Tinha terminado com minha ex, mas a gente ainda transava de vez em quando. Ela era uma morena alta, de olhos claros. Peitos médios, alta e com uma bunda de morder. Tinha 22 anos e morava com os pais na casa a 10 minutos da minha.
— O que cê tá fazendo? Como cê tá hoje?
— Bem, aqui indo jogar futebol.
— Que pena. Sabe que tô sozinha hoje.
— Uff, que tentador, mas já marquei. Outro dia?
— É, mas eu tô com tesão hoje — e me manda uma foto com um body de renda.
— Pqp, e mais tarde?
— Mais tarde todo mundo vem. É agora ou chamo o Juan — Juan era um novo rolo dela. A putinha queria me deixar com ciúmes.
— Nada, não me faz isso, me convence com algo bom.
— Se você vier e comer bem minha buceta do jeito que sabe, a gente transa sem camisinha e você goza dentro no meu cu.
— Beleza, vou.
— Boa escolha.
Fui pra casa dela com a roupa de futebol. Estacionei perto e mandei uma mensagem. Ela apareceu e eu fui. Ela me recebeu num roupão com o body por baixo. Aquele body me deixava doido.
Ela me fez entrar e a gente não perdeu tempo. A gente se beijou furiosamente e ela desceu pra tirar meu short e me chupar. Enquanto me chupava bem babado, ela falava:
— Que ciúme que o Juan te dá, hein?
— Cê acha?
— Olha como você veio defender o que é seu.
— Vou te comer gostoso por isso.
— Melhor. Vocês vão me comer juntos mesmo.
— Quando a gente fizer um menage com a Flor (uma amiga dela).
— A gente vê, a gente vê. Agora vem e come minha buceta.
Fomos pro sofá e ela abriu as pernas e abriu o body por baixo. Aí comecei com a boca e os dedos do jeito que ela (e todas) gostam. Ela gosta que eu dede bem forte e chupe o clitóris. Várias vezes ela soltou um squirt, a putinha. Ela se contorceu num momento, apertou meus dedos com a buceta e com um gemido me fez entender que tinha gozado.
Com ela deitada, me levantei e aproximei a pica pra ela me chupar de novo. Ela me chupou um pouco e, já dura na hora, guiou pra dentro da buceta dela. A gente transou um tempo de missionário enquanto falávamos putaria:
— Cospe em mim.
— Tá. Gosta? Desde quando — não pergunta à toa e me fode — cê gosta assim? — uff, sim. Adoro transar com você porque é o único com quem vou no pelo. — aaa sim? Ia te encher toda de porra, sua putinha — se um dia você vier quando eu tiver no veneno, capaz de deixar — fica de quatro. Ela fica de quatro. Que rabão. E ainda era verão, tava com a marca da fio dental. Enfiei e comecei a meter forte. Peguei o polegar e comecei a apalpar a bunda dela. — uff, você lembrou, porra — óbvio, essa bunda é minha — então não fica de frescura e esfrega ela pra mim. Continuei metendo até sentir que não tava longe. Aí saí e comecei a chupar o cuzinho dela. Tava lindo. Passava a língua toda e enfiava os dedos. Quando tava bem babado e dedado, levantei e enfiei de novo. Não custou muito porque já tinha feito algumas vezes. Ela ainda tem uma neura de que não gosta tanto de dar o cu. Mas quando eu enfio, ela fica possessa e adora. Ainda pede mais forte. Por sorte não tinha ninguém, pude meter com vontade. — me enche toda — uff, vem que vou encher teu cu inteiro — uffff, sim. Gozei tudo dentro e fiquei abraçado por trás. Saí e a porra começou a escorrer pelas pernas dela até o sofá. — ai, porra, tenho que limpar. Na mesma hora ouvimos o carro do pai chegando. — sai pelo tanque quando ele entrar, tchau — e me dá um beijinho. Quando o velho entrou, saí pelo lado em silêncio. Espero que tenham gostado. Like e DM!
— O que cê tá fazendo? Como cê tá hoje?
— Bem, aqui indo jogar futebol.
— Que pena. Sabe que tô sozinha hoje.
— Uff, que tentador, mas já marquei. Outro dia?
— É, mas eu tô com tesão hoje — e me manda uma foto com um body de renda.
— Pqp, e mais tarde?
— Mais tarde todo mundo vem. É agora ou chamo o Juan — Juan era um novo rolo dela. A putinha queria me deixar com ciúmes.
— Nada, não me faz isso, me convence com algo bom.
— Se você vier e comer bem minha buceta do jeito que sabe, a gente transa sem camisinha e você goza dentro no meu cu.
— Beleza, vou.
— Boa escolha.
Fui pra casa dela com a roupa de futebol. Estacionei perto e mandei uma mensagem. Ela apareceu e eu fui. Ela me recebeu num roupão com o body por baixo. Aquele body me deixava doido.
Ela me fez entrar e a gente não perdeu tempo. A gente se beijou furiosamente e ela desceu pra tirar meu short e me chupar. Enquanto me chupava bem babado, ela falava:
— Que ciúme que o Juan te dá, hein?
— Cê acha?
— Olha como você veio defender o que é seu.
— Vou te comer gostoso por isso.
— Melhor. Vocês vão me comer juntos mesmo.
— Quando a gente fizer um menage com a Flor (uma amiga dela).
— A gente vê, a gente vê. Agora vem e come minha buceta.
Fomos pro sofá e ela abriu as pernas e abriu o body por baixo. Aí comecei com a boca e os dedos do jeito que ela (e todas) gostam. Ela gosta que eu dede bem forte e chupe o clitóris. Várias vezes ela soltou um squirt, a putinha. Ela se contorceu num momento, apertou meus dedos com a buceta e com um gemido me fez entender que tinha gozado.
Com ela deitada, me levantei e aproximei a pica pra ela me chupar de novo. Ela me chupou um pouco e, já dura na hora, guiou pra dentro da buceta dela. A gente transou um tempo de missionário enquanto falávamos putaria:
— Cospe em mim.
— Tá. Gosta? Desde quando — não pergunta à toa e me fode — cê gosta assim? — uff, sim. Adoro transar com você porque é o único com quem vou no pelo. — aaa sim? Ia te encher toda de porra, sua putinha — se um dia você vier quando eu tiver no veneno, capaz de deixar — fica de quatro. Ela fica de quatro. Que rabão. E ainda era verão, tava com a marca da fio dental. Enfiei e comecei a meter forte. Peguei o polegar e comecei a apalpar a bunda dela. — uff, você lembrou, porra — óbvio, essa bunda é minha — então não fica de frescura e esfrega ela pra mim. Continuei metendo até sentir que não tava longe. Aí saí e comecei a chupar o cuzinho dela. Tava lindo. Passava a língua toda e enfiava os dedos. Quando tava bem babado e dedado, levantei e enfiei de novo. Não custou muito porque já tinha feito algumas vezes. Ela ainda tem uma neura de que não gosta tanto de dar o cu. Mas quando eu enfio, ela fica possessa e adora. Ainda pede mais forte. Por sorte não tinha ninguém, pude meter com vontade. — me enche toda — uff, vem que vou encher teu cu inteiro — uffff, sim. Gozei tudo dentro e fiquei abraçado por trás. Saí e a porra começou a escorrer pelas pernas dela até o sofá. — ai, porra, tenho que limpar. Na mesma hora ouvimos o carro do pai chegando. — sai pelo tanque quando ele entrar, tchau — e me dá um beijinho. Quando o velho entrou, saí pelo lado em silêncio. Espero que tenham gostado. Like e DM!
0 comentários - Encuentro con mi ex