Segunda fornitura

Segunda confecção. Depois do que aconteceu com meu patrão, tudo seguiu normal como se nada tivesse rolado. Mas tenho que admitir que fiquei com muita vergonha do ocorrido, mas Seu Pepe continuava como se nada. Sempre tinha muito trabalho na oficina. Um dia, o vizinho que morava ao lado da casa dos meus pais levou o táxi dele pra consertar. Meu vizinho era um senhor chamado Seu Victor, que tinha uns 55 anos. Ele morava na casa ao lado com a esposa e os dois filhos, que eram um pouco mais velhos que eu. Eram vizinhos que você vê todo dia, mas nunca presta muita atenção. Seu Victor era taxista e eu sempre via ele pelo bairro. Infelizmente pro meu vizinho, o táxi dele tinha superaquecido e precisava de reparo. Meu patrão deu um orçamento do que custaria pra consertar o táxi. Era um valor meio pesado, uns 9 mil pesos. Meu vizinho explica pro Seu Pepe que não tinha essa grana e pergunta se teria como acertar depois. Meu patrão responde que infelizmente não podia fiá o serviço. Ele disse que precisa pagar os rapazes todo dia e que era quase impossível fazer o trabalho a crédito. Seu Pepe fala que talvez se ele deixasse os documentos do táxi empenhados, dava pra fazer o serviço. Seu Victor responde que não tinha os documentos do veículo, porque ainda tava devendo. Seu Victor fala que precisa consertar o táxi urgente, já que usa ele pra trabalhar. Ele parecia bem desesperado, porque precisava do carro pra continuar trabalhando. Meu patrão diz: "Olha, vamos pro meu escritório conversar." Eu vejo eles irem pro escritório e me aproximo da porta pra continuar escutando a conversa. Dá pra ouvir meu patrão oferecendo um gole de mezcal, que Seu Victor aceita. Meu vizinho continua apelando, tentando pedir o crédito pra poder arrumar o carro. Dá pra ouvir meu patrão dizer: "Olha, Victor, você me complica. Quer que eu te faça um crédito por $9000 pesos e você não quer me deixar nada como garantia. Víctor responde que no momento não tem dinheiro, e que se pudesse dar as escrituras da casa, daria, mas a casa onde morava era emprestada e pertencia ao irmão dele. Dá pra ouvir ele dizendo: meu patrão, olha Víctor, se quiser posso te propor uma coisa, mas não sei se você vai ficar ofendido. Você sabe que somos amigos há muitos anos e sempre fui muito respeitoso, mas o que vou te propor talvez te incomode. Mas se quiser que eu faça o serviço e não precise me pagar, teria que me fazer um favor em troca. Dá pra ouvir Víctor responder: pelo contrário, como vou ficar bravo, eu estaria mais que agradecido com você pelo crédito. Me peça o que quiser, fique à vontade. Don Pepe diz: como te falei, se quiser posso fazer o serviço e você nem precisa me pagar. Olha, o que eu quero em troca é a sua esposa, Martha. Se você realmente quer que eu te faça esse favor, você tem que me apresentar sua esposa por umas 3 noites. Que tal você mandar ela pra oficina nas próximas 3 sextas-feiras pra ajudar a fechar o barraco, e em troca eu arrumo o carro e entrego em 2 dias, assim você pode voltar a trabalhar o mais rápido possível. O que acha da ideia? Te interessa? Don Víctor responde: como você vai me pedir isso, me pede qualquer outra coisa, mas isso não. Meu patrão diz: eu só estou tentando te ajudar. Desse jeito você economiza uma grana e arruma seu táxi. Víctor responde que a verdade é que não gosta da ideia, mas teria que conversar com a esposa pra ver o que ela acha da proposta. Eles se despediram e, ao ouvir a porta abrir, eu volto pro outro lado da oficina pra eles não perceberem que eu estava escutando. Meu vizinho foi embora sem dizer tchau. Eu fiquei pensativo, e me perguntei se o vizinho realmente vai topar. No dia seguinte tive minha resposta: ao chegar na oficina, meu patrão me deu instruções pra começar a trabalhar no táxi do seu Víctor. Ele me disse: O outro cara que a gente tinha que entregar o carro em 2 dias. Quando ouvi isso, percebi que meu vizinho tinha topado a proposta. Os dias foram passando e chegou a sexta-feira, meu patrão pagou eu e os outros caras e deixou a gente ir embora uma hora mais cedo do que o normal. Eu sabia que ia ter um showzinho aquela noite na oficina, então garanti de deixar o portão dos fundos sem cadeado. Quando tava quase indo embora, percebo que a esposa do meu vizinho, dona Marta, tava no escritório de seu Pepe. Quando a senhora me olhou, sorriu pra mim. Eu cumprimentei ela, me despedi e saí da oficina. A dona Marta já é mais velha, devia ter uns 48 anos naquela época. Era uma senhora voluptuosa, imagino que nos seus tempos devia ser bem gostosa, era uma senhora como qualquer outra que você vê no mercado, não tinha nada de realmente excitante no físico dela. Mas uma coisa: tinha uns peitos bem grandes, que faziam ela parecer meio gordinha. Naquele dia, ela tava vestida com uma legging preta e uma blusa preta. Eu saí da oficina e fui andando até o fim da rua pra esperar o transporte público. Deixei passar uns 20 minutos. Aí me virei pra voltar pra oficina. Se seu Pepe me visse, eu ia simplesmente falar que tinha esquecido meu celular lá. Quando entrei pelo portão dos fundos, todas as luzes estavam apagadas e não dava pra ver ninguém. Pensei que talvez tivessem ido pra outro lugar, mas quando tava quase indo embora, ouvi a voz de seu Pepe vindo do escritório dele. Cheguei devagar pra não fazer barulho. A porta do escritório tava entreaberta e dava pra ver lá dentro. Seu Pepe tava do lado da dona Marta, segurando a mão dela enquanto convencia ela a trocar de roupa. Ela dizia que não gostava de usar aquele tipo de roupa e que, na verdade, tinha muita vergonha de se vestir assim. Seu Pepe dizia que era normal e que, além disso, ninguém ia ver ela além dele. Ela falava que o marido dela tava bem irritado com a situação. Tinha convencido ele porque realmente precisavam do táxi pra ele poder continuar trabalhando. Ela tinha prometido que seria rápido e que não faria sexo oral. Que seria só uma rapidinha e pronto. Seu Pepe continuava insistindo, e finalmente a senhora deu ouvidos e trocou de roupa. Seu Pepe tinha escolhido uma microsaia plissada vermelha e uma blusa branca decotada pra ela, com saltos de 15 centímetros, daquelas que as mulheres da rua usam.Segunda fornituraQuando finalmente saiu do banheiro, seu Pepe tirou umas fotos dela e disse que ela estava incrível. Tenho que admitir que, pra ser uma senhora de idade, ela tava muito gostosa vestida de puta. Eu continuei escondido atrás da porta ouvindo tudo, seu Pepe dizia que ela tinha umas pernas muito bonitas enquanto passava a mão nelas. Ela não falava nada e fechava os olhos com uma cara de vergonha. Acho que talvez ela não acreditava no que estava prestes a fazer. Seu Pepe segurava ela pela cintura enquanto levantava a saia dela. A dona Marta estava usando umas calcinhas brancas estilo panties. Seu Pepe estava atrás dela, abraçando ela enquanto brincava com os peitos dela. Ela continuava de olhos fechados. Depois, ele puxou a calcinha dela até os joelhos e enfiou um dedo na buceta peluda dela enquanto beijava o pescoço dela. Ela não falava nada, aí eu vi que seu Pepe abaixou as calças e disse: "Quero que você chupe minha pica". Ela respondeu que prometeu ao marido Víctor que não faria aquilo, ele disse que ninguém ia saber, só eles dois. Dona Marta se ajoelhou e, com uma mão, começou a masturbar seu Pepe, ficou pensativa por uns segundos, mas depois enfiou a pica inteira na boca dela. Seu Pepe segurou a cabeça dela e começou a meter e tirar a pica da boca dela de um jeito que a dona Marta quase engasgou de tão grande que era. Era um espetáculo completo, ver a vizinha se comportando como uma puta velha de rua. Ele metia tão selvagem que fazia a senhora babar muito pela boca. Toda a maquiagem dela tinha escorrido, de um jeito que parecia que ela tinha chorado muito. Eu tava super excitado vendo o show, comecei a tocar minha pica enquanto via minha vizinha chupando. Passaram quase 10 minutos e a dona disse que ele tinha que se apressar porque o marido dela ia passar para buscá-la às 8 da noite. Nessa altura, já eram sete e meia. Seu Pepe disse: "Bom, vamos ter que nos apressar" e colocou ela de quatro. Ela pede pra ele colocar camisinha, por favor. Ele ignora e dá um tapa na bunda dela que deixa as nádegas vermelhas. Depois, ele cuspi no próprio pau e enfia por trás. Ela só faz uma cara de dor enquanto solta uns gemidos. Seu Pepe pergunta se a rola do marido dela é tão grossa quanto a dele. Ela diz que não, que o dele é menor. Seu Pepe agarra ela pela cintura e enfia até o fundo, fazendo dona Martha gritar. Ele não tem pena e continua metendo até o talo. Ela tava de quatro, encostada na escrivaninha dele. Só se ouvia o som da bunda batendo. A senhora gemia e falava que ele era bem grande, que doía muito. Seu Pepe fala: "Aguenta, já já a gente termina." De repente, ele enfia no cu dela. A senhora só fez uma carinha de surpresa e não reclamou. Eu vi ele metendo no cu dela até o fundo enquanto ela mordia os lábios. Seu Pepe disse que tava quase gozando e pede pra ela ajoelhar na frente dele. Dona Marta se ajoelha e deixa ele esporrar tudo na cara dela. Seu Pepe agradece e fala que na próxima sexta quer vê-la no mesmo horário, e que ela não pode se atrasar. Dona Martha limpa o rosto e diz que tá bem, que volta na semana que vem. Ela saiu tão rápido que nem trocou de roupa, foi embora vestida de puta. Eu me mandei antes que me vissem e corri pra pegar o transporte público. No dia seguinte, enquanto eu organizava umas peças no computador do seu Pepe, percebi que ele tinha uma pasta com o nome de Martha. Fiquei curioso e abri. Pra minha surpresa, eram fotos da minha vizinha que seu Pepe tinha tirado. Baixei uma das fotos, mas infelizmente não deu tempo de copiar as outras porque meu patrão chegou e não consegui baixar o resto. Continua... deixem seus comentários.

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