Meu grupo de amigos na adolescência foi a melhor coisa que me aconteceu, no geral. No meu grupo tinha duas amigas, mas amigas de verdade: Luciana e Vitória. A gente ia pra todo lado junto, festa, bebida e baseado sempre. A parada é que a Luciana tinha ficado comigo e com dois do grupo, o Lucho e o Gabi. Não demorou pra gente descobrir, porque a gente contava tudo entre si. Começamos a contar como foi e tal, e o comum nos três casos era que a Luciana não tinha chupado a pica de ninguém.
Gabi: comigo não rolou.
Eu: eu pedi e ela disse que não, nem insisti.
Lucho: eu segurei a cabeça dela e nem assim.
Eu: se alguém comer ela, que teste. Não pode ser.
A parada ficou por isso mesmo. A Luciana é uma mina mó gente boa, era dois anos mais nova que a gente e bem do tipo, baixinha, morena bonitinha, uns peitões enormes e uma bunda aceitável, digamos. Ela topava tudo, pelo visto, haha. A gente sempre se reunia na casa de alguém do grupo, e um dia na casa do Gabi, o Lucho solta:
Lucho: A gente tem que encher a Lu de bebida e comer ela nós três.
Gabi se encolheu e na hora disse que não.
Eu: Ela topa um ménage na hora.
Nunca tinha pensado nisso, ou pelo menos eu não. Mas se ela já tinha ficado com os três separados, não era estranho juntar a gente, e se o Gabi não tivesse, éramos dois.
Eu: Eu convenço ela na hora.
Eu tinha muita química com a Lu e joguei a isca conversando pelo WhatsApp. Tinha total confiança! Fiz aquele joguinho de "aposto que você não tem coragem?". Que era quando eu queria comer ela, e aí falei:
Eu: Aposto que você não tem coragem de fazer um ménage com o Lucho.
Ela: Queeeeeee? Ele é meu amigo. Não, sei não.
Eu: E meu amigo também, e você também é minha amiga, e daí?
Ela: E somos amigos, só isso.
Eu: A gente fortalece a amizade, Lu.
Ela: Você é louco!...
Eu: Uhhh, que merda, bom, se rolasse, rolava.
E ela não respondeu. Depois de um tempo, tipo meia hora!
Eu: Ei, mas você falou com ele?
Ela: Com o Lucho? Não, foi uma ideia minha. Como você ficou com os dois, sei lá. Talvez ele tope.
Ela: Não fiquei com o Lucho!
Eu: MMMMMMM haha, mina, de boa. Tá bom, se ficou ou não, não importa tanto. — Vocês dois juntos, hein. Tenho que pensar umas três vezes. — Ah, é? Por quê? A gente se dá bem, os três!
— Vocês são um perigo juntos, e o Lucho já vem bem de baixo. E você também.
— Mas se você não ficou com o Lucho, mmmmmmmm. Deixa pra lá. Já era. Hoje a gente se junta em casa, vem. Uma jodizinha, vem tal e tal.
— Vou sim, demais. Contei tudo pro Lucho e falei pra ele: arranca na hora, mas tem que dar o momento.
Lucho viu a mensagem que dizia que vinha bem de baixo e me fala:
— Tenho maior que você — e tava rindo.
— Então bora, masturbator, hoje a gente faz.
— Se rolar, sim, de boa.
— Alguém tem que começar, bludo.
Chegou a noite e as jodizinhas tavam suaves, bem de quebrada. Nada daquelas que você tem que se arrumar toda pra ir. Chegaram os caras e umas amigas das minas. Éramos uns 15 e a Luciana chegou mais tarde, sozinha.
Uma mensagem cai:
— Abre, tô na frente.
— Qual é, Lucha? (Jean apertado, Jhon Foos e um casaquinho por cima).
— Atrasou demais.
— Nada. Entra e fuma uma seca.
A noite foi passando e comecei a procurar a Luciana com o olhar, e a gente se cruzou umas vezes. O Lucho me perguntava de vez em quando e nada. Passei perto dela na cozinha, pegar um drink, e rocei nela.
— Trago uma breja?
— Ah, que amigo, valeu.
Fui e voltei.
— Toma e para de me olhar, Lu. Depois não me responsabilizo. Jaja, ri.
Ela também riu e não falou nada! Ficou por isso. A gente se cruzou de novo com o olhar e nisso aproveitei e fui no banheiro da casa, digamos, porque tinha dois: um da casa e outro onde a gente tava, que era um puxadinho, sei lá. Questão é que fui no da casa e pensei: tomara que ela venha, jaja. Fui e fiquei uns minutos lá parado, e a Luciana chegou meio alterada também, igual eu. E as vezes que tinha rolado algo eram assim, jaja. Mas era bom, sei lá.
— Do que você não vai se responsabilizar? E zaaas.
Começamos a beijar igual louco e já queríamos foder ali, mas não.
— Fica hoje. Falei, e ela sorriu!
Aos poucos, todo mundo foi indo embora. começamos a ficar só os de sempre. Falei com o Lucho e ele já queria cair fora com outra mina. Convenci ele porque eu tinha certeza que ia rolar, não sei por que, mas sabia. No fim ele ficou, e ficamos só nós três. Me ajudaram a arrumar a casa e a gente tava bebendo, quando a Luciana solta: "vamos fumar um?" Na hora o Lucho topou, e eu também, óbvio. — "Faço mais uma jarra e já volto." Quando voltei, os dois já estavam se acabando de rir. — "Dá um trago, louca." A Luciana me segurou e soprou a fumaça na minha boca. — "Fala sério, me dá um trago de verdade." E o Lucho, que não é lerdo nem a pau, manda: "PRA LU, SOPRA A FUMAÇA PRA MIM." Aí eu pensei: se ela soprar pra ele, foda-se; se não, melhor ainda. Fico com ela só pra mim. A Luciana deu uma tragada e soprou pra ele. — "Pra ele você deu mais, sua sem-vergonha." E o jogo começou.
Gabi: comigo não rolou.
Eu: eu pedi e ela disse que não, nem insisti.
Lucho: eu segurei a cabeça dela e nem assim.
Eu: se alguém comer ela, que teste. Não pode ser.
A parada ficou por isso mesmo. A Luciana é uma mina mó gente boa, era dois anos mais nova que a gente e bem do tipo, baixinha, morena bonitinha, uns peitões enormes e uma bunda aceitável, digamos. Ela topava tudo, pelo visto, haha. A gente sempre se reunia na casa de alguém do grupo, e um dia na casa do Gabi, o Lucho solta:
Lucho: A gente tem que encher a Lu de bebida e comer ela nós três.
Gabi se encolheu e na hora disse que não.
Eu: Ela topa um ménage na hora.
Nunca tinha pensado nisso, ou pelo menos eu não. Mas se ela já tinha ficado com os três separados, não era estranho juntar a gente, e se o Gabi não tivesse, éramos dois.
Eu: Eu convenço ela na hora.
Eu tinha muita química com a Lu e joguei a isca conversando pelo WhatsApp. Tinha total confiança! Fiz aquele joguinho de "aposto que você não tem coragem?". Que era quando eu queria comer ela, e aí falei:
Eu: Aposto que você não tem coragem de fazer um ménage com o Lucho.
Ela: Queeeeeee? Ele é meu amigo. Não, sei não.
Eu: E meu amigo também, e você também é minha amiga, e daí?
Ela: E somos amigos, só isso.
Eu: A gente fortalece a amizade, Lu.
Ela: Você é louco!...
Eu: Uhhh, que merda, bom, se rolasse, rolava.
E ela não respondeu. Depois de um tempo, tipo meia hora!
Eu: Ei, mas você falou com ele?
Ela: Com o Lucho? Não, foi uma ideia minha. Como você ficou com os dois, sei lá. Talvez ele tope.
Ela: Não fiquei com o Lucho!
Eu: MMMMMMM haha, mina, de boa. Tá bom, se ficou ou não, não importa tanto. — Vocês dois juntos, hein. Tenho que pensar umas três vezes. — Ah, é? Por quê? A gente se dá bem, os três!
— Vocês são um perigo juntos, e o Lucho já vem bem de baixo. E você também.
— Mas se você não ficou com o Lucho, mmmmmmmm. Deixa pra lá. Já era. Hoje a gente se junta em casa, vem. Uma jodizinha, vem tal e tal.
— Vou sim, demais. Contei tudo pro Lucho e falei pra ele: arranca na hora, mas tem que dar o momento.
Lucho viu a mensagem que dizia que vinha bem de baixo e me fala:
— Tenho maior que você — e tava rindo.
— Então bora, masturbator, hoje a gente faz.
— Se rolar, sim, de boa.
— Alguém tem que começar, bludo.
Chegou a noite e as jodizinhas tavam suaves, bem de quebrada. Nada daquelas que você tem que se arrumar toda pra ir. Chegaram os caras e umas amigas das minas. Éramos uns 15 e a Luciana chegou mais tarde, sozinha.
Uma mensagem cai:
— Abre, tô na frente.
— Qual é, Lucha? (Jean apertado, Jhon Foos e um casaquinho por cima).
— Atrasou demais.
— Nada. Entra e fuma uma seca.
A noite foi passando e comecei a procurar a Luciana com o olhar, e a gente se cruzou umas vezes. O Lucho me perguntava de vez em quando e nada. Passei perto dela na cozinha, pegar um drink, e rocei nela.
— Trago uma breja?
— Ah, que amigo, valeu.
Fui e voltei.
— Toma e para de me olhar, Lu. Depois não me responsabilizo. Jaja, ri.
Ela também riu e não falou nada! Ficou por isso. A gente se cruzou de novo com o olhar e nisso aproveitei e fui no banheiro da casa, digamos, porque tinha dois: um da casa e outro onde a gente tava, que era um puxadinho, sei lá. Questão é que fui no da casa e pensei: tomara que ela venha, jaja. Fui e fiquei uns minutos lá parado, e a Luciana chegou meio alterada também, igual eu. E as vezes que tinha rolado algo eram assim, jaja. Mas era bom, sei lá.
— Do que você não vai se responsabilizar? E zaaas.
Começamos a beijar igual louco e já queríamos foder ali, mas não.
— Fica hoje. Falei, e ela sorriu!
Aos poucos, todo mundo foi indo embora. começamos a ficar só os de sempre. Falei com o Lucho e ele já queria cair fora com outra mina. Convenci ele porque eu tinha certeza que ia rolar, não sei por que, mas sabia. No fim ele ficou, e ficamos só nós três. Me ajudaram a arrumar a casa e a gente tava bebendo, quando a Luciana solta: "vamos fumar um?" Na hora o Lucho topou, e eu também, óbvio. — "Faço mais uma jarra e já volto." Quando voltei, os dois já estavam se acabando de rir. — "Dá um trago, louca." A Luciana me segurou e soprou a fumaça na minha boca. — "Fala sério, me dá um trago de verdade." E o Lucho, que não é lerdo nem a pau, manda: "PRA LU, SOPRA A FUMAÇA PRA MIM." Aí eu pensei: se ela soprar pra ele, foda-se; se não, melhor ainda. Fico com ela só pra mim. A Luciana deu uma tragada e soprou pra ele. — "Pra ele você deu mais, sua sem-vergonha." E o jogo começou.
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