A dona do aluguel

Conforme o título, outro dia num bar tipo umas 4 da manhã já, cruzei com a dona do meu aluguel. A gente se cumprimentou e trocou umas palavras que em outro momento eu não teria dito, mas fazer o quê. Ela: cê não é muito novo pra tá aqui? Ou eu sou muito velha? Eu: acho que a gente se encaixa bem e dei um beijo no rosto dela, olha onde te encontro. Ela: que vergonha. Eu tava saindo pra outro bar e então falei: — Se for sozinha, me avisa, já tem meu número. O álcool, o álcool. Claramente ela não me escreveu e eu uma hora depois já tinha esquecido daquele momento, mas no outro dia quando acordo e pego o celular. Ela: Fui sozinha hein, só pra garantir. Não sei por que não te falei. Eu: Haha sério? Eu também fui sozinho aliás. Como cê tá? A gente trocou umas mensagens que já era demais, nunca tínhamos falado de outra coisa que não fosse o aluguel. Ana, vamos chamar ela assim, era uma morena gostosa, uns quarenta e poucos, cheinha, com umas pernas boas e uma bunda boa, nunca tinha passado pela minha cabeça nada, mas as mensagens tavam me deixando intrigado! Naquela tarde postei uma foto meio despenteado e de cueca, tava de lado e dava pra ver meu volume. Só coloquei pra ela ver. Ela: Assim que acordou, menino? Eu: sempre acordo assim. Ela: ai, meu Deus. Eu: o que foi, senhora? Ela: isso, sou uma senhora. Eu: daquelas que saem no bar pra beber algo. Da próxima me avisa! Ela: avisa você também. Eu: ok, vou tomar um banho. Fica bem. Quando saí do banho postei outra foto e ela respondeu de novo. — Se continuar com essas fotos vai matar alguém! Eu: cê acha? Cê não vai morrer. — E se continuar assim, sei não. Eu: hahaha cala a boca. Ela postava fotos também, mas sem insinuar tanto, e naquela tarde, pah, foto de shortinho e de costas, mas não respondi na hora. Mandei uma foto de short e falei: — É dia de short e preguiça. Ela: só falta me fazerem conchinha e pronto. —: oh siiiiiiiim. De noite ela mandou um boa noite e aí eu pensei: já era. Uma foto bombástica na cama. Ela me mandou. A: Só falta a conchinha mesmo. – Eu, se quiser, faço conchinha e mais um pouco, tchau, fui. No outro dia, postei uma foto da cama deixando ver que não tava de cueca e coloquei BOM DIA. Ela foi direto ao ponto e mandou: A – Bom dia seria se eu tivesse debaixo desse lençol. Eu – Do jeito que eu gosto de ser acordado assim em cima, a gente podia tentar, né? A – Sem palavras! À tarde, ela veio pra cá ver outro apê e nisso me pediu ajuda com umas caixas pra carregar no carro e me disse: – Me acompanha até em casa? Assim você me ajuda a descer, depois te trago de volta. Eu: bora. No meio do caminho, ela apoiou a mão na minha perna e agradeceu! Eu tava olhando pra ela com um carinho – A: Quer uma cerveja? Eu: só se você beber, senão, não. – A: um pouquinho, vem sentar. Começou a me tocar devagar e eu fiquei duro na hora. – A: ufffff olha só tudo que você tinha guardado. Vocês não têm ideia de como essa mulher tava! Molhada é pouco, e eu adorava que ela pedia devagar. Comi ela com muita vontade dessa vez, ainda não repetimos, mas a qualquer hora rola.A dona do aluguel
sexo

5 comentários - A dona do aluguel

Faltó más detalle del garche, bien construido el clima igual
Bien amigo usó esa misma táctica. Y caen . Pedazo de ojete la morocha