela vai ver assim antes de sentir, com toda a sua porra quente na cara, do jeito que ela também gosta.

Alejandro não discutiu mais, e Martin conseguiu ver no reflexo do espelho que ele colocou uma cara de tarado. Na sequência, aumentou o ritmo das penetrações, fazendo a cama dar uns pulinhos curtos. Cecilia só olhava, nua, com os bicos dos peitos duros de tesão, enquanto o marido estava prestes a gozar na vizinha. Martin só conseguia se tocar devagar no pau duro e vermelho, prestes a explodir.

Sem avisar, Martin viu o pai tirar o pau de dentro do corpo da vizinha. Pôde ver pela primeira vez o tamanho da ferramenta que o Alejandro manuseava: um pau tão grande quanto o do Martin ou até do irmão dele, mas mais grosso... muito parecido com o do Leslie. Viu aquele pau duro e todo brilhando com os líquidos vaginais da Jazmin. Alejandro pegou o pau com a mão direita e, batendo uma só duas vezes, começou a gozar. Martin nunca tinha visto o pai daquele jeito, nunca imaginou ele transando ou gozando, mas ao vê-lo soltar quatro jatos grossos de porra na cara da vizinha enquanto a mulher dele olhava com cara de safada, foi demais pro jovem voyeur.

Praticamente sem fazer força ou velocidade, Martin gozou quatro jatos de porra, quase idênticos em quantidade e volume aos do pai. Eles foram parar no chão, deixando uma meleca que qualquer um podia ver. Martin teve que parar de olhar a cena pra se jogar no chão em silêncio e limpar com a cueca a quantidade enorme de esperma quente que tinha cuspido. Não teve mais tempo, então assim que terminou de limpar, voltou sem correr pro quarto e se trancou, não sem antes passar na frente do quarto do irmão, achando que tinha visto a porta se mexer.

Uma vez no quarto, jogou a cueca cheia de porra pra lavar e vestiu outra, enquanto ouvia uns barulhinhos leves vindo das escadas da casa. Claramente a Jazmin tava indo embora. Ficou pensando que transar daquele jeito... Era propício de manhã, bem cedinho, já que as atividades em casa sempre começavam às 8 da manhã, isso dava tempo pra cobrir os rastros. Se jogou na cama pra tentar dormir mais um pouco, mas a verdade é que não conseguiu. Toda vez que fechava os olhos, só conseguia ver a bunda do pai subindo e descendo enquanto enfiava a piroca grossa na vizinha Jazmin, e isso só o deixava mais excitado...

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