Semanas depois do que rolou na história anterior, meu amigo viajou e a Cande me mandou uma mensagem me chamando pra ir na casa dela, junto com uma foto que me deixou de pau duro..
Quando ela abriu a porta, nem deu tempo de eu cumprimentar.
Ela tava usando uma camisola preta, curta, que deixava ver aquelas tetas gostosas.
O cabelo tava solto e ela parecia muito mais arrumada do que de costume, como se tivesse passado horas se preparando pra aquele momento. Ela me cumprimentou com um beijo, me deixou entrar, trancou a porta e fomos direto pro quarto dela. Me sentou na cadeira do lado da escrivaninha e se ajoelhou entre minhas pernas.
— "Tô te esperando a tarde inteira", sussurrou, enquanto abaixava meu zíper bem devagar.
Já tava meio duro, então ela começou a chupar. Peguei ela pelo cabelo e fiz ela engolir tudo. Paramos por um instante, e ela pegou meu celular, me obrigando a mandar uma mensagem pro meu amigo.
— "Escreve pra ele", ordenou, segurando minha pica com força. "Escreve que tá tudo tranquilo".
(Esqueci de contar que a gente tinha falado pro Tomi que íamos nos encontrar pra um lanche. Ele não desconfiava de nada, porque somos muito amigos e ele é daquelas pessoas bem inocentes.)
Eu, suando e tentando não gemer, digitei: "tô aqui, tudo certo, tranquilo". Assim que enviei, ela apertou mais, brincou com a língua e se movia com uma habilidade que me fazia soltar gemidos que eu tentava abafar.
— "Cê gosta que eu faça isso na cadeira dele?", perguntava, enquanto tirava e colocava minha pica na boca, me olhando com uma maldade que queimava. "Ele tá lá, achando que a gente é só amigo, enquanto eu tô te deixando seco".
Ela me obrigou a continuar mandando mensagens sobre planos pra quando ele voltasse, enquanto me enlouquecia. Quando eu não aguentei mais e tava perto, ela subiu em cima de mim na cadeira.
— "Vai, escreve o último e goza dentro de mim!", ordenou, ofegando contra meu pescoço enquanto começava a tirar toda a roupa.
Mandei a mensagem e, naquele segundo, meu amigo respondeu: "Fala, mano, a gente se vê na volta". Assim que ouvimos a notificação, Cande ficou com mais tesão ainda e enfiou minha pica dentro dela. dela, a gente tava tão molhada que entrou sem dificuldade. Falar com meu amigo enquanto ela se mexia em cima de mim foi o ponto de virada.
Depois de cavalgar um tempão, agarrei ela e a gente se jogou na cama. Tava tão quente que nem ligava pro barulho que a gente fazia, tudo virou puramente selvagem. Ela subiu em cima, me encarando com uma intensidade predadora.
— "Fala pra mim", ela exigia enquanto arqueava o corpo, pedindo pra eu meter mais forte. "Fala que eu sou sua. Fala que isso é melhor do que tudo que ele pode me dar".
— "Você é minha, Cande... toda minha", respondi enquanto segurava os quadris dela e via as tetas dela quicando, tava completamente entregue à loucura.
— "Mais forte! Quero que todo mundo ouça! Quero que você sinta que tá me roubando!", ela gritava, perdendo o controle, cravando as unhas nas minhas costas enquanto os gemidos dela enchiam o quarto. "Ele é um idiota... nunca soube o que tinha do lado, mas você sabe, né? Fala que sim!".
Cada vez que eu metia, ela respondia com um gemido mais alto, mais safado, curtindo cada estocada como se fosse uma afronta direta a ele. Ela me obrigava a olhar nos olhos dela enquanto falava umas putarias sobre como ele nunca satisfazia ela e como ela preferia eu.
Quando eu tava quase gozando, falei pra ela gozar também e ela respondeu "goza dentro de mim, quero ser toda sua".
Apertei os quadris dela e de uma só estocada gozei dentro dela.
Quando finalmente terminamos, a gente ficou caído, suado e ofegante. Ela ficou deitada em cima de mim, passando a mão no meu peito.
— "Isso foi incrível", ela disse, apoiando as tetas em mim. "O melhor de tudo é que ele acha que a gente é só amigo. Você é um ótimo ator kkkk".
A gente trepou de novo e depois fui pra casa pensando que dessa vez não tinha mais volta. Não era só uma traição, era um vício que se alimentava da confiança do meu melhor amigo. E, pelo jeito que ela me olhou quando a gente se despediu, eu soube que da próxima vez o jogo ia ser ainda mais torcido.
APOIEM SE QUISEREM QUE EU CONTINUE A HISTÓRIA.
Quando ela abriu a porta, nem deu tempo de eu cumprimentar. Ela tava usando uma camisola preta, curta, que deixava ver aquelas tetas gostosas.
O cabelo tava solto e ela parecia muito mais arrumada do que de costume, como se tivesse passado horas se preparando pra aquele momento. Ela me cumprimentou com um beijo, me deixou entrar, trancou a porta e fomos direto pro quarto dela. Me sentou na cadeira do lado da escrivaninha e se ajoelhou entre minhas pernas.
— "Tô te esperando a tarde inteira", sussurrou, enquanto abaixava meu zíper bem devagar.
Já tava meio duro, então ela começou a chupar. Peguei ela pelo cabelo e fiz ela engolir tudo. Paramos por um instante, e ela pegou meu celular, me obrigando a mandar uma mensagem pro meu amigo.
— "Escreve pra ele", ordenou, segurando minha pica com força. "Escreve que tá tudo tranquilo".
(Esqueci de contar que a gente tinha falado pro Tomi que íamos nos encontrar pra um lanche. Ele não desconfiava de nada, porque somos muito amigos e ele é daquelas pessoas bem inocentes.)
Eu, suando e tentando não gemer, digitei: "tô aqui, tudo certo, tranquilo". Assim que enviei, ela apertou mais, brincou com a língua e se movia com uma habilidade que me fazia soltar gemidos que eu tentava abafar.
— "Cê gosta que eu faça isso na cadeira dele?", perguntava, enquanto tirava e colocava minha pica na boca, me olhando com uma maldade que queimava. "Ele tá lá, achando que a gente é só amigo, enquanto eu tô te deixando seco".
Ela me obrigou a continuar mandando mensagens sobre planos pra quando ele voltasse, enquanto me enlouquecia. Quando eu não aguentei mais e tava perto, ela subiu em cima de mim na cadeira.
— "Vai, escreve o último e goza dentro de mim!", ordenou, ofegando contra meu pescoço enquanto começava a tirar toda a roupa.
Mandei a mensagem e, naquele segundo, meu amigo respondeu: "Fala, mano, a gente se vê na volta". Assim que ouvimos a notificação, Cande ficou com mais tesão ainda e enfiou minha pica dentro dela. dela, a gente tava tão molhada que entrou sem dificuldade. Falar com meu amigo enquanto ela se mexia em cima de mim foi o ponto de virada.
Depois de cavalgar um tempão, agarrei ela e a gente se jogou na cama. Tava tão quente que nem ligava pro barulho que a gente fazia, tudo virou puramente selvagem. Ela subiu em cima, me encarando com uma intensidade predadora.
— "Fala pra mim", ela exigia enquanto arqueava o corpo, pedindo pra eu meter mais forte. "Fala que eu sou sua. Fala que isso é melhor do que tudo que ele pode me dar".
— "Você é minha, Cande... toda minha", respondi enquanto segurava os quadris dela e via as tetas dela quicando, tava completamente entregue à loucura.
— "Mais forte! Quero que todo mundo ouça! Quero que você sinta que tá me roubando!", ela gritava, perdendo o controle, cravando as unhas nas minhas costas enquanto os gemidos dela enchiam o quarto. "Ele é um idiota... nunca soube o que tinha do lado, mas você sabe, né? Fala que sim!".
Cada vez que eu metia, ela respondia com um gemido mais alto, mais safado, curtindo cada estocada como se fosse uma afronta direta a ele. Ela me obrigava a olhar nos olhos dela enquanto falava umas putarias sobre como ele nunca satisfazia ela e como ela preferia eu.
Quando eu tava quase gozando, falei pra ela gozar também e ela respondeu "goza dentro de mim, quero ser toda sua".
Apertei os quadris dela e de uma só estocada gozei dentro dela.
Quando finalmente terminamos, a gente ficou caído, suado e ofegante. Ela ficou deitada em cima de mim, passando a mão no meu peito.
— "Isso foi incrível", ela disse, apoiando as tetas em mim. "O melhor de tudo é que ele acha que a gente é só amigo. Você é um ótimo ator kkkk".
A gente trepou de novo e depois fui pra casa pensando que dessa vez não tinha mais volta. Não era só uma traição, era um vício que se alimentava da confiança do meu melhor amigo. E, pelo jeito que ela me olhou quando a gente se despediu, eu soube que da próxima vez o jogo ia ser ainda mais torcido.
APOIEM SE QUISEREM QUE EU CONTINUE A HISTÓRIA.
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